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      <title>Epilepsia by </title>
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      <description>acadêmicos(as): Fernanda Ferreira, Giselle Lopes, Rafaela Ferreira, Renato Magnus e Wagner Oliveira.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-17 11:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>PORTARIA CONJUNTA Nº 17, DE 21 DE JUNHO DE 2018 - Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Epilepsia.</title>
         <author>rafaelaferreirapsico</author>
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         <description><![CDATA[<div>Adicionado por Rafaela Ferreira Avila da Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1197832315/8380ee5e06a59964a8d6a49e55cdf2e2/protocolo_epilepsia.pdf" />
         <pubDate>2021-05-18 23:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>LBE - Liga Brasileira de Epilepsia</title>
         <author>gilt7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1537837121</link>
         <description><![CDATA[<div>Feito por Giselle Lopes Telles&nbsp;<br><br>Quem Somos<br><br></div><div>&nbsp;A Liga Brasileira de Epilepsia é uma associação que congrega médicos e outros profissionais dedicados à saúde das pessoas com epilepsia.&nbsp;</div><div><br>Nossa Missão<br><br></div><div>&nbsp;A LBE tem a missão de promover recursos para o ensino e pesquisas destinado a prevenção, diagnóstico e tratamento da epilepsia..&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 23:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>Relato da vivência com aluna portadora de Epilepsia- Fernanda Ferreira da Silva</title>
         <author>fernandaferreiraadv</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1537845339</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2019, tem a honra de ser professora de uma menina, que por ética não revelarei seu nome e esta era portadora de epilepsia. Ela tinha 15 anos na época, em virtude das recorrentes crises, sua aprendizagem havia sido afetada.&nbsp;<br>Apresentava dificuldades na área das linguagens e exatas. Eu ministrava a disciplina de matemática e era necessário adaptar as aulas para ela. A aluna sofria um alto grau de falta de visão, ocasionado também pela doença, sofria de depressão e vinha de uma família de classe média baixa. Como professora, ficava sempre atenta para retirá-la da sala assim que os sinais começassem, primeiramente para preservá-la, pelo constrangimento, pois acabava se debatendo, urinando e ficando muito debilitada e após, com os demais alunos. Por fim, uma experiência onde a empatia foi o sentimento que defino como principal e só tenho gratidão por ter tido esta aluna na minha jornada profissional.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:04:25 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem Ilustrativa de Epilepsia</title>
         <author>rafaelaferreirapsico</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1537850476</link>
         <description><![CDATA[<div>Adicionado por Rafaela Ferreira Avila da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:07:48 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo - Epilepsia: concepção histórica, aspectos conceituais, diagnóstico e tratamentoO artigo selecionado apresenta como a epilepsia passou de uma atividade considerada como um ataque de um espírito ou deus (um assunto espiritual), para uma patologia cerebral reconhecida, que afeta a evolução das funções nervosas.No século 20, houve grande avanço nos estudos sobre epilepsia, porém, ainda não há um consenso sobre a doença. Cada autor a define de uma maneira diferente e algumas regiões do globo sequer já compreendem como doença.	MOREIRA, Sebastião Rogério Góis. Epilepsia: concepção histórica, aspectos conceituais, diagnóstico e tratamento. Mental,  Barbacena ,  v. 2, n. 3, p. 107-122, nov.  2004 .   Disponível em &lt;http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-44272004000200009&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. acessos em  18  maio  2021.</title>
         <author>renatomagnusdarosa</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1537935731</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>Panfleto sobre Epilepsia</title>
         <author>rafaelaferreirapsico</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1540449484</link>
         <description><![CDATA[<div>Feito por Rafaela Ferreira Avila da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 16:45:29 UTC</pubDate>
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         <title>Propriedades terapêuticas da Cannabis sativa e Epilepsia </title>
         <author>wagneroliverdias</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1555483005</link>
         <description><![CDATA[<div>O jornal IJERPH teve uma publicação em abril deste ano (Abril/2021), cujo título seria “Eficácia dos fitocanabinóides no tratamento da epilepsia: novas abordagens e avanços recentes” dos autores Aaron M. Farrelly , Styliani Vlachou&nbsp; e Konstantinos Grintzalis pertencentes a Divisão de Neuropsicofarmacologia, Laboratório de Neurociência Comportamental, Escola de Psicologia, Faculdade de Ciências e Saúde, Dublin City University, Glasnevin, Dublin 9, Irlanda e&nbsp; Escola de Biotecnologia, Faculdade de Ciências e Saúde, Dublin City University, Glasnevin, Dublin 9, Irlanda respectivamente. O objetivo geral dessa revisão é explorar outros novos fitocanabinóides e seu lugar no tratamento da epilepsia, por meio de uma exploração dos alvos moleculares subjacentes às capacidades anticonvulsivantes do canabidiol (CBD), canabidavarina (CBDV), delta-9-tetrahidrocanabivarina (Δ 9 -THCV) e cannabigerol (CBG). Contudo, no estudo foi apontado que atualmente não há dados suficientes relacionados às características de segurança dos outros fitocanabinóides, com exceção do Canabidiol (CBD) que já vem sendo utilizado em tratamentos, mas que merecem atenção para estudos e aplicações futuras.</div><div>Em 2015 a ANVISA retirou o CBD da lista de substâncias ilegais, passando para a lista de substâncias controladas, exigindo receita e laudo médico para a importação. Sendo um medicamento ainda novo, os médicos ainda não chegaram a um consenso sobre a forma mais efetiva de seu uso, até o momento seu uso pode ser através de comprimidos ou óleo produzidos em laboratório, ou também fumado, esse método age mais rapidamente através dos pulmões que leva diretamente para corrente sanguínea, porém não é a forma mais indicada por ser prejudicial a saúde pulmonar por causa da queima de materiais e da fumaça.&nbsp;</div><div>O nosso sistema nervoso central, mais diretamente o cérebro, possui receptores específicos para diversas substâncias endógenas. Diversos medicamentos agem nesses receptores, ajudando-os a captar essas substâncias ou bloqueando-os para que não captem substâncias que podem causar problemas Um dos tipos de receptores são os receptores canabinóides. Eles são conhecidos por CB1 e CB2. O THC é uma das substâncias que possuem afinidade com estes receptores e os ativa. O efeito colateral acontece por causa da ativação do CB1 pelo THC. Diferente do THC, o CBD possui pouca afinidade pelos receptores canabinóides do cérebro, mas é um antagonista deles. Isso quer dizer que, quando ele se liga a esses receptores, ocupa o espaço sem ativá-los, impedindo que eles sejam ativados pelas substâncias com afinidade. Com isso um dos efeitos do CBD é uma redução no efeito do THC. Porém, a diferença é pouca, já que, ao ocupar receptores CB2, a concentração de THC nos receptores CB1 fica maior.</div><div>Ainda existem muitas incógnitas quanto aos mecanismos exatos onde os fitocanabinóides produzem efeitos anticonvulsivantes,&nbsp; mesmo assim não impediu que o Canabidiol (CBD), princípio ativo extraído da Cannabis sativa (nome científico da maconha ), fosse aprovada para o uso terapêutico para tratar a epilepsia, agindo mais direcionado para a redução de convulsões. <br>Farrelly, A.M.; Vlachou, S.;Grintzalis, K. Efficacy of Phytocannabinoids in Epilepsy Treatment: Novel Approaches andRecent Advances. Int. J. Environ. Res.Public Health <strong>2021</strong>, 18, 3993. https://doi.org/10.3390/ijerph18083993<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 22:21:13 UTC</pubDate>
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         <title>Panfleto sobre primeiros socorros diante de uma crise epiléptica</title>
         <author>fernandaferreiraadv</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1557453051</link>
         <description><![CDATA[<div>Feito por Fernanda Ferreira da Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1201182551/15b32fb7dca4f24a90bf13c8c0317b29/Primeiros_socorros_diante_de_uma_crise_Epil_ptica.pdf" />
         <pubDate>2021-05-25 13:08:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Feito por Giselle L Telles   De acordo com as autoras Maria Helena Silva Noffs et al, Avaliação Neuropsicológica de Pessoas com Epilepsia. Visão Crítica dos Testes Empregados na População Brasileira, pág. 84, 2002.</title>
         <author>gilt7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1559071437</link>
         <description><![CDATA[<div>Os testes neuropsicológicos utilizados para a avaliação de memória em pacientes com epilepsia focal devem ser sensíveis às várias disfunções temporais, do hipocampo, da amígdala e das estruturas límbicas, que estão também intimamente envolvidas no processo de retenção das informações. A avaliação deve possibilitar melhor delimitação da reserva de memória de cada um dos hemisférios cerebrais, isto é, da capacidade do hemisfério cerebral contralateral à lesão e/ou disfunção em suprir as funções do outro hemisfério, para garantir-se, nos casos de lobectomia temporal ou hipocampectomia unilateral, a manutenção das atividades cotidianas. A avaliação neuropsicológica tem como objetivos:&nbsp;<br>• Conhecer a base do funcionamento cognitivo.&nbsp;<br>• Definir o nível intelectual (QI).&nbsp;<br>• Avaliar linguagem, atenção, memória, percepção e funções executivas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 19:31:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A neuropsicologia e os testes para diagnosticar a epilepsia </title>
         <author>gilt7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1559199111</link>
         <description><![CDATA[<div>Feito por Giselle Lopes Telles<br><br>&nbsp;As informações hoje disponíveis sugerem que, quanto maior a frequência das crises epiléticas, maior é a probabilidade de comprometimento do funcionamento intelectual.&nbsp;</div><div>Uma área de atuação em que a avaliação neuropsicológica se faz necessária é na investigação pré cirúrgica dos pacientes candidatos à cirurgia para o controle das crises, podendo estabelecer os possíveis riscos e sequelas, principalmente no que se refere à linguagem e memória, bem como permitir uma comparação com base quantitativa e qualitativa entre os períodos pré e pós-operatório. O objetivo essencial de uma bateria neuropsicológica básica em pacientes com epilepsia é o de possibilitar a avaliação do desempenho cognitivo global, assim como a determinação das disfunções específicas de atenção, memória, linguagem e funções executivas que são os processos básicos para a construção e desenvolvimento das habilidades intelectuais.&nbsp;</div><div>Assim, os testes neuropsicológicos utilizados para a avaliação de memória em pacientes com epilepsia focal devem ser sensíveis às várias disfunções temporais, do hipocampo, da amígdala e das estruturas límbicas, que estão também intimamente envolvidas no processo de retenção das informações.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Do exame neuropsicológico:</strong> funções a serem avaliadas e os testes<br><br></div><ul><li><em>Lateralidade Verifica a dominância manual.&nbsp;</em></li></ul><div><br></div><ul><li><em>Nível intelectual&nbsp;</em></li></ul><div>Estima-se a inteligência geral através do desempenho em dois subtestes da escala Wechsler que investigam funções verbais e nãoverbais complexas. Testes: vocabulário (WAIS-R)&nbsp;</div><div>Teste: cubos (Wechsler adult intelligence scalerevised – WAIS-R). Visa averiguar a capacidade de análise, síntese e planejamento de coordenadas visuoespaciais e a praxia construtiva. Pede-se ao sujeito que reproduza com cubos de faces coloridas, desenhos com graus de complexidade crescente que lhe são mostrados&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><em>Atenção e funções executivas</em></li></ul><div>São avaliadas diversas modalidades da atenção, da amplitude à seletividade, bem como planejamento e flexibilidade mental. Teste: dígitos (Wechsler memory scale-revised – WMS-R)</div><div>Teste: tapping (WMS-R). Tem por objetivo avaliar a amplitude de memória não-verbal imediata e controle mental</div><div>Teste: trilhas A e B (trail making test – TMT). Avalia a capacidade de engajamento e flexibilidade mental, o rastreamento visual, a destreza motora e a memória operacional.&nbsp;</div><div>Teste: Stroop (Stroop Test). Avalia a seletividade atencional e flexibilidade cognitiva que permitem que se inibam respostas impulsivas ou firmemente estabelecidas em prol da instrução oferecida.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><em>Praxia construtiva</em>&nbsp;</li></ul><div>Engloba a organização visuoespacial, a capacidade práxica e visuomotora, o planejamento e as estratégias de resolução de problemas em atividades de cópia de desenhos e construções com cubos. Teste: figura complexa de Rey (Rey-Osterrieth complex figure test – CFT)&nbsp;</div><div>Teste: desenho do relógio (drawings to command – clock). Apura-se a capacidade de representação gráfica da figura familiar de um relógio.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><em>Linguagem </em></li></ul><div>Implica na avaliação do discurso em sua fluência, riqueza de vocabulário e prosódia, bem como na análise da compreensão verbal geral. Teste: fluência verbal (FAS Test). Avalia a capacidade de evocar palavras (sob condições delimitadas) e estratégias de resolução.&nbsp;</div><div>Teste: nomeação de Boston (Boston naming test – BNT). Pretende apurar a habilidade de nomear figuras apresentadas uma a uma, espontaneamente ou com auxílio de pistas visuais e/ou fonêmicas. Registra-se a ocorrência de parafasias e paragnosias visuais entre outros tipos de erro.&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><em>Memória </em></li></ul><div>Compreende o estudo da memória episódica de curto e de longo prazo, tanto para material verbal (textos e palavras) como visual (figuras), discriminando dificuldades de aquisição, retenção e de evocação.</div><div>Teste: memória lógica I e II (WMS-R). Verifica-se a habilidade de reter o conteúdo de duas histórias que são apresentadas oralmente&nbsp;</div><div>Teste: reprodução visual I e II (WMS-R). Verifica-se a capacidade de retenção de material visual sob a forma de quatro desenhos geométricos impressos em cartões individuais&nbsp;</div><div><br></div><ul><li><em>Aprendizagem </em></li></ul><div>Verifica-se a capacidade de aprendizagem e retenção de uma série de palavras e de desenhos, a amplitude da memória, suscetibilidade a interferências, estratégias de resolução de problemas e memória de reconhecimento. Testes: lista de palavras de Rey (Rey auditory verbal learning test – RAVLT). Lê-se uma lista de 15 palavras (lista A), pausadamente, por cinco vezes. O sujeito deve repetir as palavras, na ordem em que quiser, após cada apresentação. Em seguida, apresenta-se outra lista (lista B), que deve também ser repetida imediatamente pelo sujeito, tendo como objetivo servir de interferência no processo de aprendizado da lista A. A lista A deve então ser novamente evocada após esta interferência e após 30 minutos. Não sendo evocadas espontaneamente as 15 palavras neste último momento, usa-se o procedimento de reconhecimento por múltipla escolha. Tempo de aplicação: de 10 a 15 minutos.</div><div>Teste: aprendizagem de figuras de Rey (Rey visual design learning test – RVDLT).Apresenta-se lentamente uma série de 15 cartões contendo desenhos geométricos, cinco vezes consecutivas. O sujeito deve reproduzir os desenhos, na ordem em que quiser, após cada apresentação. Faz-se a interferência com a aplicação de outra prova envolvendo estímulos visuais. Logo após a interferência, os desenhos originais devem ser evocados, e novamente após 30 minutos. Sendo necessário, usa-se o procedimento de reconhecimento das figuras por múltipla escolha. Tempo de aplicação: aproximadamente 15 minutos.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 20:16:28 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo a ser preenchido do histórico do desenvolvimento neuropsicomotor</title>
         <author>gilt7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por Giselle Lopes Telles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 21:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo de quadro/resumo da Avaliação Neuropsicológica</title>
         <author>gilt7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por Giselle Lopes Telles</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 21:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>Quem tem epilepsia pode ter carteira de Habilitação?</title>
         <author>rafaelaferreirapsico</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1559406952</link>
         <description><![CDATA[<div>Feito por Rafaela Ferreira Avila da Silva </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 21:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem ilustrativa Teste Figuras Complexas de Rey</title>
         <author>wagneroliverdias</author>
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         <pubDate>2021-05-25 21:57:02 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem Ilustrativa WAIS-R</title>
         <author>wagneroliverdias</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelaferreirapsico/hue1hqv66k5mb84w/wish/1559432000</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 22:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento farmacológico para Epilepsia</title>
         <author>wagneroliverdias</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nenhum anticonvulsivante controla sozinho todos os tipos de crise epiléptica; pacientes diferentes requerem fármacos distintos. Algumas vezes, os pacientes necessitam de vários fármacos. Tradicionalmente, fármacos costumavam ser separados em grupos mais antigos e mais recentes com base em quando eles se tornavam disponíveis. No entanto, alguns dos assim chamados fármacos mais recentes estão disponíveis há muitos anos. Alguns Anticonvulsivantes utilizados são a Lamotrigina, o Levetiracetam, o Topiramato, o Valproato e a Zonisamida. Variando de acordo com a necessiade e o potencial das crises. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 22:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>Áudio de apresentação</title>
         <author>fernandaferreiraadv</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito por Fernanda Ferreira da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 22:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>Epilepsia | Drauzio Comenta #61</title>
         <author>wagneroliverdias</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 22:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>Reportagem: Epilepsia é um problema de saúde pública</title>
         <author>rafaelaferreirapsico</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito por Rafaela Ferreira Avila da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas de Epilepsia</title>
         <author>gilt7</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito  por Giselle Lopes Telles<br><br>Convulsão<br><br></div><div>A crise convulsiva (convulsão) é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como "ataque epiléptico". Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar. Geralmente, <strong>a crise dura segundos ou até cerca de 5 minutos.<br></strong><br></div><div><br>Desligamento<br><br></div><div>A crise do tipo "ausência" é conhecida como "desligamentos". A pessoa fica com o olhar fixo, perde contato com o meio por alguns segundos. Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é percebida pelos familiares e/ou professores.<br><br>Alerta<br><br></div><div>Há um tipo de crise que se manifesta como se a pessoas estivesse "alerta" mas não tem controle de seus atos, fazendo movimentos automaticamente. Durante esses movimentos automáticos involuntários, a pessoa pode ficar mastigando, falando de modo incompreensível ou andando sem direção definida.<br><br></div><div>Em geral, a pessoa não se recorda do que aconteceu quando a crise termina. Esta é chamada de crise parcial complexa.<br><br></div><div><br>Alerta<br><br></div><div>Há um tipo de crise que se manifesta como se a pessoas estivesse "alerta" mas não tem controle de seus atos, fazendo movimentos automaticamente. Durante esses movimentos automáticos involuntários, a pessoa pode ficar mastigando, falando de modo incompreensível ou andando sem direção definida.<br><br></div><div>Em geral, a pessoa não se recorda do que aconteceu quando a crise termina. Esta é chamada de crise parcial complexa.<br><br>Existem outros tipos de crises que podem provocar quedas ao solo sem nenhum movimento ou contrações ou, então, ter percepções visuais ou auditivas estranhas ou, ainda, alterações transitórias da memória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 23:21:59 UTC</pubDate>
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