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      <title>Sistemas de escrita by Isaías Leonardo Fragoso e Silva</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-01 23:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>4.000 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540856321</link>
         <description><![CDATA[<div>O registro de escrita mais antigo, por volta de 4.000 a.C., foi encontrado em Uruque, na Suméria (sul da Mesopotâmia em que fica o Iraque atualmente), conhecido como sistema cuneiforme. Trata-se de uma forma de escrita linear que era gravada na argila úmida com a ponta de um estilete de vime, tendo assim, a forma de cunha com aproximadamente dois mil signos, em que uns representavam palavras e outros prefixos e radicais. O recurso era utilizado para registrar situações políticas, econômicas e factuais da época (BOMENY, 2010; PAULUK, 2004).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 23:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>3.000 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Egito, desenvolveram-se os hieróglifos, que significa “entalhe sagrado” (também conhecidos como glifos, que correspondem a desenhos gravados em relevo). O sistema era composto por figuras e símbolos que representavam sons ou ideias e era dividido em três formas principais:</div><ol><li>escrita pictográfica caracterizada por imagens;</li><li>ideogramas que representavam ideias por meio de símbolos</li><li>fonograma em que cada hieróglifo existente era representado por um som.&nbsp;</li></ol><div>Para registrá-los, os egípcios pintavam os caracteres na madeira, em superfícies lisas ou os esculpiam nas pedras. Esse sistema de escrita tinha aproximadamente 500 símbolos, que eram compostos por pessoas, animais, plantas, partes do corpo e utensílios. Eram utilizados em contextos religiosos e funerários, podendo ser identificados em templos, sarcófagos e tumbas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 23:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>3.500 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540860801</link>
         <description><![CDATA[<div>A escrita chinesa também é outro exemplo de registro ideográfico que data de cerca de 3.500 anos atrás, em Anyang, na região leste chinesa. Os registos eram feitos com, cerâmicas, pedaços de ossos de animais e materiais perecíveis, como seda ou bambu, sendo muito recorrente o uso de cavalos, que figuravam o animal, e círculos com risco ao meio, representando o sol. A princípio, os caracteres chineses representavam ideias, mas o sons foram incluídos posteriormente por meio de alguns recursos fonéticos para representar alguns sons da fala.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 23:35:18 UTC</pubDate>
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         <title>1.200 a.C</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540861382</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os fenícios, que habitavam o território que hoje é o sul do Líbano e a fronteira com o Mar Mediterrâneo, dedicavam-se ao comércio marítimo e deixavam suas marcas nos locais em que passavam. Assim, desenvolveram o alfabeto para facilitar as práticas comerciais pelo Mar Mediterrâneo. A escrita fenícia utilizou símbolos para representar os sons em detrimento dos símbolos figurativos ou abstratos (BOMENY, 2010).&nbsp;</li><li>Assim, o alfabeto fenício foi o precursor de muitos outros sistemas de escrita, como o alfabeto árabe, o hebreu, o grego, o latino, entre outros.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 23:37:47 UTC</pubDate>
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         <title>800 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540862045</link>
         <description><![CDATA[<div>O alfabeto grego era composto por 24 letras, foram os primeiros a aprenderem a escrever com o alfabeto com a escrita silábica. Isso ocorreu por volta de 1500 a.C., mas os símbolos não permitiam o registro preciso dos sons. Inicialmente, a escrita grega era da direita para a esquerda, assim como a fenícia, mas foi sendo modificada gradativamente até mudar a direção da esquerda para a direita. As letras também foram usadas para representar sistemas numéricos. Na atualidade, o alfabeto é utilizado pela Grécia e por comunidades gregas ao redor do mundo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 23:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>700 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540870194</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O povo etrusco e sua linguagem permanecem ainda pouco conhecidos. Foram encontrados registros de sua escrita, mas ela se apoiava na natureza da língua falada, que não perdurou. Dessa forma, é praticamente impossível decifrar as palavras, mesmo que se reconheçam os símbolos (BUSIC-SYNDER; CLAIR, 2009).</li><li>Como o alfabeto dos etruscos estava baseado na escrita grega ocidental, as letras, a pronúncia, a estrutura geral da frase e muitos nomes próprios são geralmente compreendidos. Porém o significado de muitas palavras não pode ser inferido pelo contexto, tornando-se um grande obstáculo para se decifrar totalmente o idioma. Um aspecto interessante que se pode denotar a partir do vasto número de inscrições remanescentes é que algum grau de alfabetização era relativamente comum, inclusive entre as mulheres, e estava espalhado por toda a Etrúria (BUSIC-SYNDER; CLAIR, 2009).&nbsp;</li><li>Os etruscos adaptaram o alfabeto importado da Grécia para os padrões de sua língua falada. O alfabeto etrusco tinha 26 signos, mas alguns não eram usados por serem de origem grega, sem um som correspondente no etrusco falado, como beta, gama, delta e ómicron. Da mesma forma, algumas letras foram adicionadas para cobrir sons etruscos que não existiam no grego (por exemplo, 8 para o som F). Apenas quatro vogais eram utilizadas (a, e, i e u), e os textos eram lidos da direita para a esquerda, embora os mais longos pudessem ter direções alternativas em cada linha (bustrofédon) (BUSIC- -SYNDER; CLAIR, 2009).&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 00:17:29 UTC</pubDate>
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         <title>650 a.C.</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Desde o final do século VII a.C., os romanos utilizavam a escrita dos gregos, que haviam conhecido a partir dos etruscos. Eles também promoveram algumas alterações, até chegarem ao modelo conhecido como alfabeto latino. “Este alfabeto de maiúsculas, também chamado de Capitalis Monumentalis, vai influenciar todas as formas de escrita latina que se seguiram” (CARDOSO, 2008, documento on-line).&nbsp;</li><li>O alfabeto romano é composto por 23 letras. “As letras A, B, E, Z, I, K, M, N, O, T, Y e X foram adaptadas quase sem alterações, a partir dos originais gregos. Outras foram remodeladas para formar as letras C, G, L, S, P, R e D” (CARDOSO, 2008, documento on-line). Além dessas, os romanos recuperaram as letras V, F e Q, que eram usadas na língua grega.&nbsp;</li><li>No processo de esculpir na pedra, os romanos foram responsáveis pela introdução de um traço estilístico importante até hoje: as serifas. Inicialmente, as letras romanas escreviam-se (ou esculpiam-se) sem acabamentos terminais e com hastes de grossura regular; só gradualmente, com o aperfeiçoamento das ferramentas para trabalhar a pedra, é que se desenvolveram as terminações designadas por serifas (HEITLINGER, 2006, p. 18).&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 00:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>As letras do Império Romano</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <em>capitalis quadrata </em>era a letra registrada em pedras, usada em monumentos que marcavam guerras e conquistas do Império Romano. Trata-se de letras versais (caracteres em formato maiúsculo) cinzeladas em pedra, embora também tenham sido utilizadas em outros suportes, como o pergaminho e o papiro. Tinha traços orgânicos, e havia variação em sua grossura. Além disso, por vezes era integrada em outra forma considerada mais rústica (HEITLINGER, 2006).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 00:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>As letras do Império Romano</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para obter uma substancial economia de espaço desenvolveu-se no Império Romano uma letra condensada, a capitalis rustica. Era pintada à mão em cor preta ou vermelha, servia para apregoar nas paredes produtos e serviços, fazer anúncios políticos etc. Com esta capitalis rustica obteve-se uma versão mais fluida e mais caligráfica da quadrata, uma letra um pouco menos formal, mas apertada e econômica (HEITLINGER, 2006, p. 19).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>As letras do Império Romano</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já a capitalis monumentalis é uma versão posterior da escrita romana, introduzida entre 100 a. C. e 100 d. C., na época dos imperadores Augusto e Nerva. É considerada uma forma mais elaborada, elegante, usada nas lápides dos monumentos projetadas em homenagem aos imperadores, que eram vistos como deuses eternos (HEITLINGER, 2006).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:05:22 UTC</pubDate>
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         <title>As letras do Império Romano</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A raiz das letras minúsculas de hoje encontra-se nas letras romanas usadas para documentos vulgares. Para acelerar a escrita destes documentos, os romanos alongaram e comprimiram as formas das letras da quadrata.<br>Para contrariar a perda de legibilidade, resultante dessa compressão, introduziram-se prolongamentos em várias letras. Apareceram hastes descendentes e ascendentes para marcar mais pronunciadamente as formas características das letras. Nasceu assim a cursiva, um gênero de letra apressada, que se escrevia em todo o tipo de suportes (HEITLINGER, 2006, p. 24).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>As letras do Império Romano</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540884557</link>
         <description><![CDATA[<div>As unciais foram uma evolução tardia das maiúsculas romanas. Apareceram no declínio do Império Romano, persistiram no reino de Bizâncio e durante toda a Idade Média, formando uma das múltiplas ligações entre a cultura gráfica tardo-romana e a prática tipográfica contemporânea.</div><div>As unciais evoluíram a partir da capitalis quadrata; são versais com formas pronunciadamente arredondadas. Foram usadas desde fins do século IV até ao século VIII por escribas latinos e gregos. As primeiras manifestações da uncialis mostram letras largas, simples, amiúde riscadas</div><div>com um só traço, tirando partido da superfície lisa do pergaminho, que então começou a substituir o papiro (o papiro, de superfície mais rugosa, pede letras compostas de</div><div>vários traços) (Heitlinger, 2006, p. 30).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>As formas escriturais da Idade Média</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Entre o final do século VIII e o início do século IX, é fixado o padrão de caligrafia carolíngia — ou seja, sob a égide do reinado de Carlos Magno — como forma de unificar as letras utilizadas e, assim, transmitir a sensação de unidade do império. Trata-se de uma escrita mais clara, para facilitar a leitura e tornar mais ágil o trabalho dos escribas (SOUZA; SANTOS FILHO; TRINCHÃO, 2015).</li><li>Baseada nas unciais celtas, a caligrafia carolíngia apresenta características arredondadas e cheias em seus caracteres. Traz em seu desenho aspectos do gestual do uso da pena, característico nas ascendentes, o que confere uma aparência quase afunilada ao estilo. O uso de caixa-baixa de forma uniformizada teve início com o estilo carolíngio.&nbsp;</li><li>Foi Alcuin of York, abade de St. Martin de Tours de 796 a 804, quem supervisionou a padronização da caligrafia carolíngia, fazendo com que grande parte dos textos eclesiásticos e seculares fossem reescritos nesse novo formato. Utilizando caracteres em letras maiúsculas e minúsculas, esse novo padrão definiu conjuntamente os sinais de pontuação (KANE, 2012).&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:28:24 UTC</pubDate>
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         <title>As formas escriturais da Idade Média</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
         <link>https://padlet.com/isaiasleonardo/huxubaalah6p9ylm/wish/2540886487</link>
         <description><![CDATA[<div>O estilo românico de caligrafia, por sua vez, surgiu após o reinado de Carlos Magno, quando o estilo carolíngio evoluiu em diversas variações utilizadas pelos monges copistas. Esse estilo, desenvolvido entre 800 e 1000, tem como característica a criatividade nos trabalhos das formas e dos traços, com acréscimos inovadores. Em suas formas, apresenta intersecções, sobreposições e fusões, tanto nas letras quanto nas gravuras. Pode-se dizer que suas inspirações foram as caligrafias celta e rústica. No entanto, de tão inventivo e experimental, com incorporação de formas geométricas, cruzamentos de linhas e traços, tão diversos quanto permite a criatividade do escriba, e por não apresentar uma característica que o situa geograficamente, é impreciso definir com exatidão quais foram as influências desse estilo (CLAIR; BUSIC-SNYDER, 2009).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>As formas escriturais da Idade Média</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diz-se de ou tipo de escrita uncial com traços curvos e hastes prolongadas, evoluindo para o uso de minúsculas [Adotada pelos mosteiros a partir do século VI, exerceu grande influência nas escritas europeias da Idade Média.] (HOUAISS, 2009).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>As formas escriturais da Idade Média</title>
         <author>isaiasleonardo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir da segunda metade do século XII, passou a ser desenvolvido em países como Alemanha, França e Inglaterra um estilo caligráfico com letras mais compridas, angulosas e verticais, um estilo mais agudo, que foi denominado gótico (SOUZA; SANTOS FILHO; TRINCHÃO, 2015). Esse estilo costuma ser associado a textos religiosos, pois era o estilo de texto mais comumente produzido no período, quando o estilo gótico de caligrafia era o mais utilizado, com sua estética associada às formas angulosas e verticais da arquitetura gótica (CLAIR; BUSIC-SNYDER, 2009).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 01:54:28 UTC</pubDate>
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