<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de aprendizagem da UC Introdução aos Estudos Literários by beatriz dias</title>
      <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk</link>
      <description>Beatriz Dias (59274)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-16 23:00:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-02 12:50:04 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Apresentação </title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2944952840</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu nome é Beatriz, tenho 18 anos e sou de Macedo de Cavaleiros. </p><p>No secundário escolhi a área de humanidades, uma vez que as minhas habilidades para a matemática não eram as melhores, o que não é muito coerente sendo que escolhi o curso de educação básica.</p><p>Mas foi ai que tudo começou, durante o meu percurso escolar tive vários professores que me marcaram, tanto positiva como negativamente, e toda esta falta de interesse pela matemática começou com alguns desentendimentos com a professora da disciplina.</p><p>Apesar de achar que fiz uma boa escolha ao ir para a área de humanidades, sinto que tudo isto limitou de certa forma as minhas escolhas e uns anos depois quando cheguei ao secundário deparei-me com um grande dilema, o que é que eu quero tirar na universidade? o que eu quero fazer para o resto da minha vida?</p><p>Nesse momento questionei as minhas escolhas anteriores, e comecei a pensar se não teria sido mais fácil ter ido para a área de ciências uma vez que nesta área existe mais abertura para os cursos superiores e que existe todo aquele estereótipo de que os cursos de humanidades não são uma boa escolha de carreira e de futuro. Mas mesmo que fosse isso que eu quisesse teria sido uma escolha pouco prática porque sem as bases de matemática que devia ter aprendido quando era mais nova conseguir acompanhar os conteúdos teria sido um grande desafio.</p><p>Até que à procura de um curso que me despertasse interesse encontrei educação básica e foi como "amor à primeira vista", quando comecei a pensar sobre isso percebi que queria ser professora e que queria fazer a diferença na vida dos meus futuros alunos.</p><p>Acredito que professor é a profissão mais importante de todas, sem um professor um médio não se torna médico, um engenheiro engenheiro e por ai em diante.</p><p>Depois do maior desfio que foi escolher o curso, veio a fase do concurso nacional. Eu sempre soube que queria ficar perto de casa então as minhas opções eram o IPB ou a UTAD, acabei por ficar no IPB que era a minha segunda opção, no inicio fiquei um bocado desapontada por não ter entrado na primeira opção mas um semestre depois vejo que foi a melhor coisa que me aconteceu, fui muito bem recebida na terra dos amigos para sempre e fiz amizades incríveis que eu acredito que vou levar comigo mesmo quando tiver de me despedir de Bragança. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2381434065/a0b6c92e1f485b0258497c92971cb243/IMG_7751.HEIC" />
         <pubDate>2024-04-05 22:23:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2944952840</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ABRIL DE SIM ABRIL DE NÃO</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2944969463</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu vi Abril por fora e Abril por dentro</p><p>vi o Abril que foi e o Abril de agora</p><p>eu vi Abril em festa e Abril lamento</p><p>Abril como quem ri como quem chora.</p><p><br></p><p>Eu vi chorar Abril e Abril partir</p><p>vi o Abril de sim e Abril de não</p><p>Abril que já não é Abril por vir</p><p>e como tudo o mais contradição.</p><p><br></p><p>Vi o Abril que ganha e Abril que perde</p><p>Abril que foi Abril e o que não foi</p><p>eu vi Abril de ser e de não ser.</p><p><br></p><p>Abril de Abril vestido (Abril tão verde)</p><p>Abril de Abril despido (Abril que dói)</p><p>Abril já feito. E ainda por fazer.</p><p> </p><p><br></p><p>                           Manuel Alegre, Do livro: "Chegar aqui", 1984,<em> in Atlântico</em>, Publicações Dom Quixote, Portugal, 1989</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2381434065/7f08713677f3fa9c5b04024f735dbd8d/25_abril.jpg" />
         <pubDate>2024-04-05 23:19:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2944969463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 26/02/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2945367565</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula aprendi sobre o campo literário, este refere-se ao ambiente ou espaço onde as obras são criadas e onde circulam.</p><p>Aprendi que algumas obras são híbridas, o que significa que não tem uma única origem, como por exemplo "Peregrinação", de Fernão Mendes Pinto. O que justifica a integração de uma obra num determinado campo literário é a sua importância para a cultura nacional.</p><p>Antes da aula de hoje não era capaz de explicar o que classifica ou não uma obra como literária, agora sei que a sua importância para acultura nacional justifica a sua integração.</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que aprendi várias curiosidades durante a mesma que não fazia ideia, como por exemplo que Fernando Pessoa também escrevia em inglês, o que me faz pensar na quantidade de coisas que ainda não sei e que irei aprender nesta unidade curricular.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-06 21:38:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2945367565</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Analise da dimensão sociocultural do poema 11/03/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2945381395</link>
         <description><![CDATA[<p>António de Oliveira Salazar A<br>Três nomes em sequência regular… A<br>António é António. B<br>Oliveira é uma árvore. C<br>Salazar é só apelido. D<br>O que não faz sentido D<br>É o sentido que tudo isto tem. E<br><br><br>Este senhor Salazar A<br>É feito de sal e azar. A<br>Se um dia chove, F<br>Água dissolve F<br>O sal,  G<br>E sob o céu  H<br>Fica só azar, é natural. G<br>Oh, c’os diabos!  I<br>Parece que já choveu…  H<br><br><br>Coitadinho  J<br>Do tiraninho!  J<br>Não bebe vinho.  J<br>Nem sequer sozinho… J<br>Bebe a verdade K<br>E a liberdade.  K<br>E com tal agrado  L<br>Que já começam  M<br>A escassear no mercado.  L<br><br><br>Coitadinho  J<br>Do tiraninho!  J<br>O meu vizinho  J<br>Está na Guiné  N<br>E o meu padrinho J<br>No Limoeiro  O<br>Aqui ao pé.  N<br>Mas ninguém sabe porquê. P<br><br><br>Mas afinal é  N<br>Certo e certeiro    O<br>Que isto consola   Q<br>E nos dá fé.  N<br>Que o coitadinho   J<br>Do tiraninho  J<br>Não bebe vinho,    J<br>Nem até  N<br>Café.  N</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fernando Pessoa</strong></p><p><strong>ANTOLOGIA&nbsp;in&nbsp;</strong><em>Sobre o Fascismo, a Ditadura Militar e Salazar</em><strong>,</strong></p><p><strong>de Fernando Pessoa 5-4-1935</strong></p><p>&nbsp;</p><p>É entendido como dimensão sociocultural o modo como a literatura reflete, influencia e é influenciada pelo contexto cultural e social em que está inserido. Habitualmente aborda temas como política, religião, economia etc.</p><p>Neste sentido a literatura é vista como um instrumento de intervenção social, e o escritor como a voz do povo descontente e tem como objetivo a transformação.</p><p>O poema de Fernando Pessoa apresentado trata-se de um poema antissalazarista, e satírico, que critica o governo fascista português. &nbsp;</p><p>O escritor durante a sua vida foi um grande opositor do regime ditatorial português, e escreveu diversas vezes sobre este tema. </p><p>Neste poema o autor critica a censura do regime "Bebe a verdade/<br>E a liberdade. (…) Que já começam/ A escassear no mercado."</p><p>Refere também a guerra colonial "O meu vizinho/ Está na Guiné" e as prisões politicas "E o meu padrinho/ No Limoeiro".</p><p>Estrutura externa do poema:</p><p>1º estrofe- oitava </p><p>2º estrofe- nona </p><p>3º estrofe- quadra </p><p>4º estrofe- quintilha </p><p>5º estrofe- oitava </p><p>6º estrofe- nona <br><br>figuras de estilo presentes:</p><p>sarcasmo:</p><p>"Coitadinho      <br>Do tiraninho! "</p><p>pleonasmo:</p><p>"Certo e certeiro"</p><p>ironia:</p><p>"Certo e certeiro<br>Que isto consola<br>E nos dá fé."</p><p>metáfora:</p><p>"Bebe a verdade <br>E a liberdade."</p><p>eufemismo:</p><p>"O meu vizinho <br>Está na Guiné</p><p>E o meu padrinho   <br>No Limoeiro"<br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-06 22:51:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2945381395</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 04/03/2024 (manhã)</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946948830</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre a dimensão sociocultural da literatura, este conceito entende-se como a forma que a literatura influência ou é influenciada pelo meio cultural e social em que está inserido.</p><p>Antes desta aula não sabia o que significava dimensão sociocultural no contexto da literatura e agora sou capaz de identificar este conceito num texto que me seja apresentado.</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi a importância da literatura como forma de expressão e como meio de intervenção na sociedade.</p><p>Um grande exemplo disso são os vários autores que escreveram como forma de protesto no tempo da ditadura em Portugal como Miguel torga, Vergílio Ferreira, Natália Correia entre outros, apesar de a maioria das suas obras terem sido censuradas pelo famoso “lápis azul”, muitas delas acabavam por ser publicadas pois os autores contornavam a censura escrevendo aparentemente de maneira inofensiva, mas com duplo sentido.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-08 15:04:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946948830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 04/03/2024 (tarde)</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946950341</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula aprendi sobre a literatura como uma instituição, esta remete para práticas e autores que permitem conferir ao fenómeno literário uma dimensão de estabilidade e notoriedade pública.</p><p>A institucionalização ficou a dever-se às academias e à mentalidade académica, as chamadas academias são reconhecidas como um espaço de convívio inerente à vivência literária. Nos dias de hoje estas acolhem autores, críticos literários e ensaístas.</p><p>Na aula de hoje aprendi uma curiosidade que antes não sabia, que as academias reforçam o peso institucional da literatura a partir de prémios literários, e que na antiguidade clássica os vencedores de concursos literários eram premiados com coroas de louro.</p><p>O louro na antiguidade clássica estava associado ao deus Apolo, este era o deus das artes, da música e da poesia, então os coroados eram vistos como favorecidos pelo mesmo, possuindo qualidades divinas.</p><p>Esta aula ajudou-me a perceber a importância das academias literárias, uma vez que estas contribuem para o reconhecimento de autores, críticos literários e ensaístas, para além disso a atribuição de prémios, iniciada nas academias são muito importantes na legitimação de uma obra literária e para aumentar a sua visibilidade.</p><p>Tudo isto levou-me a ver o mundo de forma diferente, pois mostrou-me como a literatura era pouco valorizada e só tem o valor que tem hoje em dia, o valor que tem por exemplo no ensino devido às academias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-08 15:05:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946950341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 18/03/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946950787</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula aprendi sobre a literatura como mimese. Mimese é o ato de imitar, copiar, reproduzir ou representar, segundo Aristóteles este é o fundamento da arte, e é o que nos distingue dos animais.</p><p>Esta ideia está presente nas obras de alguns pensadores da antiguidade, como Platão, Aristóteles e Horácio tendo cada um uma forma diferente de descrever este conceito.</p><p>Antes desta aula não era capaz de explicar o conceito de mimese, e as suas diferentes interpretações dos pensadores da antiguidade, não sabia também o quão ligada a literatura está ligada ao mundo real e como a mesma se inspira nele.</p><p>A aula de hoje levou-me a ver o mudo de maneira diferente na medida em que me mostrou como a arte e a literatura representam e interpretam a realidade, oferecendo novas perspetivas sobre experiências do quotidiano que talvez passam despercebidas no dia a dia, mostrando que que a realidade é subjetiva e pode ter diversas interpretações.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-08 15:06:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2946950787</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 08/04/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2952988848</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre o modo lírico, este centra-se na afetividade da comunicação e da linguagem.</p><p>Os textos líricos concretizam um processo de interiorização, centrada num sujeito poético egocêntrico, representam uma atitude marcadamente subjetiva, com consequências do ponto de vista semântico e técnico-compositivo e regem-se pelo princípio da motivação.</p><p>&nbsp;</p><p>Antes da aula de hoje não sabia que a divisão dos modos literários como conhecemos hoje em dia, lírico, narrativo e dramático aparece em 1564 no momento em que surge a teorização em Arte Poética de Minturno.</p><p>&nbsp;</p><p>A aula de hoje levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi como poesia lírica nos sensibiliza para a beleza ao nosso redor e nos faz apreciar a estética na linguagem, por exemplo através dos vários recursos expressivos que esta utiliza e a musicalidade, que esta muitas vezes presente neste modo.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-12 19:25:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2952988848</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema do livro escolhido</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965026134</link>
         <description><![CDATA[<p>“O cavalinho da Marta”</p><p>É branco e de papelão.</p><p>o cavalinho a Marta.</p><p>Corre, corre que se farta,</p><p>da realidade prà a imaginação.</p><p>&nbsp;</p><p>Cavalga por vales e montes</p><p>como um veloz trovão,</p><p>passa brumas e horizontes</p><p>que amedrontam o coração.</p><p>&nbsp;</p><p>Troteia devagar e feliz,</p><p>se a Marta lha dá a mão.</p><p>Às vezes é ele quem diz:</p><p>-Vai-te embora solidão.</p><p>&nbsp;</p><p>E a marta sorri, pois então!</p><p><br/></p><p>Ribeiro, João Manuel. "O cavalinho da Marta". In: <em>Poemas para brincalhar</em>. Porto Editora, 2018.</p><p><br/></p><p>“O Cavalinho da Marta” é um poema de versos livres que captura a essência da imaginação infantil. Composto por três estrofes de quatro versos cada, o poema tem uma métrica solta que confere fluidez.</p><p>Este poema transmite uma história simples, mas profundamente significativa, sobre a capacidade da imaginação de transformar a realidade e afastar a solidão.</p><p>Através da metáfora do "cavalinho de papelão", o poema evoca uma sensação de magia e fantasia. O cavalo, sendo feito de papelão, é algo simples e comum, mas nas mãos da Marta, torna-se um veículo para escapar da monotonia e mergulhar na aventura da imaginação, o papelão é um material frágil, sugerindo assim a fragilidade e a temporalidade da fantasia, mas também a sua capacidade de se transformar em algo grandioso nas mãos certas.</p><p>Ao longo do poema, acompanhamos o "cavalinho" na sua jornada imaginária, este galopa por vales e montes, desafia brumas e horizontes, tudo com a energia de um "veloz trovão". Esta descrição cria uma sensação de movimento e aventura, transportando tanto a Marta quanto o leitor para um mundo de sonhos e possibilidades infinitas.</p><p>No entanto, o poema não é apenas sobre fantasia, aborda também temas mais profundos, como a solidão e a importância da conexão humana. O fato da Marta estar sempre presente ao lado do seu "cavalinho" sugere que a imaginação pode ser uma forma de companhia e conforto nas horas de solidão. A imagem da criança a dar a mão ao seu cavalo enquanto ele "troteia devagar e feliz" evoca uma sensação de ternura e intimidade, e mostra como a presença de um amigo pode trazer alegria mesmo nos momentos mais sombrios.</p><p>No fim do poema, a Marta sorri diante da partida da solidão, este é um final otimista e esperançoso e sugere que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a imaginação e o apoio dos outros podem nos ajudar a superar a solidão e encontrar alegria e conforto na vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-22 16:59:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965026134</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 15/04/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965027526</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre a ficcionalidade, esta apresenta-se como uma proposta de definição do texto literário.</p><p>A ficcionalidade é a criação de um mundo imaginário ou fictício que pode ou não estar de acordo com a realidade, mesmo assim é considerado uma construção literária.</p><p>&nbsp;Antes desta aula não sabia a diferença entre o autor empírico, o autor implícito ou autor textual, e o narrador.</p><p>O autor empírico existe de facto, é a pessoa que escreve o texto, é responsável pelos direitos das obras publicadas e ganha com a sua distribuição, venda etc.</p><p>O autor implícito ou textual, é uma entidade fictícia derivada das escolhas estilísticas, narrativas e temáticas presentes no texto, responsável pela enunciação do texto, nem sempre é referido, mas existe.</p><p>Por fim o narrador, este é a voz dos textos narrativos, é criado pelo autor textual, é apenas ficcional, quando está presente, em alguns casos o narrador pode ser uma das personagens.</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi que o caracter ficcional de um texto literário permite que o leitor explore mundos e realidades alternativas, desenvolvendo a sua criatividade e imaginação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-22 17:00:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965027526</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 22/04/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965028962</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre a obra literária como cosmovisão, este termo, segundo Carlos Reis refere-se ao modo de reagir do escritor perante o mundo, os seus problemas e contradições.</p><p>O escritor produz uma obra literária como resposta a estes estímulos e às</p><p>solicitações ético-artísticas da sociedade e da História, traduzindo ela, muitas vezes,</p><p>uma identificação com temas e formas próprias de um período literário, e sobretudo</p><p>com um sistema ideológico.</p><p>Antes desta aula não sabia que os modos de representação das obras literárias se socorrem de procedimentos estético-literários de natureza ficcional, metafórica e simbólica, que impossibilita de lê-las como documentos exclusivamente, e que Aristóteles considera a tragédia superior no que diz respeito à representação dramática.</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi que este conceito se refere ao modo como o escritor vê as situações ou temas presentes na sua obra e que estes são subjetivos, exemplificando os <em>Lusíadas</em> de Camões e a obra <em>Peregrinação</em> de Fernão Mendes Pinto partilham a mesma temática, os descobrimentos portugueses, mas apresentam duas visões distintas sobre o mesmo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-22 17:01:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2965028962</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 29/04/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2974045207</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre texto literário, intertexto e hipertexto.</p><p>Segundo Carlos Reis, o texto literário é “o resultado articulado e coerentemente estruturado da enunciação da linguagem literária”.</p><p>Nenhum texto existe isolado e fechado sobre si, este pode manter ou constituir com outros textos relações de ordem semântica ou retórico-estilística, a isto dá-se o nemo de intertextualidade. Dentro deste existe ainda uma divisão entre hipertexto, este é produzido a partir de outros ou acerca de outros e hipotexto, este corresponde a textos referidos no hipertexto.</p><p>Antes desta aula não era capaz de classificar de maneira correta e completa o tipo de rimas.</p><p>Para além do esquema rimático que todos conhecem, onde é possível classificar a rima de um poema como emparelhada, interpolada ou cruzada é possível classificar uma rima de acordo com a sua silaba tónica, podendo ser aguda, grave ou esdruxula.</p><p>Acrescentando a tudo isso existe ainda três tipos de rimas: rima rica/ rima pobre, sendo esta quando as palavras que rimam são da mesma classe chamando-se então de rima pobre ao contrário quando as palavras que rimam são de classes de palavras diferentes dá-se o nome de rimas ricas existe também rima perfeita/ rima imperfeita, perfeita quando os sons da rima coincidem e imperfeita quando apenas um som coincide e por fim a rima toante/ rima consoante, dando o nome de tonante quando apenas as vogais rimam e de consoante quando as vogais e consoantes rimam.</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que me fez pensar que nenhuma obra ou ideia surge isoladamente, tudo está conectado de alguma maneira.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-04-29 17:04:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/2974045207</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 6/05/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011955733</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre o modo narrativo.</p><p>Aos textos literários do modo narrativos dá-se o nome de narrativa literária, esta pode ser escrita em prosa ou em verso.</p><p>Toda a narrativa literária ou não tem a narratividade como processo geral, este é um processo de representação eminentemente dinâmica, é estruturado em dois planos o da história relatada e o do discurso que relata e as categorias da narrativa distribuídas por niveis funcionam em interação.</p><p>&nbsp;</p><p>Agora sou capaz de distinguir os níveis narrativos, o 1º nível extradiegético, em que o narrador se encontra num plano exterior à história, o 2º nível diegético, este é uma personagem que ocasionalmente assume o papel de narrador desse nível diegético, a partir do seu relato desdobra-se o nível seguinte e o 3º nível hipodiegético, no interior dele encontramos personagens, ações, narrador…</p><p>&nbsp;</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi a complexidade da construção de um texto narrativo, desde a criação de uma ação de um espaço, de um tempo à criação de personagens, com personalidades e objetivos diferentes e as suas respetivas peripécias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-29 16:51:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011955733</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 13/05/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011956135</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre a teoria da literatura, Aristóteles na sua obra <em>Poética </em>reflete<em> </em>sobre as relações entre a literatura e a realidade, diz que a poesia é imitação do real, e que cada género procura imitar o real à sua maneira.</p><p>Antes da aula de hoje no sabia que a teoria da literatura é designada de poética até aos dias de hoje devido à obra de Aristóteles, que contem a primeira reflexão sobre literatura, e que esta constituiu o paradigma dos tratados de teoria da literatura para o ocidente.</p><p>A aula de hoje levou-me a ver o mundo de maneira diferente ao perceber que algo que surgiu na antiguidade, numa obra de Aristóteles e que passou por vários períodos da história, entre eles o classicismo e o romantismo, que trouxeram novas visões sobre o as teorias da literatura ainda hoje são estudadas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-29 16:51:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011956135</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 20/05/2024</title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011956463</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje aprendi sobre o texto dramático, no drama é fundamental a representação através de palavras e ações por atores, num espácio próprio para tal, espera-se então uma técnica especifica e um conjunto de meios que excedem em muito o que a leitura transmite.</p><p>Agora sou capaz de caracterizar o texto dramático, neste existe a valorização de tensões e conflitos, resolvidos num determinado tempo, vivido por um número de personagens. O drama é um espetáculo teatral, e tem uma forte relação com o quotidiano, de acordo com Carlos reis, nos textos deste modo existe uma ação vivida por um conjunto de personagens, estas tem relações conflituosas, utilização o dialogo e o monólogo, as relações progridem num tempo concentrado, o evoluir da ação encaminha-se para o desenlace, o texto dramático apresenta um caracter imitativo, e não possui narrador.</p><p>&nbsp;</p><p>Esta aula levou-me a ver o mundo de forma diferente na medida em que percebi todas as implicações de uma produção teatral, os signos teatrais, que ocorrem a dois níveis, o<strong> </strong>primeiro nível adquire relevância o encenador, responsável pela encenação e o segundo nível que corresponde a condicionamentos, opções e instrumentos de ordem técnico-material que suportam o espetáculo teatral.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-29 16:52:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3011956463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Analise da intertextualidade de dois textos </title>
         <author>07beatrizd</author>
         <link>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3013459166</link>
         <description><![CDATA[<p>Para identificar intertextualidade, podemos escolher dois poemas que compartilham temas e estilos literários semelhantes. Vou analisar então os poemas "O poeta é um fingidor" de Fernando Pessoa e "Amor é fogo que arde sem se ver" de Luís de Camões. Ambos tratam do tema do amor e da dor de uma maneira.</p><p>"O poeta é um fingidor" – Fernando Pessoa</p><p>O poeta é um fingidor</p><p>Finge tão completamente</p><p>Que chega a fingir que é dor</p><p>A dor que deveras sente.</p><p>&nbsp;</p><p>E os que lêem o que escreve,</p><p>Na dor lida sentem bem,</p><p>Não as duas que ele teve,</p><p>Mas só a que eles não têm.</p><p>&nbsp;</p><p>E assim nas calhas de roda</p><p>Gira, a entreter a razão,</p><p>Esse comboio de corda</p><p>Que se chama coração.</p><p>&nbsp;</p><p>"Amor é fogo que arde sem se ver" – Luís de Camões</p><p>Amor é fogo que arde sem se ver;</p><p>É ferida que dói e não se sente;</p><p>É um contentamento descontente;</p><p>É dor que desatina sem doer;</p><p>&nbsp;</p><p>É um não querer mais que bem querer;</p><p>É solitário andar por entre a gente;</p><p>É nunca contentar-se de contente;</p><p>É cuidar que se ganha em se perder;</p><p>&nbsp;</p><p>É querer estar preso por vontade;</p><p>É servir a quem vence, o vencedor;</p><p>É ter com quem nos mata lealdade.</p><p>&nbsp;</p><p>Mas como causar pode seu favor</p><p>Nos corações humanos amizade,</p><p>Se tão contrário a si é o mesmo Amor?</p><p>Ambos os poemas exploram a complexidade dos sentimentos humanos, especificamente a dor e o amor. Fernando Pessoa fala sobre a dor e a sua expressão através do fingimento, enquanto Camões descreve o amor como uma experiência paradoxal, onde a dor e o prazer coexistem.</p><p>Pessoa menciona que o poeta finge a dor que sente verdadeiramente, criando um paradoxo entre a realidade e a ficção. Camões, por outro lado, descreve o amor como uma série de paradoxos: "É ferida que dói e não se sente" e "É dor que desatina sem doer". Ambos os poemas usam o paradoxo para destacar a complexidade das emoções.</p><p>Em "O poeta é um fingidor", Pessoa aborda a ideia de que a poesia é uma forma de fingimento, onde a expressão do sentimento é uma construção. Camões, com sua descrição do amor, também cria uma construção poética que explora as contradições emocionais.</p><p>Pessoa utiliza a imagem do "comboio de corda que se chama coração" para simbolizar as emoções humanas. Camões usa metáforas intensas para descrever o amor, como "fogo que arde sem se ver" e "ferida que dói e não se sente". Ambos os poemas usam imagens poderosas para transmitir a intensidade dos sentimentos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-30 18:49:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/07beatrizd/htf4pb58tv4rflzk/wish/3013459166</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
