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      <title>Fadiga e Cãibra (câimbra) Muscular EF512B 2023 by Mara Patrícia Traina Chacon Mikahil</title>
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      <description>Insira seus achados: resumo e referencia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-26 21:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga pós Longa distancias (exemplo)</title>
         <author>chaconm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolha um tema. Escreva resumidamente as principais informações encontradas sobre ele, insira este texto aqui. Pode incluir ilustrações, videos, etc, e claro a(s) referência(s)!<br><br>Incluir nomes do grupo</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 21:17:50 UTC</pubDate>
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         <title>KING JAMES</title>
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         <description><![CDATA[<div>tHE KING FADIGADO</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 23:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Por que a cãibra é dolorosa?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Supõe-se que a dor muscular local, durante e após a cãibra se deva à contração excessiva que causa danos aos fascículos musculares ou à lesão isquêmica durante uma contração mantida por muito tempo. A primeira explicação é mais provável. A dor após-cãibra assemelha-se a dor e rigidez sentidas após exercícios não habituais. Todavia, ela pode indicar falha no mecanismo de proteção normal pelo qual uma contração muscular voluntária máxima é inibida no ponto em que é provável ocorrer dano muscular. Entretanto, essa questão não foi abordada adequadamente na literatura, sendo necessário estudos que aprofundem o tema.<br><br>Nomes:<br>Davi Marcelo Galizoni Avancini - 241915<br>Luana Caroline da Silva Santos - 246195<br>Tamires Soares de Matos - 246982<br><br>SWASH, M.; CZESNIK, D.; CARVALHO, M. de. Muscular cramp: causes and management. <strong>European Journal Of Neurology</strong>, [S.L.], v. 26, n. 2, p. 214-221, 19 set. 2018. Wiley. <a href="http://dx.doi.org/10.1111/ene.13799">http://dx.doi.org/10.1111/ene.13799</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 00:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga em decorrência de complicações da infecção por COVID-19</title>
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         <description><![CDATA[<div>A fadiga é reportada como um dos sintomas mais comuns em indivíduos infectados com SARS-CoV-2. A fadiga persistente dura pelo menos 6 meses e é denominada como fadiga crônica.</div><div>População com maior chance de fadiga crônica: depressão/ansiedade pré existente, idade avançada, sexo feminino, severidade da doença, comorbidade pré existente, doença auto-imune pré existente, maior número de filhos e maiores níveis de ferrtina e vitamina D.</div><div>Tratamentos: Reabilitação pulmonar em câmara hiperbárica de oxigênio, fisioterapia incluindo exercício aeróbico, e fortalecimento, exercícios diafragmáticos e técnicas respiratórias</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 00:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga no Futebol Profissional</title>
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         <description><![CDATA[<div>O futebol profissional é um dos esportes mais praticados no mundo, considerado um esporte universal, é composto de sprints, deslocamentos variados, passes, saltos e chutes, ou seja, movimentos repetitivos e intensos concentrados nos membros inferiores. Quando praticado em alto rendimento, há uma exigência muito alta de diversos grupos musculares, entre os principais é possível citar o quadríceps femoral e isquiotibiais, sendo os mais fadigados durante a prática. Uma das formas de avaliação de fadiga é o teste no dinamômetro isocinético, já que indica a capacidade do praticante de realizar um movimento repetidas vezes com uma resistência contrária aplicada. Não há um consenso do melhor protocolo de avaliação de fadiga, apesar do índice de fadiga ser um fator determinante na prática, há diversas condições que influenciam sobre ele, tal como maturação biológica, sexo e nível de treinamento.<br><br>Integrantes:<br>Juan Santos Silva - 219156<br>Matheus Silva do Carmo - 222375<br>Rafael Vitor Luiz - 223751<br><br>Referência:<br>WEBER, Fernanda Seganfredo et al. Avaliação isocinética da fadiga em jogadores de futebol profissional. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 34, p. 775-788, 2012. https://doi.org/10.1590/S0101-32892012000300017</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 00:49:06 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga muscular, EMOÇÃO?!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2577501339</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Assim como para as cãibras, existem muitas teorias para tentar explicar a fadiga muscular. Essa abrangência de teorias não significa que estas excluem umas às outras, mas sim que podem se complementar. Ademais, a fadiga muscular também tem causa multifatorial. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Segundo Rosie Twomey et al., 2017, <br><br>''[...] Existem vários modelos de fadiga [<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib0005">1</a>], [141], mas uma divisão crucial é se a fadiga é estudada com relação a uma mudança no desempenho motor (por exemplo, uma diminuição na capacidade de produzir força), ou como uma percepção consciente de uma sensação <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib0705">[147]</a> com ou sem uma mudança no desempenho motor. Tem sido proposto que a fadiga inclui tanto um aumento na percepção do esforço necessário para exercer uma força desejada quanto uma eventual incapacidade de produzir tal força <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib0255">[51]</a>. Em contraste, alguns grupos de pesquisa consideram a fadiga como uma emoção e não como um evento físico [<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib0715">143</a>], [<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib0895">179</a>], derivado e usado pelo cérebro para regular o desempenho do exercício <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0987705317300370?via%3Dihub#bib01005">[201]</a>.''<br><br>Em concordância com essa ideia de que a fadiga muscular pode ser entendida como uma emoção, a autora Emily Beers cita em seu artigo que talvez ninguém nunca tenha exigido o máximo de sua capacidade física, e que a fadiga é projetada pelo cérebro para proteção da homeostase do organismo.<br><br>REFERÊNCIAS:<br>Rosie Twomey, Saied Jalal Aboodarda, Renata Kruger, Susan Nicole Culos-Reed, John Temesi, Guillaume Y. Millet, <strong>Neuromuscular fatigue during exercise: Methodological considerations, etiology and potential role in chronic fatigue, Neurophysiologie Clinique/Clinical Neurophysiology</strong>, Volume 47, Issue 2, 2017, Pages 95-110, ISSN 0987-7053, <a href="https://doi.org/10.1016/j.neucli.2017.03.002">https://doi.org/10.1016/j.neucli.2017.03.002</a>.<br><br><br>Pablo Viana RA 249159<br>Caio Jorge RA 248930<br>Emanuel Cornélio RA 248954<br>Augusto Figueiredo RA 248900<br>Matheus Augusto RA 249146<br>Giovanni Rodrigues RA 248990</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 01:19:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Amanda Aldeia Ra 154555<br>Maria Eduarda Ra184017<br>Victor Hugo Freitas Ra 206544<br>Victor Luiz Vicenzo Santos 187956<br>Victor Gaspari dos Santos 257640</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 01:21:10 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga como fator regulador da homeostase do corpo durante o exercício físico </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2577509187</link>
         <description><![CDATA[<div>Amanda Passos Falsarella - 245999<br>Ana Clara Deltreggia Pantarotto - 248883<br>Gabriel Barzon - 175312<br>Fernanda Maschio - 248960<br><br>A fadiga é um fenômeno comum durante o exercício físico intenso e prolongado, pode ser definida como uma diminuição na capacidade de gerar força ou potência durante o exercício prolongado ou de alta intensidade (Enoka, R. M. &amp; Stuart, D. G., 1992 Millet et al., 2011) tendo uma correlação muito forte na avaliação do desempenho individual durante o exercício físico.<br>É um fenômeno complexo que abrange múltiplos sistemas fisiológicos e ocorre devido a uma variedade de fatores, como a depleção de substratos de energia, acúmulo de metabólitos, falha do mecanismo de acoplamento excitação-contração e, mais importante no caso do treinamento de resistência, o comprometimento do impulso neural central e periférico (Meeusen, R et al., 2006).<br><br>A fadiga é primariamente central sendo um mecanismo de defesa do corpo que ocorre para proteger o cérebro de danos potenciais causados pelo exercício prolongado ou demasiadamente intenso. Sendo assim, nosso cérebro monitora constantemente o estado metabólico do corpo e, quando percebe uma ameaça de dano, envia sinais para ínsula e regiões do tronco encefálico e outras áreas subcorticais para regular a intensidade do exercício ou interrompê-lo completamente. (Noakes, T. D. 2012)<br><br>Uma revisão publicada por José Francisco Tornero-Aguilera e outros, em dezembro de 2021, apresenta várias outras teorias sobre a fadiga, incluindo a hipótese da falha metabólica, que sugere que a fadiga é causada por um desequilíbrio entre a produção de energia e o consumo de energia durante o exercício. Outra teoria é a hipótese do estresse oxidativo, que propõe que a fadiga é causada por danos celulares induzidos pelo estresse oxidativo durante o exercício. Existem teorias até mesmo que investigam o papel do neurotransmissor serotonina na indução de um estado de fadiga.<br><br>Portanto, pode-se dizer que a fadiga central ocorre no encéfalo e medula e é modulada por fatores metabólicos do sistema periférico, principalmente cardiovascular e muscular, que atuam como sinalizadores para o sistema nervoso central.<br><br>Assim, a fadiga durante o exercício físico pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo desequilíbrios metabólicos, estresse oxidativo e mudanças na neurotransmissão. A compreensão desses mecanismos subjacentes à fadiga pode ajudar a desenvolver estratégias mais eficazes para preveni-la ou retarda-la quando induzida pelo exercício físico.<br><br>Referências:<br><br>Noakes, T. D. (2012). Fatigue is a brain-derived emotion that regulates the exercise behavior to ensure the protection of whole body homeostasis. Frontiers in physiology, 3, 82.<br><br>Tornero-Aguilera, J. F., &amp; Clemente-Suárez, V. J. (2021). Fatigue in Exercise: A Review of Its Conceptualization and Possible Mechanisms. Frontiers in Psychology, 12, 778784.<br><br>Meeusen, R., &amp; Watson, P. (2007). Amino acids and the brain: do they play a role in “central fatigue”? International journal of sport nutrition.<br><br>Enoka, R. M., &amp; Stuart, D. G. (1992). Neurobiology of muscle fatigue. Journal of applied physiology (Bethesda, Md. : 1985), 72(5), 1631–1648.<br><br>Millet, G.Y. (2011). Can Neuromuscular Fatigue Explain Running Strategies and Performance in Ultra-Marathons?. Sports Med 41, 489–506 .&nbsp;<br><br>Meeusen, R., Watson, P., Hasegawa, H., Roelands, B., &amp; Piacentini, M. F. (2006). Central fatigue: the serotonin hypothesis and beyond. Sports Medicine (Auckland, N.Z.), 36(10), 881–909.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 01:25:55 UTC</pubDate>
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         <title>DIFERENÇA DA RESISTÊNCIA A FADIGA MUSCULAR ENTRE HOMENS E MULHERES NO TREINAMENTO DE FORÇA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2578959357</link>
         <description><![CDATA[<div>A princípio, a fadiga muscular, é gerada por fatores fisiológicos diante de um contexto de sobrecarga central (Sistema Nervoso Central) ou periférica (músculo estriado esquelético) que diminui a performance do indivíduo e diante desse contexto, há uma diferença entre a resposta de homens e mulheres quando correlacionado a resistência a fadiga no treinamento de força. Observa-se que perante a literatura, a diferença entre a resistência a fadiga entre homens e mulheres está correlacionada a intensidade do exercício físico.<br>Diante de uma intensidade máxima, os homens apresentam maior fadiga pois se nota que esses conseguem pegar uma maior quilagem no treinamento físico, consequentemente apresentam uma maior fadiga quando comparado as mulheres.<br>Entretanto, nas intensidades leves e submáximas, as mulheres apresentam uma maior resistência a fadiga quando comparado aos homens.<br><br>Richard Calefo de Moraes - 246283<br>Vinicius de Souza - 249235<br><br><br>VIEIRA, Amilton; GADELHA, André Bonadias. Diferenças entre os gêneros na resistência à fadiga e na recuperação do treinamento de força. <strong>Revista Brasileira de Reabilitação e Atividade Física</strong>, v. 3, n. 1, p. 37-45, 2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 00:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga muscular e vida de Atleta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2579661820</link>
         <description><![CDATA[<div>A fadiga muscular é geralmente caracterizada pela incapacidade de manter uma atividade ou exercício. Ela pode apresentar diferentes causas e se persistir acaba atrapalhando a rotina do atleta. Muitos estudos foram e estão sendo realizados a respeito da fadiga muscular e suas causas ou origens, mas acredita-se que ela possa decorrer de duas formas: periférica ou central. A fadiga denominada periférica se dá pela alteração da homeostasia no próprio músculo esquelético. Ela independe da velocidade de condução do impulso neural. Já a fadiga com origem central se dá por alterações das informações aferentes que se traduzem em uma redução da frequência de condução para os motoneurônios.&nbsp; No geral, independentemente de como ocorre, a periodização e prescrição dos exercícios deve ser extremamente pensada a fim de evitar casos como o da manchete. Só assim é possível alcançar o melhor desempenho do atleta.<br><br>REFERÊNCIAS:<br>KRONBAUER, Gláucia Andreza; CASTRO, Flávio Antônio De Souza . Estruturas Elásticas e Fadiga Muscular. 2. ed. Florianopólis: <strong>Revista Brasil Ciência Esporte</strong>, 2013. 503-520 p. v. 35. <a href="https://www.scielo.br/j/rbce/a/G8d6yjwYcFtvqj6cDDc9PMF/?lang=pt#:~:text=As%20estruturas%20contr%C3%A1teis%20s%C3%A3o%20aquelas,el%C3%A1stica%20para%20uma%20nova%20contra%C3%A7%C3%A3o.">SciELO - Brasil - Estruturas elásticas e fadiga muscular Estruturas elásticas e fadiga muscular</a><br><br>Ascensão, António; Magalhães, José; Oliveira, José; Alberto Duarte, José e Soares, José. Fisiologia da fadiga muscular. Delimitação conceptual, modelos de estudo e mecanismos de fadiga de origem central e periférica<strong>. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</strong>, Universidade do Porto, Portugal, vol. 3, nº 1 [108–123], Janeiro de 2003. <a href="https://www.researchgate.net/publication/37656560_Fisiologia_da_fadiga_muscular_Delimitacao_conceptual_modelos_de_estudo_e_mecanismos_de_fadiga_de_origem_central_e_periferica">(PDF) Fisiologia da fadiga muscular. Delimitação conceptual, modelos de estudo e mecanismos de fadiga de origem central e periférica (researchgate.net)</a>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><br><a href="https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/post/2023/02/01/fadiga-muscular-entenda-o-que-afetou-neymar.ghtml">Fadiga muscular: entenda o que afetou Neymar | saúde | ge (globo.com)</a><br><br>Isabella Vitória dos Reis - 244592<br>Ketlin Bianca S Vedovato - 212160<br>Marianna Muniz Arruda - 243577<br>Lívia Rodrigues Alves - 249089<br><br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 14:57:42 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga muscular no ciclismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2580057529</link>
         <description><![CDATA[<div>"A fadiga muscular pode ser definida como a incapacidade funcional na manutenção de um nível esperado de força.” Exercícios físicos de resistência e de longa duração são mais propensos a fadiga muscular, e um grande exemplo disso é o ciclismo, onde há provas de longa duração com muita demanda de esforço físico já que os caminhos percorridos nas provas podem ter uma terreno íngreme, mudanças climáticas imprevisíveis. O presente estudo que trazemos é uma revisão sistemática que avalia algumas pesquisas referentes a fadiga muscular no ciclismo e algumas delas avaliam o torque que é a medida usada para calcular força, por exemplo:</div><div>&nbsp;“Lepers et al.&nbsp; analisaram os efeitos da fadiga muscular no torque e na atividade elétrica de nove ciclistas treinados. Os atletas pedalaram durante cinco horas a 55% da potência aeróbica máxima. Os autores verificaram redução de 18% no torque durante testes de CVM (pré e pós) e decréscimo na atividade elétrica dos músculos vastus lateralis (VL) e vastus medialis (VM) a partir da primeira hora de exercício, o que significa que houve fadiga tanto do SNC quanto periférica.”&nbsp;<br><br></div><div><br>Referências<br>DIEFENTHAELER, Fernando; VAZ, Marco Aurélio. Aspectos Relacionados à Fadiga Durante o Ciclismo: Uma Abordagem Biomecânica. <strong>Revista Brasileira de Medicina do Esporte</strong>, [<em>s. l</em>], v. 14, n. 5, p. 472-477, out. 2008.<br><br><br>Ana Carolina Alves 248879<br>Bruna Moreira 248921<br>Pedro Henrique 249167<br>Rayla Moura 249198<br>Leandro Nascimento 249071<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 00:39:21 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores geradores da fadiga e a influência do glicogênio muscular sobre a origem da fadiga em diferentes domínios de intensidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2580082248</link>
         <description><![CDATA[<div>De forma sucinta, compreende-se a fadiga muscular como a incapacidade do músculo esquelético em manter o rendimento durante o exercício físico moderado e prolongado devido a uma falha de qualquer um dos processos envolvidos na contração muscular. Sendo um fenômeno dependente do tipo, duração e intensidade do exercício, da tipologia de fibras musculares recrutadas, do nível de treino do sujeito e das condições ambientais de realização do exercício (Fitts e Metzger, 1988).</div><div>Na fadiga ocorre esgotamento das reservas energéticas e redução da atividade enzimática, os quais provocam o acúmulo de catabólitos e leva a distúrbios hídricos, alterações nas trocas eletrolíticas, na coordenação (inter e intramuscular), na percepção sensorial, além de diminuição na produção do neurotransmissor presente no neurônio motor</div><div>somático (Scalon et al., 2008).</div><div>Entende-se que, com base nos artigos referenciados, a intensidade, tipo (aeróbio ou anaeróbio) e duração do exercício, atividade contrátil, composição fibrosa do músculo em contração e nível de condicionamento individual, são alguns dos fatores responsáveis pela ocorrência da fadiga no indivíduo. Alguns autores também apontam que fatores externos, como o aumento da temperatura corporal, gerado pelo metabolismo na atividade física e/ou influência ambiental, e o estado de hidratação do indivíduo, também podem acelerar o início deste fenômeno.</div><div>Kalva Filho (2019), em sua tese de doutorado intitulada como "Influência do glicogênio muscular sobre a origem da fadiga em diferentes domínios de intensidade", teve como objetivo descobrir a origem da fadiga, seja ela central ou periférica, em esforços realizados com baixas quantidades de glicogênio muscular através da realização de vários tipos de treinamento com os participantes, tais como: esforços intermitentes de alta intensidade e&nbsp; esforços de duração moderada realizados com diferentes conteúdos de glicogênio muscular.</div><div>Com base nos resultados obtidos pelo autor, observou-se que a origem da fadiga possui relação com atividades físicas que demandam diferentes quantidades de glicogênio, sendo influenciada pela intensidade do exercício. O autor ressalta que, o desempenho e a causa da fadiga periférica são comprometidos devido a baixa quantidade de glicogênio muscular (Kalva Filho, 2019).</div><div>Todavia, a hipótese evidenciada na pesquisa, a qual alega que as baixas quantidades de glicogênio muscular poderiam levar a alterações sistêmicas e diminuir a ativação muscular pelo sistema nervoso não foi comprovada. Portanto, a fadiga central pode estar relacionada não apenas ao volume do exercício, mas também, à demanda imposta por ele.</div><div><br><br></div><div><strong>Referências</strong>:</div><div>KALVA FILHO, Carlos Augusto. Influência do glicogênio muscular sobre a origem da fadiga em diferentes domínios de intensidade. 2019. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. https://doi.org/10.11606/T.17.2020.tde-20112019-170334</div><div><br></div><div>GRASSI B., ROSSITER H.B., ZOLADZ J.A. Skeletal muscle fatigue and decreased efficiency: two sides of the same coin? Exerc Sport Sci Rev. 2015 Apr;43(2):75-83. doi: 10.1249/JES.0000000000000043. PMID: 25688762.</div><div><br></div><div>SCALON DS, FIGUEIREDO VR, BERTONCELLO D. Estudo sobre os fatores geradores de fadiga muscular: A study about the factors involved in muscle fatigue. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício - Volume 7 Número 2 - maio/agosto 2008. https://convergenceseditorial.com.br/index.php/revistafisiologia/article/view/3610/5593</div><div><br><strong>GRUPO:</strong><br>Amanda Aldeia 154555<br>Maria Eduarda Lima Sampaio 184017<br>Victor Gaspari Dos Santos 257640<br>Victor Hugo Freitas De Almeida 206544<br>Victor Luiz Vicenzo Santos 187956</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 01:53:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sono e Fadiga</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/hpormpay41whkghv/wish/2580083194</link>
         <description><![CDATA[<div>A fadiga pode ser caracterizada como uma sensação de cansaço físico e/ou mental, em relação a desempenho esportivo a fadiga pode afetar a força, resistência, velocidade e precisão dos atletas e pode ser causada por diversos fatores como má alimentação, desidratação, estresse, falta de sono adequado entre outros. O sono é dividido em 2 fases NREN (sem movimentos oculares rápidos) e REM (com movimentos oculares rápidos) e tem um papel fundamental na manutenção de funções fisiológicas, porém fatores externos, como o estresse da vida esportiva pode privar a qualidade desse ciclo e consequentemente aumentar a fadiga nos atletas, fazendo associação entre a qualidade do sono e os níveis de fadiga no futebol feminino em (MASSA, G. O.; FRANCO, B.; ESTEVES, A. M. Associações entre sono e o futebol feminino: uma revisão sistemática de literatura. RBFF - Revista Brasileira de Futsal e Futebol, v. 15, n. 61, p. 41-52, 26 fev. 2023.) Os autores notaram que nas noites de jogos havia uma redução do tempo total de sono e alteração nos estágios do sono aumentando a latência dos ciclos em relação as noites anteriores, além disso, analisando a fadiga autorelatada das atletas eles encontraram uma correlação negativa entre o sono REM e a fadiga e que o sono só se normalizava após duas noites das partidas. Para (Armour et al, 2020) o ciclo menstrual das atletas podem interferir no desempenho das atletas nos treinos e nos dias de competição, sendo que o ciclo menstrual pode ter efeitos como fadiga, cólicas abdominais e cansaço que impactam nas atividades físico-esportivas e na qualidade do sono que consequentemente afeta a recuperação muscular e o desempenho esportivo.<br><br>Jean Christian Nunes 214147<br>Luis Gabriel de Lima 182992<br>Leticia Silva de Godoy 216549<br>Matheus Fernandes Dos Santos 203434<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 01:56:35 UTC</pubDate>
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