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      <title>FEITOS NOTÁVEIS NO ESPORTE (2ª SÉRIE A) by JOÃO LUÍS REBELO TORRES</title>
      <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A</link>
      <description>POSTE BIOGRAFIAS DE MULHERES QUE FIZERAM HISTÓRIA NO ESPORTE MUNDIAL!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-28 13:25:12 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações para postagem</title>
         <author>joaoluis</author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2507249752</link>
         <description><![CDATA[<div>Coloque, no começo do post, o nome, a foto da atleta que escolheu para divulgar sua breve biografia e o nome dos componentes do grupo. Seja sucinto(a) com seu feito histórico dentro do esporte, como no exemplo no exemplo ao lado: de Katherine Switzer.<br>Bom trabalho!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 17:05:54 UTC</pubDate>
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         <title>Kathrine Switzer - a primeira maratonista de Boston</title>
         <author>joaoluis</author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2512133341</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo: João Luís / Fulano Beltrano / José da Silva<br><br>Kathrine Switzer, foi a primeira mulher a participar da Maratona de Boston (EUA), em 1967. Na época, apenas os homens podiam integrar quaisquer provas de rua no país, antes mesmo das mulheres se rebelarem contra os padrões vigentes, pedindo maior igualdade entre os seres humanos, na famosa praça de Atlantic City, em 1968. A americana viveu momentos de tensão e vitória naquele gelado dia, e não fazia ideia de que se tornaria parte da história.<br>Nascida em 5 de janeiro de 1947, nos Estados Unidos, Kathrine resolveu, aos 12 anos, virar uma líder de torcida. Desaprovada pelo pai, que estimulava os filhos a pensarem além dos papéis tradicionais da sociedade, foi incentivada a praticar esportes.</div><div>- <em>Meu pai disse: “Ser líder de torcida é algo bobo. Você deve fazer um esporte e ter pessoas torcendo por você”. Eu sempre achei que uma menina podia fazer qualquer coisa que um garoto fizesse, então levei esse conselho a sério. Com o encorajamento do meu pai, comecei a entrar em forma para jogar no time de hóquei do colégio, correndo uma milha (1,6 km), coisa que ninguém fazia nas ruas em 1959</em> – afirmou Kathrine Switzer, em capítulo publicado no livro "O Espírito da Maratona", de Gail Waesche Kislevitz, republicado em seu site.<br>Ela jogava na equipe do colégio Linchburg, na Virgínia, e corria diariamente, quando o técnico do time de cross country a convidou para integrar uma prova masculina, que precisava de mais um integrante. Sem saber, Kathrine já estava destinada a ser pioneira no esporte feminino. Em 1966, resolveu se tornar jornalista esportiva, impossibilitada de viver como uma atleta.<br><br></div><div>"<em>Com o passar do tempo, correr se tornou a arma secreta do meu primeiro amor. Era algo que eu podia fazer por mim, não custava nada, não necessitava muito equipamento e eu amava treinar ao ar livre. Eu sabia que a corrida seria meu esporte de toda a vida. E ainda era boa no que fazia" -</em> revelou a atleta.<br><br>Na universidade, resolveu perguntar ao treinador do time de cross masculino se poderia treinar com eles, já que não havia uma equipe feminina de corrida. Não-oficialmente, Kathrine começou a correr com os rapazes. Foi quando conheceu Arnie Briggs, o carteiro da faculdade que havia se tornado uma espécie de diretor do time.</div><div><br>"<em>Arnie era um maratonista e já havia participado de 15 edições da Maratona de Boston. Quando o conheci, ele tinha 50 anos. Eu, 19. Ele tinha um problema no joelho e resistência para longos treinos, e estava feliz com a minha presença lá, por isso me adotou e me ensinou o que era correr" -</em> disse Kathrine.<br><br></div><div>Depois de muito treinar e falar sobre a Maratona de Boston, em que Arnie era veterano, Kathrine precisou provar para seu novo treinador que era capaz de correr 42 km. E, aos 20 anos, conseguiu.<br><br></div><div>"<em>Achamos engraçado não ter nenhuma especificação de sexo na inscrição para a prova, já que só homens loucos participavam dela. Acabei me inscrevendo com o nome de K.V. Switzer, não por medo de ser pega, mas pelo meu sonho de ser escritora e minhas referências literárias na época, J.D. Salinger, E.E.Cummings, T.S. Elliot e W.B. Yeats" -</em> afirmou a atleta.</div><div>No dia da prova, nevava, ventava e fazia muito frio. Os corredores demonstravam apoio e felicidade ao vê-la participar. Para surpresa de Kathrine, a exceção foi um dos diretores da maratona, Jock Semple.<br><br><em>"Quando me viram, os fotógrafos começaram a gritar “tem uma garota na corrida!” Eu não estava tentando me esconder de maneira nenhuma, pelo contrário, eu estava tão orgulhosa de mim mesma que usava até batom. Jock era conhecido por seu temperamento violento. Em um determinado momento, ele se enfureceu e veio correndo atrás de mim, gritando “saia da minha prova e me dê esse número de peito!” Eu morri de medo. Para minha sorte, meu namorado Tom Miller, de 115 kg, conseguiu empurrá-lo, enquanto Arnie gritava “corra que nem uma louca!”. O resto é história. Minha presença infame não foi oficialmente registrada pela organização. Terminei em torno de 4h20m – descreveu a corredora".</em><br><br></div><div>Somente em 1972 as mulheres puderam fazer parte da maratona e, finalmente, se denominar atletas. Com razão, Kathrine é muito orgulhosa do próprio feito.<br><br></div><div><em>- Eu tive sorte na vida. Minha família e Arnie sempre me disseram que eu podia fazer tudo que eu quisesse. Como mulher, nunca me resignei a brincar com bonecas ou ser uma líder de torcida apenas. Sim, eu brincava de bonecas e usava vestidos, mas também subia em árvores e praticava esportes como vingança. Depois da minha experiência em Boston, percebi que existem muitas mulheres no mundo crescendo sem esse suporte e sem a noção de que o céu é o único limite. Eu queria atingir essas mulheres e fazer algo para mudar a vida delas. Tudo que você precisa é a coragem de acreditar em si mesma e colocar um pé na frente do outro.<br></em><br></div><div>Em sua carreira, Kathrine correu 35 maratonas, criou programas esportivos para mulheres em 27 países, viaja o mundo promovendo corridas e caminhadas femininas, escreveu o livro “Mulher de Maratona” e integra, desde 2011, o seleto grupo pertencente à calçada da fama das mulheres dos Estados Unidos.<br><br>Fonte: CLARK, Bebel. Kathrine Switzer: conheça a primeira mulher a correr a Maratona de Boston. Eu Atleta, 28 mar. 2012. Disponível em: &lt;https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/noticia/2012/03/fique-por-dentro-da-historia-da-atleta-americana-que-aos-20-anos-desafiou-regras-da-organizacao-da-prova-e-foi-quase-expulsa-por-um-dos-diretores.html&gt;. Acesso em: 10 mar. 2023.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 17:23:12 UTC</pubDate>
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         <title>Alice Coachman: a primeira mulher negra a ganhar uma medalha de ouro.</title>
         <author>souzavitoria5565</author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2521805464</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Grupo: Camile/Laura<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em 1948, Coachman disputou sua única Olimpíada e retornou para a casa com a primeira medalha de ouro conquistada por uma mulher negra.<br>&nbsp;<br>Alice Coachman, provou em 1948, em Londres, que nem seu sexo nem sua cor a impediriam de alcançar o topo. Três anos após a Segunda Guerra Mundial e sete antes do movimento dos direitos civis americano, em um mundo repartido por opiniões políticas e segregacionistas, ela se tornou a primeira mulher negra a ganhar uma medalha de ouro.&nbsp;<br><br>&nbsp;Alice Marie Coachman nasceu em 1923, em Albany, na Geórgia. Quando jovem treinava como podia. Proibida de participar de clubes esportivos devido a segregação racial da época, improvisou equipamentos e mesmo descalça passou a treinar sua corrida e seus pulos. Se apaixonou pelo salto em altura e aos 16 anos conseguiu uma bolsa de estudos no Alabama, onde começou a competir profissionalmente.<br>&nbsp;<br>Após as Olímpiadas de Berlim em 1936, famosa pelas quatro medalhas de ouro de Jesse Owens, a Segunda Guerra mundial explodiu e durou de 1939 até 1945, por isso as competições de 1940 e 1944 foram canceladas. Naquele período Alice já havia vencido diversas competições americanas. Em toda sua carreira, foram 34 títulos nacionais, 10 deles consecutivos (de 1939 a 1948). Coachman vencia no salto, na corrida e até mesmo no revezamento.<br><br>&nbsp;Para chegar até os Jogos Olímpicos não bastava ser boa. Alice era negra e era mulher. Do início das Olímpiadas da era moderna em 1896 até 1948, quando Coachman competiu, aproximadamente 24.301 atletas participaram das competições. Deste total, apenas 1.437, equivalente a 5,9%, eram mulheres. No ano do ouro de Alice foram 3.963 competidores, 331 (8,3%) do sexo feminino.<br>&nbsp;<br>Alice foi, competiu, venceu e bateu o recorde olímpico da modalidade. Naquela época a regra do salto em distância previa o máximo de três pulos para cada competidora. No salto inicial, Alice e a inglesa Dorothy Tyler alcançaram 1,61m de primeira, enquanto a francesa Micheline Ostermeyer, apenas na segunda oportunidade.<br><br>&nbsp;Na rodada seguinte, Alice pulou 1,64m duas tentativas, Dorothy em três e Micheline, que não alcançou a altura proposta, foi eliminada. Coachman precisou de dois saltos para bater 1,66m e Dorothy de apenas um, contudo, no salto 1,68, marca que se tornou recorde olímpico na época, Alice superou&nbsp; desafio de primeira e Dorothy apenas na segunda tentativa. Nenhuma das duas conseguiu saltar&nbsp; marca 1,70m, por isso, com um perdido a menos, Alice Coachman se sagrou medalhista ouro.&nbsp;<br><br>&nbsp;Como era costume todos os negros americanos que venciam conheciam o Olímpio, mesmo chegando tão longe eram tratados com indiferença na volta para casa. Assim como Jesse Owens, já mencionado neste texto, foi obrigada a entrar e sair pela porta dos fundos do jantar feito em sua homenagem.<br><br>— Vá a qualquer lugar e as pessoas dirão que Wilma Rudolph foi a primeira mulher negra a ganhar uma medalha. Não é verdade. Ela entrou em cena 12 anos depois de mim, mas ela estava na televisão — Alice Coachman ao The Birmingham News&nbsp; 1997<br><br>&nbsp;Alice aposentou no ano seguinte, mas continuou a trabalhar com os esportes criando a Alice Coachman Track and Field Foundation para ajudar jovens atletas em início de carreira. Em 1952 se tornou a primeira atleta negra a receber um patrocínio, advindo da Coca-Cola. Em 1975 entrou para Fama do atletismo Estados Unidos e em 1996 foi uma das 100 maiores figuras olímpicas da história.<br><br>&nbsp;Coachman já estava com a saúde debilitada devido a um AVC que havia anos antes e veio a falecer em 2014, aos 90 anos. Ela foi inspiração e pavimentou a estrada que tantas outras mulheres negras seguiriam. Hoje reconhecemos, Serenas, Florences, Rafaelas e inúmeras outras que só puderam sonhar e chegar ao pódio porque Alice existiu.<br><br>— Fiz a diferença entre os negros, sendo uma das líderes. Se eu tivesse ido aos Jogos e fracassado, não haveria ninguém para seguir os meus passos. Isso encorajou o resto das mulheres a trabalhar e lutar ainda mais — Alice Coachman ao The New York Times em 1996<br><br>Fonte: https://medium.com/memórias-de-um-griot/alice-coachman-a-primeira-mulher-a-combinar-preto-e-dourado-89c64c877c03<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 17:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>Daiane dos santos-a primeira ginasta brasileira, a conquistar uma medalha de ouro em uma Copa do Mundo do esporte.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2529528072</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida e criada em uma periferia de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul,&nbsp;Daiane dos Santos, de 38 anos, se tornou a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma Copa do Mundo do esporte. Uma, não.&nbsp;Nove!<br><br>Ela é ainda precursora de dois movimentos na ginástica artística: o duplo twist carpado, ou Dos Santos I, e o duplo twist esticado, ou Dos Santos II.<br><br>Mas essa trajetória brilhante só foi possível depois vencer o racismo, ignorar gente que se recusava a usar até o mesmo banheiro que ela e se agarrar aos conselhos dos seu pais, que a ensinaram a fazer a conta de três. Uma regra brasileira, e não matemática, que diz que&nbsp;negros têm que ser até três vezes melhores&nbsp;em suas áreas.<br><br><br>Ancestralidade<br><br>Em 2007, submeteu-se a um exame de ancestralidade genética para descobrir seus ascendentes. Assim como resposta, Daiane apresentou as proporções equilibradas entre os três principais grupos que deram origem à população brasileira. A ex-atleta gaúcha tem 39,7% de ancestralidade&nbsp;africana, 40,8%&nbsp;europeia&nbsp;e 19,6%&nbsp;ameríndia.&nbsp;Santos é descendente de&nbsp;angolanos,&nbsp;portugueses,&nbsp;italianos&nbsp;e&nbsp;indígenas.<br><br><br>Carreira<br><br>Em 1999, conquistou suas primeiras medalhas, na categoria sênior, ao competir no&nbsp;Pan-americano de Winnipeg: Prata no salto e bronze por equipes. Dois anos mais tarde, disputou seu primeiro Mundial, o&nbsp;Campeonato de Gante, na&nbsp;Bélgica. Nele, encerrou em quinto lugar na final do&nbsp;solo.[1]<br><br>Em 2003, aos vinte anos, mudou-se para a cidade de&nbsp;Curitiba&nbsp;e tornou-se novamente a medalhista de bronze por equipes no&nbsp;Pan-americano de Santo Domingo. Na sequência, competindo no&nbsp;Mundial de Anaheim, na&nbsp;Califórnia, conquistou a primeira medalha de ouro brasileira desta competição: Na final do solo, superou a romena&nbsp;Catalina Ponor&nbsp;e a espanhola&nbsp;Elena Gómez, executando, pela primeira vez, o movimento que recebeu seu nome – o&nbsp;duplo twist carpado&nbsp;ou&nbsp;Dos Santos&nbsp;, desenvolvido com o auxílio do técnico&nbsp;Oleg Ostapenko, seu treinador até então. No ano seguinte conquistou medalhas em etapas da Copa do Mundo e, lesionada, disputou as&nbsp;Olimpíadas de Atenas, na qual compareceu à final do solo e encerrou na quinta colocação. Apesar de não conquistar medalha, ao som de&nbsp;Brasileirinho,&nbsp;performou seu segundo movimento, intitulado&nbsp;Dos Santos II, a variação esticada do primeiro.<br><br>Fonte: G1 da globo e wikipedia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 22:39:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Maria Lenk&quot;

Maria Emma Hulga Lenk Zigler foi a principal nadadora brasileira, tendo sido a única mulher do país a ser introduzida no Swimming Hall of Fame, em Fort Lauderdale, Flórida. Maria Lenk foi a primeira nadadora brasileira a estabelecer um recorde mundial e deu ao Flamengo diversos títulos importantes.
Foi sancionada na quarta-feira (20) a Lei 14.418, de 2022, que declara Maria Lenk (1915-2007) como a Patrona da Natação Brasileira. A atleta nadou 11 mundiais no master e conquistou 54 medalhas, sendo 37 de ouro.
Filha de imigrantes alemães, começou a nadar por ideia do pai, Paulo Lenk, como fortalecimento pulmonar após uma pneumonia dupla que teve aos 10 anos de idade. Ia até o Rio Tietê, e pendurada por uma vara para não se afogar, deu as primeiras braçadas.
Quando o imigrante alemão Lui Paul Lenk lançou a filha mais velha nas águas do então límpido Rio Tietê - presa por uma vara de alumínio e amarrada pela cintura - com o intuito de ensiná-la a nadar, seu maior objetivo era fortalecer os pulmões da menina de 10 anos, que havia sobrevivido bravamente a uma pneumonia dupla, na São Paulo de 1925, época em que ainda não havia antibióticos. Mal sabia ele a importância daquele inocente mergulho na vida de Maria Emma Lenk Zigler e na história do esporte brasileiro. Primeira brasileira a disputar os Jogos Olímpicos, Maria Lenk desbravou o mundo, bateu recordes mundiais e mostrou para todos e, principalmente todas, que esporte podia, sim, ser lugar de mulher. Com participação importante na organização do esporte nacional ao parar de competir, Maria Lenk nadou até o último momento de sua vida, marcada por quebra de barreiras e pioneirismo. Faleceu na piscina, nadando para a eternidade, aos 92 anos.</title>
         <author>ilovemomp9</author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2530596507</link>
         <description><![CDATA[<div>Yuri Costa 2°A<br>Gabriel Medeiros 2°A<br>Maria Luiza 2°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-24 15:30:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aída dos Santos, leoa no Japão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2537145650</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Grupo: Ana Julia Rigo Biano/ Julia Martins de Oliveira/ Luana Loise Pereira da Silva&nbsp;<br><br><strong>Cinquenta e sete anos se passaram desde o feito desta velocista olímpica na mesma Tóquio, agora 2021: um salto não só em altura, mas no tempo.<br><br></strong>Na mesma capital japonesa, palco dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021, Aída dos Santos, em 1964, derrubou as barreiras raciais e de gênero, chegando para a disputa com os<strong> títulos de campeã estadual, campeã brasileira, sul-americana e campeã pan-americana de salto em altura</strong>.<br> As<strong> Olimpíadas de Tóquio </strong>começaram em 10 de outubro de 1964 – poucos meses após o <strong>golpe</strong> <strong>militar no Brasil</strong>. <br><br>As<strong> Olimpíadas de Tóquio </strong>começaram em 10 de outubro de 1964 – poucos meses após o <strong>golpe</strong> <strong>militar no Brasil</strong>. <br><br>Minutos <strong>antes do embarque da delegação</strong>, um <strong>militar</strong> <strong>deteve o boxeador</strong> Waldemar Zumbano. O motivo? Suposta filiação ao Partido <strong>Comunista</strong> do Brasil (PCB). O então presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o ex-atleta e major Sylvio de Magalhães Padilha, diante da situação, ameaçou: “Ou você <strong>solta</strong> o Zumbano agora <strong>ou ninguém viajará </strong>para<strong> </strong>os Jogos Olímpicos. E o mundo inteiro saberá a razão”. <br><br>O <strong>confronto garantiu </strong>a <strong>ida </strong>da equipe ao <strong>Japão</strong>. <br><br>O <strong>foco </strong>de Aída não era a política, estava focada nos treinos, por conta de suas <strong>dificuldades</strong>, inclusive <strong>financeiras</strong>, para <strong>existir como atleta.</strong> Dos <strong>requisitos essenciais </strong>para participar dos Jogos constavam: material esportivo, uniforme, treinador, conhecimento de algumas palavras em inglês ou japonês… Mas o <strong>único que ela carregava </strong>era a <strong>coragem</strong>.&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>“Eu vivia chorando… Como competir… representar o meu país… sem um técnico? Como treinar sem material?… Batia uma tristeza… Mas eu fui à luta”, </em>recordou Aída, certa vez..&nbsp;</blockquote><div><br>&nbsp;<strong>antes do embarque da delegação</strong>, um <strong>militar</strong> <strong>deteve o boxeador</strong> Waldemar Zumbano. O motivo? Suposta filiação ao Partido <strong>Comunista</strong> do Brasil (PCB). O então presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o ex-atleta e major Sylvio de Magalhães Padilha, diante da situação, ameaçou: “Ou você <strong>solta</strong> o Zumbano agora <strong>ou ninguém viajará </strong>para<strong> </strong>os Jogos Olímpicos. E o mundo inteiro saberá a razão”. <br><br>O <strong>confronto garantiu </strong>a <strong>ida </strong>da equipe ao <strong>Japão</strong>. <br><br>O <strong>foco </strong>de Aída não era a política, estava focada nos treinos, por conta de suas <strong>dificuldades</strong>, inclusive <strong>financeiras</strong>, para <strong>existir como atleta.</strong> Dos <strong>requisitos essenciais </strong>para participar dos Jogos constavam: material esportivo, uniforme, treinador, conhecimento de algumas palavras em inglês ou japonês… Mas o <strong>único que ela carregava </strong>era a <strong>coragem</strong>.&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>“Eu vivia chorando… Como competir… representar o meu país… sem um técnico? Como treinar sem material?… Batia uma tristeza… Mas eu fui à luta”, </em>recordou Aída, certa vez.&nbsp;</blockquote><div><br><strong>Sem calçados próprios</strong>, <strong>alimentação adequada</strong> para a prática esportiva e comunicando-se por mímica – por não falar outro idioma a não ser o português - , Aída <strong>machucou os pés </strong>durante os treinos. <br><br>Sua situação sensibilizou um <strong>integrante da delegação cubana</strong> que a <strong>ajudou a improvisar </strong>uma<strong> tala de esparadrapo</strong>. Uma marca esportiva, também, disponibilizou, para ela, <strong>sapatilhas</strong> para corredores da <strong>modalidade de 100m</strong>, que não eram apropriadas para a sua especialidade, mas, sem dúvida, melhores que calçado nenhum.. <br><br>Mesmo em <strong>desvantagem emocional e profissional</strong>, <strong>Aída dos Santos foi a única mulher negra a chegar na final, </strong>em quarto lugar, com o <strong>recorde brasileiro de 1,74m.</strong> <br><br>Seu desempenho foi o <strong>melhor resultado individual de uma mulher brasileira nos Jogos Olímpicos durante 32 anos</strong>. <br><br>Mas <strong>seu feito não impressionou a família</strong>. De origem pobre – pai carpinteiro e mãe lavadeira -, Aída, por diversas vezes, foi desencorajada a seguir no esporte. ‘<strong>Esporte não enche barriga</strong>’, ouvia seu pai dizer toda vez que esboçava seu desejo pelas quadras e pistas. <br><br>No início, o <strong>vôlei</strong> era a sua <strong>paixão</strong>, mas o confronto com o <strong>racismo </strong>na modalidade a afastou das redes. Quando participava de<strong> campeonatos escolares</strong> em Niterói, ela era a <strong>única negra. </strong>E –<strong> </strong>“naturalmente” – eram para ela os insultos da arquibancada: ‘<strong>sai daí, crioula’, ‘o seu lugar é na cozinha!’… </strong><br><br>Aída aguentou firme, mas não calada. Ao término de uma das partidas, pediu o microfone e declarou:&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>“Realmente, </em><strong><em>o meu lugar é na cozinha, na sala, na varanda</em></strong><em>, e é também </em><strong><em>em uma</em></strong><em> </em><strong><em>quadra de esportes</em></strong><em>!”</em>&nbsp;</blockquote><div><br>Não bastando os embates em quadra, havia os domésticos, os confrontos em família, como contou em entrevista para o podcast do Globo Esporte:&nbsp;<br><br></div><blockquote>“Meus pais nunca me viram competir. Quando eu <strong>chegava em casa com medalha</strong>, meu pai perguntava: ‘cadê o dinheiro?’ E <strong>me batia</strong>, dizendo que<strong> pobre</strong> tinha que trabalhar para <strong>ajudar no sustento da casa.”</strong>.&nbsp;</blockquote><div><br>O <strong>esporte</strong>, na vida de Aída dos Santos, agregou <strong>garra</strong> à sua existência, serviu de <strong>impulso </strong>para outras conquistas. A atleta cursou Pedagogia na Universidade Gama Filho e Educação Física na Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ). Tornou-se <strong>preparadora e professora de Educação Física</strong>, especializada em <strong>natação</strong> e <strong>atletismo</strong>. <br><br>Seu terceiro diploma universitário é em Geografia. <br><br>Pode-se dizer que o outro nome de Aída é<strong> superação</strong>. Em 1972, competiu grávida. <br><br>Ao <strong>recusar o convite</strong> da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) para atuar na entidade,<strong> pediu</strong> <strong>uma</strong> <strong>bolsa de estudos </strong>e <strong>viabilizou</strong> o estudo de<strong> dez </strong>meninas nos Estados Unidos, incluindo uma de suas filhas. <br><br>Diferente de seus pais, Aída incentivou seus filhos – três ao todo – para que seguissem a mesma carreira ou, ao menos, interagissem com esse universo. E um dos<strong> frutos da sua jornada </strong>é a <strong>campeã olímpica de vôlei Valeska Menezes.</strong> <br><br>A <strong>Valeskinha</strong>, posição central da Seleção Brasileira de Vôlei, é quarto lugar nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, e medalha de ouro nos Jogos de Pequim, em 2008. <br><br> <br><br><strong>Fontes:</strong>&nbsp;<br><br>COB-Tóquio1964, Cob-Aída, Mulheratleta, Rede do Esporte, Torcedores.com, Wanderlei Oliveira, Medium.com, Youtube, Em todo lugar, GloboEsporte-Tóquio1964, GloboEsporte-vacina, GloboEsportre-única, Webrun, FogaoNet.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-29 18:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Lenk- a primeira nadadora brasileira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo:Raissa Brand/Leilson Júnior&nbsp;<br><br>Maria Emma Hulga Lenk Zigler, mais conhecida como Maria Lenk, foi uma figura extremamente importante na história da natação feminina. Filha de Paul e Rosa Lenk, imigrantes alemães que chegaram ao Brasil&nbsp;<br>em 1912, Maria nasceu em São Paulo no dia 15 de janeiro de 1915. Sua irmã mais nova, Sieglinde Zigler, também se tornou nadadora profissional e seu irmão, Ernesto Lenk, seguiu carreira no basquete.&nbsp;<br><br>Sua relação com a natação começou aos 10 anos quando teve uma pneumonia dupla e seus pais acreditaram que nadar faria bem para a saúde da filha. Com a ausência de piscinas, Maria começou a nadar no Rio Tietê, em São Paulo, que na época não era poluído e recebia banhistas. De 1932 a 1935 venceu 4 vezes seguidas a tradicional Travessia de São Paulo a nado<br><br>Aos 27 anos já era atleta internacional e foi a primeira mulher sul-americana a competir em Olimpíadas, nos jogos de Los Angeles em 1932. A viagem para competir foi feita em um navio cedido à CBD (Confederação Brasileira de Desportos) e só poderia desembarcar nos Estados Unidos quem vendesse uma determinada cota de café que era transportado no porão durante as paradas nos portos. Chegando em Los Angeles, a federação descobriu que era cobrado 1 dólar para desembarcar, porém, como eles tinham 32 dólares e 67 atletas, foi decidido que apenas os competidores com chance de ganhar medalha poderiam desembarcar. Maria Lenk não estava nesse grupo, mas foi uma exceção e conseguiu descer do navio sem pagar nada.<br><br></div><div>Apesar de não ganhar medalhas em Olimpíadas, Maria Lenk fez história na natação. Além de ter sido a primeira mulher sul-americana a competir na modalidade, ela é considerada pioneira na natação moderna por ter sido responsável pela introdução do nado borboleta, quando competiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim, em uma prova de peito.<br><br></div><div>Em 1939, enquanto se preparava para os Jogos Olímpicos de Tóquio, Maria quebrou dois recordes mundiais individuais, nos 200m e 400m peito, a primeira e única brasileira com esse feito. Devido a Segunda Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos de 1940 em Tóquio não aconteceram, o que foi decepcionante já que ela era a favorita para ganhar a primeira medalha de ouro olímpica de mulheres brasileiras em esportes individuais. Essa conquista só aconteceu 68 anos depois, pela saltadora Maurren Maggi, nos Jogos Olímpicos de Pequim.<br><br></div><div>Wikipedia.</div><div>No início dos anos 40, Maria Lenk foi a única mulher da delegação de nadadores sul-americanos&nbsp;<br>que excursionou pelos Estados Unidos, quebrando, durante sua estadia, doze recordes norte-americanos. Lenk aproveitou para concluir o curso de educação física na Universidade de Illinois.<br><br></div><div>Em 1942, aos 27 anos, ela decidiu abandonar a carreira como nadadora profissional e ajudou a fundar a Escola Nacional de Educação Física da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, a atual UFRJ. Assim, se tornou a primeira mulher a dirigir uma faculdade de Educação Física na América do Sul.<br><br></div><div><strong>Em 1988, Maria Lenk entrou para o International Swimming Hall of Fame, sendo primeira brasileira a entrar no Hall da Fama da Natação. </strong>&nbsp;<br><br></div><div>No campeonato mundial da categoria 85-90 anos, realizado em agosto de 2000, ela voltou de Munique com cinco medalhas de ouro, sendo a campeã dos 100 metros peito, 200 metros livre, 200 metros costas, 200 metros medley e 400 metros livres. No torneio, Maria ganhou o apelido de “Mark Spitz da terceira idade”, uma referência às sete medalhas de ouro que o nadador norte-americano ganhou nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, também em Munique.&nbsp;<br><br></div><div>Em 2003 lançou o livro “Longevidade e Esporte”, onde mostrou os benefícios trazidos pela prática de esportes. Em 13 de janeiro de 2007, a prefeitura do Rio de Janeiro publicou um decreto do executivo municipal dando o nome de Maria Lenk para o Parque Aquático dos Jogos Pan-Americanos.&nbsp;<br><br></div><div>No mesmo ano, aos 92, ela veio a falecer após passar mal na piscina do Flamengo, quando teve uma parada cardíaca. Todos os dias ela nadava pelo menos 1500 metros, e assim, se despediu da vida fazendo o que mais amava: nadando.&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>Em 2015, Maria Lenk entrou para a lista das “10 Grandes Mulheres que Marcaram a História do Rio”.&nbsp;<br><br></div><div>Fonte: conheça a primeira nadadora brasileira <br>Em todo lugar<br><br><a href="https://emtodolugar.facha.edu.br/2021/05/27/maria-lenk-a-mulher-que-fez-historia-dentro-e-fora-das-piscinas/">https://emtodolugar.facha.edu.br/2021/05/27/maria-lenk-a-mulher-que-fez-historia-dentro-e-fora-das-piscinas/</a><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 09:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aretha Duarte, foi a primeira mulher negra a subir no monte Everest.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Pedro Henrique H Cirilo<br>Felipe Ferreira Santos<br>Cauã Silvia Calabresa<br>2°Ano A&nbsp;<br><br>Primeira mulher negra latino-americana a chegar ao topo do Monte Everest, Aretha Duarte se tornou referência de motivação e determinação para ir atrás dos próprios sonhos. A trajetória da atleta, da periferia de Campinas (SP), onde nasceu e foi criada, até a montanha mais alta do mundo, agora será contada em uma biografia lançada nesta sexta-feira (23).<br><br>Em entrevista ao g1, a montanhista de 38 anos revisitou os momentos que serão contados na obra, que ela mesmo considera uma forma de acertar as contas com um incômodo que sente "desde pequena": a dificuldade que teve para encontrar informações sobre seus antepassados e, por isso, decidiu deixar o registro para todas as gerações.<br>A proposta de Aretha é continuar a inspiração que provocou nas pessoas quando, em maio de 2021, ela e sua equipe alcançaram os 8.848 metros de altitude do Everest, e mostrar como essa realização transformou a vida.<br><br>''A primeira de muitas" Aretha ostenta com orgulho o título de primeira mulher negra latino-americana a ter subido o Everest [antes, faziam parte do seleto grupo uma sul-africana e uma norte-americana]. “Eu tenho percebido e tomado consciência de que, eu, como mulher negra, como pessoa negra, a gente não ganha nada, a gente conquista. E ter alcançado essa condição foi realmente uma jornada, uma trajetória de muitos desafios sendo superados", pontuou.<br>[31/3 09:14] Felipe: E para além de receber o título, o importante, segundo ela, é a mudança estrutural que ele carrega para a sociedade. “Acima de tudo, por mais que eu tenha me tornado a primeira negra latino-americana com esse alcance, o que me importa de fato é ter gerado uma mudança de estrutura permitindo uma reflexão de toda a sociedade de perceber o porquê que só agora uma pessoa negra na América Latina teve esse alcance", defendeu.<br>[31/3 09:14] Felipe: A atleta também coloca uma reflexão sobre o acesso de mulheres negras a esportes como o montanhismo, e espera que sua conquista, e o livro, possam abrir caminhos para todas.<br><br>Da sucata ao Everest.<br>Por ser uma mulher negra e moradora de periferia, Aretha precisou encontrar formas de conseguir arrecadar fundos para realizar a expedição ao Everest. Ao todo, foram 130 toneladas de materiais recicláveis recolhidos por ela, que ajudaram a arcar com um terço dos custos da viagem.<br>Com olhar positivo, a montanhista, que também é empreendedora socioambiental, relata que aprendeu, crescendo na periferia, sobre inovação e criatividade, trabalhando desde dos 10 anos.<br><br>Com olhar positivo, a montanhista, que também é empreendedora socioambiental, relata que aprendeu, crescendo na periferia, sobre inovação e criatividade, trabalhando desde dos 10 anos.</div><div><br>Fontes; https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://g1.globo.com/google/amp/sp/campinas-regiao/noticia/2022/09/23/1a-mulher-negra-latino-americana-a-chegar-ao-topo-do-everest-aretha-duarte-revisita-historia-em-biografia-legado-inspiracional.ghtml&amp;ved=2ahUKEwj5v6TprIb-AhWfr5UCHXkRAo4QFnoECAsQBQ&amp;usg=AOvVaw0WzVt2g59dP4FiKiwmFpAw</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 14:13:34 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/joaoluis/esporte2A/wish/2541179906</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho individual: Manoela<br><br>Simone Manuel ficou conhecida como a primeira nadadora afro-americana a conseguir uma medalha de ouro olímpica em uma prova individual, no estádio aquático olímpico do Rio de Janeiro em agosto de 2016. Quebrando recordes da prova 52s70, a nadadora de 20 anos inspira meninas negras no mundo todo com sua conquista.<br>"Essa medalha não é só minha, mas de todos os afrodescendentes que vieram antes de mim e me inspiraram. Espero ser inspiração para outros. Essa medalha é para todos que virão depois de mim, que entrem nessa guerra e tenham intusiasmo." Nascida no ano de 1996, no Texas, Simone começou a ter interesse por natação com cinco anos de idade. Com 11 anos, já fazia parte de uma equipe de natação, se interessando cada vez mais pelo assunto, com 18 anos entrou na universidade Stanford onde começou a estudar Comunicação e ao mesmo tempo fazendo parte da equipe de natação feminina.&nbsp;<br>Fontes: "Simone Manuel, nadadora pioneira" https://primeirosnegros.com/simone-manuel-nadadora-pioneira/<br>https://natacaopotiguar.blogspot.com/2019/05/primeira-negra-campea-olimpica-simone.html<br><br>(Desculpe o atraso para entregar, não estava conseguindo enviar a imagem para o aplicativo.)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 15:19:55 UTC</pubDate>
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