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      <title>Exercício I - Estudos SA. 2023.1 by Sociologia PUC-Rio</title>
      <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys</link>
      <description>Tendo como ponto de partida os textos da Bresciani, do Simmel e do David Harvey, elenque ao menos 2 aspectos (por coluna) relativos aos processos modernos de desenvolvimento das cidades.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-10 16:12:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-17 17:17:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Accattone Desajuste Social - Filme de Pier Pasolini que retrata a vida de pessoas marginalizadas pela sociedade italiana nos meados do século passado. Dando ênfase a exclusão social pela qual elas passam, e a sua dificuldade para ter o acesso à cidade como os demais.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 20:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>Diferenças salariais por bairro no Rio de Janeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549236281</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir dos dados disponíveis no mapa, podemos&nbsp;observar grande diferença na renda per capita dos bairros da Zona Sul e da periferia do Rio de Janeiro. De modo geral, quanto mais afastado da Zona Sul o bairro é, menor a renda per capita. Mesmo as favelas dos bairros periféricos possuem renda per capita menor do que as localizadas na zona "nobre"da cidade. Dessa maneira, é perceptível a relação entre tal diferença e os aspectos econômicos do desenvolvimento das cidades. <br><br>Victoria Motta (2111655)</div><div>André Blois (1821473)</div><div>Bruno Alfena (1920384)</div><div>Juliana Vasconcellos (1912378)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 20:45:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549239007</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo caracteriza pessoas incapazes de reagir apropriadamente a novas&nbsp;situações, parecido com Simmel, que coloca as pessoas das metrópoles como pouco ou nada reativas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 20:49:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Remoção de Moradores da Zona Oeste para Construção de Parque Olímpico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549241575</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Exemplo atual e em nossa cidade de como a população de áreas consideradas periféricas tem seus direitos barrados para poder servir aos interesses governamentais e internacionais, realizado de forma que não afeta os direitos daqueles de zonas consideradas nobres.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O acontecimento que temos aqui seria quase impossível de se ver acontecer com um condomínio de luxo por exemplo. Primeiramente por motivos de regularidade e legalidade desses terrenos, o que em segundo plano revela mais um problema social e com uma raiz mais profunda, como que a camada mais pobre de uma sociedade não consegue arrecadar recursos que a garantam algo básico como o acesso a uma moradia regularizada. A mesma estrutura social que a impossibilita de sair da pobreza é a mesma que a impossibilita de ter o acesso a moradia garantida.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/rio-2016/noticia/2016-08/rio-2016-moradores-de-comunidades-removidas-dizem-que-nao-ha-clima-de-festa" />
         <pubDate>2023-04-10 20:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabi Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549241904</link>
         <description><![CDATA[<div>"Uma vida em perseguição desregrada ao prazer torna uma pessoa blasé porque agita os nervos até seu ponto de mais forte reatividade por um tempo tão longo que eles finalmente cessam completamente de reagir."<br><br>A Metrópole e a Vida Mental. Georg Simmel</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 20:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabi Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549242841</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto acima expõe as minorias sociais do Brasil - que na verdade representam a maioria, como minorias étnicas e de baixa renda -, e suas lutas por direitos báscos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/minorias.htm" />
         <pubDate>2023-04-10 20:56:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabi Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549243321</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto retrata a dificuldade que as pessoas marginalizadas têm de ter acesso às cidades. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-brasileira-diversidade-desigualdade.htm" />
         <pubDate>2023-04-10 20:57:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549244817</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Grupo 5:<br>Alunos: Victoria Motta (2111655)</div><div>André Blois (1821473)</div><div>Bruno Alfena (1920384)</div><div>Juliana Vasconcellos (1912378)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 20:59:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>grupo1: Lívia Montenegro, Cecilia Carlier, Bernard Leão, Daniel Infante e Lucas Melenez.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549247210</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui um exemplo marcante da gentrificação, consequência do grande desenvolvimento das cidades.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://phenrique141.medium.com/morumbi-parais%C3%B3polis-e-a-desigualdade-social-2cf249584736" />
         <pubDate>2023-04-10 21:03:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Charlie Chaplin - Tempos Modernos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O filme Tempos Modernos de Charlie Chaplin faz uma critica ao modo de produção capitalista, mostrando a vida de operários com a revolução industrial, em que houve a passagem da produção artesanal, para a produção em série, e as consequências que isso estava acarretando às classes mais baixas.<br>&nbsp; &nbsp; Posteriormente Chaplin chegou a ser interrogado no comitê de atitudes antiamericanas, juntamente com Hitchcock, devido ao teor crítico e político de seus filmes na década de 50, quando o macarthismo estava agindo a todo vapor.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdade no acesso à cultura e lazer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pesquisa do IBGE apontou grande desigualdade no acesso à cultura e lazer no país. Tal diferença afeta ainda mais a população de baixa renda, jovem, negra e que reside em locais menos privilegiados.&nbsp;<br>Os dados podem ser relacionados aos aspectos culturais do desenvolvimento das cidades. A medida que a cidade se expande, surgem os bairros periféricos que não são entendidos como um centro de cultura, logo, não recebem investimentos nesse setor. Assim, de maneira geral, cursos acesso à educação disponíveis na periferia são focados em trabalhos manuais, operacionais e raramente artísticos. <br><br>Victoria Motta (2111655)</div><div>André Blois (1821473)</div><div>Bruno Alfena (1920384)</div><div>Juliana Vasconcellos (1912378)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:07:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
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         <description><![CDATA[<div>A presente obra representa o processo de industrialização do estado de São Paulo e o imenso número e a variedade étnica das pessoas vindas de todas as partes do Brasil para trabalhar nas fábricas, que começavam a surgir no país no início do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:09:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549250681</link>
         <description><![CDATA[<div>“A metrópole moderna, entretanto, é provida quase que inteiratemnge pela produção para o mercado, isto é, para compradores inteiramente desconhecidos, que nunca entram pessoalmente no campo de visão propriamente dito do produtor. Através dessa anonimidade, os interesses de cada parte adquirem um caráter impiedosamente prosaico; e os egoísmos econômicos intelectualmente calculistas de ambas as partes não precisam temer qualquer falha devida aos imponderáveis das relações pessoas.”<br><br>A Metrópole e a Vida Mental. Georg Simmel</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:10:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Daniel Infante, Lucas Menlendez, Ceçilia Carlier, Bernard Leão e Livia Montenegro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:11:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A miséria dentro do desenvolvimento da sociedade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549251653</link>
         <description><![CDATA[<div>No sec. XIX houveram muitas mudanças, onde, quem não conseguisse acompanhar ficava para trás. &nbsp;<br><em>"A instabilidade do mercado de trabalho acentua a extrema exploração do trabalhador e força-o a residir no centro da cidade, próximo aos lugares onde sua busca de emprego ocasional acelera e piora as condições sanitárias das moradias. [...] É na região central da cidade que o problema se manifesta de forma mais aguda; seu excesso populacional transborda, entretanto, para os bairros próximos, até atingir o perímetro industrial ainda interno à área urbana." </em>(BRESCIANI, Maria Stella Martins. <em>Londres e Paris no século XIX: o espetáculo da pobreza</em>. São Paulo: Brasiliense, 2004. p. 37.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549252887</link>
         <description><![CDATA[<div>“O século XVIII encontrou o indivíduo preso a vínculos de caráter politico, agrário, corporativo e religioso. Eram restrições que impunham ao homem, por assim dizer, uma forma antinatural e desigualdades superadas, injustas. Nessa situação, ergueu-se o grito por liberdade e igualdade, a crença na plena liberdade de movimento do indivíduo em todos os relacionamentos sociais e intelectuais.”<br><br>A Metrópole e a Vida Mental. Georg Simmel</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:14:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4: Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549255029</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;“A cidade faz um contraste profundo com a vida de cidade pequena e vida rural no que se refere aos fundamentos sensoriais da vida psíquica [...] o caráter sofisticado da vida psíquica metropolitana se torna compreensível enquanto oposição à vida de pequena cidade, que descansa mais sobre relacionamentos profundamente sentidos e emocionais”<br>O fenômeno Urbano-Georg Simmel<br><br>&nbsp; &nbsp; Devido ao ritmo de vida muito acelerado que a cidade demanda, onde tudo, incluindo encontros interpessoais e momentos de convivência, é controlado por meio de relógios e horários. Conexões mais profundas que o superficial tornam-se cada vez mais escassas, diferentemente das relações na vida rural, que segue um ritmo diferente do que se encontra nos centros urbanos. Se demonstrando como mais um exemplo de como a cidade em que vivemos afeta a nossa psique.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:18:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549255162</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o avanço do capitalismo, o desenvolvimento das cidades é impulsionado de forma a servir as necessidades daquele modo de produção e a burguesia que o controla. De forma que passou a ocorrer uma quantificação de tudo, tudo é quantificável, tudo possui um valor de troca. O dinheiro passa a dissolver tudo.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549255705</link>
         <description><![CDATA[<div>"A concepção de alguma coisa imprevisivel que procede de além e de abaixo da região da ordem, de algo caótico destrutivo e autodestrutivo, Carlyle associa imediatamente o entendimento particular que vinte e cinco milhões de franceses oprimidos pela fome e pela falta de roupa têm das palavras Liberdade, Igualdade e Fraternidade. <strong>Numa descrição minuciosa do dia-a-dia revolucionário do ano de 1793, ele mostra a pobreza invadindo o campo da política, a Convenção solicitada para resolver o problema da falta de pão, de sabão, de açúcar, as necessidades vitais enfim alçadas à condição de assunto da política.</strong> As praças e as ruas ocupadas pela multidão que acredita que o rei no da felicidade estava prestes a se converter em realidade."<br><br>O Espetáculo da Pobreza, cap. Classe Pobres, Classes Perigosas. Bresciani.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:20:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549257542</link>
         <description><![CDATA[<div>A necropolítica é um modelo de governança que determina quem vai viver e quem vai morrer e contribui para a desigualdade na sociedade atual, onde algumas pessoas têm acesso aos direitos básicos, como moradia, alimentação, saúde e educação, enquanto outras não têm acesso a esses recursos. Mesmo em uma democracia representativa liberal, moderna, burguesa, iluminista e ocidental, os governantes utilizam um modelo de política seletiva que determina a inclusão e exclusão de pessoas no contrato social. Essa postura resulta na distribuição desigual de bens e violações dos direitos humanos, alimentando atos como preconceito, misoginia e racismo, e é contrária ao próprio conceito de política, que deveria prever o bem comum para todos, igualitariamente, sem exceção.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:23:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 1: Lívia Montenegro, Cecília Carlier, Bernard Leão, Daniel Infante e Lucas Melendez.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549258773</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Com o desenvolvimento das cidades o indivíduo se tornou muito submisso ao capitalismo, ou seja, ao dinheiro. Logo, o ditado "tempo é dinheiro" exemplifica a mentalidade de alienação ao trabalho por relacionar que cada minuto improdutivo é um valor que você deixa de receber, deixando tudo quantificável. Desse modo, o capitalismo trouxe o mercado e revolucionou a mentalidade do individuo, acorrentando-o e seus valores a preços de mercado, como George Simmel traz em seu texto sobre a filosofia do dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabrielle Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549259458</link>
         <description><![CDATA[<div>“<strong>Tipo específico de cidades: não são para pessoas, mas para o lucro.</strong> Os capitalistas amam os mega projetos. Estádios: taxa de retorno é muito alta. Construção de um tipo de cidade para ricos habitarem. Habitação de alto valor para um consumo de poucos. Várias habitações vazias (NY, por exemplo). Quem são essas pessoas? Oligarcas russos, príncipes sauditas, ricos latinos que querem ter casas em Miami.”<br>O Direito à Cidade&nbsp;<br>David Harvey</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3: Giovanna Gomes, Gabi Amaral, Maria Clara, Marina Campos e Viviane de Souza</title>
         <author>vivianechilarios</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549260671</link>
         <description><![CDATA[<div>“Tal qual na era feudal, o homem “livre” era o que permanecia sob a lei da terra, isto é, sob a lei da órbita social maior, e o homem não-livre era aquele cujo direito derivava meramente do círculo estreito de uma associação feudal e era excluído da órbita social maior - assim, hoje o homem metropolitano é “livre” em um sentido espiritualizado e refinado, em contraste com a pequenez e preconceitos que atrofiam o homem de cidade pequena. Pois a reserva e indiferença recíprocas e as condições de vida intelectual de grandes círculos nunca são sentidas mais fortemente pelo indivíduo, no impacto que causam em sua independência, do que na multidão mais concentrada na grande cidade.”<br><br>A Metrópole e a Vida Mental. Georg Simmel</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:29:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento das cidades está intrinsecamente relacionado ao processo de urbanização, podendo ser caracterizado como um aumento, tanto no quesito populacional quanto territorial dos espaços urbanos.</div><div><br></div><div>Nesse sentido, cumpre mencionar a existência de um fenômeno que se faz muito presente quando materializa-se tal crescimento, sendo esse, o êxodo rural, situação em que parte da população campestre busca melhores condições de vida e oportunidades, alçando-se para as cidades.</div><div><br></div><div>Ocorre que, em decorrência desse processo, materializa-se uma situação de superpopulação nesses espaços e com isso, pode-se remeter à situação presenciada pela cidade de Londres, Inglaterra, em meados do século XIX, suscitada por Maria Stella Brescianni, em “Londres e Paris no século XIX”&nbsp; em que por conta do excesso de mão-de-obra, aspectos econômicos são diretamente impactados, podendo exemplificar:&nbsp;</div><div><br></div><div>(i) baixa remuneração aos profissionais, tendo em vista a elevada procura por emprego, condicionando ao trabalhador condições precárias e baixíssimos salários;</div><div>(ii) estabelecimento de moradias próximas ao centro, buscando maior proximidade aos locais de trabalho;</div><div>(iii) condições sanitárias precárias;</div><div>(iv) extrema exploração do trabalho.</div><div><br></div><div>Cumpre mencionar também, que com o desenvolvimento das cidades, consolidou-se o sistema capitalista como principal forma de relação entre os indivíduos, ou seja, tudo que se desenvolve, intelectualmente ou manualmente, tem por fim, sua comercialização para o mercado, conforme menciona Gerog Simmel, em “A metrópole e a vida mental”, “A metrópole moderna, entretanto, é provida quase que inteiramente pela produção para o mercado, isto é, para compradores inteiramente desconhecidos, que nunca entram pessoalmente no campo de visão propriamente dito do produtor. Através dessa anonimidade, os interesses de cada parte adquirem um caráter impiedosamente prosaico; e os egoísmos económicos intelectualmente calculistas de ambas as partes não precisam temer qualquer falha devida aos imponderáveis das relações pessoais.”</div><div><br></div><div><br><br>Alunos: Victoria Motta (2111655)</div><div>André Blois (1821473)</div><div>Bruno Alfena (1920384)</div><div>Juliana Vasconcellos (1912378)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5: Victoria Motta (2111655)André Blois (1821473)Bruno Alfena (1920384)Juliana Vasconcellos (1912378)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549261726</link>
         <description><![CDATA[<div>(i) Pensando na cultura e desenvolvimento singular de cada cidade, há de se levar em conta o crescimento ao longo das décadas e em como cada sociedade foi moldada. Por isso, pontos interessantes e distantes da cultura brasileira são as cidades fantasma na China, construídas para especulação das indústrias e assim, para os trabalhadores e população morarem quando a indústria estiver em seu pleno funcionamento. Apesar das construções rápidas e em quantidade, algumas dessas cidades estão prontas, porém, sem ninguém morando nelas. Isso caracteriza uma cultura voltada exclusivamente para a expansão econômica, sem levar em conta se há demanda suficiente para suprir tais exigências. Um exemplo de cidade fantasma que se tornou produtiva foi a:&nbsp; Zhengdong em Zhengzhou, capital da província de Henan, na China Central. O governo deu dezenas de milhões de dólares em incentivos à Foxconn, fabricante taiwanesa de iPhones da Apple, no que a empresa concordou em abrir uma fábrica na cidade. A fábrica empregou mais de 200.000 pessoas e transformou a cidade. Observando o aspecto cultural que isso traduz, uma sociedade voltada a indústrias e que ocupa o posto de uma das maiores economias mundiais e crescente, a base utilizada e ideologia para propiciar tal feito precisa ser exclusivamente voltada a produzir bens de consumo, seja para exportação ou mercado interno.&nbsp;</div><div><a href="https://www.lantau.com.br/post/as-misteriosas-cidades-fantasmas-da-china#:~:text=Essas%20cidades%20fantasmas%20s%C3%A3o%20um,crescimento%20era%20impulsionado%20pela%20d%C3%ADvida">https://www.lantau.com.br/post/as-misteriosas-cidades-fantasmas-da-china#:~:text=Essas%20cidades%20fantasmas%20s%C3%A3o%20um,crescimento%20era%20impulsionado%20pela%20d%C3%ADvida</a>.)&nbsp;</div><div><br></div><div>(ii) Agora, partindo do princípio cultural em si, o que define a cultura de uma cidade é em como aquela cidade se conecta às suas próprias memórias. Exemplos práticos disso no Rio de Janeiro são (i) museus, que contam a história e a preservam para as futuras gerações, (ii) os nomes das ruas, que contam com uma nota de rodapé em suas placas para fornecer o contexto de quem foi a pessoa que deu origem àquele nome; (iii) monumentos ou lugares tombados, como fachadas, bairros e até mesmo locais históricos. O cais do Valongo é um excelente exemplo de um pouco da história carioca a céu aberto, o forte de Copacabana, o aqueduto da carioca, popularmente conhecido como arcos da lapa, o paço imperial, entre outros. Outro ponto interessante se dá em como a reunião de pessoas em determinado local também gera cultura, as cidades são maleáveis e estão sempre se multiplicando. (iv) Festas populares como o carnaval de rua que acontece em toda a capital do estado e atrai turistas do mundo inteiro, rodas de samba, a cultura da praia que não é presente em todas as cidades litorâneas mundo afora, a caipirinha que foi criada no século XIX no Brasil e também é conhecida mundo afora como parte da cultura brasileira, a MPB que está presente em diversos filmes internacionais e é vista como parte da cultura brasileira.&nbsp; São tantos aspectos interessantes para serem citados que se dão justamente por conta da reunião de pessoas nas cidades. A cultura propiciada por uma cidade viva é extremamente rica e está sempre sendo aprimorada.&nbsp;</div><div>Essa característica pode ser colocada frente ao trecho de A Metrópole e a vida mental de Georg Simmel: <em>“... um homem metropolitano que é colocado em uma cidade pequena sente uma restrição semelhante, ao menos em qualidade. Quanto menor é o círculo que forma nosso meio e quanto mais restritas aquelas relações com os outros que dissolvem os limites do individual, tanto mais ansiosamente o círculo guarda as realizações a conduta de vida e a perspectiva do indivíduo e tanto mais prontamente uma especialização quantitativa e qualitativa romperia a estrutura de todo o pequeno círculo.”</em></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:31:54 UTC</pubDate>
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         <title>Atitude blasé</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa charge critica uma situação que, infelizmente, ocorre até hoje. A indiferença da sociedade e do governo em relação a moradores de rua, a parte mais pobre da nossa sociedade. Essa situação esteve muito presente no séc. XIX, demonstrando falta de empatia em relação as pessoas mais carentes.<br>grupo 2: Mariana Amaral, Lucca Lage, Marcella Marinho, Linda Mendes</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Nelson Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O dramaturgo carioca Nelson Rodrigues ao longo de toda a sua obra criou diversos personagens com uma psique bem definida.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Vemos como o principal tema de suas peças a traição, não somente a amorosa, mas também a fraterna, política, moral e por diante. Todas as histórias discorrem por meio de personagens que tem o bairro e zona de onde são como principal alicerce de sua personalidade.<br>&nbsp; &nbsp;Ele demonstra de forma clara e natural o quanto que o lugar que moramos influencia diretamente em nossa personalidade e visão de mundo, principalmente pelas dificuldades e facilidades que tal grupo local experiência.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br><br><br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5: Victoria Motta (2111655)André Blois (1821473)Bruno Alfena (1920384)Juliana Vasconcellos (1912378)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549262469</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No século XIX, o desenvolvimento das cidades estava fortemente ligado aos aspectos políticos da época. O século XIX foi marcado pelo surgimento de movimentos sociais e políticos que buscavam garantir mais direitos e melhorias para as camadas mais pobres da população urbana.<br><br></div><div><br>Uma das principais questões políticas que afetou o desenvolvimento das cidades no século XIX foi a luta pela democratização do acesso à terra e à moradia. Na Europa, por exemplo, as cidades estavam se expandindo rapidamente, mas muitas pessoas não tinham acesso a uma moradia digna. Isso levou a protestos e movimentos sociais que exigiam mudanças políticas para garantir o acesso à terra e a habitação adequada.<br><br></div><div><br>Além disso, a política também influenciou o desenvolvimento urbano no que diz respeito à infraestrutura. As cidades precisavam de investimentos em saneamento básico, como água e esgoto, e transporte público para garantir a mobilidade da população. Isso exigiu um planejamento urbano cuidadoso e investimentos significativos, que muitas vezes dependiam de decisões políticas e de investimentos do governo.<br><br></div><div><br>Ainda assim, na perspectiva de Marx, o desenvolvimento urbano estava intimamente ligado à exploração capitalista e à luta de classes. Ele argumentava que a urbanização era uma consequência do processo de industrialização, que concentrava a produção e a riqueza nas mãos da burguesia, criando um grande número de trabalhadores urbanos despossuídos e sem direitos. Para Marx, a urbanização era, portanto, um reflexo das desigualdades econômicas e políticas do sistema capitalista. (i)&nbsp;<br><br></div><div><br>(i)https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/sociologia/marx-weber-durkheim-sobre-cidade-cidade-como-objeto-estudo-pesquisa.htm<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:33:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bresciani- Modernidade e Multidão e Atividade do Olhar; Simmel- Homem da Metrópole X Cidade Pequena</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549263966</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns aspectos culturais responsáveis para o desenvolvimento das cidades do século 19, de acordo com os autores Raquel Bresciani e George Simmel são o conceito de Modernidade e Multidão, o que era uma coisa nova na época, sendo ligada diretamente com a ideia multidão, pois a cada inovação, cada mudança, a mentalidade e as ideias iam mudando, na qual a sociedade desenvolvia, assim tendo um crescimento demográfico altíssimo, formando essas tais multidões. Sendo assim, a partir dessa multidao e dessa ideia de pressa do mundo moderno, a Atividade do Olhar foi ficando cada vez mais popular, tendo como análise comportamental a partir do olhar, da correria e da multidão. Depois disso, temos o autor George Simmel, o qual explica o desenvolvimento das cidades a partir da relação e da diferença entre o Homem metropolitano e o Homem de cidade pequena. <strong>Simmel diz </strong>que esses metropolitanos por viverem nessa correria, nesse espaço cheio de trocas a todo tempo, desenvolvem uma especie de indiferença, blasé. <strong>Seguindo a mesma visão do autor, ele diz,</strong> ao contrário dessas pessoas que vem de cidades menores, que levam a vida mais devagar, tem relações muito mais consolidadas e sentimentais. <br><br><strong>Alunos- Grupo 2<br>Linda Mendes (2212828)<br>Mariana Amaral (2210460)<br>Marcella Marinho (2210806)<br>Lucca Lage (221155)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:36:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Lucas Melendez, Daniel Mattos, Livia Montenegro, Bernard Leao, Cecilia Carlier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549264291</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Miseráveis é um romance de Victor Hugo, publicado em 1862. Essa obra deu origem a duas adaptações no cinema, com filmes lançados em 1998 e 2012. Ambas as produções acompanham a história do personagem Jean Valjean, um desempregado que acaba sendo conduzido para a prisão depois de ter roubado um pão. Ele passa a ser perseguido por um policial e pela sociedade francesa, enquanto faz de tudo para dar a volta por cima. O filme retrata o começo da Revolução Industrial, sendo possível identificar diversas características do período, como o surgimento das fábricas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:37:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Lívia Montenegro, Cecília Carlier, Bernard Leão, Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549264945</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com George Simmel, a formação de grupos sociais tanto políticos quanto religiosos dependem de um ideal coletivo inflexível para se firmarem por conta da fragilidade que muitas vezes esses ideais pouco propagados podem apresentar.<br>&nbsp;Um exemplo ótimo da aprovação de Simmel é o surgimento de grupos religiosos como o a crença Católica, que ao longo dos anos se dividiu em várias vertentes, assim atendendo a todo tipo de público que se converteu ao longo do crescimento da religião, acompanhando as diferentes ideologias de seus seguidores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Cidades Fantasma </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; As chamadas cidades fantasmas que vêm sendo construídas com uma rapidez exponencial na China e se apresentam como uma consequência da especulação imobiliária, fenômeno resultante do gigante avanço capitalista na China, desde sua abertura econômica.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Elas não são construídas devido à demanda direta de novas moradias e têm uma localização afastada, na periferia de áreas urbanas de segunda e terceira categoria. Além do pouco incentivo que há para serem de fato ocupadas, ainda que se diga que a ideia original dessas cidades-satélites era diminuir a pressão populacional nestes antigos centros urbanos.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:39:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stahellage</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Ocaso é representativo de um conflito cuja estruturas e repete desde as revoluções política e industrial do século XVIII: cidadãos e capital se digladiando sobre quem deve assumir a responsabilidade para decidir sobre os problemas urbanos e deque maneira essa competência deve ser exercida. Essas questões envolvem a disputa sobre o próprio conceito do que é a cidade e do que ela deve ser. Irradiando-se da sua região de origem – o oeste europeu – no final do século XVIII, o confronto atingiu outros países à medida em que passavam a integrar esse processo de difusão da cidadania a toda população e de inserção em uma economia industrial e financeira em escala mundial."<br><br>O Direito à Cidade<br>David Harvey<br><br><br>grupo 2: Mariana Amaral, Lucca Lage, Linda Mendes e Marcella Marinho</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:41:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As relações nas grandes metrópoles</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549269120</link>
         <description><![CDATA[<div>A charge representa, como pontuado pelo autor George Simmel, a falta de relações pessoais e profundas nas grandes cidades. Diferentemente das cidades menores e rurais, onde todos se conhecem e acabam criando relações mais profundas, podemos observar na imagem a falta de interesse dos residentes das grandes cidades em criar tais laços em seu cotidiano, fator muito relacionado ao desenvolvimento das cidades, o que o autor relaciona aos estímulos presentes na vida agitada nas metrópoles. <br>Victoria Motta (2111655)</div><div>André Blois (1821473)</div><div>Bruno Alfena (1920384)</div><div>Juliana Vasconcellos (1912378)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>Cinema Novo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.aicinema.com.br/cinema-novo/<br><br>O Cinema Novo surgiu como uma resposta ao cinema tradicional que fazia sucesso nas bilheterias brasileiras no final da década de 1950, um cinema que basicamente se resumia a musicais, comédias e histórias épicas no estilo hollywoodiano, muitas vezes realizados com recursos de produtoras e distribuidoras estrangeiras.<br><br></div><div>Nesse contexto, um grupo de jovens cineastas, sedentos de mudança e dispostos a combater o que eles caracterizavam como um cinema de mau gosto e “prostituído”, adotou o lema “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” para atacar o industrialismo cultural e a alienação das populares chanchadas. O que eles buscavam era uma arte engajada, movida pelas preocupações sociais e enraizada na cultura brasileira.<br><br>&nbsp; Esse movimento na sétima arte enfatizava a necessidade que a juventude da época tinha em consumir algo que representasse aquilo que eles estavam vivendo, o que eles viam nas cidades.<br>  Nas obras produzidas se observa como principal tema a desigualdade social e as tensões políticas do período.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:49:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 1: Lucas Melendez, Daniel Mattos, Livia Montenegro, Cecilia Carlier, Bernard Leao</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549270994</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o desenvolvimento das cidades o preço de atividades de lazer, como cinema, sobem muito e consequentemente a desigualdade no acesso a cultura e lazer.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/08/16/cultura/1408209653_575294.html" />
         <pubDate>2023-04-10 21:50:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>grupo 2: Mariana Amaral, Linda Mendes, Marcella Marinho, Lucca Lage</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.rfi.fr/br/brasil/20160202-desigualdade-no-brasil-lembra-europa-do-seculo-19-diz-le-monde" />
         <pubDate>2023-04-10 21:50:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier, Daniel Mattos, Lívia Montenegro e Lucas Melendez </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549271118</link>
         <description><![CDATA[<div>"...os nervos encontram na recusa a reagir a seus estímulos a última possibilidade de acomodar-se ao conteúdo e à forma da vida metropolitana. A autopreservação de certas personalidades é comprada ao preço da desvalorização de todo o mundo objetivo, uma desvalorização que, no final, arrasta inevitavelmente a personalidade da própria pessoa para uma sensação de igual inutilidade." - George Simmel&nbsp;<br><br>O trecho acima está diretamente relacionado à atitude blasé, pois sugere que as pessoas podem se tornar insensíveis ou indiferentes aos estímulos ao seu redor como uma forma de autopreservação diante da sobrecarga de informações e estímulos típicos da vida urbana. Portanto, o recorte de George Simmel pode sugerir que a recusa em reagir aos estímulos metropolitanos pode ser comparada a um ato blasé, sendo marcada pela indiferença, desvalorização e sensação de inutilidade em relação ao mundo ao redor. Essa atitude é a consequência do desenvolvimento das cidades sendo retratada no indivíduo. <br><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Moradores de Rua no Cenário Atual; A indiferença.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A situação precária dos moradores de rua e a indiferença tanto do povo quanto do governo em relação a essa minoria marginalizada.<br><br><strong>Grupo 1:&nbsp;<br>Linda Mendes<br>Mariana Amaral<br>Marcella Marinho<br>Lucca Lage &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>stahellage</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A economia do dinheiro domina a metrópole; ela desalojou as Ultimas sobrevivências da produção domestica e a troca direta de mercadorias; eia reduz diariamente a quantidade de trabalho solicitado pelos clientes. A atitude que poderíamos chamar prosaicista esta obviamente tão intimamente inter-relacionada com a economia do dinheiro, que e dominante na metrópole, que ninguém pode dizer se foi a mentalidade intelectualística que primeiro promoveu a economia do dinheiro ou se esta ultima determinou a primeira. A maneira metropolitana de vida e certamente o solo mais fértil para esta reciprocidade, ponto que documentarei pela mera citação do que foi dito por um dos mais eminentes historiadores constitucionais ingleses: ao longo de todo o curso da história inglesa, Londres nunca funcionou como o coração da Inglaterra, mas frequentemente como seu intelecto e sempre como sua bolsa de dinheiro."<br><br>O Fenômeno Urbano<br>Georg Simmel<br><br>grupo 2: Mariana Amaral, Lucca Lage, Linda Mendes e Marcella Marinho</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:52:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Lívia Montenegro, Cecília Carlier, Bernard Leão, Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549272607</link>
         <description><![CDATA[<div>"Enquanto os ricos e os burgueses viviam em casarões ou mansões, com ruas pavimentadas, arborizadas e iluminadas, com praças e parques nas redondezas, o grosso da população não dispunha disso, e os bairros operários que ficavam próximo as fábricas, sofriam com a poluição e a sujeira das mesmas. " - Londres e Paris no século XIX, Maria Stella Bresciani<br>Com base no trecho acima, podemos ver um exemplo claro&nbsp;de desigualdade ligada a aspectos políticos pelo desenvolvimento exacerbado da cidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:54:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549272702</link>
         <description><![CDATA[<div>https://mst.org.br/2020/10/01/sao-muitas-terras-em-poucas-maos/<br><br>O Censo Agropecuário de 2017 do IBGE mostrou que o índice Gini da distribuição de terras no Brasil está acima de 0,86, indicando uma grande desigualdade na concentração de terras. As regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte, especialmente a área conhecida como Matopiba (parte do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), são as que apresentam as maiores concentrações de terras em latifúndios para a pecuária extensiva e monoculturas intensivas de grãos, como soja, milho, arroz, algodão e feijão.<br><br>Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4: Carolina Deris, Dominique Jardim, Giovana Fetal, Luísa Vieira e João Pedro Serrão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549273684</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As precárias condições de trabalho vividas durante a Revolução Industrial levaram os operários a irem para as ruas reivindicar seus direitos. A partir disso, a classe trabalhadora pode conquistar a organização de sindicatos e partidos políticos de forma a defender os seus interesses.&nbsp;<br>   Esse movimento foi o berço das manifestações políticas nos grandes centros que vivenciamos até hoje. Na cidade do Rio de Janeiro um exemplo atual disso foram os movimentos da população em prol da democracia que ocorreram na Candelária, centro da cidade, onde se concentra o poder político e econômico da cidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 21:56:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stahellage</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549275682</link>
         <description><![CDATA[<div>"A luta entre cidadãos comuns e aqueles que controlam o dinheiro por quem decide o futuro da cidade se acentua nas sociedades democráticas, como manifestado pela experiência brasileira no decorrer do século XX, que culmina no capítulo da Política Urbana da Constituição de 1988 e no Estatuto das Cidades de 2001. Mesmo em um tempo em que as relações humanas remotas ganham cada vez mais importância, o palco da luta pela cidade permanece sendo a vizinhança".&nbsp;<br><br>David Harvey - O Direito à Cidade<br><br>grupo 2: Mariana Amaral, Lucca Lage, Linda Mendes e Marcella Marinho<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1: Bernard Leão, Cecília Carlier, Daniel Mattos, Lívia Montenegro e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549279612</link>
         <description><![CDATA[<div>A ascenção do Iluminismo proporcionou o desenvolvimento intelectual do indivíduo e revolucionou as ideias de liberdade da época, que não eram consideradas anteriormente. Além disso, as ideias de liberdade promovidas pelo movimento também influenciaram o desenvolvimento das cidades. A ênfase na liberdade individual, na igualdade e nos direitos humanos promovidos pelo iluminismo levou a mudanças políticas, sociais e econômicas que afetaram diretamente a organização e a estrutura das cidades. Por exemplo, as ideias de liberdade de expressão, liberdade religiosa e igualdade perante a lei resultaram em uma maior tolerância e diversidade nas cidades, atraindo pessoas de diferentes origens culturais e religiosas. Em resumo, o Iluminismo teve um impacto significativo no desenvolvimento das cidades, ao promover o desenvolvimento intelectual do indivíduo, revolucionar as ideias de liberdade e influenciar o planejamento urbano, a estrutura social e a cultura das cidades modernas. </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:07:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stahellage</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549280429</link>
         <description><![CDATA[<div>"O Estado e o cristianismo, corporações e partidos políticos e inúmeros outros grupos se desenvolveram de acordo com essa formula, por mais que, naturalmente, as condições e forças especiais dos respectivos grupos tenham modificado o esquema geral. Tal esquema me parece distintamente reconhecível também na evolução da individualidade no interior da vida urbana. A vida de cidade pequena na Antiguidade e na Idade Média erigiu barreiras contra o movimento e as relações do individuo no sentido do exterior e contra a independência individual e a diferenciação no interior do ser individual. Essas barreiras eram tais que, diante delas, o homem moderno não poderia respirar. Mesmo hoje em dia, um homem metropolitano que e colocado em uma cidade pequena sente uma res­trição semelhante, ao menos, em qualidade. Quanto menor é o circulo que forma nosso meio e quanta mais restritas aquelas relações com os outros que dissolvem os limites do individual, tanto mais ansiosamente o círculo guarda as realizações, a conduta de vida e a perspectiva do individuo e tanto mais prontamente uma especialização quantitativa e qualitativa romperia a estrutura de todo o pequeno círculo."&nbsp;<br><br>O Fenômeno Urbano<br>Georg Simmel<br><br>grupo 2: Mariana Amaral, Lucca Lage, Linda Mendes e Marcella Marinho<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:09:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1: Lívia Montenegro, Cecília Carlier, Bernard Leão, Daniel Infante e Lucas Melendez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549285178</link>
         <description><![CDATA[<div>"A luta entre cidadãos comuns e aqueles que controlam o dinheiro por quem decide o futuro da cidade se acentua nas sociedades democráticas, como manifestado pela experiência brasileira no decorrer do século XX, que culmina no capítulo da Política Urbana da Constituição de 1988 e no Estatuto das Cidades de 2001."<br>O direito a cidade, David Harvey.<br>No trecho acima é possível identificar uma mensagem de cunho crítico, que deixa clara a presença da luta classes do século XX, que acontece exclusivamente por conta da ganância e monopolização do capital, principalmente nas grandes cidades, que são polos comerciais importantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:20:02 UTC</pubDate>
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         <title>Governo e Política século XIX</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/hsrfsshxxfgw86ys/wish/2549287122</link>
         <description><![CDATA[<div>"Esse deslocamento encontra sua explicação num acontecimento radicalmente novo o povo com seu cortejo de pobreza nas ruas. Como se articula porém esse acontecimento e a admissão da pobreza no campo político? Como os homens que fizeram a Revolução Francesa transformaram o espetáculo da multidão de miseráveis, num pressuposto da ação política e da legitimidade de qualquer governo? O que tinha permitido no calor da Revolução essa solidariedade inquebrantável entre alguns dos seus agentes e o homem pobre? Que espírito da tradição política francesa impregnava e movia esses revolucionários a tal ponto que o seu dever político plenamente racional se expressa na solidariedade em relação ao próximo? A compaixão, experiência exclusivamente pes-soal, totalmente privada, é lançada como móvel da política."<br><br>"Londres e Paris no Séc. XIX" Maria Bresciani <br><br><strong>Grupo 1:&nbsp;<br>Linda Mendes<br>Mariana Amaral<br>Marcella Marinho<br>Lucca Lage&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:24:46 UTC</pubDate>
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