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      <title>Linha do tempo - Industrialização do Brasil by Leonardo Braga Pinheiro Diniz</title>
      <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry</link>
      <description>Leonardo, Gustavo Matiole, Gabriel Laureano, Kaike e Henrique Junger.


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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-10 17:18:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-09-12 00:02:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Era Vargas</title>
         <author>0041842</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736167029</link>
         <description><![CDATA[<div>Caracterizado pela nacionalização da economia, em que foi adotado o modelo de Substituição das Importações, criando as chamadas indústrias de base necessárias para o impulso de outros ramos industriais. Várias <strong>indústrias</strong> estatais e institutos de pesquisa foram criados no período.  Como a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Companhia Vale do Rio Doce (1942), a Fábrica Nacional de Motores (1943) e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945).<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 17:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>Era Vargas II</title>
         <author>0041842</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736502296</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Estado Novo de Getúlio Vargas</strong> se destacou na história econômica do Brasil por iniciar um sistemático <strong>processo de industrialização</strong> do país, baseado na forte <strong>intervenção</strong> <strong>econômica do</strong> <strong>Estado na economia e na substituição de importações</strong>. Dessa forma, o Estado Novo era a única instituição capaz de proporcionar a acumulação capitalista no Brasil, necessária ao arranque industrial conseguido com a centralização da política econômica através do planejamento e coordenação nacional de sua execução.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>Era JK</title>
         <author>gmatiole</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento econômico que o Brasil viveu durante o mandato de JK priorizou o investimento nos setores de transportes e energia, na <strong>indústria de base</strong> (bens de consumos duráveis e não duráveis), na <strong>substituição de importações</strong>, destacando a ascensão da indústria automobilística, e na Educação</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>Neoliberalismo </title>
         <author>kaikebd</author>
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         <description><![CDATA[<div>O QUE É:  Doutrina econômica e política que surgiu no século XX com base em teorias formuladas por teóricos, como o economista ucraniano Ludwig von Mises e o economista austríaco Friedrich Hayek. A teoria neoliberal surge para opor-se à teoria keynesiana de bem-estar social e propõe uma nova leitura da parte econômica do liberalismo clássico, tendo como base uma visão econômica conservadora que pretende diminuir ao máximo a participação do Estado na economia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Neoliberalismo II</title>
         <author>kaikebd</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736553444</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTO HISTÓRICO: O neoliberalismo surgiu na época do feudalismo ,no qual era baseado  na relação de trocas entre senhores e servos. Os camponeses eram obrigados a pagar taxas e a entregar parte de sua produção ao seu senhor e, em troca, recebiam proteção militar e terra para produzir o necessário à sua sobrevivência.</div><div>A partir do século XI, as<strong> inovações tecnológicas</strong>, como, por exemplo, a utilização da charrua (uma espécie de arado), da ferradura nos cascos de cavalos e da rotação de cultura proporcionaram o <strong>aumento da produção agrícola.</strong> Com mais produção de alimentos, o trabalhador passou a acumular produtos e a vendê-los nas feiras das grandes rotas comerciais da Europa.<br>A partir do processo de<strong> expansão comercial</strong>, notam-se claramente as transformações nas relações de poder existentes. Os <strong>burgueses</strong> foram os grandes responsáveis pela intensificação das práticas comerciais, tornando-se prósperos banqueiros. À medida que ampliavam seu poder econômico, começavam a reivindicar poder político. Assim, os burgueses começaram a questionar o poder absoluto dos reis que cobravam pesadas cargas de impostos e viviam às custas dos trabalhadores e burgueses.</div><div>Nesse contexto de reivindicação burguesa, surgiu o <strong>liberalismo</strong>, uma corrente política e econômica que vinha questionar os poderes dos reis absolutistas e apontar novos <strong>modelos sociais e econômicos</strong> a serem adotados.</div><div>O inglês Adam Smith , por exemplo, defendia a não intervenção do Estado na economia, dizendo que um mercado mais eficiente dependia da liberdade da economia. Outro pensador liberal foi o inglês <strong>John Locke</strong> (1632-1704), que defendia os direitos naturais do homem, como a liberdade à vida, o direito à propriedade privada e a igualdade perante a lei.</div><div>Graças ao liberalismo clássico e à grande <strong>acumulação de capital pelos burgueses</strong>, entre outros fatores, o cenário permitiu o desenvolvimento do <strong>capitalismo industrial</strong> no século XVIII. Surgiram as primeiras indústrias com <strong>a Revolução Industrial</strong>. O modo de produção se transformou e o trabalhador agora trocava a sua hora trabalhada por um salário, diferente do feudalismo.<br><br></div><div><br>Na Europa e nos Estados Unidos, essa <strong>Revolução Industrial</strong> proporcionou o desenvolvimento do sistema capitalista. Mais tarde, com o fim da <a href="https://www.stoodi.com.br/materias/historia/segunda-guerra-mundial/conjuntura-internacional/"><strong>Segunda Guerra Mundial</strong></a>, o capitalismo teve uma nova fase de desenvolvimento, após sofrer com a <a href="https://www.stoodi.com.br/resumos/historia/crise-de-1929/">crise de 1929</a>.<br><br></div><div><br>A guerra foi um bom negócio para os empresários norte-americanos. As encomendas da <strong>indústria bélica</strong> e o esforço patriótico dos operários tinham contribuído para uma superação da crise econômica vivida nas décadas anteriores. Os Estados Unidos se despontavam como uma <strong>potência econômica mundial</strong>.<br><br></div><div><br>Enquanto isso, logo após o fim da <a href="https://www.stoodi.com.br/blog/2018/06/26/segunda-guerra-mundial-resumo/">Segunda Guerra Mundial</a>, a Europa passou por profundas transformações políticas que proporcionaram várias reformas econômicas e sociais. Na Inglaterra, os conservadores venceram as eleições e deram início a privatização de várias empresas estatais.<br><br></div><div><br>Assim, seguiram a <strong>França, a Itália e a Alemanha</strong>: privatizando empresas e diminuindo impostos, dando liberdade ao mercado com a não-intervenção do Estado e diminuindo verbas para programas sociais. Estava-se lançado o neoliberalismo, uma nova doutrina econômica baseada nos liberais clássicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:41:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Era JK ll</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736571142</link>
         <description><![CDATA[<div>Para ampliar o desenvolvimentismo econômico brasileiro, JK considerava impossível o progresso da economia sem a participação do capital estrangeiro. Para alcançar os objetivos do Plano de Metas era necessária uma intervenção maior do Estado na economia, priorizando, então, a entrada de capitais estrangeiros no país, principalmente pela indústria automobilística. Ressalta-se que nesse período o Brasil iniciou o processo de endividamento externo.<br>Os setores de energia e transporte foram considerados fundamentais para o desenvolvimentismo econômico, ressalta-se a importância do governo Vargas neste processo, com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda-RJ no ano de 1946 e da Petrobras no ano de 1953. Outros setores que ganharam relevância foram o agropecuário; JK procurou aumentar a produção de alimentos e o setor energético, construindo as usinas Hidrelétricas de Paulo Afonso no rio São Francisco e as barragens de Furnas e Três Marias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Neoliberalismo III</title>
         <author>kaikebd</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736587306</link>
         <description><![CDATA[<div>O ESTADO NO NEOLIBERALISMO/MERCADO EXTERNO: O estado neoliberal era responnsável pelo controle das produções industriais de do desenvolvimento industrial,e este  defendia a absoluta liberdade de mercado e uma restrição à intervenção estatal na economia, só devendo esta ocorrer em setores imprescindíveis e, ainda assim, num grau mínimo.<br>Sobre o mercado externo,houve o fim  das restrições à entrada de capital externo e permissão para que instituições financeiras internacionais possam atuar em igualdade de condições com as do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 18:48:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Era JK lll</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736648857</link>
         <description><![CDATA[<div>Juscelino Kubitschek não foi o primeiro a falar sobre a possiblidade da transferência da capital do Brasil, desde 1891 a Constituição Federal, no seu artigo 3º, já almejava a transferência. Na última década do século XIX, mas precisamente no ano de 1894, foi nomeada uma comissão que visitou e demarcou a área do futuro Distrito Federal no Planalto Central. Essa comissão ficou conhecida como Missão Cruls em referência ao astrônomo belga Luiz Cruls que a chefiava.<br><br></div><div>A interiorização da capital federal já era um sonho de muitos brasileiros anteriores a JK, mas foi Juscelino que efetivou a transferência da capital. Acostumado a lidar com projetos arrojados, JK deu a ordem para o início da construção de Brasília, os trabalhos tiveram início no final de 1956. A nova capital foi inaugurada no ano de 1960.<br><br></div><div>A construção da nova capital se configurou como uma grande meta a ser cumprida. Brasília somente pôde ser efetivada a partir da grande vontade de JK, e também pelo empenho dos trabalhadores que a construíram, grande parte se constituía de migrantes da região nordeste do Brasil. Os trabalhadores que a construíram tornaram seus primeiros moradores, ficando conhecidos como “Candangos”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>Era Vargas III</title>
         <author>0041842</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736656884</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil vivia a chamada<strong> República Velha</strong>, ou República Oligárquica, onde o poder era centralizado e para poucos. A presidência era alternada entre os<strong> grandes coronéis cafeicultores</strong> de São Paulo e os <strong>produtores de leite de Minas Gerais</strong> – a chamada República Café com Leite. O fim da República Oligárquica se deu com a Revolução de 1930, organizada pela Aliança Liberal em parceria com exército.<br>O modelo de desenvolvimento do segundo governo <a href="https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas2/biografias/getulio_vargas">Vargas</a> continuou a se caracterizar por desenvolvimento industrial, nacionalismo, dirigismo estatal e aproximação com o capital estrangeiro. Baseava-se na concepção de que o desenvolvimento se faria com base na articulação de um tripé: empresa pública, empresa privada nacional e capital internacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:04:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Era JK lll</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736659082</link>
         <description><![CDATA[<div>Juscelino Kubitschek não foi o primeiro a falar sobre a possiblidade da transferência da capital do Brasil, desde 1891 a Constituição Federal, no seu artigo 3º, já almejava a transferência. Na última década do século XIX, mas precisamente no ano de 1894, foi nomeada uma comissão que visitou e demarcou a área do futuro Distrito Federal no Planalto Central. Essa comissão ficou conhecida como Missão Cruls em referência ao astrônomo belga Luiz Cruls que a chefiava.<br><br></div><div>A interiorização da capital federal já era um sonho de muitos brasileiros anteriores a JK, mas foi Juscelino que efetivou a transferência da capital. Acostumado a lidar com projetos arrojados, JK deu a ordem para o início da construção de Brasília, os trabalhos tiveram início no final de 1956. A nova capital foi inaugurada no ano de 1960.<br><br></div><div>A construção da nova capital se configurou como uma grande meta a ser cumprida. Brasília somente pôde ser efetivada a partir da grande vontade de JK, e também pelo empenho dos trabalhadores que a construíram, grande parte se constituía de migrantes da região nordeste do Brasil. Os trabalhadores que a construíram tornaram seus primeiros moradores, ficando conhecidos como “Candangos”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:05:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Período Militar</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736699641</link>
         <description><![CDATA[<div>Os primeiros momentos dos governos militares não foram marcados por grandes avanços na industrialização brasileira, nem pelos grandes projetos, pois o país enfrentava um grave quadro de endividamento externo, fruto da política de internacionalização da economia proposta por Juscelino Kubitschek </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:16:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Período Militar ll</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736708187</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de 1968, o País experimentou uma nova fase de sua economia e de seu processo de industrialização brasileira. A recuperação financeira, fruto da reforma tributária, criação de fundos de poupança compulsória (PIS, PASEP, FGTS) e ampliação do crédito lançaram bases para o momento considerado o “milagre brasileiro''</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:18:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Período Militar lll</title>
         <author>gmatiole</author>
         <link>https://padlet.com/0041842/hpoer6l3n396mbry/wish/736735478</link>
         <description><![CDATA[<div>Entretanto, fatores externos também explicam esse crescimento, como o crescimento da economia mundial nestes anos, que permitiu o acesso a um abundante crédito externo, possibilitando o endividamento e criando espaço para a diversificação e o crescimento das exportações brasileiras.</div><div>O fraco desempenho da indústria e economia no início da década de 60 também deu margem para um grande crescimento com o aumento do nível de investimento e captação de recursos externos do país.</div><div>Como forma de legitimar o seu poder autoritário, os governos ditatoriais investiram fortemente em obras de impacto, em áreas como transporte e energia. Dentre essas obras podemos destacar a Usina Hidrelétrica de Itaipu, binacional (Brasil-Paraguai), responsável por produzir 17% da energia nacional e, até 2008, a maior hidrelétrica do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 19:25:30 UTC</pubDate>
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