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      <title>Portefólio de Literatura by maria beatriz</title>
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      <description>Criado com criatividade e amor.</description>
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      <pubDate>2024-01-11 17:22:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 15:10:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Amizade. Posso considerar-me uma pessoa muito sortuda por ter amigos sinceros e de vários lugares. Alguns veem da primária, e essas são as mais importantes para mim, porque são eles estão sempre lá para qualquer coisa e a qualquer momento. Outros conheci-os numa colónia de férias e eles são aqueles amigos que posso não ver nem falar durante um ano mas que na semana que os vejo nada muda. Nessa colónia também há os super-heróis que são os nossos monitores. Eu, pessoalmente tenho 3 super-heróis que me marcaram muito, e que me ajudaram a crescer como pessoa. Outras amizades são da JMJ (jornadas mundiais da juventude) em que os conheci aqui, em Coruche. Foi uma semana ótima e posso dizer que foi o melhor voluntariado que fiz em toda a minha vida. A minha mentalidade mudou totalmente, e eles ajudaram-me a perceber que o sentimento da saudade nem sempre é mau, podemos estar longe, mas as memórias que  criámos juntos vão pernanecer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 15:11:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sempre adorei fotografia e fotografar principalmente o sol, lua e as estrelas. Para mim &nbsp;é um sentimento de paz e faz-me sentir segura. Parece que todos os problemas desaparecem quando olho para o céu, seja de dia ou noite. Muitas vezes é somente colocar uns fones e uma música, sentar-me à janela do meu quarto e falar com a lua e as estrelas. Adoro também ler livros à luz da lua e o mais impressionante nela é que tem um poder enorme sobre os cristais. O céu simboliza a transcendência, a sacralidade, a perenidade, o poder, o inalcançável por qualquer ser vivo da terra. O céu é grande, está acima de todas as coisas da terra, é poderoso. O céu é infinito, é inacessível, é eterno, e possui uma força criadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 15:15:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O meu melhor amigo, White. Pode ser estranho dizer que o meu melhor amigo é um cão mas a verdade é que ele vale muito mais que todas as pessoas da minha vida. Muitas vezes pensamos que precisamos de uma pessoa para desabafar mas não, os cães parecendo que não percebem quando não estamos bem. O meu Whitinho deita-se ao meu colo e tenta animar-me quando percebe que estou mal, ele adora quando canto para ele (e eu nem sei cantar). Ele adora ver séries comigo e principalmente dormir ao meu colo. Ele é mais que apenas um animal de estimação e eu percebo isso hoje. O meu maior medo é perdê-lo, mesmo sabendo que isso um dia infelizmente vai acontecer.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 16:03:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chamo-me Maria Beatriz Pereira Ramos e tenho 15 anos.</p><p>Nasci em Lisboa, dia 04-01-2009 e estou no curso de humanidades.</p><p>Entrei para a escola com apenas 5 anos. Sempre foi complicado o facto de ser mais nova e estar um ano avançada e isso trouxe-me problemas de autoestima, até entrar nesta turma em que consigo ser eu e não ter medo de participar. Ainda não vivi muito, mas posso dizer que o momento mais complicado da minha vida, foi à 2 anos, quando fui operada ao joelho, por ter caído e deslocado a rótula e rompido o ligamento externo.</p><p>O melhor momento foi receber o meu melhor amigo, de nome White, um cão labrador. Ele é a melhor coisa que me aconteceu. Apesar de não falar ele compreende e ajuda-me quase sem fazer nada, apenas deita-se ao meu colo ou pede carinho, e faz o meu dia mais iluminado. O mais engraçado é que sempre tive muito medo de cães, fossem pequenos ou grandes, mas agora sinto que todos os cães são inocentes.&nbsp;</p><p>Não tenho os meus planos para o futuro 100% delineados, mas sei que gostava de ser psicóloga forense e ajudar toxicodependentes, principalmente adolescentes. Gostava muito de ir estudar e viver para fora de Portugal, até porque teria certamente mais oportunidades noutro país, mas se a vida não o permitir gostava de ir estudar para Lisboa, Porto ou Évora. Obviamente tenho um plano B caso Psicologia não surja no meu caminho, que poderá passar pelo Direito e quem sabe vir a ser advogada. Toda a minha família diz que tenho bom poder de argumentação e por aí acho que seria uma possibilidade! O destino o dirá!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-12 19:37:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Distância. Nem tudo na distância tem de ser mau, mas a infelizmente é, e eu só me apercebi disso quando conheci o JP. O JP é mexicano e conhecemo-nos na pré JMJ. Parece um pouco estranho e inacreditável mas em uma semana ele tornou-se uma das pessoas mais importantes da minha vida, ele percebe-me e a distância só nos aproxima, apesar de ser complicado falarmos por causa de diferença horária mas quando o fazemos parece que o mundo para e tudo melhora. Ele fez-me brilhar, faz com que e seja uma pessoa melhor e faz com que os meus dias sejam melhores, mesmo sem saber disso. Uma vez ele disse-me que eu sou das melhores coisas que lhe podia acontecer e isso fez-me perceber o quão o facto de estrarmos afastados nos une. Um dia pretendo ir ao México ter com ele e voltar a viver lá o que vivemos cá. Ele é uma das almas mais bonitas que eu conheço e não o quero perder, nunca apesar de as coisas não estarem fáceis neste momento. Aliás pensei muito se ia escrever e reservar este espaço para ele, porque sinto que apesar de tudo o que partilhámos talvez a distância tenha vencido.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-13 13:49:27 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-01-24 16:31:38 UTC</pubDate>
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         <title>Livros PIL</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Apreciação Crítica</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Modo Narrativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Modo Lírico</title>
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         <title>Modo dramático</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Escrita Criativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Ficha Formativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço Criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço Criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço Criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço Criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço Criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-01-24 16:35:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>William Shakespeare nasceu numa pequena cidade de Stratford-upon-Avon, Inglaterra no dia 23 de Abril de 1564. Ele teve uma boa educação e manifestou desde muito cedo o seu talento artístico. Após anos de trabalho, ele adquire a posição de escritor, dramaturgo e ator, tornando-se um homem rico e influente. Entrou para a "<em>Companhia de Teatro de Lord Chamberlain</em>" em 1594 e, anos mais tarde, torna-se sócio do “<em>Globe Theatre</em>” (<em>Shakespeare's Globe</em> <em>Theatre</em> ou <em>New Globe Theatre</em>). Em 1899 em formato octogonal, Shakespeare encenou algumas de suas peças de teatro: <em>Hamlet </em>e <em>Rei Lear</em>. Entretanto, em 1613, durante a apresentação de uma peça, o Globe Theatre foi destruído pelo fogo. Após o ocorrido, Shakespeare decide voltar para Stratford-upon-Avon e viver com sua família. Faleceu no dia de seu aniversário de 52 anos, em 1616, na sua cidade natal.</p><p>Três obras do autor de modo lírico:</p><ul><li><p>"Vênus e Adônis"</p></li><li><p>"O estrupo de Lucréia"</p></li><li><p>"Sonetos"</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-24 17:30:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Saramago&nbsp;nasceu em Azinhaga do Ribatejo, no concelho da Golegã, distrito de Santarém,&nbsp;Portugal, no dia 16 de novembro de 1922. Estreou-se na literatura com o romance “Terra do Pecado” (1947). Foi diretor literário de uma editora, jornalista e tradutor. Colaborou com vários jornais e revistas, entre eles, o Diário de Lisboa, A Capital e a Seara Nova, quando&nbsp;exerceu a função de cronista. José Saramago pertenceu à primeira Direção da Associação Portuguesa de Escritores. Foi presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores, entre 1985 e 1994. Morreu a 18 de Junho de 2010. </p><p>Três obras narrativas:</p><ul><li><p>"Memorial do Convento"</p></li><li><p>"A Segunda Vida de Francisco de Assis"</p></li><li><p>"As Pequenas Memórias"&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-24 18:17:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gil Vicente (1465-1536) nasceu em Guimarães (Portugal), no ano de 1465. Por falta de documentos, muitos fatos de sua vida são cercados de dúvidas, como o próprio local e ano de seu nascimento. Sabe-se que sua atividade de dramaturgo foi desenvolvida em torno da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e de D. João III. Gil Vicente escreveu mais de quarenta peças, algumas em espanhol e muitas em português, onde criticou de forma impiedosa toda a sociedade de seu tempo. O valor do teatro vicentino reside na sátira, muitas vezes agressiva, contrabalançada pelo pensamento cristão. Sua obra é rica pela universalidade&nbsp;e pelo lirismo poético que soube colocar na arte, em plena atmosfera renascentista.</p><p>Três autos:</p><ul><li><p>"Auto da Lusitânia"</p></li><li><p>"Auto da Visitação"</p></li><li><p>"Trilogia das Barcas (Auto das Barcas do Inferno, Auto da Barca do Purgatório e Auto da Barca da Glória)"</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-24 18:40:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<div>A música sempre foi um refúgio para mim e uma maneira de esquecer tudo. Oiço muitas vezes enquanto faço caminhadas e apenas penso e reflito sobre tudo. O Harry tornou-se o maior refúgio e exemplo de todos. Um homem incrível e sem defeitos. Ele faz caridade e as suas músicas são sentimentos puros, alguns das minhas músicas preferidas são “Fine Line” que fala sobre os altos e baixos dos relacionamentos, “Matilda” que questiona a vivência com a família e o crescimento, “Two ghosts” que fala sobre um relacionamento que muda totalmente e tornam-se irreconhecíveis um para outro e “Sing of the times” sobre a condição humana em um mundo em constante transformação, incentivando os ouvintes a buscar a mudança e a esperança, mesmo nos momentos mais sombrios. Posso dizer sem dúvida nenhuma que o ir a um concerto dele foi das melhores experiências de sempre!! Foi um misto de sentimentos, desde felicidade e entusiasmo até tristeza e choro. Saí do concerto pura e apercebi-me de como as coisas são difíceis porque as complicamos. Foi tudo perfeito naquele dia!!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 21:14:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Gostava de...</p><p>Gostava de lhe dizer como me sinto</p><p>Gostava de lhe dizer como me faz sentir</p><p>Gostava de lhe dizer como fico triste e preocupada quando me demora a responder</p><p>Gostava de lhe dizer como sorrio com a sua notificação</p><p>Gostava de lhe dizer como fico chia de borboletas na barriga por sua causa</p><p>Gostava de lhe dizer o quão incrível ele é</p><p>Gostava de lhe dizer como melhora os meus dias</p><p>Gostava de lhe dizer como sonho com ele</p><p>Gostava de lhe dizer tudo aquilo que quero</p><p>Gostava lhe dizer como gosto dele</p><p>Gostava que ele se visse com os meus olhos</p><p>Mas gostava mesmo de o ter"</p><p><br></p><p>"Quando estou com alguém tudo parece perfeito, nem me lembro que tudo acabou mas de repente estou sozinha com os pés assentes na terra percebo que não. Sinto a tua falta, sinto falta do teu sorriso, do teu abraço, das tuas piadas sem piada, do teu carinho, e acima de tudo das nossas conversas. Sem ti tudo parece cinzento. Preciso de ti de volta meu arco-íris..."</p><p><br></p><p>"Talvez precise de esquecer tudo o que acontecer, mas a verdade é que marcaste. Tudo aquilo que vivemos foi perfeito e agora terminou. Atravessar um oceano nunca pareceu tão tentador, tudo para estar perto de ti novamente e poder voltar a sentir aquilo que fez com que o meu coração te pertence e ficasse destroçado quando te vi ir pela última vez. Apesar de tudo sei que estamos conectados pelo sol, a lua e as estrelas. Falo sempre de ti à lua, espero que ela te conte tudo e percebas o quanto fazes falta, espero que o sol te explique como não estou igualmente feliz sem os nossos momentos e que as estrelas que cantem as músicas que ouço enquanto escrevo sobre um possível nós. Tudo podia ser perfeito, podíamos ser de perto mas o universo decidiu que era melhor passarmos por desafios e percebermos a nosso conexão, e, no dia que no encontrarmos que toda aquela espera valeu a pena para o nosso final feliz."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-27 16:31:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Teresa Maia Gonzalez nasceu em Coimbra, em 1958. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Vive em Lisboa e tem como passatempo a pintura.<br>Foi professora de Português, Inglês e Francês, no ensino particular e público, entre 1982 e 1997.<br>Muito cedo sentiu despertar o gosto pelas histórias ouvidas e lidas em família. Por volta dos nove anos, começou a sentir o gosto pela escrita, escrevendo poemas e histórias com regularidade. Iniciou a sua carreira na escrita em 1989, quando ainda era professora. As suas obras constam sobretudo romances juvenis, sendo também da sua autoria histórias infantis, fábulas, poesia, contos, crónicas, ficção para adultos e uma coleção juvenil de peças de teatro. São temáticas recorrentes nos seus livros os direitos das crianças e dos adolescentes, a espiritualidade e os problemas da adolescência, nomeadamente, a solidão, as perdas, a depressão, os conflitos familiares, as dependências químicas, a violência em meio escolar, a violência doméstica, a sexualidade e a afetividade. Vê o livro destinado aos mais novos como veículo promotor dos valores humanos, sobretudo o respeito pelo indivíduo e pela natureza, a paz, a saúde, a harmoniosa convivência entre gerações e culturas diversas, e a espiritualidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-27 17:08:34 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-27 17:15:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Combinar uma forma narrativa excitante, personagens com cabeça, tronco e membros e uma atmosfera assustadoramente entusiasmante não é tarefa fácil, mas o britânico M.J. Arlidge consegue-o enquanto escritor de romances policiais.</p><p>A história prendeu-me desde o primeiro capítulo até ao último.</p><p>No centro da ação está Helen Grace, inspetora detetive que lidera uma investigação envolta de um jogo de sacrifício onde a chantagem psicológica do raptor encontra feedback no desespero das vítimas que são obrigadas em optar entre matar ou morrer...</p><p>Como se a investigação não fosse já difícil, Helen ainda tem que lidar com fugas de informação para o exterior e caçar o traidor dentro da sua esquadra. Como não só de investigação se faz a vida da nossa inspetora, ainda vamos conhecendo alguns aspectos surpreendentes e até mesmo assustadores da sua vida pessoal. Uma dos fatos que mais gostei no livro foi tudo ter uma explicação e nada acontecer por acaso, o que faz com que no final do livro toda a investigação e as analepses da vida da Helen não tenham sido em vão.</p><p>Escrito através de capítulos curtos, dinâmicos e absolutamente viciantes, que remete para contornos mórbidos que arrepiam e entusiasmam quem o lê pela sua brutalidade, camadas de tensão e um enredo genuinamente entusiasmante...</p><p>"Um, Dó, Li, Tá" foi uma leitura imparável e bastante detalhada. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-27 17:18:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Identificação - Página 1</p><p><br/></p><p>Livros PIL - Página 2</p><p><br/></p><p>Apreciação crítica - Página 3</p><p><br/></p><p>Modo Narrativo - Página 4</p><p><br/></p><p>Modo Lírico - Página 5</p><p><br/></p><p>Modo dramático - Página 6</p><p><br/></p><p>Escrita criativa - Página 7</p><p><br/></p><p>Fichas formativas - Página 8</p><p><br/></p><p>Modo criativo - Páginas 9, 10, 11, 12 e 13</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-27 17:20:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 10:19:15 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação </title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 10:21:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a Maria Beatriz, tenho 15 anos e frequento o curso de Humanidades. Após mais um ano letivo quase terminado, sinto que consigo dizer que cresci, principalmente, psicologicamente. O secundário está a apresentar-me uma realidade do que é o verdadeiro stress e a verdadeira dedicação. Ainda não posso dizer que cresci profissionalmente, mas a cada dia continuo com mais ideias para a minha vida futura. Já tenho ideias de faculdades onde gostaria de estudar, tal como o ISCTE, Faculdade de Psicologia e da Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia de Lisboa, Faculdade de Psicologia e da Educação da Universidade do Porto e Universidade Lusófona. Sei que tenho de trabalhar bastante e é isso que tenho tentado fazer ao longo deste ano letivo, porque alcançar um sonho é passar por fases boas e menos boas. Ter entrado tão cedo na escola mostrou-me que temos sempre de acreditar em nós e percebermos que não é o fim do mundo se tirarmos uma nota menos boa, apesar de nem sempre ser otimista e ter muitos problemas de autoconfiança. Na verdade sou meio bipolar, porque na teoria penso que tenho de ter confiança em mim mesma, mas na prática faço totalmente o contrário. Após a licenciatura, tenho um "plano traçado" para para fazer um mestrado em criminologia, acreditando que parte deste gosto vem do meu pai, tio, avô, prima e até primo, todos fazerem parte da área policial/criminal/militar. Na realidade ainda me estou a descobrir e a tentar perceber quem eu realmente sou, até porque a vida é uma descoberta de nós mesmos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 10:33:55 UTC</pubDate>
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         <title>Livros P.I.L</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 17:43:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 17:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 17:47:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>"A Lua de Joana" retrata a jornada de uma jovem que após a morte da sua melhor amiga (Marta) por overdose começa a escrever-lhe cartas para que a amizade delas não termine e consiga desabafar. Os seus pais só se preocupavam com os seus empregos e o seu divórcio, a sua avó morrera e a sua relação com o seu irmão Jorge não era a melhor, tendo sido esses os principais fatores para Joana entrar no mundo da droga, até porque o seu namorado Diogo (irmão da Marta)  apresentou-lhe essa triste realidade. Mesmo indo para uma clínica de recuperação, Joana acaba por falecer de overdose também. </p><p>Eu gostei bastante de ler este livro por razões muito simples: </p><ul><li><p>a minha profissão de sonho é trabalhar com toxicodependentes, fazendo este livro "viajar" por esse mundo da droga, e fazendo perceber que dar a mão ao próximo e tentar ajudá-lo, pode servir muito para a vida dessa pessoa, mesmo que não acrescente nada na nossa vida;</p></li><li><p>também por nos ajudar a perceber que precisamos muito mais dos conselhos e castigos dos nossos pais do que pensamos e acreditamos, pois assim poderemos não cometer tantos erros.</p></li></ul><p>Em suma, eu recomendo bastante este livro tanto para jovens como para adultos, pois a mensagem transmitida é muito importante para todas as gerações. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Narrativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 18:18:40 UTC</pubDate>
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         <title>Modo lírico</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 18:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>Modo dramático</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 18:22:09 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita criativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 18:22:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Magoa.</p><p>Magoa ter inseguranças e ouvir constantemente coisas menos agradáveis sobre mim e ter estas inseguranças faz com que me magoe cada vez mais. Quem as diz ou quem as faz pode achar que não tem qualquer qualquer importância, mas pelo contrário, são fatores para que eu não consiga amar, mas sim iludir pessoas. Magoa magoar sem querer alguém que faria tudo por mim, mas magoa muito mais não conseguir amar-me e estar sempre pronta a ajudar sem conseguir curar uma pequena feriada minha.</p><p>Magoa receber um “tudo bem?” e dizer que sim, mesmo com os olhos cheios de lágrimas porque no fundo sei que tenho de ser forte para os outros. Agora percebo que não tenho de ser forte o tempo inteiro e nem toda a gente é má ao ponto de me querer magoar.” </p><p><br/></p><p>"Chega a uma certa altura que tudo se torna carência... Precisas de atenção e procura-la em todo o lado. Deixas de perceber se gostas mesmo daquela pessoa ou é apenas diversão. Mas depois tens outro lado, em que não queres ninguém... Porque será assim? Tiveste o coração partido. Simplesmente desististe do amor? Agora que não o procuras ele aparece. E ficas frustrado? Depois percebes que talvez não seja assim tão mau e que era o amor inesperável era aquilo que precisavas. De repente percebes que amar não tem de ser difícil, e torna-se fácil quando tens a pessoa&nbsp;certa&nbsp;contigo."</p><p><br/></p><p>"Eu amo-te. Por incrível que parece eu também te amo e estou arrependida por não ter aproveitado esse teu amor enquanto podia. Mas agora é tarde. Estás longe e a seguires a tua vida, só me culpo a mim por ter sido cega ao ponto de te perder, só me culpo a mim por me ter preocupado com algo de um momento por algo que era verdadeiro, culpo-me a mim por não ficar feliz por ti e culpo-me mais ainda por não conseguir aguentar mais de duas semanas com alguém sem pensar em ti. Perdi-te e espero em outra vida encontrar-te e finalmente termos o final feliz que eu tanto quero. Percebo agora que és a minha pessoa, a minha alma gêmea. A mais pura alma que eu conheço. És o amor da minha vida mas não o amor para a minha vida, e só me culpo&nbsp;a&nbsp;mim&nbsp;por&nbsp;isso."</p><p><br/></p><p>"É isto? </p><p>É isto que é ser amada?</p><p>É?</p><p>Se sim eu amo ser amada, eu ser amada pela pessoa que amo.</p><p>Aceitei sempre o mínimo mas depois chegou ele. </p><p>Chegou alguém que me valorizou.</p><p>Chegou o ele que me faz sentir bem.</p><p>Chegou ele que me mostrou como não tenho de ter medo de demonstrar sentimentos.</p><p>Chegou ele que me fez perceber que não tenho de ter medo de baixar a guarda. </p><p>Chegou o tal.</p><p>Chegou o tal com que a minha alma vibra.</p><p>Chegou o tal que eu posso dizer que amo.</p><p>Chegou o tal que é a minha alma&nbsp;gêmea.</p><p>Eu amo-o."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 18:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha formativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 18:35:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939 e 1940, estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944, foi publicada a sua primeira coletânea de poemas, Poesia, em edição de autor, título inaugural de uma obra seminal que a tornou uma das maiores vozes poéticas do século XX. Os seus livros foram traduzidos para muitas línguas e recebeu inúmeros prémios, incluindo o Prémio Camões de 1999, o Prémio de Poesia Max Jacob de 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana - a primeira vez que um português ganha este prestigiado prémio... Com uma linguagem poética quase transparente e intimista, ambas ancoradas em mitos antigos clássico, Sofia evoca nos seus versos objetos, coisas, seres, tempo, mares, dias.<br>Depois de casar com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Ela era mãe de cinco filhos, para os quais começou a escrever histórias infantis. Faleceu a 2 de julho de 2004 em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, recebeu honras de Estado e os seus restos mortais foram transferidos  para o Panteão Nacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 18:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço Criativo </title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-05 20:26:20 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Parque dos Poetas, é um museu de arte escultórica ao ar livre localizado em Oeiras. Aqui, podemos observar obras de</p><p>mais de 40 escultores em homenagem a 60 poetas (50 portugueses e 10 de países ou territórios de expansão portuguesa) de épocas literárias diferentes, desde os trovadores até ao Séc. XX. É totalmente gratuito, tem um espaço verde de 22,5 hectares e uma vista deslumbrante sobre o Oceano Atlântico.</p><p>De todas as esculturas que observei, a que mais me chamou à atenção foi a do escultor João Antero para Manuel Maria Barbosa Du Bocage (foi um poeta nacional português e um tradutor rigoroso do latim e do francês, vertendo para o nosso idioma textos de Ovídio, Museu, Lacroix, Voltaire, Delille, Pierre Rousseau, entre outros). Ao olhar para a escultura, ao início pensei que seriam nuvens, mas ao ler a memória descritiva apercebi-me que o escultor procurou representar as obras do poeta que são conhecidas por serem românticas. Para isso, Antero nesta escultura, sugere montanhas sensuais numa justa oposição de baixo para cima e de cima para baixo, para conduzir o espetador a uma introspeção e inquietação do poeta.</p><p>No geral gostei do Parque, achei bastante interessante, agradável até para passear apenas e dá para aprender bastante, principalmente como conjugar tão bem dois tipos de arte (a escultura e a literatura). É também muito curioso como algumas esculturas tão “simples” têm uma história tão magnífica por detrás.</p><p>Em suma, o Parque dos Poetas permite desfrutar de uma visita encantadora, assim como de um passeio para aproveitar um magnífico dia de sol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 20:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-06 14:10:46 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Amor é uma palavra muito forte, e, algo que nós jovens, estamos a aprender ainda o significado, apesar de cada um o sentir e expressar à sua maneira. O João tornou-se a pessoa que eu mais preciso em qualquer momento, tornou-se o meu <strong>melhor amigo</strong>. Conhecemo-nos desde os 5 anos de idade, mas nunca fomos próximos, aliás, nem sequer falávamos, mas quis o destino que ao fim de 10 anos ficámos na mesma turma. Para ser bem sincera, ao início a ideia até pareceu meio estranha, mas fomo-nos conhecendo e aproximando. Passado uns meses ele enviou-me uma mensagem e a partir desse momento nunca mais deixámos de falar. Somos jovens e claramente nem sempre fazemos as coisas da maneira correta, mas está tudo bem, porque na realidade estamos a crescer juntos e isso é o mais importante. Ambos fomos magoados em relações passadas, e, com calma estamos a aprender a relacionarmo-nos, comunicar e ultrapassar "traumas" passados. Isto para dizer que se não fosse o João a minha vida seria muito mais aborrecida (apesar de as piadas dele me irritarem às vezes), e certamente ele ajuda a apaziguar alguns problemas. Posso dizer que a nossa história é a minha preferida de todos os contos de fadas. Apesar de estar ainda agora a começar, eu gostava que ela não terminasse, porque eu quero acreditar que poderemos ser  muito felizes. Sinceramente eu neste momento não consigo pensar sequer em estar sem ele, porque realmente tem-me ajudado a ter uma nova visão da vida e do objetivo dela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 14:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-06 17:15:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Amor que sinto pelos meus pais é incomparável e vai para além de palavras. Eles são as pessoas mais importantes da minha vida, os meus pilares de força e a minha fonte de sabedoria a nível da vida e estiveram sempre presentes para mim, em bons e maus momentos. Eles têm sido a base na qual me tenho apoiado estes anos todos e irei continuar a apoiar até conseguir voar. Eles ensinaram-me valores fundamentais, como a honestidade, a bondade e a empatia pelo próximo. Mas a mais importante foi o que é o amor. Os meus pais amam-me e não tenho quaisquer dúvidas disso, pois cada conselho, cada palavra amiga, cada abraço, cada beijinho, cada sacrifício, cada noite sem dormir e cada segundo do trabalho árduo deles demonstra precisamente esse amor. Sou-lhes eternamente grata por tudo o que fizeram e fazem por mim, pois sem eles não seria a pessoa que sou hoje, e, eles são a minha inspiração diária para me tornar uma pessoa melhor. A presença deles na minha vida é um tesouro que guardo com carinho e respeito, e cada momento partilhado é uma lembrança preciosa que tenho comigo sempre!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 17:15:29 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-06 17:30:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Identificação - Página 1</p><p><br></p><p>Livros P.I.L - Página 2</p><p><br></p><p>Apreciação critica - Página 3</p><p><br></p><p>Modo narrativo - Página 4</p><p><br></p><p>Modo lírico - Página 5</p><p><br></p><p>Modo dramático  - Página 6</p><p><br></p><p>Escrita criativa - Página 7</p><p><br></p><p>Ficha formativa - Página 8</p><p><br></p><p>Espaço criativo - Páginas 9, 10, 11, 12 e 13</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 17:35:53 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os escuteiros fazem parte da minha vida desde os meus 5 anos, e, apesar de não ter começado com o pé direto, ainda por lá me mantenho. Digo que não comecei com o pé direito porque logo na primeira atividade chorei bastante e não queria ficar, mas fui começando a habituar-me e a gostar. Os escuteiros abriram-me horizontes para novas aventuras e fizeram-me perceber que ajudar os outros faz-me sentir muito melhor do que alguma vez pude imaginar. As atividades que mais me identifico e gosto de participar são precisamente as de voluntariado, como por exemplo: banco alimentar, 24h btt, visitas a lares e/ou bairro de pobres. Este tipo de atividades aquecem-nos o coração por saber que ajudámos e tornámos melhor o dia de alguém. Obviamente também gosto das nossas atividades escutistas, que também nos aquecem a alma com memórias inesquecíveis. Só tenho a agradecer ao Agrupamento 119, por todas as lições de moral e por todos os ensinamentos, e, espero um dia poder demonstrar e habilitar os mais novos com a minha sabedoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 17:52:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Político, professor e escritor português, Joaquim Fernandes Braga nasceu a 24 de fevereiro de 1843, em Ponta Delgada, e morreu a 28 de janeiro de 1924, em Lisboa. Foi um dos principais representantes da Geração de 70 e um dos mais prolíficos autores da segunda metade do século XIX e inícios do século XX, a quem Ramalho Ortigão se referiu como "o trabalho de uma geração inteira empreendido no cérebro de um só homem", tendo deixado uma obra monumental nos domínios da poesia, da história literária, da teoria da literatura, da ficção e da tradução. </p><p>Órfão de mãe, senhora da aristocracia açoriana, aos três anos de idade, ganhou, aos cinco, uma madrasta ríspida, que o iria hostilizar. Foi aos dez anos, ao matricular-se na instrução primária, que adotou o nome Teófilo.</p><p>Tentando ser independente, tornou-se aprendiz de tipógrafo e, em 1859, publicou o seu livro de estreia, "Folhas Verdes", apadrinhado por Francisco Maria Supico. Em 1861, partiu para Coimbra para integrar no curso de Direito. Na Universidade, relacionou-se com alguns dos membros da futura Geração de 70, entre os quais Antero de Quental, envolvendo-se nas manifestações de crítica ao academismo e colaborando em revistas como O Instituto, Revista de Coimbra, Revista Contemporânea de Portugal e Brasil e A Grinalda. Em 1864, publicou os livros de poemas "Visão dos Tempos" e "Tempestades Sonoras", muito influenciados por Vítor Hugo, ambos acompanhados de textos teóricos onde expõe a sua conceção de uma poesia filosófica, que descreva as fases ideais da história da humanidade. No ano seguinte, tomou parte na célebre Questão Coimbrã com o opúsculo "As Teocracias  Literárias", onde se insurge diretamente contra Castilho, censurando a sua prática poética "palavrosa, nula de ideias" e o seu magistério literário. Ainda em 1865, estreou-se na ficção com a coletânea "Contos Fantásticos" e publicou o ensaio "Poesia do Direito". Em 1866, prosseguiu a sua explicação filosófica da história da Humanidade com o volume de poesias "A Ondina do Lago" e concluiu o curso de Direito.</p><p>Ainda em Coimbra, e até à conclusão do seu doutoramento, em 1868, traduziu Chateaubriand e iniciou o seu estudo das origens da Literatura Portuguesa, influenciado pelas leituras de Hegel, Schlegel e Grimm, que daria origem, numa primeira fase, a Cancioneiro Popular e Romanceiro Geral (1867), História da Poesia Popular Portuguesa (1867), Floresta de Vários Romances (1868) e Cantos Populares</p><p>do Arquipélago Açoriano (1869), e, numa segunda fase, a Contos Tradicionais Portugueses (1883). Em 1868, casou e ficou a viver no Porto, onde aprofundou as suas leituras do positivismo de Comte, de que seria um dos principais divulgadores em Portugal (devendo-se lhe, entre outras obras, os Traços Gerais de Filosofia Positiva, de 1877, e o Sistema de Sociologia, de 1884) e que tentaria mais tarde aplicar a todos os domínios do saber, nomeadamente à história literária.</p><p>Em 1869, quando perdeu o seu primeiro filho, publicou História da Poesia Moderna em Portugal e o volume de poesias Torrentes. Durante a década de 70, orientou o seu trabalho no sentido da criação de uma ambiciosa História da Literatura Portuguesa, a que se refere, em carta a F. M. Supico, como "o mealheiro de todas as [suas] ideias, a monomania, a ambição única que [tinha]". Em 1872, já depois de publicadas a História da Literatura Portuguesa. Introdução (1870), a História do Teatro Português (1870- 1871) e a Teoria da História da Literatura Portuguesa (1872), ganhou o concurso para professor de Literaturas Modernas no Curso Superior de Letras. Refletindo a sua experiência de ensino, publicou o Manual da História da Literatura Portuguesa (1875), a Antologia Portuguesa (1876) e o Parnaso Português Moderno (1876). Na década de 80, enquanto participava na revista literária A Renascença e dirigia as revistas de divulgação das doutrinas positivistas</p><p>O Positivismo (fundada com Júlio de Matos em 1878), A Era Nova e a Revista de Estudos Livres (fundadas com Teixeira Bastos, respetivamente em 1880 e 1883), orientou os seus estudos literários para a literatura contemporânea, publicando a História do Romantismo em Portugal (1880) e As Modernas Ideias na Literatura Portuguesa (1892). Em 1884, publicou o último volume de poesias, Miragens Seculares, que viria a concluir o ciclo encetado com a Visão dos Tempos. Entre 1886 e 1887, no espaço de poucos meses, perdeu os dois filhos que lhe restavam; esta enorme tragédia pessoal despertou a simpatia de muitos dos seus adversários, incluindo Camilo, que lhe dedicaram o volume de elegias A Maior Dor Humana. Em 1891, redigiu o manifesto e o programa do partido republicano. Logo</p><p>após a proclamação da República, em 1910, foi escolhido para presidente do Governo provisório. Em 1915, exerceu as funções de Presidente da República interino.</p><p>Entretanto, publicaria uma nova versão da História de Literatura Portuguesa (1909-1918). No âmbito estritamente literário, e numa tentativa de alcançar uma visão de conjunto sobre a obra de Teófilo Braga, cuja amplitude e diversidade são ainda aumentadas pelas constantes reedições, refundições e recapitulações, num esforço permanente de coerência e atualização, podemos notar três orientações: </p><p>1.</p><p>A elaboração poética de uma história filosófica da humanidade, nos cinco volumes de Visão dos Tempos, Tempestades Sonoras, A Ondina do Lago, Torrentes e Miragens Seculares; </p><p>2.</p><p>A vocação folclorista, de inspiração garrettiana, manifesta na recolha e na análise de poesias, lendas, mitos e contos populares e tradicionais; </p><p>3. </p><p>A conceção de uma história da literatura portuguesa,</p><p>explanada nas dezenas de volumes, propriamente teóricos ou também didáticos, onde estudou os elementos autóctones e os factos importados, debruçando-se especialmente sobre a poesia popular e a literatura do século XIX, e onde procurou conciliar o princípio estático da raça colhido nas leituras de Schlegel (com a exaltação da raça nacional de origem moçárabe) com o princípio dinâmico do progresso bebido nas doutrinas positivistas.</p><p>Exemplos de obras:</p><ul><li><p>Contos Tradicionais do Povo Português;</p></li><li><p>História das Ideias Republicanas em Portugal<sub>;</sub></p></li><li><p>As Plantas na Medicina Popular nos Açores.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 14:30:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português. </p><p>Autor do poema Os Lusíadas, uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português.</p><p>Luís Vaz de Camões nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1524. Era filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo, aparentada com a casa de Vimioso, da alta nobreza portuguesa, e sobrinho de D. Bento de Camões, cônego da Igreja de Santa Cruz de Coimbra.</p><p>Em 1527, durante uma epidemia de Peste, em Lisboa, D. João III e a corte transferiram-se para Coimbra, e Simão, a mulher e o filho, com apenas três anos, acompanharam o rei.</p><p>Luís de Camões viveu a sua infância na época das grandes descobertas marítimas e também no início do Classicismo em Portugal. Foi aluno do colégio do convento de Santa Maria e tornou-se um profundo conhecedor de história, geografia e literatura.</p><p>Em 1537, D. João III transferiu a Universidade de Lisboa para Coimbra. Camões iniciou o curso de Teologia, mas levava uma vida irrequieta, desordeira, além da fama de conquistador, mostrando pouca vocação para a Igreja.</p><p>Em 1544, com 20 anos, deixou as aulas de teologia e ingressou no curso de filosofia. Já era conhecido como poeta. Nessa época, compôs uma elegia à Paixão de Cristo, que ofereceu a seu tio. Seus versos revelam que ele estudou os clássicos da Antiguidade e os humanistas italianos.</p><p>Nessa época, encontra-se com D. Catarina de Ataíde, dama da rainha D. Catarina da Áustria, esposa do rei D. João III e, desse encontro nasce uma ardente paixão, mais tarde imortalizada pelo poeta com o anagrama “Natércia”.</p><p>Nessa época, a intelectualidade nacional era incentivada, sobressaindo-se escritores, pensadores e poetas, como Sá de Miranda, que iniciou o Classicismo em Portugal e o próprio Camões, que se tornou o maior representante do Classicismo português.</p><p>Num sarau, seguido de um torneio poético, o espanhol Juan Ramon, sobrinho de um professor da Universidade, sentiu-se ofendido por causa dos versos de Camões.</p><p>Seguiu-se um duelo e o espanhol saiu ferido, o que terminou na prisão do poeta, sob o protesto dos estudantes. No final de muitas discussões, Camões foi perdoado, com a condição de ser desterrado durante um ano em Lisboa.</p><p>Na capital, os versos do poeta eram apreciados pelas damas da corte, mas era perseguido por outros poetas, sendo vítima de muitas intrigas para desprestigiá-lo e afastá-lo da corte.</p><p>Para fugir das perseguições, em 1547, Camões resolve embarcar, como soldado, para a África. Serviu dois anos em Ceuta. Combateu contra os mouros e durante uma briga perdeu o olho direito.</p><p>Em 1549, Luís de Camões retornou para Lisboa e entregou-se a uma vida desregrada. Em 1553, envolveu-se num novo incidente, ferindo um empregado do paço. Foi preso e permaneceu um ano detido.</p><p>Nessa época, inspirado nas conquistas ultramarinas, nas viagens por mares desconhecidos, na descoberta de novas terras e no encontro com costumes diferentes, escreveu o primeiro canto de sua imortal poesia épica, Os Lusíadas.</p><p>Posto em Liberdade, em 1554, Camões embarcou para as Índias. Esteve em Goa, e fez parte de várias outras expedições militares.</p><p>Camões foi nomeado provedor em Macau, na China e durante esse período, escreveu mais 6 contos de seu poema épico. Em 1556 partiu novamente para Goa, mas a sua embarcação naufragou na foz do rio Nekong.</p><p>Camões conseguiu salvar-se nadando, levando consigo os originais dos Lusíadas. Chegando a Goa, foi preso novamente em consequência de novas intrigas. Ali recebeu a notícia da morte prematura de D. Catarina de Ataíde.</p><p>Em 1569, Camões resolveu voltar para Portugal e embarcou na nau Santa Fé, levando consigo um escravo, que o acompanhou até aos seus últimos dias. Chegou a Cascais em 7 de abril de 1570. Depois de 16 anos, estava de volta à sua pátria.</p><p>Em 1572 publicou o seu poema "Os Lusíadas". Que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. O poema é composto de dez cantos, cada canto é formado por estrofes de oito versos. Com o sucesso da obra, Camões recebeu do rei D. Sebastião uma pensão anual.</p><p>Inspirado em A Eneida, de Virgílio, Camões narra fatos heroicos da história de Portugal, em particular, a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama. No poema, Camões mistura fatos da História Portuguesa e as intrigas dos deuses gregos, que procuram ajudar ou atrapalhar o navegador.</p><p>Entre os episódios narrados na obra “Os Lusíadas” destaca-se o Canto III que relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro o amante de Inês.</p><p>Representante máximo do Classicismo Português, além da poesia épica, Camões escreveu versos líricos e dramáticos. A maior parte da obra lírica de Camões é composta de sonetos, seguindo a “médida nova” com uma estrutura métrica de quatorze versos, dispostos em dois quartetos e dois tercetos.</p><p>Luís de Camões morreu em Lisboa, Portugal, no dia 10 de junho 1580, em absoluta pobreza. Segundo alguns biógrafos, Camões não tinha sequer um lençol para lhe servir de mortalha. Teria sido enterrado em cova rasa. Mais tarde, em 1594, Dom Gonçalo Coutinho, mandou esculpir uma lápide com os dizeres: "Aqui jaz Luís de Camões, Príncipe dos Poetas do seu tempo. Viveu pobre e assim morreu"</p><p>Exemplo de obra:</p><ul><li><p>Rimas (1595). </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 14:49:15 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ficcionista, autor dramático, encenador e jornalista português, formado em Direito, Luís Infante de</p><p>Lacerda Sttau Monteiro nasceu a 3 de abril de 1926, em Lisboa, e morreu, também nesta cidade, a 23 de julho de 1993. De ascendência espanhola, viveu uma parte da adolescência em Inglaterra, onde o seu pai foi embaixador.</p><p>Nos anos 70 do século XX, desenvolveu atividade como jornalista, tendo colaborado com o Diário de Notícias e com o Expresso e, na década seguinte, dirigido Confidencial (1984) e colaborado como guionista de uma novela televisiva.</p><p>Iniciou a sua carreira literária com a narrativa "Um Homem Não Chora", obra saudada como uma revelação da ficção portuguesa contemporânea, a que se seguiu um romance de grande êxito, "Angústia para o Jantar", onde se salientam a "ironia, o gosto pela sátira, a distanciação emocional, o cinismo [...] e, no plano estilístico, a vivacidade dos diálogos." </p><p>Situado numa segunda geração neorrealista, foi sobretudo pela sua obra dramática que viria a ser consagrado, recebendo com "Felizmente Há Luar!", em 1962, o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores. Essa peça histórica, que recorda a rebelião do general Gomes Freire de Andrade, foi proibida pela censura tendo sido representada no nosso país apenas em 1978.</p><p>As suas sátiras sobre a ditadura e a Guerra Colonial, fruto do seu espírito crítico e combativo, tornaram-no objeto de perseguição política, chegando mesmo a ser preso como quando publicou "A Estátua e A Guerra Santa".</p><p>Embora levadas à cena por companhias estrangeiras, poucas peças de Luís de Sttau Monteiro foram representadas em Portugal antes do 25 de abril, excetuando-se "As Mãos de Abraão Zacut", estreada em</p><p>1969 pela Companhia do Teatro Estúdio de Lisboa, sob a direção de Luzia Maria Martins.</p><p>Homem essencialmente de teatro, Sttau Monteiro foi ainda autor de uma adaptação da novela "O Barão", de Branquinho da Fonseca, e de várias traduções de autores dramáticos como Shakespeare ou Ibsen, que ele próprio levou à cena.</p><p>Exemplos de obras:</p><ul><li><p>As Mãos De Abraão Zacut; </p></li><li><p>A Guerra Santa;</p></li><li><p>A Estátua.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 14:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-06-07 15:03:51 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Quinta da Escola, meu grande amor, graças a Deus, não nasci My Camp." A Quinta da Escola é um colónia de férias, mas não uma qualquer. É "o meu cantinho", o sítio onde todos os sonhos se tornam realidade, se pode voar mais alto e ter super-heróis a marcar corações. O sentimento que esta colónia me transmite é inexplicável e apenas quem a vive com emoção sabe o quão boa é esta sensação. Eu faço sempre um turno, em setembro (o último), porque é um turno especial, em que tudo acontece e nada se explica. Nós dizemos sempre que unimos uma família e que todos somos diferentes e estamos contentes por isso, e na verdade essa frase explica muita coisa. Naquela semana ter vergonha não é uma opção e ninguém se importa com mais nada a não ser criar amizades e divertir-se. Este é um dos principais motivos porque gosto tanto de ir, pois nunca sou julgada. Até já descobri que tenho amigos em comum com outras pessoas, e somos tantos de tantos lugares diferentes e distantes... </p><p>Na Quinta eu sou tão feliz!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 15:20:24 UTC</pubDate>
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         <title>Indentificação</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-11-08 17:04:08 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a Maria Beatriz, tenho 16 anos e frequento o Curso de Línguas e Humanidades. O verão passou, e com ele algumas coisas foram mudando: algumas foram deixadas para trás, mas outras não...uma das coisas que não mudou foi a minha vontade de ajudar o próximo e formar-me em Psicologia Forense. Uma das coisas que mudou foi a maneira de eu pensar sobre a vida, como é preciosa, e  como a devemos aproveitar. Na minha identificação do passado ano letivo, escolhi fotos que eu gostava e achava que estavam bonitas (e até fofa na fotografia de quando era pequenina), mas este semestre decidi que ia escolher uma fotografia onde eu estivesse genuinamente feliz. A fotografia que coloquei foi tirada no primeiro dia da colónia de férias em setembro 2024, na Quinta da Escola, e, o tema do jantar nesse dia era "Jantar de camarata", ou seja, cada colega da minha camarata (skittles) ia de uma cor e todas de bandana. Escolhemos esse nome porque após uma longa conversa, partilha de histórias (boas e más), apercebemo-nos que éramos todas muito diferentes mas todas tínhamos um objetivo em comum: ajudarmo-nos mutuamente umas às outras a sermos felizes naquela semana sem qualquer preocupação, avaliação ou até reprovação, e nessa noite apercebi-me que ninguém me iria julgar por ser simplesmente humana e por aproveitar a vida à minha maneira.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 17:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2024-11-09 19:32:11 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tenerife foi a minha primeira viagem de férias com a minha prima (que eu me lembre), tendo sido uma viagem incrível e que me fez crescer como pessoa: tive alguém a quem pude confiar, desabafar, brincar, divertir, conversar... resumindo, a minha "irmã amiga". A parte que mais me marcou nestas férias foi a ida ao Siam Park, que é um parque aquático que foi inaugurado pela princesa da Tailândia Maha Chakri Sirindhorn. O parque fica escondido no meio das árvores e tem um escorrega que passa no meio de um tanque com tubarões, eu, pessoalmente não tive coragem para andar, mas se pudesse voltar atrás no tempo andava. O dia mais engraçado aconteceu logo à chegada, em que estávamos à procura de uma praia natural e acabamos numa praia de nudismo...! Num dos passeios fomos ao topo do vulcão, e quando estávamos a descer a serra houve a linda imagem de estar tudo coberto de nuvens - lindíssimo. Também fomos ao Hard Rock que é muito diferente dos que estamos habituados a ir, tanto por dentro como por fora. No período que fomos de férias estava a decorrer o EURO2024, e foi muito interessante ver os Oitavos-de-Final - o jogo de Portugal contra a Eslovénia - num espaço comum com pessoas de várias nacionalidades. Vimos o jogo com portugueses que conhecemos no momento e com eslovacos, o que tornou o jogo ainda mais estressante, mas acabámos por ganhar 3-0 em pênaltis. Em suma, Tenerife foi uma viagem cheia de momentos incríveis e experiências diferentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 19:35:54 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Identificação - Página 1</p><p><br></p><p>Livros P.I.L - Página 2</p><p><br></p><p>Apreciação critica - Página 3</p><p><br></p><p>Modo narrativo - Página 4</p><p><br></p><p>Modo lírico - Página 5</p><p><br></p><p>Modo dramático  - Página 6</p><p><br></p><p>Escrita criativa - Página 7</p><p><br></p><p>Ficha formativa - Página 8</p><p><br></p><p>Espaço criativo - Páginas 9, 10, 11, 12 e 13</p><p><br></p><p>Reflexão - Página 14</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-22 15:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Livros P.I.L</title>
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         <pubDate>2024-12-22 15:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
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         <pubDate>2024-12-22 15:48:37 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em março de 2024 tive o privilégio de participar numa viagem com colegas e professores, e na mesma visitámos 3 países diferentes.</p><p>Partimos de Lisboa e aterramos em Paris, visitando a Disney. Desde pequenina que sonhava ir à Disney, inclusive tive uma viagem marcada mas infelizmente apareceu o Covid-19 e impossibilitou que a mesma acontecesse, portanto conseguir finalmente lá ir e ainda por cima com os meus melhores amigos foi muito emocionante.</p><p>De seguida, no nosso caminho para Amesterdão, parámos na Bélgica e para mim foi um sítio muito bonito que eu adorei e planeio lá voltar um dia, porque foi uma paragem muito curta, e, apesar de ter dado para ver muita coisa, na minha opinião não foi o suficiente. Entretanto ficámos 3 dias em Amesterdão. Em termos de alojamento, de todos foi o que eu mais gostei, porque fiquei com as minhas 5 melhores amigas no quartinho 24, e em termos da cidade em si, foi incrível, apesar do frio horrível que se fez sentir. Os momentos que eu mais gostei foram as visitas à Casa da Anne Frank e o Madame Tussauds, foram duas experiências super diferentes e magníficas. Ao regressarmos novamente a Paris, mas desta vez para vermos e exploramos um pouco mais a cidade que é linda! No nosso último dia visitámos o Palácio de Versalhes que tem uma arquitetura muito cativante e interessante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-22 15:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
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         <pubDate>2024-12-23 12:29:59 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia 30 de abril de 2023 fui pela primeira vez ao Estádio do Dragão. Mas a história do amor por este clube começa um pouco atribulada, pois desde muito nova que não tinha certezas absolutas de qual o clube que efetivamente queria seguir, tendo finalmente decidido que azul e branco eram a minha cor. O primeiro jogo que fui ver foi contra o Boavista e ganhámos 1-0, foi de arrepiar ver os Super Dragões e tantas pessoas com o mesmo amor pela camisola. O segundo jogo que eu fui ver foi do Porto com o Sintrense, no estádio José Gomes - ganhámos 3-0. Mas o mais importante nesse jogo não foi o resultado, e sim ter conhecido alguns dos jogadores, principalmente o Galeno. Apesar de ser um clube muito criticado, agradeço imenso ao meu pai por me ter convencido de que azul é a cor do meu sangue.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-23 12:38:35 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 14:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica</title>
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         <pubDate>2025-01-17 14:54:44 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Segredos de Família", de Pedro Boucherie Mendes, é uma obra que mergulha nas tensões e segredos que moldam as relações familiares. </p><p>O autor explora temas como a lealdade, a ligação familiar, a culpa e a capacidade de perdoar, revelando assim as camadas emocionais escondidas de uma família que aparentava ser normal. No meu ponto de vista, é um livro bastante interessante que nos prende até ao final para descobrir os verdadeiros culpados por detrás das duas mortes, e que nos convida a "investigar" também, envolvendo-nos bastante na história. O que mais gostei neste livro foi a forma que me fez refletir sobre tudo o que acontece à minha volta, como as aparências iludem e perceber como nunca sabemos nada sobre ninguém. A família da Luzia parecia ser muito unida e tinha uma boa reputação, todavia ninguém suspeitava que havia traições e filhos ilegítimos e que estavam constantemente em discussões sobre o patrimônio, e, que faziam de tudo para o aumentar, mesmo que isso implicasse matar membros da própria família. O que menos gostei foi o facto de o autor fazer excessivas descrições que no final acrescentam pouco à história e não sendo muito importantes para o enredo. É um livro de leitura fácil e enriquecedor.</p><p>Em suma, recomendo este livro que nos faz refletir sobre a ganância e que não desilude pelo enredo fascinante. </p>]]></description>
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         <title>Modo Narrativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:04:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett nasceu na cidade do Porto, em Portugal, no dia 4 de fevereiro de 1799. Acompanhou a sua família quando se mudaram para os Açores durante as invasões napoleônicas. Garrett passou a sua infância e adolescência na ilha Terceira, onde iniciou os seus estudos. Desde jovem, demonstrou interesse pela literatura e pela política, mas os seus pais desejavam que ele seguisse uma carreira religiosa. Em 1816, Almeida Garrett separou-se de sua família e voltou ao continente. Matriculou-se no curso de Direito na Universidade de Coimbra e começou a explorar as ideias liberais. Almeida Garrett participou ativamente na Revolução Liberal do Porto em 1820, que aclamava pela criação de uma monarquia constitucional em Portugal. Em 1821, obteve o seu diploma e passou a residir em Lisboa, onde se integrou no Ministério do Interior e, logo depois, assumiu a direção do setor de educação pública. Em 1823, após o retorno do absolutismo com a contrarrevolução liderada por D. Miguel, Garrett foi forçado a deixar Portugal e exilou-se na Inglaterra. Durante o seu exílio, teve acesso à literatura romântica de Lord Byron e Walter Scott. Em 1824, enfrentando dificuldades financeiras, mudou-se para França, onde atuou como correspondente comercial em Havre. Em 1826, Garrett foi perdoado e voltou a Portugal. Ele dedicou-se ao jornalismo, fundando o jornal “O Português” e a publicação semanal “O Cronista”. Em 1828, retornou a Inglaterra devido ao restabelecimento do regime absolutista por D. Miguel. Só conseguiu apoio para voltar após a vitória do liberalismo na Guerra Civil Portuguesa de 1832. Almeida Garrett também é reconhecido como fundador do teatro romântico em Portugal, promovendo o patriotismo e celebrando eventos importantes da história do país. A partir de 1838, iniciou uma campanha para construir o Teatro Nacional D. Maria II e criar o Conservatório de Arte Dramática. Almeida Garrett faleceu em Lisboa, no dia 9 de dezembro de 1854.</p><p><br/></p><p>Algumas obras de Garrett:</p><ul><li><p><em>Retrato de Vênus</em> (1821)</p></li><li><p><em>Camões</em> (1825)</p></li><li><p><em>O Auto de Gil Vicente </em>(1842)</p></li><li><p><em>Folhas Caídas</em> (1853)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 15:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Dramático</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:06:26 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita Criativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha formativa</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:07:27 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:09:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-01-17 15:29:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Perder amizades</p><p>Perder amizades é um aperto no coração</p><p>Um eco longínquo</p><p>De sorrisos, segredos e memórias partilhadas</p><p>Agora perdidos</p><p><br/></p><p>Percorremos caminhos lado a lado</p><p>Mas agora seguiram o vosso</p><p>Como se o comboio tivesse aberto as portas</p><p>E vocês chegaram à vossa paragem, então saíram</p><p><br/></p><p>No entanto aprendemos a valorizar os momentos</p><p>Mas pergunto-me se vale a pena perder tudo </p><p>Por apenas um mal entendido</p><p>Que podia ser resolvido</p><p><br/></p><p>Contudo seguimos</p><p>Com um olhar de saudade </p><p>Porque perdermo-nos custa</p><p>Mas os nossos comboios podem voltar-se a encontrar..."</p><p><br/></p><p><br/></p><p>"Desejo Impossível</p><p>És como o vento</p><p>Dás-me arrepios e foges</p><p>És uma miragem que brilha</p><p>Que toca no peito e desaparece</p><p><br/></p><p>Os teus verdes olhos </p><p>Que iluminam a escuridão </p><p>Mas que pela manhã já não estão lá</p><p>Porque amanheceu e já não há razão para ter medo</p><p><br/></p><p>Há muralhas que nos separam</p><p>E são as tuas atitudes</p><p>Mas essas mesmas fazem-me desejar-te</p><p>E sentir-me mal por isso</p><p><br/></p><p>Mas mesmo assim prefiro a dor de não te ter</p><p>Do que ter comigo um traidor </p><p>Prefiro que sejamos como o céu e o mar</p><p>Podemos ver-nos mas não nos tocar."</p><p><br/></p><p><br/></p><p>"A dor do amor</p><p>Amar é como beber uma bebida agridoce</p><p>É navegar num mar desconhecido</p><p>É como ler um livro novo</p><p>É sobre aprender algo novo</p><p><br/></p><p>A dor do amor é um sentimento profundo </p><p>Algo silencioso que nos faz pensar</p><p>É o eco de promessas</p><p>Que foram corrompidas </p><p><br/></p><p>Cada lágrima que cai pesa cada vez mais</p><p>Leva-nos as lembranças </p><p>De momentos e sorrisos</p><p>De quando éramos felizes..." </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 15:33:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde sempre que o Natal é a minha época do ano preferida. Todas as famílias têm as suas tradições de Natal, e a minha não é exceção, no entanto é um pouco diferente. Normalmente o meu pai veste-se de Pai Natal, todavia um pouco diferente. Já tivemos, por exemplo: o Pai Natal campino, o Pai Natal da Amadora, o Grinch, entre tantos outros. Outra tradição é enumerar as prendas e fazer um sorteio da ordem que as mesmas são entregues. Resumindo, ficamos horas e horas a distribuir e a abrir prendas! Mas para mim o Natal não são presentes e sim a família, é o que realmente torna o Natal tão especial. Adoro estar à mesa a jantar, conversar, divertir, partilhar... e perceber que estamos todos juntos, e na altura de finalmente irmos abrir os presentes, termos as nossas brincadeiras e divertimo-nos muito a proporcionar uma boa disposição incrível! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 16:46:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845, numa casa da Praça do Almada&nbsp;na Póvoa do Varzim. Eça era filho de José Maria Teixeira de Queiroz, que nasceu no Rio de Janeiro em 1820 e era delegado do procurador régio em Viana do Castelo, e de Carolina Augusta Pereira d<strong>’</strong>Eça, que veio ao mundo<strong> </strong>em Monção em 1827. O enlace matrimonial aconteceu após o seu nascimento. O pai de Eça de Queiroz, que atuava como<strong> </strong>magistrado e era par do reino, costumava encontrar-se com Camilo Castelo Branco, especialmente<strong> </strong>quando este visitava a Póvoa para se divertir no Largo do Café Chinês. Uma das explicações para o facto de os pais do autor não se terem casado antes do seu nascimento é que Carolina Augusta Pereira de Eça não conseguiu o consentimento necessário de sua mãe, que já era viúva do coronel José Pereira de Eça. Na verdade, apenas seis dias depois do falecimento da avó que se opunha ao casamento, os pais de Eça de Queiroz uniram-se matrimonialmente, sendo que o garoto tinha quase quatro anos na época. Ele foi inscrito no Colégio da Lapa, que fica no Porto, onde ficou até 1861. Com dezesseis anos, decidiu deixar a escola para matricular-se na Universidade de Coimbra, onde estudou Direito. Seus pais também tiveram mais seis filhos além dele.<br>Enquanto estava em Coimbra, Eça formou uma amizade com Antero de Quental. Suas obras iniciais, que foram lançadas na publicação "Gazeta de Portugal", foram posteriormente compiladas num livro chamado Prosas Bárbaras, que foi lançado após sua morte. Durante as férias de verão, Eça costumava passar o tempo na Póvoa de Varzim, enquanto frequentava o curso na Universidade de Coimbra. Durante o verão, a sua tia materna, Carlota, alugava uma casa na Póvoa e levava consigo seu sobrinho José Maria e seus quatro filhos, que consistiam em três meninos e uma menina. <br>Em 1866, Eça de Queiroz completou a sua licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra e começou a residir em Lisboa, onde atuou como advogado e jornalista. Ele foi Diretor do jornal "O Distrito de Évora" e contribuiu para diversas publicações, incluindo a "Renascença" (1878-1879?), "A Imprensa" (1885–1891), "Ribaltas e gambiarras" (1881), além de colaborar postumamente na "Revista de turismo" que começou em 1916 e na "Feira da Ladra" (1929-1943). No entanto, ele continuou a contribuir de forma ocasional para periódicos e revistas ao longo de sua vida. Posteriormente, ele estabeleceu a "Revista de Portugal". Ao completar 40 anos, uniu-se em matrimônio com Emília de Castro, com quem gerou quatro filhos: Alberto (nascido em 16 de abril de 1894), António (nascido em 28 de dezembro de 1889), José Maria (nascido em 26 de fevereiro de 1888) e Maria (nascida em 16 de janeiro de 1887). Morreu a 16 de agosto de 1900, em&nbsp;Neuilly-sur-Seine, na França.</p><p>&nbsp;</p><p>Algumas obras de Eça de Queiroz:</p><ul><li><p><em>Mistério da Estrada de Sintra</em> (1871)</p></li><li><p><em>A Relíquia</em> (1887)</p></li><li><p><em>Os Maias</em> (1888)</p></li><li><p><em>O Egito </em>(1926)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 14:48:51 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Lírico</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 15:27:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi em Vila do Conde que José Régio nasceu e foi batizado (a 28 de setembro de 1901), filho do ourives José Maria Pereira Sobrinho e de Maria da Conceição Reis Pereira, doméstica, ambos naturais de Vila do Conde. Apesar do contexto conservador da época, Régio manteve-se firme aos seus princípios de socialismo cristão e teve uma participação ativa, embora moderada, na esfera pública, sem que sua escrita se tornasse apenas uma crítica superficial. Em virtude de sua posição autônoma, ele teve debates acalorados com autores do neorrealismo, concretismo, experimentalismo e formalismo, defendendo a visão de uma arte voltada para a vida, de caráter individualista, que transmitisse de maneira sincera as emoções mais profundas do criador, com ênfase em dilemas morais e questionamentos religiosos. No entanto, se a inspiração do autor fosse principalmente de natureza social, ela precisaria ser apresentada sem a influência de qualquer agenda política, algo que Régio exemplificou em sua poesia social com obras como Fado, A Chaga do Lado e Cântico Suspenso, o que constituiu um desafio significativo num período caracterizado por rígidos alinhamentos. Faleceu a 26 de Dezembro de 1969, na Vila do Conde.</p><p><br/></p><p>Algumas obras de José:</p><ul><li><p><em>Sonho de uma véspera de exame</em>&nbsp;(1936)</p></li><li><p><em>Sou um homem moral (1940)</em></p></li><li><p><em>El-Rei Sebastião</em>&nbsp; (1949)</p></li><li><p><em>O judeu errante (1967)</em></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 15:29:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Criar um portfólio é uma ótima maneira de compilar materiais ou trabalhos desenvolvidos para mostrar as habilidades, competências, qualificações e experiências. Não deverá faltar: variedade de trabalhos, foco nas áreas de interesse, qualidade e apresentação visual atrativa.</p><p>O caminho que segui ou as escolhas que tomei, talvez não tenham sido os mais fáceis, mas também não acredito que possa existir um passo-a passo ou metodologia 100% exato de como fazer um portfólio, pois a intuição e a livre experimentação são etapas extremamente importantes neste percurso. O facto é que este processo me ajudou a definir ainda mais a minha personalidade, enquanto tentava ser seletiva, organizada, clara, consistente e criativa. Foi um projeto real e trabalhoso, pois ter de lidar com rótulos que criei para mim mesma não foi fácil, mas sei que o resultado desse esforço pôde: deixar-me olhar para dentro, para olhar para fora, e questionar-me sobre o que realmente me afeta; como costumo agir em situações difíceis e de que forma isso afeta as pessoas à minha volta; pensar no que já vivi e como consigo ajudar a encontrar o melhor caminho; aquilo que gostava de viver e de que forma posso construir esse conhecimento; pensar na forma de lidar com as adversidades…</p><p>Nem tudo na vida é tão explícito quanto parece. Nem sempre as pessoas estão preparadas para dizer o que lhes está a acontecer, muitas outras vezes elas nem mesmo sabem. Eu aprendi que olhar para os pequenos detalhes e entender como eles se ligam é o que traz mais indícios sobre os retratos do momento. Logo, este portfolio deu-me muitos sinais sobre a minha rotina e sobre a minha vida. Esses sinais foram diversos e, levaram-me a entender pequenos detalhes ou mesmo perceber situações com alto potencial de frustração, mas também de prazeres. Tive de me escutar e, principalmente, “olhar”&nbsp;para&nbsp;mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 16:23:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma pequena compilação entre fotos e vídeos dos melhores momentos do meu 2024.</p><p><br/></p><p>2024 foi um ano de muitas aprendizagens, e definitivamente um ano bem complicado. Sorri, chorei, mas principalmente, cresci. Aprendi que nada acontece por acaso e, tanto Deus como o Universo colocam e retiram pessoas da nossa vida por algum motivo. Aprendi também que crescer é um processo e a dor e o medo fazem parte do mesmo, mas temos de saber enfrentar esse medo e torná-lo uma porta para sairmos da nossa zona de conforto, e, transformar a dor em força para chegarmos mais longe. Apesar de todos os maus momentos sempre tive a minha família ao meu lado, e só lhes tenho a agradecer por me terem apoiado, mesmo quando até eu já não via a luz ao fim do túnel. Eles sempre lá estiveram para me guiar nesta caminhada. </p><p>Posso assim concluir que 2024 fez-me olhar para a vida de um maneira mais leve e totalmente diferente. Fez-me perceber que nem tudo é mau e que só precisamos das pessoas certas ao nosso lado para sermos felizes.</p><p>"Na vida, não vale tanto o que temos, nem tanto importa o que somos. Vale o que realizamos com aquilo que possuímos e, acima de tudo, importa o que fazemos&nbsp;de&nbsp;nós!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 17:39:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel Alegre de Melo Duarte veio ao mundo no dia 12 de maio de 1936, na cidade de Águeda. Frequentou instituições de ensino em Lisboa, no Porto, e também em Coimbra. No ano de 1961, foi enviado para Angola. Detido pela PIDE, ficou encarcerado por seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde produziu a maior parte dos poemas que compõem o seu primeiro livro, <em>Praça da Canção</em>. Sendo uma figura proeminente do Partido Socialista, atuou como vice-presidente da Assembleia da República de 1995 até 2009 e foi integrante do Conselho de Estado.<br>Recebeu diversos prêmios literários de grande renome, incluindo o Grande Prêmio de Poesia da APE-CTT, o Prêmio da Crítica Literária da AICL, o Prêmio Fernando Namora e o Prêmio Pessoa, que lhe foram concedidos em 1999.<br>O seu livro de poesias intitulado <em>Doze Naus</em> foi agraciado com o Prêmio Dom Dinis. No ano de 2016, recebeu o Prêmio Vida Literária da APE e o Prêmio de Consagração de Carreira da SPA. No mesmo ano, o seu livro de poemas <em>Bairro Ocidental</em> foi premiado com o Grande Prêmio de Literatura dst.</p><p>Em 2017, foi homenageado com o Prêmio Camões e, em 2019, recebeu o Prêmio Vida e Obra da SPA.</p><p><br></p><p>Algumas obras de Manuel:</p><ul><li><p><em>Praça da canção</em> (1979)</p></li><li><p><em>Senhora das tempestades</em> (1998)</p></li><li><p><em>Cão Como Nós</em> (2002)</p></li><li><p><em>Memórias Minhas</em> (2024)</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 18:34:38 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Identificação - Página 1</p><p><br/></p><p>Teatro - Página 2</p><p><br/></p><p>Apreciação crítica - Página 3</p><p><br/></p><p>Modo narrativo - Página 4</p><p><br/></p><p>Modo lírico - Página 5</p><p><br/></p><p>Modo dramático - Página 6</p><p><br/></p><p>Escrita criativa - Página 7</p><p><br/></p><p>Ficha formativa - Página 8</p><p><br/></p><p>Espaço criativo - Páginas 9, 10, 11, 12 e 13</p><p><br/></p><p>Reflexão - Página 14</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:53:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Foi numa conversa de café</p><p>Que descobri que sou feliz</p><p>Não com gente da minha idade</p><p>Mas com os “velhos” da terrinha.</p><p>Foi numa conversa de café </p><p>Que conheci pessoas novas</p><p>Não que fossem desconhecidos </p><p>Mas conheci o seu interior. </p><p>Foi numa conversa de café </p><p>Que falei como se não houvesse amanhã </p><p>Não com toda a gente</p><p>Mas com os que me fazem feliz!"</p><p><br/></p><p>“A cabeça assemelha-se a um quarto desarrumado, com os pensamentos espalhados como roupa suja, e os sentimentos não cabem na gaveta. </p><p>Ao abrir uma janela entra mais barulho, ao fechar os olhos ainda vejo mais, é como estar num autocarro sem paragem, sem destino, a caminho de lado nenhum.</p><p>Tento respirar mas o ar tem perguntas para as quais não tenho respostas.</p><p>Há uns dias que nada parece fazer sentido, ou talvez faça, mas apenas por uns segundos, depois tudo escorrega devido a uma simples notificação. </p><p>Ou então, entre as vozes da minha cabeça, que são memórias que soam como músicas.</p><p>Pode ser também o meu cansaço, mas continuo, sem mapa e sem nome para isto.</p><p>Porque no meio do caos consigo sempre ter um sorriso.” </p><p><br/></p><p>“Há dias que sou como o sol</p><p>acelero o mundo e faço-o viver</p><p>falo e rio alto, às vezes até demais. </p><p><br/></p><p>Mas de repente vem a queda</p><p>Silenciosa e fria, como se fosse inverno</p><p>O corpo pesa demais, os pensamentos são arrastados e a sombra não me larga. </p><p><br/></p><p>Sou pico e abismo</p><p>Às vezes voo</p><p>Às vezes afundo </p><p><br/></p><p>Sorrisos largos</p><p>Pensamentos com planos gigantes</p><p>E depois silêncio </p><p>Alma com peso e cansaço </p><p><br/></p><p>São dois mundos</p><p>a viver num corpo só</p><p>mas no final de tudo </p><p>só procuro paz.” </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 18:09:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sou a Maria Beatriz, e frequento o curso de Línguas e Humanidades. Estar a terminar o 11° ano está a fazer-me perceber imensas coisas… estou contente e assustada ao mesmo tempo. Assustada por pensar que falta apenas um ano para seguir um caminho diferente e novo. Não que isso seja algo negativo, até porque eu gosto de novos desafios, mas porque sinto que não estou preparada para deixar pessoas e hábitos para trás. Em simultâneo sinto que estou preparada para enfrentar esta nova fase, pois ir para a faculdade é um grande sonho. Momentos difíceis exigem muita coragem, determinação e força de vontade para seguir em frente. Existem momentos desagradáveis, situações complicadas, alturas em que a vida se torna difícil de suportar e parece impossível continuar. Mas talvez essas dificuldades existam apenas para que possa apreciar as facilidades em plenitude. Talvez existam apenas para que saiba atribuir o devido valor às coisas boas da vida. Eu acredito que sim...<br>Nunca desistir de pensar positivo, nem de acreditar na minha força, nem no meu potencial, que eu sei ser infinito, que haverá um amanhã mais sorridente. </p><p>Este ano está a fazer-me compreender que há momentos nas nossas vidas em que temos vontade de baixar braços e apenas desistir, mas que essa não é a melhor solução, porque para conquistarmos aquilo que queremos, temos de lutar, e uma das minhas maiores vitórias neste ano letivo foi perceber isso. Todavia, para chegar ao objetivo final, ainda terei de ultrapassar com sucesso o próximo ano letivo... Força para mim!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:05:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sempre assisti a peças de teatro desde muito pequena e sempre adorei, mas nunca pensei fazer parte de uma. Com a ajuda e toda a colaboração da professora Fernanda Martins, a nossa turma realizou um teatro intitulado de “Ecos do Vilarejo - Memórias dos nossos avós”. A peça de teatro foi construída no âmbito do projeto DAC e visa representar histórias da época dos nossos avós. Os alunos recolheram as histórias e a professora de Literatura conjugou-as numa peça de teatro incrível. </p><p>Por volta de dezembro iniciámos os ensaios e ao longo dos meses fomos evoluindo a passos largos. A personagem que representei deu-me uma percepção diferente de como era a vida antigamente, principalmente no que diz respeitos aos namoros. Achei super divertido e adorei dar vida à “Bia”. A cena que eu mais gostei de representar foi estar à janela, a "namorar" com o “meu” Quim. Em termos gerais, acho que a peça estava muito muito bem delineada e estruturada, desde o cenário, ao ambiente, argumentos, a todo o envolvimento no espetáculo e acredito que teve um impacto incrível junto do público (professores, família e amigos). Uma das coisas que eu mais gostei foi a coesão/união/cumplicidade entre “atores”, uma vez que deu origem a momentos incríveis juntos, momentos esses por um propósito conjunto: fazer deste teatro “caseiro” o melhor.</p><p>Em suma, este projeto fez-me ter um gosto, que não sabia ter, por representar, e criou um ambiente incrível entre a turma, fazendo com que acreditássemos mais em nós mesmos e com que olhássemos para nós próprios com outros olhos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 14:17:35 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em dezembro de 2024 aceitei um novo desafio e fiz uma viagem a Barcelona com completos desconhecidos. Ao início estava apreensiva, claro, mas conheci a Inês, logo sobre a madrugada, no aeroporto e tivemos uma conexão incrível. Para além da Inês, outras pessoas do grupo trouxeram uma magia diferente à viagem, e à linda cidade. Deslocámo-nos de transportes públicos e algumas vezes a pé, o que tornou a experiência mais real e em simultâneo caótica. A parte que eu mais gostei foi a visita ao parque PortAventura, que é um parque de diversões, e apesar de ter sido mesmo muito divertido, infelizmente não conseguimos ir ao Parque da Ferrari, que eu estava muito ansiosa por conhecer. Ao logo de toda a viagem não consigo identificar nenhum momento que eu não tenha gostado, pois cada momento foi mágico à sua maneira, principalmente devido às pessoas e à nossa união.</p><p>Nada se compara à alegria de um passeio... Entre risadas e histórias compartilhadas, cada momento se torna inesquecível. É a oportunidade perfeita para fortalecer laços, explorar novos lugares e criar memórias que aquecerão o coração por toda a vida. </p><p>Cada passeio é uma nova aventura. Que venham mais!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 15:07:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>É difícil expressar em palavras o verdadeiro significado da presença do Joaquim na minha vida. A nossa amizade vai muito mais além do comum... somos muito cúmplices, apoiamo-nos incondicionalmente, confortamo-nos, e estamos lado a lado nos melhores e piores momentos. </p><p>Conhecemo-nos no 5.º ano, quando iniciámos o percurso escolar juntos, e ao longo dos anos a nossa amizade foi crescendo, mas foi apenas no 10° ano que nos tornámos amigos mais próximos e não nos separámos desde então. Ele é meu confidente, conselheiro, motivador e quem dá aquele empurrão para eu conseguir seguir em frente. Está presente nos meus momentos mais marcantes, deu-me força em fases de incerteza (que têm sido muitas) e celebrou comigo conquistas, como se fossem dele, e o seu apoio é um dos pilares mais importantes para o meu crescimento enquanto pessoa. Costumam dizer que amigos de verdade são os que estão ao nosso lado em momentos difíceis... Mas não! Amigos verdadeiros são os que suportam a nossa felicidade!</p><p>Não sei se declaro, homenageio ou agradeço. </p><p>Se eu declarar, digo que sem o Joaquim no meu caminho não haveria tantas coisas a contar, se fosse homenagear, gostaria de lhe oferecer o brilho das estrelas e o caminho do calor do sol ele pudesse ficar muito mais consciente desse meu gesto.<br>Mas prefiro agradecer, agradecer a Deus pela sua amizade, dizer-lhe que foi o melhor presente que recebi na minha vida, que ele é realmente um ser iluminado que consegue trazer ao mundo um grande carisma e um grande companheirismo. Ele representa com nobreza a palavra amizade. Obrigada ao meu amigo por fazer parte da minha vida!</p><p>«Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo será sempre um irmão»</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 01:25:44 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para a minha mãe, que é casa</p><p>que é calma na tempestade,</p><p>força quando algo falha</p><p>e colo que fala sempre. </p><p><br/></p><p>Para a minha mãe que é sol no inverno,</p><p>chão que ampara a minha queda,</p><p>e que está sempre aqui.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe que me escuta </p><p>que torna o meu medo em fé</p><p>e que cada dia luta mais.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe, que me criou,</p><p>com coragem e ternura</p><p>e que foi quem me ensinou </p><p>o que é amar e cuidar.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe que é brisa pela manhã,</p><p>que o seu toque é esperança</p><p>e memória de infância.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe que mesmo longe está perto,</p><p>no meu pensamento recorrente</p><p>e a sua voz parece melodia.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe, porque o seu amor é abrigo,</p><p>um farol brilhante,</p><p>uma força mágica e feita de amor,</p><p>que nunca vou deixar de amar.</p><p><br/></p><p>Para a minha mãe que é o significado de vida e por quem daria a minha!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 01:36:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Era segunda-feira, dia 28 de Abril de 2025, e aconteceu algo incrível: um apagão - a energia foi cortada, a rede foi abaixo, os ecrãs apagaram-se, o som das notificações cessou.... <br>De repente, ficámos offline – mas vivos. Fomos empurrados para fora da rotina automática, uma interrupção brusca que nos forçou a parar. Fomos levados, por breves horas, a lugares onde já não costumamos ir: aos livros na estante, à varanda que quase esquecemos, à conversa com os vizinhos, ao sofá com todos. Não houve vontade, houve circunstância, ninguém escolheu o que fazer naquela tarde/noite, apenas reagimos, cada um à sua maneira, para tentar encontrar um interruptor interno para dar sentido à falta de energia. O apagão revelou, o quanto estamos dependentes de um sistema que raramente questionamos: o da conexão total e constante. E mais: deixou a nu os nossos próprios condutores emocionais – os que procurámos primeiro, os que quisemos proteger, os que desejámos abraçar quando o mundo ficou, por instantes, silencioso.<br>Foi um choque elétrico sem eletricidade. Uma reinicialização involuntária do sistema – não apenas o tecnológico, mas o emocional. Num instante, incomunicáveis, voltámos a prestar atenção ao essencial: como estamos, com quem estamos, e o que fazemos quando não podemos fazer o que sempre fazemos. Podíamos até brincar com as palavras e dizer que se acendeu uma luz – a da consciência. Mas, sejamos honestos: talvez tenha sido apenas um relâmpago, um clarão breve. Porque, à noite, quando as luzes voltaram… voltaram com elas a pressa, os hábitos, os vícios digitais e o ruído constante que aprendemos a chamar de normalidade. Voltámos, in-conscientemente, a emaranhar-nos na corrente – não à elétrica, mas àquela que nos prende ao piloto automático.<br>Há algo profundamente humano em momentos de suspensão. Estes desafiam as nossas prioridades, revelam o que importa e mostram que não precisamos de tanto para viver bem. Revelam que há uma luz que não depende da eletricidade para se acender: a da consciência emocional – aquela que se acende quando deixamos espaço para pensar, sentir e estar verdadeiramente.<br>Talvez não tenhamos aprendido nada. Talvez tudo tenha voltado ao mesmo – até que o próximo apagão nos lembre, outra vez, que a vida acontece fora do ecrã. Ou talvez, só talvez, alguém tenha aproveitado aquela pausa forçada para fazer uma escolha: desligar um pouco mais, escutar um pouco melhor, estar um pouco mais presente.</p><p>Eu tive a experiência de fazer tudo com lanternas, e senti que estava num ambiente saudável e feliz. Ao início a ideia de ficar "sem nada" pareceu-me assustadora, mas com o passar do dia e da noite tudo foi ficando muito mais tranquilo e sereno. A hora do jantar foi super divertida, e fez-me perceber que se largarmos os ecrãs e aproveitarmos a vida com as pessoas ao nosso redor, poderemos ser muito mais felizes. O que falta aos jovens hoje em dia é conhecer o conceito de convívio sem ser em festas, perceberem que o mundo real é mais interessante. Atualmente, é cada vez mais comum, ver grupos de jovens juntos, a olharem para os ecrãs, sem conversam e sem interagirem. Os telemóveis aproximam quem está longe, mas acabam por afastar quem está mesmo ao nosso lado. Trocam-se mensagens mas evita-se o olhar, um sorriso e uma conversa sincera, parece que o mundo e os jovens vivem agora apenas para as redes sociais. </p><p>Resumindo: o dia do apagão uniu muitas famílias e, na minha perspectiva, proporcionou que muitas pessoas se apercebessem que o mundo e a vida real podem ser muito mais do que o que está nas redes sociais, e, ter uma conversa <em>face to face</em> é muito mais gratificante do que simplesmente estar a olhar para um ecrã.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 08:15:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Narrativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:12:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Camilo Castelo Branco</p><p>Nascido em Lisboa, cedo ficou órfão e passou a viver em Vila Real de Trás-os-Montes com a irmã, mais velha, e uma tia paterna.&nbsp;Depois do casamento da irmã, vai viver com ela para Vilarinho da Samardã onde o irmão do cunhado, o padre António José de Azevedo, o iniciou nos primeiros estudos. A vida aldeã e as recordações de infância perpassam pelas suas narrativas, todas elas, de uma forma ou outra, dotadas de um cunho autobiográfico ou do relato ficcionado de incidentes a que o escritor assistiu ou lhe foram narrados pelos próprios protagonistas.<br>Aos quinze anos casa pela primeira vez, com Joaquina Pereira de França, com quem teve uma filha, logo abandonando as duas, que viriam a morrer pouco tempo depois.&nbsp;Em 1843 matriculou-se na Escola Médica do Porto, mas não chegou a concluir os estudos de medicina.&nbsp;Tentou em 1846 frequentar Direito em Coimbra, projeto também gorado por não ter sido admitido na Universidade: desde o ano anterior, Camilo começara a publicar poemas&nbsp;<em>Os Pundunores Desagravados</em>,&nbsp;<em>O Juízo Final</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Sonho do Inferno</em>.&nbsp;De regresso a Vila Real, conhece Patrícia Emília de Barros, com quem foge.&nbsp;Acusado de rapto e desvio de dinheiro, Camilo e Patrícia, que viviam maritalmente, foram presos na Cadeia da Relação do Porto.&nbsp;Desta ligação resultou o nascimento de uma filha, Bernardina Amélia, em 1848.<br>Ainda em 1846, e na sequência da revolta da Maria da Fonte, Camilo terá combatido ao lado da guerrilha miguelista o que, segundo alguns biógrafos, lhe deveu a nomeação para amanuense do Governo Civil em Vila Real, mas fugiu da cidade depois de ter publicado, no jornal portuense&nbsp;<em>O Nacional</em>, duas cartas contra o Governador Civil.&nbsp; Foi viver sozinho para o Porto onde começou a colaborar na imprensa e se revelou polígrafo de escrita rápida, com a publicação da narrativa&nbsp;<em>Maria!&nbsp;Não me mates que sou tua Mãe!</em>, de dois volumes de miscelâneas, de um poema e de uma peça teatral.&nbsp;<br>Em 1850 estava de regresso a Lisboa, onde encetou a sua carreira de polemista com o panfleto&nbsp;<em>O Clero e o Sr. Alexandre Herculano</em>, defendendo o amigo escritor.&nbsp;Neste ano, em que a escrita do romance&nbsp;<em>Anátema</em>&nbsp;e a colaboração em vários jornais – mas também a fundação de alguns outros – marcam a sua dedicação total ao ofício da escrita, conheceu Ana Augusta Plácido, casada com Manuel Pinheiro Alves, mulher fatal, cujo amor impossível quase o levou a abraçar o sacerdócio, tendo solicitado a imposição de Ordens Menores, que lhe foram recusadas devido à vida aventurosa que até então levara.&nbsp;Continua a escrever vertiginosamente, ao mesmo tempo que mantém uma relação adulterina com Ana Plácido.&nbsp;A ligação dos dois foi muito censurada pela sociedade portuense, visto Ana ser casada com um homem respeitado na cidade e ser cunhada de Bernardo Ferreira, filho da famosa Ferreirinha da Régua. Os escritos de Camilo passaram a ser recusados pelos jornais do Porto, deixando-o sem meios de subsistência.&nbsp;Viu-se obrigado a concorrer em 1858 ao cargo de segundo bibliotecário da Biblioteca Pública Municipal do Porto, não conseguindo ser admitido, mesmo contando com a proteção de Alexandre Herculano, que nesse mesmo ano o propôs para sócio correspondente da Academia Real das Ciências, no intuito de reabilitar o nome do amigo.<br>Entretanto, e depois de Ana Plácido ter dado à luz um filho, presumivelmente de Camilo, Pinheiro Alves moveu aos dois amantes um processo de adultério, tendo ambos sido presos na Cadeia da Relação do Porto em 1860.&nbsp;Era a segunda estada de Camilo naquela Prisão: desta vez, já escritor consagrado, recebe visitas do jovem rei D. Pedro V, traduz várias obras de autores estrangeiros e compõe diversos dos seus mais conhecidos romances –&nbsp;<em>Amor de Perdição</em>,&nbsp;<em>Romance dum Homem Rico</em>,&nbsp;<em>Doze Casamentos Felizes</em>.&nbsp;As suas recordações da Relação ficaram fixadas em&nbsp;<em>Memórias do Cárcere</em>, livro no qual dá conta das muitas figuras que ali conheceu, nomeadamente o célebre José do Telhado.<br><br>Depois da absolvição de Camilo e Ana Plácido, do nascimento do filho Jorge e da morte de Pinheiro Alves – que deixou à mulher uma herança em dinheiro e diversos imóveis – os dois mudam-se para a Quinta de São Miguel de Ceide em 1864, onde lhes nasce o terceiro filho, Nuno.&nbsp;Camilo continua a escrever vertiginosamente – chega a publicar seis romances por ano, para além da colaboração jornalística – e a doença oftálmica, que se tinha declarado anos antes vai piorando.<br>As manifestações de loucura do filho Jorge e as difíceis condições de subsistência obrigam-no, em 1871, a fazer um primeiro leilão da sua biblioteca.&nbsp;Sucedem-se publicações, sobretudo de traduções adaptadas, sem nome do autor original. Em 1879 volta à polémica, desta vez resultante do&nbsp;<em>Cancioneiro Alegre de Poetas Portugueses e Brasileiros</em>, antologia cujas críticas lhe valerão resposta no volume&nbsp;<em>Os críticos do Cancioneiro Alegre</em>. Nesse mesmo ano publica&nbsp;<em>Eusébio Macário</em>&nbsp;que, com&nbsp;<em>A Corja</em>, do ano seguinte e&nbsp;<em>O senhor Ministro</em>, publicado em&nbsp;<em>Narcóticos</em>,&nbsp;constituem uma série de imitações «facetas» do estilo naturalista, então entrado em voga. Num último romance,&nbsp;<em>Vulcões de Lama</em>, de 1886, ridiculariza a escola realista, pondo em cena diversos tipos da sociedade portuguesa da época.<br>Em 1888, depois de vários empenhos, é feito Visconde de Correia Botelho, conseguindo no ano seguinte uma pensão vitalícia para o filho Jorge, cuja loucura era irreversível.<br>Cego, e desenganado dos muitos médicos que o tentaram tratar, suicidou-se em S. Miguel de Ceide&nbsp;no dia 1 de junho de 1890.</p><p>&nbsp;</p><p>Obras de Camilo Castelo Branco:</p><p><strong>Novelas Passionais</strong></p><p>• Onde Está a Felicidade? (1856)</p><p>• Um Homem de Brios (1856)</p><p>• Vingança (1858)</p><p>• A Morta (1860)</p><p>• Estrelas Funestas (1862)</p><p>• Amor de Perdição (1862)</p><p>• Estrelas Propícias (1863)</p><p>• Amor de Salvação (1864)</p><p><strong>Novelas de Aventuras</strong></p><p>• Os Mistérios de Lisboa (1854)</p><p>• Duas Épocas na Vida (1854)</p><p>• Livro Negro do Padre Diniz (1855)</p><p>• O Esqueleto (1865)</p><p>• O Demônio do Ouro (1874)</p><p><strong>Novelas Históricas</strong></p><p>• O Santo da Montanha (1866)</p><p>• O Judeu (1866)</p><p>• O Senhor do Paço de Minães (1868)</p><p>• Eusébio Macário (1879)</p><p><strong>Romances</strong></p><p>• Anátema (1851)</p><p>• A Corja (1880)</p><p>• A Brasileira de Prazins (1882)</p><p>• Vulcões de Lama (1886)</p><p><strong>Narrativas Satíricas</strong></p><p>• O Que Fazem as Mulheres (1858)</p><p>• A Queda Dum Anjo (1866)</p><p><strong>Poesia</strong></p><p>• Os Pundonores Desagravados (1845)</p><p>• Nostalgias (1888)</p><p>• Nas Trevas (1890)</p><p><strong>Historiografia</strong></p><p>• Perfil do Marquês do Pombal (1882)</p><p><strong>Memórias</strong></p><p>• Memórias do Cárcere (1862)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:13:08 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação </title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>Teatro</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:14:10 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica </title>
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         <pubDate>2025-06-01 10:14:58 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Lírico</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:16:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Florbela Espanca, batizada com o nome Flor Bela Lobo, cedo começa a assinar Florbela d'Alma, a que acrescentou o nome de seu pai, com quem sempre viveu, embora fosse fruto de uma relação extramatrimonial de João Maria Espanca com Antónia da Conceição Lobo, relação da qual nasceria também Apeles Espanca, irmão querido de Florbela. Declarada filha de pai incógnito no registo de batismo, Florbela foi criada pela madrinha, Mariana Espanca, mulher de seu pai, e a sua infância parece ter sido feliz, como a própria autora declarava: «Nasci num berço de rendas rodeada de afetos, cresci despreocupada e feliz, rindo de tudo (...)» embora tivesse consciência de que «Aos oito anos já fazia versos, já tinha insónias e já as coisas da vida me davam vontade de chorar.»<br>Os seus primeiro poemas conhecidos datam de 1903, três quadras, «A Vida e a Morte», e um soneto, «A bondade, o som de Deus...» cuja forma e tema revelam uma precocidade a que não seriam alheios os primeiros sinais da doença que viria a atormentá-la toda a vida. Já em 1907 queixa-se ao pai de fadiga e de dores de cabeça; nesse mesmo ano começa a escrever em prosa o conto «Mamã!», chamamento, talvez, dessa mãe que mal conheceu e que morreu aos 29 anos «duma doença que ninguém entendeu».<br>Ainda em 1907 a família Espanca muda-se de Vila Viçosa, onde Florbela frequentara o ensino primário e secundário, para Évora, para que a menina possa frequentar o Liceu. Tendo ficado reprovada nos exames do 7º. ano, Florbela casa no dia do seu décimo nono aniversário com Alberto Moutinho, seu colega de escola e de liceu. Dessa época conhece-se o caderno&nbsp;<em>Trocando Olhares</em>, que hoje faz parte do espólio da poeta depositado na Biblioteca Nacional de Lisboa.&nbsp;<em>Trocando Olhares</em>&nbsp;contém três contos e 144 poemas, registados sem qualquer ordem cronológica, incluindo aqueles que deveriam figurar em três livros que a autora desejou compilar mas que não foram editados segundo o primeiro projeto –&nbsp;<em>O livro d'ele</em>,&nbsp;<em>Minha Terra</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O meu Amor</em>.<br>Desejando publicar as suas composições, Florbela contacta a revista&nbsp;<em>Modas e Bordados</em>, suplemento do jornal&nbsp;<em>O Século</em>. Em 1916 alguns poemas seus surgem efetivamente naquela publicação, mas com alterações de conteúdo por parte de terceiros, com o intuito de neles introduzirem «melhoramentos». Entretanto, Florbela alimenta novo projeto para um livro,&nbsp;<em>Alma de Portugal</em>, que constaria de duas partes: «Na Paz» e «Na Guerra», livro de que viria a desistir. Por esse tempo surgem poemas seus no jornal&nbsp;<em>Notícias de Évora</em>. Em época de grande produção poética, a autora seleciona poemas de&nbsp;<em>Trocando Olhares</em>&nbsp;e envia a compilação, intitulada&nbsp;<em>Primeiros Passos</em>, a Raúl Proença, não hesita em corrigir-lhe a poesia ao mesmo tempo que lhe reconhece talento, o que anima a continuar a escrever.<br>Em 1917 Florbela termina o liceu e passa a frequentar a Faculdade de Direito de Lisboa, embora se tenha sempre referido à vontade de se formar em Letras. Depois de um aborto espontâneo, ela, que sempre manifestara grande desejo de ser mãe, vai recuperar para Olhão, onde o marido leciona. Florbela regressa a Lisboa e à faculdade, mas o marido fica no Algarve e a separação dos dois torna-se definitiva. Entretanto, a autora continua a corresponder-se com Raul Proença, que em 1919 compila e edita o&nbsp;<em>Livro de Mágoas</em>, introduzindo variantes aos sonetos manuscritos de Florbela. No ano seguinte conhece António Guimarães, alferes da G.N.R com quem vai viver; divorciada de Alberto Moutinho, casa com Guimarães em 1921 e vai viver para o Porto. Naquela cidade consulta o tenente-médico Mário Lage que também presta serviço na G.N.R.<br>Em 1922 António Guimarães pede transferência para Lisboa e vai servir para o Ministério da Guerra, onde é chefe de gabinete do Ministro do Exército. Por esse tempo Florbela tem pronto para publicação um livro intitulado&nbsp;<em>Claustro das Quimeras</em>, a que tem de alterar o título e a ordem dos poemas por, entretanto ter saído a público um livro de nome idêntico, da autoria de Alfredo Pimenta. Assim, em janeiro de 1923, é editado o&nbsp;<em>Livro de Soror Saudade</em>. «Soror Saudade» fora a designação que o colega de faculdade Américo Durão tinha dado a Florbela, num soneto publicado n'&nbsp;<em>O Século</em>&nbsp;dois anos antes, nome com o qual a autora passa a identificar-se. Novo aborto espontâneo debilita a saúde de Florbela, que vai tratar-se para Guimarães. Ali reencontra Mário Lage e vai viver para sua casa. O casamento com António Guimarães já há muito se encontrava em grave crise, havendo acusações de maus-tratos de parte a parte, e o divórcio consuma-se em 1925, tendo Florbela casado com Mário Lage pouco tempo depois: este terceiro casamento foi o primeiro matrimónio religioso da autora.<br>O jornal&nbsp;<em>D. Nuno</em>, de Vila Viçosa, inicia a publicação de alguns poemas de Florbela; em 1927 a autora começa a traduzir romances franceses. O seu irmão Apeles, piloto aviador, morre num acidente de aviação no Tejo, nunca tendo sido encontrado o corpo. Florbela sofre com a morte do irmão, que muito a perturbou, agravando-se a depressão que há muito a atormentava. Põe de lado a poesia e escreve contos que serão publicados postumamente nos volumes&nbsp;<em>Dominó Preto</em>&nbsp;e&nbsp;<em>As Máscaras do Destino</em>, este último dedicado «A meu Irmão, ao meu querido Morto». Não consegue, no entanto, encontrar editor para publicar os seus últimos livros, que só virão a público por mão de Guido Battelli, professor da Universidade de Coimbra, depois da morte de Florbela, em 8 de Dezembro de 1930, por suicídio com barbitúricos no dia do seu trigésimo sexto aniversário.<br>O convívio com Battelli iniciou-se no último ano da vida da autora, ano de que se conhece um diário (<em>Diário do Último Ano</em>), quando Florbela retoma a poesia e a revista&nbsp;<em>Portugal Feminino</em>&nbsp;publica alguns dos seus sonetos e contos. Por mão de Guido Battelli, o livro&nbsp;<em>Charneca em Flor</em>, cujas provas Florbela ainda revira, é publicado no início de janeiro de 1931. No mesmo ano surgem novas edições do&nbsp;<em>Livro de Mágoas</em>&nbsp;e do&nbsp;<em>Livro de Soror Saudade</em>, o póstumo&nbsp;<em>Juvenilia</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Cartas de Florbela Espanca a Dona Júlia Alves e a Guido Batelli</em>, uma segunda edição de&nbsp;<em>Charneca em Flor</em>, com vinte e oito sonetos inéditos (<em>Reliquiae</em>) e os contos de&nbsp;<em>As máscaras do destino</em>. Todos os seus livros de poesia serão reeditados num só volume,&nbsp;<em>Sonetos Completos</em>&nbsp;em 1934, com prefácio de José Régio.<br>Florbela nunca se integrou em nenhum grupo literário, nem nunca foi solicitada a colaborar em qualquer periódico relevante; e em 1916 integra-se no apoio da nossa poesia neorromântica à beligerância de Portugal com os poemas de mais um malogrado livro:&nbsp;<em>Alma de Portugal</em>.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:17:10 UTC</pubDate>
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         <title>Modo Dramático</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:17:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Raúl Brandão</p><p>Depois de completar o curso dos liceus e de frequentar o Curso Superior de Letras, Raúl Brandão ingressou em 1888 na carreira militar, de que se reformou em 1911 no posto de capitão. Esta não era em todo o caso a vocação do homem cujas sensibilidade e capacidade de inteligente atenção à vida desde cedo atraíram para o exercício jornalístico (1885: colaborador em&nbsp;<em>O Andaluz</em>), que em 1889 acompanhou de perto os manifestos simbolistas das revistas&nbsp;<em>Boémia Nova</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Os Insubmissos</em>, que em 1890 já publicava o seu primeiro livro,&nbsp;<em>Impressões e Paisagens</em>, que em 1892 colaborava no panfleto de inspiração anarquista&nbsp;<em>Os Nefelibatas</em>&nbsp;(onde se proclama que os nefelibatas são «os anarquistas das Letras, os petroleiros do Ideal, ateus do Preconceito e da Opinião Pública»), que em 1894 dirigia com Júlio Brandão e segundo os mesmos princípios a&nbsp;<em>Revista de Hoje</em>&nbsp;e que em 1921 havia de estar ao lado dos que fundaram a&nbsp;<em>Seara Nova</em>. Numa pormenorizada tábua cronológica do autor, incluída em&nbsp;<em>Vida e Obra de Raul Brandão</em>&nbsp;(1979), Guilherme de Castilho dá-nos conta da inépcia bélica de R. B., através do seguinte registo das classificações que obteve nas provas a que foi submetido no Regimento de Infantaria n°. 6, no Porto, em 1893: «Tiro: atirador de 2ª. classe; ginástica: medíocre; esgrima: medíocre.»<br>A sua vida decorreria depois entre a Foz do Douro, que frequentemente informa os textos que se reportam à infância, a Casa do Alto, numa quinta perto de Guimarães que lhe proporcionaria um mais direto contacto com a terra e os ciclos da Natureza, e prolongadas estadas em Lisboa. Conviveu com Pascoaes, Correia de Oliveira, Batalha Reis, Jaime Cortesão, Aquilino, Manuel Mendes, António Nobre (que é objeto da sua atenção no 1º. volume das&nbsp;<em>Memórias</em>), entre muitos outros. E com Columbano (que lhe pintou dois retratos), António e Carlos Carneiro, já que Raúl Brandão também se dedicou à pintura.<br>As suas&nbsp;<em>Memórias</em>&nbsp;são frequentemente memórias da sensibilidade e de uma emocionada apreensão da vida: só um poeta poderia, como ele, evocar uma laranjeira que, «de velha e tonta, deu flor no inverno em que secou». Nessa capacidade transfiguradora podemos reconhecer o nefelibata de que se reclamou, mas o que contraditoriamente lhe confere uma agudeza muito peculiar é que Raúl Brandão não andava tanto nas nuvens como isso. A esse respeito é ainda Guilherme de Castilho quem, citando o próprio R. B., aponta que «é a dor em estado puro – a dor de quem sofreu como se corta uma árvore – que constitui a matéria básica da sua obra» (cf. «Três facetas da personalidade literária de Raul Brandão», in&nbsp;<em>Catálogo da Exposição Biblio-IconográficaComemorativa do Cinquentenário da Morte de Raul Brandão</em>, Biblioteca Nacional: Lisboa, 1980). E «nessa espécie de exatidão que não vem do cérebro nem da razão mas do temperamento e do instinto» o aproxima Gaspar Simões de Bernardim Ribeiro (J. G. S.,&nbsp;<em>Crítica III</em>).<br>Se Raul Brandão assume a atitude decadentista de quem prevê a «morte da humanidade pela nevrose» (citado por Túlio Ramires Ferro, «Fim-do-século», in&nbsp;<em>Dicionário de Literatura</em>&nbsp;dirigido por Jacinto do Prado Coelho) – e aí ele é uma personalidade característica da literatura do fim do século e sofre-lhe o mal –, nem por isso se deixou arredar da vida o suficiente para alguma vez não denunciar nos seus textos a mais extrema e genuína capacidade de espanto diante da mesma vida. Aí, e na confessada consciência da duplicidade do «eu», a fazer lembrar Proust e Dostoievski, reside talvez a modernidade da sua prosa, que, se formalmente é ainda marcada pela referência simbolista, já tem sido considerada simultaneamente como precursora do existencialismo, de certos aspetos do neorrealismo e até do surrealismo: «Há horas em que as coisas nos contemplam, e estão por um fio a comunicar connosco. Às vezes é um nada, um momento de êxtase em que distintamente ouvimos os passos da vida caminhando [...] Ainda este ano o maio foi tão quente que toda a noite se lavrou ao luar...» (Raúl Brandão,&nbsp;<em>Vale de Josafat</em>,&nbsp;<em>Memórias</em>, vol. III).</p><p><strong>Obras publicadas</strong></p><p>• <em>Impressões e Paisagens (1890);</em></p><p>• <em>História de um Palhaço</em>&nbsp;(1896);</p><p>• <em>O Padre</em>&nbsp;(1901);</p><p>• <em>A Farsa</em>&nbsp;(1903);</p><p>• <em>Os Pobres</em>&nbsp;(1906)&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gutenberg.org/ebooks/20841"><sup>(eBook)</sup></a>;</p><p>• <em>El-Rei Junot</em>&nbsp;(1912);</p><p>• <em>A Conspiração de 1817</em>&nbsp;(1914);</p><p>• <em>Húmus</em>&nbsp;(1917)&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gutenberg.org/ebooks/39618"><sup>(eBook)</sup></a>;</p><p>• <em>Memórias</em>&nbsp;(Vol. I), (1919)&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gutenberg.org/ebooks/35762"><sup>(eBook)</sup></a>;</p><p>• <em>Teatro</em>&nbsp;(1923);</p><p>• <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Pescadores"><em>Os Pescadores</em></a>&nbsp;(1923);</p><p>• <em>Memórias</em>&nbsp;(Vol. II), (1925);</p><p>• <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Morte_do_Palha%C3%A7o_e_o_Mist%C3%A9rio_das_%C3%81rvores"><em>A Morte do Palhaço e o Mistério das Árvores</em></a>&nbsp;(1926);</p><p>• <em>As Ilhas Desconhecidas</em>&nbsp;(1927);</p><p>• <em>Jesus Cristo em Lisboa</em>, em colaboração com&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teixeira_de_Pascoaes">Teixeira de Pascoaes</a>, (1927);</p><p>• <em>O Avejão</em>&nbsp;(1929) (teatro);</p><p>• <em>Portugal Pequenino</em>, em colaboração com Maria Angelina Brandão, (1930);</p><p>• <em>O Pobre de Pedir</em>&nbsp;(1931) (Edição Póstuma);</p><p>• <em>Vale de Josafat</em>&nbsp;(Vol. III das&nbsp;<em>Memórias</em>), (1933) (Edição Póstuma).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>Escrita criativa </title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <title>Ficha formativa </title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:21:35 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:21:47 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:21:56 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 10:34:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Catharina Maura é uma escritora de romances contemporâneos impactantes e tocantes, aclamada como bestseller pela USA Today e pela Amazon. Originária dos Países Baixos, tem origem caribenha e indiana, e vive atualmente em Hong Kong com o esposo e uma coleção de plantas de interior, todas com nomes distintos. Desde a infância, Catharina mostrou amor pela escrita, inventando histórias desde muito jovem. Embora tenha começado uma trajetória académica e profissional em Psicologia e Contabilidade, com diplomas em ambas as áreas e um mestrado em Contabilidade, a escrita sempre foi a sua verdadeira paixão. Durante a pandemia, motivada pelo seu marido, optou por lançar seu primeiro livro, “Stolen Moments”, em 2020, dando início a uma carreira literária promissora. Os seus livros são reconhecidos por serem narrativas ágeis e intensas, que abordam questões de amor, perda e redenção, guiando os leitores por experiências emocionais profundas até que atinjam finais felizes conquistados com determinação. Entre as suas obras mais conhecidas estão séries como “The Windsors”, “Off-Limits” e “Stolen Moments”. Catharina estabelece uma conexão íntima com os seus leitores por meio das redes sociais e da sua newsletter, onde divulga atualizações, conteúdos especiais e informações sobre lançamentos vindouros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 10:52:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>A construção do portfólio é uma&nbsp;ferramenta de reflexão, que me proporcionou a oportunidade de avaliar o meu próprio progresso académico e socioemociona<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blog.mylifesocioemocional.com.br/socioemocional-para-professores/">l</a>&nbsp;e identificar pontos de melhoria.&nbsp;</p><p>Sejam negativas ou positivas, as&nbsp;emoções&nbsp;têm papéis fundamentais em diversos contextos da vida. A alegria de estar com pessoas queridas incentiva-nos a manter relações saudáveis, ou a tristeza, por exemplo, não ter passado num teste, pode virar um combustível extra, para encorajar ainda mais nos estudos.</p><p>Ao criar o meu portfolio, aprendi a focar mais na qualidade do meu projeto em si, e não na quantidade, selecionando os meus melhores trabalhos que demonstram as minhas habilidades e experiências.&nbsp;</p><p>O estabelecimento de metas favorece a qualidade da nossa vida... E quando a vida me pede para começar tudo de novo e reconstruir algo a partir do zero, em vez de entrar em pânico e olhar para a coisa toda como uma punição, em vez de permitir que o medo me paralise, tenho de olhar para a experiência como um novo acaso, como uma nova oportunidade para criar na minha vida uma fundação mais forte e saudável, uma nova oportunidade para eu ser feliz, para começar tudo de novo e mostrar ao mundo o que tudo é possível.</p><p>Ter uma Diretora de Turma como a Professora Fernanda este ano, foi a prova disso mesmo: tudo é possível na vida, com esforço, dedicação, empenho e Amor! Mas… está a chegar o dia de “despedir” e é um misto de sentimentos contraditórios no meu coração, mas quero que saiba que a professora cumpriu seu papel de diretora com muito profissionalismo e uma dedicação exemplar. Para trás ficará certamente uma caminhada repleta de muitas conquistas e alegrias.<br>Graças a si e à mentalidade que me incutiu, certamente serei um ser humano incrível e uma excelente profissional.<br>Tenho a certeza de que todos sentirão a sua falta porque deixará uma marca positiva em quem teve o privilégio de a conhecer. Seja muito feliz, estimada Diretora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 11:17:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pai, na farda levas coragem,</p><p>polícia no dia a dia,</p><p>herói a tempo inteiro.</p><p><br></p><p>Com um coração verdadeiro,</p><p>na rua enfrentas o medo com o olhar levantado,</p><p>em casa sentes abrigo.</p><p>Um homem cheio de lei e de amor.</p><p><br></p><p>Quando vejo o Porto entrar em campo vejo-te a ti,</p><p>vejo-te sorrir, vibrar e gritar.</p><p>O azul e branco corre-te nas veias,</p><p>obrigada por me passares essas ideias.</p><p><br></p><p>És disciplina e honra,</p><p>um grande exemplo a seguir.</p><p>Na tua força vejo o homem que és,</p><p>no teu abraço encontro proteção.</p><p><br></p><p>Pai polícia, mas também pai dragão,</p><p>levas a justiça no coração.</p><p>Entre as sirenes e os cânticos no estádio,</p><p>Com todo o orgulho sou tua filha, com o mesmo amor pelo nosso Porto!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 11:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço criativo</title>
         <author>mariabeatrizr</author>
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         <pubDate>2025-06-01 11:55:31 UTC</pubDate>
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         <author>mariabeatrizr</author>
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