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      <title>QUADRO BRANCO INTERATIVO  - módulo 5.4.3 by </title>
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      <description>Desenvolvimento e implementação de um plano individual de sobrevivência</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-28 15:26:04 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Enquanto médica, e especialista em MFR, são várias as minhas intervenções na pessoa que vive com e para além do cancro,  no intuito de maximizar a funcionalidade, autonomia e qualidade de vida. Em termos práticos; </p><p><strong>1.Avaliação global da funcionalidade, nomeadamente aspetos </strong>motores, sensitivos, cognitivos e funcionais resultantes do cancro ou dos tratamentos ; objetivar o impacto nas AVDs, atividades laborais, de lazer e na participação social.</p><p>2 <strong>Abordar as sequelas do cancro e tratamento </strong></p><ul><li><p>Fadiga e descondicionamento </p></li><li><p>Dor crónica (musculoesquelética, neuropática, pós-cirúrgica)</p></li><li><p>Neuropatia periférica induzida pela quimioterapia</p></li><li><p>Linfedema ou edema periférico </p></li><li><p>Limitações articulares</p></li><li><p>fraqueza muscular</p></li><li><p>Alterações do equilíbrio e risco de queda</p></li><li><p>Disfunções do pavimento pélvico (incontinência, disfunção sexual)</p></li><li><p>Alterações respiratórias</p></li><li><p>Disfunção cardiovascular ou risco CV aumentado </p></li></ul><p><strong>3. Prescrição para os setores terapêuticos e coordenação da equipa de reabilitação - inclui a prescrição de </strong>programas individualizados de exercício </p><p>4. Prescrição de produtos de apoio - próteses, ortóteses e outros PA quando necessário.</p><p><strong>5. Prevenção e deteção precoce de complicações- para a </strong>prevenção da incapacidade, evitando descondicionamento e  reduzindo o risco de dependência funcional a longo prazo.</p><p><strong>6. Promover a reintegração social e laboral- prevê a </strong>necessidade de adaptações e readaptação profissional é sócio-familiar </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 20:12:34 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião seria importante incluir nesta formação um componente mais específico e rigoroso sobre programas de exercício físico adaptados a pré-habilitação e pós tratamento. Nesse contexto, e tendo em conta que os sobreviventes de cancro serão posteriormente integrados nas estruturas comunitárias, poderiam  incluir os fisiologistas do exercício na abordagem do doente oncológico ao longo da sua jornada, sempre em parceria e com um trabalho articulado e complementar a restante equipa </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 20:16:51 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3763602418</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Na minha perspetiva enquanto enfermeira, um plano de sobrevivência oncológico deve ser, como todos os cuidados de saúde, individualizado e centrado na pessoa e todo o impacto da sua doença oncológica. Neste sentido, este plano deve contemplar prevenção ou gestão de efeitos tardios, sequelas e recorrências; vigilância e seguimento, identificando sinais e sintomas de alerta; empoderamento da pessoa e, mais uma vez, coordenação multidisciplinar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 21:31:25 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Apesar de algumas classes não se encontrarem incluídas neste grupo de formação, penso que a abordagem deste curso foi bastante focada na importância da envolvência de TODAS as áreas. Deste modo, considero que para além do doente e dos que lhe são próximos, devem ser incluídos: médicos (oncologistas, medicina geral e familiar, dor crónica), enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais/fala, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e apoio espiritual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-25 21:47:34 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva da Medicina Física e de Reabilitação, um Plano de Sobrevivência Oncológico deve centrar-se na preservação e otimização da função, da autonomia e da qualidade de vida da pessoa sobrevivente, reconhecendo que muitos doentes apresentam sequelas físicas, cognitivas e funcionais persistentes após os tratamentos. Este plano deve iniciar-se com uma avaliação funcional global, abrangendo mobilidade, força, resistência, equilíbrio, marcha, dor, fadiga, função neurológica, respiratória e do pavimento pélvico, bem como o impacto das limitações nas atividades de vida diária, participação social e desempenho laboral.</p><p>Com base nesta avaliação, deve ser delineado um plano individualizado de reabilitação, que inclua prescrição estruturada de exercício terapêutico, programas de fisioterapia oncológica, terapia ocupacional, terapia da fala e reabilitação respiratória, quando indicados, com definição de objetivos funcionais mensuráveis, frequência de intervenção e critérios de progressão. O plano deve também contemplar a prevenção, vigilância e tratamento das complicações tardias mais frequentes, como linfedema, neuropatia periférica induzida por quimioterapia, fibrose pós-radioterapia, osteoporose, sarcopenia, disfunção cardiovascular e dor crónica, integrando ainda a avaliação e prescrição de produtos de apoio, ortóteses, próteses e adaptações ambientais.</p><p>A promoção de estilos de vida ativos e saudáveis, a educação do doente e da família para a autogestão de sintomas e a capacitação para manutenção dos ganhos funcionais são componentes essenciais do plano. Paralelamente, deve ser considerada a reintegração social, familiar e profissional, com avaliação da capacidade laboral e articulação com saúde ocupacional e serviço social. O acompanhamento regular em MFR, em articulação com a restante equipa multidisciplinar, assegura a monitorização da evolução funcional e a adequação contínua das intervenções, colocando a função e a participação como outcomes centrais do Plano de Sobrevivência Oncológico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 09:36:24 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764327876</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando classes profissionais não incluídas neste grupo de formação, destaco a importancia da integração dos fisiologistas do exercício e dos médicos de Medicina Geral e Familiar num Plano de Sobrevivência Oncológico. Os fisiologistas do exercício desempenham um papel relevante continuidade dos programas de exercício físico estruturado em contexto comunitário, contribuindo para a melhoria da capacidade cardiorrespiratória, força, composição corporal, controlo da fadiga e qualidade de vida.</p><p>Por sua vez, os médicos de Medicina Geral e Familiar assumem um papel central na continuidade de cuidados a longo prazo, na vigilância global da saúde, gestão de comorbilidades, promoção de estilos de vida saudáveis e articulação com os cuidados hospitalares. São também fundamentais na deteção precoce de complicações tardias dos tratamentos oncológicos, no acompanhamento psicossocial e na coordenação dos diferentes recursos de saúde envolvidos. A inclusão destes profissionais no Plano de Sobrevivência Oncológico reforça a abordagem integrada, centrada na pessoa e orientada para a funcionalidade e bem-estar ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 09:44:15 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764331122</link>
         <description><![CDATA[<p>O plano de sobrevivência oncológico, na perspetiva da enfermagem, é um instrumento essencial para garantir a continuidade dos cuidados após o fim dos tratamentos. Deve incluir um resumo do percurso oncológico, a vigilância clínica e a identificação de sinais de alerta, bem como a gestão de efeitos tardios e sequelas físicas e psicossociais.</p><p>Este plano deve ainda contemplar a promoção da saúde global, incentivando estilos de vida saudáveis, a prevenção de doenças crónicas e a adesão a programas de rastreio. A dimensão psicossocial é igualmente indispensável, incluindo a avaliação do bem-estar emocional, o medo de recorrência, o impacto na vida familiar, social, laboral e na sexualidade. Neste contexto, a enfermagem assume um papel essencial de apoio, escuta terapêutica e advocacia do doente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 09:47:25 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>De forma muito resumida, para profissionais não incluídos na formação INTERACT Europe 100, como enfermeiros de família, médicos de família, assistentes operacionais, farmacêuticos (por exemplo) seria importante incluir:</p><ul><li><p>Noções básicas de sobrevivência oncológica e percurso do doente após o fim dos tratamentos</p></li><li><p>Reconhecimento de sinais de alerta de recidiva e de efeitos tardios dos tratamentos</p></li><li><p>Gestão de sintomas comuns (dor, fadiga, adesão terapêutica, efeitos adversos de medicação)</p></li><li><p>Articulação e referenciação entre cuidados hospitalares, cuidados de saúde primários e farmácia comunitária</p></li><li><p>Comunicação e relação de ajuda, com foco no apoio emocional e na humanização dos cuidados</p></li><li><p>Promoção da adesão terapêutica e do autocuidado</p></li><li><p>Conhecimento dos recursos disponíveis (apoios sociais, comunitários e institucionais)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 09:53:14 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764457263</link>
         <description><![CDATA[<p>É cada vez mais premente discutir-se a importância de um plano de sobrevivência oncológico, atendendo a que felizmente dispomos de terapêuticas cada vez mais eficazes que permitem aos doentes atingir a cura e sobreviver cada vez mais tempo. No âmbito da minha classe profissional (médica dedicada à Pneumologia Oncológica), este plano deverá incluir:</p><ul><li><p>Vigilância oncológica com TC torácica/toracoabdominal e vigilância de sinais e sintomas</p></li><li><p>Vigilância funcional respiratória, incluindo exames de função respiratória, em doentes selecionados</p></li><li><p>Vigilância de efeitos tardios e toxicidades específicas dos tratamentos instituídos</p></li><li><p>Gestão de comorbilidades</p></li><li><p>Prevenção, nomeadamente, a cessação tabágica e a vacinação</p></li><li><p>Promoção de estilos de vida saudáveis</p></li><li><p>Outros rastreios oncológicos indicados em função da idade e sexo do doente</p></li><li><p>Educação do doente e seus cuidadores para a Saúde</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 11:45:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>O programa INTERACT procurou sistematicamente destacar a importância de todas as classes profissionais relacionadas com a Saúde no cuidado do doente oncológico. Apesar de algumas classes não se encontrarem incluídas nesta formação, o seu papel é igualmente relevante no cuidado do doente oncológico e do doente que sobreviveu ao cancro, nomeadamente, os médicos de família, os enfermeiros de família, os farmacêuticos, os nutricionistas, os administrativos e assistentes operacionais.</p><p>Seria importante incluir:</p><ul><li><p>Reforçar o reconhecimento precoce de sinais e sintomas de alerta sugestivos de recidiva ou de segundas neoplasias;</p></li><li><p>Reforçar o reconhecimento precoce de sinais e sintomas sugestivos de toxicidades tardias dos tratamentos oncológicos efetuados;</p></li><li><p>Noções básicas de sobrevivência oncológica do percurso do doente após o final dos tratamentos dirigidos;</p></li><li><p>Conhecimentos das estruturas e recursos disponíveis na comunidade (como apoios sociais e comunitários).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 11:54:14 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764487547</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Num plano de sobrevivência oncológico, na perspetiva da fisioterapia, devem estar incluídos aspetos que promovam a recuperação funcional, a autonomia e a qualidade de vida da pessoa após o tratamento. É importante incluir uma avaliação funcional regular, com identificação de limitações como fadiga, dor, perda de força, mobilidade reduzida ou linfedema. O plano deve contemplar programas de exercício físico adaptado, seguros e ajustados à fase de sobrevivência, bem como estratégias de prevenção de complicações e de recidiva funcional. A educação do doente é fundamental, capacitando-o para manter atividade física, autocuidado e hábitos saudáveis no dia a dia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 12:13:45 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764494394</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando classes profissionais não incluídas neste grupo de formação, seria importante integrar aspetos relacionados com o apoio social, psicológico e comunitário da pessoa sobrevivente de cancro.&nbsp; Deste modo penso que seria interessante integrar médicos de família bem como profissionais que facilitem&nbsp; a orientação para recursos sociais e financeiros, apoio ao regresso ao trabalho e adaptação à vida diária. Também é importante garantir a articulação com cuidados primários e comunitários, assegurando seguimento contínuo e acessível. A inclusão destas áreas reforça uma abordagem mais completa e centrada na pessoa</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 12:19:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764707393</link>
         <description><![CDATA[<p>Como médica dedicada à Pneumologia Oncológica, o plano de sobrevivência deveria incluir vigilância imagiológica, no sentido de detectar recidivas precoces, vigilância funcional respiratória, uma vez que a grande parte tem/teve hábitos tabágicos, vigilância de sinais e sintomas que possam indicar toxicidades tardias aos tratamentos realizados, promoção de estilos de vida saudáveis e outros rastreios oncológicos indicados em função da idade e sexo do doente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 14:57:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764710841</link>
         <description><![CDATA[<p>Seria importante incluir noções básicas de sobrevivência oncológica e percurso do doente após o fim dos tratamentos; reconhecimento de sinais de alerta de recidiva e de efeitos tardios dos tratamentos; gestão de sintomas comuns associados ao tratamento e doença; articulação e referenciação entre cuidados hospitalares, cuidados de saúde primários e farmácia comunitária; promoção da adesão terapêutica e do autocuidado</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 14:59:37 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva da Enfermagem, um plano de sobrevivência oncológico deve incluir informação clara sobre a doença e os tratamentos realizados, vigilância de efeitos tardios, sinais de alerta e plano de follow‑up. Deve ainda promover o autocuidado, a literacia em saúde e a adoção de estilos de vida saudáveis, integrando a dimensão emocional e social da pessoa. A articulação entre níveis de cuidados e a continuidade assistencial são essenciais para garantir qualidade de vida, autonomia e segurança ao sobrevivente oncológico.<strong> </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 17:06:30 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3764891625</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando <strong>classes profissionais não incluídas neste grupo de formação</strong>, seria importante integrar no plano de sobrevivência oncológico aspetos relacionados com a <strong>reabilitação física e funcional</strong>, apoio <strong>psicológico e psiquiátrico</strong>, <strong>intervenção social</strong>, <strong>nutrição</strong>, <strong>reintegração profissional</strong> e <strong>aconselhamento jurídico-laboral</strong>. A participação de fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, farmacêuticos e médicos de família é essencial para responder de forma integrada às necessidades físicas, emocionais, sociais e económicas do sobrevivente. A inclusão destas áreas permite uma abordagem multidisciplinar mais completa, centrada na pessoa, promovendo autonomia, qualidade de vida e adaptação à vida após o cancro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 17:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>O que deve estar incluído, na perspetiva da sua classe profissional, numa plano de sobrevivência oncológico?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva de um fisioterapeuta, deve estar incluído um plano que envolva a autonomia do doente, o controlo de dor, a qualidade de vida e a recuperação funcional. Nesse plano é importante existir uma avaliação continua da presença (ou não) de dor, das limitações funcionais, da fadiga ou da presença de linfedema.</p><p>É importante existir um programa de exercício físico adaptado a cada etapa do tratamento do utente.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 18:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>Considerando classes profissionais não incluídas neste grupo de formação, que aspetos seriam importantes incluir?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Seria importante incluir os MGF, uma vez que estes assumem um papel fundamental na continuidade dos cuidados ao longo do tempo, existindo uma articulação com os hospitais e centros de tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 18:35:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Um plano de sobrevivência oncológico, na perspetiva da Terapia Ocupacional,&nbsp; deve ir além da vigilância médica da doença e incluir uma abordagem centrada na funcionalidade e na qualidade de vida da pessoa sobrevivente de cancro. Aqui, o&nbsp; TO assume um papel importante na promoção de autonomia, participação social e reconstrução de uma vida com significado após o cancro.</p><p>Para além do resumo clínico e do plano de follow-up, deve contemplar a identificação e gestão das sequelas físicas (fadiga, dor, linfedema, limitações de mobilidade), cognitivas (alterações de memória, atenção e funções executivas) e emocionais (ansiedade, alterações da imagem corporal).</p><p>É fundamental integrar a avaliação do impacto destas alterações nas áreas de ocupação significativas para o paciente, definindo estratégias de adaptação, conservação de energia, compensação cognitiva e, quando necessário, adaptações ambientais e ajudas técnicas.</p><p>O plano deve ainda promover a educação para a autogestão (organização da rotina, gestão da fadiga, sono, coping), envolver a rede de suporte familiar e prever reavaliações periódicas, reconhecendo que as necessidades do sobrevivente podem mudar ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 22:02:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Para complementar um plano de sobrevivência oncológico, é importante considerar áreas que vão além dos cuidados prestados em contexto hospitalar, garantindo verdadeira continuidade de cuidados no pós-tratamento.</p><p>Faz sentido incluir uma articulação estruturada com os cuidados de saúde primários, nomeadamente saúde familiar, assegurando um acompanhamento global e prolongado da pessoa, não apenas centrado na doença oncológica, mas também nas comorbilidades, efeitos tardios e necessidades ao longo do tempo.</p><p>Devem ainda ser contempladas áreas como o apoio social, sobretudo quando existem limitações funcionais, dificuldades económicas ou impacto na capacidade laboral, bem como a orientação para recursos comunitários e grupos de suporte, que promovem integração social, suporte emocional e partilha de experiências.</p><p>Outro aspeto relevante é a reintegração ocupacional e profissional, incluindo orientação vocacional, adaptação de funções e mediação com o contexto laboral, sempre que necessário.</p><p>Assim, talvez fizesse sentido pensar numa abordagem que vá além dos cuidados de saúde prestados em âmbito hospitalar, incluindo as áreas de saúde familiar e comunitária, num circuito articulado que permita orientar o utente entre as diversas respostas de que possa necessitar no pós-tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 22:15:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3765224825</link>
         <description><![CDATA[<p>Na perspectiva  da fisioterapia  um plano de sobrevivência oncológico  deve focar-se na funcionalidade, autonomia  e qualidade de vida.</p><p>Deve incluir:</p><p>Avaliação funcional regular( força, mobilidade, capacidade aeróbica, equilíbrio, fadiga e dor)</p><p>Identificação e acompanhamento de efeitos tardios dos tratamentos </p><p>( lifedema, neuropatia periférica, alterações respiratórias, limitações musculoesqueléticas)</p><p>Plano de exercícios terapêutico  individualizado e baseado  na evidência  ajustado à fase da sobrevivência. </p><p>Educação  do doente, promovendo autogestão, atividade física  e estilos de vida saudáveis </p><p>O Fisioterapeuta tem um papel essencial  na prevenção  da incapacidade, recuperação  funcional e capacitação  do sobrevivente oncológico  contribuído  desta forma para uma sobrevivência  com mais qualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 22:46:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Seria importante integrar  o contributo  de outas áreas  nomeadamente </p><p>Medicina Geral e Familiar, assegurando seguimento  a longo prazo e continuidade  dos cuidados na comunidade.</p><p>Assistentes sociais, no apoio psicossocial, reintegração  social e profissional e acesso a recursos  comunitários</p><p>Nutricionistas, na gestão  nutricional  e prevenção da sarcopenia</p><p>Farmacêuticos, na revisão da medicação  crónica </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 23:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>Perspectiva da fisioterapia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3766747672</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Avaliação funcional Global</p></li><li><p>Gestão de sequelas físicas</p></li><li><p>Exercício terapeutico</p></li><li><p>Promoção da funcionalidade e autonomia</p></li><li><p>Educação do sobrevivente</p></li><li><p>Monitorização/ Reavaliação a longo prazo</p></li><li><p>Abordagem/ Articulação multidisciplinar</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-27 22:09:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3766756584</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerando um plano de sobrevivência oncológico, poderiam estar incluidos outros profissionais como os Fisiologistas do Exercício e profissionais de saude como o Médico de Família e outros conforme as necessidades específicas do sobrevivente ( Nutricionista/ Dietista, Cardiologista, Pneumologista, etc)</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-27 22:24:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>silvaanato</author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3768902382</link>
         <description><![CDATA[<p>Como terapeuta ocupacional, o plano de sobrevivência deve ser centrado na pessoa, considerando o impacto da doença — nomeadamente as limitações motoras, cognitivas, sensoriais e emocionais — no dia a dia, no trabalho, no lazer e na participação social.</p><p>Deve promover a autonomia, o equilíbrio ocupacional e a adaptação à nova condição, através de estratégias de conservação de energia, adaptação de atividades, utilização de produtos de apoio e, quando necessário, adaptações do contexto.</p><p>A educação para a autogestão, o envolvimento da família e a articulação com a equipa multidisciplinar são fundamentais para garantir a continuidade dos cuidados e a melhoria da qualidade de vida ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-29 07:46:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silvaanato</author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3769293026</link>
         <description><![CDATA[<p>É importante que o plano de sobrevivência oncológico ultrapasse o contexto hospitalar e assegure a continuidade de cuidados no período pós-tratamento. O apoio social assume um papel central, sobretudo quando existem limitações na autonomia, dificuldades económicas ou alterações na capacidade para o trabalho.</p><p>É igualmente relevante a orientação da pessoa para recursos comunitários e grupos de apoio, que promovam a integração social.</p><p>A reintegração ocupacional e profissional deve ser acompanhada sempre que necessário, através de adaptação de funções e articulação com o contexto laboral.</p><p>Por fim, a articulação estruturada entre os cuidados hospitalares, os cuidados de saúde primários e a comunidade é essencial para garantir um acompanhamento global, contínuo e centrado na pessoa, promovendo a qualidade de vida ao longo do processo de sobrevivência oncológica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-29 13:53:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3772177874</link>
         <description><![CDATA[<p>Relativo à terapia da fala, o plano de sobrevivência oncológico deve incluir a caracterização do doente e dos tratamentos realizados, incluindo a avaliação e intervenção no pré-tratamento, com registo do estado basal da comunicação, voz, deglutição e funções orofaciais, bem como capacitação de estratégias preventivas iniciadas antes do tratamento; deve ainda contemplar a avaliação funcional no pós-tratamento, a identificação de alterações da fala, linguagem, voz e deglutição, os objetivos terapêuticos a curto e longo prazo, o plano de intervenção e acompanhamento, a monitorização de efeitos tardios, a educação da pessoa e dos cuidadores para sinais de alerta e autocuidado, e a articulação com a equipa multidisciplinar, tendo sempre em conta o impacto funcional e a qualidade de vida.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-01 11:43:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3772181484</link>
         <description><![CDATA[<p>Num plano de sobrevivência oncológico todas as áreas profissionais devem estar incluídas, porque a sobrevivência ao cancro envolve consequências físicas, funcionais, psicológicas, sociais e ocupacionais que se estendem muito para além do tratamento médico; é essencial integrar a oncologia, medicina geral e familiar, enfermagem, terapia da fala, fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, serviço social, terapia ocupacional e outras áreas afins, garantindo uma abordagem verdadeiramente multidisciplinar, assegurando continuidade de cuidados entre hospital e comunidade, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e a autonomia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-01 11:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3772480875</link>
         <description><![CDATA[<p>Um plano de sobrevivência do doente oncológico deve ser individualizado, contínuo e integrado numa equipa multidisciplinar, onde o fisioterapeuta intervém com o objetivo de promover a recuperação funcional, a prevenção de sequelas e a promoção da qualidade de vida a longo prazo.</p><p>A partir da avaliação funcional global, identificando limitações físicas, dor, fadiga e impacto nas atividades de vida diária, deve ser definido um programa de exercício terapêutico individualizado, visando a recuperação da funcionalidade, a prevenção do descondicionamento físico e a gestão da fadiga oncológica.</p><p>O plano deve ainda contemplar o controlo da dor, a prevenção e tratamento de complicações como linfedema, limitações articulares e alterações respiratórias, bem como a educação do doente para o autocuidado e adoção de estilos de vida ativos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-01 17:05:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3772491221</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião seria importante ter no grupo os médicos de medicina geral e familiar, que desempenham um papel importante em particular na fase de sobrevivência e na continuidade dos cuidados em contexto comunitário. </p><p>Também na minha opinião seria importante ter no grupo profissionais da área social, para que no contexto interdisciplinar pudéssemos perceber melhor quais são os apoios disponíveis na nossa comunidade para os doentes oncológicos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-01 17:11:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773302824</link>
         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva da Fisioterapia, deverá estar incluído aspectos que tenham em conta a recuperação funcional e melhoria da qualidade de vida, tais como: avaliação da fadiga, força muscular, resistência, entre outros.</p><p>Os programas de reabilitação devem incluir treino aeróbio, mobilidade, treino de força e de coordenação motora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 08:34:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773306672</link>
         <description><![CDATA[<p>Julgo que este curso abordou e muito bem, a importância da inclusão de todas as classes profissionais no tratamento do doente oncológico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 08:38:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773503540</link>
         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva de um&nbsp;cirurgião, um&nbsp;plano de sobrevivência oncológico&nbsp;deve ser um documento claro, prático e partilhável com o doente e com os restantes profissionais de saúde. O foco é garantir&nbsp;continuidade de cuidados,&nbsp;deteção precoce de recidiva/complicações&nbsp;e&nbsp;qualidade de vida&nbsp;após o tratamento curativo.</p><p>Este plano deve incluir:</p><p>- resumo do tratamento cirúrgico</p><p>- estado atual da doença</p><p>- plano de vigilância oncológica</p><p>- potenciais sequelas cirúrgicas e sua gestão</p><p>- recomendações de reabilitação e estilo de vida</p><p>- articulação com outros cuiados</p><p>- prevenção secundária e outros riscos</p><p>- informação clara para o doente</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 11:04:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773504197</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Monitorização da função musculosquelética.</p></li><li><p>Sensibilizar para o exercício terapêutico.</p></li><li><p>Avaliação global.</p></li><li><p>Gestão sequelas físicas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 11:05:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião esta formação está aberta e adequada para qualquer grupo profissional que trata doença oconlógica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 11:13:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773514112</link>
         <description><![CDATA[<p>- Seria importante o trabalho paralelo com  Medicina geral familiar para dar continuação a longo prazo dos cuidados.</p><p>- Assistentes sociais.</p><p>- Nutricionistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 11:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>O que deve estar incluido, na perspetiva da sua classe profissional, numa plano de sobrevivência oncológico?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Manutenção do acompanhamento psicológico, estendido às várias dimensões de vida entendidas pelo paciente como prioritárias serem trabalhadas;</p></li><li><p>Regresso às rotinas quando for possível no caso de terem sido suspensas</p></li><li><p>Promoção de atividades de ócio/lazer</p></li><li><p>Manter/aumentar as redes de suporte familiar e/ou social</p></li><li><p>Realização de exercício físico</p></li><li><p>Realização de ações de autocuidado mental e emocional: workshops, grupos de auto-ajuda, atividades na natureza, aprendizagem, leitura, partilha...</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 12:44:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Considerando classes profissionais não incluídas neste grupo de formação, que aspetos seriam importantes incluir?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Programas de exercício físico durante e após tratamentos</p></li><li><p>Apoios sociais e para recursos/produtos de apoio necessários</p></li><li><p>Instituições na comunidade como resposta às necessidades identificadas (iniciativas câmara, junta de freguesia, cuidados saúde primários, iniciativas financiadas ou privadas...)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 12:48:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773683163</link>
         <description><![CDATA[<p>Um plano de sobrevivência oncológico deve integrar cuidados multidisciplinares e multidimensionais, individualizados e ajustados ao longo do tempo, nos quais a intervenção do enfermeiro assume um impacto significativo. A continuidade de cuidados após o término ou a estabilização dos tratamentos oncológicos é imprescindível para uma resposta adequada às necessidades da pessoa sobrevivente.</p><p>O enfermeiro desempenha um papel central no desenho e acompanhamento do percurso oncológico, desde o diagnóstico até aos diferentes tratamentos, incluindo a identificação e gestão de efeitos adversos, complicações e intercorrências. A capacitação da pessoa e da família, bem como o reforço da literacia em saúde, são fundamentais para a prevenção e deteção precoce de alterações, para a gestão de efeitos tardios e para uma referenciação atempada aos serviços de saúde.</p><p>Pela sua proximidade contínua à pessoa e à família, o enfermeiro assume ainda um papel imprescindível na promoção da saúde e na adoção de estilos de vida saudáveis, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução do risco de recorrência e de outras comorbilidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 13:30:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3773699014</link>
         <description><![CDATA[<p>O sucesso do percurso oncológico e a elaboração de um plano de sobrevivência oncológico adequado dependem de uma abordagem multidisciplinar, em que a articulação entre os diferentes profissionais é essencial para responder às necessidades multidimensionais da pessoa, desde o contexto hospitalar aos cuidados de saúde primários e à comunidade. Nesse sentido, é fundamental que todos os profissionais envolvidos participem activamente neste tipo de programas, de modo a optimizar a comunicação, a continuidade dos cuidados e o envolvimento das equipas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 13:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de sobrevivência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3774016130</link>
         <description><![CDATA[<p>Na perspetiva da Psicologia, o plano de sobrevivência oncológico deve integrar a avaliação e o acompanhamento do ajustamento psicológico ao longo do pós-tratamento, incluindo a gestão do sofrimento emocional, do medo de recidiva e das alterações cognitivas e funcionais associadas à doença em si e aos tratamentos. Além disso, deve também contemplar intervenções de psicoeducação, promoção de estratégias de coping adaptativo, reforço da autoeficácia e apoio na reintegração social, familiar e profissional, com o intuito de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar global do(a)</p><p> sobrevivente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 16:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos a incluir</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josh_dias/hrd90urcqaxpu68w/wish/3774022679</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar do Interact integrar e abordar várias áreas profissionais, penso que seria relevante integrar profissionais da área do exercício físico, reconhecendo o papel central da atividade física na recuperação funcional, na redução da fadiga, na saúde mental e na qualidade de vida dos sobreviventes oncológicos. A articulação com estas áreas permitiria intervenções mais completas, seguras e personalizadas ao longo da sobrevivência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 16:46:06 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um plano de sobrevivência oncológica do ponto de vista fisioterapia deve incluir uma avaliação funcional detalhada, prescrição de exercícios físicos personalizados (aeróbicos e de força), controlo de fadiga, drenagem de linfedema, exercícios respiratórios, alívio da dor e reabilitação funcional para melhorar a autonomia e a qualidade de vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 21:01:57 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Num grupo de formação relacionado com sobreviventes de cancro, todas as categorias profissionais são bem vindas, se fizerem sentido para cada caso, nomeadamente as áreas clínicas que o sobrevivente tenha necessidade em termos hospitalares. Parece muito importante também a presença dos TAS que mtas vezes têm o primeiro contato com estes pacientes.</p><p>A par desta situação temos também o apoio na comunidade, sendo benéfica uma articulação ótima com os profissionais dos centros de saúde, assistentes sociais comunitários e estruturas da comunidade e prestadores convencionados.</p><p>Enfim se todos estiverem alinhados com o propósito o resultado será, com certeza espetacular.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-02 21:11:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Avaliação funcional</p><p>Sensibilização para exercício terapêutico</p><p>Educação e cuidados</p><p>Monitorização e reavaliação</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-03 11:54:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>Um trabalho feito com equipa multidisciplinar é sempre o mais indicado , a inclusão da medicina geral e familiar , nutricionista, assistente social é importante de forma a haver um acompanhamento a longo prazo . </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-03 11:57:28 UTC</pubDate>
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