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      <title>Portfólio | Educação Especial by </title>
      <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf</link>
      <description>Maiara de Sousa Bispo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-30 20:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Diferença entre educação especial e educação inclusiva</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921342458</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapa conceitual</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação pessoal</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921345039</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Escola comum ou especial?</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921351553</link>
         <description><![CDATA[<div>É justamente na convivência com a diversidade nos de modos de ser, de pensar e de viver que aprendemos o significado de inclusão. Conforme Pletsch e Souza (p. 1290, 2021), " [...] as escolas comuns representam o meio mais eficaz de combater atitudes discriminatórias, de criar comunidades acolhedoras, construir uma sociedade pautada no respeito à diferença e dar educação para todos [...]"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre a história da pessoa com deficiência, o modelo social e os direitos humanos</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921386221</link>
         <description><![CDATA[<div>A concepção de uma pessoa com deficiência foi ressignificada de acordo com os períodos históricos. Por muitos anos as pessoas se basearam em teorias místicas e religiosas para compreender as pessoas com deficiências, fazendo com que elas fossem vistas pela sociedade e pela própria família como um infortúnio. Porém, essas explicações se mostraram insuficientes e foram superadas pelo modelo médico que concentrou a razão da deficiência não mais em explicações sobrenaturais, mas em explicações genéticas. No entanto, essa perspectiva biomédica apesar dos benefícios gerados às pessoas com deficiência, as condicionava a uma ideia de déficit, de incapacidade, de corpo com defeito que precisava ser consertado, concentrando-se sempre no fator biológico e intervindo com medicalização. Essa ótica do modelo médico, pois, compreende que o corpo com impedimentos (físicos, intelectuais ou sensoriais) de uma pessoa com deficiência é a razão de suas dificuldades de participação social, e, por sua vez, uma barreira associada ao sujeito, isto é, uma questão individual, centrada no corpo. Então, ao prosseguirmos no percurso histórico da pessoa com deficiência, chegaremos ao modelo social, que incorpora em sua definição os direitos desses sujeitos, e que entende que a verdadeira barreira para a garantia dos direitos sociais da pessoa com deficiência não é o seu corpo com impedimentos, mas sim as barreiras sociais que restringem a participação plena e efetiva das pessoas, ou seja, a sociedade excludente (e seu contexto socioeconômico) é o verdadeiro fator limitante e não a deficiência. A partir dessa concepção social de direitos, o corpo com impedimentos de uma pessoa com deficiência passa a ser reconhecido como expressão da diversidade humana, e, portanto, uma das muitas formas de estar no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o ícone da deficiência</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921417882</link>
         <description><![CDATA[<div>A representação pública da deficiência é a do cadeirante, seja nos sinais de trânsito ou nas portas dos banheiros. No entanto, ao retomarmos na história os primórdios do modelo social da deficiência, encontramos como público alvo os homens - adultos, brancos e portadores de lesão medula - (DINIZ, 2007, p. 60). Esse histórico nos mostra uma população cujas barreiras sociais se restringem às de caráter físico, no entanto, se formos pensar nas mulheres -negras periféricas cadeirantes, as barreiras sociais aumentam consideravelmente, pois, além da questão física, embutida no aspecto arquitetônico, há também nessa conjuntura outros entraves à inclusão, de cunho simbólico e comportamental, como o machismo, o racismo e a desigualdade socioeconômica, portanto, uma questão de gênero, de etnia e de classe. Aliás, ao falarmos de elementos subjetivos, devemos também pensar sobre como são invisibilizadas as pessoas cujas deficiências são ocultas, como as que têm deficiência intelectual, transtorno do espectro autista e as que usam bolsa de colostomia, por exemplo. Diante de tantos impedimentos, por que a escolha pelo ícone do cadeirante e não outra representação? Compreendo que a omissão de outras deficiências é benéfica a uma cultura - da normalidade -, que propaga barreiras a sua efetiva participação social, que depende de fatores imateriais além dos materiais, como a mudança de atitudes em relação à diferença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 21:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo social e interseccionalidade</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921482427</link>
         <description><![CDATA[<div>O Modelo Social analisa a pessoa com deficiência de modo interseccional: etnia/raça, gênero e classe. Também reconhece as questões das pessoas com deficiência sob a ótica da inclusão social, justiça e direitos humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 21:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo social da deficiência na perspectiva dos direitos humanos</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921513509</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 22:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>Planejamento Educacional Individualizado (PEI)</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921536784</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapa conceitual</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 22:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Desenho Universal na aprendizagem</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1921536947</link>
         <description><![CDATA[<div>O DUA (Desenho Universal para a Aprendizagem) diz respeito ao remodelamento do currículo a partir do viés inclusivo, que corresponde a olhar para as necessidades e as demandas de cada indivíduo, com ou sem deficiência. Tendo em mente que a sala de aula é plural, o DUA visa atender à essa diversidade a partir de acessibilidade de avaliações, recursos, estratégias, métodos, materiais envolvendo uma série de oportunidades para a participação de todo o público escolar e que desconstruam as barreiras de aprendizagem dos educandos.</div><div>Esse novo desenho significa, também, repensar nos padrões impostos socialmente, como a normalização dos sujeitos. Essa arquitetura é intencional e planejada para que os alunos se envolvam em uma aprendizagem significativa no sentido da construção e evolução do conhecimento. Não há uma solução única com o DUA, há, na verdade, a possibilidade de propostas pedagógicas inclusivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 22:51:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estratégias comunicativas para educação de alunos surdos</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1923944424</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 23:31:10 UTC</pubDate>
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         <title>Enriquecimento curricular</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1924176577</link>
         <description><![CDATA[<div>Na inclusão educacional dos alunos com indicadores de altas habilidades e superdotação, devemos propor atividades que estimulem e desafiem esses alunos por meio do enriquecimento curricular. Nessas realizações, o papel da comunidade intra e extraescolar é essencial, nesse sentido, as parcerias com instituições de nível superior possibilitam a promoção de visitas, oficinas, projetos de pesquisa, minicursos, feiras de profissões, entre outros, que ampliam e enriquecem as experiências desses sujeitos a partir de seus interesses e curiosidades, estimulando cada vez mais as potencialidades de alunos e seus aprendizados. Não perdendo de vista que o enriquecimento curricular favorece também a aprendizagem dos demais alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 02:21:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno do espectro autista (TEA)</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1924263663</link>
         <description><![CDATA[<div>A comunicação alternativa pode ser estendida também para alunos verbalizados, uma vez que não há contraindicação, pelo contrário representa uma possibilidade de expandir as possibilidades comunicativas da criança. Além dessa estratégia, também sublinho aqui as ações pedagógicas que envolvem a identificação e a valorização dos talentos dos alunos, promovendo a participação e a aprendizagem significativa de todos, aliada à teoria de Vigotski ao planejar um trabalho colaborativo, em pares, para que os alunos se ajudem dependendo dos estágios em que se encontram na zona de desenvolvimento proximal e haja a intervenção docente, quando necessária. Outro ponto de destaque é quanto à importância do envolvimento da família em todo o processo, fato esse que ganhou ainda mais relevância neste momento pandêmico. Ainda sobre a temática do transtorno do espectro autista, deixo aqui grifada a ressalta da professora quanto ao diagnóstico e rotulação das pessoas sem considerar as questões de sua realidade, o seu contexto socioeconômico, como problemas de ordens sanitárias, de moradia, de segurança, dentre outros, visto que influenciam diretamente em seu comportamento e desempenho escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:17:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Altas habilidades e da superdotação</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1924267556</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante desmistificar a ideia de que esse grupamento corresponde à categoria de pessoas muito inteligentes, visto que o mais importante é como a inteligência é usada. Eu concordo com as críticas sobre a aceleração educacional por apresentar, em determinados casos, aspectos negativos, por exemplo, quando uma criança apresenta capacidade em termos acadêmicos para a referida progressão, mas ainda não está preparada em termos emocionais, afetando assim a situação acadêmica. Quanto à definição do que seria ter altas habilidades, a professora explica que a pessoa pode apresentar indicadores de altas habilidades em variadas áreas, como em artes, música, esportes, superando assim a ideia equivocada que atribui esse conceito de forma restrita aos aspectos acadêmicos. Nesse sentido, diferentes abordagens de enriquecimento curricular podem ser utilizadas para estimular e ampliar as capacidades desses sujeitos por meio de recursos e estratégias, como projetos de literatura, sala de leitura, laboratório de informática, entre outros, que demandam necessariamente de trabalho colaborativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Deficiência múltipla</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1924276134</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos sobre&nbsp;deficiência múltipla, necessariamente, consideramos a presença da deficiência intelectual associada à outra deficiência. Quanto ao referencial teórico, partimos do pensamento de Paulo Freire ao reconhecer e valorizar as experiências de vida dos alunos e a sua leitura de mundo, assim como destaca-se a perspectiva histórico-cultural de Vigotski ao compreender as influências da relação do educando com o meio ambiente (físico e social) e o desenvolvimento das suas funções psicológicas superiores como pensamento abstrato, raciocínio espacial e lógico-matemático. Nessa direção, as intervenções pedagógicas por meio de uma perspectiva inclusiva dizem respeito a atender a todos em suas particularidades, sejam esses alunos com ou sem deficiências. Essa compreensão nos impulsiona a repensar a nossa educação: a configuração da sala de aula, os recursos pedagógicos, as estratégias e as intervenções de ensino a fim de incluir a diversidade cultural de nossas salas de aula. Cada aluno tem o seu tempo de aprendizagem, de internalização de conceitos e esse processo depende do meio social ao qual está inserido, da sua bagagem, ou melhor, do seu capital cultural. Nesse processo, a escola tem o papel, dentre outros, de oportunizar aos alunos a apreensão de conceitos científicos e as pesquisas do campo da neurociência através da neuroplasticidade indicam que os alunos com deficiências intelectuais não estão impedidos dessa aquisição. Muito pelo contrário, o que impede qualquer pessoa de progredir em seu desenvolvimento e capacidades é a negação de aprendizagem escolar, dentre outros direitos pela falta de oportunidades e de condições sociais adequadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Vigotski para o desenvolvimento de crianças com deficiência intelectual</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1924310847</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:51:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Práticas interventivas na educação de alunos com TEA</title>
         <author>maiarabispo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 20:15:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estratégias comunicativas para educação de alunos surdocegos</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1928370478</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 02:20:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Currículo escolar na perspectiva do DUA (Desenho Universal na aprendizagem)</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1928393479</link>
         <description><![CDATA[<div>Nuvem de palavras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 02:52:33 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações finais</title>
         <author>maiarabispo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em linhas gerais, a disciplina me possibilitou ampliar os meus conhecimentos sobre a educação inclusiva, abrangendo aspectos históricos, políticos, pedagógicos, socioculturais. Quanto a este último, eu pude mudar a minha forma de compreender o outro, em especial, a respeito da deficiência intelectual, por ser uma completa incógnita inicialmente que está sendo desvendada aos poucos e, com isso, desconstruindo ideias equivocadas. Aliás, durante o trimestre, eu tive acesso a muitas concepções novas, incluindo a articulação com as ações docentes em função da escolarização dos sujeitos com deficiências. E, nesse sentido, vou grifar aqui um marco importante para mim quando à efetividade da inclusão educacional: a dimensão atitudinal, pois as mudanças conceituais e procedimentais só surtem efeito em consonância com essa última instância, que condiciona o nosso olhar e o nosso posicionamento quanto ao outro. Como educadora em formação, eu aprendo a cada dia mais sobre o respeito ao tempo e modos de aprendizagem, e a perspectiva da educação inclusiva, que propõe o atendimento a cada necessidade discente, sem dúvida, colaborou para ressignificar as minhas concepções iniciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 04:08:09 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos político-históricos da educação especial na perspectiva da inclusão educacional</title>
         <author>maiarabispo</author>
         <link>https://padlet.com/maiarabispo/hvcsxwi14ksvvuyf/wish/1932084629</link>
         <description><![CDATA[<div>Linha do tempo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-06 20:18:58 UTC</pubDate>
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