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      <title>ATIVIDADE SOBRE CAPÍTULO 1 DO TEXTO CRIANÇA E INFÂNCIA  NO CONTEXTO BRASILEIRO by JULIA GRAZIELA BERNARDINO DE ARAUJO QUEIROZ</title>
      <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm</link>
      <description>Leia o texto e relate como se deu a concepção de infância no Brasil? Na literatura cite na literatura um dos exemplos que retratam essas concepções.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-29 20:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>Elizeu bacury </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A concepção de infância no Brasil na época colonial não era homogênia. Havia diferenças substâncias entre classes sociais e entre crianças escravas, a indígena e a branca, que além da diferença de classe se destaca a de ordem étnica. A criança negra era vista como força de trabalho, nela não se buscava a meiguice e a pureza das crianças como se fazia entre os filhos dos senhores.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia, aos molde europeus, foram realizados pelos jesuítas, como missão de civilizar os índios e de cultivar um "ambiente" cristão favorável à dominação portuguesa. Os jesuítas perceberam as crianças indígenas de forma ameligua por um lado acreditavam que os índios viviam em "momentos de pecado " e por tanto suas crianças eram sementes de um modo diabólico, por outro também perceberam essas crianças como estando em momentos procípio para a iluminação e a revelação assim por meio de uma educação moral rígida poderiam alcançar a civilização, com aulas de gramática, catequese, disciplina e trabalho servil.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A ideia de disciplinamento da criança justificando punições e ameaças numa idade bem precoce, está manifesta nessa muita difundida canções de ninar folclórica uma delas são : boi boi boi boi da cara preta pega esse menino que tem medo de careta </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 21:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Flávia Almeida De Moura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>A concepção de infância na época do Brasil não era homogênea, havendo diferenças substâncias entre a criança escrava, a indígena e a branca que além da diferença de classe se destaca a ordem étnica. A criança era vista como força do trabalho. O período da infância era curto para o escravo , onde ele aprendia condutas sociais e adquiria artimanhas de sobrevivência frente a ordem senhorial escravista .A Mary Del Priore destacou que as primeiras iniciativas educacionais no Brasil foram realizados pelos jesuítas com a missão de civilizar os índios, e de cultivar um ambiente cristão favorável , os jesuítas percebiam que as crianças indígenas de forma ambígua , eles acreditavam que os índios viviam em medonho pecados e suas crianças eram sementes de um modo de vida diabólico.<br>É interessante compreendermos como as concepções que partem de uma natureza infantil são apropriada socialmente a ideia de disciplinar a criança , justificando punições e ameaças numa idade ainda precoce que manifesta nessa canção , "boi, boi, boi, &nbsp; boi da cara preta , pega esse menino que tem medo de careta " , transcende a idéia da necessidade de controlar os impulsos infantis desde de bebê e controlar o sono .</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 18:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>Osmar Aguiar Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;trajetória da criança no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades. Em um determinado período da sociedade a criança era tratada como Mini Adulto, pois não compreendia que está era uma fase da vida que possuía peculiaridade e ações dotadas de sentidos e significados específicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-10 23:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>Aracelia da Silva Oliveira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;   A concepção de Infância na época do Brasil colônia   observamos   que tiveram influência na vida das crianças vimos que os índios   nao tinham costume de castigar seus filhos,   como os brancos. Na época do Brasil colônial não era igual para todos                 havia  diferença entre as      classes     sociais e sobretudo a criança negra. A criança negra era vista como força de trabalho em potencial. Mary Del Priore  destaca que foram realizados pelos jesuítas uma missão de civilizar os índios e de cultivar um ambiente cristão favorável. Os jesuítas percebiam de           forma ambígua que as crianças indígenas viviam em "medonhos pecados",    por tanto suas crianças eram sementes de um"modo de vida diabólico".            Por outro lado também percebiam que essas crianças como estando em momento propício para a iluminação e a revelação, assim por meio de uma educação moral e rígida poderiam alcançar a civilização com aulas de gramática,catequese e disciplina e trabalho. E ainda havia ameaças por meio de canção de ninar folclórica com a necessidade de controlar os impulsos infantis como ex: Boi,boi,boi da cara preta, pega esse menina que tem medo de careta e outra também destaca a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças como, Vem cá bitu!Vem cá bitu,Vem cá,meu bem,Vem cá, Não vou la,tenho medo de apanhar,que foi alterada por "cai,vai balão, por idéia crítica ao excesso de castigo as crianças.                                                                                                         </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-11 23:17:14 UTC</pubDate>
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         <title>COMO SE DEU A CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA NO BRASIL </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A trajetória da criança no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades,&nbsp; a concepção de infância de hoje é&nbsp; decorrente de constantes transformações socioculturais, na qual mudaram os valores, os significados, as representações e papéis das crianças dentro da sociedade. Nas últimas décadas vários autores tem abordado, a criança não apenas como objeto de estudo, mais também como sujeito histórico, que durante o decorrer&nbsp; do tempo foi percebida e compreendida de diferentes Formas pela sociedade. É&nbsp; inegável a influência da cultura europeia no Brasil colonia. Nossa cultura foi miscigenada com elementos das culturas indígena e africana que também tiveram influência nos modos de vida e nas ideias sobre infância e crianças. A&nbsp; concepção de infância no Brasil não era homogênea. Havendo diferenças substanciais entre classes sociais,&nbsp; e sobretudo,&nbsp; entre a criança escrava,&nbsp; a indígena e&nbsp; a branca , além da diferença de classe se destaca a de ordem étnica. A historiadora&nbsp; contemporânea Mary del Priore (1996) destacou que as primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia, aos moldes europeus, foram realizadas pelos jesuítas, para os jesuítas a educação moral rígida,&nbsp; poderia alcançar a civilização já que eles tinham a missão de civilizar os índios e de cultivar um ambiente cristão favorável à dominação portuguesa. e<br>Era uma educação voltada para obediência e o trabalho servis. Nas concepções de criança e de infância na literatura, temos um disciplinamento da criança, justificando punições&nbsp; e ameaças numa idade ainda bem precoce,&nbsp; está manifesta nessa muito difundida canção de ninar folclórica:&nbsp;<br>Boi,&nbsp; boi, boi&nbsp;<br>Boi da cara preta&nbsp;<br>Pega esse menino que tem medo de careta.<br><br>Nádia Pantoja&nbsp;<br>Matrícula 21009808</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 03:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Leone Batista Dias Frota</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A concepção de infância dos dias atuais é bem diferente de alguns séculos atrás. É importante salientar que a visão que se tem da criança é algo historicamente construído, por isso é que se pode perceber as grandes mudanças em relação ao sentimento de infância no decorrer dos tempos.<br>Segundo os escritores; a ideia de disciplinamento da criança, justificando punições e ameaças, numa idade bem precoce (período de desenvolvimento e troca de afetividade através da cultura entre pares). No qual transcende a ideia de controlar os impulsos infantis, desde bebê. Tomo como exemplo a canção de ninar folclórica.<br>Boi, boi, boi<br>Boi da cara preta<br>Pega esse menino que tem medo de careta.<br>Na época do Brasil colonial havia diferenças substancias entre classes sociais; entre a criança escrava, indígena e a branca. A criança negra era vista como força de trabalho, no qual&nbsp; não se buscava meiguice e pureza, eram vistas como escravos em potencial que se diferenciavam do escravo adulto pelo tamanho e pela força, mas que logo se tornariam “úteis” para a sociedade escravista.<br>A historiadora Mary del Priore (1996) salienta que as primeiras iniciativas educacionais no brasil foram realizadas pelos jesuítas, com a missão de civilizar os índios e de cultivar&nbsp; um “ambiente cristão favorável” os índios era vistos como “seres pecaminosos” que as crianças era julgadas por um “ modo de vida diabólico” assim por meio de uma educação rígida, poderiam alcançar uma civilização, com aulas gramaticais, catequese, disciplina e trabalho. O valor dado à criança, a seu papel na sociedade e o que se entende por infância sofreram alterações através dos séculos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 18:20:54 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Vilar da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Antigamente não havia uma concepção de infância e muito menos algo específico voltado para elas. As crianças eram vistas como “homens” em tamanho reduzidos, diferentes apenas no tamanho e força mas as características permaneciam iguais.&nbsp;<br>Após o meio da escolarização, deu-se os primeiros passos para a separação do adulto e da criança, já que antes por não haver distinção entre idades, todos aprendiam sob a mesma maneira. A partir disto, as crianças começaram a ser reconhecidas em suas particularidades adequadas.<br>Embora por muitas vezes funcione apenas no papel, o direito das crianças foi ficando cada vez mais forte e isso já é um grande avanço.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 18:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Jeane Jean do Nascimento.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 2<br>Crianças e Infância no&nbsp; Contexto Brasileiro<br>O texto relata a cultura&nbsp; Europeia, uma infância de muitos séculos atrás.<br>Criancas negras crianças indígenas que foram influência nas formas de lidar com crianças.<br>O autor refere-se também das amas que cuidava dos filhos dos senhores brancos, as crianças negras eram vistas como forças de trabalho&nbsp; para muitos é&nbsp; eram escravisadas.<br>Os índios não tinham hábitos de maltratar suas crianca, que passava a ser exemplo na cultura dos brancos.<br>Até&nbsp; chegar as primeiras iniciativas no Brasil&nbsp; Colônia. Para civilizar os indios, que eram vistos como "medonhos" pecados que eles viam como diabólico. Enfim crianças negras e indigenas eram vistas de uma forma rebrutita.<br>Depois as canções&nbsp; ninar que vem como canção&nbsp; para o sono. Assim também&nbsp; se trabalhava&nbsp; com a canção folclere que vinha adotar para as crianças.<br>Já  com autor Graciliano Ramos escreveu um livro contando sua infância,onde ele relata maus tratos de um ambiente Familiar cheios de diferenças é  Injusticas, onde ele foi muitas vezes castigado. Ele foi castigado até  no vestir com roupas grandes que nen cabiam nele com sapatos apertados que chegavam  a fazer lhes calo.  É  um relato  de um garoto  sofrido mais que não  perdia sua essência  de aprender  tornou um garoto docil e que em suas mãos  levava sua cartilha em pedaços.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 18:28:19 UTC</pubDate>
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         <title>Na época do Brasil colonial, havia diferença entre classes sociais e sobre tudo entre a criança escrava,indígena e a branca,além da diferença de classe destaca-se a ordem étnica. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1734070362</link>
         <description><![CDATA[<div>Nossa cultura apresenta carácteristicas físicas,típicas de várias raças com elementos das culturas indígenas e africanas que influenciaram no modo de vida e na idéia sobre infância e criança.Havia diferença na criança negra pois era vista como força de trabalho e nela não se buscava a pureza das crianças como faziam entre os filhos dos senhores.&nbsp;<br>Eram vista como escravos, se diferenciavam do escravo adulto pelo tamanho e força e sua&nbsp; infância era curta e logo se tornariam úteis para os escravista&nbsp; daquela sociedade.<br>As primeiras iniciativas educacionais no Brasil colonial ,foram realizadas pelos jesuítas com missão de civilizar os índios e também perceberam as crianças indígenas de forma ambígua.<br>Voltada para o público infantil,a MPB trouxe as primeiras canções folclore com clara concepções de natureza infantil,trazendo uma visão de infância,pureza e ingenuidade e outros com forte disciplinamento.<br><br>Aluna:ROSELI PAIXÃO DE OLIVEIRA </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 18:48:40 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta Cristine Arce de Souza </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O sentimento pela infância nem sempre existiu. Por muitos anos as famílias encaravam a mortalidade infantil como algo natural, uma fatalidade, neste período os pais não tinham sentimento pelo filho que nasceu e logo morreu, pois sabiam que logo seria substituído por outro filho.<br>A preocupação com a educação pedagógica e a inserção das crianças na sociedade são ideias e inquietações do fim do século XIX e início do século XX. A trajetória da criança e adolescente no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades. Ao estudá-la evidenciam-se diversos problemas enfrentados por elas, tais como, maus tratos, abusos sexuais, mortalidade infantil, miséria, fome, crianças sem teto, sem família, escrava do trabalho, isso tudo sendo causado por negligência do Estado, da família e da sociedade em geral.<br>No entanto, a percepção e o sentimento pela infância, seus direitos e necessidades peculiares ao momento em que a criança se encontra, não nasceram de uma hora para outra nem seguiu uma linearidade, mas sim foi um longo processo de transformação cultural, histórica e política, o qual, os seres mais inocentes é que pagam e sofrem as consequências e brutalidades da sociedade. Assim, conclui-se que a concepção de infância de hoje é decorrente de constantes transformações socioculturais, na qual mudaram os valores, os significados, as representações e papéis das crianças e adolescentes dentro da sociedade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 20:15:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1734157532</link>
         <description><![CDATA[<div>Na época do Brasil colônia a influência da cultura europeia era grande, influenciava diretamente no modo de vida das crianças ,havia diferença entre classe social a criança indígenas e escrava era vista como futura mão de obra mesmo não tendo tamanho e força suficiente para o trabalho forçado mais logo seria útil. Não se buscava meiguice e pureza nessas crianças mais já nos filhos de senhores o tratamento era diferente, a criança era alvo de descaso e impiedade. Mesmo com as primeiras iniciativas educacional mesmo assim a criança continuava sendo alvo de impiedade, as crianças indígenas eram vistas como semente diabólica já que os jesuítas pensavam que os índios viviam em medonhos pecado. Por isso recebia uma educação rígida só assim poderiam alcançar a civilização,&nbsp; nessa época o amor fazia mal ao filho no caso dos indígenas e órfãos eles achavam que amar é castigar. Vimos no texto que a infância neim sempre existiu. A punição é ameaças estava presente em tudo até mesmo em uma canção de nimar. Queriam refletir uma infância alegre e feliz mas a realidade são crianças exploradas pelo trabalho e abusada sexualmente, o autor relata indiferença e injustiça, a criança era vista como algo insignificante. Na idade moderna surge o sentimento de infância a criança começa ter espaço para ir a escola e brincar. Mais nós dias de hoje neim sempre e assim continua o preconceito de classes, a criança de classe alta tem privilégios que uma criança de classe baixa não tem,são exploradas pelo trabalho para ajudar a família no sustento perdendo sua infância e pureza.&nbsp;<br>Dirley Xavier Pinheiro&nbsp;<br>Mat.21009104</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 20:24:40 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Pabline Rodrigues de Oliveira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na sociedade encontram-se crianças em diversas situações como: Estudando,brincando, viajando e muitas outras sendo paparicadas. O sentimento pela a infância nem sempre existiu, por muitos anos as famílias, encaravam a mortalidade infantil como algo natural, uma fatalidade, neste período os pais não tinham sentimentos pelo filho que nasceu e logo morreu, pois sabiam que logo seria substituído por outro filho.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Portanto, vale salientar que a concepção de infância na época do Brasil colonial não era homogênea, havendo diferenças&nbsp; entre classes sociais e sobretudo, entre a criança escrava, e a indígena e a branca que além da diferença de classe se destaca a de ordem étnica. Tendo como exemplo as canções, folclore e o livro de infância de Graciliano Ramos, que retrata sobre&nbsp; sua vida e quais dificuldades enfrentou.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 21:02:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1734232106</link>
         <description><![CDATA[<div>A concepção de Infância no Brasil na época colonial não era homogênea. Havia diferenças substâncias entre classes sociais e entre crianças escravas, a indígena e o branco, que além de diferença de classe se destaca a de ordem étnica. A criança negra era vista como força de trabalho, nela não se buscava a meiguice e a pureza das crianças, como se fazia entre os filhos dos senhores.<br>As primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia, aos moldes europeus, foram realizadas pelos jesuítas, eles tinham como missão civilizar os índios e de cultivar um "ambiente" cristão favorável a dominação portuguesa. Os jesuítas perceberam as crianças indígenas de forma ameligua por um lado acreditavam que os índios viviam em "momentos de pecados"&nbsp; e por tanto suas crianças eram semente de um modo "diabólico", por outro lado também perceberam essas como estando em momentos propício para a iluminação e a revelação assim por meio de uma educação moral rígida poderiam alcançar a civilização, como aulas de gramáticas, catequese, disciplina e trabalho servis.&nbsp;<br>Algumas concepções teóricas, como principalmente, no senso comum, essas idéias, equivocadamente, são tomadas como uma verdade. Dessa forma, todas as crianças, em qualquer tempo, espaço ou lugar geográfico ou cultural teria a mesma natureza e, portanto, seriam muito parecidos, o que não seria verdade.<br>As concepções na literatura estão relacionadas a idéias de disciplina das crianças, justificando punições e até ameaças numa idade ainda bem precoce, por exemplo:<br><mark>Boi, boi, boi.<br>Boi da cara preta<br>Pega esse menino que tem medo de careta.</mark><br>Portanto transparece a ideia da necessidade de controlar os impulsos infantis, desse bebê: o controle do sono.<br>Outa canção folclore popular destaca a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças:<br><mark>Vem cá. Bitu! Vem cá. Bitu Vem cá meu bem vem cá.<br>Não vou lá! Não vou lá. Não vou lá!<br>Tenho medo de apanhar.</mark><br>Algumas trazendo uma visão romarizadas, de uma infância de pureza e ingenuidade e outras com forte conotação de disciplinamento.&nbsp;<br><br>Aluno: Ivanilson de Assis<br>Matrícula:21008553</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 21:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>Kelly R Leão J Cruz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Matrícula 21010410<br><br>Criança e infância no contexto brasileiro.&nbsp;<br><br>Essa nossa visão do sentimento pela infância nem sempre existiu, anos atrás nossas crianças eram mini adultos, eram usadas para fazer trabalhos adultos, anos depois a criança começou a ocupar seu lugar na história, um ser de inocência e muita luz. No Brasil no século XX que a criança começa a ter seus direitos assegurados pelo estado, onde as leis começam a ser criadas em defesa da criança e adolescentes. Sua trajetória foi e é percorrido por diversos conflitos, e até hoje sua construção de direitos é constante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 21:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>Franck Barbosa Garcia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 22:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Simone da Silva Mendes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A concepção de infância na época do Brasil colonial não era homogênea, havendo diferenças substanciais entre classes sociais e sobretudo, entre a criança escrava, a indígena e a branca, que além da diferença de classe se destaca a de ordem étnica. A criança negra era vista como força de trabalho. Nela não se buscava a meiguice e a pureza das crianças, como se fazia entre os filhos dos senhores, como afirma Santos (2007). Segundo o autor, as crianças negras.<br>&nbsp; Eram vistas como escravos em potencial que se diferencionavam do escravo adulto pelo tamanho e pela força, mas que logo se tornariam "úteis".<br>&nbsp; A historiadora contemporânea Mary del Priore (1996) destaca que as primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia, aos moldes europeus, foram realizadas pelos jesuítas, com a missão de civilizar os índios e de cultivar um "ambiente cristão favorável" à dominação portuguesa.<br>&nbsp; A ideia de disciplinamento da criança, justificando punições e ameaças numa idade ainda bem precoce, está manifesta nessa muito difundida canção de ninar folclórica:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Boi, boi, boi<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Boi da cara preta<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Pega esse menino que tem medo de careta<br><br> Portanto, transparece a ideia da necessidade de controlar os impulsos infantis, desde bebê: o controle do sono.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 23:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Infância e crianças na contemporaneidade<br></mark></strong>No mundo, podemos ver, de um lado, crianças de classe média, com agenda lotado de compromisso: balet, judô, inglês, Kumon, reforço escolar, natação, flauta, etc, e por outro lado, crianças das classes explorados trabalhando para ajudar na renda familiar. É comum também observamos, principalmente as meninas, vestirem roupas que são réplicas dos vestidos das mães, usam maquilagem e até frenguentam salão de beleza.<br>Essas transformações na contemporaneidade tem provocado discussões entre estudiosos e há quem defendam que não existe mais infância. A infância teria sido&nbsp; inventada na modernidade e anulada na contemporaneidade.&nbsp;<br>Na óptica da Sociologia da infância não faz sentido afirma que não existe mais infância. O que ocorre é que as crianças estão vivenciando outras formas de infância. Se as crianças fazem parte da sociedade e esta está sempre em processo de transformação - de valores, crenças, modos de vida ( que inclui trabalho, lazer, relações etc), as infâncias vividas pelas crianças também se transformam. As crianças são atores sociais que sofrem mudanças, assim como provocam mudanças no contexto social.&nbsp;<br>As transformações ocorridas na Idade Média para a Moderna foram imensas e no que se refere as concepções de infância, institui uma nova forma de pensar que aponta para uma nova necessidade de tratar a criança como um ser diferente do adulto, com demandas específicas. E isso permanece até hoje.<br>Mais também houve mudanças imensas nas últimos cem anos o que provocou impactos significativos na forma de perceber as necessidades da criança. Se antes predominava o binômio contraditório da criança pura e indomável (paparicado e disciplinamento), outros valores se atrelaram a esses ou os substituíram.<br>É interessante concluirmos este capítulo nós referindo a uma ideia defendida pela Sociologia da infância que corrobora na compreensão das crianças como atores sociais e competentes. Para essa abordagem, as crianças não apenas reproduzem a cultura adulta da sociedade elas também são construtoras de culturas. Da mesma forma que recebem influencia das sociedade, da qual fazem parte, elas também exercem influência da sociedade.<br><br>Aluno: Ivanilson de Assis<br>Matrícula: 21008553</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 00:16:04 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEPÇÕES E ESCOLARIZAÇÃO DA INFÂNCIA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Arlene E. Mourão.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;        A Concepção de infância de hoje e decorrente de constante transformaçõe sócio culturais, na qual mudaram os valores, os significados, as representações e papéis das crianças e adolescentes dentro da sociedade. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo a partir do levantamento de dados históricos referente a história da criança ocidental. Diante do exposto, foi possível compreender que a partir do momento em que a criança passou a ser estudada e analisada não somente por meio de estudos da área da medicina e psicologia, mas também sob a filosofia, antropologia, história e sociologia, uma visão sobre as mesmas. Todo mundo foi criança, mais nem todos tiveram a mesma infância. O qual tem como um dos objetivos analisar as concepções de infâncias existentes. Considerando tais elementos e a sua relação com a imagem de criança construída no tempo e na história&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 01:10:43 UTC</pubDate>
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         <title>Delcineyde da Costa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1341820138/03f7a60ae8cf17e289f9b57c9b60efb5/Como_se_deu_a_concep__o_de_inf_ncia_no_Brasil.docx" />
         <pubDate>2021-09-13 02:45:44 UTC</pubDate>
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         <title>A história da infância no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A história da infância no Brasil<br><br>A história da infância no Brasil mostra como foi difícil para uma criança crescer nesse país, se era negro eram vista como futuro escravo, se índio algo que precisava ser mudado e se branca futuro homem que com castigo seria ensinado, seja por pai ou educado.<br>Na época colonial do Brasil, as crianças não era vistas como nos dias atual, nesse tempo onde reinava diferença por cor e crença. As crianças cresciam debaixo de muita rigidez e castigos com açoites se preciso, pós o pensamento era "muito carinho estraga''. Um filho de escravo criança não existia, o que se via? O pequenininho negrinho que logo teria força para trabalhar como&nbsp; devido e as crianças indígenas vistos como "sementes do mal" que com uma boa educação, moral e rígidas dadas pelos jesuítas, um dia poderiam fazer parte da civilização.<br>O Brasil colonial foi um tempo difícil para infância, mas no dia de hoje a educação tem se transformado, pois finalmente professores e pais podem trabalho juntos para que a criança tenha a educação e o cuidado que realmente precisa. A criança tem que ser tratada com amor, carinho e respeito por todos.<br><br>Thalia Rebeca-21009638</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 03:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>       Leuziene Leal de Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O texto narra a formação da infância no Brasil, marcada por fortes influências culturais como; a européia com os portuguêses a africana e a indígena.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Distintas entre si, e com fortes reflexos na maneira e na visão do mundo infantil. No Brasil colônia existia uma expressiva diferença entre as&nbsp; classes sociais que distanciavam as crianças brancas , as negras e as indígenas , destaca-se, a criança negra que para aquela sociedade representava apenas, o valor de um escravo em potencial. Por outro lado, as indígenas eram submetidas a civilização pelos jesuítas que, receberam a missão de aplicar uma educação rígida, com foco na idéia de que as crianças eram sementes de um "um modo de vida diabólico". A criança no contexto Brasil colônia não tinha identidade própria ,e não era respeitada por sua própria natureza.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na literatura um exemplo de rigidez e punições através da canção de ninar folclórico.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Boi,boi ,boi<br>           Boi da cara preta ,pega essa criança que tem medo de careta.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 03:25:32 UTC</pubDate>
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         <title>Valdemarina Bruno</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A idéia de disciplinamento da criança, justificando punição e ameaças numa idéia ainda bem precoce, está manifestada nesse muito difundida canção de ninar folclórica.<br>Boi,boi da cara preta<br>Vem cá bitu<br>O bom menino<br>Todas essas canções transparece a idéia da necessidade de controlar os impulso infantis, sempre destacando a aplicação constante dos castigos físicos.<br>No Brasil a concepção de hoje é decorrente de constantes transformações socioculturais na qual mundam os valores e as representações e papéis das crianças dentro da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 03:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Mayara Ferreira Da Costa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a miscigenação no Brasil na época colonial as crianças eram vista de uma forma, mas tratada de forma diferente por cada cultura. As crianças Brancas eram mais disciplinadas e eram chamadas pelos "diminutivo" dos nomes de seu pais pelas escravas-amas. Os indígenas que não tinha costumes de disciplinas e castigos com suas crianças, e as Crianças negras que eram vistas como força de trabalho e escravos em potencial, assim, não aproveitando o suficiente de sua infância porque já era vista como uma mão de obra. Foram os Jesuítas que tiveram a iniciativa educacional no Brasil colonial, através uma educação moral rígida que seria voltado para obediência e trabalhos civis. Eles viam as crianças indígenas como descendentes de atos diabólicos, mas acreditam que elas ainda podiam ser "iluminadas". Eles repudiávamos o que eles acreditavam ser "muito mimo" para as crianças daquela época, acreditam que as crianças deviam-se disciplinadas e castigadas, segundo a autora Mary fel Priore.<br><br>"Boi, boi, boi<br>Boi da cara preta<br>Pega esse menino que tem medo de careta."&nbsp;<br>É um dos grandes exemplos de que os adultos naquela época, e até mesmo agora espera um comportamento disciplinado e rígido de uma criança que muitas vezes ainda não tem discernimento para entender, esperando um comportamento adulto de alguém que ainda está em um processo de crescimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 04:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza TAVARES</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; NA ÉPOCA DO BRASIL COLÔNIA HAVIA UMA GRANDE INFLUÊNCIAS ENTRE AS CULTURA ÍNDIGENA E Á AFRICANAS.COM ISSO AS CRIANÇAS FORAM ENSINADAS CONFORME OS ADULTOS ERAM INFLUENCIADOS.<br>&nbsp; &nbsp;AS MULHERES NEGRAS QUE ERAM ESCRAVAS-AMAS SUA FUNÇÃO ERA AMAMENTAR OS FILHOS DAS CRIANÇAS BRANCAS DAS FAMÍLIAS SENHORIAIS. É ELAS TAMBÉM TINHAM O HÁBITO DE ADOCICAR OS NOME DESSAS CRIANÇAS DE SEUS SENHORES DAS QUAIS ELAS CUIDAVAM.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A HISTÓRIA DA INFÂNCIA NO BRASIL COLONIAL, HAVIA DIFERENÇAS SOCIAIS E ENTRE ESSAS DIFERENÇAS AINDA TINHA AS CRIANÇAS : ESCRAVAS,NEGRAS E AS BRANCAS.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; AS NEGRAS ERAM VISTAS COMO FORÇA DE TRABALHO,O SEU TAMANHO E A SUA FORÇA E QUE A DISFERECIAVAM DOS ADULTOS NEGROS,MAS ISSO ERA O PROBLEMA,PORQUE LOGO SE TORNARIAM ÚTEIS.SUA INFÂNCIA ERA CURTA,ELES APRENDIAM AS CONDUTAS SOCIAIS E AS ARTIMANHAS&nbsp; DA SOBREVIVÊNCIA Á ORDEM SENHORIAL ESCRAVISTA.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;AS CRIANÇAS ÍNDIGENAS DEVIDO O SEU MODO DE VIVER E SUA CULTURA OS JESUÍTAS VINHAM A NECESSIDADE DE TIRÁ-LAS&nbsp; DO PAGANISMO E DISCIPLINA-LÁS,INCULCANDO -LHES NORMAS E COSTUMES CRISTÃOS,COMO O CASAMENTO ,A COFISSÃO DOS SEUS PECADOS.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A CANÇÃO BOI,BOI,BOI<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;BOI DA CARA PRETA&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;PEGA&nbsp; ESSE MENINO QUE TEM MEDO DE CARETA .<br>      E UMA CANÇÃO QUE QUANDO CANTADA TINHA A INTENÇÃO DE DOMINAR A CRIANÇA A DORMIR NO CONTROLE DO SONO.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 13:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>A concepção de infância no Brasil, sofreu grandes transformações ao longo da história. A humanidade nem sempre viu a criança como um ser em particular, e por muito tempo à tratou como um adulto em miniatura. A criança era afastada cedo de seus pais e passava a conviver desde cedo com outros adultos, ajudando-os em suas tarefas.                         Com o passar dos séculos, aconteceram mudanças em relação aos tratamentos e cuidados com as crianças. Dando-lhe oportunidade de estudar e brincar. Infelizmente isso não era oportunidade de todos, temos os exemplos dos negros, que quando crianças, eram vistos como mini trabalhadores e os indígenas, foram educados para obediência e a trabalhos servis.                Nessa época as crianças eram educadas de forma muito rígida, sem poder expressar e demonstrar sentimentos e suas vontades.                               Atualmente com a globalização, tudo mudou, infelizmente não para todos. Mas hoje, as crianças podem falar, estudar, brincar e socializar. Não podemos generalizar, pois ainda existem uma classe de menos favorecidos, que precisam trabalhar para ajudar seus pais. Não tendo a mesma oportunidade de crianças de classe média.                             Aluna: Laura Amanda Oliveira de Oliveira matrícula:21007853</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1736112372</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 13:43:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bheatrys Cristina Castro de Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vimos que na época do Brasil Colônia a concepção infantil era voltada em apenas fazer delas a imagem dos mais velhos, onde a tratavam como "mini adultos", não havia diferença de idades e sim somente de força e a altura.<br>A escolarização foi o marco inicial para começarem a distinguir as crianças dos adultos. Foi levado em conta que por meio de uma educação moral e rígida elas poderiam alcançar a civilização, preparando-as para obediência e a servidão.<br>Por ora, é interessante que analisemos um pouco o nosso folclore, música e literatura onde relatam como eram aprendidas a a obediência, para compreendermos como essas concepções que partem de uma natureza infantil são apropriadas socialmente. Um exemplo da ideia de disciplinamento justificando punições e castigos são relatadas nessa música:<br>Vem cá, Bitu ! vem cá, Bitu Vem cá, meu bem, vem cá<br>Não vou lá! Não vou lá!, Não vou lá!<br>Tenho medo de apanhar.<br>Hoje a letra dessa música foi trocada, mas nessa retrata devidamente como era empregado as disciplinas nos mais novos.<br><br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 14:46:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1736467587</link>
         <description><![CDATA[<div>Partindo das reflexões sobre as diversas concepções de infância, este ensaio tem por objetivo&nbsp; mostrar através da história como esta concepção foi se constituindo ao longo dos tempos.&nbsp;<br>As discussões&nbsp; apresentadas foram realizadas a partir de uma revisão bibliográfica sistêmica baseada em literaturas&nbsp; especializadas, onde pode-se observar que as concepções que possuímos a cerca da infância na&nbsp; contemporaneidade, são peças chaves para compreendermos o processo histórico pelo qual está se&nbsp; constituiu, aliás, temos que levar em consideração o contexto no qual elas foram produzidas.&nbsp;<br>Os estudos&nbsp; demonstraram que a infância deve ser compreendida como um modo particular de se pensar a criança, e&nbsp; não um estado universal, vivida por todos do mesmo modo.&nbsp;<br>&nbsp;Para mostrar como algumas das áreas do conhecimento foram incorporando&nbsp; em suas pesquisas e análises o tema infância, numa perspectiva do “ponto de vista” das&nbsp; crianças esse ensaio busca, na história, mostrar a construção do conceito moderno de&nbsp; infância.&nbsp;<br>&nbsp;Ao retomar os “vários” conceitos de infância, percebe-se que esta concepção&nbsp; foi historicamente construída, perpassando pelo o adulto em miniatura na Idade Média e&nbsp; chegando a criança cidadã na Contemporaneidade.&nbsp;<br>&nbsp;Os fatos relativos à evolução da infância, na pluralidade de suas configurações,&nbsp; inscrevem-se em contextos cujas variáveis delimitam perfis diferenciados.&nbsp;<br>Áries (1981) ressalta que "na sociedade medieval a criança a partir do&nbsp; momento em que passava a agir sem solicitude de sua mãe, ingressava na sociedade&nbsp; dos adultos e não se distinguia mais destes".&nbsp;<br>Ou seja, as crianças eram&nbsp; representadas como adultos em miniatura, sendo vestidas e expostas aos mesmos&nbsp; costumes dos adultos.&nbsp;<br>que faltava era qualquer sentiment de I’enfance, ‘qualquer consciência da&nbsp; particularidade infantil’, essa particularidade que distingue essencialmente a&nbsp; criança do adulto, mesmo jovem.&nbsp;<br>Seu ponto de partida, então, era&nbsp; uma sociedade que percebia as pessoas de menos idade como adultos em menor&nbsp; escala (ÁRIES, 1981 apud HEYWOOD, 2004, p.&nbsp;<br>&nbsp;Ao se estudar o tema infância na Roma Antiga, observa-se que o nascimento&nbsp; de uma criança “não era apenas um fato biológico”, mas também um fato de aceitação&nbsp; paterna.&nbsp;<br>De acordo com Veyne (1989) durante este período&nbsp; da história a contracepção, o aborto, o abandono e morte de crianças eram atitudes&nbsp; corriqueiras e consideradas legítimas, sendo estes abandonados raramente sobreviviam.&nbsp;<br>Igualmente será enjeitada se o pai estiver&nbsp; ausente, o tive ordenado à mulher grávida [...] Enjeitavam ou afogavam crianças&nbsp; malformadas (nisso não havia raiva, e sim razão, diz Sêneca: É preciso separar o&nbsp; que é bom do que não pode servir para nada), ou ainda os filhos de sua filha que&nbsp; “cometeu uma falta”.&nbsp;<br>[...] Contudo mesmo&nbsp; os mais ricos podiam enjeitar um filho indesejado cujo nascimento pudesse&nbsp; perturbar disposições testamentárias já estabelecidas (VEYNE, 1989 p.24).&nbsp;<br>infância passa a ser reconhecida, de acordo com Heywood (2004) a partir do&nbsp; discurso cristão do “culto ao menino Jesus” e do “massacre dos inocentes” praticado por&nbsp; Herodes.&nbsp;<br>Segundo o autor, passa a se difundir a idéia de que a criança é um mediador do&nbsp; céu e da terra, e que destes vêm falas de sabedoria.&nbsp;<br>&nbsp;paralelamente ao sentimento da família, se manifestando por meio de intimidade e diálogo&nbsp; familiar de modo que a família volta-se para a criança.&nbsp;<br>Essa transformação implicou em se planejar os nascimentos, pois, os pais&nbsp; passaram a se sentir responsáveis pelo futuro da criança.&nbsp;<br>Este fato deve-se a diversidade de entendimentos, mas o mesmo&nbsp; expõe que apesar de ser sem linearidade pode-se observar que nesse período houve&nbsp; uma maior preocupação em relação dos pais quanto à saúde e educação das crianças.&nbsp;<br>Essa individualização do ser criança se refere, nesse momento histórico, à&nbsp; percepção da criança como indivíduo, caracterizando-a com um mundo próprio.&nbsp;<br>Áries (1981) diz que nesse período a&nbsp; criança começa a ser o centro da família devido a sua ligação com a figura dos anjos que&nbsp; são tidos como seres puros e divinos.&nbsp;<br>Esta concepção de indivíduo fez com que a criança&nbsp; se tornasse alvo do controle familiar, bem como, do meio ao qual estava inserida.&nbsp;<br>A criança começou a ser reconhecida como&nbsp; um indivíduo social, inserida dentro da coletividade, onde a família demonstrava&nbsp; preocupação e interesse por saúde e educação.&nbsp;<br>&nbsp; Nesse momento a sociedade passa percebê-la como indivíduo pertencente à&nbsp; sociedade, que tem “vez”, tem "voz", tem sua forma de vivê-la, que influencia e por ela&nbsp; também é influenciada.&nbsp;<br>partir disso, Gagnebin (1997) afirma que se procurou garantir na infância um&nbsp; local excepcional e único a fim de proporcionar felicidade e contato com a natureza, e&nbsp; deste modo era obrigação do adulto, reconhecer, primar e defender por esta.&nbsp;<br>rastro vergonhoso de nossa natureza corrupta e animal, mas sim, muito mais, o&nbsp; testemunho precioso de uma linguagem dos sentimentos autênticos e verdadeiros,&nbsp; ainda não corrompidos pela convivência mundana.&nbsp;<br>Assim se elabora uma&nbsp; pedagogia do respeito à criança, da celebração de sua naturalidade, de sua&nbsp; autenticidade, de sua inocência em oposição ao mundo adulto pervertido [...].&nbsp;<br>Partindo desse pressuposto cria-se uma visão romanceada da infância, como um&nbsp; momento repleto de encanto e ludicidade, com várias outras propriedades inexistentes em&nbsp; determinados contextos sociais.&nbsp;<br>No entanto, as representações de&nbsp; infância variam conforme a colocação da criança na família, na classe social, a questão&nbsp; de gênero, etnia, grupo etário, na sociedade em geral.&nbsp;<br>86) a palavra infância não diz respeito&nbsp; instantaneamente a uma faixa etária, mas sim aos anos inciais de sua vida, que se&nbsp; caracteriza por incapacidade e pela carência de fala.&nbsp;<br>Oriunda do latim fari – falar, dizer, e&nbsp; do complemento fans, a criança é in-fans, ou seja aquele que não fala.&nbsp;<br>368) ressalta que etimologia da palavra infância propõe um&nbsp; sentido negativo, ao caracterizar infância como a idade do não-falante, remetindo a ideia&nbsp; do discurso inarticulado, dessanrranjado ou ilegítimo.&nbsp;<br>Através do entendimento do mesmo&nbsp; autor, a infância significa uma classe social de uma determinada geração e criança é o&nbsp; indivíduo que participa desta classe, sendo ele o ator social da classe pertencente.&nbsp;<br>No limite da significação, o&nbsp; período da palavra inarticulada, o período que poderíamos chamar da&nbsp; construção/apropriação de um sistema pessoal de comunicação, de signos e&nbsp; sinais destinados a fazer-se ouvir.&nbsp;<br>&nbsp;um guarda-chuva a abrigar um conjunto de distribuições sociais, relacionadas às&nbsp; diferentes condições: as classes sociais, os grupos etários, os grupos culturais, a&nbsp; raça, o gênero;&nbsp;<br>bem como as diferentes situações: a deficiência, o abandono, a&nbsp; vida no lar, na escola (a criança e o aluno) e na rua (como espaço de&nbsp; sobrevivência e/ou de convivência/brincadeira).&nbsp;<br>É nessa distribuição que as&nbsp; concepções de infância se amoldam às condições específicas que resultam na&nbsp; inclusão e na exclusão de sentimentos, valores e direitos.&nbsp;<br>&nbsp;Desse modo podemos considerar a infância como uma classe psicobiológica e&nbsp; sócio-histórica, pois são levados em consideração suas capacidades sensoriais e&nbsp; intelectuais, de gênero, raça, e também quais instituições possuem poder de discurso&nbsp; moral sobre as crianças, seja ela o estado, a igreja ou a família.&nbsp;<br>concepção de infância que possuímos hoje foi uma invenção da&nbsp; modernidade, sendo constituída historicamente pelas condições socioculturais&nbsp; determinadas.&nbsp;<br>Partindo desse princípio, podemos considerar que a infância muda&nbsp; com o tempo e com os diferentes contextos sociais, econômicos, geográficos, e até&nbsp; mesmo com as peculiaridades individuais.<br><br><strong><mark>Aluna: Andreia Silva</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 15:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Jacqueline Franco Pereira Cueva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo do tempo a concepção sobre criança e infância foi se modificando de acordo com a sociedade e a época em que a criança estava inserida. E a ideia de criança que temos hoje nem sempre foi assim, ela foi se modificando com o passar dos anos.<br><br></div><div>&nbsp;Diante disso podemos dizer que se tornou de importância os estudos que buscam compreender esse universo tão cheio de peculiaridades das crianças. Podemos observar no texto que a infância na época do Brasil Colonial não apresentava semelhanças de estruturas, havendo diferenças substancias entre classes econômicas sociais e, sobretudo, entre a criança escrava, a indígena e a branca, que além de diferença de classe se destaca a de ordem ética. A criança negra era vista como força de trabalho. Nela não se buscava meiguice e a pureza das crianças.<br><br></div><div>A visão que se tinha dessas crianças negras era seu potencial a se tornarem grandes escravos daquela sociedade, que segundo eles a partir daí se tornariam uteis para eles. E então desde cedo essas crianças se davam conta de que a passagem para o mundo adulto seria muito rápida.<br><br></div><div>A historiadora contemporânea Mary Del Priore (1996) destaca que as primeiras iniciativas educacionais no Brasil Colônia, aos moldes Europeus foram realizadas pelos jesuítas com a missão de civilizar os índios, e de cultivar um ambiente cristão favorável á dominação portuguesa.&nbsp; Os jesuítas percebiam que as crianças indígenas de forma ambígua. “““ Por outro lado, acreditavam que os índios viviam em “medonhos pecados”, e, portanto suas crianças eram sementes de um” modo de vida diabólico”. Por outro, também percebiam que essas crianças como estando em momento propicio para a “iluminação e a “revelação”. Assim, por meio da educação moral rígida, poderiam alcançar a civilização, com aulas de gramáticas, catequese, disciplina e trabalho. Era uma educação voltada para a obediência e o trabalho servis.&nbsp;<br><br></div><div>E então percebemos que neste período as crianças não tinham voz, seus direitos eram tomados pelos adultos e eles decidiam de qual forma aquela criança chegaria à vida adulta. Com o passar do tempo muitas coisas já mudaram e a visão de infância já tem um sentido diferente daquela época, mas ainda assim para algumas crianças esse novo conceito precisa ser aplicado na pratica e não só ser lido de uma maneira distante de suas realidades.<br><br>Por fim, a infância está ligada de forma direta com comportamento humano e a educação, e tudo que envolve pessoas é um processo contínuo exige cuidados, e sempre está em processo de constantes mudanças e ajustes necessários para melhorias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 16:25:40 UTC</pubDate>
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         <title>Rânia Rainon </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É possível notar que a visão que se tem de criança hoje é algo que foi historicamente construído ao longo dos anos, a&nbsp;criança&nbsp;era vista como um “adulto em miniatura”, no qual a única diferença era o tamanho mas com o passar do tempo, a&nbsp;criança&nbsp;passou a ser vista como inocente. Algumas músicas folclóricas de ninar podem nos mostrar como: "boi, boi, vou da cara preta preta&nbsp;<br>pega esse menino que tem medo de careta"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 16:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>IARA SILVA AVELINO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto mostra como se organizou a idéia de modos e convivência na infância na época que o Brasil sofria interferênciase de outras culturas, como a africana e a européia essa basicamente a de Portugal.<br>&nbsp;Mostrando que desde o início dessa organização já havia na sua estrutura&nbsp; as diferenças de classe social,&nbsp; onde as crianças brancas já tinham supremacia sobre as crianças de outras etnias,e também no seu convívio as crianças de cor que eram tratadas como adultos, por terem somente a tarefa de servir ao trabalho escravo.&nbsp;<br>&nbsp;Nessa época também chegaram os jesuítas com sua tradicional cultura cristã, estabelecendo a idéia de que as crianças indígenas eram fruto do pecado pelo modo de que seus pais viviam. Então impuserem as crianças por meio de uma educação moral e rígidao conceito que a infância indígena na concepção dos padres conseguiriam torna -las civilizadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 18:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>A Concepçao da criança no Brasil na época colonial que era vista como não homogênea, sendo que ocorria distinção entre classes sociais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737111022</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>E sendo assim a criança escrava, a indígena e a branca, que além da distinção das classes se destacava a ordem étnica que é cultura, tradições entre outras,porém naquela época a criança negra era somente vista como uma força de trabalho .Elas só eram reconhecida pela sua força que já dizia que estava pronto para trabalhar ou "úteis" para sociedade escravista e por isto o seu tempo de criança era muito curto.<br>&nbsp;Mas logo depois obteve os primeiras iniciativas educacionais no Brasil colonial,que o modelo era os europeus,que foram realizados pelos jesuítas, que portanto tinham a missão de educar os índios.&nbsp;<br>E sendo assim&nbsp; era disciplinar a criança,justificando punições e ameaças numa idade bem precoce.<br>E fazendo -se&nbsp; uma canção de ninar folclórica:<br>Boa,boi,boi&nbsp;<br>Boa,da cara preta<br>Pega esse menino(a) que tem medo de careta...<br>E por estas concepçoes anteriores&nbsp; a atual ver a criança lotada de compromissos :valeu,judô, dança entre outros o que é o importar é como a criança também deve ser comportar&nbsp; na sociedade que sempre está mudando !<br>Portanto a concepção de infância no Brasil é algo para se potencializado em diferentes cenários como o texto&nbsp; criança e a infância no Brasil Não somente nos tempos passados mas o de atualmente.<br><br><br>Aluna: cristielen lalor da Silva&nbsp;<br>Matrícula: 21011539</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 18:47:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A trajetória da criança e adolescente no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades. Ao estudá-la evidenciam-se diversas consequências enfrentadas pelas crianças, como, maus tratos, abusos sexuais, mortalidade infantil, miséria, fome,crianças sem teto, sem família e escrava do trabalho. A concepção de infância de hoje é decorrente de constantes transformações socioculturais, na qual mudaram os valores, os significados, as representações e papéis das crianças e adolescentes dentro da sociedade.Para os estudos e compressões acerca do tema, utilizou-se de referenciais como Philipe Ariés(1978), Dourado (2009), Edson Passeti (s/a), Schultz e Barros (2011), Lima (2001), entreoutros autores.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737214209</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 19:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo F.Silva</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-09-13 19:33:30 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo F.Silva-21009980</title>
         <author>21009980</author>
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         <pubDate>2021-09-13 19:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Thaila Xavier De Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No período colonial e até depois a concepção de criança variava de acordo com a sua classe social. As escravas eram vistas apenas como força de trabalho e as indígenas como algo que deveria ser civilizado. Nelas não se esperava encontrar meiguice e a pureza como entre os filhos dos seus senhores.<br>O período da infância era curto para as crianças escravas, eles tinham que aprender condutas sociais e como sobreviver a ordem senhorial escravista.<br>Os jesuitas responsaveis por "civilizar" os indios os viam como " medonhos pecadores" e suas crianças " sementes de um modo de vida diabólico". Por outro lado também percebiam que elas estavam eu um momento propício para a " iluminação" e a "revelação". A educação dada aos indios era voltada para a obediência e trabalhos servis.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 19:38:28 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo F. Silva-21009980</title>
         <author>21009980</author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737249063</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 19:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo F.Silva-21009980</title>
         <author>21009980</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>CONCEPÇÃO DE CRIANÇA NO BRASIL.</strong></div><div><br></div><div>A própria história infantil com o passar dos anos sofreu várias dificuldades das mais variadas,a primeira concepção de crianças trazida pelos jesuitas na época do Brasil Colônia,Porém o mesmo não sendo um sistema Homogêneo mas cheio de falhas quanto aos grupos étnicos presentes no Brasil,sabemos que houve forte influência européia mas também dos povos indígenas e africanos.<br>Essa miscigenação cultural vista com outros olhos na então época do Brasil colonia,onde os filhos dos escravos eram vistos apenas como mão de obra futuras sendo as crianças separadas apenas por sua força bruta e capacidade executar tarefas doa adultos,por outro lado os jesuítas acreditavam que os índios poderiam ser "civilizados" através da doutrina cristã e assim estabelecer um ambiente "favorável a dominação portuguesa".</div><div>Assim surgindo o primeiro método de educação para os indígenas do Brasil Colônia,Pois para eles(jesuítas)os índios viviam em "pecados medonhos" assim sendo necessário antes que chegassem a puberdade fossem catequizados e doutrinados de forma rígida e severa,e aqueles que não aceitassem tais doutrinas da parte ao povo indígena era porquê ja estava sobre "possesão demoníaca".</div><div><em><br></em><br></div><div><em>"O muito mimo devia ser repudiado. Fazia "mal ao filho" fosse carnal ou espiritual como no caso de indígenas e órfãos. (...)o amor do pai ou do educador espelha-se naquele divino no qual Deus ensinava que amar era castigar e dar trabalho nessa vida,os vicios e pecados deviam ser combatidos com&nbsp; e castigos(Del priori,1996,p 13)</em></div><div><br></div><div>Essas eram suas doutrinas e nesse ensinamentos baseavam-se para educar,principalmente aos povos indigenas.</div><div><br></div><div><em>"Muito das crianças Brasileiras e muito pouco das descobertas europeias sobre a infância neste contexto propragam-se duas representações infantis: uma mistica repleta de fé,é o mito da criança-santa;a outra que é uma criança modelo de Jesus,muito difundida pelas freiras carmelitas.Inspirados por essas imagens que podem&nbsp; transcender os pecados terrenos;os jesuítas vêem na criança indígena o papel em blanco que desejam escrever antes que os&nbsp; adultos com seus maus costumes os contaminem"(PASSETI,s/a p. 3).</em></div><div><em><br></em><br></div><div>Na literatura tambem a obras que foram de principal uso na doutrinação infantil nessa época tais como cantigas como as referidas abaixo:</div><div><br></div><div>"<strong>boi boi boi,boi da cará Preta</strong></div><div><strong>Pega esse menino que tem medo de careta"</strong></div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong>"Vem cá bitu,vem cá bitu vem cá meu bem vem cá</strong></div><div><strong>Não vou la,não vou la,não vou lá</strong></div><div><strong>Tenho medo de apanhar".</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 19:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A trajetória da criança e adolescente no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades. Ao estudá-la evidenciam-se diversas consequências enfrentadas pelas crianças, como, maus tratos, abusos sexuais, mortalidade infantil, miséria, fome,crianças sem teto, sem família e escrava do trabalho. A concepção de infância de hoje é decorrente de constantes transformações socioculturais, na qual mudaram os valores, os significados, as representações e papéis das crianças e adolescentes dentro da sociedade. Para os estudos e compressões acerca do tema, utilizou-se de referenciais como Philipe Ariés(1978), Dourado (2009), Edson Passeti (s/a), Schultz e Barros (2011), Lima (2001), entre outros autores que discutem a temática. Um dos exemplos de concepções na literatura,podemos citar a cantiga do &quot;Boi da cara preta&quot;</title>
         <author>21007819</author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737285048</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Aline Rodrigues da Silva Barroso&nbsp;<br>Matrícula:21007819</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 20:06:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nome: Gilza Machado Silva    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737414307</link>
         <description><![CDATA[<div>Criança e Infância no contexto brasileiro<br><br>A infância no Brasil surgiu com a influência da cultura Europeia e pelos portugueses, ou seja, a nossa cultura foi miscigenada(mistura de raças produzindo mestiços) com culturas indígenas e africanas que influenciaram nos modos de vida e nas ideias sobre infância e criança.<br><br>O autor Gilberto Freyre nos relata os hábitos dos escravas-amas de "adocicarem" os nomes das crianças, filhos dos senhores de engenho, das quais, cuidavam. Ex: Francisco virava "Xequin" , e a Maria "Marinha". E nos relata também que os índios não batiam e nem castigava suas crianças, ao contrário dos brancos.&nbsp;<br><br>A concepção de infância na época do Brasil colonial não era homogêneo, havendo diferenças substâncias entre classes sociais, entre a criança escrava, indígena e a branca. A criança negra era vista como força de trabalho. Nela não se buscava a meiguice e a pureza das crianças, como entre os filhos dos senhores . As crianças negras eram vistas como escravos em potencial que se diferenciavam entre os escravos adultos, mas logo se tornaria "úteis".<br><br>A história da dor a Mary del Priore em (1996) destaca os primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia, aos moldes europeus, foram realizadas pelos Jesuítas, com a missão de civilizar os índios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Ruth Picanço da Silva/ 21012042</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1737417320</link>
         <description><![CDATA[<div>A trajetória da criança e adolescente no Brasil é marcada por diversas privações e dificuldades.&nbsp; A concepção de infância de hoje é decorrente de constantes transformações socioculturais, na qual mudaram os valores os significados, as representações e papéis das crianças e adolescente dentro da sociedade.<br>Uma dessas conceções, é que até hoje as crianças são levadas a se tornar uma criança adulta que leva a voltar no tempo em que as crianças eram mini-adultos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>KAILLANE AVELINO DA SILVA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O que sabemos sobre infância e crianças são idéias influenciadas pela nossa cultura, a qual é composta por elementos das culturas indígenas e africanas, e que foram introduzidas pelos portugueses na época do Brasil Colônia.<br>&nbsp;Na época do Brasil Colonial existia uma considerável diferença de classes sociais, podendo dizer assim que a concepção de infância na época não era homogênea. A criança negra é um exemplo dessa concepção, a criança negra era vista como apenas força de trabalho, o que não acontecia com as crianças brancas e filhos de senhores.<br>&nbsp;Crianças negras eram diferenciadas de adultos pela força, mas depois que crescessem se tornariam tão "úteis" quanto os adultos para a sociedade escravista. Essas crianças eram obrigadas a aprender sobre condutas sociais e sobrevivência.<br>&nbsp;A literatura e músicas brasileiras também eram usadas como método de disciplinamento da criança, onde na música ou história eram manifestadas formas de punição e ameaça. Como por exemplo a cantiga "Boi da Cara Preta" cantada com o intuito de ameaçar a criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:27:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A concepção de criança no período Brasil colonial foi transmitida de forma dura e ríspida, transmitida pelos jesuítas que achavam infância uma fase propícia a iluminação e revelação. Controlando seus impulsos naturais da infância através de ameaças a violência.                                                                                                                                                                                        A educação passada era basicamente gramática, catequese, disciplinamento e trabalhos servis, as canções de ninar eram usadas como forma de controle sobre as crianças, deixando de maneira entendida e ao mesmo tempo omissa a violência caso não houvesse disciplina e obediência ex: Boi,boi,boi da cara preta, pega esse menina que tem medo de careta e outra também destaca a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças como, Vem cá bitu!Vem cá bitu,Vem cá,meu bem,Vem cá, Não vou la,tenho medo de apanhar,que foi alterada por &quot;cai,vai balão, por idéia crítica ao excesso de castigo as crianças.                                      hoje temos uma concepção muito diferente de criança em nosso país, pois foram ocasionadas muitas mudanças socioculturais ao decorrer do tempo, havendo mudanças na forma de enxergar as crianças e o que elas representam na sociedade.</title>
         <author>21012593</author>
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         <pubDate>2021-09-13 21:56:46 UTC</pubDate>
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         <title>A concepção de criança no período Brasil colonial foi transmitida de forma dura e ríspida, transmitida pelos jesuítas que achavam infância uma fase propícia a iluminação e revelação. Controlando seus impulsos naturais da infância através de ameaças a violência.                                                                                                                                                                                        A educação passada era basicamente gramática, catequese, disciplinamento e trabalhos servis, as canções de ninar eram usadas como forma de controle sobre as crianças, deixando de maneira entendida e ao mesmo tempo omissa a violência caso não houvesse disciplina e obediência ex: Boi,boi,boi da cara preta, pega esse menina que tem medo de careta e outra também destaca a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças como, Vem cá bitu!Vem cá bitu,Vem cá,meu bem,Vem cá, Não vou la,tenho medo de apanhar,que foi alterada por &quot;cai,vai balão, por idéia crítica ao excesso de castigo as crianças.                                      hoje temos uma concepção muito diferente de criança em nosso país, pois foram ocasionadas muitas mudanças socioculturais ao decorrer do tempo, havendo mudanças na forma de enxergar as crianças e o que elas representam na sociedade.</title>
         <author>21012593</author>
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         <pubDate>2021-09-13 21:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>João Marcos Sabino </title>
         <author>21012593</author>
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         <description><![CDATA[<div>A concepção de criança no período Brasil colonial foi transmitida de forma dura e ríspida, transmitida pelos jesuítas que achavam infância uma fase propícia a iluminação e revelação. Controlando seus impulsos naturais da infância através de ameaças a violência.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A educação passada era basicamente gramática, catequese, disciplinamento e trabalhos servis, as canções de ninar eram usadas como forma de controle sobre as crianças, deixando de maneira entendida e ao mesmo tempo omissa a violência caso não houvesse disciplina e obediência ex: Boi,boi,boi da cara preta, pega esse menina que tem medo de careta e outra também destaca a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças como, Vem cá bitu!Vem cá bitu,Vem cá,meu bem,Vem cá, Não vou la,tenho medo de apanhar,que foi alterada por "cai,vai balão, por idéia crítica ao excesso de castigo as crianças.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; hoje temos uma concepção muito diferente de criança em nosso país, pois foram ocasionadas muitas mudanças socioculturais ao decorrer do tempo, havendo mudanças na forma de enxergar as crianças e o que elas representam na sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 22:05:03 UTC</pubDate>
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         <title>Suelbi Pereira da Costa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como se deu a concepção de infância no Brasil? Na literatura cite um dos exemplos que retratam essas concepções.</div><div><br></div><div>O processo do desenvolvimento da concepção de infância foi historicamente construído ao longo dos anos. Por mais estranho que pareça, a sociedade nem sempre viu a criança como um ser especial e único. Esse início de concepção de infância no Brasil se deu a partir das dificuldades que as crianças enfrentavam naquela época, as crianças negras no período colonial, era bastante difícil, na maioria das vezes não tinham acesso a educação, essas crianças eram desprezadas pela sociedade. Ao longo dos anos os novos governantes foram entendendo que a criança na verdade, era uma criança a partir dos valores que eles apresentavam, com relação ao estado emocional, a dificuldade, a fraqueza, a impossibilidade de realizar o trabalho daquela época, aí que foram surgindo essas novas concepções, baseado no que seria a infância propriamente dita. Assim, criando leis que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, como o Estatuto da Criança com relação ao trabalho infantil, e foram co-relacionando a criança como ser indefeso, com dificuldades de fazer realmente acontecer o trabalho de um adulto, pois a criança não tem a força de um adulto.</div><div>As concepções e as percepções em virtude do que é a criança, da sensibilidade emocional, do que a criança realmente precisa, a partir disso foram surgindo essas novas concepções, leis e propósitos de proteção a criança. Antigamente não tinha isso, a criança era tratada como se fosse um adulto, tinha que trabalhar, tinha que estabelecer leis, em função desse trabalho, que antes era tido como um processo de agressão à infância e ao adolescente</div><div>A partir do século XV é que os adultos e a sociedade em si, começa a perceber que a criança precisa ter seus momentos de diversão, de se relacionar com pessoas da sua idade.</div><div>No século XVI e XVII ocorreu outra mudança em relação às crianças, um traje especial para distinguir as crianças dos adultos. Com essa nova forma de distinção das crianças e dos adultos, evidencia-se uma mudança significativa quanto ao sentimento da infância, nesse momento, ocorre um novo sentimento pela criança, no qual ela passa a ser tratada com carinho e atenção. A literatura infantil também faz parte dessa concepção, pois é uma peça fundamental para o desenvolvimento da leitura infantil, a criança precisa desse universo da leitura. Por isso, é importante buscar despertar na criança o gosto pela leitura desde a Educação Infantil.</div><div>A literatura infantil tem seu início no século XVII, com edições de narrativas folclóricas.</div><div>Temos essa canção como exemplo que retrata essas concepções: "Criança Feliz" - Composição: Renê Bitencourt e Francisco Alves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 22:22:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://docs.google.com/document/d/1GakI9kHMFP6kl1Mr3-_sqFjLh8ZHAEWy/edit?usp=drivesdk&amp;ouid=108981815675852000897&amp;rtpof=true&amp;sd=true</div>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/document/d/1GakI9kHMFP6kl1Mr3-_sqFjLh8ZHAEWy/edit?usp=drivesdk&amp;ouid=108981815675852000897&amp;rtpof=true&amp;sd=true" />
         <pubDate>2021-09-13 22:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>Antônia Monteiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A infância das crianças é marcada por grandes tragetórias de dificuldades, antigamente a criança era praticamente forçada a fazer trabalhos pesados que&nbsp; exigiam a força de um adulto, principalmente as crianças negras, elas eram mais desprezadas que as outras crianças. Mas no decorrer dos anos novas leis foram criadas afins de retratar o que antes era tido como um processo de agressão a infância. NA LITERATURA CITE UM&nbsp; DOS EXEMPLOS QUE RELATAR ESSA CONCEPÇÃO;&nbsp;<br>Vem cá bitu! Vem cá; bitu vem cá.meu bem, vem cá/ não vou lá ! Não vou lá ! Não vou lá! Tenho medo de apanhar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 00:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>Criança e a infância no contexto Brasileiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>A história da criança teve grande influência da cultura&nbsp; europeia, ou seja, houve a miscigenação das culturas indígenas e africana, o que resultou em variados conceitos da infância e criança. Com isso é possível identificar claramente as diferenças de tratamento entre raças, classes sociais e até mesmo criança escrava, foi criado uma ordem étnica.&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>A criança negra era vista como força de trabalho, somente os filhos dos senhores tinham direito de serem tratadas com a pureza de criança. As crianças negras eram vistas como escravos, apenas se diferenciavam do escravo adulto pelo tamanho e pela força, depois do seu crescimento se tornaria útil para a sociedade escravista. O escravo praticamente não tinha infância, apenas um curto prazo para aprender as condutas sociais e artimanhas de sobrevivência.<br>Naquela época as primeiras iniciativas educacionais, foram realizadas pelos jesuítas com a intenção de civilizar os índios e de cultivar um ambiente cristão favorável, era uma educação voltada para obediência e o trabalho servis. Nas concepções de criança e de infância na literatura, temos um disciplinamento da criança, justificando punições e ameaças numa idade ainda precoce.</em></strong><br><br><br><strong>Aluna: Larissa Pena Menezes<br></strong>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 01:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>Alice De Assis Meira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Infância e criança são dois elementos que vêm sofrendo alterações des da época do Brasil colônia cultura europeia foi entroduzida pelos portugueses des de então misturas das culturas, indígenas e africanas influenciaram &nbsp; modos de vida e ideias sobre crianças e infância Gilberto freyre, autor da obra casa grande e senzala, traz referências sobre&nbsp; costumes dos negros e dos índios,que influenciaram a nossa forma de lidar com as crianças, o autor faz referência aos&nbsp; nomes trocado pelas escravas-ama, assim Francisco virava"xiquim"ea" Maria" marinha ,o branco é citado como a quele&nbsp; que castiga e bate em suas crianças, diferente dos índios,<br>&nbsp; &nbsp; No Brasil colonial a concepção da infância não era homogênea, havia diferenças&nbsp; entre classe social e crianças, escravas&nbsp; indígenas e brancas ,a pureza ea meiguice Não se encontravam na criança negra,mais a força de trabalho sim.<br>&nbsp;Para as criança escrava a infância&nbsp; era curta,onde ela aprendia as condutas sociais ea arte da sobrevivência diante de seus senhores. A história de Mary Deu priore (1996) afirma que os jesuítas realizaram as primeiras iniciativa educacionais ao formato europeu,&nbsp; a missã era civilizar os índios e cultivar um ambiente "cristam favorável ",para que fossem dominados pelos portugueses.<br>Os jesuítas acreditavam&nbsp; que os índios viviam em pecado e que suas crianças eram semente de modo de vida diabólico,mais também&nbsp; percebiam nelas um momento propício para "iluminação" ea "revelação".&nbsp; as aulas de gramática, catequese disciplina e trabalho eram voltados para obediência e trabalho servis. <br>&nbsp; Des da época dos jesuítas esse desiplinamento vem se perpetuando na educação formal das crianças, em&nbsp; algumas concepções teóricas são tomadas como uma verdade em qualquer tempo, espaço&nbsp; geográfico e cultura, seria muito parecidos,o que não é verdade na literatura&nbsp; e na música,a concepção da criança é infância estão&nbsp; difundido nas canções de ninar e folclóricas como: o boi da cara preta "vem cá bitu "o bom menino" do palhaço carequinha, que trazem claras concepções&nbsp; de natureza infantil,&nbsp; algumas até de visão romantizada e de uma infância pura e ingênua, de outro lado o disciplinamento tinha uma forte conotação,podemos citar o livro de memórias-infância de<em> Graciliano Ramos </em>em que se relata sua trajetória de vida na infância ,<em>Graciliano Ramos </em>&nbsp;relata que não sentia afeto por parte dos seus pais, e que havia um ambiente familiar ,harido de indiferença, e injustiças ha literatura e de exelente qualidade e importante registro&nbsp; que nos ajuda a compreender vários concepções.<br>Por tanto a história da infância é de crianças no Brasil  são temas que merecem  um olhar cuidadoso oa passo que sua evolução  foi impiedosamente sofrida  e que até aos tempos atuais  sentem impacto  marcante do passado </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 06:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ruth Eva Souza da Costa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Na concepção brasileira houve muitas mudanças, por volta de 1500 já havia habitantes no Brasil, indígenas com a sua cultura, quando os portugueses vieram para Brasil na época de 1500 descobriram que era uma terra habitável, assim teve a primeira miscgenção. Portuguese trouxeram os jesuítas que com eles vieram evangeliza, catequizar e tornar cristão os indígenas, com a sua disciplinas&nbsp; músicas ( ameaça e punições) exemplo -&nbsp;<br>boi boi boi<br>boi da cara preta&nbsp;<br>Foi uma das música de ameças para crianças. Tinha controle emocional desde bebê para aprende a ser obediente. Isso tudo ocorreu no século XIX para o começo do século XX<br>A concepção da criança foi homogênea educação diferente como classe e cor. As crianças negra era escravizadas enquanto as dos ricos era educadas e bem ensinadas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 21:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>Larissa Miranda dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliaqueiroz5/hvv17a204299ixdm/wish/1741130144</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Como se deu a concepção de infância no Brasil? Na literatura cite um dos exemplos que retratam essas concepções.<br><br></div><div><br></div><div>R: Antigamente a sociedade via a criança como um mini adulto, servia para os trabalhos braçais, e ajudar os trabalhos dos adultos, por muito tempo foi dessa forma a infância de muitas crianças, elas continuavam sendo tratadas como adultos, sem nenhum apoio, pois a sociedade achava que elas não tinham direito de escolha.<br><br></div><div>Há muito tempo a sociedade continuou tratando as crianças para servir os adultos. A sociedade começou a ver as crianças com outros olhos depois de muitos longos anos, percebendo que elas tinham suas vontades, algumas pessoas ainda as viam como antigamente.<br><br></div><div>No Brasil colônia, as primeiras iniciativas educacionais foram trazidas pelos jesuítas,&nbsp; já que para eles a educação moral rígida poderia alcançar a civilização.<br><br></div><div>Nas concepções de crianças e de infância na literatura, temos como exemplo um disciplinamento da criança, justificando punições e ameaças, que se manifesta nessa canção de ninar folclórica:&nbsp;<br><br></div><div>Boi, boi, boi<br><br></div><div>Boi da cara preta<br><br></div><div>Pega esse menino que tem medo de careta.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 01:14:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 02:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>María Dayane Oliveira Soares</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As primeiras iniciativas educacionais no Brasil colônia,aos molde europeus,foram realizados pelos jesuítas,como missão de civilizar os índios e de cultivar um ambiente cristão favorável a dominação portuguesa.os jesuítas perceberam as crianças eram sementes de um modo diabólico,por outro também perceberam essas crianças como estando em momentos para iluminação&nbsp; e a civilização,como aula de gramática, catequese, disciplina e trabalho de controlar os impulsos infantis, desse bebê o controle do sono.outra canção folclore popular destacar a a aplicação constante dos castigos físicos nas crianças:vem cá.bitu!vem cá.bitu vem cá meu bem vem cá.nao&nbsp; vou lá ! Não vou lá.nao vou lá ! tenho medo de apanhar.algumas trazendo uma visão de uma infância de pureza e tristeza.<br><br><br>María Dayane Oliveira Soares<br>Matrícula.21010379</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 21:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Wilismara Pontes de Brito </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A concepção de infância no Brasil na época colonial não era homogênea. Havia diferença substâncias entre classes sociais e entre crianças escravas, a indígenas e a branca, que além da diferença de classe se destaca a de ordem étnica.&nbsp;<br>A criança negra era vista como força de trabalho, nela não se buscava a meiguice e a pureza das crianças como se fazia entre os filhos dos senhores.&nbsp;<br>Os jesuítas perceberam as crianças indígenas de forma ameligua por um lado acreditavam que os índios viviam em, momento de pecado e por tanto suas crianças eram sementes de um modo diabólico, por outro também perceberam essas crianças como estando em momentos propício.<br>Ex:<br>Boi,boi, boi&nbsp;<br>Boi da cara preta&nbsp;<br>Pega esse menino que tem medo de careta. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 20:28:01 UTC</pubDate>
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         <title>Terilene azevedo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na infãncia no brasil colonial:a influência sobre as crianças da terra,os direitos da crianças entende-se por infãncia de vida de todos indivíduos com menos de dezoito anos nesta época não havia espaço,para a família mais na verdade o que não existiram eram sentimentos e valores. A criança pela família e pela sociedade era muito breve e muito significante,sendo que ela era mal tinha condições de forçar a memoria e tocar a ser um adulto.<br>Na infãncia quando as crianças passou a ser objeto de estudo,até o século xx&nbsp; o termo abandonado era praticamente inutilizado o castigo físico em crianças não era nenhum novidades no colonial os índigenas que desconheciam n ato de bater em crianças a correção era feita de forma como amor,a trajetória da criança e adolescente no brasil é marcada por diversas privações e dificuldades a concepção de infãncia de hoje e constante transformação socioculturais,qual mudaram os valores os significados das crianças e adolescente dentro da sociedades.<br>Na literatura infantil no brasil eram recontadas por pessoas as quais conhecemos por preto velho, sítio do pica pau e boi tatá e outros assim carinhosamente chamadas são nossos contadores de histórias.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 02:07:41 UTC</pubDate>
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