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      <title>MURAL by Ana Valeria</title>
      <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5</link>
      <description>Com este projeto pretendo fazer uma síntese da matéria atualizada das aulas de biologia e geologia </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-08 13:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>VULCANISMO</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na ciencia o vulcanismo é estudado pela vulcanología. Esta investiga as suas características ,formação, classificação e distribuição<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:57:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312567389</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo está divido em dois tipos: vulcanismo primário e vulcanismo Secundário. Ambos são manifestações do calor interno da terra</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>VULCANISMO PRIMÁRIO</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312567516</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de manifestações caracteriza-se pela existência de <strong>erupções vulcânicas</strong>. Estas baseiam-se na emissão de materiais vulcânicos no estado sólido, líquido ou gasoso do seu interior para o exterior, no caso a atmosfera.  Tendo a possibilidade de variar o seus tipo entre explosiva, mista ou efusiva.<br>A estrutura natural que permite a emanação dos materiais é designada por: aparelho vulcânico. <br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312568407</link>
         <description><![CDATA[<div>As manifestações primárias de vulcanismo, geralmente são apenas de dois tipos: vulcanismo central e vulcanismo fissural, com  a libertação para o meio exterior de lavas, gases tóxicos, lapilis, bombas, ect...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo central</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312568742</link>
         <description><![CDATA[<div>O seu aparelho vulcanico é o vulcão. Os vulcões são estruturas geológicas da crosta terrestre originadas a partir da expulsão de magma (material rochoso fundido, rico em gases, que se encontra abaixo da superfície a elevadas temperaturas). Contudo, existem vulcões com características muito distintas e peculiares, mas todos eles com:<br>uma <strong>câmara magmatica</strong>-estrutura existente no interior da terra onde o magma se acumula antes de ser expulso para o exterior.O magma é a mistura de materiais líquidos, sólidos e gasosos que se encontram a elevadas pressões e temperaturas. <br>uma <strong>chaminé vulcânica-  </strong>que consiste numa estrutura de forma de canal tubular que realiza ligação entre a câmara magmática e a superfície. É através desta que o magma sobe.<br>uma <strong>cratera- </strong>consiste<strong> </strong>na abertura por onde sai o magma, situada no topo da chaminé.<br>um <strong>cone vulcanico- </strong>elevação cónica formada pela acumulação de materiais sólidos expelidos pelo vulcão. </div><div>Por vezes formam-se mais chaminés, denominadas chaminés secundárias, que se ramificam a partir da chaminé principal e que originam cones secundários</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>MAGMA</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312570041</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Magma</strong> é a designação dada às massas de rocha em fusão total ou parcial que existem debaixo da superfície da terra. Os magmas são constituídos por uma mistura de rocha num estado variável de fusão com os restantes materiais, a alta pressão e temperatura com gases dissolvidos. Os magmas acumulam-se em geral dentro de câmaras magmaticas. Este quando é expelido para fora dá origem á lava. Esta podendo variar por três tipos: </div><div><strong>Lava ácida:</strong></div><ul><li>temperaturas pouco elevadas;</li><li>fração volátil significativa;</li><li>viscosidade elevada;</li><li>elevado teor em sílica, superior a 65%.</li></ul><div><strong>Lava básica:</strong></div><ul><li>temperaturas elevadas;</li><li>fração volátil reduzida;</li><li>baixa viscosidade;  </li><li>o seu teor em sílica é inferior a 52%.</li></ul><div><strong>Lava intermédia:</strong></div><ul><li>apresenta caraterísticas intermédias entre lavas básicas e ácidas;</li><li>o seu teor em sílica varia entre 52% e 65%.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:55:44 UTC</pubDate>
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         <title>Formação de caldeiras</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312570553</link>
         <description><![CDATA[<div>Por vezes na parte superior de muitos vulcões formam-se depressões de grades dimensões, maiores do que as dimensões da cratera, que correspondem ao abatimento da parte central do vulcão, após fortes erupções em que grande quantidade de magma e piroclastos são rapidamente expelidos, ficando um vazio na câmara magmática. Estas depressões tomam o nome de <strong>caldeiras</strong>. </div><div>Exemplo: Caldeiras das Sete Cidades,Lagoa das furnas e a Lagoa do fogo, na ilha de S.Miguel,  nos Açores que está ocupada actualmente por aguas das chuvas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 00:07:35 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade vulcânica na Indonésia </title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312620797</link>
         <description><![CDATA[<div>   Milhares de pessoas foram retiradas das suas casas no oeste da Indonésia, na sequência de oito explosões registadas, este domingo, no vulcão Sinabung que causaram uma "chuva de rochas", informaram as autoridades locais. <br>  O Sinabung, no norte da ilha de Sumatra, entrou em erupção em meados de setembro, mas tem registado uma maior atividade desde sábado à noite, estando a expelir cinza e rochas até oito quilómetros de altura, o que levou cerca de 12.300 pessoas a deixar as suas casas, de acordo com a agência nacional de catástrofes indonésia.<br>  Um responsável do governo local, Robert Peranginangin, citado pela agência AFP, disse que os habitantes na região entraram esta noite em pânico com a "chuva de rochas", o som e vibração gerados pela erupção vulcânica.<br>Não há, para já, vítimas a lamentar, acrescentou.<br>As autoridades indonésias emitiram hoje o seu alerta mais elevado que se refere à possibilidade de ocorrência de uma erupção vulcânica muito violenta.<br>A Indonésia é o país com o maior número de vulcões e atividade no mundo, num total de 129. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:01:00 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade prática realizada na aula</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312620989</link>
         <description><![CDATA[<div>   Na aula prática foi nos proposta a realização de uma experiência para comparar os três diferentes tipos de lava: lava básica, lava acida e lava intermédia, em que o mel funcionava como lava e está ajudou nos a compactar de uma melhor e lúdica forma a matéria.<br>  Em tres grupos, dividimos uma mistura por cada um, em que uma delas consistia em 100% de mel que representava as lavas ácidas, outra com 50% de mel e 50% de mel que simbolizava as lavas básicas e finalmente o meu grupo com as lavas intermédias, 70% de mel e 30% de água na sua constituição, desta forma simulamos as lavas. Seguidamente as lavas foram separadas por três tubos de ensaio de 20ml.<br> Alem de consguirmos observar as suas consistências também tivemos a oportunidade de variar as temperaturas, uma delas quente 50*C ,outra com temperaturas inferiores5*C e uma outra á temperatura ambiente25*C, o que consequentemente afirmou a sua alteração na velocidade, numa rampa de 20cm.<br> Em suma, retiramos de os valores destempo e velocidade de cada mistura da escoada na rampa e analisamos que quanto mais mel ou seja sílica tem a lava mais viscosa e menos rápida se torna e quanto mais agua adicionamos mais fluida ficava a mistura escoando se assim mais rapidamente ,ou seja, menos o seu tempo de deslizamento na rampa. E quanto mais elevada a temperatura mais rápida é a escoada lávica.<br>              <strong>  Conclusoes: <br></strong>Com esta experiência foi possível observar que a temperatura influencia a escorrencia das lavas   , lavas a temperaturas mais elevadas formam escoadas maiores do que as lavas mais frias. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:03:41 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo do tipo fissural</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312621560</link>
         <description><![CDATA[<div>As erupções acorrem ao longo de facturas que existem na superfície terrestre.</div><div>Os materiais vulcânicos libertados preenchem vales profundos ou de relevo bastante acentuado constituindo vastos planaltos de acumulação vulcânica. Podemos observar atualmente na Índia (planalto do Decão), nos EUA (planalto de Columbia), na Rússia (planalto da Sibéria) e na Islandia também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade vulcânica </title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312621782</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipos de Atividade Vulcânica e tambem os tipos de lava que consequentemente condicionam o tipo de atividade, que pode ser explosiva, efusiva e mista.<br><br><strong>Atividade explosiva: </strong>envolve <strong>lavas ácidas e muito viscosas</strong>, logo com uma maior retenção de gases, que por vezes <strong>solidificam na cratera</strong> ou nas suas proximidades. O <strong>cone vulcânico é alto</strong> com vertentes ígremes.  As erupções são <strong>extremamente violentas</strong>, com <strong>projeção de materiais vulcânicos</strong> <em> e </em>formação de <strong>nuvens ardentes</strong>.<br><em><br></em><strong>Atividade efusiva: </strong>envolve l<strong>avas básicas, muito fluidas</strong>, capazes de formar <strong>escoadas de lava</strong> com muitos quilómetros de extensão. O <strong>cone vulcânico é baixo</strong>, com vertentes suaves. <strong>Não há projeção violenta de materiais</strong>. A solidificação das lavas ocorre de diferentes formas:<br><strong>Lavas encordoadas ou pahoehoe-</strong> muito fluidas, formam rios de lava que se deslocam a grande velocidade.<br><br><strong>Lavas escuriáceas ou "aa"- </strong> menos fluidas que as encordoadas e progridem mais lentamente. <br><br><strong>Lavas em almofada ou "pillow lava":</strong> lavas fluidas que arefecem rapidamente em contacto com a água. <br><br><strong>Atividade Mista: emissão alternada</strong> de lavas ácidas e básicas, o <strong>cone vulcânico é alto</strong>, com vertentes inclinadas, erupções explosivas alternam com erupções efusivas, mais calmas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo secundário ou residual</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312678828</link>
         <description><![CDATA[<div>  Este tipo de vulcanismo está relacionado com a energia térmica que aquece as águas á sua volta e não é tão violento, resulta na formação de <strong>fumarolas </strong>(emissão de gases geralmente ricos em enxofre a altas temperaturas através de fissuras) ,<strong> géiseres</strong> (emanação de repuxos de água em ebulição a através de fissuras), <strong>nascentes termais </strong>(fontes naturais de água aquecida pelo calor da câmara magmática e altamente mineralizadas, por vezes usadas para fins medicinais ou turísticos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:11:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lagoa Azul da Islândia permite nadar no meio da fumaça de águas a 39°C&#39;Blue Lagoon&#39; é uma das atrações mais visitadas do país.Acredita-se que as águas ricas em sílica tenham propriedades medicinais.</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312687040</link>
         <description><![CDATA[<div>  A <strong>Blue Lagoon</strong> (Lagoa Azul) é uma das atrações mais visitadas da Islândia. Turistas e moradores se reúnem para tomar banho nesse spa de águas geotermais, situado em um campo de lava a 45 minutos da capital, Reykjavik.</div><div>São 6 milhões de litros de água do mar com temperatura entre 37°C e 39°C, rica em sílica e em outros compostos minerais, que alguns acreditam possuírem efeitos medicinais e anti-idade.<br>  Além da fumaça exalada pela água, quem visita o balneário pode enxergar, ao fundo, a fumaça que sai das chaminés das usinas geotérmicas da região -- que produzem energia limpa e renovável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:48:56 UTC</pubDate>
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         <title>Previsão e prevenção dos riscos vulcânicos </title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/312688639</link>
         <description><![CDATA[<div>  Os fenómenos resultantes da atividade vulcânica, nomeadamente do vulcanismo primário, constituem um risco natural para as populações humanas. A utilização de métodos de previsão e o estabelecimento de medidas de prevenção relativamente à atividade vulcânica permitem minimizar os riscos vulcânicos.<br>  A previsão de erupções vulcânicas baseia-se na identificação de alguns acontecimentos que são considerados sinais precursores, como, por exemplo, a deteção de anomalias físicas e químicas - como deformações no cone vulcânico, variação da temperatura da água e do solo nas proximidades dos vulcões, alteração da composição dos gases emanados - e a deteção de atividade sísmica. <br>  Outro passo fundamental na previsão é a elaboração de mapas de zonas de risco que se baseiam na história eruptiva do vulcão. Para além da previsão, a sensibilização e educação das populações para uma situação de risco podem salvar muitas vidas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:56:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/344602421</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste segundo período introduzimos no nosso estudo no ramo da<mark> biologia</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 19:54:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lince ibérico</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/344604499</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste 2º Período introduzimos o estudo da biologia, e para tal, o nosso professor propôs um pequeno trabalho sobre uma espécie existente na Península Ibérica em vias de extinção, o <strong><mark>Lince-Ibérico</mark></strong>. Haviam 3 temas diferenciados e foram atribuídos a cada um dos grupos de cada turno. Os temas propostos eram os seguintes:</div><div>- <strong><em>1 </em></strong>– <mark>Caracterização do lince-ibérico</mark> e seu <mark>posicionamento na hierarquia biológica</mark> e na estrutura do ecossistema, exatamente <strong>o tema atribuído ao meu grupo.</strong><br><br>-<em> </em><strong><em>2 </em></strong>– Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção.<br><br>- <strong><em>3</em></strong> – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Lince ibérico:</mark></strong></li></ul><div><strong>Reino</strong>: Animalia<br><strong>Filo</strong>: Chordata<br><strong>Classe</strong>: Mammalia<br><strong>Ordem</strong>: Carnívora<br><strong>Família</strong>: Felidae<br><strong>Género</strong>: Lynx<br><strong>Nome científico </strong>: Lynx pardinus<br><br><strong><mark>- Origem:</mark></strong><strong><br><br></strong>O <mark>Lince Ibérico</mark> habita o nosso planeta há mais de 1 milhão de anos. Atualmente, no mundo, existem quatro espécies de linces:<br><br>- lince canadiense (Lynx      Canadensis);<br>- lince vermelho (Lynx Rufus);<br>- lince do norte (Lynx Lynx);<br>- lince ibérico (Lynx Pardinus)<br><br></div><div><strong><mark>Caracterização do Lince</mark></strong></div><div><strong>- Morfologia:</strong><br>O Lince Ibérico tem entre 80-110 cm de comprimento, uma altura entre 50-70 cm. Um macho pode pesar entre 12–16 kg e a fêmea pode pesar 9-11 kg.<br>O <mark>Lince Ibérico apresenta</mark>:<br>· Uma cabeça relativamente pequena;<br>· Penachos nas pontas das orelhas;<br>· Pelos faciais alongados que se tornam mais notáveis no Inverno;<br>· Uma pelagem longa e sedosa com uma coloração castanha avermelhada ou cinzenta, com manchas negras<br>· Uma aparência robusta com pernas sólidas das quais as de trás são notavelmente mais compridas do que as da<br>frente;<br>· Garras grandes.<br><br><strong><mark>- Alimentação:</mark></strong><br>A dentição dos linces-ibéricos é constituída por um número reduzido de dentes bastante aguçados. Estas<br>características evidenciam a grande especialização existente nesta espécie de felídeo no que toca à dieta e à<br>alimentação. Sendo um animal carnívoro, a sua atenção dirige-se para presas muito específicas.<br>Dentro das presas disponíveis nos habitats mediterrânicos da Península Ibérica, o lince seleciona fortemente o<br>coelho-bravo que constitui entre 80 a 100% da sua alimentação. Outros vertebrados como roedores, lebres, perdizes e outras aves podem também ser predados pelo lince. No<br>entanto, em níveis significativamente inferiores aos do coelho.<br><br><strong><mark>- Reprodução:</mark></strong><br>Tal como muitos outros felinos, o lince-ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fêmeas na época da<br>reprodução, quando estas entram no cio. Após o acasalamento, o macho regressa ao seu território, não tendo mais<br>contacto com a fêmea nem quaisquer cuidados parentais com as suas crias. Por esta altura a fêmea procura uma toca em<br>cavidades naturais, como o tronco oco de uma grande árvore ou uma zona rochosa, para ter as suas crias, numa área<br>longe da perturbação humana e com alimento e água disponíveis na proximidade.<br><br>-<strong><mark>Época de reprodução</mark></strong><strong>:</strong> janeiro a julho, com um pico entre janeiro e fevereiro<br>-<strong><mark>Época de nascimentos</mark></strong><strong>: </strong>março a abril<br>-<strong><mark>Gestação:</mark></strong><strong> </strong>cerca de 2 meses.<br>-<strong><mark>Tamanho da ninhada</mark></strong><strong>:</strong> 2-3 crias.<br>-<strong><mark>Sobrevivência até à independência:</mark></strong> 1-2 crias por fêmea.<br>-<strong><mark>Idade de independência</mark></strong><strong>:</strong> 7 a 10 meses.<br>-<strong><mark>Idade da primeira reprodução:     </mark></strong><strong>.Fêmeas: </strong>primeiro inverno; .<strong>Machos: </strong>aos dois anos.<br><mark>-</mark><strong><mark>Longevidade</mark></strong><strong>: </strong>Até 16 anos.</div><div><br></div><div><strong><mark>- Distribuição Geográfica:</mark></strong><strong><br></strong>Estima-se que, atualmente, o número de linces ibéricos existentes em liberdade seja de 589 exemplares<br>distribuidos em oito núcleos populacionais da Península Ibérica. <br>Na década de oitenta a área de ocorrência em Portugal e Espanha , foi drasticamente reduzida e fragmentada. A<br>População tornou-se restrita a núcleos relativamente isolados.<br>Entre 2015 e 2017 foram libertados 27 animais no Vale do Guadiana. Desde 2016 que há reprodução na natureza<br>e a maioria dos animais apresenta território estável.<br><br><strong><mark>- Habitat Natural:</mark></strong><strong><br></strong>O lince-ibérico seleciona habitats de características mediterrânicas, como bosques, matagais e matos densos.<br><br>Os <mark>requisitos ecológicos do lince-ibérico </mark>podem resumir-se da seguinte forma:</div><ul><li> O seu habitat potencial tem condições adequadas de alimento e água, disponíveis ao longo do ano, vegetação adequada para abrigo/reprodução e tranquilidade;</li></ul><div><br></div><ul><li> Mais de 50-60% do coberto vegetal dos seus territórios é composto por matagal e cerca de 20% por orlas entre pastagens e matagal, formando uma estrutura em mosaico;<br><br></li><li>Nos seus territórios, durante a época de reprodução, a densidade de coelho-bravo é superior a 4,5 indivíduos/hectare;</li></ul><div><br></div><ul><li> A conectividade entre os diferentes núcleos é fundamental para a dinâmica da espécie</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>- Hierarquia Biológica:</mark></strong><strong><br></strong>O Lince-Ibérico é um mamífero multicelular constituído por vários sistemas de orgãos interdependentes. O ecossistema onde se encontra são as áreas de floresta mediterrânea.<br><br><strong>-</strong><strong><mark> Posição do Lince na estrutura do ecossistema:<br></mark></strong>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. Em<br>movimentos dispersivos, o lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície,<br>nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em<br>estabelecer-se numa determinada área e dominar um território. Este tipo de estrutura na paisagem é provavelmente o<br>tipo de habitat selecionado pelo coelho nas zonas florestais, e oferece ao lince um abrigo e uma maior facilidade na<br>captura dos mesmos. O lince é um predador e tem como principal presa o coelho bravo (relação de predação).<br>Quando um habitat reúne todas estas características com uma elevada existência de coelhos, o tamanho do território<br>do lince pode ser inferior a 300 ha. Se, eventualmente, este tipo de ecossistema não se encontrar disponível, o lince<br>ibérico pode vir a ocupar áreas com uma qualidade mais baixa, embora possam existir presas suficientes, a área é<br>mais extensa rondando os 1000 a 2000 ha.<br><br></div><div>                <strong><mark>Conclusão:</mark></strong></div><div>Em síntese, com a realização deste pequeno trabalho adquiri conhecimentos sobre o <strong><mark>lince-ibérico,</mark></strong> nomeadamente sobre o tema à qual eu e o meu grupo de trabalho pesquisamos, mas também sobre os restantes temas (Tema 2 e Tema 3) à qual os restantes grupos de trabalho pesquisaram e apresentaram, para além de também nos esclarecerem algumas dúvidas. Além disto compreendi melhor a introdução ao tema da biologia, nomeadamente à hierarquia biológica e à posição de espécies no ecossistema. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 20:08:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/344605824</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Biosfera</strong></div><ul><li> A <mark>biosfera</mark> é um subsistema da Terra que abrange todas as zonas do planeta com capacidade para albergar vida. Inclui todos os seres vivos, os respetivos ambientes e todas as relações estabelecidas entre si. </li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Biodiversidade/diversidade biológica: </strong>diz respeito à variedade de formas vivas existentes na biosfera. Todavia, o conceito de biodiversidade estende-se não apenas à <mark>diversidade de seres vivos</mark> assim como, à<mark> variedade genética</mark> , à <mark>diversidade de comunidades</mark> instaladas nos diferentes ecossistemas.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Organização biológica:</strong> Os sistemas biológicos estão organizados de uma <mark>forma hierárquica</mark>. Existem desde as formas mais simples até às formas mais abrangentes e com níveis diferes de organização:</li></ul><div><br> -A matéria é constituída por <strong><mark>átomos</mark></strong>, que se agrupam para formar <strong><mark>moléculas</mark></strong>;<br><br>- Da interação de moléculas complexas resultam <strong><mark>macromoléculas</mark></strong>, dando origem a <strong><mark>organelos</mark></strong> celulares, que no seu conjunto constituem a <strong><mark>célula</mark></strong><strong> ;<br><br>-</strong> Nos seres pluricelulares, as células idênticas e com funções semelhantes formam<strong> </strong><strong><mark>tecidos</mark></strong>;<br><br>- Diferentes grupos de tecidos associam-se para formar grandes estruturas designadas<strong><mark> órgãos.</mark></strong> <br><br>- Estes órgãos podem formar <strong><mark>sistemas de órgãos .<br><br></mark></strong>-Diferentes sistemas de órgãos cooperam entre si, formando um <strong><mark>organismo</mark></strong>;<br> <br>- São da mesma <strong><mark>espécie</mark></strong> os organismos idênticos, capazes de se cruzarem entre si e originarem descendentes férteis;<br><br>- Os seres vivos pertencentes à mesma espécie e que habitam uma determinada área constituem uma <strong><mark>população</mark></strong>.;<br><br>- Indivíduos de espécies diferentes que habitam uma mesma área e estabelecem relações entre si formam uma <strong><mark>comunidade biótica </mark></strong>(ou biocenose);<br><br> -O conjunto da comunidade, do ambiente e as relações que se estabelecem entre si, formam um sistema ecológico ou<strong><mark> ecossistema</mark></strong>. <strong>Todos os ecossistemas da Terra formam a biosfera. </strong></div><div><br></div><div><br></div><div><strong><mark>Cadeias alimentares</mark></strong></div><ul><li> Uma <strong><mark>cadeia alimentar</mark></strong> pode ser definida como uma sequência de seres vivos que se interrelacionam a nível alimentar e que envolvem transferências de matéria e energia, quer entre os seres vivos, quer entre esses seres vivos e o meio. </li></ul><div>Nas c<mark>omunidades de seres vivos</mark>, distinguem-se três categorias de organismos:<br><br><strong><mark>Produtores</mark></strong>:Organismos <mark>capazes de produzir matéria orgânica</mark> , o seu próprio alimento, a partir de matéria mineral. São os seres autotróficos, como as plantas, e <mark>ocupam o 1º nível trófico.<br></mark><br><strong><mark>Consumidores</mark></strong>: Organismos que se alimentam, direta ou indiretamente, da matéria orgânica elaborada pelos produtores. São seres <mark>heterotróficos</mark>, como os animais e os fungos.<br><br><strong><mark>Decompositores</mark></strong>:Organismos heterotróficos que <mark>transformam a matéria orgânica</mark> de que se alimentam ( cadáveres, restos, excreções) <mark>em sais minerais</mark>.  Têm um papel muito importante pois asseguram a devolução de minerais ao meio.<br><br><strong><mark>Teias alimentares</mark></strong>- <mark>Conjunto de cadeias alimentares </mark>de um ecossistema inteligadas em rede.</div><div><br><br></div><ul><li><strong><mark>Extinção e conservação de espécies</mark></strong></li></ul><div>A História da vida da Terra è marcada pela extinção e pelo surgimento de um grande número de espécies. <br>Designa-se por extinção de espécies ao <strong><mark>desaparecimento total</mark></strong> <strong> </strong>de uma espécie. Um dos casos mais mais marcantes de toda a história foram os dinossauros que foram extintos do planeta. Esta extinção pode ser provocada de forma natural  ou através de uma ação humana. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 20:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>Uso do microscopio e as células </title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/344610402</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta <strong>atividade laboratorial </strong>foi possível  não só conhecer o <mark>microscópio ótico</mark> e as suas características, mas também foi possível observar recorrendo ao mesmo, <mark>células eucarióticas</mark> animais ( células do epitélio lingual) e vegetais ( células de epiderme interior da cebola) e deste modo perceber as <mark>principais diferenças entre uma célula animal e uma célula vegetal</mark>.<br><br></div><div><strong><mark>Materiais:<br></mark></strong>Os <mark>materiais</mark> utilizados foram:<br>-Microscópio ótico composto;<br>-Lâminas e lamelas;<br>-Pinça;<br>-Bisturi;<br>-Palito;<br>-Corante vermelho-neutro;<br>-Corante azul de metileno;<br>-Água iodada;<br>-Material biológico( células de epitélio lingual e células de epiderme interior da cebola;<br><br></div><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Para começar colocamos sobre três laminas diferentes, respectivamente, uma gota de cada um dos três corantes (Vermelho- neutro, Azul de metileno e Água iodada).</li><li>Com o auxilio da pinça, destacamos um fragmento da epiderme da face côncava da cebola.</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento em porções, colocando cada uma delas distendida sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas.</li><li>Cobrimos as três preparações com a lamelas e com a ajuda da agulha.</li><li>Após a colocação de cada preparação no microscópio, e após a focagem destas preparações, fizemos uma breve observação.</li></ol><div><br></div><div><strong><mark>Resultados:</mark></strong></div><ul><li>Com esta atividade prática podemos verificar que cada um dos<mark> três corante possibilitava-nos de ver diferentes organelos presente em nas células vegetais</mark>, sendo que o Azul de metileno, possibilitou-nos ver os núcleos das células, o Vermelho-neutro possibilitou-nos ver os vacúolos das células vegetais e com a Água iodada observamos as paredes celulares das células vegetais. </li></ul><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><strong><mark>Observação de células eucarióticas animais</mark></strong></div><div><strong><mark>Material:</mark></strong><br>Nesta atividade utilizou-se o mesmo material de laboratório que a na atividade anterior mas há diferença da outra atividade o material biológico não foi a epiderme da cebola mas sim células animais provenientes de um dos .<br><br><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Colocamos uma gota de azul de metileno num lmina.</li><li>Com um palito, o meu colega raspou levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante.</li><li>com a ajuda da agulha e de uma lamela cobrimos o preparado.</li><li>Após a colocação e a focagem da preparação, no microscópio passamos a observar o resultado. </li></ol><div><br></div><div> Ampliação: 10x10</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 20:47:51 UTC</pubDate>
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         <title>Célula</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/344617557</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong><mark>Unidade básica ,fundamental e estrutural da vida.</mark></strong><strong><br></strong><br><strong><mark>Seres unicelulares</mark></strong>: surgem na natureza de forma isolada e são os mais simples.<br><br><strong><mark>Seres pluricelulares</mark></strong><strong><em>:</em></strong> associados entre si.<br><br><strong><mark>Células procarióticas</mark></strong></div><div>Possuem uma organização muito <mark>simples e possuem uma pequena dimensão</mark>. Não têm um núcleo definido e o material genético encontra-se disperso no citoplasma.<br><br><strong><mark>Células eucarióticas</mark></strong></div><div>Possuem organelos com funções bem definidas, são de <mark>maiores dimensões</mark> que as procarióticas e apresentam núcleo individualizado e organizado envolvido pelo invólucro nuclear.<br>As células eucarióticas podem ser classificadas em eucarióticas animais e vegetais.<br><br></div><div><strong><mark>Célula eucariótica animal</mark></strong></div><div>  Como todas as células eucarióticas, a célula animal é <mark>delimitada pela membrana plasmática</mark>. Possui organelos celulares como o ribossoma, responsável pela síntese de proteínas; o lisossoma, que atua na digestão; as mitocôndrias, que participam da produção de energia e respiração celular, centríolos, que intervêm na divisão celular; entre outros.</div><div><br></div><div><strong><mark>Célula vegetal</mark></strong></div><div>A <strong>célula vegetal</strong> é semelhante à célula animal, mas possui algumas diferenças, como a parede celular que dá maior rigidez à célula, o vacúolo de grande dimensões, bem como os cloroplastos, responsáveis pela fotossíntese.<br><br><strong><mark>   Constituintes celulares:</mark></strong><br><mark>Membrana celular</mark>:  delimita a célula, estabelecendo a fronteira entre o meio intracelular (interno) e o meio extracelular (externo). Regula o fluxo de materiais entre a célula e o seu ambiente. <br><br><mark>Núcleo:</mark> delimitado por um invólucro membranar e poroso, está rodeado de citoplasma. No interior do núcleo encontra-se material genético, o DNA, que coordena toda a atividade celular. <br><br><mark>Citoplasma:</mark> espaço entre o núcleo e a membrana celular, preenchido por uma massa semifluida (hialoplasma) que sustenta diversos organelos. <br><br>Para além destas três estruturas, a célula pode apresentar muitos outros componentes, alguns dos quais só foram descobertos devido ao desenvolvimento do microscópio eletrónico.<br><br><mark>Parede Celular:</mark><strong> </strong>Confere rigidez, suporte Ce proteção à célula vegetal;<br><strong> <br></strong><mark>Retículo Endoplasmático:</mark><strong> </strong>Síntese e transporte de proteínas (RER), síntese de lípidos e hormonas (REL);<br><br><mark>Ribossomas:</mark> Participam no processo de síntese de proteínas;<br><br><mark>Complexo de Golgi:</mark><strong> </strong>Intervém na secreção de substâncias: forma lisossomas;<br><br><mark>Lisossomas:</mark><strong> </strong>Contêm enzimas digestivas: intervêm na digestão intracelular;<br><br><mark>Mitocôndria:</mark> Acolhe a maior parte do processo de respiração celular aeróbica: produção de ATP; <br><br><mark>Cloroplastos:</mark> Organelos onde se encontram pigmentos envolvidos na fotossíntese;<br><br><mark>Centríolos:</mark> Intervêm na divisão celular;<br><br><mark>Vacúolos:</mark> Armazenamento de água e outras substâncias, Intervêm na regulação do fluxo de água e iões entre o meio interior e o exterior da célula;<br><br><mark>Citoesqueleto:</mark> Manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 21:40:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição do microscópio </title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/345026730</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><mark>Componentes mecânicos:</mark></strong><br><strong><mark> pé ou base</mark></strong><strong> –</strong> apoio a todos os componentes do microscópio  <strong><mark>braço</mark></strong><strong> – </strong>fixo à base, serve de suporte às lentes e à platina <br><strong><mark>platina</mark></strong><strong> –</strong> base de suporte e fixação da preparação, tem uma abertura central que deixa passar a luz. As pinças ajudam à fixação da preparação. <br><strong><mark>revólver</mark></strong><strong> –</strong> suporte das lentes objetivas, permite trocar a lente objetiva rodando sobre um eixo  tubo ou canhão – suporta a ocular na extremidade superior <br> <strong><mark>parafuso macrométrico </mark></strong><strong>– </strong>permite movimentos verticais de grande amplitude da platina.<br><strong><mark>parafuso micrométrico</mark></strong><strong> –</strong> permite movimentos verticais minuciosos de pequena amplitude da platina. <br><strong> </strong><strong><mark>Componentes óticos:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>condensador</mark></strong><strong> – </strong>sistema lentes convergentes que orientam e distribuem a luz emitida de forma igual pelo campo de visão do microscópio <br><strong><mark>diafragma</mark></strong><strong> –</strong> regula a quantidade de luz que atinge o campo de visão do microscópio, através de uma abertura que abre ou fecha em diâmetro (semelhante às máquinas fotográficas) <br><strong><mark>fonte luminosa </mark></strong><strong>–</strong> atualmente utiliza-se luz emitida por uma lâmpada incluída no próprio microscópio com um interruptor.<br><strong><mark>lente ocular</mark></strong><strong> –</strong> cilindro com duas ou mais lentes que permitem ampliar a imagem real fornecida pela objetiva, formando uma imagem virtual mais próxima dos olhos do observador. As oculares podem ser de diferentes ampliações sendo a mais comum de 10x. <br><strong> </strong><strong><mark>lente objetiva </mark></strong><strong>–</strong> conjunto de lentes fixas no revolver, que girando permite alterar a objetiva consoante a ampliação necessária. As objetivas geralmente, com ampliação de 10x, 40x e 50x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-25 21:30:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/345026730</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação do &quot;F&quot;</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/346760720</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  Nesta atividade laboratorial, começámos por observar uma letra "F" recortada de um jornal.<br>  <strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ul><li><strong>Recortar a letra F</strong> de um jornal com o menor tamanho possível.</li><li>Colocar uma <strong>gota de água na lâmina.</strong></li><li> Com o auxílio da pinça, colocar a <strong>letra sobre a gota de água</strong> e <strong>deixar cair, lentamente, uma lamela sobre esta.</strong></li><li>Ligar o microscópio e com o auxílio dos parafusos macro e micrométricos, <strong>focar a imagem.</strong></li><li><strong>Observar </strong>e retirar conclusões.</li></ul><div><br>  Depois de realizada esta atividade,  <strong>repetimos o procedimento com dois cabelos</strong>, um cabelo claro e um escuro.</div><div><br><strong><mark>Conclusão:</mark></strong></div><div>A imagem observada ao M.O.C é uma imagem <strong>ampliada, virtual e invertida</strong> (em ambos os sentidos) em relação ao objecto. Verificamos ainda que se tivermos um objeto, neste caso o cabelo, sobreposto a outro, temos de focar um de cada vez com o auxílio dos parafusos macro e micrométricos, não conseguindo focar os dois ao mesmo tempo.<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:27:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/346760720</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Visita a Peniche</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/346785988</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> No dia <strong><mark>8 março</mark></strong>, algumas turmas realizaram uma visita até <strong><mark>Peniche</mark></strong>, com o objetivo de observar e avaliar paisagens, através de fósseis, ect... de modo a reconstruir o seu passado.</li></ul><div><br><strong><mark>Equipamentos e materiais necessários para a saída de campo:<br></mark></strong><br></div><ul><li>Guia de saída de campo;</li><li>Material de escrita (lápis e borracha);</li><li>Vestuário confortável e que proteja do vento, que pode ser frio;</li><li>Calçado adequado, com solas rugosas, capazes de prender ao solo (calçado com solas lisas e escorregadias não é aconselhável);</li><li>Telemóvel ou máquina fotográfica;</li><li>Farnel e água.</li></ul><div><br><strong> </strong><strong><mark>Regras de Conduta:</mark></strong><strong><br></strong><br></div><ul><li>Respeitar sempre as indicações dadas pelos professores;</li><li>Não abandonar o percurso ou o grupo sem prévia autorização dos professores;</li><li>Não colher amostras de rochas ou de fósseis a menos que se encontrem soltos;</li><li>Não deixar marcas da sua passagem, incluindo o lixo (que deve ser guardado ou depositado nos recipientes ou contentores próprios);</li></ul><div><strong> </strong><strong><mark>Motivos para uma saída de campo em Peniche:<br></mark></strong><strong><br></strong>A costa de Peniche está localizada na parte ocidental da costa portuguesa, a cerca de 100 km de Lisboa, no distrito de Leiria. Ao largo de Peniche, encontra- se o arquipélago das Berlengas, Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 2011. O litoral de Peniche insere-se numa paisagem geológica de elevado interesse científico e testemunha parte importante do passado histórico da Terra. Além disso, os seus sítios, estruturas e objetos geológicos encontram-se bem delimitados geograficamente e são facilmente acessíveis.<br><br><strong> </strong><strong><mark>Principais locais visitados na saída de campo:</mark></strong><strong><br><br></strong>Pois embora a enorme geodiversidade da costa de Peniche, destacam-se alguns locais de <strong>interesse geológico </strong>passíveis de observação num curto período de tempo. Assim, consideram-se seis locais de estudo com grande proximidade geográfica entre si:<br><br></div><ul><li> <strong>Praia da Consolação;</strong></li><li><strong>Cabo Carvoeiro;</strong></li><li><strong>Remédios;</strong></li><li><strong>Ponta do Trovão </strong>e <strong>Praia do Abalo;</strong></li><li><strong>Papôa;</strong></li><li><strong>Baleal.</strong></li></ul><div><br> <strong><mark>Principais rochas encontradas:<br></mark></strong><br><strong>- </strong><strong><mark>Granitos:</mark></strong><strong> </strong>No arquipélago das Berlengas, afloram rochas graníticas deformadas, de cor vermelha ou esbranquiçada. Os granitos vermelhos, que são largamente dominantes, têm uma idade aproximada de 280 milhões de anos.<br><br></div><div><strong>- </strong><strong><mark>Micaxistos e gnaisses</mark></strong><strong>: </strong>As ilhas de Farilhões e Forcadas, a NW da ilha da Berlenga, são formadas por rochas metamórficas (micaxistos e gnaisses) ainda mais antigas.</div><div><br><strong>- </strong><strong><mark>Calcários e outras rochas carbonatadas</mark></strong><strong>: </strong>Na zona litoral do continente afloram formações carbonatadas do jurássico inferior, na península de Peniche, e do jurássico médio, na península do Baleal. Sobre estas formações assentam, discordantemente, depósitos aluvionares, areias de praia e dunas de idade holocénica.<br><br><strong><mark>Papôa</mark></strong></div><div><strong>Papôa:</strong> Este local é um pequeno promontório rochoso ,onde surge um afloramento que evidencia a ocorrência de atividade vulcânica no passado. Os estudos geológicos já realizados indicam uma atividade fortemente explosiva, dada a grande dimensão de alguns blocos lançados para o exterior.<br><br><strong><mark>Condições ambientais na Papôa:</mark></strong><br>Na Papôa não houve pluviosidade, sendo esta considerada ausente, havia pouca nebulosidade, o vento era moderado e a maré encontrava-se a subir.<br><br><strong> </strong><strong><mark>Descrição da Paisagem Geológica:</mark></strong><strong><br></strong>Promontório de rocha carbonatada com um pequeno afloramento vulcânico na zona central, formado por tufo-brecha vulcânico contendo fragmentos de calcário, arenito, granito e gnaisse. Corresponderá às paredes de uma antiga chaminé vulcânica. Também surgem formações basálticas muito alteradas.<br><br><strong><mark>Principais mitologias da Papôa:</mark></strong><strong><br></strong><br><strong>- Rochas Magmáticas: </strong>Granito; Basalto.<br><br><strong>- Rochas Sedimentares:</strong> Grés ou arenito; Calcário; Brecha.<strong><br><br>- Rochas Metamórficas: </strong>Gnaisse.<strong><br><br></strong><strong><mark>Evolução Geológica do vulcão Papôa:<br></mark></strong>Com base na imagem em baixo, podemos comprovar que inicialmente houve uma formação do Maciço Antigo, depois houve formação de sedimentos do Jurássico, ocorreu a formação do tufo-brecha da Papôa, mais tarde ocorreu um abatimento de um bloco ao longo de falhas paralelas  e por fim houve erosão de sedimentos do Cretácico e de grande parte do cone vulcânico.<br><br><strong><mark> Reflexão :</mark></strong></div><div>Com esta saída de campo pode adquirir alguns conhecimentos que vão desde a maneira como nos preparámos para o tipo de situações que enfrentámos, até ao estudo mais pormenorizado dos locais. Inicialmente aprendi como me devo preparar para ir a locais mais "perigosos", onde há riscos, como por exemplo cair em algum local. De seguida, conseguimos observar mais de perto, rochas e fósseis que estudamos na aula e conseguimos observar algumas mudanças que o local sofreu com o passar dos anos. Além de todo o conhecimento que adquiri, achei uma visita divertida, que devia ser levada como uma saída "em trabalho" e não como uma mera saída recreativa e onde os alunos não estivessem preocupados com a importância desta. Em síntese, gostei muito da visita, pela viagem que me proporcionou, pela maneira como ela me fez entender melhor os conceitos estudados nas aula e pelo sentimento de descoberta e de procura por fósseis e rochas que esta me despertou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:13:20 UTC</pubDate>
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         <title>Osmose em pétalas de camélias</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/346792219</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Desta vez, em laboratório, realizamos uma experiência onde a partir de pétalas de uma Camélia, pretendíamos ver o que acontecia aos vacúolos das pétalas quando colocados em água destilada (com pouca concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico em relação à célula) e em água salgada (com muita concentração de cloreto de sódio - meio hiperbólico em relação à célula). </li></ul><div><br></div><div><mark>Atividade Laboratorial - Osmose</mark></div><div><strong><mark>- Material:</mark></strong></div><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong><mark>-  Procedimento:</mark></strong><strong><br><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e também cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos;<br><br><strong><mark>- Conclusão:</mark></strong><br>Depois de termos realizado todo o procedimento e termos feito as nossas observações e feito os desenhos, podemos concluir que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada (com baixa concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico) o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e o vacúolo apresentava grandes dimensões. Com isto, podemos concluir que a água entrou dentro da célula por osmose e fez com que o vacúolo aumentasse de tamanho e com que o vermelho fosse menos concentrado, porque ocupou uma grande área - neste caso a célula ficou em estado de turgescência. <br>Já no caso da lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada (com elevada concentração de cloreto de sódio - meio hipertónico), o vacúolo das células tinha diminuído de tamanho, mas desta vez o vermelho estava mais concentrado. Com este resultado, podemos concluir que a água saiu por osmose para fora da célula, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e fizesses com os pigmentos vermelhos se aproximassem, ficando com um aspeto mais concentrado - neste caso podemos afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.<br><br>Esta experiência permitiu me perceber melhor os estados de plasmólise e de turgescência das células e ajudou-me a perceber melhor os transportes transmembranares, nomeadamente a osmose. Além disso, evolui as minhas capacidades de trabalho, principalmente no uso do microscópio ótico composto e na preparação de soluções.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>Membrana plasmática</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
         <link>https://padlet.com/valeriapeixoto20/hvzjxvea0qo5/wish/346794016</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Função:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark>Membrana celular</mark></strong><strong> </strong>- A membrana celular delimita a célula, seja</div><div>procariótica ou eucariótica, constituindo uma barreira seletiva entre o meio intracelular e o meio extracelular. Através da membrana a célula realiza trocas de matéria e de energia com o meio envolvente.<br>A membrana também é sensível a estímulos do meio.<br><br><strong> </strong><strong><mark>Estrutura:</mark></strong><strong><br></strong>O modelo aceite para a ultraestrutura da membrana plasmática é o Modelo de Mosaico Fluído. Segundo esta conceção, proposta por Singer e Nicholson, em 1972, a membrana é constituída por uma bicamada fosfolípidica, onde se inserem proteínas intrínsecas (ou integradas) e proteínas extrínsecas (ou periféricas);</div><ul><li>O colesterol surge, nas membranas das<br>células animais, entre<br>as moléculas de fosfolípidos.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Comportamento:</mark></strong></div><ul><li>A arquitetura da membrana é fluida ou dinâmica, ou seja, as moléculas são peças ajustáveis, podendo mesmo trocar de posição, fenómeno que será comum nos fosfolípidos e em algumas proteínas;</li><li>A membrana plasmática apresenta permeabilidade seletiva, ou seja, pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de<br>substâncias.<br>Tal fluxo pode ser mediado ou não por moléculas transportadoras.</li></ul><div><br>Agora que conhecemos melhor o que é a membrana plasmática/celular, podemos falar sobre os transportes que nela ocorrem (<strong><mark>transportes transmembranares</mark></strong>), mas em particular num que ocorre na experiência.</div><div><br></div><div><br></div><ul><li>Existem dois tipos de transporte, o <strong><mark>mediado</mark></strong> (onde a passagem de substâncias através da membrana ocorre por ação de moléculas transportadoras) e o <strong><mark>não mediado</mark></strong> (onde o fluxo de substâncias através da membrana ocorre sem intervenção de moléculas transportadoras). </li></ul><div><br> <strong><mark>Transportes Não Mediados</mark></strong>:<br><strong><mark> Osmose</mark></strong><strong><br> Características:</strong></div><ul><li>Movimento de água através da membrana plasmática.</li><li>Efetua-se de um meio de menor concentração em soluto (hipotónico) para um meio de maior concentração (hipertónico).</li><li>É um transporte passivo, isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>Na sequência dos movimentos osmóticos, a célula pode:</li><li>- perder água (quando o meio extracelular é um meio hipertónico), diminuindo, assim, o seuvolume celular. Nessa situação a célula diz-se <strong>plasmolisada ou em estado de plasmólise</strong>;</li><li>- ganhar água, aumentando, assim, o seuvolume celular e aumentando a pressão sobre a membrana plasmática e parede celular (pressão de turgescência). Neste caso, a célula diz-se <strong>túrgida ou no estado de turgescência</strong>.</li><li>No caso, das células animais, a pressão de turgescência pode levar a uma situação limite, à rutura da membrana plasmática – lise celular. As células eucarióticas vegetais, quando colocadas num meio fortemente hipotónico,não entram em lise celular uma vez que aparede celular (de natureza celulósica) exerce uma pressão contrária à pressão de turgescência.</li><li>Quanto maior a diferença de concentração (de soluto) entre dois meios maior é a velocidade osmótica. À medida que a diferença de concentração vai diminuindo também avelocidade osmótica diminui, acabando por estabilidade quando os dois meios se tornam isotónicos (a partir deste momento o fluxo de água é igual nos dois sentidos).</li><li>A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução hipotónica (com elevada quantidade de moléculas de água) para uma solução hipertónica (com baixa quantidade de moléculas de água) designa-se por Pressão Osmótica. Logo, a pressão osmótica é elevada em meios hipertónicos e baixa em meios hipotónicos.</li><li>Água</li></ul><div><br><strong> </strong><strong><mark>Difusão Simples:</mark></strong><strong> Características:</strong></div><ul><li><strong> </strong>As moléculas de soluto deslocam-se do meio para o meio hipotónico, ou seja a favor do gradiente de concentração, com o objetivo de os dois meios ficarem isotónicos.</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>A velocidade de movimentação do soluto é diretamente proporcional à diferença de concentração entre os dois meios.</li></ul><div><br></div><ul><li>Moléculas apolares</li><li>Alguns iões</li><li>Pequenas moléculas polares sem carga</li><li>Moléculas lipossolúveis- Gases</li></ul><div><br><strong><mark> Transporte Mediado:</mark></strong><strong><br></strong><strong><mark> Difusão Facilitada:</mark></strong><strong><br>Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte  de substâncias a favor do gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras (permeases).</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>O processo de difusão facilitada efetua-se em três etapas:</li></ul><ol><li>Ligação da molécula a transportar à permease (proteína transportadora);</li><li>Alteração conformacional da permease (proteína transportadora), que permite a passagem da molécula através da membrana e a sua separação da permease (proteína transportadora);</li><li>Regresso da permease (proteína transportadora) à sua forma inicial.</li></ol><div><br></div><ul><li>A velocidade de transporte da substância:</li></ul><div><br>- aumenta com o aumento da diferença de</div><div>concentração de soluto entre dois meios;<br><br></div><div>- mantém-se constante quando todos os locais de ligação das permeases estão ocupados(saturados) mesmo que a concentração de soluto aumente.<br><br></div><ul><li>Moléculas <strong>polares, </strong>como <strong>glicose </strong>e <strong>aminoácidos</strong>.</li></ul><div><br><strong><mark> Transporte Ativo:</mark></strong><strong><br>Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte de substâncias de um meio hipotónico(para um meio hipertónico, ou seja, contra o gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras - ATPases.</li><li>O transporte ativo mantém o gradiente de concentração entre dois meios (estes nunca ficam isotónicos).</li><li>O transporte ativo é um transporte ativo, isto é, implica gasto de energia (ATP) por parte da célula, uma vez que ocorre contra o gradiente de concentração.</li><li>No transporte ativo, ao contrário do que acontece na difusão facilitada, as mudanças de forma na proteína transportadora ocorrem devido à energia resultante da hidrólise de ATP. Nesta situação, as proteínas transportadoras comportam-se como enzimas, sendo designadas ATPases.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Iões (Ex: Bomba de sódio e potássio)</strong></li></ul><div><br>Ainda podem surgir os <mark>transportes em quantidade:</mark><strong> </strong><strong><mark>Transportes em Quantidade:</mark></strong></div><div><strong><mark> Endocitose:<br></mark></strong> Características:<br><br></div><ul><li>A célula inclui no seu citoplasma moléculas provenientes do meio exterior. Este processo inicia-se com a formação de uma invaginação da membrana plasmática que vai, progressivamente, englobando o material extracelular. Esta invaginação acaba por se destacar da membrana, formando uma vesícula endocítica.</li><li>A endocitose pode ser classificada em:</li></ul><div><br>- <strong><mark>Fagocitose</mark></strong><strong> </strong>– processo endocítico em que a célula emite prolongamentos citoplasmáticos, os pseudópodes, que envolvem partículas de grandes dimensões ou mesmo células inteiras, acabando por formar uma vesícula fagocíticaque se destaca para o interior do citoplasma.<br><br>- <strong><mark>Pinocitose</mark></strong> – processo endocítico em que a membrana celular, por invaginação, englobafluido extracelular contendo ou não pequenas partículas, formando pequenas vesículas pinocíticas (menores que as vesículas fagocíticas).<br><br>- <strong><mark>Endocitose mediada por recetor </mark></strong>– processo em que as macromoléculas entram na célula,ligadas a recetores membrana, através de vesículas endocíticas.<br><br><br></div><ul><li>Macromoléculas. gotículas de solutos, bactérias captadas por glóbulos brancos</li></ul><div><br><mark> </mark><strong><mark>Exocitose:</mark></strong><strong><br>Características:</strong><br><br></div><ul><li>A célula liberta para o meio extracelular produtos resultantes da digestão intracelular ou moléculas sintetizadas no seu interior, como produtos do metabolismo celular, certas secreções (hormonas) e proteínas estruturais (colagénio).</li><li>Neste processo as vesículas de secreção convergem para a membrana plasmática, fundem-se com ela e libertam o seu conteúdo no meio extracelular.</li><li>Resíduos de digestão Intracelular; </li><li>Proteínas;</li><li>Hormonas.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:34:02 UTC</pubDate>
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         <author>valeriapeixoto20</author>
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         <pubDate>2019-03-30 22:24:07 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2019-03-30 22:24:45 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2019-03-30 22:46:29 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2019-03-30 22:53:45 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2019-03-30 22:54:46 UTC</pubDate>
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         <author>valeriapeixoto20</author>
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         <pubDate>2019-03-30 22:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>Estomas</title>
         <author>valeriapeixoto20</author>
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         <description><![CDATA[<div>No 3º e último período do ano, realizamos uma atividade laboratorial diretamente relacionada com o tema: <strong>"Trocas Gasosas em Seres Multicelulares". <br></strong>Nesta atividade, fomos mais específicos e dedicámo-nos essencialmente às <strong>"Trocas Gasosas nas Plantas" </strong>. Neste tema estudámos a forma como as plantas realizam uma série de reações metabólicas, como a respiração celular, a fotossíntese e a transpiração, indispensáveis à sua sobrevivência. Estas reações estão diretamente relacionadas com as trocas gasosas que ocorrem ao nível dos estomas e foi precisamente aí que pretendíamos chegar com a nossa  atividade. Além de<mark> </mark><strong><mark>observarmos estas estruturas e ao mesmo tempo conhecê-las e estudá-las</mark></strong><mark>, </mark>pretendíamos também <strong><mark>comparar</mark></strong><strong> </strong><strong><mark>e explicar  a quantidade de estomas nas faces superiores e inferiores das folhas</mark></strong> e, por fim, observar a <strong><mark>influência de alguns fatores abióticos como a luz e salinidade na abertura e fecho dos estomas</mark></strong><strong>.</strong> <br><br></div><div><strong><mark>Definição: </mark></strong></div><ul><li>Os estomas são estruturas existentes nas plantas que controlam as trocas gasosos entre as plantas e  o meio externo, graças à capacidades que têm em abrir e fechar. A mudança de forma das células estomáticas está relacionada com o seu conteúdo em água. </li></ul><div><strong><mark>Constituição:</mark></strong></div><ul><li>Um estoma, é constituído por duas células-guarda., que limitam uma abertura chamada de ostíolo, que está em contacto com uma câmara estomática, estando o conjunto rodeado por outras células.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Estomas e o seu funcionamento:</mark></strong></div><ul><li>    Como já referi anteriormente os estomas são estruturas que intervêm nas trocas gasosas entre as plantas e o seu meio. A  abertura dos estomas, é dependente de algumas condições abióticas por exemplo, da luz do vento, da temperatura e da humidade no ar.</li></ul><div><strong><mark>Trocas Gasosas nas Plantas</mark></strong></div><ul><li>As trocas gasosas nas plantas realizam-se ao nível dos estomas. A <mark>abertura e o fecho dos estomas</mark> controla as trocas gasosas da planta. Este mecanismo está relacionado com o estado de turgescência ou de plasmólise das células-guarda. Assim, se as células–guarda (ou células estomáticas) estão túrgidas, o estoma abre-se, pelo contrário, se as células-guarda estão plasmolisadas, o estoma fecha.</li><li>As <mark>células-guarda</mark> são estruturalmente diferentes das restantes células epidérmicas onde se localizam. Possuem cloroplastos e a sua parede celular não apresenta sempre a mesma espessura, uma vez que são mais espessas junto do ostíolo e menos espessas junto das células-companhia (restantes células epidérmicas). As zonas mais finas da parede celular das células-guarda são mais elásticas, o que lhes permite reagir de forma diferente à pressão de turgescência e, desta forma, abrir ou fechar. Então:</li></ul><div><br></div><ul><li>Se a <mark>pressão de turgescência é elevada</mark>, significa que entrou água para as células- guarda, o que vai provocar o aumento do seu volume (as células ficam túrgidas). No entanto, como a parede celular destas células é menos espessa junto das células-companhia, logo, como é mais elástica, distende-se mais do que a parede junto do ostíolo, pelo que o estoma abre.</li></ul><div><br></div><ul><li>Se a <mark>pressão de turgescência é baixa</mark>, significa que saiu água das células-guarda, o que vai provocar uma diminuição do seu volume (regressam à sua forma original, ficando plasmolisadas), pelo que o estoma fecha.</li></ul><div><br>A <mark>causa da turgescência </mark>das células-guarda e consequentemente  <mark>taxa de transpiração</mark> pode ser atribuída à concentração de iões (Ex: iões K+) - <strong><mark>potássio</mark></strong> -  que entram nas células- guarda por transporte ativo levando à turgescência das células e posterior abertura do estoma), à intensidade luminosa, à concentração de CO2, à temperatura do ar, ao vento, conteúdo do solo em água e ao pH.<br><br></div><div><strong><mark>Quantidade de estomas:</mark></strong></div><ul><li>Numa folha de uma planta, encontramos uma maior quantidade de estomas na página inferior da folha do que na superior, isto porque, a página superior da folha está mais exposta a fatores climatéricos, como o calor, o vento, a humidade, a chuva, etc... Ao term mais estomas na página inferior, ao controlo das trocas gasosas e da transpiração pelos estomas é facilitado. Além disso a distribuição dos estomas na folha não é homogénea pelo que se restringirmos a contagem apenas a uma área, essa pode não traduzir o número médio real de estomas. Quanto maior o número de estomas, maior a taxa de transpiração. </li></ul><div>  </div><ul><li><strong><mark>Temperatura do ar –</mark></strong> Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para estas células, o que provoca a sua turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas, aumentando a sua taxa de transpiração.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong><mark>Humidade do ar</mark></strong><mark> </mark>– Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong><mark>Vento </mark></strong>– O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong><mark>Luz</mark></strong><mark> –</mark> Se existir luz ocorre fotossíntese, que vai consumir dióxido de carbono, pelo que a sua concentração nas células-guarda baixa, não se formando ácido carbónico, o que permite a ativação da enzima fosforilase, que ao transformar o amido em glicose vai aumentar a concentração do meio. Entra água para estas células provocando-lhes a turgescência, abrindo o estoma e, deste modo, aumentando a taxa de transpiração.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Atividade Prática</mark></strong></div><ul><li>Com esta atividade pratica, tínhamos o objetivo de testar a abertura dos estomas quando estes são expostos a diferentes agentes abióticos como existência ou ausência de luz e a concentração de solutos no meio em que se encontravam.</li></ul><div><br><strong><mark>Material de laboratório necessário: </mark></strong><strong><br></strong>- Microscópio Óptico<br>- Lâminas e lamelas<br>- Bisturi<br>- Pinça<br>- Agulha<br>- Água destilada<br>- Solução saturada de cloreto de sódio<br>- Folhas de<strong><em> </em></strong>Tradescância</div><div><br></div><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Inicialmente iremos começar por colocar duas folhas da planta escolhida perto de uma fonte luminosa e duas folhas numa caixa onde irão ter ausência de luz.</li><li>Iremos retirar, com a ajuda do material de dissecção, vários fragmentos da epiderme inferior das restantes folhas da planta.</li><li>Depois de obter vários fragmentos das folhas das plantas fizemos  várias preparações: primeiro um preparação simples (preparação A) que terá como objetivo a contagem dos estomas; Uma preparação com um fragmento em meio de montagem hipertónico (preparação B) utilizando a solução de cloreto de sódio;  Uma preparação com um fragmento em meio de montagem hipotónico (preparação C) utilizando a água destilada; e duas preparações com água destilada mas com fragmentos das folhas que se encontraram no escuro e na luz (preparações D e E respetivamente) </li><li>Observamos as diferentes preparações no microscópio.</li></ol><div><br></div><div><strong><mark>Conclusões</mark></strong></div><div><strong><mark>Preparação A</mark></strong></div><ul><li>Após a observação da preparação A podemos concluir que neste fragmento de epiderme apenas encontramos 4 estomas, levando a que tenhamos de repetir por várias vezes a contagem pois senão for feito não termos uma ideia certa do número de estomas que possam existir.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Preparação B</mark></strong></div><ul><li>Após a observação da preparação B podemos concluir que quando os estomas se encontram num meio hipertónico, vão ter tendência a fechar pois sendo o meio externo mais concentrado em solutos do que o meio interno a água vai sair  das células de guarda, deixando as plasmolisadas, daí o estoma fechar. </li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Preparação C</mark></strong></div><ul><li>Após a observação da preparação C podemos concluir que quando os estomas se encontram num meio hipotónico, vão ter tendência a abrir pois sendo o meio externo menos concentrado em solutos do que o meio interno a água vai entrar para as células de guarda, deixando as turgídas, daí o estoma abrir. </li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Preparações D e E</mark></strong></div><ul><li>Após a observação da preparação D   podemos concluir que quando os estomas se encontram perto de uma fonte luminosa estes vão abrir pois sendo as células-guarda fotossintéticas estas perto de uma fonte luminosa vão realizar este processo obtendo glicose o que vai criar o aumento de pressão ósmotica, o que vai levar a que a água entre dentro delas deixando-as turgidas o que vai levar a que o estoma abra. O contrário acontece com o a preparação E em que o fragmento de epiderme se encontrava numa caixa com ausência de luz.</li></ul><div><strong><mark>Conclusão:<br></mark></strong><br></div><ul><li>Com esta atividade laboratorial, conhecemos melhor a estrutura das próprias faces da folha, como também as estruturas dos estomas e o seu funcionamento. Conseguimos também entender como é que funciona a abertura e o fecho dos estomas, principalmente quando estes se encontram na presença de luz/obscuridade e em meios salinos/alcalinos e como varia a quantidade de estomas nas faces da folha e a razão para tal. Concluimos com isto que na presença da luz e/ou em água destilada os estomas abrem e na presença da obscuridade e/ou em água salgada eles fecham e estudámos estes processos. Em síntese, para além desta atividade auxiliar o nosso estudo diário, também foi útil para responder às nossas questões que se encontram presentes nos objetivos da própria atividade.</li></ul>]]></description>
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         <title>Planta em estudo/observação</title>
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         <title>Estrutura da folha</title>
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         <title>Estrutura do estoma</title>
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