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      <title>Mapa by Pâmella Domingues</title>
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      <description>Pâmella, Maria Eduarda, Noreni </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-15 23:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>Jurunas, Belém - PA</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>É um lugar ocupado por uma população que descende de etnias tradicionais (algumas dão nome ao bairro e vias), ribeirinhos, famílias da classe média dos séculos XVII e XVIII e trabalhadores mais pobres da época. Registros históricos apontam a presença de muitas etnias tradicionais paraenses morando na região por onde passava o igarapé do Piry, um braço do rio. A invasão portuguesa resultou em conflitos que ceifaram a vida de alguns povos. Os que restaram, foram envolvidos no processo de miscigenação. Lentamente, a área ia sendo ocupada, ainda que com péssima estrutura. No século XIX, o aterramento do igarapé do Piry deu origem ao primeiro esquema de vias do bairro, interligando os demais bairros da época. Uma das principais vias do bairro fazia menção a uma etnia tradicional que deu nome à região: a travessa dos Jurunas. Por um período era conhecida como a "avenida Paulista do Jurunas" pelo intenso movimento e forte atividade comercial. Após alguns anos, essa via se transformou na avenida Roberto Camelier.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 00:05:53 UTC</pubDate>
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         <title>Kaingang Terra Indígena - Chapecó, SC</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>O contato dos Kaingang com a sociedade envolvente teve início no final do século XVIII e efetivou-se em meados do século XIX, quando os primeiros chefes políticos tradicionais (<em>Põ’í</em> ou <em>Rekakê</em>) aceitaram aliar-se aos conquistadores brancos (<em>Fóg</em>), transformando-se em capitães. Esses capitães foram fundamentais na pacificação de dezenas de grupos arredios que foram vencidos entre 1840 e 1930. Entre os desdobramentos dessa história, destacam-se o processo de expropriação e acirramento de conflitos, não apenas com os invasores de seus territórios, mas intragrupos kaingang, uma vez que o faccionalismo característico dos grupos jê foi potencializado pelo contato. Os Kaingang vivem em mais de 30 Terras Indígenas que representam uma pequena parcela de seus territórios tradicionais. Por estarem distribuídas em quatro estados, a situação das comunidades apresenta as mais variadas condições. Em todos os casos, contudo, sua estrutura social e princípios cosmológicos continuam vigorando, sempre atualizados pelas diferentes conjunturas pelas quais vêm passando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 00:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>Carajás, Parauapebas - PA</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com estudos históricos, desde muito remotamente os Karajá travavam disputas com outras etnias para proteger o seu território, como os Kayapó, os Tapiparé, os Avá-Canoeiro, os Xavate e os Xerente. Foram dessas disputas que eles englobaram alguns aspectos de outras culturas. Em relação ao contato com a nossa sociedade, os estudos dizem que houveram duas grandes frentes, a primeira foi uma missão Jesuíta comandada pelo Padre Tomé Ribeiro datada de 1658, já o segundo contato está relacionado com as bandeiras do Centro-Oeste, um exemplo que podemos dar foi a expedição comandada por Antônio Pires de Campos datada entre os anos de 1718 a 1746. O que vale ressaltar é que essas duas expedições foram apenas a porta de entrada para diversas outras que assim viriam, obrigando essa etnia a ter um contato constante com a nossa cultura, independente da vontade ou não vontade deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 00:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>Xavantes, Cocalinho - MT</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>A origem dos Xavante remonta a milhares de anos atrás, quando esse povo indígena habitava vastas áreas do cerrado brasileiro. Acredita-se que os Xavante sejam descendentes de povos que migraram para a região central do Brasil em busca de melhores condições de vida.</p><p>A história dos Xavante é marcada por conflitos e resistência. Durante o período colonial, os Xavante foram alvo de diversas expedições militares e de bandeirantes em busca de escravos indígenas. No entanto, o povo Xavante conseguiu resistir e preservar sua cultura e território.</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 00:32:16 UTC</pubDate>
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         <title>Apurinã Terra Indígena, Tapauá - AM</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Apurinã tiveram contato sistemático com não-índios no contexto da exploração da borracha. No século XVIII, o rio Purus começou a ser explorado por comerciantes itinerantes, na busca das chamadas “drogas do sertão”: cacau, copaíba, manteiga de tartaruga e borracha. Alguns destes itinerantes se estabeleceram e começou a haver, então, benfeitorias para exploração, ainda no baixo Purus. Nas décadas de 50 e 60 do século XIX houve várias expedições para reconhecer e mapear o rio: nesta época, segundo os relatos, alguns Apurinã já trabalhavam para os não-índios.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 00:37:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tupinambá, Astorga - PR</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>Tupinambás</strong> são um povo indígena que habitava a região litorânea do Brasil antes da chegada dos europeus. Eles possuíam uma cultura rica e diversa, com destaque para a <strong>agricultura</strong>, <strong>pesca</strong> e <strong>artesanato</strong>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="tooltip-target" href="https://rabiscodahistoria.com/tupinambas-a-cultura-e-historia-do-povo-indigena/">A religião dos Tupinambás era baseada na crença em <strong>espíritos da natureza</strong> e na realização de <strong>rituais</strong></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="ac-anchor sup-target" href="https://bing.com/search?q=sobre+os+povos+tupinamb%C3%A1"><sup>.</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:42:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Matogrosso do Sul, Aqua Zarca, El Salvador</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os índios Guarani são um grupo étnico que habita a América do Sul, principalmente no Brasil, Paraguai e Argentina.</p><p>A cultura Guarani é rica em tradições, rituais e crenças espirituais. A religião Guarani é politeísta e acredita na existência de espíritos, deuses e divindades.</p><p>A alimentação dos Guarani é baseada em alimentos como mandioca, milho, feijão, frutas e peixes.</p><p>A arte Guarani é marcada por pinturas corporais, cerâmicas, cestarias e tecelagem.</p><p>A língua Guarani é uma das línguas oficiais do Paraguai e é falada por mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo. Os Guarani enfrentam diversos desafios, como a perda de territórios, a falta de acesso à saúde e educação de qualidade e a discriminação.</p><p>É importante valorizar e respeitar a cultura Guarani, promovendo a inclusão e o diálogo intercultural</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tupinambá, Astorga - PR</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>Tupinambás</strong> são um povo indígena que habitava a região litorânea do Brasil antes da chegada dos europeus. Eles possuíam uma cultura rica e diversa, com destaque para a <strong>agricultura</strong>, <strong>pesca</strong> e <strong>artesanato</strong>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="tooltip-target" href="https://rabiscodahistoria.com/tupinambas-a-cultura-e-historia-do-povo-indigena/">A religião dos Tupinambás era baseada na crença em <strong>espíritos da natureza</strong> e na realização de <strong>rituais</strong></a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tupiniquim - Santa Cruz, Aracruz - ES</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>Tupiniquim</strong> são um grupo indígena que habitava principalmente a região litorânea do Brasil, desde o atual estado do Rio de Janeiro até o Nordeste brasileiro. <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="tooltip-target" href="https://www.soescola.com/glossario/tupiniquim-o-que-e-significado">Eles eram conhecidos por sua habilidade na agricultura, pesca e guerra, além de possuírem uma rica cultura e tradições</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="ac-anchor sup-target" href="https://www.soescola.com/glossario/tupiniquim-o-que-e-significado"><sup>.</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 02:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Amazonas</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>parintintins</strong> são um grupo indígena que habita o Sudeste do estado brasileiro do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Amazonas">Amazonas</a>, entre os rios <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Madeira">rio Madeira</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Marmelos">Marmelos</a>, mais precisamente nas áreas indígenas Ipixuna e Nove de Janeiro. No passado, eram chamados também de <strong>bocas-pretas</strong>. Os parintintins se autodenominam <em>Kagwahiva</em>. A designação "parintintin" foi possivelmente dada pelos <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Munduruku">Munduruku</a>. Vivem nas aldeias aldeias Traíra, Pupunha e Canavial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 02:13:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tabajaras, Uberlândia - MG</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os <strong>Tabajaras</strong> são um povo indígena de origem do tronco tupi que habita o litoral do Brasil, no trecho entre a ilha de Itamaracá e a foz do rio Paraíba, além de territórios em Piripiri e em Lagoa de São Francisco, no Piauí. Eles foram um dos primeiros povos da região nordestina a entrar em contato com os colonizadores portugueses. No entanto, ao longo do tempo, sua história e cultura foram apagadas. <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="tooltip-target" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tabajaras">Atualmente, os Tabajaras estão resgatando sua herança cultural e lutando pela demarcação de suas terras</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 02:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>Pará</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Aldeia Tiriyó</strong> (também conhecida como <strong><em>Trio</em></strong> ou <strong><em>Tarëno</em></strong>) é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldeia">aldeia</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldeia_Tiri%C3%B3s#cite_note-1"><sup> </sup></a>o noroeste do estado <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1">Pará</a>, nos municípios de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oriximin%C3%A1">Oriximiná</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Almeirim_(Par%C3%A1)">Almeirim</a>, dentro do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Montanhas_do_Tumucumaque">Parque Indígena de Tumucumaque</a> desde a década de 1960 (nas proximidades dos rios Trombetas, Cuminá e Paru).</p><p>Na aldeia vivem os grupos étnicos: <em>Tiriyó</em>, <em>Aramixó</em>, <em>Aramayana</em>, <em>Akuriyó, Piyanokotó, Saküta, Ragu, Yawi, Prouyana, Okomoyana, Wayarikuré, Pianoi, Aramagoto, Kirikirigoto, Arimihoto</em>, <em>Maraxó</em>,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldeia_Tiri%C3%B3s#cite_note-:0-2"><sup>[2]</sup></a> Katxuyana, Txikuyana, Ewarhuyana e, Akuriyó. O contato com os não-índios ocorreu a partir da década de 1950 por iniciativa de militares e missionários franciscanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 02:19:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tuiuca - São Gabriel da Cachoeira, AM</title>
         <author>dominguespamella188</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os tuiucas são um grupo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=cc6b79e98938ec6bJmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTU5Nw&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVBvdm9zJTIwYW1lcsOtbmRpb3MlMjB3aWtpcGVkaWEmZm9ybT1XSUtJUkU&amp;ntb=1">indígena</a> da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=a55e5e54b7bc9849JmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTU5OA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUzDrW5ndWFzJTIwdHVjYW5hcyUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">família linguística tucana oriental</a> que habita o noroeste do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=962f1d6e58b6ac56JmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTU5OQ&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVVuaWRhZGVzJTIwZmVkZXJhdGl2YXMlMjBkbyUyMEJyYXNpbCUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">estado brasileiro</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=b9b49c35c2c782c0JmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUFtYXpvbmFzJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">Amazonas</a>, mais precisamente as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=63b633f6411cd366JmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTYwMQ&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVRlcnJhcyUyMGluZMOtZ2VuYXMlMjB3aWtpcGVkaWEmZm9ybT1XSUtJUkU&amp;ntb=1">áreas indígenas</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=2f73c879a2a11dfbJmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTYwMg&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVRlcnJhJTIwSW5kw61nZW5hJTIwQWx0byUyMFJpbyUyME5lZ3JvJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">Alto Rio Negro</a>, Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II, Pari Cachoeira I, Pari Cachoeira II, Pari Cachoeira III, Yauareté I e Yauareté II, além do Resguardo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=975d3e91e8f3c9b4JmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTYwMw&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVZhdXDDqXMlMjB3aWtpcGVkaWEmZm9ybT1XSUtJUkU&amp;ntb=1">Vaupés</a> na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=1cf13d05e711748cJmltdHM9MTcxMDQ2MDgwMCZpZ3VpZD0yNzBlNTRmMi01ZmU1LTY0ODgtM2Y0MC00NzU5NWVmMTY1NmQmaW5zaWQ9NTYwNA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=270e54f2-5fe5-6488-3f40-47595ef1656d&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUNvbMO0bWJpYSUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">Colômbia</a>.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 02:23:27 UTC</pubDate>
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