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      <title>Não Venham Me Matar - Colonialidade e Sexismo epistêmico 2º ITE-Filosofia by Graziela Ninck Dias Menezes</title>
      <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d</link>
      <description>O trabalho consiste  em comentar sobre a questão do feminicidio como estratégia de apagamento dos saberes e cosmovisões de mulheres na socieade atual. O comentário é individual e deve ser feito na coluna do grupo de trabalho sobre Epistemologias Feministas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-04 16:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>Danielly Guilherme ITE21 Grupo 3</title>
         <author>daniellyguilhermesantos</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108542700</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre o espetáculo ‘Não venha me matar’ tiveram excelentes apresentações, as que mais me chamaram atenção foram: A apresentação da estudante Emily Braga do IFBA de Seabra, que leu uma poesia chamada É Amor e Ponto que fala sobre a dor das ancestrais da autora que tiveram de deixar seus próprios sentimentos para trás para seguir um novo trajeto em busca do que parecia ser certo, fez com que eu lembrasse de um trecho do texto Sejamos todos feministas que, a autora Chimamanda Adiche fala sobre como sua bisavó, que fugiu da casa do sujeito com quem não queria se casar e se casou com o homem que escolheu. Ambos – texto e poesia – me fizeram ter uma reflexão de que, nem todas as mulheres vão resistir e protestar contra a condição de que ninguém além de nós/elas mesmas podem induzir a quem deve amar ou não, outras só vão aceitar a condição ou então desistir de tentar fazer com que percebam que isto é uma coisa que apenas nós/elas podemos decidir. E que como Maria Lugones diz temos que conhecer nossas culturas, assim como também na poesia É Amor e Ponto mostra como a autora é interessada por suas raízes.&nbsp;</div><div>Também me chamou muita atenção uma poesia que fora recitada pelas apresentadoras do espetáculo chamada Como ser Leve, que em um trecho diz: “Como se leve, se meu corpo pesa uma tonelada se minha indignação beira a loucura se minhas escolhas são confrontadas, se os grilhões apertam a minha garganta, como ser leve se meus passos fazem barulho, se minha presença ameaça, se dizem que eu falo alto demais, se até o meu riso incomoda”... me fez analisar outro trecho do livro Sejamos todos feministas, que diz:” Um conhecido disse que havia muita raiva no texto, que eu não deveria ter me expressado com tanta raiva. Mas eu não via razão para me desculpar. É claro que eu estava com raiva. A questão de gênero, como está estabelecida hoje em dia, é uma grande injustiça. Estou com raiva. Devemos ter raiva. Ao longo da história, muitas mudanças positivas só aconteceram por causa da raiva. Além da raiva, também tenho esperança, porque acredito profundamente na capacidade de os seres humanos evoluírem.” Percebi uma semelhança entre eles, a poesia relata sobre como a protagonista não consegue ser leve por motivos de que, tem pessoas - homens até mesmo mulheres -&nbsp; incomodadas com seu jeito de ser e agir e no pequeno trecho do livro de&nbsp; Chimamanda Adiche que ela fala sobre como um CONHECIDO diz a ela que havia muita raiva em seu texto, e impõe a ela que não deveria ter se expressado com tanta raiva, ou seja na poesia e no livro nos mostra que as pessoas querem impor a elas como devem se portar diante de qualquer coisa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 23:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>Lenilson Felipe - ITE22</title>
         <author>bulkenn</author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo/documentário veio com intuito de apresentar, relatar e conscientizar a realidade de diversas mulheres que infelizmente são postas em situações horriveis, que não deveria ser tão comum, como o caso de dona Maria.<br>Atráves de músicas, poesias, relatos, danças e textos, jovens e mulheres se expressam e mostram suas dores e monstram as angústias sobre outras histórias que não faladas, por falta de oportunidade ou até mesmo foi interrompida.<br>A apresentação da peça "Não Venha Me Matar" mostrando a realidade de mulheres diferentes, mas com situações semelheantes. Como dita por todas, a arte é uma forma de se libertar, ser você mesma, escrever é um jeito de se essaltar. As apresentações das alunas Seabra foram muito boas, deixando bem claro o que cada uma sentia e justamente isso que a Emily Braga diz "Foi um lugar onde me encontrei". E a que mais me cativou foi Farda de Ser Mulher, "Rios de sangue inoscente e pisões de almas femininas".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 00:19:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bispoamanda158</author>
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         <description><![CDATA[<div>acho válida toda iniciativa que se oponha a crimes contra nós mulheres, a ideia é muito boa mas acho que poderia ser mais enfatizado a importância da independência financeira e emocional na vida das mulheres, principalmente para diminuir cada vez mais a quantidade de casos onde as mulheres aceitam caladas humilhações, desrespeitos, agressões e etc vindas de seus parceiros por achar que precisam deles. Mas no geral o espetáculo mostrou exatamente nosso cotidiano sempre com pressa e medo, muito triste histórias como a de dona Maria.<br>Gostaria de deixar duas dicas tanto para meus colegas quanto para a organização do espetáculo, a primeira é o filme Acredite em Mim - A História de Lisa Mcvey, que trata a história de uma menina que foi desacreditada ao denunciar o estupro que sofreu, situações como essa ocorrem com mais frequência do que o que imaginamos, mas por fim, Lisa foi crucial para ajudar a polícia na investigação e evitou que mais mulheres sofressem tão quanto ela. A segunda dica é principalmente para o espetáculo, seria riquíssimo a participação da professora Elane Nardotto nesse projeto, Elane além de professora é também escritora, feminista, terapeuta holística e instrutora de Yoga. Tive o imenso prazer de adquirir seu livro "Filosofias femininas da vida experimentada". Ela escreve por prazer e seus diversos livros feministas são sem fins lucrativos, além disso participei de uma palestra riquíssima em saúde da mulher, autoconhecimento e o cuidado de si. Elane é necessária assim como o espetáculo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 00:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Karina Silva - ITE 22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Assistir ao espetáculo "Não Venha Me Matar" foi uma experiência muito boa e de suma importância para os dias atuais, as produtoras Bruna e Ana, juntamente com outras mulheres, entreteram bastante o público sobre um tema muito importante, o feminicídio, e claro que seria interessante abordar sobre isso em um dia importante, 8 de março, Dia das Mulheres. Nesse espetáculo, elas apresentaram momentos da violência contra a mulher.&nbsp;<br>O que mais me entristeceu, foi o relato de uma enfermeira de Itabuna, contando sobre uma senhora de 87 anos, vítima de abuso pelo próprio filho, uma senhora de idade indefesa, sendo violada por um ser humano que saiu do seu próprio ventre, é de partir o coração.&nbsp;<br>As apresentações com música/rap foram extremamente perfeitas, eu gostei demais, foram as apresentações mais satisfatórias ao meu ver.<br>Todas as apresentações foram incríveis, e isso deixa uma questão a ser lembrada e discutida todos os dias, que nós mulheres não devemos nos calar e abaixar a cabeça, não somos propriedades de nenhum homem, e não merecemos ser violadas! A nossa saúde mental vale mais que qualquer pessoa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 00:34:34 UTC</pubDate>
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         <title>Em minha opinião o espetáculo como o nome já diz foi espetacular, não há enrolação e já nos mostra o que precisamos enxergar em nossa realidade. Ele mexe com esse assunto que tanto é discutido nas grandes mídias, mas que geralmente não é de uma forma que as pessoas em geral “liguem” , e diferente das mídias o espetáculo mostra a realidade dura e severa sofrida pelas mulheres aos serem colocadas como inferiores, tendo seus lugares de fala tirados de si, sofrendo com o massacre de suas ideias e as vendo serem perdidas.</title>
         <author>cau65157</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108635499</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Cauã Souza Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 00:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn Darlane </title>
         <author>evelyndarlane</author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo " Não venha me matar" , relata a luta diária das mulheres quando impõe sua opinião, e conta sobre o feminicídio que ocorre diariamente com as mulheres quando ela impõe seu pensamento, sua maneira de vestir ou quando são assinadas por seus próprios companheiros. Relata isso de forma expressiva por meio de poemas, músicas e encenações de acontecimentos que ocorre com elas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ismael Alves ITE 21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108660077</link>
         <description><![CDATA[<div>A dominação dos colonizadores foi de cunho cultural, tornando a Europa o centro dos saberes, linguagens e memoriais no imaginário do colonizado. Muitas culturas foram exterminadas e excluídas do processo para que isso acontecesse. Assim, o colonizado internalizou a visão do colonizador.<br>&nbsp;<br>Esses colonizadores europeus estabeleceram posições de gênero na qual os homens assumem o modelo patriarcado. Apagando do cenário e inferiorizando cada vez mais a mulher, principalmente a negra e a indígena. Esse sistema colonial de gênero é marcado pela combinação entre raça, gênero, sexualidade e classe. Assim, essa interseccionalidade permite compreender a desigualdade e a vulnerabilidade de pessoas em diversas camadas da sociedade.&nbsp;<br><br>Foram atribuídos várias ideias de gênero nesse processo. Exemplos: a mulher deve ser subordinada, frágil e inferior ao homem; e os cargos de poder e prestígio devem ser ocupados apenas por homens pela justificativa da superioridade de gênero. Referência: livro "Sejamos Todos Feministas" da autora Chimamanda Ngozi.<br><br>A autora Maria Lugones evidencia esses efeitos e a importância de combatermos essa colonialidade de gênero. O espetáculo "Não Venha me Matar" não faz diferente e aborda relatos importantes de mulheres vítimas do marchismo da sociedade e das violências recorrentes: feminicídio e abuso do corpo feminino.<br><br>Portanto, devemos tirar esses efeitos da&nbsp;colonialidade de gênero&nbsp;que ainda estão internalizados com a visibilização das cosmovisões e dos saberes das mulheres negras, indígenas, asiáticas, latino-americanas, entre outras. As mulheres precisam de mais participação nos espaços decisórios e no mercado de trabalho com menos desigualdades. Além disso, todas as ideias de gênero devem ser apagadas do nosso processo de formação como cidadãos para melhorarmos o espaço de convivência social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>O espetáculo em minha opinião foi muito bem apresentado e os assuntos nele abordados foram muito bem explicados, é sempre importante ressaltar a realidade que ainda vivemos que muitas vezes ainda tem ligação com os padrões antigos em que nossa sociedade vivia, principalmente quando se trata de machismo, na questão de serem agredidas simplesmente por não obedecerem seus maridos e eles serem acobertados. Abordar esse assunto nos dias de hoje é de extrema importância para que mulheres que estejam passando por essa situação ou estejam propícias a passar por causa de um relacionamento tóxico possam evitar ou denunciar o mais rápido possível.</title>
         <author>wendelmartins2017</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108679796</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:21:17 UTC</pubDate>
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         <title>João Lucas ITE21</title>
         <author>nevesdossantosfelipe</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108681649</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo virtual "Não venha me matar" reprisa e relata as coisas horríveis que varias mulheres sofrem no dia a dia, como abuso, estupro, traição, agressão física e psicológica , a falta de segurança aonde quer que elas esteja e muito mais. Mas que apesar das perdas, a luta continua, mesmo que Maria se perca, joana ainda vai lutar por ela, assim como todas as outras mulheres, pois juntas elas são mais fortes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:22:23 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Behrmann ITE 21</title>
         <author>matheus00behrmann</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108685289</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo " não&nbsp; venha me matar" traz uma reflexão sobre o assassinato de mulheres ou a violência contra mulheres pelo simples fato de serem mulheres e abre os nossos olhos&nbsp;para ver que por mais que seja digno de indignação o problema não  acaba aí mostra que  a violência  contra mulheres apresenta uma tentativa do patriarcado de calar as mulheres e suas formas de pensar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza souza santos ITE22</title>
         <author>lsoouza14</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108718416</link>
         <description><![CDATA[<div>A apresentação foi extremamente bem feita pra mostrar a todos a realidade das mulheres que infelizmente ainda vivem momentos extremamente dificies causando vários problemas ao longo da vida. É um assunto que conseguiu ser abordado de uma maneira claro e transparente que faz com que quem assista consiga compreender rapidamente fazendo ter entendido que ainda há vários abusos físicos, mentais, estrupo e muito mais.&nbsp;<br>Sofrimentos que vem passando em geração à geração pois é uma luta que por muito tempo foi calada, No vídeo vemos vários depoimentos de maneiras diversas através de música, poema, declarações e muito mais.<br>Eu gostei muito de assistir e vê de outro lado, de outra forma, principalmente aprender muito com todas as mulheres que fizeram parte e quis transmitir um pouco esse conhecimento. Graças a muita luta coisas conseguiram mudar através do tempo, em algumas situações as mulheres conseguiram ter espaço de falar mas ainda precisa lutar muito pra conseguimos ter um espaço de igualdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 01:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>Andressa Santos-ite22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108763244</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei bem interessante o espetáculo, porque assim não é de hoje que a violência contra a mulher é tema de debates na sociedade,o&nbsp; quanto é absurdo o número de vítimas,é de total impotência mediante todos os tipos de violência contra a mulher, seja física, psicológica ou sexual.Porque, por mais que se fale sobre o assunto, não há preocupação da maior parte da sociedade em evitar que mulheres possam parar de serem violentadas.&nbsp; O número alarmante de casos de violência contra a mulher não devem ser tratado como mero fenômeno social e sim, como resultado do machismo cotidiano que submete meninos e meninas, desde seu nascimento, a uma socialização perversa e desigual.<br>O feminicídio aumenta cada vez mais na nossa sociedade e nunca dá para saber se estamos imunes a ele, todas estamos sujeitas a enfrentá. Por isso, é necessário ficarmos juntas e sermos a força uma das outras, pois só assim seremos mais fortes e poderemos enfrentar isso!!!!!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>Kawê Melo - ITE22</title>
         <author>kawemvi</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108766611</link>
         <description><![CDATA[<div>Espetáculo não venha me matar<br>O espetáculo foi feito no intuito de dar espaços para artistas da região para tratar do feminicidio, assunto bastante importante, principalmente para rebatermos no dia das mulheres.<br>O espetáculo já começa com um choque, o caso de Maria, uma mulher de 87 anos que era abusada sexualmente por seu próprio filho, Maria já estava na cama há 10 anos, esse caso serve para mostrar que nenhuma mulher está salva de abusos, que o abuso não é justificado por peças de roupas ou modo de se portar.<br>Vemos também um conto e um poema de Helena Castro, que tem uma pegada que mostra o pensamento da mulher na rua, no seu conto ela mostra uma mulher com medo na rua, que presencia uma mulher ser agredida no bar onde ela estava, e pensa que poderá ser a próxima, isso reflete o pensamento das mulheres que se sentem inseguras ao andar nas ruas da cidade.<br>No final do primeiro momento, encerra com o espetáculo "Asas", que mostra um lado mais místico das mulheres, retratando as mulheres como verdadeiras deusas.<br>No segundo momento é mostrado dois vídeos que retratam o desabafo das mulheres perante a situação do feminicidio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:14:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Gabriel - ITE 21</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>     Infelizmente, vivemos em uma sociedade muito violenta e difícil de lhe dar. Uma vez que, falando do número dos casos de feminicídio no país, confesso, que fico meio perplexo em falar sobre algo tão sério, pois se relaciona a uma realidade bastante triste.<br><br>     Falando a respeito do espetáculo "Não venha me matar", refere-se mais uma vez sobre a realidade, ou seja, trás um pensamento sobre a violência e assassinato contras as mulheres. Sobre esse espetáculo, algo me chama muito a atenção, que se trata da idosa, dona Maria.<br><br>     Um caso muito peculiar e bastante desesperador, uma vez que me pergunto como um ser humano pode ser capaz de imaginar uma coisa dessas. Depois que assisti ao espetáculo, descobri que neste mundo, existe todo tipo de loucura possível.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lamento muito o que aconteceu com a dona Maria, já que a pessoa que fez isso, tenha sido seu próprio filho, no momento em que se encontrava muito frágil e sem defesa alguma.<br><br>     Fechando meu comentário, gostaria de parabenizar a todas as pessoas e comissão que organizaram o evento e dizer a vocês mulheres, que nunca se sintam diminuídas diante de tamanha atrocidade, mas, que busquem e lutem todos os dias por justiça para fazer valer os seus direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:15:01 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Paula Santos Souza </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108769296</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar " retrata por meio de poesias e músicas a situação que muitas mulheres passaram e ainda passam,sofrendo abusos físicos e psicológicos.<br>Gostei do espetáculo e a maneira como as histórias foram apresentadas. Vemos como ainda nos dias de hoje se perpetuam comportamentos e idéias que reprimem os direitos das mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Giulia Dalla Rosa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo retratou de forma clara e explícita a violência e repressão contra mulheres, e como esse fator é tão predominante em nossa sociedade, nos dias atuais, calando, explorando e matando pelo patriarcado. Acho importante que essa situação de violência contra a mulher, e atitude de dominação masculina seja exposta pela via da arte, como o teatro neste caso. Pois acaba expondo essa ferida presente em nossa sociedade e pressionando a mudança que aos poucos caminhamos em direção, com um longo caminho ainda pela frente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:16:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anajuhyvs</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108773555</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O espetáculo “Não venha me matar” trás para nós diversos relatos da realidade da mulher na sociedade tendo em vista como principal ponto abordado o feminicídio e suas diferentes formas de presença (infelizmente) cotidiana. Na minha opinião a forma nua e crua de como tudo é apresentado dá ainda mais sentimento a tudo, expressando tudo e todas as situações. A necessidade de abordagem desse assunto é vital principalmente nos dias atuais, mostrar aquilo que precisa ser visto e entendido dos sinais de alerta (de um possível relacionamento toxico) até a defesa e denuncia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:18:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lorena Gonçalves ITE21</title>
         <author>20201ite0037</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108778859</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre o espetáculo “Não venha me matar” achei&nbsp; pouco interessante e meio intrigante a forma que introduziram o tema. Um assunto um tanto debatido nos últimos dias, mais do que antigamente. Algo que (na minha opinião) se tornou moda, dizer que é “feminista”.<br>São mulheres inteligentes, bastante apresentáveis e intelectuais. Atrizes! Sabem bem argumentar seus ponto de vista. Em relação ao assunto tratado. É triste saber quantas mulheres sofrem, morrem, por serem quem são. Por serem Femininas, Mulheres. Nós somos mulheres. Devemos sim buscar o nosso melhor lugar no meio de uma sociedade um tanto machista. Lutar contra homens e sociedades em geral que não respeitam e menosprezam o sexo feminino.<br>Porém, algumas conseguem constranger a si mesmas e a outras mulheres, até se tornarem hipócritas. O que elas realmente procuram? Independência? Superioridade? Igualdade? Um pouco difícil de entender quando se misturam assuntos.&nbsp;<br>Se uma mulher ou “mulher” (seja ela lésbica, trans, negra, gorda ou magra), é espancada por um homem, tratada com desrespeito, sofre abuso ou maus tratos, ele (eles) devem ser punidos de acordo com a lei e o movimento feminista.<br>Entretanto, várias mulheres sofrem de abusos e maus tratos, até mesmo são espancadas até a morte. A maioria delas são cristãs, e por serem evangélicas sofreram e morreram ...Mas, onde estava o movimento feminista? Onde estavam quando elas precisaram de proteção? Por que será que não defenderam ela, talvez por ser cristã?&nbsp;<br>O que é mesmo que defendem? As mulheres ou um movimento religioso?<br>Parabéns aos que se dispõe a defenderem o sexo feminino, seja jovem ou velha. + Sejamos mais coerentes, menos hipócritas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:22:00 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do espetáculo &quot; Não venha me matar&quot;- Carla Zamerim ITE22</title>
         <author>zamerimcarla</author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" é um projeto liderado por Bruna e Natroots, mas conta com a participação de diversas outras mulheres. Fala em geral sobre a violência racista e patriarcal, sobre feminicídeos, sobre a luta que as mulheres enfrentam no cotidiano entre diversas outras situações que somente nós mulheres conhecemos e entendemos. O objetivo do espetáculo é falar sobre a violência contra a mulher e desnaturalizar esse costume que a cada dia parece ser mais comum na nossa sociedade, para exemplificar essa questão, são mostrados diversos casos, poesias e músicas compostas por diversas mulheres como Emily Braga, Natigrê e Helenna Castro. Um detalhe interessante sobre esse espetáculo é que assim como em outros atualmente, as palestras e espetáculos têm tido participação de intérpretes de libras, no espetáculo "Não venha me matar" as intérpretes também não poderiam ficar de fora, são elas: Gabriela Mattos, Patrícia Albuquerque e Roberta Brandão.<br>O espetáculo inicia-se com o caso de Dona Maria da cidade de Itabuna-BA, que é contado pela enfermeira local, depois conta com uma poesia feita pelas líderes do projeto no qual falam sobre o empoderamento da mulher para com o homem machista, entre diversas outras obras como o poema "Não espere leveza" e " Mulher", ambos das líderes do espetáculo e de Helenna respectivamente, no geral, ambos falam sobre as diversas situações que as mulheres passam por somente serem mulheres, da insegurança e do medo ao passar numa rua sozinha, da agonia ao perceber que está numa rua deserta e um homem se aproxima, do medo impregnado ao caminhar seja a noite ou dia, da insegurança de ir só aos lugares, do medo em sí. Há também uma reflexão sobre a realidade da mulher negra nos dias de hoje, a partir de tal pensamento é feito uma conexão com o passado quando eram abusadas pelos senhores, relatando que os senhores ainda existem, mas não se chamam mais assim, exemplificando como o racismo é predominante.<br>O espetáculo e incrível, as mulheres mencionadas simplesmente transformaram toda essa dor, angústia e medo, em palavras, em movimentos, em representações.&nbsp;<br>Estou concluindo essa atividade ás 23 e 20 da noite, no momento na minha casa está sem Wi-Fi e por esse motivo fui fazer minhas atividades da escola na casa de uma tia, saí de lá as 22 horas e pouca, e vivenciei justamente o que estou comentando e o que o espetáculo retrata: o medo de andar na rua sozinha a noite e algo acontecer. Estava de bicicleta, vim o mais rápido que pude, graças a Deus não ocorreu nada, mas, infelizmente, não seria tão raro caso acontecesse, eu só seria mais um dos diversos casos que na nossa sociedade, ocorrem com frequência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Sabrina Oliveira - ITE22</title>
         <author>sabrinaoliveirabm5</author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo “Não Venha me Matar” me trouxe muitas informações de uma forma muito intensa e bem explicada, além do show de cultura passado através das músicas, poesias e a apresentação de modo geral. A respeito do documentário apresentado por Bruna e Ana, consegui ver tamanha dedicação ali depositada pelas jovens além das outras mulheres muito talentosas que também desse lindo projeto participaram. É muito interessante que nós mais novos possamos ver assuntos como o feminicídio e as dificuldades das mulheres (apenas por serem mulheres) dessa forma, sendo passados com muita clareza e podendo conscientizar a nova geração.&nbsp;</div><div>Tudo isso me fez pensar mais uma vez como ninguém deveria passar por tamanho sofrimento como se é relatado nas obras e no noticiário do início sobre Dona Maria, além das pequenas coisas que só uma mulher entende, como sair na rua sozinha com medo, pensar duas vezes no que vestir antes de sair, ouvir comentários desconfortáveis e seguir calada por medo do que viria após uma reação e várias&nbsp; outras que eu poderia citar que mesmo com apenas 17 anos já tive o desprazer de viver.</div><div>A luta em busca de respeito infelizmente ainda não acabou e fico feliz de saber que nunca estaremos sozinhas apesar de vivermos em uma sociedade machista e misógina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:51:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O espetáculo virtual &quot;Não Venha Me Matar&quot; foi realizado em uma data que é de fato muito oportuna e até mesmo perfeita para trazer em questão uma realidade que aparenta por muita das vezes ser interminável  e inalterável. O projeto nos fez refletir mais uma vez a respeito da luta exaustiva e aguerrida que as mulheres de todo o planeta enfrentam anualmente, mensalmente, diariamente, a cada hora, a cada minuto e a cada  segundo. Por meio de poesias, encenações, canções e relatos as palestrantes procuraram transmitir uma mensagem que revela, sobretudo, de que forma a imagem feminina foi desde os tempos primórdios e ainda é inferiorizada e banalizada e como o feminicídio tem acentuado toda essa calamidade. </title>
         <author>raelzinssilva</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2108831405</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 02:55:59 UTC</pubDate>
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         <title>Thyago Brunno-ITE 21</title>
         <author>thyagobrunnorodrigues31</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2109576558</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo virtual não venha me matar, que foi ao ar no dia 09/03/2022 trouxe aspectos muitíssimos importantes relacionados a sociedade atual, onde em grande parte das vezes as mulheres são vítimas do feminicídio, ou seja, basicamente o homen se sente superiore a mulher, e acha que tem total direito sobre ela, o que é algo totalmente machista. A apresentação, realizada por um grupo de mulheres, relata sobre variadas situações em que homens agridem e violetam mulheres. Entre todos os acontecimentos citados, um que mais me chamou atenção foi em que conta a História de uma moça que estava em uma casa de praia, e enquanto dormia foi sufocada por um homem que tentou abusala, mas ela conseguiu golpear o indivíduo, ele fugiu pela janela da casa enquanto ela gritava por ajuda dos vizinhos, mas ninguém a ajudou, o abusador nem se quer foi preso, e ela estava dormindo em sua casa, com todas as portas fechadas, mas mesmo assim o cara entrou. Isso mostra que as mulheres nem mesmo em suas casas se sentem seguras ou protegidas de qualquer tipo de abuso, e tudo isso por conta de que homens não respeitam as mulheres, isso é um absurdo. Achei bastante interessante a forma como elas expressaram e falaram sobre as situações que ocorrem, pois mostra a realidade de muitas mulheres que sofrem abuso até mesmo com homens da própria família, os cidadãos precisam se atentar a esses acontecimentos, e buscar respeitar todas as mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 12:25:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Beatriz Santana Santos ITE21</title>
         <author>anabeasantana27</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2109627216</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" retrata um assunto muito importante e necessário. Até hoje vemos mulheres sendo oprimidas e silenciadas apenas por serem mulheres! O espetáculo trata justamente sobre isso, mostrando de uma forma artística com músicas, encenações e poesias, a luta diária que muitas mulheres passam.&nbsp;<br>Mesmo com diversas conquistas nos tempos atuais, ainda existe um grande machismo na sociedade e ainda vemos muitos casos de feminicídio, então é um assunto importante a ser tratado.&nbsp;<br>No espetáculo vemos a mulher que foi sufocada em sua própria casa e nada foi feito por ela e infelizmente essa é a realidade de muitas aqui fora, onde são silenciadas e ainda retratadas como mentirosas. Um bom exemplo é o da "Mariana Ferrer", que foi dopada e abusada sexualmente e após ficar a um bom tempo buscando por justiça, o abusador foi totalmente absolvido!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 12:53:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Rian Alves Barreto ITE22: Espetáculo não venha me matar uma história muito triste e uma história muito relevante para todas as mulheres, gostei muito do tema tratado pelas mulheres referente a todos os mulheres que sofreram abusos. E é bom saber que as mulheres estão sempre em luta pelo seu lugar na sociedade e pelos seus direitos.As expressões em forma de poema e rima colaboram muito com o tema e com a vivência das mulheres na sociedade demostrando também que estão presentes na cultura.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110270352</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 17:54:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>tharcisiokaua85773</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110468148</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venham me matar" mostra situação de varias mulheres que sofrem qualquer tipo de agressão só por serem mulheres e geralmente isso ocorre quando uma mulher impõe a sua opinião e tentam silenciar ela, principalmente quando quando um mulher usa uma roupa um pouco mais curta ai vem alguns homens acham que é convite para assedia-la e no espetáculo isso é retratado através da musica, relatos e em poemas   </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 19:54:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>matheuscsoledade123</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110586669</link>
         <description><![CDATA[<div>A apresentação do espetáculo "Não venham me matar" mostra a situação de mulheres que sofrem diversas agressões por serem quem são. A apresentação foi muito boa, infelizmente muitas mulheres sofre essas agressões quando tentam se impor em algo, o espetáculo foi apresentado de uma forma fácil pois o tema foi abordado por vídeos, musica, relatos e poemas. Gostei muito de assistir, pois pude ver o lado dessas mulheres e suas lutas diárias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 21:33:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Beatriz Sant&#39;anna Gustavo Santos ITE22 </title>
         <author>20201ite0046</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110587428</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" permitiu, através de relatos, poemas, crônicas e etc..., que nós conhecêssemos mais sobre a luta das mulheres pela igualdade. Lutas as quais travamos até hoje. O que chamou mais a minha atenção foi&nbsp; a poesia da Helenna Castro, "Mulher", que retrata o perigo que é ser mulher hoje em dia (sempre foi). Também fiquei encantada com as músicas da Natigrê, que falam sobre a injustiça que as pessoas que moram nas periferias sofrem, ainda mais se forem mulheres. Também foi interessante escutar as crônicas da Helenna porque ela nos mostra através de situações do cotidiano, o machismo estrutural que compõe nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 21:34:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>thaislagabrielle11</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110621912</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "não venha me matar" traz vários assunto importantes a ser discutido hoje em dia, mostrando a lutas que as mulheres passam no dia a dia, mostra uma realidade que sempre a vítima sai como culpa quando acontecer algo a primeira perguntar é "como você estava vestida?", enquanto os homens só ouve e já acreditam no que falam e só liberaram e mais nada a maioria tem todas as provas mais preferem só fecha os olhos e fingi que tá tudo bem.&nbsp;<br>E o espetáculo traz isso em formas de relatos, peças, poemas etc.<br>É bastante interesante a live e faz perceber coisas que mulher passam no nosso dia a dia e para refletir sobre isso</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:11:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Stephanie Silva ITE21 </title>
         <author>tetesilvasantana17</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110638992</link>
         <description><![CDATA[<div>No espetáculo "Não venha me matar " é retratado um assunto muito pertinente na nossa sociedade atual. Infelizmente vemos os&nbsp; casos de&nbsp; feminicídio&nbsp; aumentando a cada dia que passa , diariamente milhares de mulheres sendo mortas por simplesmente quererem viver a vida livre e fora dos padrões que são impostos pela sociedade. Elas lutam a cada dia para conquistar o seu espaço , serem ouvidas e manter a sua voz ativa para que não sejam mais silenciadas. O espetáculo aborda esse fato por meio de poemas , músicas e encenações que nos fazemos refletir sobre esses problemas que várias mulheres enfrentam no seu dia a dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:31:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alberto Pacheco ITE22</title>
         <author>20191ite0044</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110729224</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;espetáculo "não venha me matar", vem par mostrar o ponto de vista de diversas mulheres que seguem os padrões de inferiores impostos pela nossa sociedade que é culturalmente patriarcal, além de também trazer a tona todos os tipo de abusos e violências que elas sofrem por homens por serem vistas como inferiores e também não humanas pela nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 00:11:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anna Clara Lima ITE22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2110863705</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo "Não venha me matar" produzido por mulheres fala como tema principal o feminicídio, e também fala sobre como as mulheres de periferia sofrem. Esses assuntos são apresentando com músicas,&nbsp; poemas, relatos de convidadas&nbsp; de momentos do cotidianos e bate papo entre elas.<br>O documentário fala sobre o que as mulheres infelizmente sofre no dia a dia. Mostrar as pessoas que não enxerga ou simplesmente ignora a realidade. Mulheres que foram violentada, por exemplo, sempre é culpada inventando que é por causa da roupa que está&nbsp; usando e pela maquiagem. E as pessoas que não querem ver tem que entender que nos mulheres não temos culpa de ser violada, assédiada e muito menos ouvir que não temos capacidade por sermos mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 01:33:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Franklin Nascimento Santana</title>
         <author>nascimentofranklinsantana</author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2112572690</link>
         <description><![CDATA[<div>O espetáculo '' não venha me matar '' nos mostra a realidade das mulheres , onde elas são assassinadas ou violentadas somente por serem mulheres.&nbsp; O espetáculo através de relatos também nos mostra o que essas mulheres estão fazendo para tentar melhorar essa situação vivida por elas, e para tentar conseguir uma maior igualdade.&nbsp; Fazendo nós pararmos e refletirmos sobre tal assunto, passando a pensar que esse problema por mais aparente que seja , não é resolvido pois essa violência sofrida pelas mulheres é uma tentativa da sociedade machista de calar as mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 19:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Thaciana Arruda ITE22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2112625040</link>
         <description><![CDATA[<div>Os textos e o espetáculo fala sobre a violência contra mulher e como essa violência não tem a justiça necessária , o espetáculo em&nbsp; especial conta histórias de mulheres que quase teve sua vida arrancada por nada e como a justiça foi falha deixa claro também que mulheres unidas tem força tem voz .<br>Achei bastante interessante a forma que o assunto foi abordado bastantes músicas poesias , que fez com que desse pra sentir o ar de desespero contra essa violência e como a luta continua sendo intensa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 20:44:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andressa Santos Silva ITE22 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Achei bem interessante o espetáculo, nele tratou o que as mulheres passa em seu dia a dia, que é agressão, estrupo, feminicidio, abuso,etc. Não é de hoje que a violência contra a mulher é tema de debates na sociedade brasileira, e fala o quanto é absurdo o número de vítimas),é de total impotência mediante todos os tipos de violência contra a mulher, seja física, psicológica ou sexual.Porque, por mais que se fale sobre o assunto, não há preocupação da maior parte da sociedade em evitar que mulheres possam parar de serem violentadas.&nbsp;<br>O número alarmante de casos de violência contra a mulher não devem ser tratado como mero fenômeno social e, sim, como resultado do machismo cotidiano que submete meninos e meninas, desde seu nascimento, a uma socialização perversa e desigual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 22:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Giselle Ayala - ITE 22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O espetáculo é filantrópico, nos faz observar e refletir sobre a triste e infeliz realidade das mulheres que sofrem em uma sociedade machista desde os&nbsp; primórdios, sempre sexualizadas, menosprezadas, e muitas em situações precárias. Ao assistir conseguimos ver o grande desfavorecimento em relação a mulheres, o quanto o fardo para sobreviver é pesado, apesar de muitos tabus quebrados nunca obtiveram segurança e confiança nem se quer para andar na rua.&nbsp; É perceptível que a cada passo que um homem dar para conquistar algo, a mulher tem que correr dois com a mesma finalidade. É de suma importância espetáculos e discursos&nbsp; como esse, com vozes de mulheres para conscientizar, informar e dar voz à outras, quando uma mulher ganha um luta, todas as outras ganham juntas. O espetáculo serviu para compartilhar realidades distintas, com lutas similares.<br>O espetáculo é filantrópico, nos faz observar e refletir sobre a triste e infeliz realidade das mulheres que sofrem em uma sociedade machista desde os&nbsp; primórdios, sempre sexualizadas, menosprezadas, e muitas em situações precárias. Ao assistir conseguimos ver o grande desfavorecimento em relação a mulheres, o quanto o fardo para sobreviver é pesado, apesar de muitos tabus quebrados nunca obtiveram segurança e confiança nem se quer para andar na rua.&nbsp; É perceptível que a cada passo que um homem dar para conquistar algo, a mulher tem que correr dois com a mesma finalidade. É de suma importância espetáculos e discursos&nbsp; como esse, com vozes de mulheres para conscientizar, informar e dar voz à outras, quando uma mulher ganha um luta, todas as outras ganham juntas. O espetáculo serviu para compartilhar realidades distintas, com lutas similares.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:30:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nevesg377</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atrávés de diversas artes, como poesias, crônicas, contos, teatro etc., o espetáculo "Não Venham Me Matar" transmitiu de forma clara e objetiva um dos maiores problemas enfrentados pela nossa sociedade, que é o feminicídio, desse modo fazendo o espectador refletir sobre isso, que vem sendo um desafio imenso principalmente nas periferias e que causa medo e sentimento de culpa por parte das mulheres, esse espetáculo além de nos mostrar esse crime, ensinou que as mulheres não devem ter esse medo e nem esse sentimento de culpa e que devem ser fortes para enfrentarem.&nbsp;<br>As artes em si foram muito educativas e apaixonantes para quem assistia, mas as crônicas de Hellena foi a que mais me deixou perplexo, um evento como esse deveria ser visto por muito mais pessoas e eu fiquei imaginando como seria esse show em um teatro, eu enlouqueceria com certeza</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 02:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Jorge Santos Silva Santos ITE22 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ninckgdm/hpk7922iu1hnj75d/wish/2115054711</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto e o espetáculo trazem informações sobre a luta das mulheres contra a violência e as injustiças sofridas ao longo dos anos, e como essa luta e perseverança influencia a geração atual do país e de outras nações, onde varias vezes é citado a admiração das mulheres estrangeiras sobre a força das brasileiras.&nbsp;<br>O texto e o espetáculo também mostra como o machismo está presente constantemente em nosso país, onde diariamente as mulheres sofrem fisicamente, financeiramente e psicologicamente por simplesmente serem mulheres. Diversas vezes e relatado como isso ocorre onde a principal discriminação é no ambiente de trabalho onde as mulheres recebem menos que os homens para fazer o mesmo trabalho, e também em suas próprias casas sofrendo violência de seus maridos ou familiares.&nbsp;<br>O movimento feminista luta justamente para impedir que issas violências ocorram, denunciando, conscientizando, fornecendo proteção e&nbsp;buscando cada vez mais, cargos mais altos no governo para melhorar as leis que muitas vezes acabam não ajudando as mulheres. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 19:24:15 UTC</pubDate>
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