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      <title>Checklist coletivo  by Carolina Maria Rodriguez Salles</title>
      <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe</link>
      <description>Checklist coletivo com pontos imprescindíveis que norteiam a luta pela Educação Inclusiva. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-10 15:32:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Educação Inclusiva é "um paradigma educacional [...] que tem como objetivo o Acesso, a Participação e a Aprendizagem dos estudantes" (BRASIL, 2008, p. 10). Por Carolina Salles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 13:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo Biomédico X Modelo Social</title>
         <author>cmrsalles</author>
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         <description><![CDATA[<div>No modelo biomédico de entendimento da deficiência há uma interpretação centrada na deficiência propriamente e não em pessoa como ser singular e humano, assim, caímos na política identitária. Política essa de juntar as pessoas por um atributo, que foge da pessoa em si e do entendimento de que cada ser humano é único.<br><br>O modelo social vai em contramão ao modelo biomédico, pois nele as barreiras estão no meio. Para modelo social as pessoas que são o público alvo da educação especial encontram-se em situação de deficiência. O profissional do AEE, fruto desse modelo social, é um articulador entre o conhecimento e a pessoa com deficiência. <br><br>Destaque do Podcast da professora Maria Teresa Mantoan feito por Carolina Salles. <br><br>Podcast disponível em: <em><sub>https://www.rtv.unicamp.br/?audio_listing=ep-1-entrevista-com-maria-teresa-egler-mantoan</sub></em><br><br></div><blockquote><pre>Assistam ao vídeo "O que é autismo" no canal Willian Chimura no YouTube

<a href="https://youtu.be/vNUcUTP7Dpw">https://youtu.be/vNUcUTP7Dpw</a></pre></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 22:08:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva [garante]:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1896707057</link>
         <description><![CDATA[<div>- Transversalidade da educação especial desde a educação infantil até a educação superior;<br>- Atendimento educacional especializado;<br>- Continuidade da escolarização nos níveis mais elevados do ensino;<br>- Formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão escolar;<br>- Participação da família e da comunidade;<br>- Acessibilidade urbanística, arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação; e<br>- Articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.<br><br>(BRASIL, 2008, p. 14). Por Eduardo Matias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 12:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Educação Especial e sua abrangência </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É considerado aluno com deficiência aquele que apresenta entraves físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais de longa duração, podendo, em sua interação que possui diversas barreiras, restringir a sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. Os alunos com deficiência generalizada de desenvolvimento são aqueles que apresentam mudanças qualitativas na interação social e na comunicação, e seus interesses e atividades são restritos, rígidos e repetitivos. Este grupo inclui alunos com autismo, síndrome do espectro do autismo e psicose infantil. Alunos de habilidades elevadas mostram alto potencial em qualquer um dos seguintes campos, isolados ou em combinação: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. Eles também são altamente criativos e estão envolvidos de maneira elevada no aprendizado e na execução de tarefas em áreas de interesse. Dentre os transtornos funcionais específicos estão: dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros.&nbsp;<br><br>Em 1994, a Declaração de Salamanca estabeleceu o princípio de que as escolas regulares devem educar todos os alunos, enfrentando a situação de crianças com deficiência, crianças de rua ou que enfrentam o trabalho infantil, crianças superdotadas, socialmente desfavorecidas e com diferenças de idioma, raça ou cultura.<br><br></div><div>Desde essa Declaração, o conceito de necessidades educacionais especiais enfatiza a interação das características da personalidade dos alunos com a educação e o ambiente social, e chama a atenção da educação geral para o desafio de lidar com as diferenças. No entanto, mesmo com essa perspectiva conceitual transformadora, a política educacional implementada não atingiu o objetivo de permitir que as escolas comuns assumissem esse desafio de atender às necessidades educacionais de todos os alunos.&nbsp;<br><br></div><div>Do ponto de vista da educação inclusiva, a educação especial ganha um espaço na organização da proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo alunos com deficiência, deficiências gerais de desenvolvimento e alunos com grande habilidade. Nessas e em outras situações que envolvem disfunções específicas, a educação especial é combinada com a educação geral para orientar o atendimento às necessidades de educação especial desses alunos.<br><br>As definições do público-alvo devem ser baseadas em circunstâncias específicas, não se limitando à classificação e normas atribuídas à deficiência,transtornos, distúrbios e aptidões. Cria-se um ideal de mudança constante e transformadora no ambiente no qual é inserida. Esse movimento requer ações pedagógicas voltadas para a alteração do quadro de exclusão, enfatizando a importância de um ambiente heterogêneo que promova a aprendizagem de todos os alunos.<br><br>(BRASIL, 2008, p. 14-15). Por Chayenne Outor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 20:03:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1907225739</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- O atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos estudantes, considerando suas necessidades específicas.&nbsp;<br><br>- As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a<br>formação dos estudantes com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.<br><br>- A interface da educação especial na educação indígena, do campo e quilombola deve assegurar que os recursos, serviços e atendimento educacional especializado estejam presentes nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos.<br><br>- Na educação superior, a educação especial se efetiva por meio de ações que promovam o acesso, a&nbsp;</div><div>permanência e a participação dos estudantes. Estas ações envolvem o planejamento e a organização de recursos e serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no desenvolvimento de todas as atividades que envolvam o ensino, a pesquisa e a extensão.<br><br></div><div>Por Eduarda Fernandes</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 00:45:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fanysouzas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em determinado momento a Maria Teresa tem uma fala que me chamou atenção, a respeito da distinção entre o modelo social e o modelo médico e a forma como este segundo entende a deficiência como algo que está na pessoa com deficiência e ela é colocada num lugar junto a outros com a sua mesma deficiência, é nesse momento em que os indivíduos são colocados em caixas, como se a pessoa com deficiência não tivesse especificidades e características subjetivas. A partir dessa reflexão criei o cartaz acima.<br><br>/ Por Estefany Souza/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 22:44:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatriz_bahia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Impulsionando a inclusão educacional e social, o Decreto nº 5.296/04 regulamentou as Leis nº&nbsp;<br>10.048/00 e nº 10.098/00, estabelecendo normas e critérios para a promoção da acessibilidade às&nbsp;<br>pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Nesse contexto, o Programa Brasil Acessível,&nbsp;<br>do Ministério das Cidades, é desenvolvido com o objetivo de promover a acessibilidade urbana e&nbsp;<br>apoiar ações que garantam o acesso universal aos espaços públicos.<br>Feito por Beatriz Rodrigues.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 21:04:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatriz_bahia</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1914846492</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das frases mais bonita que a Maria Teresa falou foi a seguinte " por mais que se queira colocar colocar tanta dificuldade, a presença dessas crianças é o testemunho que esse é o lugar deles, lugar de toda criança,jovem e todo estudante é com seus pares". Eu acho de suma importância essa fala e é necessário que todas as pessoas que atuam na área da educação compreendam isso e possam criar metodologias e formas para tornar realidade.<br>Destaque do podcast da professora Maria Teresa Égler Mantoan,feita por Beatriz Rodrigues.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 21:19:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>" O modelo social vai numa outra direção: as barreiras não estão na pessoa. As barreiras estão no meio."<br><br>MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN.<br><br>__________________________________________<br><br>"O atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos estudantes, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no<br>atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a<br>formação dos estudantes com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela."<br><br>(BRASIL, 2008, p.11)<br><br>Aluna: Mayara Souza Costa<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 01:32:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1915150764</link>
         <description><![CDATA[<div>Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da escola regular, promovendo o atendimento aos estudantes com deficiência, transtornos globais&nbsp; do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Nestes casos e em outros, como os transtornos funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o ensino comum, orientando para o atendimento desses estudantes.<br><br>(BRASIL, 2008, p. 11)<br><br>Por Priscilla Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 05:59:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1915151477</link>
         <description><![CDATA[<div>"O chão da escola é palco para muita coisa que a gente gostaria que acontecesse [...], mas também por toda a dificuldade que as escolas têm de trabalhar a partir de um projeto pedagógico específico, cada escola tem o direito de construir para atender todo o seu alunado."&nbsp;<br><br>Maria Teresa Eglér Mantoan<br><br>Por Priscilla Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 06:01:11 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>laraguedes3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na escola regular jamais devem ser propostas para uma criança com deficiência atividades que sejam diferentes e/ou facilitadas das atividades feitas por outras crianças de sua turma. Isso é uma atitude grave e configura discriminação. &nbsp;<br><br>Destaque do podcast da professora Maria Teresa Mantoan.<br><br>Por Lara Guedes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 18:52:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laraguedes3</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1915656429</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em 1994, a Declaração de Salamanca proclama que as escolas regulares com orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias e que estudantes com deficiência e altas habilidades/superdotação devem ter acesso à escola regular. " (Brasil, 2008, pág 10)<br><br>Por Lara Guedes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 19:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>A Inclusão Escolar Na Educação Infantil </title>
         <author>Juliana_Siqueira_Amorim</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1915778701</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A inclusão escolar tem início na educação infantil, onde se desenvolvem as bases necessárias para a construção do conhecimento e seu desenvolvimento global. Nessa etapa, o lúdico, o acesso às formas diferenciadas de comunicação, a riqueza de estímulos nos aspectos físicos, emocionais, cognitivos, psicomotores e sociais e a convivência com as diferenças favorecem as relações interpessoais, o respeito e a valorização da criança.</blockquote><div><br>(BRASIL,2008, página - 16)<br><br>Por Juliana Siqueira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 00:27:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Juliana_Siqueira_Amorim</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1915792007</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em primeiro lugar, voltando a questão de fundo é preciso conhecer a política (da educação inclusiva) nada pode ser implementado se não tem por detrás um conhecimento daquela novidade que uma politica ou qualquer outro documento pode estar trazendo.&nbsp;<br>Esse é um primeiro ponto que atrapalha muito a compreensão do que é uma Escola Para Todos e dessa inclusão desses alunos".<br><br>Destaque do podcast da professora Maria Teresa Eglér Mantoan<br><br>Por Juliana Siqueira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 01:05:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA.</title>
         <author>anacarolinedias</author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1916437897</link>
         <description><![CDATA[<div>"Aqueles que fogem a esse padrão, eles representam pra escola, um problema muito sério, e são excluídos em decorrência disso.Então, uma questão de fundo é esse padrão que a escola brasileira tem do aluno ideal."<br><br>ENTREVISTA COM MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN<br><br>- Ana Caroline Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 17:03:21 UTC</pubDate>
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         <title>EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA</title>
         <author>anacarolinedias</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento de estudos no campo da educação e a defesa dos direitos humanos vêm modificando os conceitos, as legislações e as práticas pedagógicas e de gestão, promovendo a reestruturação do ensino regular e especial. Em 1994, com a Declaração de Salamanca se estabelece como princípio que as escolas do ensino regular devem educar todos os alunos, enfrentando a situação de exclusão escolar das crianças com deficiência, das que vivem nas ruas ou que trabalham, das superdotadas, em desvantagem social e das que apresentam diferenças lingüísticas, étnicas ou culturais."<br><br>(BRASIL, 2008, p.14)<br><br>- Ana Caroline Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 17:15:21 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Em todas as etapas e modalidades da educação básica, o atendimento educacional especializado é organizado para apoiar o desenvolvimento dos alunos, constituindo oferta obrigatória dos sistemas de ensino e deve ser realizado no turno inverso ao da classe comum, na própria escola ou centro especializado que realize esse serviço educacional.&nbsp;</blockquote><div><br>(BRASIL, 2008, p. 16)<br><br>Por Gabriella Bastos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 18:54:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandamolhano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um grande problema de absorção das políticas de inclusão é que não há projeto de construção pedagógicas nas escolas. Os livros didáticos, o currículo, as orientações diretas da secretaria, tudo já vem pronto. A escola não está habituada a desenvolver o seu plano, mas é necessário que haja construção a partir de novas ideias, pensando nas individualidade de cada criança ao mesmo tempo em que se pensa na coletividade para que assim possa haver inclusão.<br><br>Entrevista Com Maria Teresa Eglér Mantoan<br><br>Por Amanda Molhano Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 19:03:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karinakeller</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<strong>Por muito tempo perdurou o entendimento de que a educação especial, organizada de forma paralela à educação comum, seria a forma mais apropriada</strong> para o atendimento de estudantes que apresentavam deficiência ou que não se adequassem à estrutura rígida dos sistemas de ensino. Essa concepção exerceu impacto duradouro na história da educação especial, <strong>resultando em práticas que enfatizavam os aspectos relacionados à deficiência, em contraposição à sua dimensão pedagógica</strong>. O desenvolvimento de estudos no campo da educação e dos direitos humanos vêm modificando os conceitos, a legislação, as práticas educacionais e de gestão, indicando a <strong>necessidade de se promover uma reestruturação das escolas de ensino regular e da educação especial</strong>."<br><br>(BRASIL, 2008, p. 10)<br><br></div><ul><li>Como sugestão, deixo a matéria a seguir referente a imagem dessa postagem, que mostra a condecoração de um professor pelo programa de inclusão desenvolvido em sua sala de aula. Segundo ele, é uma sala de aula normal, onde tem alunos com autismo e alunos sem autismo, e nenhum deles são diferenciados em nada. <em>"Lopes, o professor apaixonado pela música – e um estudioso de piano desde cedo, usa a </em><strong><em>sonoridade e a melodia como técnicas de ensino</em></strong><em> – na comunicação, compreensão e aprendizado de palavras e respeito mútuo."&nbsp;</em></li></ul><div><em><br></em><a href="https://inclusaoja.com.br/category/casos-de-inclusao/"><em>https://inclusaoja.com.br/category/casos-de-inclusao/&nbsp;</em></a></div><div><br>Por Karina Keller</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 19:08:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O modelo médico de interpretação de deficiência, que vigorou durante décadas, trouxe e ainda traz muitas complicações para o entendimento da inclusão. Pelo modelo médico, a deficiência está na pessoa com deficiência e essa pessoa é uma pessoa indefinida, então, uma pessoa com síndrome de down, por exemplo, ela é uma pessoa <strong>com</strong> síndrome de down, ou seja, essa pessoa, <strong>por causa </strong>da síndrome de down, ela se comporta, tem os mesmos sintomas, tem a mesma capacidade que todas as demais que tenham a mesma síndrome. É como se todas as pessoas com a síndrome de down fossem iguais porque elas têm a característica genética desta síndrome, e com isso, caímos na política identitária de juntar as pessoas por um atributo, no caso uma característica da síndrome de down, e atribuir à ela todo um futuro, todo um passado que não tem nada a ver com a ela, porque cada um é um, cada pessoa é uma pessoa, e ninguém se repete&nbsp; Isso trouxe grandes facilidades, ou seja: vamos fazer uma escola para cada aluno, vamos fazer um programa para cada aluno, e isso não só para pessoas com deficiência mas também para alunos com dificuldade de aprendizagem, ou alunos que tem qualquer problema que fuja do modelo. A inclusão vem na contramão dessa ideia. O modelo social vem em uma outra direção: ele nos diz que as barreiras não estão nas pessoas, as barreiras estão no meio e essas barreiras colocam as pessoas <strong>em situação de deficiência</strong>. Estar em uma situação de deficiência, estar sofrendo o efeito de <strong>uma barreira que lhe é externa</strong>, mas que pode trazer grandes complicações e um afastamento dessa pessoa da vida comum tal qual acontece na escola, na sociedade, na família, seja onde for. <strong>O modelo social veio exatamente para deslocar da pessoa com deficiência para o meio a barreira, então, a educação especial</strong>, segundo a política de 2008 que tem uma perspectiva inclusiva foi inteiramente pensada a partir do modelo social, e isso é crucial porque a maior parte das pessoas <strong>leem a política com o óculos do modelo médico</strong>, e então começam a trazer problemas que não são pertinentes a política, porque <strong>a política ultrapassou esse modelo</strong>.<br><br>Entrevista Com Maria Teresa Eglér Mantoan.<br><br>Por Gabriella Bastos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 19:14:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandamolhano</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir: acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados do ensino; transversalidade da modalidade de educação especial desde a educação infantil até a educação superior; oferta do atendimento educacional especializado; formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão; participação da família e da comunidade; acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informação; e articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.&nbsp;</blockquote><div><br>(BRASIL, 2008, p.)<br><br>Por Amanda Molhano Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 19:16:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>geysagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao analisar ambas as fontes, tanto o podcast da professora Maria Teresa Mantoan quanto a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva,&nbsp; apresentadas em aula, pode-se perceber que a execução do que seria a educação inclusiva no Brasil tem sido realizada de forma equivocada desde o estabelecimento da LDBEN (Lei nº 4.024/61) até os dias de hoje (mesmo levando em consideração as mudanças e avanços). Um grande exemplo deste equivoco citado são as criações e manutenções de escolas e salas de recursos totalmente destinadas à educação de pessoas com deficiências, gerando assim, ao contrário do que se pretendia, exclusão. No podcast citado, a professora Mantoan apresenta essa análise, que muito me chamou a atenção, que seria o "modelo médico" de tratamento. Ela fala sobre o "agrupamento" de discentes em salas de aula por "tipos" de deficiência e diferenciação, sem considerar suas neurodiversidades, faixa etária ou qualquer especificidades como indivíduos, como por exemplo: Sala especial para pessoas surdas ou sala especial para pessoas dentro do espectro autista. A partir dessa fala, pude perceber melhor a necessidade que se faz, com urgência, de transformar o olhar clínico que temos hoje sobre os alunos com deficiência, em uma olhar social e pedagógico.<br><br><em>Por Geysa Gomes</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 20:17:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Há a necessidade de se compreender que esses meninos não estão na escola para continuar tendo um tratamento à parte. E para isso acontecer, a escola como um todo tem que procurar uma outra maneira de entender o que é ensinar e o que é aprender. E por isso que a Política Inclusiva é uma política revolucionária, e deveria ser aproveitada pelo sistema educacional brasileiro como uma alavanca, para que pudesse trazer às nossas crianças a possibilidade de se tornarem seres criativos, seres que dentro da escola são respeitados nas suas opiniões, que tem uma expressão livre, que não precisam responder de acordo com o que o livro escreve, com o que ele estudou no livro, que não precisam fazer atividades dentro do esquema que a professora definiu, mas que são sujeitos que têm governo sobre a sua atividade, que não são assujeitados. São sujeitos que estão ali diante de um objeto de estudo qualquer para tirar dele o máximo proveito possível, mas esse máximo é regulado por ele. É dentro daquilo que para ele tem sentido, que para ele é algo importante para o seu próprio desenvolvimento.”<br><br>“A inclusão entra [...] como uma nova diretriz que vai ajudar a se escrever esse projeto específico de cada escola, a partir daquilo que uma política como essa pode trazer de avanços não só para o público alvo, para os alunos público alvo da educação especial, mas também para todos os alunos, e mais ainda para o que a educação pode evoluir no sentido democrático, no sentido de avanço civilizatório, de preparação de uma geração, que precisa cada vez mais superar em entendimento o mundo em que vive e em que viverá.”<br><br>Destaco essas duas partes da fala da Professora Mantoan para o podcast "Cá entre Nós" por acreditar que são falas complementares. Além de demonstrar o caráter revolucionário da Política Inclusiva, ao promover ações que visam melhor integração dos alunos na educação inclusiva, a fala também destaca outro fator importante, que a política traz benefícios para todos os alunos no geral. Assim, é possível perceber que a comunidade inteira está incluída nesse processo e colhe os frutos de uma política tão fundamental.<br><br>As falas da professora estão ainda em concordância com o que se encontra no documento da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva:<br><br>"Os estudos mais recentes no campo da educação especial enfatizam que as definições e uso de classificações devem ser contextualizados, não se esgotando na mera especificação ou categorização atribuída a um quadro de deficiência, transtorno, distúrbio, síndrome ou aptidão.<br>Considera-se que as pessoas se modificam continuamente, transformando o contexto no qual se inserem. Esse dinamismo exige uma atuação pedagógica voltada para alterar a situação de exclusão, reforçando a importância dos ambientes heterogêneos para a promoção da aprendizagem de todos os estudantes." (BRASIL, 2008, p. 11)<br><br>Portanto, combinando os dois trabalhos citados, revela-se o quão essencial é a Política Inclusiva. E destaca-se ainda que não só os alunos PCDs são valorizados nessa perspectiva, mas sim a sociedade inteira.<br><br>Por Carolina Farias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 21:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Atendimento Educacional Especializado - AEE</title>
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         <description><![CDATA[<div>No Podcast a professora Maria Teresa Mantoan nos explica de modo claro e simples o que é o AEE: "alguém que vai fazer o estudo das barreiras externas e buscar meios e recursos pra poder colocar esse aluno numa situação em que ele dê conta de lidar. Dar acesso, fazer uma articulação a partir do que ele conhece do aluno, e fazer estratégias para que esse aluno possa participar da vida na sala de aula".&nbsp;<br>Com essa fala já se torna possível notar a importância de proporcionar a vivencia da sala de aula para o aluno, onde ele possa interagir e aprender em conjunto com a turma. É de direito do aluno, obrigação da instituição e dever do educador fazer com que as barreiras não existam.&nbsp;<br> O apoio a educação de todos é urgente.<br><br>Aluna: Amanda Lima Rocha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 22:08:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1916685447</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Do respeito às singularidades</div><div>&nbsp;</div><div>‘’A PNEE 2020 afirma os princípios de equidade e inclusão, a fim de que todos os educandos tenham plenamente assegurados seus direitos à educação e à liberdade de fazerem as próprias escolhas.’’&nbsp;</div><div>‘’São responsabilidades das unidades de ensino: 1. propiciar educação com padrão de qualidade, pautada nas potencialidades dos educandos e na valorização de suas singularidades;’’</div><div>‘’A educação especial é um direito de todos que demandam seus recursos e serviços, e os educandos devem ser atendidos de maneira equitativa, ou seja, ter acesso à oferta de experiências educacionais de acordo com suas singularidades e especificidades, pois esta atenção é que vai garantir o acesso, a permanência e o sucesso nos processos educacionais, levando à possibilidade de inclusão social, cultural, acadêmica e profissional.’’</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>(...) porque as barreiras não são barreiras assim tão intransponíveis, se a gente não pensa na escola como um lugar onde as pessoas são treinadas, mas um lugar tem onde cada um tem o direito de aprender e dizer segundo as suas possibilidades. (...)&nbsp; a escola como um todo tem que procurar uma outra maneira de entender o que é ensinar e o que é aprender e para isso, por isso que a política inclusiva é uma política revolucionária e que deveria de ser aproveitada pelo sistema educacional brasileiro como uma alavanca, para que ele pudesse trazer às nossas crianças a possibilidade de se tornarem seres criativos.(...) que dentro da escola são respeitados nas suas opiniões, que tem uma expressão livre, (...) que são os sujeitos que têm governo sobre a sua atividade, que não são sujeitos que estão ali diante de um um objeto de estudo qualquer, para tirar dele o máximo proveito possível, mas esse possível, mas esse máximo é regulado por ele, é dentro daquilo que ele, que, para ele, tem sentido, e que para ele é algo importante para o seu próprio desenvolvimento.</div><div>(podcast – Maria Teresa Eglér Mantoan)<br><br>Por Cibele Penna </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 22:52:49 UTC</pubDate>
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         <author>karinakeller</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>"Há necessidade de se compreender que esses meninos não estão na escola para continuar tendo um</em><strong><em> tratamento à parte</em></strong><em>, e para isso ocorrer, a escola como um todo deve procurar uma outra maneira de entender </em><strong><em>o que é ensinar e o que é aprender</em></strong><em>. E por isso que a política inclusiva é uma política revolucionária e que deveria ser aproveitada pelo sistema educacional brasileiro como uma “alavanca” para que ele pudesse trazer as nossas crianças a possibilidade de se tornarem seres criativos, seres que dentro da escola são respeitados por suas opiniões, que tem uma expressão livre e com governo sobre suas atividades."<br><br></em>Destaque do Podcast da professora Maria Tereza Mantoan.<br><br>Por Karina Keller<br><br></div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Finalmente, o que a gente não pode esquecer, é que a cultura das escolas especiais, essa cultura ela se choca muito com a cultura da educação comum e, nesse sentido, eu acho que há sempre uma espécie de uma disputa entre as instituições que atendem essas pessoas, que querem mantê-las sob seu jugo e uma política como essa que, de certa maneira, liberta essas pessoas de todo aquele entendimento do que é a possibilidade dela de crescer, de se tornar uma pessoa útil, feliz e bem enquadrada socialmente."<br><br>"Eu também acho que a formação dos professores, seja inicial ou continuada, ela também tem um efeito muito grande nessa descaracterização [...], porque, não havendo uma informação adequada sobre as políticas e uma discussão mais a fundo do que elas são, principalmente a nossa política da educação especial, os professores desconhecendo todas as novidades que elas trazem, eles se sentem impotentes, despreparados para atender essas crianças e isso pesa bastante nas escolas, na consciência das famílias que querem matricular seus filhos [...]"<br><br>Destaque do Podcast da professora Maria Tereza Mantoan.<br><br>Por Caio Revine Vinhas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 00:00:44 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Como cada escola tem autonomia de escolher como trabalhar, falta implementação e desenvolvimento do plano. É importante a construção pensando na individualidade e no coletivo porque tratamento diferenciado é exclusão e o objetivo é a inclusão. "As barreiras não estão nas pessoas, estão no meio e o objetivo do professor é romper essas barreiras externas".<br>Entrevista com Maria Teresa Égler Mantoan<br><br><br>Aluna: Raquel Rodrigues </div>]]></description>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/xczrv7ycc7/hq3z63tq44pleiwe/wish/1916754481</link>
         <description><![CDATA[<div>"O atendimento educacional especializado é realizado mediante a atuação de profissionais com conhecimentos específicos no ensino da Língua Brasileira de Sinais, da Língua Portuguesa na modalidade escrita como segunda língua, do sistema Braille, do soroban, da orientação e mobilidade, das atividades de vida autônoma, da comunicação alternativa, do desenvolvimento dos processos mentais superiores, dos programas de enriquecimento curricular, da adequação e produção de materiais didáticos e pedagógicos, da utilização de recursos ópticos e não ópticos, da tecnologia assistiva e outros."&nbsp;<br>É importante ter conhecimento de quais são os pré- requisitos da sala de recursos.&nbsp;<br>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva&nbsp;<br><br>Aluna: Raquel Rodrigues&nbsp;</div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Aqueles que deveriam estar lutando pela política inclusiva são aqueles que não desconhecem, mas se aproveitam dessa oportunidade para voltar atrás, para querer atender aos interesses de grupos e não grandes interesses da educação nacional que é cada vez mais poder garantir uma escola para todos os alunos"<br><br><br>DESTAQUE DO PODCAST ENTREVISTA COM MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN<br><br>Por Yara Sousa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 00:36:58 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva</title>
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         <description><![CDATA[<div>"[...] por mais que se queira colocar colocar tanta dificuldade, a presença dessas crianças é o testemunho que esse é o lugar deles, lugar de toda criança, jovem e todo estudante é com seus pares [...]"<br><br>Trecho do podcast com Maria Teresa Eglér Mantian.&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>Considera-se que as pessoas se modificam continuamente, transformando o contexto no qual se<br>inserem. Esse dinamismo exige uma atuação pedagógica voltada para alterar a situação de exclusão,<br>reforçando a importância dos ambientes heterogêneos para a promoção da aprendizagem de todos<br>os estudantes.</em></blockquote><div><br>(BRASIL, 2008, p. 11)<br><br>Por Thaís Chaves de Almeida Cunha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 13:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>Educação inclusiva</title>
         <author>mariafrotte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Destaques do podcast da professora Maria Tereza: "Aqueles que deveriam estar lutando pela política inclusiva são aqueles que não desconhecem, mas se aproveitam dessa oportunidade para voltar atrás, para querer atender aos interesses de grupos e não grandes interesses da educação nacional que é cada vez mais poder garantir uma escola para todos os alunos"<br>"Finalmente, o que a gente não pode esquecer, é que a cultura das escolas especiais, essa cultura ela se choca muito com a cultura da educação comum e, nesse sentido, eu acho que há sempre uma espécie de uma disputa entre as instituições que atendem essas pessoas, que querem mantê-las sob seu jugo e uma política como essa que, de certa maneira, liberta essas pessoas de todo aquele entendimento do que é a possibilidade dela de crescer, de se tornar uma pessoa útil, feliz e bem enquadrada socialmente."<br><br>Por Maria Luíza Azeredo Frottè</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 00:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Barreiras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Destaco no decorrer do texto, algumas falas, que para mim existem muita relevância. Uma das falas interessantes no podcast, que chamou minha atenção, no discurso de Mantoan, foi em relação as barreiras.&nbsp;<br><br></div><div>“As barreiras não estão nas pessoas, as barreiras estão no meio. As barreiras colocam as pessoas do público alvo em situação de deficiência. Ela está sofrendo efeito de uma barreira que lhe é externa, mas que pode trazer grandes complicações e um afastamento da vida comum (na escola, na sociedade, na família, enfim). E essa política veio para deslocar da pessoa com deficiência para o meio da barreira”.<br><br></div><div>Com isso, ela nos mostra que precisamos olhar as barreiras, como resultado da deficiência de um sistema, ao invés de enxergarmos um problema intrínseco ao indivíduo. A sociedade, precisa mudar o olhar&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), em seu artigo 3º no inciso IV, apresenta, ainda, seis tipos de barreiras: urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e informações, barreiras atitudinais, e tecnológicas. Destacando que “as barreiras estabelecem qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros”.<br><br></div><div>Olhando para o que Mantoan disse em relação à escola, a Política de Educação Inclusiva trouxe um profissional que é fruto do “Modelo Social”, que atua na escola com o A.E.E. (Atendimento Educacional Especializado), e “é um articulador que fará o estudo dessas barreiras externas e da situação da pessoa (público alvo da Educação Especial), e vai buscar meios, recursos, apoios, tecnologia (alta ou baixa), para poder colocar essa pessoa em situação em ela possa dar conta do que é possível fazer na escola segundo a sua capacidade. (...) Ela dá acesso, para romper com as barreiras.&nbsp; (...) Isso não é tão complicado quanto parece, porque as barreiras não são intransponíveis. Que a gente não pense que a escola é um lugar em que as pessoas são treinadas, pois cada um tem o direito de aprender e dizer as suas possibilidades.”&nbsp;<br><br></div><div>É necessário que haja conscientização e conhecimento, principalmente por parte da escola, para que essas barreiras sejam ultrapassadas, rompidas para que o processo educativo, seja inclusivo.<br>"Que a própria formação de professores comece a ser inundada por essas novidades (na perspectiva a Educação Inclusiva)... mas essas novidades tem outros caminhos. Caminhos que a gente nem percebe, (...) Precisamos tirar proveito das coisas!"&nbsp;<br><br><br></div><div>Finalizo com as últimas falas de Maria Tereza Eglér Mantoan, no podcast “cá entre nós”, que nos impulsiona a lutar pela manutenção e preservação dos direitos conquistados.&nbsp;<br><br></div><div>“Precisamos lutar para que não se descaracterize 'a novidade'. Brigar de todas as maneiras possíveis para que o Sistema Educacional Brasileiro não volte atrás em relação à Política (Educação Inclusiva), e bem articulados determos isso."<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Por Jamile Azevedo Silva<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 19:52:27 UTC</pubDate>
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         <title>Profa. Teresa Eglér Mantoan sobre a formação inicial e continuada de professores:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Eu acho que as questões de fundo são essas, embora eu também ache que a formação dos professores, seja inicial ou continuada, ela também tem um efeito muito grande nessa descaracterização - é uma questão de fundo séria - porque não havendo uma informação sobre as políticas e uma discussão mais a fundo do que elas são, principalmente essa nossa política da educação especial, os professores, eles<br>desconhecendo todas as novidades que elas trazem, eles se sentem impotentes, despreparados para atender essas crianças e isso pesa bastante nas escolas, nas consciências das famílias que querem matricular seus filhos."<br><br>Destaque do Podcast Cá Entre Nós Ep.1 feito por Eduardo Matias</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:06:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>novaeskaren</author>
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         <description><![CDATA[<div>“O chão da escola é palco para muita coisa que a gente gostaria que acontecessem e que também deixam de acontecer, não só por essas questões de fundo que eu coloquei para vocês mas também por causa de toda dificuldade que as escolas tem de trabalhar a partir de um plano, de um projeto melhor dizendo, específico que cada escola tem o direito de construir para atender a todo o seu alunado. Então a inclusão entra mais como um problema do que como ja afirmamos, uma nova diretriz que vai ajudar a descrever a esse projeto específico de cada escola a partir daquilo que uma política como essa pode trazer de avanços não só para o público alvo, os alunos público alvo da educação especial mas também para todos os alunos e mais ainda para o que a educação pode evoluir no sentido democrático, no sentido de avanços civilizatório de preparação de uma geração que precisa cada vez mais superar e ter entendimento do mundo em que vive e viverá. A política acaba não sendo incorporada ao processo de construção do plano de cada escola.&nbsp;<br>Há falta de projetos nas escolas, há muita falta porque ja vem tudo pronto das secretarias, o currículo, os livros didáticos, as apostilas, ja vem uma orientação direta das secretarias de educação do sistema de ensino pronto. A escola não está habituada a desenvolver o seu plano, então ela não pode absorver o que essas políticas tem de melhor para que esse plano possa ser executado de uma maneira consentânea com os tempos porque fica sempre aquele esperar vir pronto e não construir a partir de novas ideias a escola.”<br><br>Entrevista com Maria Teresa Eglér Mantoan<br><br>“O atendimento educacional especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e<br>fora dela.”<br><br>(BRASIL, 2008)<br><br>Por Karen Novaes Gonzaga</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 02:33:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Destaque do podcast da professora Maria Tereza:&nbsp;</div><div><br></div><div>Aonde eles ficam mais isolados: na escola especial ou na escola comum? Por que eles não aprendem como os outros? Porque ninguém aprende como ninguém. Por que os outros não aprendem, mas fingem que aprenderam pra passar de ano. Esse menino não tem a oportunidade, muitas vezes, ou na maior parte das vezes, de aprender porque se ele não imitar os outros, ele não está indo bem na escola. [...] Quer uma forma de excluir mais do que colocar uma criança na escola especial?! [..] E acaba sendo excluído da sua geração. Você entende a escola como um lugar onde uma geração inteira vai para se formar?</div><div><br></div><div>Destaque da Política Nacional de Educação Especial:</div><div><br></div><div>A escola historicamente se caracterizou pela visão da educação que delimita a escolarização como privilégio de um grupo, uma exclusão que foi legitimada nas políticas e práticas educacionais reprodutoras da ordem social. A partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar</div><div><br></div><div>Por Lucas Helder Aguiar Barreto</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-30 18:31:48 UTC</pubDate>
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