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      <title>Mural Interativo: &quot;Minha vida é uma fanfic&quot; by Emanuela Xavier</title>
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      <description>Uma abordagem colaborativa para a aprendizagem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-29 18:03:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-07 22:56:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ENTRE DESTINOS CRUZADOS </title>
         <author>marianamartins25647</author>
         <link>https://padlet.com/emanuelaportt/hop14l0k68p9bux8/wish/2914890835</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No pacato vilarejo de Littletown, os destinos de dois jovens, Ussop e Kaya, se entrelaçam de maneira inesperada. Ussop, um rapaz sonhador e inventivo, trabalha como artesão, enquanto Kaya, uma moça gentil e determinada, estuda medicina na cidade próxima. Suas vidas parecem seguir rumos distintos, até que uma série de eventos os aproximam.   </strong></p><p><br/></p><p>                           <em>Encontro Casual </em></p><p><em>                                       1    </em></p><p><br/></p><p><em>Ussop e Kaya se conhecem em uma feira local, onde Ussop exibe suas criações artesanais. A energia vibrante e alegre de Ussop cativa Kaya, que se sente intrigada pela criatividade e determinação do rapaz.</em></p><p><br/></p><p>                       <em>Conexão Inesperada   </em></p><p><em>                                       2</em></p><p><br/></p><p><em>Apesar das diferenças em suas vidas e aspirações, Ussop e Kaya descobrem uma conexão especial à medida que passam mais tempo juntos. Compartilham histórias, sonhos e experiências, encontrando conforto e compreensão um no outro.</em></p><p><br/></p><p>                     <em>Desafios e Obstáculos</em></p><p><em>                                      3</em></p><p><br/></p><p><em>No entanto, o destino não facilita o caminho para o amor. Conflitos familiares, responsabilidades e expectativas sociais ameaçam separar Ussop e Kaya. Ambos enfrentam dilemas internos sobre seguir seus próprios desejos ou ceder às pressões externas.</em></p><var>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </var><p><br/></p><p>        <em>Provações e Superando Adversidades</em></p><p><em>                                      4</em></p><p><br/></p><p><em>Juntos, Ussop e Kaya enfrentam os desafios que surgem em seus caminhos. Eles se apoiam mutuamente, encontrando força no amor que compartilham. Por meio de lutas e sacrifícios, sua determinação de ficar juntos se fortalece.</em></p><p><br/></p><p>                          <em>Triunfo do Amor</em></p><p><em>                                      5 </em></p><p><br/></p><p><em>No clímax da história, Ussop e Kaya confrontam suas maiores adversidades e tomam uma decisão corajosa: escolher o amor um pelo outro, independentemente das consequências. Em um gesto de coragem e devoção, eles desafiam as convenções sociais e seguem seus corações.</em></p><p><br/></p><p>                  <em>Sob o luar de Syrup Village </em></p><p><em>                                     6</em></p><p><br/></p><p><em>No tranquilo vilarejo de Syrup, Ussop e Kaya se encontravam mais uma vez, sob o brilho prateado da lua. Sentados à beira do penhasco, as ondas suaves do mar proporcionavam uma trilha sonora serena para a sua conversa.</em></p><p><br/></p><p>- Ussop: A lua hoje está especialmente bela, não acha, Kaya?</p><p><br/></p><p>- Kaya: Sim, Ussop. É como se ela estivesse sorrindo para nós, iluminando nosso caminho.</p><p><br/></p><p>- Ussop: Assim como você sempre ilumina os meus dias, Kaya. Sua presença traz uma luz única para a minha vida.</p><p><br/></p><p><em>Kaya sorri timidamente, sentindo seu coração acelerar com as palavras de Ussop.</em></p><p><br/></p><p>- Kaya: Você sempre tem uma maneira tão encantadora de me fazer sentir especial, Ussop. Eu me sinto verdadeiramente abençoada por tê-lo ao meu lado.</p><p><br/></p><p>- Ussop: E eu me sinto o homem mais sortudo do mundo por ter você, Kaya. Se ao menos pudéssemos congelar este momento no tempo...</p><p><br/></p><p>- Kaya: Mesmo que o tempo passe, Ussop, nosso amor só crescerá. Nada pode nos separar enquanto nossos corações estiverem unidos.</p><p><br/></p><p><em>Ussop envolve os braços ao redor de Kaya, puxando-a gentilmente para mais perto enquanto eles contemplam juntos o espetáculo celestial acima deles. Sob o luar de Syrup Village, seus corações batem em uníssono, testemunhando o eterno amor que compartilham.</em></p><p><br/></p><p>                        <em>Flores de Esperança</em></p><p><em>                                        7</em></p><p><br/></p><p><em>Ussop: observando as flores no jardim... </em></p><p>- Kaya, você sabia que cada uma dessas flores tem seu próprio significado?</p><p><br/></p><p>- Kaya: sorrindo Sério? Conte-me mais, Ussop.</p><p><br/></p><p>- Ussop: Sim! Por exemplo, essa rosa branca simboliza pureza e inocência. Como você.</p><p><br/></p><p><em>Kaya: corando levemente ...</em></p><p>- Você sempre sabe o que dizer para me deixar sem palavras.</p><p><br/></p><p><em>Ussop: pegando uma flor e oferecendo-a a ela...</em></p><p>- Então, essa é para você. Uma rosa branca, como sua pureza e beleza.</p><p><br/></p><p><em>Kaya: recebendo a flor com um sorriso radiante...</em></p><p>- Obrigada, Ussop. É tão linda quanto suas palavras.</p><p><br/></p><p><em>Ussop: tímido...</em> </p><p>- Eu só quero que você saiba o quanto você significa para mim, Kaya. Desde o momento em que nos conhecemos, minha vida ganhou cor e significado.</p><p><br/></p><p><em>Kaya: tocando gentilmente o rosto dele...</em></p><p>- E você significa o mundo para mim, Ussop. Cada momento ao seu lado é como um sonho realizado.</p><p><br/></p><p><em>Ussop: segurando a mão dela com carinho...</em></p><p>- Então, vamos juntos criar mais momentos assim, cheios de amor e esperança, como estas flores em nosso jardim.</p><p><br/></p><p><em>Kaya: olhando nos olhos dele...</em></p><p>- Sim, Ussop. Para sempre juntos, enfrentando qualquer desafio que a vida nos apresentar.</p><p><br/></p><p><em>E assim, entre sorrisos e flores, Ussop e Kaya selaram seu amor, prometendo um futuro cheio de amor e esperança.</em></p><p><br/></p><p>                      <em>Laços Inquebráveis</em></p><p><em>                                     8 </em></p><p><br/></p><p><em>O sol começava a se pôr sobre a pequena vila de Syrup quando Usopp e Kaya se encontraram novamente. O vento suave balançava as folhas das árvores, criando uma atmosfera serena e romântica.</em></p><p><br/></p><p><em>Usopp segurava sua bazuca de brinquedo enquanto Kaya lia um livro de contos em um banco perto do riacho. Seus olhares se encontraram, e um sorriso tímido surgiu nos lábios de ambos.</em></p><p><br/></p><p>- Olá, Kaya, Usopp disse, aproximando-se dela.</p><p><br/></p><p>- Oi, Usopp, Kaya respondeu, fechando seu livro e olhando para ele com ternura.</p><p><br/></p><p><em>Eles se sentaram juntos no banco, desfrutando da companhia um do outro enquanto o crepúsculo se transformava em noite. Usopp falava animadamente sobre suas aventuras recentes e Kaya ouvia atentamente, encantada com suas histórias.</em></p><p><br/></p><p><em>À medida que a noite avançava, Usopp pegou a mão de Kaya suavemente na sua, enviando uma corrente de eletricidade através deles. Seus corações batiam em uníssono, e eles sabiam que estavam destinados a ficar juntos.</em></p><p><br/></p><p>- Kaya, há algo que eu preciso te dizer, Usopp começou, olhando profundamente nos olhos dela.</p><p><br/></p><p>O coração de Kaya acelerou com antecipação. Ela sabia que o que ele ia dizer era importante.</p><p><br/></p><p>- Eu... Eu te amo, Kaya. Desde que nos encontramos, meu coração sempre pertenceu a você, Usopp declarou, sua voz cheia de emoção.</p><p><br/></p><p><em>As lágrimas brilharam nos olhos de Kaya enquanto ela ouvia as palavras dele. Ela nunca tinha se sentido tão feliz e completa.</em></p><p><br/></p><p>- Eu também te amo, Usopp. Você sempre foi a luz da minha vida, Kaya respondeu, sua voz embargada pela emoção.</p><p><br/></p><p><em>Eles se aproximaram lentamente um do outro, seus lábios se encontrando em um beijo doce e apaixonado. Naquele momento, o mundo inteiro parecia desaparecer, deixando apenas Usopp e Kaya, unidos pelo amor e pela promessa de um futuro juntos.</em></p><p><br/></p><p>                        <em>&gt;   Capítulo Final  &lt;</em></p><p><br/></p><p><em>                      Em Busca da Felicidade</em></p><p><em>                                        9</em></p><p><br/></p><p><em>Kaya observou a paisagem marítima enquanto o vento balançava seus cabelos dourados. Ela estava no convés do Thousand Sunny, navegando rumo ao desconhecido ao lado de seu amado Ussop. O sol se pôs no horizonte, tingindo o céu de tons de laranja e rosa, enquanto as estrelas começavam a pontilhar o firmamento.</em></p><p><br/></p><p>- Ussop se aproximou, envolvendo-a em seus braços fortes e seguros. Você está pensando no futuro, amor?</p><p><br/></p><p>Ela assentiu, um sorriso brilhando em seus lábios. </p><p>- Sim, Ussop. Estou pensando em todas as aventuras que teremos juntos, em cada novo amanhecer e pôr do sol que testemunharemos lado a lado."</p><p><br/></p><p>Ele sorriu, beijando-a suavemente na testa. </p><p>- Eu não poderia pedir por uma companheira melhor nesta jornada. Estaremos sempre um ao lado do outro, enfrentando os desafios que o mundo nos apresentar.</p><p><br/></p><p><em>Juntos, eles olharam para o horizonte, onde o futuro se estendia diante deles como um vasto oceano cheio de promessas e possibilidades. Com seus corações unidos em amor e coragem, Ussop e Kaya partiram em sua busca pela felicidade, prontos para enfrentar qualquer obstáculo que a vida colocasse em seu caminho. E assim, sua história de amor continuou a florescer, celebrada em cada momento compartilhado e cada desafio superado, enquanto eles navegavam para o horizonte, juntos para sempre.</em></p><p><br/></p><p><em>             </em></p><p><br/></p><p>                                     Fim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 03:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Minha história de amor com o chorão (Graziela Gonçalves)</title>
         <author>amandabvpeixoto2018</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos ícones do rock nacional Alexandre Magno Abrão, o Chorão conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a sua história de amor com Graziela Gonçalves. Ela lhe mostra ser o seu refúgio e ponto de paz. Chorão era um homem um pouco difícil de lidar até porque quase sempre desaparecia por um tempo para fugir da realidade pelo fato de ser um cantor famoso. Graziela sempre muito preocupada, tentava o máximo ajudar Chorão. </p><p>  Um dos pontos negativos dele era sempre querer a atenção dela apenas para ele, justamente por ser inseguro e pensar que ela ficaria de gracinha com alguém fácil. Além de Chorão tê-la Grazi como sócia da banda, não queria que tivesse um outro emprego ou seu próprio negócio. O maior sonho da vida dela era trabalhar com moda ou ter sua própria empresa, e por ela sempre ter sido tão persistente, acabou fazendo a cabeça de Chorão e conquistou um dos seus sonhos de criança. Por mais que Chorão fosse difícil ele era bastante atencioso e carinhoso. O relacionamento deles andava dificultoso, os “haters” estavam tomando conta de todo o psicológico de Chorão, fazendo com que ele descontasse todo ódio e tristeza em Grazi, mas o que ninguém sabia é que ele se feria mais ainda ao machucar ela com palavras, sua salvação acabava sendo a cocaína, era o seu vício passado, porém voltou a ser seu rotineiro outra vez. A alegria que muitos viam em Chorão era momentânea, Graziela era a única que tentava lidar com todo aquele conflito, querendo ou não Chorão tinha depressão e fugia de tratamentos. O momento mais assustador da vida de Graziela foi ver o Chorão cada vez mais distante pela cocaína e por querer desistir de toda a sua carreira, deixando membros da banda sozinhos  que eram também, seus amigos. </p><p>  Graziela sempre foi um ponto positivo na vida de Chorão, onde fazia ele se sentir vivo, nunca ouve tristeza que lhe fizesse desistir de algo, sempre foi muito persistente. Assim como Chorão, ela havia ficado debilitada após ter perdido um bebê e por ver que Chorão teria voltado a usar a cocaína, ela estava entrando em uma depressão, nada lhe fazia sair de casa, nem se quer sua família que era bastante ligada a ela. Em um dia conflituoso Chorão pede um tempo para Grazi , onde ela acaba se  aprofundando mais ainda na depressão. Chorão saia mais uma vez pelo mundo e dessa vez sem Grazi, fazendo “ shows “ com novas letras que mostrava para o público o que ele estava passando e principalmente, o que ele sentia por Graziela. Às  5 da manhã o hospital liga para Graziela, Chorão tinha passado mal e quase chega a falecer pelo uso excessivo da cocaína. Graziela corre para o hospital e pede para que só liberem ele assim que ele fizesse um tratamento e concluísse todas as sessões, só assim ele voltaria ao consciente. </p><p>  Com o passar do tempo Chorão sai dos tratamentos para ver Graziela e acaba levando surpresas boas e outras não, pois ele ainda poderia voltar ao uso da cocaína por mais que estivesse curado. A promessa feita para Graziela foi não usar mais a cocaína e abandonar a banda, pois por mais que a banda lhe fizesse bem, também lhe feria muito, interferindo na sua saúde mental, e o que ele mais queria era estar livre e em um relacionamento saudável. As cartas deixadas na mesa ao acordar voltaram a ser feitas por chorão outra vez, ele falava “ Gra, espero que você tenha acordado melhor, e que hoje você tenha um dia maravilhoso.”</p><p>  As viagens começaram a ser feitas, Graziela e Chorão voltaram a ter a mesma história de amor que tiveram na adolescência, as músicas compostas por ele não havia em memórias, ele continuava cantando, não em shows, mas sim olhando para o grande amor da sua vida.</p><p><br></p><p>Amanda Barbalho 3A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 19:22:25 UTC</pubDate>
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         <title>Alarme do amor</title>
         <author>glendharaquel31</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Capítulo 1:</p><p><br/></p><p>Era mais um dia comum na vida de Yuna. Ela acordou, se arrumou para a escola e pegou o ônibus. Enquanto esperava, viu as pessoas ao seu redor mexendo em seus celulares. O motivo? O aplicativo Love Alarm. Todos estavam ansiosos para ver se alguém havia manifestado interesse neles.</p><p>Yuna sempre foi cética em relação ao amor e ao aplicativo, mas algo mudou naquele dia. Enquanto estava na escola, seu Love Alarm disparou de repente. Ela olhou ao redor, surpresa, tentando identificar quem poderia ter manifestado interesse nela.</p><p>Ao final do dia, Yuna decidiu seguir as instruções do aplicativo e descobrir quem estava por trás daquele alarme de amor.</p><p><br/></p><p>Capítulo 2:</p><p><br/></p><p>Decidida a descobrir quem estava por trás do alarme do amor, Yuna começou a prestar mais atenção às pessoas ao seu redor. Ela observava atentamente as reações de seus colegas de classe, tentando identificar quem poderia ter sido o responsável pelo súbito interesse em sua direção.</p><p>Enquanto isso, seu coração batia mais forte a cada vez que seu Love Alarm disparava. A sensação de ser notada e desejada mexia com suas emoções de uma forma que ela nunca havia experimentado antes.</p><p>Finalmente, após alguns dias de investigando Yuna percebeu que um de seus colegas Junho, agia de maneira um pouco diferente quando estava perto dela. Seria ele o responsável pelo alarme do amor?</p><p>Intrigada e um pouco nervosa, Yuna decidiu tomar coragem e confrontar Junho sobre o assunto. Será que ele seria capaz de revelar a verdade por trás do misterioso alarme do amor?</p><p><br/></p><p>Capítulo 3:</p><p><br/></p><p>Com o coração acelerado, Yuna decidiu abordar Junho após a aula. Ela o chamou para conversar em particular e, com um misto de ansiedade e curiosidade, perguntou se ele era o responsável pelo alarme do amor em seu aplicativo.</p><p>Junho ficou surpreso com a pergunta, mas logo um sorriso tímido se formou em seus lábios. Ele admitiu que sim, era ele quem havia manifestado interesse em Yuna através do Love Alarm.</p><p>Aquela revelação deixou Yuna sem palavras. Ela nunca imaginou que alguém como Junho poderia estar interessado nela. Os dois ficaram ali, trocando olhares cheios de significado, até que Junho finalmente tomou coragem e segurou a mão de Yuna.</p><p>A partir daquele momento, uma nova história de amor começava a se desenrolar entre Yuna e Junho. O alarme do amor havia unido seus corações de uma forma inesperada e especial.</p><p>E assim, entre sorrisos nervosos e olhares apaixonados, Yuna e Junho embarcaram juntos em uma jornada de descobertas, emoções e romance.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 19:28:32 UTC</pubDate>
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         <title>Casal: Bellark- bellamy e clarke</title>
         <author>ac2307085</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Após Clark ser obrigada a matar Bellamy, a vida dela mudou completamente, não tinha mais família, nem amigos ou uma casa para chamar de sua, se passou 2 meses e aconteceu algo inexplicável.</p><p>  Abriu-se um portal diante o mar e Bellamy saiu direcionado a falar com Clark.</p><p>  -Ela ficou pasma e veio um turbilhão de pensamentos na sua cabeça.</p><p>Bellamy simplesmente abraçou-a e sorriu.</p><p>Depois de Bellamy falar com seus amigos, chamou Clark para conversa.</p><p>  -Clark perguntou se ele lembrava de algum coisa.</p><p>Bellamy- não lembro o que aconteceu antes, apenas de ter descido da arca e ter encontrado um paraíso, cheio de pássaros, uma paisagem linda, era tudo diferente do que eu imaginava, não passava na minha cabeça que o mundo era tão lindo e você estava nele. Não sei se foi uma ilusão...parecia tão real. Acho que passei em média de um ano lá, não dava pra saber quanto tempo se passava...</p><p>  Nos primeiros dias, não nos falamos muito, vc estava com o Fin e parecia feliz, não queria me intrometer...fiquei com minha irmã Octávia ela tava mais feliz, não sei descrever, ficamos bem próximos igual éramos antes de tudo conversamos muito sobre nossos pais, e assim foi se passando os dias.</p><p>Bellamy- Passou-se uns 3 meses e vocês não estavam mais juntos, criei coragem e fui conversar com você, e finalmente me declarei... Eu gosto de você desde o momento que te vi, quando te encontrei na arca, encontrei um motivo pra tentar viver aqui na terra , mesmo sem saber vc me fez querer viver novamente, já estava sem forças e depois que descobrir que iria pra uma missão e que lá eu poderia morrer meu mundo desabou,  você veio falar comigo e percebi que você era tudo que eu imaginava, Você conquistou meu coração antes mesmo de tentar e desde então ele é completamente seu Clark.</p><p><br/></p><p>  E você respondeu que sentia o mesmo só que tentou esconder, porque estava em outro relacionamento.</p><p>  Passou um tempo, daí teve um momento que veio o flashbacks... Você estava chorando e dizendo que não queria ter feito isso... você atirou em mim Clark, você me matou e foi comigo todo o meu amor...</p><p>Clark- eu não queria te machucar😭😭 mas não tive escolha, não tem um dia se quer que eu não pense em tudo que aconteceu naquele lugar, o motivo de tudo ter acontecido foi por ter matado minha filha...</p><p>...UM BARULHO VEIO DA PORTA</p><p>TOC TOC...</p><p>  Clark acordou e percebeu que tudo era apenas um sonho e q bellamy não tinha voltado e que nunca voltaria... Octávia jurou que iria vingar a morte do irmão. Clark viveu o resto da sua vida se sentindo culpada por tudo</p><p> que aconteceu e nunca teve a chance de ter pedido perdão.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>                             Fim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 19:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Outra chance </title>
         <author>iaracallynelopes</author>
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         <description><![CDATA[<p>               BRUNA MARQUEZINE</p><p><br/></p><p> Bruna Marquezine é uma bela jovem e uma ótima atriz, ela começou sua carreira muito nova e com apenas sete anos interpretou a personagem Salete na telenovela "Mulheres Apaixonadas", mas ficou mais conhecida e explodiu na mundo da internet em 2012, quando interpretou nossa queridinha Lurdinha em salve jorge, após isso ela atuo e fez muitos trabalhos tanto nacionais como internacionais.</p><p><br/></p><p>                  NEYMAR JR </p><p><br/></p><p>Neymar Junior é um jogador de futebol que sempre lutou para chegar onde está. Neymar se destacou em 2009 no Santos, onde começou toda sua fama e se tornou esse jogador de hoje em dia. Ele se tornou uma figura tanto no futebol nacional e internacional , sua fama cresceu rapidamente, graças ao seu talento inexplicável.</p><p><br/></p><p>             BRUNA E NEYMAR.</p><p><br/></p><p> Sob a fama e a atenção constante da mídia, Bruna Marquezine e Neymar viviam uma vida repleta de desafios e conquistas. Ambos mergulhados em suas carreiras de sucesso, Bruna fazendo sua novela salve Jorge e Neymar jogando. Bruna em mais um dia normal gravando no cet, interpretando Lurdinha, entra o querido jogador e eles acabam tendo varias trocas de olhares, cheios de chamas. Após toda a gravação do dia acabar, Bruna vai para casa e quando chega tem uma notificação especial em seu celular, onde Neymar tinha a seguido e mandado mensagem. Bruna demora um pouco para responder já que estava raciocinando tudo que tinha e estava acontecendo, mas logo quando responde, a conversa se desenvolve bem e eles marcam de se encontrar em um restaurante.</p><p>Bruna, a talentosa atriz, e Neymar, o renomado jogador de futebol, marcaram de se encontrar e após uma semana de muita conversa, chegou o tão esperado encontro. Bruna começou logo cedo a se produzir, apesar de está super nervosa. Neymar, também começou a se arrumar, um pouco mais tarde, mas estava com o mesmo nervosismo. Após horas se arrumando e se preparando, Neymar vai buscar Bruna em sua casa, para conseguirem ir ao restaurante, mas o que eles não esperavam era que essa conexão inexplicável iria se instalar no meio dos dois e após muita risada, conversa, eles decidem ir embora. Bruna chega a sua casa animada e sentindo algo diferente, talvez borboletas no estômago? mas ela logo se entristeceu, pois pensava que o jogador não iria sentir o mesmo por ela. Mas o que ela menos espera, era que o jogador estava sentindo o mesmo e iria mandar mensagem novamente, querendo marca de sair, pois gostou muito dela e do seu jeito.</p><p>Bruna ficou animada pelo fato dele ter a chamado para sair novamente e Neymar ficou animado pelo fato dela ter aceitado. Então, os dois saíram novamente e enquanto Neymar encantava Bruna com suas histórias de conquistas nos campos, ela compartilhava suas experiências no universo da atuação. Nesse momento eles descobriram que tinha uma conexão de outro mundo e que deveriam tentar algo sério.</p><p>No entanto, o relacionamento dos dois era incrível, os fãs amavam e eram considerado o melhor casal, mas brigas, mentiras e atitudes do passado trouxe consigo a sombra da intriga. Rumores e especulações sobre o casal começou a sair e isso afetou imensamente o relacionamento tão querido deles, mas apesar de tudo eles colocavam seus sentimentos como prioridade e tomaram a decisão de terminar e seguir em frente como amigos, o que acabou não acontecendo e não dando certo. Os dois terminaram e voltaram, não sei quantas vezes. Até que um dia, Bruna tomou uma atitude e terminou totalmente, depois disso não teve volta e passou anos sem notícias dos dois, pararam de se seguir e os fãs tiveram que aceitar que o "melhor" relacionamento teria acabado.</p><p>Porém em 2018 o ex casal se reencontraram em uma social dos amigos que eles tinham em comum.  Bruna e Neymar passaram a festa toda se olhando, mas não se falaram muito, apenas se cumprimentaram. Mas no meio da festa Neymar chamou Bruna para uma conversa e eles resolveram as intrigas do passado e decidiram tentar ser amigos novamente.  Mas o que eles não esperavam era que essa amizade não iria durar nem uma semana, após uma semana conversando, tendo leves recaídas, eles decidiram  ter uma conversa séria sobre o que eles tinham, então, tomaram a decisão de enfrentar as adversidades de frente, fortalecendo sua relação com base na comunicação e confiança. Juntos, enfrentaram as mentiras e intrigas, escolhendo proteger sua história de amor contra os ventos da especulação. E com isso, eles estão juntos até o dia de hoje, ainda são o "melhor" e mais "amado" casal, Neymar continua a jogar como nunca e Bruna com sua carreira brilhante. Os dois de uniram como nunca e estão vivendo um relacionamento saudável e cheio de amor, sem intrigas e principalmente sem términos. </p><p><br/></p><p>Iara Callyne 3 A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 23:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Te Buscarei Onde Estiver </title>
         <author>lopesyandra294</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Em mais uma manhã comum, Antonella escuta seu despertador tocar para mais um dia de aula "normal", prontamente se arrumou, desceu para tomar seu café e encontrou sua mãe já de saída para o trabalho, após cumprimentar ela, antonella toma seu café e sai a caminho da escola.<br> Chegando lá a primeira aula do dia seria educação física, então antonella junto dos seus dois melhores amigos, seguem juntos com a turma para o campo, o que ela não esperava era encontrar o garoto pelo qual estava começando a sentir algo. <br><br>Do outro lado, um jovem talentoso e apaixonado por futebol, estava concentrado no treino. Seus olhos brilhavam ao perseguir a bola, sonhando com um futuro nos campos profissionais. De longe ele viu a menina que por algum motivo não saia dos seus pensamentos. Messi era conhecido por seu espírito brincalhão e senso de humor contagiante. Sempre pronto para uma piada, ele conquistava a simpatia de todos ao seu redor. Por outro lado, Antonella, com sua postura mais séria e concentrada, achava o jeito dele amostrado demais, Suas personalidades diferentes criavam faíscas e mal-entendidos entre eles, mas o destino tinha outros planos e decidiu uni-los em um trabalho em dupla. Inicialmente, Antonella ficava um tanto intrigada com as brincadeiras constantes de Messi, mas ao longo do tempo, começou a perceber que, por trás da fachada divertida, havia um coração generoso e uma alma vibrante, <br><br>Aos poucos, as diferenças que antes os afastavam começaram a se transformar em uma conexão inesperada. O romance floresceu entre risadas, brincadeiras e implicâncias, mas a felicidade dos dois despertou a inveja de alguns colegas. Intrigas e mentiras começaram a ser semeadas, ameaçando o que eles construíam com tanto cuidado. Apesar de tantos boatos, viram que juntos eles conseguiriam passar por qualquer coisas, pois eles acreditavam um no outro e deixariam que mentira nenhuma separa-se o que tinham construído. <br><br>Só que o destino tinha outros planos. O sonho de Messi de se tornar um jogador profissional chamava por ele, e a distância se tornou inevitável. Mesmo com promessas de amor eterno, a pressão do mundo exterior os forçou a tomar caminhos diferentes. O campo de futebol, onde tantas risadas e momentos especiais foram compartilhados, servia agora como testemunha silenciosa do adeus temporário. Ele olhou nos olhos dela, segurou suas mãos com firmeza e sussurrou palavras de encorajamento, jurando que voltaria para buscá-la, Antonella apesar de triste, compreendia sua paixão, acreditava no seu potencial e o apoiaria de longe, ela segurou as lágrimas e sorriu, incentivando-o a seguir em frente e então ele partiu para seguir seu sonho, enquanto Antonella ficou para focar nos estudos, mas sempre a espera do seu amor. Eles se despedem com lágrimas nos olhos, prometendo que voltará para buscá-la assim que realizar seu sonho.  <br><br>Após alguns anos, ao alcançar o sucesso como jogador. Ele corre em direção a Antonella, como prometeu, que o aguarda no mesmo campo de futebol onde tudo começou. Mostrando a todos que o amor venceu as adversidades.</p><p><br/></p><p>Iandra Milena 3A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 23:55:05 UTC</pubDate>
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         <title>O amor vence tudo</title>
         <author>bsantossdu</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo único</p><p><br></p><p>Toquei a espada, procurando me apoiar. O sangue jorrava manchando a espada e o chão. Sorri.</p><p><br></p><p>- Isso dói menos do que te machucar, é por isto que estou feliz. - Passei a mão em seu cabelo e comecei a perder a força das pernas, agora só via muito pouco por conta dos pontos pretos.</p><p><br></p><p>Cai ao chão com a espada ainda me perfurando, os sons estavam ficando abafados e a visão se turvava cada vez mais.</p><p><br></p><p>A última coisa que ouvi antes da explosão ensurdecedora foi um furioso "AGORA!".</p><p><br></p><p>Luzes e calor me atingiram, mas não reagi, meus movimentos estavam estagnados e pouco a pouco senti a vida se esvair do meu corpo.</p><p><br></p><p>Agora parecia estar flutuando, em um grande mar calmo, meus membros estavam leves e olhos, fechados. Esse sentimento só não foi melhor porque água entrou em minhas narinas e eu me desesperei.</p><p><br></p><p>Pulei para superficie em busca de ar e comecei a me debater. Que irônico um filho de Poseidon se desesperar assim, seria esse meu castigo eterno?</p><p><br></p><p>-Ei. Uma voz familiar disse, enquanto eu tossia a água e esfregava os olhos.</p><p><br></p><p>Olhei para o lado e a mulher da minha vida estava ali, imponente, com seus lindos olhos cinzentos e os cabelos balançando ao vento, contrastando com o cenário de incêndio que só a deixavam mais heróica. Eu olhei para o meu peito e o ferimento havia se fechado, deixando uma grande cicatriz, que ainda doía.</p><p><br></p><p>Não pude evitar o meu sorriso, que fez a expressão heroína de Annabeth se tornar alegre. Eu nadei para ela e nos abraçamos o mais forte que conseguimos.</p><p><br></p><p>Estou surpreso que não tenha surtado depois de ver eu</p><p><br></p><p>naquele estado. - Falei ainda abraçando-a.Eu não surtei?! Assim que saí do transe vim para cá o mais rápido possível, chorei os dez minutos que fiquei aqui, só parando quando seu ferimento dos infernos começou a curar, idiota! - Ela me deu um soco nas costas.</p><p><br></p><p>Ai! - gemi.</p><p><br></p><p>- Por que você não revidou?! Por quê me deixou fazer aquilo?! - Ela fungou. - Se você tivesse morrido, eu nem sei o que faria.</p><p><br></p><p>Não consegui te machucar, isso iria me ferir muito mais que esse corte. Parei de abraçá-la e a olhei, ela me olhava um pouco séria, mais como uma criança emburrada, não pude evitar o sorriso.</p><p><br></p><p>-O que fo...?-Interrompi sua fala com um beijo, colocando toda a saudade, todo o amor e todos os outros sentimentos que sentia.</p><p><br></p><p>Após ficar assim até minha língua começar a doer, um berro furioso nos fez parar.</p><p><br></p><p>EI! OS DOIS POMBINHOS PODEM PARAR DE SE BEIJAR? TALVEZ TENHA UM DEUS QUERENDO DESTRUIR O ACAMPAMENTO AQUI! - Gritou Clarisse, brava.</p><p><br></p><p>Nós seguramos o riso por conta da expressão dela e corremos até onde a batalha fervia.</p><p><br></p><p>Eu não perguntei, mas como saiu do transe? - Falei.</p><p><br></p><p>Graças à Clarisse. - Annabeth indicou com a cabeça.</p><p><br></p><p>Nós bombardeamos o furacão de Chernobyl ali e ele ficou tonto rapidinho. - Clarisse respondeu. - Sem concentração ele não tinha como manter o feitiço, até porque ele estava estranhamente fraco, mesmo sem termos feito mais nada.</p><p><br></p><p>E cadê ele? Clarisse apontou para frente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 17:34:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O amor vence tudo (continuação)</title>
         <author>bsantossdu</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um vento forte empurrou vários semideuses para longe,</p><p><br></p><p>enquanto um raio fazia um esquadrão cair.</p><p><br></p><p>Caos estava na forma de um grande homem negro, com oCaos estava na forma de um grande homem negro, com o terno rasgado e a expressão de puro cansaço. Ele tinha que lidar com ataques de todas as direções, mas parecia não ser atingido.</p><p><br></p><p>Estamos há muito tempo nisso, ele não cede, mas fica cansado e ataca mais forte. - Clarisse explicou.</p><p><br></p><p>- Eu tenho umas contas para acertar com ele, me dêem apoio. - Annie falou estralando o pescoço e dedos.</p><p><br></p><p>Que mulher. Falei fazendo-a sorrir.</p><p><br></p><p>Ela se armou e ajeitou a armadura, fui com Clarisse até os outros esquadrões para preparar apoio. Assim que nos ajeitamos, os ataques cessaram e Annabeth começou a andar.</p><p><br></p><p>Ai, idiota de terno. - Caos a olhou.</p><p><br></p><p>- Ah, você está aqui. Ele sorriu. - Estava preocupado, veio me ajudar?</p><p><br></p><p>- Não se faça de cínico, você sabe muito bem que não estou mais sobre o seu controle. Respondeu.</p><p><br></p><p>- Ainda não acredito que você ame tanto aquele idiota. Olha para ele, olhe como nem conseguiu me impedir de te levar, você se desvencilhou do meu feitiço por causa de um estúpido como esse? Faça me um favor. Bufou.</p><p><br></p><p>Annabeth continuou parada, somente o encarando.</p><p><br></p><p>- E quem é você para me enfrentar? Hein? Acha que consegue? - Provocou Caos.</p><p><br></p><p>- Pelas suas palavras, sucessora e filha de Atena, sou Annabeth Chase, a mulher que vai arrancar fora a sua cabeça. Disse se preparando.</p><p><br></p><p>Caos olhou-a sabendo que insultos não adiantariam, e se posicionou para atacar.</p><p><br></p><p>- Isso vai acabar mais rápido do que você imagina. - Disse correndo na direção dela.Annabeth desviou de um raio e bateu a espada com o braço de Caos. Ele sorriu e tentou chutá-la, mas com uma cambalhota ela ficou atrás dele e cortou sua coxa.</p><p><br></p><p>Ele gritou e deu um soco nela, que a fez deslizar pela terra.</p><p><br></p><p>Você não pode me derrotar sozinha, criança. Disse enquanto se preparava para atacar novamente.</p><p><br></p><p>- E quem disse que eu estou? - Respondeu correndo para o lado.</p><p><br></p><p>Várias mini bombas de gases que não pude indentificar voaram sobre Caos, ele tossiu e coçou os olhos, afastando a fumaça com grandes palmadas.</p><p><br></p><p>Annabeth o atacou com e espada, mas ele segurou com as duas mãos.</p><p><br></p><p>Lenta de mais. - Caos falou.</p><p><br></p><p>Será? Uma flecha zuniu e acertou o ombro do deus.</p><p><br></p><p>Ele na mesma hora começou a ter espasmos e tremores. Teria sido mais horrível se ele não estivesse cantando uma música da Britney Spears.</p><p><br></p><p>With a taste of your lips, i'm on a ride. You're toxic, i'm slipping under. Cantou enquanto tentava conter os espasmos.</p><p><br></p><p>Annabeth cortou seu peito e chutou sua barriga, o ser abaixou e ficou em posição fetal.</p><p><br></p><p>Ele começou a rir, até gargalhar, o que foi assustadoramente diabólico.</p><p><br></p><p>Esse... Esse é o erro que todos cometeram. - Ele nos olhou com pura loucura. - Não vou subestimar vocês, agora sintam o meu poder total!</p><p><br></p><p>Uma onda elétrica nos atingiu, todos os semideuses caíram com a força do impacto. Nuvens negras começaram a se formar em seus punhos e seus olhos pareciam queimar um fogo azul glacial.</p><p>Um soco e Annabeth foi ao chão, o impacto foi forte o bastante para afundar um pouco o solo.</p><p><br></p><p>Annie! Corri com Contracorrente e recebi uma lufada de ar, que quase quebrou minhas costelas.</p><p><br></p><p>Cai no chão procurando respirar e olhei para Caos que iria pisar em Annabeth.</p><p><br></p><p>Várias flechas foram lançadas, mas o deus só as rebateu com um simples aceno, alguns outros semideuses tentaram intervir, mas acabaram no chão, como eu.</p><p><br></p><p>Meu olho lacrimejou com o que estava vendo, a única coisa que pude fazer foi pedir ajuda para a última pessoa que pensei.</p><p><br></p><p>- Pai. Por favor, eu preciso de você. Disse com os olhos fechados.</p><p><br></p><p>Silêncio.</p><p><br></p><p>Abri os olhos e vi uma aura azul ciano ao meu redor, olhei para onde a batalha acontecia e Annabeth havia parado o pé de Caos com a mão.</p><p><br></p><p>Uma aura cinzenta emanava de seu corpo, maior que todos os outros semideuses, que também tinham auras ao seu redor. Era a benção dos deuses.</p><p><br></p><p>-O QUE?! - Caos gritou em espanto.</p><p><br></p><p>- Agora sim estamos no mesmo nivel. - Annie empurrou o pé do deus, quase fazendo-o cair.</p><p><br></p><p>Eu corri para seu lado, enquanto os demais semideuses preparavam o apoio. Estava me sentindo muito bem, mas meus sentidos estavam exageradamente ampliados e meu coração acelerado, minha respiração também acelerava-se e meus músculos pulsavam.</p><p><br></p><p>Acho que os deuses deram bençãos até demais.</p><p><br></p><p>Eu e Annabeth investimos, Caos parou os dois ataques, mas deixou a minha espada deslizar e eu cortei-lhe um dedo. EleEu e Annabeth investimos, Caos parou os dois ataques, mas deixou a minha espada deslizar e eu cortei-lhe um dedo. Ele urrou em resposta e lançou outra lufada de ar, rodei no ar e caí em pé, correndo em uma velocidade muito mais elevada para dar outro ataque.</p><p><br></p><p>O impacto o fez cambalear, Annie aproveitou e fez três cortes em seu tronco e nós o chutamos.</p><p><br></p><p>Ele caiu metros mais longe, e nos olhou com ódio. Um raio foi de sua mão até minha barriga, me fazendo cuspir sangue.</p><p><br></p><p>Estamos longe de estar no mesmo nível. - Caos levantou e lançou outro raio.</p><p><br></p><p>Annabeth conseguiu desviar e me ajudou a ficar em guarda. Caos lançou uma onda de nuvens que atingiram os outros semideuses e os fizeram se dispersar.</p><p><br></p><p>Ele pisou no chão com força e pedras cresceram do solo, derrubando eu e Annabeth de cara no chão.</p><p><br></p><p>Sem apoio, sem chances, sem nada. Eu nunca irei ser derrotado por um sentimento tão fútil como amor! - Raios se juntaram em suas mãos, era o golpe final.</p><p><br></p><p>Um estrondo fez meus ouvidos zumbirem e o calor me fez encolher.</p><p><br></p><p>Abri os olhos e olhei para frente.</p><p><br></p><p>Um grande ser alado estava tampando a visão.</p><p><br></p><p>- Ai é que você se engana, irmão, você será derrotado justamente por este sentimento. - Disse uma voz masculina muito atraente.</p><p><br></p><p>Eros?! - Annabeth disse, perplexa.</p><p><br></p><p>Muito prazer. - Ele sorriu arrancando suspiros de alguns semideuses.</p><p><br></p><p>Ele era realmente bonito, mas um bonito imensurável para a forma humana.</p><p><br></p><p>- Nós estivemos orando para ele durante todo esse tempo. Clarisse explicou.Desculpem pela demora, eu estava bem sobrecarregado. Ele dirigiu o olhar ao irmão. - Pois bem, vamos continuar de onde paramos?</p><p><br></p><p>Caos arregalou os olhos e tentou correr, mas Eros agarrou sua cabeça.</p><p><br></p><p>- Você já me deixou sequelas demais! Não é justo, eu estou enfraquecido, me deixe ir! - Caos disse desesperado.</p><p><br></p><p>- E quem disse que o amor é justo, queridinho? - Ele sorriu e afundou a cabeça de Caos na terra.</p><p><br></p><p>Eu e Annabeth nos afastamos e ele começou a bater o deus na terra até formar uma cratera. Caos sangrava e a perna que estava sendo segurada por Eros estava em uma posição nada confortável.</p><p><br></p><p>O deus do amor pegou uma lança dourada e perfurou com força o peito de Caos, que se engasgou com o sangue e começou a cuspir.</p><p><br></p><p>Eros retirou a lâmina e pôs ele de joelhos. A lança se transformou em uma espada dourada e reluzente.</p><p><br></p><p>Com um brilho de incomodar o olhar a lâmina partiu o Caos, miolos e muito sangue espalharam-se, virando poeira dourada pouco tempo depois.</p><p><br></p><p>-Acabou. - Falei sorrindo. - Finalmente acabou! - Gritei e os meus amigos me acompanharam com comemorações.</p><p><br></p><p>Abracei Annie e giramos no ar, ambos rindo. Lhe beijei novamente, um beijo rápido e com vários sorrisos.</p><p><br></p><p>As auras em nosso redor apagaram, e todos sentimos um cansaço extremo. Desabei no chão e Annabeth caiu por cima de mim.</p><p><br></p><p>Abracei ela ofegante, e beijei sua cabeça. Estávamos sujos, com respingos de sangue e terra, misturados com suor.</p><p><br></p><p>Mas nada disso importava, Annabeth havia retornado para</p><p><br></p><p>mim, Caos havia sido vencido e o acampamento estava</p><p><br></p><p>salvo.novamente, um beijo rápido e com vários sorrisos.</p><p><br></p><p>As auras em nosso redor apagaram, e todos sentimos um cansaço extremo. Desabei no chão e Annabeth caiu por cima de mim.</p><p><br></p><p>Abracei ela ofegante, e beijei sua cabeça. Estávamos sujos, com respingos de sangue e terra, misturados com suor.</p><p><br></p><p>Mas nada disso importava, Annabeth havia retornado para mim, Caos havia sido vencido e o acampamento estava salvo.</p><p><br></p><p>São esses os poucos momentos de felicidade na vida de um semideus, não podíamos desperdiçar.</p><p><br></p><p>Eu não sei o que faria se te perdesse. Annie falou se aconchegando.</p><p><br></p><p>- Você não perderia, pois eu faria de tudo, por você. - Disse por fim.</p><p>Fim</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 17:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>ENTRE AMOR E ÓDIO - Carla e Arthur Picoli.</title>
         <author>murielisabela1234</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após o bbb 2021, Carla chega em sua casa totalmente esgotada e sobrecarregada. Vai para o seu quarto e repensa sobre o seu namoro com Athur Picoli. Então ela decidiu assistir o programa em que ela foi umas das participantes. Após ela terminar de assistir, percebeu que tudo era mentira entre ela e o seu amado Arthur. Mas, tudo isso não foi capaz de tirar os seus sentimentos. Ela ligou para ele com a voz de raiva e ele obviamente estranhou, porque ela não parecia aquela menina tão doce como se mostrava ser. Ele veio até ela e perguntou,</p><p>— O que aconteceu? Carla respondeu, — você acabou com a minha vida, eu me entreguei a você, me submetendo a certas humilhações para poder te ter ao meu lado e simplesmente quando eu fingir que sair do programa, você fala de mim, me humilha em certas palavras e me menospreza. Arthur respondeu, — Mais eu amo você! — Que amor esse que machuca tanto assim, e quando algo dá errado, você é o primeiro a me deixar?</p><p>Athur respondeu, — Aff, cansei. Eu estava confuso, e também não vou fingir um personagem que eu não sou. E ele saiu sem ao menos da explicação. Então, após o dia anterior, Carla sai para uma festa toda poderosa, de salto alto, vestido vermelho elegante e uma maquiagem simples, pois o acessório é ela mesma. Ele ver ela e corre atrás, mais ela não quer. Então ela sai e nunca mais ver ele, porque para ela, ele já morreu….</p><p><br/></p><p>Muriel Izabela 3C</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 13:43:15 UTC</pubDate>
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         <title>Á PROCURA DA VINGANÇA </title>
         <author>analiviar067</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 20:03:41 UTC</pubDate>
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         <title>Feitiços e sentimentos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Episódio 1 : " o encontro mágico "</p><p>Harry,Anitta e ariana se encontram pela primeira vez na escola de magia e bruxaria de arcádia .surgem as primeiras faíscas de interesse e rivalidade entre eles </p><p><br/></p><p>Episódio 2: " feitiços e desentendimentos"</p><p>Um desentendimento entre Anitta ,ariana e herry leva a um confronto mágico inesperado ,gerando tensão e ciúme entre eles .</p><p><br/></p><p>Episódio 3:"segredos revelados " </p><p>Um antigo segredo de muitas gerações da escola foi revelado causando raiva e desconfiança entre os alunos incluindo Herry ,mas ele não a deixou a bater nem sim entortou ; mas o que ninguém sabia que herry tinha uma quedinha por ariana e ela por ele , era só uma quedinha de leve uma que faria ele cair de 10 metros de altura de uma vassoura .</p><p><br/></p><p>Episódio 4: " amizade á prova ou amor a prova " </p><p><br/></p><p>Os conflitos amorosos colocam  a prova a amizade entre os jovens bruxos ,enquanto eles tinham resolvido suas diferenças, Herry falou logo a verdade para Ariana ,e a pediu em namoro ,claro que ela aceitou .</p><p><br/></p><p>Episódio 5: " o baile mágico" </p><p>A escola todo ano como de costume para os jovens ,lá era uma loucura feitiços para todo lado  e é claro que Herry iria mostra sua maior magia para Ariana, até que apareceu uma amiga da infância de Herry,a tão chamada  Hermione Granger,ele o apresentou para suas amigas e foram curtir o baile .</p><p><br/></p><p><br/></p><p>episódio 6:"mágia e melodias " </p><p>No outro dia já tem aula de feitiçaria com melodia  e olha que conhecidencia todos estão na mesma turma .Anitta compartilha com seus amigos seu talento musical ,despertando ciúmes e admiração,enquanto Ariana revela um segredo surpreendente .Mas qual seria esse segredo surpreendente? </p><p>Logo após ela falou que ela e Herry estavam namorando,ela sabia que Anitta também gostava dele .depois disso elas duas começa a discutir sobre o assunto causando transtornos nós sentimentos de Herry,logo após ele sai correndo .</p><p><br/></p><p>Episódio 7:"A porção do amor " </p><p>Após Herry sair correndo acidentalmente bebe uma porção do amor e se vê em situações embaraçosas ,causando confusão nós sentimentos dele </p><p><br/></p><p>Episódio8:" duelo de feitiços " </p><p>Enquanto Herry estava todo embaraçoso ,avia do lado de fora do quarto um duelo de feitiços entre os alunos e acaba em caos ,levando a consequências inesperadas para , Ariana, Anitta e Hermione.</p><p>Mas quem ficou mais prejudicada foi Hermione que foi atingida com um feitiço do amor ,ela também era apaixonada por Herry e agora ficou mais ainda .</p><p><br/></p><p>Episódio 9:"intrigas e alianças " </p><p>Depois da " discução de feitiços" novas alianças são formadas e intrigas surgem na escola .com um tempo ficou tudo ótimo novamente mais Herry Potter ainda estava comfuso e resolveram entra em uma sala para conversarem honestamente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Episódio 10:" o mistério da sala proibida " </p><p>Eles não sabiam que a quela sala era proibida mas mesmo assim entraram nela  ,dentro dessa sala era estranha e escura . Herry Potter acaba falando a verdade que gostava realmente , não era de Anitta e nem de Ariana grande e sim e Hermione Granger.</p><p>Ela ficaram surpresas mas tinha que respeita a decisão dele .</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-15 00:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os irmãos siameses </title>
         <author>amandomaria14</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Em uma cidade, nasceram dois irmãos siameses: um Pietro e o outro Pierre. Os pais eram cirurgiões, então eles realizaram uma cirurgia em casa. O resultado foi que o rosto de Pierre ficou inteiro, e o de Pietro os pais fizeram uma máscara de cera.</p><p>A cidade era pequena, e os meninos não gostavam de Pietro. Eles foram crescendo, e Pietro sofria muito bullying na escola. Então, os pais decidiram tirá-lo, e ele ficava o dia todo no porão da casa só fazendo bonecos de cera. Passaram-se anos, e um certo dia chegou um grupo de jovens. Os irmãos não gostam de visita em sua cidade.</p><p>Esse grupo fazia festa todo dia. Pietro ficava irritado, então ele e Pierre fizeram um plano para acabar com a festa desses adolescentes</p><p>No grupo tinha Laura, Júlia, Rodolfo, Vini e Otávio. Certa noite, Pierre fez amizade com eles, mal sabendo que ali era uma armadilha. Os dias passaram e Pierre chamou Júlia para ir até sua casa. Ela aceitou e foram andando para a casa, conversando no caminho.</p><p>"Você gosta de cera?", perguntou Pierre para Júlia.</p><p>"Não, por que essa pergunta esquisita?"</p><p>"Nada não kkk."</p><p>Júlia, por um minuto, ficou com medo e respondeu: "Quero ir embora."</p><p>"Ah, mas por quê? Vou apresentar você ao meu irmão."</p><p>"Mas eu já quero ir, essa casa dá medo."</p><p>Quando ela olhou para trás, se assustou com Pietro. MEU DEUS, o que é isso?Já foi levado várias facadas, socorro, socorro foi suas últimas palavras, quando terminou de matar a Júlia o Pietro levou para o porão e fez uma estátua de cera com ela.</p><p>Quando voltou para o grupo de adolescentes, chegou-se a Júlia, eles logo perguntaram: Cadê a Júlia? Calma galera, ela ficou com meu irmão, disse que vê amanhã, eu acho que ela gostou dele haha, O grupo ficou de boa, mas o Rodolfo Vini achou aquilo um pouco suspeito.</p><p>Anoiteceu e Vini chamou Rodolfo para dar uma volta na cidade. Eles foram, achou entranho, porque naquela cidade não tinha ninguém, parecia uma cidade fantasma. Naquela cidade tinha um museu de cera. Então o Vini descidiu ir lá. Já o Rodolfo ficou na rua. Naquele momento o Rodolfo escutou a voz de Julia: Perdido. Socorro!</p><p>"Julia, Julia, cadê você "</p><p>Então ele foi para o lugar onde tava vindo o som da voz dela, Chegando ao local viu ela toda de cera.</p><p>Meu Deus, o que fizeram com você</p><p>Chorando ao lado dela, ouviu barulho de máquinas. Foi lá olhar. De repente se deparou com Pietro. Ah, meu pai do céu!</p><p>Saiu correndo. Pietro pegou um baldão de cera e jogou no chão. Rodolfo escorregou e caiu. Ele estava em desespero,Conseguiu escapar para fora da casa, ele gritando" Vini, Vini, cadê você"? Vini escultou e tava lá dentro do museu de cera. Quando foi para se deparou com uma flechada na cabeça. O Rodolfo viu aquilo é ficou atormentando, saiu correndo para floresta.</p><p>Otávio e Laura estavam bebendo e decidiram ir ao Rio. Chamaram Pierre, mas ele disse que ia ficar em casa</p><p>Chegando ao Rio, Laura e Otávio ficaram lá a noite toda.</p><p>Laura pra Otávio: Nossa, essa cidade é muito esquisita, Mas cadê a Júlia que não apareceu, e os meninos sumiram? disse Laura.</p><p>Otávio: Calma, irmãzinha que eles vai aparecer deve estar curtindo por aí. Enquanto isso, Rodolfo estava atormentado na floresta, foi correndo para casa onde eles estavam. Quando chegou lá, se deparou com Pierre,Meu Deus, Pierre, Eu vi uma coisa horrorosa, um homem de máscara de cera. Pierre deu gargalhadas. Olha, você encontrou, ele? Como assim? E meu irmão? Quando o Pierre disse isso, Rodolfo ficou em choque. Meu Deus, o que vocês são? Nós somos pessoas normais, mas vocês são um bando de adolescentes sem futuro que vem para cidade dos outros para atormentar. Dizendo isso, Pierre pegou uma panela, bateu na cara de Rodolfo, que desmaiou. Pietro chegou a casa e viu que Rodolfo estava desmaiado, então levou para o porão de sua casa, chegando lá e jogou cera quente. Ele ainda estava vivo. ele gritava e gritava. Aos poucos a cera foi derretendo ele todo. Pietro: Para Pierre ainda faltam os dois irmãos. Onde eles estão? Ah, estão no Rio. Acho que eles não vão vir tão cedo.</p><p>Laura e Otávio foram para casa, quando chegaram lá se deparou com sangue na porta. Meu Deus, o que é isso? Pierre foi pra cima de Laura com uma faca, ela gritavam e gritavam, Otávio foi para cima dele, o Pietro pegou o arco e tentou atirar em Otávio, mais ele desviou e pegou no peito de Pierre, naquela situação Laura saiu correndo para chamar a polícia, Otávio tava brigado com Pietro que conseguiu da uma fechada em sua costa, que perdeu totalmente o sentindo, Laura ouviu os gritos do seu irmão, voltou para trás quando viu ele todo sanguentado pegou a faca é enfiou no pescoço de Pietro, fazendo Laura pegou seu irmão o carro e foi para o hospital, chegando lá chamara a polícia, quando a polícia foi para onde tinha acontecido aquilo tudo acharão mais de 20 corpos de cera. mais não acharão, os irmãos tinham fugido.</p><p><br/></p><p><strong>Maria Clara Vasconcelos amando </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-15 12:48:26 UTC</pubDate>
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         <title>AVATAR: 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝚊𝚖𝚘𝚛 𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊</title>
         <author>diasjhorann</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há muito tempo, o Avatar Aang e seus amigos conseguiram pôr fim à guerra da Nação do Fogo. No entanto, o ciclo do Avatar continua, e um novo dominador ou dominadora está destinado(a) a assumir o papel.</div><div><br></div><div>Korra cresceu dominando três elementos: água, terra e fogo. Quando ela descobriu que era a Avatar, percebeu que tinha a responsabilidade de enfrentar o vilão Amon e seus capangas.</div><div><br></div><div>No meio de uma guerra, a Avatar Korra tentava manter a paciência e acabar com o conflito. Ela buscava se comunicar com o Comandante Iroh, um aliado valioso.</div><div><br></div><div>Com a ajuda das forças unidas, Korra tinha chances de vencer essa batalha. Finalmente, após muito esforço, ela conseguiu se comunicar com Iroh e pediu sua ajuda. Sem hesitar, ele partiu para a Cidade República, prontamente disposto a auxiliar a Avatar.</div><div><br></div><div>Quatro horas depois...</div><div><br></div><div><br></div><div>As forças unidas chegaram à Cidade República, mas Korra se perguntava onde estavam todos os aviões dos capangas de Amon. Mal sabia ela que um ataque surpresa estava prestes a acontecer.</div><div><br></div><div>*O som ensurdecedor de aviões ecoa pelo céu.*</div><div><br></div><div>Os aviões surgem e mergulham diretamente em direção aos barcos das forças unidas, lançando bombas com precisão mortal.</div><div><br></div><div>Korra sente o coração acelerar e sussurra para si mesma:</div><div><br></div><div>-Preciso de ajuda rapidamente!</div><div><br></div><div>A tensão no ar é palpável enquanto a batalha se desenrola. Será que Korra e suas forças conseguirão resistir ao ataque surpresa e virar o jogo a seu favor?</div><div><br></div><div>Korra mergulhou nas profundezas do mar azul, utilizando sua habilidade de dominação para respirar debaixo d'água. O salgado abraço das ondas envolvia seu corpo enquanto ela se movia com destreza.</div><div><br></div><div>Iroh, com todas as suas forças, tentava se defender das bombas lançadas pelos aviões inimigos. As chamas dançavam ao redor dele, mas uma terrível ameaça se aproximava. Um avião voava em sua direção com velocidade assustadora. Iroh viu o míssil que se aproximava e, com um movimento rápido, conjurou uma bola de fogo que explodiu o projétil.</div><div><br></div><div>**BUM!**</div><div><br></div><div>O impacto da explosão fez Iroh cair em direção ao mar agitado. As ondas o engoliram, arrastando-o para as profundezas. Korra, observando a cena, não hesitou. Nadou até ele, seus braços fortes o envolvendo, e o trouxe à superfície.</div><div><br></div><div>-Eu te peguei, Comandante - disse Korra, aliviada.</div><div><br></div><div>-Obrigado, Avatar Korra - respondeu Iroh, ofegante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:35:39 UTC</pubDate>
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         <title>AVATAR: 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝚊𝚖𝚘𝚛 𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊 (CONTINUAÇÃO) parte 2</title>
         <author>diasjhorann</author>
         <link>https://padlet.com/emanuelaportt/hop14l0k68p9bux8/wish/2921073337</link>
         <description><![CDATA[<div>Na base, Iroh receberia os cuidados necessários para se recuperar. Mas o tempo era curto. Amon, o pior vilão do mundo, estava à espreita. Korra olhou para Iroh, preocupada.</div><div><br></div><div>-Você está ferido, não pode lutar - disse ela.</div><div><br></div><div>-Eu preciso ajudar você, Avatar - retrucou Iroh, determinado.</div><div><br></div><div>A equipe Avatar se preparou para a batalha final. O destino do mundo estava em jogo, e o sangue fluiria nas águas enquanto eles enfrentavam seu adversário implacável.</div><div><br></div><div>O coração de Bolin bate forte enquanto ele segue Korra, sua determinação mascarando a atração que sente por ela. Cada passo os leva em direções diferentes: Korra e Iroh, rumo ao confronto com Amon.</div><div><br></div><div>Amon, com sua habilidade de dominação sobre todos os inimigos, antecipa a chegada da Avatar. Ele sabe que o confronto é inevitável.</div><div><br></div><div>Enquanto isso, Bolin se aventura em uma caverna escura. Lá dentro, prisioneiros encolhem-se, aprisionados e desesperados. Entre eles, uma mulher, uma dominadora de água, cujos olhos se encontram com os de Bolin.</div><div><br></div><div>-A senhora está bem? - pergunta ele, preocupado.</div><div><br></div><div>Ela o observa, e a memória ressurge. O jovem à sua frente é familiar, embora ela não consiga lembrar de onde.</div><div><br></div><div>-Eu estou bem, rapaz. Obrigada por me ajudar - responde ela, com gratidão.</div><div><br></div><div>Enquanto isso, Korra e Iroh chegam à base de Amon. O que os espera é uma surpresa desagradável: quarenta capangas, prontos para o confronto. A tensão no ar é palpável, e o destino do mundo está prestes a ser decidido.</div><div><br></div><div>A tensão no ar é palpável enquanto a batalha se desenrola. Korra, com sua dominação de ar, derruba seus oponentes com uma única rajada de vento. A vitória parece estar ao alcance de suas mãos, mas então Amon surge, demonstrando sua presença e surpreendendo a todos.</div><div><br></div><div>-Ora, ora... Se não é o Avatar de quem tanto ouvi falar - diz Amon, seu tom desdenhoso ecoando pelo campo de batalha. - Você não imagina o quanto eu ansiava por nosso encontro.</div><div><br></div><div>Korra permanece em silêncio, mas seu corpo treme perante a presença daquele homem. Ela assume uma posição de luta, determinada.</div><div><br></div><div>-Não tanto quanto eu... - retruca, sua voz firme.</div><div><br></div><div>Amon franze a sobrancelha, intrigado com a reação da garota. Algo em seu interior sussurra perigo, mas ele ignora o aviso. O destino deles está entrelaçado, e o mundo aguarda o desfecho dessa batalha épica.</div><div><br></div><div>-Vou fazer você engolir seu sarcasmo. - rosna ele entre dentes.</div><div><br></div><div>Num movimento fluido, Amon transforma a água da beira do mar em cerdas cortantes de gelo e lança-as na direção de Korra. No entanto, ela cerceia os punhos nos espinhos de gelo. Continua se defendendo, esquivando-se como uma folha ao vento... até que um dos espinhos revela um veneno mortal, cortando seu braço. Ela ergue uma barreira de pedra, mas sente a fraqueza se espalhando, o veneno corroendo seu corpo.</div><div><br></div><div>-Você não tem mais saída, Avatar. O veneno vai matá-la, e finalmente o ciclo dos Avatares morrerá com você.</div><div><br></div><div>Korra sente muita dor, mas ainda tem resistência para lutar. Com determinação, ela usa sua dominação de ar e arremessa Amon longe, derrubando-o. Amon percebe que está perdendo terreno e, com incerteza, tenta controlar o corpo de Korra.</div><div><br></div><div>-HAHAHAHA! Você acha mesmo que pode me derrubar? - murmura ele num tom impiedoso.</div><div><br></div><div>Korra luta contra o controle, mas Amon é forte. A dor a faz lembrar do momento em que seu pai morreu pelas mãos de um dominador de sangue.</div><div><br></div><div>-Eu vou tirar sua dominação para sempre, e você morrerá com veneno em seu corpo.</div><div><br></div><div>Nesse instante, Iroh chega a tempo. Ele lança bolas de fogo em direção a Amon, mas o vilão usa sua dominação para desidratá-lo, deixando-o desmaiado por dois minutos.</div><div><br></div><div>Korra se levanta, agonizante, e lança rajadas de vento, lutando com todas as suas forças. No entanto, seu corpo é controlado novamente.</div><div><br></div><div>-Desista, Avatar. Esse é o seu fim - provoca Amon.</div><div><br></div><div>Mas Korra não desiste. Com uma força interior avassaladora, ela usa todo o seu poder de Avatar. Prende Amon ao chão e retira sua dominação no estado avatar!</div><div><br></div><div>O destino do mundo está prestes a ser decidido, e a batalha atinge seu clímax.</div><div><br></div><div>Após derrotar Amon, Korra enfraquece e desaba, sentindo o veneno consumi-la lentamente. Iroh corre para segurá-la e, ao ver a beleza de seu rosto desvanecendo, ele percebe que está desenvolvendo sentimentos por ela. Ele se comunica com Bolin para que venha correndo ajudar Korra.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Korra, aguente mais um pouco. Vou pedir ajuda. fala ele num tom preocupado.</div><div><br></div><div>Korra, tão fraca que mal consegue falar, sussurra</div><div>&nbsp;-Iroh... eu...</div><div><br></div><div>&nbsp;-Não fale. Poupe suas forças. murmura ele, com tristeza e agonia.</div><div><br></div><div>Quando Bolin finalmente chega, vê Korra deitada no chão nos braços de Iroh. Infelizmente, já era tarde demais para Korra. Bolin corre até ela e a segura, derramando lágrimas.</div><div><br></div><div>- Não, não, não! O que você fez com ela? Korra, por favor, não me deixe... exclama Bolin em desespero.</div><div><br></div><div>Iroh percebe que Bolin também tem sentimentos por Korra e diz:</div><div>&nbsp;-É tarde demais, Bolin... não há mais nada a ser feito.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Isso é culpa sua, você não soube protegê-la.(acusa Bolin)</div><div><br></div><div>&nbsp;-Eu não fiz nada. Quando cheguei, ela já estava envenenada. Sinto muito, Bolin. Tentei ajudá-lá. responde Iroh.</div><div><br></div><div>Eles sentem que perderam Korra para sempre, mas uma surpresa inacreditável surge naquele momento. A dominadora de água mais poderosa aparece - a mulher que Bolin salvou de Amon.</div><div><br></div><div>- O que você faz aqui? - pergunta Bolin.</div><div>- Quem é ela? - sussurra Iroh.</div><div>- Eu posso ajudá-la. Aliás, meu nome é Katara - responde ela.</div><div><br></div><div>Katara se aproxima do corpo de Korra e coloca suas belas mãos sobre ela, controlando o sangue para extrair o veneno. Ela sente o coração de Korra palpitar lentamente, e Korra abre seus olhos azuis celestes.</div><div><br></div><div>-Korra! - grita Bolin, radiante de alegria.</div><div><br></div><div>Ao ver Korra, Iroh a abraça forte e apaixonadamente.</div><div><br></div><div>-Estou feliz em vê-la bem. sussurra Iroh em seu ouvido.</div><div><br></div><div>-O que eu perdi? - murmura ela.</div><div><br></div><div>-A Katara te trouxe de volta à vida. explica Bolin.</div><div><br></div><div>-Obrigada, Katara. Não sei como te agradecer.</div><div><br></div><div>-Obrigada a você por derrotar Amon. responde Katara.</div><div><br></div><div>Korra, após reviver dos mortos, ainda se sente fraca. Ela leva Amon para a prisão junto com a Equipe Avatar. Após uma longa batalha, o dia amanhece e Korra se sente um pouco melhor. Uma surpresa surge quando Iroh aparece com um buquê de rosas para Korra.</div><div><br></div><div>-O que é isso, comandante Iroh? sussurra Korra, surpresa.</div><div><br></div><div>-Vim te desejar um 'Bom Dia', por que não poderia? responde ele.</div><div><br></div><div>Ao ver Iroh, Korra corre para abraçá-lo e segura as rosas. Eles se encaram, e Iroh sente os lábios dela perto dos seus, o amor consumindo-o e a vontade de beijá-la surge. Ele se aproxima de Korra para sentir seus lábios adocicados e tenta beijá-la. Quando seus rostos estão prestes a se encontrar, Bolin chega lentamente com uma rosa na mão e vê Korra e Iroh quase se beijando.</div><div><br></div><div>-Korra? Iroh? sussurra ele, indignado.</div><div><br></div><div>-Não é o que você está pensando, Bolin. diz ela.</div><div><br></div><div>Bolin sai correndo de volta para a Cidade República e Korra se sente mal por ele.</div><div><br></div><div>- Eu não queria causar problemas, mas vocês têm algum tipo de relacionamento?</div><div><br></div><div>- Não, apenas somos amigos de infância.</div><div><br></div><div>- Entendi... Korra, queria falar contigo sobre algo importante que deveria ter dito há muito tempo. - murmura ele.</div><div><br></div><div>- Agora não posso, comandante. Pode ser depois? Vou atrás do Bolin.</div><div><br></div><div>Após essa situação, Korra sente a necessidade de ir verificar o que aconteceu com Bolin e parte para a Cidade República.</div><div>&nbsp; Korra caminha pela estrada da cidade e avista quatro bandidos roubando uma idosa. Ela corre atrás deles, utilizando sua dominação do ar para deslocar-se mais rapidamente. Com grande força, lança bolas de fogo, derrubando dois dos bandidos. Ao perceber os outros dois fugindo, ela arremessa pedras, fazendo-os cair.</div><div><br></div><div>Depois desse breve confronto, Korra devolve os pertences à idosa, que agradece:&nbsp;</div><div><br></div><div>-Obrigada, minha jovem!</div><div><br></div><div>-De nada, esse é o meu dever como Avatar. responde Korra.</div><div><br></div><div>Korra continua a caminhar e, após uma hora, chega à casa de Bolin, que abre a porta.&nbsp;</div><div><br></div><div>-Oi, Bolin, podemos conversar?</div><div><br></div><div>- Claro! Entre.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>AVATAR: 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝚊𝚖𝚘𝚛 𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊 (CONTINUAÇÃO) parte 3</title>
         <author>diasjhorann</author>
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         <description><![CDATA[<div>Korra explica que não foi ela quem beijou Iroh, mas sim ele quem tentou beijá-la. Bolin compreende completamente.</div><div><br></div><div>-Obrigada por entender, mas nós somos apenas amigos.</div><div><br></div><div>-Sim, apenas amigos... murmura ele desconfortável.</div><div><br></div><div>Enquanto se explicam, Katara chega ao local onde sempre esperava encontrar Bolin.</div><div><br></div><div>-O que você está fazendo aqui de novo? pergunta Bolin.</div><div><br></div><div>-Vim te contar algo. responde Katara.</div><div><br></div><div>Katara sente a necessidade de revelar toda a verdade a Bolin, e ele fica preocupado com o que exatamente ela tem para dizer.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Bolin... ao longo dos anos, percebi que você se parece com o meu filho, tem a mesma aparência encantadora. Dói pensar que o abandonei, mas sim. Bolin... você é meu filho, meu querido Bolin.</div><div><br></div><div>- O que?! Não… minha mãe faleceu quando eu era criança, como assim? E por que agora? (Murmurou ele agonizante) e quem é meu genitor?</div><div><br></div><div>- Seu genitor... seu genitor é o Amon, filho. (Responde ela)</div><div><br></div><div>- Não, não!!! Ele não, e não me chama de filho.</div><div><br></div><div>Bolin, ao tomar conhecimento de que é descendente do mais vil dos indivíduos e que Katara é sua mãe, sente-se mal e sobrecarregado. Ele percebe que sua existência foi uma grande farsa, seu pai retratado na fotografia era um estranho. E seus tios não são parentes legítimos...</div><div>Korra observa o que Bolin está enfrentando, e o abraça para confortá-lo.</div><div><br></div><div>- Vai ficar tudo bem, Bolin. (sussurra ela)</div><div><br></div><div>- Não, não vai. Meu pai é o Amon, por quê?</div><div><br></div><div>- Compreendo o que você está passando, mas você não é ele. Você é o garoto que sempre esteve ao meu lado desde os cincos anos de idade. Eu te amo Bolin.</div><div><br></div><div>Bolin, com toda a tristeza em seu coração, fica sereno e tranquilo perto de Korra. Ele a ama, e quando está próximo dela, sente seu coração acelerar.</div><div><br></div><div>- Eu também te amo Korra, mas infelizmente você não compreende o quanto.</div><div><br></div><div>- Bolin... por favor...</div><div><br></div><div>- Desculpa, mas não consigo controlar meu coração.</div><div><br></div><div>Após a descoberta de Bolin, ele sente que a presença de seu verdadeiro pai está invadindo sua mente, o espírito dele atormenta seus pensamentos, causando traumas profundos. Ao longo do dia, ele vagueia pela praça, tentando digerir tudo o que aconteceu.&nbsp;</div><div>&nbsp;Mesmo ciente de que seu pai foi terrível, Bolin sente que precisa enfrentar o medo e visitar Amon para descobrir a verdade.</div><div><br></div><div>Ao chegar à prisão e ver seu pai se aproximando, era uma experiência traumatizante e angustiante. Bolin sente a necessidade de confrontar esse medo, apesar de saber que Amon quase matou a mulher que ele amava e destruiu toda a sua vida falsa.&nbsp;</div><div><br></div><div>- O que você veio fazer aqui? (Pergunta Amon)</div><div><br></div><div>- Vim em busca da verdade. Você é meu pai?</div><div><br></div><div>Mesmo ciente de que Katara já havia revelado a verdade a Bolin, Amon decide admitir tudo de uma vez.</div><div><br></div><div>- Sim, sou seu pai.</div><div><br></div><div>- Como? Você não pode ser meu pai, não somos parecidos.</div><div><br></div><div>- Você está enganado, garoto. Você tem o meu sangue e sabe que você é como eu.</div><div><br></div><div>Apesar de tentar manipular a mente de Bolin, ele sente que precisa se afastar ou sua mente será consumida pela escuridão.</div><div><br></div><div>- Você não vai me manipular. (Sussurra ele preocupado)</div><div><br></div><div>&nbsp;Após os acontecimentos recentes, a sombra sempre surge para eclipsar o fulgor do mundo. O espírito maligno, manifestado, surge no templo do ar à caça da avatar. Korra, mesmo sem antever o perigo iminente, repousa em sua cama após ressurgir dos mortos, porém pressente que algo ainda não está em equilíbrio.</div><div><br></div><div>O espírito Vaatu irrompe em seu aposento e investe contra ela com violência desmedida, sem clemência ou compaixão. Arremessada para fora pela janela, Korra se vê perplexa diante do ataque inesperado.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:43:59 UTC</pubDate>
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         <title>AVATAR: 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝚊𝚖𝚘𝚛 𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊 (CONTINUAÇÃO) parte 4</title>
         <author>diasjhorann</author>
         <link>https://padlet.com/emanuelaportt/hop14l0k68p9bux8/wish/2921076870</link>
         <description><![CDATA[<div>-Espírito, por que me atacas? indaga ela, confusa.</div><div><br></div><div>- Não deverias existir. O mal está prestes a reconquistar sua liberdade. murmura Vaatu num tom raivoso.</div><div><br></div><div>Sem compreender o motivo do ataque, Korra não se submete à vontade do espírito e o enfrenta com o poder do Avatar. Apesar de ser apenas um espírito, Vaatu demonstra coragem e experiência, mas Korra não se deixa abater.</div><div><br></div><div>Korra, com movimentos ágeis, desencadeia sua destreza para lançar esferas de fogo contra Vaatu. Este, habilidoso, esquiva-se e dispara raios púrpura de seus olhos imponentes e ameaçadores. Percebendo que tem chance de triunfar ao empregar a dominação da água, Korra formula essa estratégia em sua mente e ressoa consigo mesma:</div><div><br></div><div>-Devo conduzi-lo até o mar para aumentar minhas chances.&nbsp;</div><div><br></div><div>Utilizando a dominação do ar, Korra levita velozmente em direção ao mar, com Vaatu em sua esteira, disparando raios com o intuito de derrubá-la. Contudo, Korra emprega sua dominação da terra rapidamente para se defender.</div><div>Ao chegar ao mar, Korra aguarda o momento preciso para atacar, porém, o espírito maligno, astuto, se teletransporta para o mundo espiritual. Perplexa, Korra não compreende para onde ele foi.</div><div><br></div><div>Depois do conflito, Korra retorna ao templo do ar, onde é recebida por Iroh. Ele a alerta sobre a crise no mundo espiritual e a iminente catástrofe que ameaça o equilíbrio. Mesmo ciente da gravidade da situação, Korra, até então indiferente ao mundo espiritual, decide seguir para o portal na Tribo da Água do Sul.</div><div><br></div><div>-Eu preciso contatar Bolin, ele conhece o sul melhor do que eu. expressa Korra.</div><div><br></div><div>-Certo, Korra. Mas quando vamos discutir aquilo que te mencionei? Você saiu apressada atrás de Bolin. questiona Iroh.</div><div><br></div><div>Enquanto esperavam por Bolin, Iroh insiste para ter uma conversa particular com Korra.</div><div><br></div><div>-Korra, podemos ter nossa conversa? Iroh pede com delicadeza.</div><div><br></div><div>-Está bem, o que você quer me dizer? responde Korra.</div><div><br></div><div>Finalmente, Korra aceita ouvir o que ele tem a dizer. Iroh respira fundo e se prepara para declarar seus sentimentos.</div><div><br></div><div>-Avatar Korra, em cada olhar seu, encontro a paz que tanto busquei em meio à turbulência do mundo. Tudo o que eu quero é que você esteja perto de mim. Você quer namorar comigo?</div><div><br></div><div>Antes que Korra pudesse responder, Bolin chega no momento exato e escuta o final da declaração. Ao perceber que ele ouviu, Korra se vira para ele.</div><div><br></div><div>-Bolin...</div><div><br></div><div>-Tudo bem, Korra. Nós somos apenas amigos, como você mesma disse. responde Bolin compreensivamente.</div><div><br></div><div>Concordando que são amigos, Korra ainda precisa responder ao pedido de Iroh.</div><div><br></div><div>-Iroh, você é incrível e gentil. Eu aceito namorar com você. sussurra amorosamente.</div><div><br></div><div>Bolin, ciente de que seu coração está despedaçado e seu melhor amigo conquistou seu amor, consegue conter-se e ocultar sua dor.</div><div>Enquanto isso, eles partem para a tribo da Água do Sul. Ao chegarem lá, deparam-se com o portal cercado por espíritos sombrios como proteção. Com sua sagacidade, Korra elabora um plano para que os dois amores ao seu redor a segurem enquanto ela entra.</div><div><br></div><div>O plano está se concretizando, embora sua vitória pareça iminente. Korra percebe que Vaatu estava à beira de mergulhar o mundo na completa escuridão.</div><div><br></div><div>-Você realmente acredita que vou permitir que você traga mil anos de trevas? - questionou a Avatar.</div><div><br></div><div>-Avatar Korra, você não tem mais tempo para isso. Se o eclipse persistir, e eu tocar na árvore, você estará morta. - ameaçou ele.</div><div><br></div><div>Enquanto isso, Iroh e Bolin esforçam-se para se defender e colaborar de forma eficaz. Embora Bolin não deseje isso, já que seu grande amigo roubou o coração de sua amada.</div><div><br></div><div>-Bolin, me ajude aqui.&nbsp; murmurou Iroh.</div><div><br></div><div>-Por quê? Você pode se virar sozinho. Se teve coragem de conquistar a pessoa que me interessa, então tem coragem para enfrentar os espíritos sombrios sozinho.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Enquanto a escuridão avança, nossas diferenças devem ser deixadas de lado. Precisamos unir forças para enfrentar este desafio juntos. -Murmura Iroh</div><div><br></div><div>Bolin e Iroh se uniram para enfrentar os espíritos, mas Korra ainda precisava de ajuda para derrotar o mal encarnado. Quando o eclipse se aproximou, Vaatu voou em direção à árvore. Determinada, Korra fez o máximo para impedi-lo de tocar. Vaatu lançou uma rajada que a derrubou.</div><div><br></div><div>-Este será o seu fim. disse Vaatu.</div><div><br></div><div>Korra, tonta, viu seu inimigo prestes a tocar a árvore quando uma onda de vento surgiu após o contato de Vaatu. Sangrando pelo nariz, Korra estava fraca quando Iroh apareceu para ajudá-la.</div><div><br></div><div>-O que aconteceu, minha amada? perguntou Iroh.</div><div><br></div><div>Korra, fraca, permaneceu em silêncio, enquanto Iroh percebia que ela estava enfraquecendo lentamente. Então, Aang apareceu e disse:</div><div><br></div><div>-Ela ainda pode ser salva. Alguém que ela ama precisa se sacrificar por ela.</div><div><br></div><div>Depois das palavras de Aang, ele desapareceu. Iroh pensou sobre isso e decidiu se sacrificar no lugar dela.</div><div><br></div><div>-Iroh, não faça isso! suplicou Korra, lutando para impedir que ele se sacrificasse por ela.</div><div><br></div><div>Antes de se sacrificar, Iroh disse a ela:&nbsp;</div><div>-Korra... eu te amo.</div><div><br></div><div>Ao ver Iroh partir, Korra sentiu a dor da perda e lágrimas escorreram pelo seu rosto.</div><div><br></div><div>Após a perda do seu amado, Korra, consumida pelo ódio, assume o estado de Avatar com fúria, e sua expressão torna-se aterradora e impiedosa. Ao se deparar com o rosto dela, Vaatu sente medo e vulnerabilidade, embora disfarce suas emoções, e lança sua rajada mais uma vez.&nbsp;</div><div>&nbsp; Com delicadeza, Korra desvia do ataque e investe com todo o seu ódio. Manipulando todos os elementos em suas mãos, ela o derruba, deixando-o vulnerável, para então purificá-lo com sua maestria na dominação da água e finalmente derrotá-lo.</div><div><br></div><div>Ao chegar ao local, Bolin vê Korra caída e corre para verificar o que aconteceu.</div><div><br></div><div>- Você está bem? Onde está Iroh?</div><div><br></div><div>- Ele... ele se sacrificou por mim. - sussurra ela entre lágrimas.</div><div><br></div><div>- Não chore, estou aqui para te apoiar...</div><div><br></div><div>Bolin a ergue em seus braços fortes e ela se sente reconfortada. Ao levá-la para sua casa, Bolin cuida dela com carinho.</div><div><br></div><div>- Obrigada, Bolin. Você é muito gentil.</div><div><br></div><div>- Obrigado a você por sempre estar ao meu lado...</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:49:21 UTC</pubDate>
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         <title>AVATAR: 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚘 𝚊𝚖𝚘𝚛 𝚎 𝚊 𝚐𝚞𝚎𝚛𝚛𝚊 (CONTINUAÇÃO) parte 5 - FINAL</title>
         <author>diasjhorann</author>
         <link>https://padlet.com/emanuelaportt/hop14l0k68p9bux8/wish/2921077890</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meio ao caos da batalha, Korra e Bolin encontraram conforto um no outro. Enquanto Korra se recuperava, Bolin cuidava dela com todo carinho, e ela encontrava consolo em seus braços fortes.&nbsp;</div><div>Em um momento de vulnerabilidade, palavras de gratidão e apoio se transformaram em olhares que revelavam um sentimento mais profundo. Um laço especial estava se formando entre eles, e a conexão que compartilhavam ia além da amizade.</div><div>&nbsp; &nbsp;</div><div>Eles sabiam que algo especial estava surgindo entre eles e diz:</div><div><br></div><div>-Bolin, ao seu lado eu sinto que posso ser eu mesma, obrigada por tudo.</div><div><br></div><div>-Korra, estar com você me faz perceber que meus sentimentos vão além da amizade. Você é especial para mim.</div><div><br></div><div>&nbsp;Em um momento de cumplicidade e carinho, Korra e Bolin se aproximam, compartilhando um olhar repleto de emoção e promessas silenciosas. Eles se fitam com um olhar melífluo e repleto de afeto, seus semblantes cedendo à atração magnética, aproximando-se cada vez mais próximos dos lábios. Eles se beijam e sente que o amor da amizade vai além disso.</div><div><br></div><div>&nbsp;Seis meses depois…</div><div><br></div><div>Após todas as vicissitudes na vida de Korra, ela e Bolin decidem contrair matrimônio. O mundo vive em tranquilidade, com os espíritos coabitando pacificamente com os dominadores e não-dominadores. Korra, a mais belicosa das avatares, foi a catalisadora da paz entre eles, e em sua honra erguem uma estátua. No templo do ar, Korra se prepara para o enlace. E é nesse momento que o espírito de Iroh aparece. Korra o avista e expressa sua saudade:</div><div>&nbsp;-Iroh... você... sinto tanto sua falta.</div><div>&nbsp;-Korra, você foi meu primeiro amor, e desejo que seja feliz com Bolin. Estarei sempre ao seu lado, em seu nobre coração.</div><div>&nbsp;Korra o vê desvanecendo lentamente, e lágrimas inundam seu rosto. Katara surge em seu aposento e diz:</div><div><br></div><div>&nbsp;-Não chore, hoje é seu dia.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Estou trêmula, Katara.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Tudo ficará bem, minha adorável nora. E não se esqueça dos meus netinhos...</div><div><br></div><div>&nbsp;Após meses, Katara conseguiu recuperar o amor de seu filho e finalmente pôde ser feliz ao lado dele.</div><div>&nbsp;Bolin aguarda pela mais resplandecente das noivas, sem demonstrar seu nervosismo.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;*soa a música nupcial*</div><div><br></div><div>&nbsp;A noiva caminha graciosamente, irradiando um sorriso e um olhar luminoso. Bolin a contempla com imenso amor, ao lado de sua mãe. Consciente de que era o sonho dele tornado realidade.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Cuide bem dela, filho. (diz Katara)</div><div><br></div><div>&nbsp;-Pode deixar, mãe.</div><div><br></div><div>&nbsp;Ao tomar a mão dela, Korra encara os olhos dele e diz:</div><div><br></div><div>&nbsp;-Não poderia estar mais feliz, meu amor. Eu te amo!</div><div><br></div><div>&nbsp;-Eu também te amo.</div><div><br></div><div>&nbsp;Após as palavras do padre, chega finalmente o beijo.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Pode beijar a noiva. (diz o padre)</div><div><br></div><div>&nbsp;Seus lábios se unem com amor e suas mãos se entrelaçam. Eles partem em direção ao bisão voador.</div><div><br></div><div>&nbsp;-Amor, nossa jornada está apenas começando. (murmura Bolin)</div><div><br></div><div>&nbsp;-E eu quero que comece ao seu lado. Não poderia ser outra pessoa.</div><div><br></div><div>&nbsp;Enquanto o sol se punha no horizonte, um presságio sombrio pairava no ar, deixando Korra e Bolin se perguntando se o destino reservava para eles desafios ainda maiores do que os que já enfrentaram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 01:51:24 UTC</pubDate>
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         <title>Fanfic Amor. Contraste </title>
         <author>karinamendes207</author>
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         <description><![CDATA[<p>Inspiração filme de suspense </p><p>ator :ALEXANDRE da novela tereza </p><p> </p><p>Em uma cidade dominada pelo crime organizado, o temido mafioso Alexandre Montenegro, conhecido como "O Leão", mantinha sua influência sobre as sombras. Porém, a vida de Alexandre mudou drasticamente quando ele foi gravemente ferido em um confronto. Por um golpe do destino, sua médica de plantão era a renomada Dra.  Lins, uma mulher inteligente e determinada.</p><p>Apesar de suas origens e estilos de vida radicalmente opostos, alexandre e lins se viram envolvidos em uma conexão surpreendente. Enquanto a Dra. Lins cuidava das feridas físicas de alexandre, ela também enxergava além da fachada do mafioso, percebendo sua vulnerabilidade e complexidade.</p><p>À medida que Alexandre se recuperava, ele passou a frequentar as consultas médicas regularmente, não apenas para verificar seu estado de saúde, mas também para estar perto da Dra. Lins. Por outro lado, a Dra. Lins se via cada vez mais intrigada pela dualidade do homem que estava diante dela.</p><p>Enquanto o perigoso mundo de Alexandre ameaçava constantemente invadir a vida segura e respeitável da Dra. Lins ,o mafioso se via cada vez mais disposto a proteger Lins  de qualquer perigo. Entre dilemas éticos, perigos iminentes e sentimentos inesperados, um amor improvável começou a florescer entre o mafioso e a médica.</p><p>Sua história desafiava as convenções sociais e colocava à prova a força do amor em meio à adversidade. Alexandre e Lins teriam que enfrentar obstáculos inimagináveis para viver esse amor proibido.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 15:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>NA DIREÇÃO DO CRIME </title>
         <author>analiviar067</author>
         <link>https://padlet.com/emanuelaportt/hop14l0k68p9bux8/wish/2923497074</link>
         <description><![CDATA[<p>Capítulo 1:Gabriel e Alice são um casal que decidam fazer um roubo que entrasse para história da humanidade.&nbsp;Eles&nbsp;dois sabiam que teriam que arrumar mais pessoas para conseguir fazer o roubo do século Nos Estados Unidos era trilhões em jogo.</p><p><br/></p><p>Eles sabiam que deveriam estar bem preparados para esse roubo.&nbsp;É&nbsp;que deveriam ter muito sagacidade para praticar esse roubo.&nbsp;Gabriel então resolveu ligar para as pessoas que possivelmente poderiam aceitar essa proposta inesperada:&nbsp;Raquel,&nbsp;Berlim,&nbsp;Nairóbi,&nbsp;    Eduardo,  &nbsp;Sanches.&nbsp;E os reúnem em um lugar muito reservado.&nbsp;Todos&nbsp;os outros já tiveram passagem pela polícia,&nbsp;menos Sanches.&nbsp;Que é um  vigilante de um presídio.&nbsp;Gabriel e Alice então fazem a proposta de fazerem o maior roubo que a humanidade já teve para entrar para a história.&nbsp;E&nbsp;o maior objetivo deles era Roubar o Banco Central dos Estados Unidos.&nbsp;Gabriel diz:&nbsp;Não&nbsp;vai ser fácil,&nbsp;mas se a gente tiver inteligência,&nbsp;a gente consegue.&nbsp;Cada&nbsp;um pode ajudar de alguma maneira.&nbsp;São&nbsp;26 trilhões,Dividindo&nbsp;para 7 pessoas,&nbsp;Dá um total de 3 bilhões,&nbsp;quase 4 bilhões para cada um.&nbsp;É&nbsp;muito dinheiro em jogo,&nbsp;pegar ou largar.</p><p><br/></p><p>— Raquel:&nbsp;Com 3 bilhões eu tava feita da vida.&nbsp;Claro que eu topo não tenho nada a perder mesmo o que custa?</p><p><br/></p><p>Raquel:&nbsp;Atiradora, &nbsp;nata,&nbsp; luta bastante.&nbsp;Alice,&nbsp;minha esposa,&nbsp;inteligência pura,&nbsp;ótima em dirigir carros seja de qualquer modelo.&nbsp;Berlim:&nbsp;Ótimo&nbsp;em estratégias para roubos.&nbsp;Quando&nbsp;se fala em desativar cofres,&nbsp;ele é o cara.&nbsp;Nairóbi:&nbsp;A&nbsp;maior hacker de computação.&nbsp;Ela&nbsp;pode entrar em qualquer sistema a hora que ela&nbsp;quiser.&nbsp;Eduardo luta muito,&nbsp;atira bem,&nbsp;sabe de tudo sobre o&nbsp;Banco&nbsp;Central,&nbsp;um ponto chave para nós conseguirmos entrar lá.&nbsp;E eu,&nbsp;Gabriel,&nbsp;o mandante e autor do maior crime da história da humanidade.</p><p><br/></p><p>— Gabriel:&nbsp;Nos precisamos de um armamento da pesada de carros bons</p><p><br/></p><p>Então vocês vão entrar nessa mesmo</p><p><br/></p><p>— Nairóbi:&nbsp;Eu aceito</p><p><br/></p><p>— Raquel:&nbsp;Eu também</p><p><br/></p><p>— Berlim:&nbsp; Com certeza</p><p><br/></p><p>— Eduardo:&nbsp;Tô&nbsp;Dentro</p><p><br/></p><p>— Sanches:&nbsp;Vou&nbsp;aceitar</p><p><br/></p><p>— Gabriel:&nbsp;Então,&nbsp;já que todos aceitaram,&nbsp;nós teremos que ver as questões do carro e armamento.&nbsp;Planejar&nbsp;como vai ser de fato o roubo,&nbsp;por onde a gente vai entrar e por onde a gente vai sair do banco.</p><p><br/></p><p><br/></p><p> Capítulo 2:Alice:&nbsp;Sem contar como agente vai tirar essa dinheirão todo</p><p><br/></p><p>— Gabriel:&nbsp;Tirar o dinheiro vai ser o mais fácil</p><p><br/></p><p>— Raquel:&nbsp;Também acho</p><p><br/></p><p>Berlim:&nbsp;Temos que montar um plano,&nbsp;estudar o território do banco,&nbsp;quantas câmeras tem,&nbsp;quantos seguranças tem.&nbsp;Temos que bola o plano perfeito.</p><p><br/></p><p>Um vacilo todos  presos.&nbsp;Eles passam três meses estudando como iam&nbsp;roubar o Banco Central dos Estados Unidos,&nbsp;com a ajuda dos Sanches eles conseguiram todas as informações sobre o Banco Central,&nbsp;quantas câmeras tinha,&nbsp;quantos seguranças tinha,&nbsp;tudo graças a ele.&nbsp;Eles&nbsp;então sabendo que a polícia estava indo para casa da moeda,&nbsp;eles então fazem os policiais de refém,&nbsp;fazendo com que eles lhe ajudasse.&nbsp;Sanches como vigilante fica no lugar do outro policial e o policial que estava responsável os ajudam a entrar no banco. O plano deles era perfeito,&nbsp;só precisaria colocar em prática um Deslize e eles acabariam todos na cadeia.&nbsp;Um grupo de adolescentes estavam a visitar o banco central dos Estados Unidos,&nbsp;eles acabaram de reféns,&nbsp;no total era 70 reféns colaborando com eles na produção de dinheiro e comida.&nbsp;Foram&nbsp;dias e dias produzindo dinheiro,&nbsp;eles já tinham um total de 10 bilhões,&nbsp;mais eles queriam muito mais do que isso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Capítulo 3:Todo mundo ficou sabendo desse crime.&nbsp;a polícia cai em cima para tentar tirar os reféns,&nbsp;mas os bandidos eram muito mais esperto do que eles pensavam,&nbsp;fazendo com que os reféns ficassem igual a eles.&nbsp;Dão fardamento para causar uma confusão maior na polícia,&nbsp;fazendo com que eles não conseguissem invadir o banco.&nbsp;Mas&nbsp;o chefe de armamento Miron queria porque queria invadir o banco por causa da filha do deputado que estava entre os reféns.</p><p>Gabriel:&nbsp;&nbsp;A&nbsp;filha do deputado será o nosso maior Foco.&nbsp;A&nbsp;gente não pode deixar nada acontecer com essa garota,&nbsp;porque é através dela.&nbsp;A&nbsp;gente vai tirar tudo que a gente puder da polícia.&nbsp;O&nbsp;deputado não vai querer que a filhinha dele não tenha nenhum arranhão.</p><p><br/></p><p>— Alice:&nbsp;E Fala&nbsp;na garota,&nbsp;cadê a aquela pirralha.</p><p><br/></p><p>— Raquel:&nbsp;Ela tá no banheiro</p><p><br/></p><p>— Alice:&nbsp;vai chamá-la Raquel</p><p><br/></p><p>— Nairóbi:&nbsp;Tá garota,&nbsp;sai do banheiro entrar aí nessa sala.&nbsp;Agora&nbsp;vou cuidar para que não aconteça nada com você.</p><p><br/></p><p>Sarrrai:&nbsp;Vocês estão muito calmos para quem está fazendo um dos maiores roubos</p><p><br/></p><p>—Nairóbi:&nbsp;Quieta&nbsp;agora</p><p><br/></p><p>— Sarrai:&nbsp;Tá,&nbsp;tá,&nbsp;vou ficar quieta. </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Capítulo 4:Berlim então começo a cava para fazer um túnel para poderem fugir,&nbsp;eles passam 10 dias cavando e produzindo dinheiro.&nbsp;A polícia também queria invadir de qualquer maneira,&nbsp;mais a chefe da polícia não queria colocar os reféns em perigo.&nbsp;Eles após 15 dias dentro da casa da moeda conseguem abrir o túnel e levarem todo o dinheiro para o túnel para poderem sair sem deixar um rastro sique.&nbsp;Eles&nbsp;então saem entrar no túnel,&nbsp;fogem em um trem.&nbsp;Todos se separam e seguem caminhos diferentes.&nbsp;Gabriel e Alice vão para o Brasil,&nbsp;Raquel e Berlim vão para Tóquio juntos,&nbsp;Sanches seguir sua vida e comprar uma ilha na Itália,&nbsp;viver sossegado.&nbsp;Nairóbi vai para Dubai e viver uma vida de luxos,&nbsp;compra uma mansão e arruma um namorado Eduardo.&nbsp;Todos&nbsp;seguem suas vidas muito feliz com 3 bilhões de reais cada um. FIM     Emanuel Ricardo  "3C"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 15:43:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cattleya Caccini </p><p>**Personagens:**</p><p>1. **Cattleya Caccini:**</p><p>   - Mulher de 30 anos determinada a se vingar do chefe da máfia que mandou matar sua mãe.</p><p>   - Trabalha com seu pai na máfia e treinou desde pequena para se tornar a maior mafiosa.</p><p>2. **Jasmim Alexandra:**</p><p>   - Mulher de 28 anos com o sonho de se tornar a primeira mulher advogada de sua família.</p><p>   - Enfrentou desafios e rejeição familiar, mas permanece forte e determinada em alcançar seus objetivos.</p><p>**Trama:**</p><p>- **Capítulo 1: Encontro Inesperado**</p><p>   - Cattleya Caccini chega à cidade com sua equipe, hospedando-se em um hotel de luxo.</p><p>   - Jasmim Alexandra está na mesma cidade para participar de uma conferência jurídica e escolhe o mesmo hotel para se hospedar.</p><p>   - Encontro inesperado nos corredores do hotel, seguido por um olhar intenso entre as duas mulheres.</p><p>_--perdão, acabei me entretendo com alguns pensamentos, não foi intenção. - diz jasmim_</p><p> *Catlleya*_-ainda a encarando desviar seu olhar por alguns segundos em direção ao chão e se abaixa para pegar as coisas de jasmim_   </p><p>_tudo bem,   seria melhor nós duas tomamos cuidado então, pois me vejo na mesma situação, que você, Deixe me ajudar-la._ </p><p>*Jasmim*,  _encara o colar em seu pescoço e dar um pequeno sorriso, reconhecendo a flor._</p><p>_-conheço essa flor, é uma orquídea, certo?  Eu acho ela muito bonita encantadora._</p><p>No final do capítulo, Jasmim e Cattleya conversam sobre a beleza da orquídea e trocam algumas palavras amigáveis. Elas concordam em tomar cuidado durante a estadia na cidade e se despedem cordialmente antes de cada uma seguir para o seu quarto no hotel.</p><p>Ao se recolher em seu quarto, Jasmim olha pela janela e contempla a paisagem noturna da cidade, refletindo sobre os desafios que a aguardam na conferência jurídica. Enquanto isso, Cattleya se prepara para uma reunião com sua equipe, ansiosa pelas oportunidades que aguardam no evento.</p><p>Com essa atmosfera de expectativa e mistério, o capítulo chega ao fim, deixando um gostinho de curiosidade sobre o que está por vir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:01:58 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação.</title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Continuação </p><p>1. *Catlleya*: </p><p>-"enquanto está tomando seu café da manhã  e olhando pela janela, e se pega pensando na  garota que havia se esbarrado nela e se questionar."</p><p>-"eu não perguntei o nome da garota de ontem.. hmm, pq estou pensando nela?   Preciso me apressar e terminar o que vir fazer aqui."</p><p>2.*jasmim*: </p><p>-"  realizando seus trabalhos acaba se distraindo  e pensar  aquela mulher de ontem tem aparência misteriosa, pelo sotaque ela não mora no Brasil... Droga estou atrasada .</p><p>2.*jasmim*: </p><p>-" jasmim chega para realizar seu trabalho, mas acontece o que ela  já esperava, infelizmente ela perdeu essa por seu oponente ser  de grande classe e poder, conseguindo conquistar o que quer. Com isso jasmim se retirar bastante decepcionada com o acontecido  indo para o bar perto, se embebedar para esquecer de sua derrota."-</p><p>-" estava tão perto de conseguir,  bandidos miseráveis.  Poderia me servir um pouco de  vinho, por favor?"-.</p><p>3. *Catlleya*:</p><p>-"  catlleya ao conseguir realizar sua missão com sucesso, deseja festejar e vai para o mesmo bar onde jasmim se encontra. </p><p>-"  finalmente conseguir realizar o que tanto queria,  bebidas para todos por favor!"-</p><p>4. *Jasmim*:</p><p>-"  desamparada e bêbada  se assustar com os gritos da    mulher que havia conhecido aquela noite e dá um sorriso  a encarando e admirando sua beleza avassaladora"-.</p><p> -"   não é aquela mulher? A do colar da orquídea.  Ela está incrível, que bom que conseguiu o que queria, Parece está bem e feliz."-</p><p>5. *Catlleya*:</p><p>-" olha para o lado ver que a garota  do dia anterior estava a encarando com um olhar interessado e foi lá  conversar com ela.</p><p>-"  como você tá? Parece está para baixo, aconteceu algo?"-</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação.</title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Continuação </p><p>Jasmin*: </p><p>-" lhe abre um sorriso  e a responde"- </p><p>-"  estou um pouco decepcionada comigo mesmo, pois o que planejei não deu certo,  mas obrigada por perguntar."-</p><p>   7.*catlleya*:</p><p>-" se senta ao seu lado e beber junto a ela  bem próximas"-</p><p>-" entendo. Esqueci de te perguntar isso como se chama, poderia me falar?"-</p><p>-"Jasmim sorrir e fala"-</p><p>  -" me chamo jasmim"-</p><p>Você também tem o nome de uma flor encantadora, com sua aparência deslumbrante e aroma doce,"- diz cattleya sorrindo.</p><p>   -" Sim, responde jasmim a encarar cattleya"-</p><p>E você, parece tá bem feliz "- Diz jasmim.</p><p>  -" Sim, tive um dia maravilhoso "_ responde cattleya a encarar jasmim.</p><p> -"Jasmim triste, fala"_ Que bom, pena que não posso dizer o mesmo"-</p><p>"- Quer desabafar comigo"_ pergunta cattleya.</p><p>   "-  Estou defendendo um processo contra uma empresa corrupta. E hoje aconteceu a primeira audiência, mas infelizmente perdi"_ diz jasmim.</p><p>   "-Hmm... Então você é advogada criminalista?, então você sabe que n vai ser fácil conseguir acabada com essa empresa" diz cattleya.</p><p>   Sim, aqueles bandidos cretinos, vai ter o que merece"_ responde jasmim, virando um copo de whisky com gelo, na boca.</p><p>  "- Uma advogada criminalista, se embebedando com uma mafiosa, quem diria-" pensa cattleya a sorrir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação </title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>E você com quer trabalha"_ pergunta jasmim.</p><p>  Cattleya a responde"- Eu tbm sou formada em advogacia.</p><p> Ah então você tá feliz por que ganhou uma causa ? Pergunta jasmim"- Hmm... É... Sim"- Responde Cattleya a desfiar o olhar"- </p><p> -"Jasmim  Que bom, fico feliz por você"- Cattleya sorrir e bebe o whisky.</p><p>Elas passam horas conversando e se divertindo"-</p><p> Já são meia noite"- diz jasmim sorrindo.</p><p> Cattleya a encara, levando um copo de whisky a boca, admira a beleza de jasmim, sorrir e fala-" pse, estou tão bem acompanhada que nem percebi a hora passar "-.</p><p>  Hum... Jasmim desvia  o olhar, e toma um cole de whisky -"</p><p>  Cattleya sorrir de canto de boca, vamos "-.</p><p>  -" Vamos responde jasmim.</p><p>   As duas se levanta, e pega o elevador para seus domicílios. </p><p>  Eu te acompanho até sua residência"- diz cattleya.</p><p>  Não precisa se incomodar"_ responde jasmim.</p><p>   Não é nem um incomodo"- diz cattleya a sorrir.</p><p>   "- Chegamos"_ diz jasmim a olhar para cattleya sorrindo.</p><p>  -" certo_ diz cattleya.</p><p>Jasmim sorrindo fala"_Obrigada por me acompanhar"</p><p>  "-Cattleya sorrir, pode entrar"-</p><p> Jasmim vai em direção a porta para entrar. Cattleya fala"_ jasmim, se você quiser eu posso te ajudar com o processo"-</p><p> -" Jasmim olha para cattleya, sorrindo_ sério. </p><p> -"Sim"- responde cattleya.</p><p>  Jasmim sorrir e abraça cattleya. Cattleya fica sem reação, pois não estava esperando que jasmim iria lhe abraçar".</p><p>   "- Desculpa, acabei me empolgando"- diz jasmim.</p><p> "- Cattleya responde, Tudo bem, então amanhã a gente se encontra para começar a organizar o processo?"- Sim, amanhã a gente se encontra na cafeteria do hotel"_ responde jasmim.</p><p>No dia seguinte*</p><p>  Cattleya:</p><p> Estava tomando banho, a água gelada passava pelo meu corpo, me fazendo sentir calafrios e fazendo relaxar meus músculos. Fiquei perdida em meus pensamentos, rapidamente me lembrei que tinha marcado com jasmim para nos encontrarmos. Sair do banho e vestir uma roupa social toda preta, termino de me arrumar. E vou pegar o elevador.</p><p>Jasmim:</p><p>  Fui para o banho, fiz minhas higienes, vou ao closet e coloco um vestido colado, que vai até abaixo do joelho, escolho uma bolsa e salto alto combinando, Termino de me arrumar. E vou pegar o elevador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:08:01 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação.</title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cattleya chega primeiro na cafeteria do hotel, pedi um café com leite, e se senta a mesa, esperando jasmim. Depois de um tempo jasmim chega e vai até a recepcionista e pergunta se cattleya já havia chegado, a recepcionista responde dizendo que sim e a leva até a mesa.</p><p> _ Desculpa pela demora- jasmim.</p><p>Cattleya dar um sorriso_eu tbm acabei de chegar, pode se sentar.</p><p> Elas se sentam e pedem algo para beber, conversam sobre o processo e como elas vão juntar a prova que precisa para ganhar a causa. Cattleya recebe uma ligação, é seu pai dando informações de onde tá o homem que matou sua mãe, ela rapidamente fala a jasmim"- Desculpa mas vou ter que me retirar agora, é trabalho.</p><p>   Não precisa se desculpar, pode ir, depois a gente continua a conversa"- responde jasmim.</p><p> Cattleya se levanta rapidamente e deixa seu caderno de anotações cair, jasmim fica sentada e ver o caderno no chão, ela pega sua bolsa e o caderno vai atrás de cattleya, mas não a ver mais, ela vai para sua residência, coloca o caderno em cima da sua mesa, mas ele acaba caindo, jasmim se abaixa para pegar o caderno quando ver as anotações de cattleya sobre a máfia, ela fica surpresa e com um pouco de medo ao descobrir que cattleya faz parte da máfia.</p><p>Ela fica pensando várias coisas-" então ela faz parte da máfia italiano, uma das maiores máfia do mundo. Mas o que uma chefe da máfia iria vim procurar no Brasil ? O que ela veio fazer aqui?, jasmim pensa em pergunta a Cattleya_ mas e se ela querer me matar? Não, era não iria fazer isso comigo, então jasmim decide pergunta a cattleya.</p><p>Cattleya chega no lugar marcado para a reunião, e conversar sobre como vão conseguir pegar Joe profaci ( o homem que mandou matar sua mãe), depois de longos debates, eles conseguem organizar tudo. Cattleya vai para casa, pega o celular e ver várias chamadas de jasmim, ela retorna as chamadas "_ Oi, desculpa por não ter atendido, estava ocupada e não vi as ligações -cattleya.</p><p> Não precisa se desculpar, só queria lhe dizer que estou com seu caderno de anotações, você deixou ele cair e eu peguei para devolver. Ok, nem percebi que tinha deixado cair, obrigada por pegar -cattleya</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação.</title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por nada, então você passa aqui em casa para pegar- pergunta jasmim. Cattleya responde _Sim, eu vou passar aí para pegar. Ok, tchau, até mais parte- diz jasmim. Tchau até - cattleya.</p><p>A noite cattleya vai até a casa de jasmim como o combinado, dig-dog, jasmim abri a porta e dar um sorriso_ Oi pode entrar. Cattleya dar um sorriso de canto e entra,_ obrigada, não tinha percebido que havia deixado o caderno cair, Jasmim-Pode se sentar aí, vou pegar o caderno, conseguiu terminar seu trabalho?</p><p>Ainda não, mas estou a caminho - responde Cattleya.</p><p>Que bom, se quiser eu posso te ajudar, retribuir o favor-Jasmim.</p><p> Cattleya"- obrigada mas não precisa. Jasmim"_ Por quê? A máfia não permite? .</p><p> Cattleya- hum... máfia... como assim ?. Jasmim"- Eu sei que você faz parte da máfia Itália, ontem quando eu tava com seu caderno, ele caiu no chão e eu vi suas anotações, me desculpe não era minha intenção lê. Cattleya"- hum... Sim eu faço parte da máfia, meu pai é o chefe, vim para o Brasil resolver negócios, te peço que não fale a ninguém, e é melhor eu me afastar de você, não quero que corra perigo por saber. Jasmim"- Não, não se afaste, e a audiência já é amanhã, você falou que ia me ajudar, e eu não ligo se você é da máfia ou não. Cattleya"- Você não tem medo?. Jasmim"- Não, não tenho medo? Eu creio que você não faria nada comigo, né ?. Cattleya sorrir_ Não, não faria nada com você. Jasmim sorrir_ então tá resolvido, a gente vai continuar se falando. Cattleya sorrir_ Vamos continuar se falando. Cattleya e jasmim, começam a conversar, jasmim tem curiosidade sobre a máfia, e conversar com jasmim sobre.Passam horas conversando e rindo.</p><p>No dia seguinte*</p><p> Jasmim: Hoje é o grande dia, eu vou conseguir acabar com aquela empresa corrupta. Jasmim desce e se encontra com cattleya.</p><p>Bom dia, diz jasmim com um grande sorriso. Bom dia, responde cattleya a sorrir. Elas duas entra no carro e vão para o tribunal. Depois de longos debates, jasmim finalmente consegui ganhar a causa, ela e cattleya sai qdo tribunal felizes. Cattleya "- Parabéns, Todos mereciam ter uma advogada como você, e você merece comemorar e hoje é por minha conta. Jasmim"- Obrigada, estou muito feliz, mas eu não consegui sozinha, vc tbm me ajudou e eu agradeço por isso, muito obrigada. Elas vão para o bar do hotel, bebem e se divertem. Cattleya recebi uma ligação do seu pai, ele fala que ela precisa voltar para a Itália o mais rápido possível, e que é pra ela pegar o primeiro voo, Cattleya, fala a seu pai que sou vai no outro dia bem cedo, pois hoje não teria como, porque ela tava resolvendo assuntos pessoais. Cattleya fala a jasmim, _ jasmim, eu vou embora amanhã bem cedo, meu pai precisa de mim lá. Jasmim triste responde _ Tá bom. Depois disso jasmim fica um pouco triste, pois não queria que cattleya fosse embora de uma hora pra outra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação.</title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>Continuação </p><p>No dia seguinte*</p><p> Jasmim: Hoje é o grande dia, eu vou conseguir acabar com aquela empresa corrupta. Jasmim desce e se encontra com cattleya.</p><p>Bom dia, diz jasmim com um grande sorriso. Bom dia, responde cattleya a sorrir. Elas duas entra no carro e vão para o tribunal. Depois de longos debates, jasmim finalmente consegui ganhar a causa, ela e cattleya sai qdo tribunal felizes. Cattleya "- Parabéns, Todos mereciam ter uma advogada como você, e você merece comemorar e hoje é por minha conta. Jasmim"- Obrigada, estou muito feliz, mas eu não consegui sozinha, vc tbm me ajudou e eu agradeço por isso, muito obrigada. Elas vão para o bar do hotel, bebem e se divertem. Cattleya recebi uma ligação do seu pai, ele fala que ela precisa voltar para a Itália o mais rápido possível, e que é pra ela pegar o primeiro voo, Cattleya, fala a seu pai que sou vai no outro dia bem cedo, pois hoje não teria como, porque ela tava resolvendo assuntos pessoais. Cattleya fala a jasmim, _ jasmim, eu vou embora amanhã bem cedo, meu pai precisa de mim lá. Jasmim triste responde _ Tá bom. Depois disso jasmim fica um pouco triste, pois não queria que cattleya fosse embora de uma hora pra outra.</p><p>  No outro dia*</p><p>Cattleya, se arruma e desce, e vai até até o apartamento de jasmim, "dig-dog", jasmim abre e a porta, cattleya "- Oi, eu já estou indo embora, mas não queria ir sem me despedir de você. Jasmim sorrir,"- Boa viagem, e me manda msg quando chegar lá, cattleya sorrir, e abraça jasmim. Cattleya desce e vai pegar o carro que está a sua espera, quando cattleya vai entrando no carro, jasmim grita _ Cattleya.... Não se esqueça de mim. Cattleya sorrir para jasmim, e dá tchau, e vai para o aeroporto. Jasmim pega outro carro e vai para seu escritório, chegando lá, ela é surpreendida por bandidos"_ Você achou que iria ficar por isso mesmo, você vai pagar por se meter onde não foi chamada, jasmim tenta fugir, mas é pega pelo bandidos que a puxa pelos cabelos. Jasmim sente uma mão lhe segurar, ela olha e é cattleya, cattleya tira a mão do bandido do cabelo de Jasmim, e o emburra, o que você pensa que tá fazendo, quem te deu ordens de tocar nela"- diz cattleya. Quem você pensa que  é, vocês duas estão mortas"- Bandidos. Cattleya dar um sorriso de canto de boca, e os capangas dela, entra, eles começaram a lutar. Cattleya vira para jasmim, jasmim estava se desmanchando em lágrimas. Cattleya"- Você está bem? Eles te machucaram?. Jasmim"- Não, só puxaram meus cabelos, eu pensei que iria morrer, jasmim abraça cattleya, chorando, cattleya pergunta quem puxou os cabelos dela, e ela aponta, cattleya vai até o homem e quebra suas mãos, e depois o mata. Jasmim ver tudo, mas não fica com medo, vai até cattleya e a abraça.Cattleya leva jasmim até seu apartamento, jasmim"- você não disse que ia para a Itália, o que aconteceu?. Cattleya"- Eu resolve o que tinha que resolver, e deixei assuntos pendentes aqui no Brasil. Jasmim "- Se você não tivesse voltado, não sei o que seria de mim, uma hora dessa eu estaria morta, jasmim começa a chorar. cattleya, fala para jasmim ficar no seu apartamento por enquanto que ela volta, jardim pergunta onde ela vai, e ela reponde dizendo que vai resolver tudo isso que estava acontecendo, cattleya deixa dois capangas pelo lado de fora do seu apartamento, vigiando, para não tentarem fazer mal novamente a jasmim, Cattleya, junto com seus capangas, vai atrás do homem que mandou matar jasmim, descobri que é o mesmo homem que mandou matar sua mãe, a raiva dela só aumenta, ela mata todos os capangas dele, e vai atrás dele e o mata da pior forma possível.</p><p> Ela volta para seu domicílio, chegando lá jasmim a ver toda cheia de sangue, vai até ela e dar um abraço. Jasmim "- Matou eles, se vingou ?. Cattleya"- Sim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:12:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Continuação </title>
         <author>tamarindolisa756</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia seguinte*</p><p> Cattleya fala a jasmim, que dessa vez ela tem que ir para Itália, pois seu pai tá precisando dela lá, mas que irá voltar para ver ela. Jasmim fala que tudo bem, e que sabe que ela precisa voltar pra sua terra natal, agradece a ela por tudo que ela fez, e vai com ela até o aeroporto, chegando lá elas se despedem. </p><p>  Dois anos depois* </p><p>  Jasmim, já tinha ganhado várias outras causas, tava tendo sua vida de sempre, só ela e seu trabalho. Jasmim volta para casa, e vai tomar um banho, "dig-dog", quem será uma hora dessa? Eu não pedi nada, já vai -"jasmim. Quando jasmim abre a porta tem uma surpresa. É assim que você recebi suas visitas, de toalha ?. Jasmim fica surpresa, e dar um pulo em cattleya"- Não acredito, porque você não me ligou dizendo que estava no Brasil. Cattleya segura jasmim_ eu queria fazer uma surpresa. Jasmim"- uma surpresa e tanto, depois de dois anos, jasmim se toca que está de toalha, e desce, _ desculpa, e baixa a cabeça, pode entrar, vou trocar de roupa, Cattleya dar risada, e entra.</p><p> Jasmim vai se trocar e volta, Cattleya "- ia, me conta como passou esses últimos dois anos, se meteu em alguma encrenca?. Jasmim sorrir_ me mete, mas consegui sair, afinal aprende com a melhor, jasmim pensando" Antes de cattleya ir embora, ensou ela a lutar e atirar, Cattleya "- esse é só o básico pra você se proteger, mas com o treino você vai aperfeiçoando." Jasmim sorrir para cattleya e cattleya sorrir de volta. Cattleya convida jasmim, para ir a Itália, Eu comprei uma ilha, passei esses dois anos ajeitando, para ficar perfeitamente parecido com você -" Cattleya.</p><p> Jasmim"- por isso você ficava me perguntando oq eu gostava. Cattleya sorrir e a responde que sim. Jasmim arruma suas malas e vai com cattleya para a Itália.</p><p>  Itália ( ilha que cattleya comprou)* </p><p>   Que lugar lindo- diz jasmim. Cattleya"- sim, aqui é muito bonito, e a vista é espetacular, ficava imaginando você aqui, eu sabia que você iria amar. A noite, elas vão para uma jantar, Depois do jantar, Cattleya vai deixar jasmim no seu quarto, jasmim a convida para entrar, tomam vinho, e tem uma noite...... Fim!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 22:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>UM ROMANCE ATRAVÉS DO &quot;DIRECT&quot;</title>
         <author>mirelemenezes20</author>
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         <description><![CDATA[<p>O jogador neymar Jr de 32 anos, e a cantora anitta de 30 anos, tiveram um pequeno romance, mais um romance passageiro, isso aconteceu quando na festa de numanice da cantora Ludmila, rolou aquela olhada, o  jogador não se aguentou e foi na cantora, chegando lá... o jogador começou logo a jogar seus belos truques, e não demorou muito e já deu uma pequena conquistada na cantora</p><p>Dias se passaram... e o jogador mandou um direct para a cantora</p><p>- oii, tudo bem?</p><p>E a cantora responde</p><p>- tudo bem sim, e com você</p><p>E daí conversa vai, conversa vem, e eles acabaram tendo um pequeno romance, dias depois eles tem uma  conversa para decidir se vão contar aos fãs, o jogador não queria, mas a cantora insistiu em Contar, no final acabaram contando, todos os fãs  chocou com a notícia. Porém esse romance não demorou muito, eles tiveram um desentendimento e acabaram terminando o  relacionamento, mais foi lindo oque eles viveu e hoje em dia tem uma bela amizade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 23:42:28 UTC</pubDate>
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         <title>Deu a louca em Diários deu um vampiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A historia começa com Stefan salvatore retornando a sua cidade mysticfalls para morar , mais, por que ele resolveu voltar assim tão de repente depois de tantos anos fora? Madu e boonie chegam na escola e logo ficam sabendo que chegou um novato na escola , logo andando na escola, elas vê um garroto falando com a secretaria, Madu vê jerrmy, seu irmão indo ao banheiro e vai atrás dele e boonie fica, quando o rapaz se vira ela fica impressionada com a beleza dele, tanto ela como Caroline. Ele vai em direção ao banheiro e mesmo na hora Madu sai e logo esbarra nele, eles se olham e começam a rir e ela diz que é uma longa história de como ela foi parar ali. Ela vai para a sala. Já na sala boonie manda uma mensagem para ela avisando que stefan não para de olha para ela, e pediu para olhar disfarçadamente, eles se encaram a aula toda. Stefan se apresenta para Madu e ela o chama para uma festa que todo ano ocorre no primeiro dia de aula e ele acaba aceitando. Matt ex de Madu ainda apaixonado por ela fica encarando Stefan e ela fala para ele não ligar. Logo mais tarde na festa Stefan e Madu se encontram e eles vão passear, falam horas e horas e ele fala para Madu que faz parte de uma das famílias fundadoras. Depois de muito papo, eles se olham e Stefan a beija. Quando param de beijar Madu percebe que os seus olhos estão estranhos , ele vira o olhar rapidamente e arruma uma desculpa, mais ela fica desconfiada. Ele a deixa em casa e combinam de sair no outro dia. Chegando no outro dia eles estão passeando e sem querer Madu corta seu pé e quando Stefan vê o sangue seus olhos se transformam e ele vira o rosto e diz que tem pavor de sangue ela fica se perguntando o porque que ele fica assim. Certo dia na festa dos fundadores Madu vê-o nome de  “Stefan Salvatore “ na lista de quem estava presente no dia em que a cidade foi fundada, muito tempo, não tinha explicação de o porquê que o nome dele estaria ali se já fazia tanto tempo. Ela o vê e o coloca contra a parede, ele mais sem desculpas para dizer a ela admite que é um vampiro, ela fica assustada, mais logo depois deu um tempo mesmo ele sendo assim ela decide guardar seu segredo e ficar com ele. Dias se passam e logo Damon, irmão de Stefan volta para a cidade também. Ele fica próximo e se apaixona por Madu. Ele e Stefan brigam e espera uma decisão para saber com quem ela irá decidir ficar. Ela decide escolher Damon, ela conseguiu mudar Damon e mudou tudo nele e acabou se apaixonando. Stefan morre para salvar seu irmão e a todos que estavam em perigo. E no final toda se reencontram e Damon vira humano por Madu e eles ficam justos. Mais no final mostra que o verdadeiro de irmãos que sempre existiu entre Damon e Stefan era muito maior que tudo. Eles se reencontraram e se abraçaram. Enquanto a Damon e Madu se casaram e e tiveram filhos, enquanto o destino dos seus filhos? Conto na próxima…</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 00:49:08 UTC</pubDate>
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         <title>BRABOS: uma ação intergalatica.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Era um dia comum, todos seguia seus caminhos. Inclusive 3 pessoas comuns fazendo seus percursos diários, cada um indo para seus respectivos empregos. Coincidência ou não, passavam ambos pela mesma rua, solitários. Estava tudo normal, como um dia qualquer, até que... <br><br>*BAM* <br><br>Uma explosão ocorreu, assustando os 3 ali presentes. Da fumaça esquisita, surgiu uma espécie de... <strong>????</strong> <br><br><strong><em>- UM ESTRATERRESTRE?!?</em></strong> <br><br>Gritaram em unissono, se juntando em grupo. O ser desconhecido piscou, parecendo tonto, não aparentou ser uma ameaça, sem se mover de forma bruta, mas bastante confusa. <br><br><strong>- )×*÷¥#;$-,@@+€2×¥+₩£÷;-?</strong> <br><br>Parecia se comunicar, mas sem nenhum sinal de entendimento. O ser usou de seus poderes, para hipnotizar os humanos, descobrindo sua moradia. Foi até a casa mais próxima, abusando do poder de invisibilidade para não chamarem atenção. <br><br><strong><em>Minutos depois...</em></strong> <br><br>Agora tinham "acordado", estando na casa da mulher. Ainda que totalmente apavorados, o ser se apresentou, tendo aprendido rapidamente sua linguagem. <br><br><strong>- Me chamo Babel, vim de um planeta bem distante, que se chama Aurganiarius. Minha missão na terra era encontrar 3 futuros sucessores, para passar poderes adiante. E coincidentemente, o universo parece ter lhes escolhido! </strong><br><br>As três pessoas protestaram, querendo sair dali, mas com um pouco mais de calma, e explicação do tal Babel, acabaram aceitando. <br><br>-<strong> </strong><em>eu me chamo Luísa.</em><br><em>- Sou o Victor.</em><br><em>- Whindersson.</em> <br><br><em>-</em><strong><em> Whinsson?</em></strong> <br><br><strong><em>...</em></strong> <br><br><strong><em>- É WHINDERSSON!!!</em></strong>  </p><p><br/></p><p>Depois da confusão, os animos se acalmaram finalmente. Deixando espaço para que o Babel pudesse lhes explicar o que fariam, e como fariam. Antes de tudo, teriam de passar em seus testes. Passado isso, o treino pesado seria necessário para mostrar se seus corpos iriam suportar a carga de carregar todo o poder nas costas. Incrivelmente, saíram-se bem, pareciam realmente destinados à isso. </p><p><br/></p><p>Passou-se um mês inteiro de treinamento, estavam exaustos, mas felizes que tinha acabado.</p><p><strong>- Já que foram bem em tudo.. devo informar-lhes que chegou a hora de sua recompensa...</strong></p><p><br/></p><p>Se mostraram animados, esperando seu poder. De repente, tudo a sua volta parecia brilhar, enquanto se transformavam. Whindersson foi o primeiro, com uma simplicidade que estranhou, apenas se via como um lutador de boxe, mas se assustou ao olhar para o lado, vendo uma versão sua totalmente machucada.</p><p><br/></p><p>- <em>QUE DIACHO É ISSO?!</em></p><p><br/></p><p>Vitão foi o segundo a se transformar, suas roupas normais sendo substituidas por um longo vestido azul, com babados, os cabelos ondulados se esticaram e emaranharam-se numa longa trança, quase como um chicote. Em seu rosto, traços como as listras de um tigre, gostou do que viu.</p><p><br/></p><p>Luísa demorava a se transformar, o que chamou atenção, os deixou boquiabertos com o que viram. seus cabelos antes loiros, tornaram-se rosas, suas vestes mudaram para algo sensual, os olhos tomando uma cor de azul ainda mais penetrante.</p><p><br/></p><p><strong>- Uau... <em>- </em></strong><em>disseram os dois homens em conjunto. </em></p><p><br/></p><p><strong><em>*Cof, cof</em>* </strong><em>Babel chamou a atenção.</em></p><p><br/></p><p><em>- </em><strong><em>Não há tempo para perder, temos um primeiro vilão à deter! Mas antes, aqui estão suas fichas.</em></strong></p><p><br/></p><blockquote><p>WINDOWS: poder da força e ilusão. Boxeador forte, que ilude seus inimigos com duas versões de si mesmo, parecendo fraco para lhes golpear por trás. </p></blockquote><p> </p><blockquote><p>SONZA: poder vocal e na sentada.</p><p>Sua potencia vocal desnorteia qualquer um, lhes hipnotiza. A sentada de Luisa é de outro mundo, abalando estruturas.</p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p>VITÃO: poder de trança/chicote.</p><p>Vitão conta com um único poder, usando sua trança como um chicote e laço, rendendo facilmente seus inimigos, não importa a distância que estejam, ela se estica até eles.</p></blockquote><p><br/></p><p>- Uau, que legal!!!-<em> disseram Vitão e Luísa.</em></p><p><br/></p><p><em>Mais ao lado estava Whindersson, furioso.</em></p><p><br/></p><p>- MEU NOME NAO É WINDOWS!!</p><p><br/></p><p><strong>...</strong></p><p><br/></p><p>O grupo partia animado para sua primeira missão, mas antes de tudo..</p><p><br/></p><p>V- Espera aí! Precisamos de um nome pro nome pro nosso grupo!</p><p><br/></p><p>W- Eita, é mermo. E qual vai ser?</p><p><br/></p><p>L- Que tal... "Brabos"?</p><p><br/></p><p>Se entreolharam com um sorriso, acenando positivamente. E assim começa, a jornada dos <strong>BRABOS, </strong>combatendo o crime e vilões que ameaçavam a paz mundana.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 14:02:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>arthurcaetano05022007</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Chaves e Chiquinha são dois adolescentes que moram na mesma vila e estudam no mesmo colégio.</p><p>  Eles dois nunca passaram da amizade,porém, depois de um tempinho,chaves começou a criar sentimentos por ela e então decidiu contar.</p><p>  Na noite do dia 20 de março, de 1999, Chaves marcou um encontro com Chiquinha e ela aceitou, o local era o outro lado da vila,Chaves comprou flores e lanches para ela.</p><p>  Quando Chiquinha chegou lá, se espantou e sentou-se para conversar com Chaves, ele contou que estava sentindo algo a mais por ela e o disse: - Não me olha assim que eu vicio, só de imaginar, minha boca na sua, já tô doido para provar, nem rolou o primeiro beijo, mas tem tanta química, que não dá pra explicar nem na tabela periódica.</p><p>  Logo após,Chiquinha sorriu, beijou e Chaves pediu em namoro e viveram felizes para sempre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 16:55:02 UTC</pubDate>
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         <title>A SOGRA QUE TE PARIU</title>
         <author>marianycosta840</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A série " A SOGRA QUE TE PARIU", retrata uma história bem divertida e cheia de surpresas. Tudo começou quando a mãe de Carlos adoeceu e precisou passar um tempo na sua casa, quando Dona Izadir chegou, se deparou com seu filho e sua nora lhe esperando, a Alice não gostou da ideia de sua sogra ficar com eles, mas Carlos fez o possível para convencer ela a deixar sua mãe ficar.</p><p>  Após alguns dias passarem, Alice não aguentava mais a sua sogra dentro de casa, então conversou com o Carlos para que ele levasse sua mãe de volta para o Cachambi onde ela morava. Carlos concordou, pois sua mãe já estava atrapalhando a intimidade do casal, Dona Izadir ficou arrasada com eles, ela não queria ir embora, mas seus netos Márcia e Jhon não concordaram com a ideia de seus pais e ela conseguiu ficar mais um tempo, mas era só uma semana. Nesse curto período a Alice descobriu que estava grávida, foi uma surpresa , mas todo mundo ficou feliz.</p><p>   O tempo de Dona Izadir já tinha acabado e ela precisava ir embora, Alice conversou com ela e já foi logo arrumando suas coisas, mas Dona Izadir era muito esperta e falou que ajudaria sua nora à cuidar do bebê, Alice achou uma boa ideia. Os nove meses se passaram e Alice ganhou o bebê, sua irmã mais nova já estava chegando de Paris para ajudar Alice com a criança, ela se chamava Mary, uma jovem de 25 anos formada em medicina e muito importante. Dona Izadir não aceitava outra pessoa para cuidar do seu neto, mas Alice já estava decidida. Dois meses se passaram e o Benjamin já estava bem crescidinho, Mary era uma pessoa dedicada e carinhosa com todos, e já disse já tinha gostado dela. O dia de Mary voltar para Paris tinha chegado, e Alice foi deixá-la no aeroporto junto com o Carlos e Izadir, chegando lá Mary embarcou e o resto voltou para casa, dona Izadir aceitou o fato que precisava voltar para casa ; à tarde ela arrumou suas malas e voltou para casa, onde reencontrou suas amigas e seu antigo amor,  Izadir acabou se apaixonando novamente e se casou com ele . Ela agradeceu a Alice por ela ter mandado ela ir embora, pois estava vivendo tudo que sempre sonhou,  e seguiu sua vida de bem e feliz ao lado do seu grande amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 17:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Um menino que sonhava em ver os transformers </title>
         <author>marcioxavier202215</author>
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         <description><![CDATA[<p>     Vou falar sobre um garoto que se chamava Marcio, um dia sua mãe comprou um o filme de nome transformers com o passar do tempo ele foi se aperfeiçoando nos cantos tão reais para a mente  de criança, ou seja, ele começou a acreditar nessas fantasias que ele se imaginava estar na quele lugar em que o primeiro ele vivia avinda dos autobots pra terra, após ele vivência o espetáculo que maravilha de ver OPTIMUS PRIME vindo do universo de um planeta distante e desconhecido.</p><p>     Ele se procura de qual lugar eles vinhão essas maravilhas de máquinas inteligentes capazes de fazer qualquer coisa, após minha estranha descoberta com esse "fato". Eu realmente conheci os autobots,OPTIMUS PRIME o líder falou dos autobots falou pra mim que estava aqui na terra atrás de um cubo que tinha se perdido no universo após terem travado uma guerra com os decepticons, o seu líder fugiu com o cubo e tinha  escondido em algum lugar na terra foi quando SAM WITWICK chegou no local, a gente até se complementou-SAM novamente perguntar o que vocês estão fazendo a que eu assustado perguntei você conhece eles ? OPTIMUS brevemente respondeu:-sim, tivemos muitas aventuras juntos.</p><p>     BONBOBI, o robô que ser transformava em um camarote amarelo ele fala OPTIMUS devemos ficar com o garoto </p><p>-SAM, teve um surto após  BONBOBI fala isso Sam responder fala sério vocês querem leva uma criança, não não me beliscar pra ver se é verdade, logo após OPTIMUS fala SAM devíamos levar o garoto para que ele tenha uma aventura a qual ele vai contar que teve uma experiência em que todos vão lembrar dos nossos esforços, em que nós lutamos com os humanos  em várias batalhas,quando gastamos suor e metal juntos.</p><p>     Mas hoje esse garoto cresceu e viu que tudo  oque passou  na sua mente sobre o filme dos transformers não passava apenas de uma fantasia criada por uma mente de criança. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>     Criado e escrito por : Márcia Xavier Lopes <sup> </sup></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 18:40:54 UTC</pubDate>
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         <title>Um contratempo</title>
         <author>filipealvesdossantoslipe6</author>
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         <description><![CDATA[<p>    Em um certo dia Adrian e Laura esses dois tem um romance escondido, por conta que eu é um homem casado e bem sucedido ele mantém um relacionamento e um dia a esposa do ligou para ele perguntando que horas que ele ia voltar para casa mas mal sabia ela que e que ele estava com Laura e depois de dois minutos de conversa ele mais amante pega o carro e saim de pista a fora voltando para a cidade. E durante a viagem ele decidiu pegar um atalho, eles dois se distrair conversando e em um segundo apareceu um animal na pista que teve uma colisão com outro carro. Depois de alguns segundos eles vão olhar como o motorista do outro carro está quando eu lhe juro a situação eles achava que o motorista estava morto. E Adrian tenta ligar para a polícia mas Laura interrompe tentando entrar na mente de Adrian tentando convencer ele que se ele ligar a mulher dele vai descobrir mas ele não deixa ela entrar na sua amiga e ele não escuta ela desliga para a ambulância e os dois começa a discutir até que aparece outro veículo na pista aí ele explica o que tinha acontecido, e paga o outro motorista para levar a Laura para casa dela e ele fica espelhando a ambulância de arroz que ficou tentando dar osso primeiro Socorro. Dois dias depois Adrian vai para o hospital para ver como o motorista está.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 19:50:01 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A reconciliação de Toretto e Brian&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dominique Toretto e Brian se encontraram pela primeira vez em uma situação de corrida clandestina, em um país exótico, aonde são forçados a trabalhar juntos para enfrentar um inimigo em comum, em um certo tempo eles viraram recrutas por uma agência secreta para desvendar uma conspiração que ameaça a segurança global. Durante a investigação eles descobrem que um antigo inimigo está por trás dos eventos e precisam lutar contra o tempo para impedir um ataque devastador.</p><p>   Toretto traio o seu grupo, colocando todos em perigo, ele tinha um segredo do passado, e agora esse segredo veio a tona, levou a situação de muito confronto e tensão dentro do círculo da confiança, a traição de todos. Após muita tensão e confronto, a traição é revelada e Toretto que havia traído o grupo se arrependeo de suas ações que tinha feito.</p><p>   Dominique Toretto e Brian, apesar de magoados eles se reconhecem os seus erros e se arrependem, Brian e sua família decidem dar uma segunda chance a Toretto e todos se juntam novamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 22:20:38 UTC</pubDate>
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         <title>Através da minha janela </title>
         <author>vkawan965</author>
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         <description><![CDATA[<p>Através da minha janela, observo um par de namorados, Ares e Raquel compartilhando momentos de cumplicidade e amor. Ao entardecer, eles caminham de mãos dadas pela rua , trocando olhares apaixonados e sorrisos que iluminam o ambiente.</p><p>Nos finais de semana, Ares prepara um delicioso café da manhã para sua namorada com flores frescas colhidas do jardim. Juntos, eles desfrutam de longas conversas e risadas, criando memórias que se tornarão preciosas lembranças.</p><p>À noite, durante um jantar à luz de velas, Ares dedica serenatas a sua amada, trocando suavemente o violão e cantando canções que aquecem seu coração.</p><p>Através da minha janela, testemunha o amor genuíno e a alegria compartilhada por Ares e Raquel, um história que inspira e encanta todos ao redor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 22:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>A saga intergaláctica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Estelar e ciborgue pode ser uma jornada emocionante e repleta de aventuras. Estela, é uma menina destemida exploradora espacial, cruza caminhos com raças alienígenas, eles desenvolveram um laço especial.</p><p>  A medida que estela e ciborgue enfrentam desafios intergalácticos, descobrem artefatos antigos de civilização alienígenas e confrontam ameaças cósmicas que põe em risco a paz galática, ao logo de suas aventuras, a conexão deles dois e ela terminou seu relacionamento com mutano seu antigo namorado, e se uniu a ciborgue e descobriram um afeto antigo entre os dois e decidem fica juntos controlando a galáxia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 23:34:46 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR (Luiza Vitória 3°C)</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 01</strong></p><p><strong>O Ardor de Uma Desavença</strong></p><p><br></p><p>Sob o manto dourado da alvorada, os pinheiros que circundavam Hogwarts eram banhados pela luz âmbar do sol, conferindo à paisagem uma aura de esplendor inigualável. Hermione Granger, com sua habitual diligência, atravessava os corredores da escola em um passo apressado e desajeitado, rumo à aula de poções. A visão parcialmente obstruída pela pilha de livros e frascos vazios que carregava, ela nutria a esperança de encontrar um Professor Snape indulgente, que pudesse perdoar seu atraso. Absorta em suas preocupações, Hermione não previu o choque iminente com uma figura que emergia abruptamente em seu caminho, resultando em sua queda desastrada e na dispersão de seus materiais pelo chão frio do corredor.</p><p>— Ora, ora... — A voz zombeteira de Draco Malfoy ressoou pelo espaço, carregada de escárnio e superioridade. — O que temos aqui...?</p><p>Levantando os olhos, Hermione encontrou-se com o olhar arrogante do herdeiro Malfoy, flanqueado por seus dois acólitos de Sonserina, cujos sorrisos cínicos e desdenhosos apenas amplificavam a humilhação do momento.</p><p>— Er... Sinto muito. — Com uma prontidão que desmentia seu constrangimento, Hermione ergueu-se, recolhendo seus pertences com uma eficiência febril, enquanto amaldiçoava a própria sorte por tê-la abandonado naquele instante crítico.</p><p>— Sente muito? — Draco, com um gesto brusco e desdenhoso, chutou um dos livros que jazia ao seu alcance, enviando-o para longe com um pontapé truculento. — Sente muito por ter esbarrado em mim com seu sangue sujo ou por frequentar uma escola de bruxos sendo uma trouxa imunda? — Seu olhar desafiador percorreu os garotos ao seu redor, incitando-os a uma gargalhada coletiva que ecoou pelo corredor como uma onda de desprezo.</p><p>A jovem bruxa sentiu uma onda de ardência invadir seus olhos e narinas, uma mescla de ira e dor que a inundava, enquanto lutava para reprimir as lágrimas que ameaçavam transbordar. Seus punhos cerraram-se involuntariamente, e ela inspirou profundamente, buscando em algum recanto de sua mente a serenidade necessária para enfrentar o insulto.</p><p>— Eu já havia pedido desculpas, seu bastardo. — As palavras de Hermione saíram entre dentes cerrados, sua voz um sussurro carregado de emoção contida, enquanto ela lutava para manter as lágrimas à margem.</p><p>Draco, com uma sobrancelha arqueada em indignação, inclinou-se para frente, aproximando seu rosto do dela em um gesto que beirava a intimidação.</p><p>— A quem está chamando de bastardo, sujeitinha de sangue ruim? — Sua réplica veio acompanhada de um sorriso arrogante, um desafio implícito em cada sílaba pronunciada.</p><p>Para Hermione, aquele foi o estopim. Antes que qualquer pensamento lógico pudesse atravessar sua mente atormentada, ela retraiu o punho e o projetou com toda a força que pôde reunir, atingindo o nariz de Malfoy em um golpe surpreendente. O rapaz recuou, sua expressão não de ódio, mas de estupefação, atônito pela audácia daquela que ele considerava inferior.</p><p>— Sua maldita! Sabe em quem acabou de bater?! — Draco bradou, segurando o nariz agora a sangrar, enquanto a indignação e a surpresa se entrelaçavam em sua voz.</p><p>O tumulto que se seguiu reverberou pelo corredor, atraindo a atenção dos alunos que emergiam das salas de aula, atraídos pelo alvoroço. Hermione levantou-se, os olhos marejados e o calor da adrenalina turvando seus sentidos; ela estava alheia a tudo, exceto ao pulsar acelerado de seu próprio coração.</p><p>Como uma sombra que se materializa do nada, o Sr. Snape surgiu na entrada da sala de poções, e com passos firmes e decididos, dirigiu-se ao epicentro do incidente.</p><p>— O que diabos estão fazendo, seus insolentes? — A voz sibilante do professor fez com que todos os murmúrios cessassem imediatamente, e os estudantes que circundavam Draco e Hermione abriram caminho, permitindo que Snape inspecionasse a cena com olhos que brilhavam com um fulgor que parecia ser de irritação.</p><p>— Esta trouxa imunda me agrediu, foi isso o que aconteceu! — Draco exclamou, esperando atrair a simpatia do professor para sua causa. Snape, no entanto, arqueou uma sobrancelha diante da alegação do jovem, enquanto Hermione, com a boca entreaberta, descobria-se incapaz de articular uma defesa. Restava-lhe apenas aguardar por uma punição que esperava ser branda.</p><p>— S-senhor Snape...!</p><p>— Me acompanhem. — Sem mais palavras, Snape virou-se e caminhou na direção oposta, deixando claro que o teatro de Malfoy fora completamente ignorado. Draco, com uma sobrancelha arqueada em confusão e um vislumbre de vergonha, levantou-se e seguiu o professor, enquanto Snape lançava um olhar intimidador aos demais alunos.</p><p>— E vocês, retornem às suas respectivas turmas, a menos que desejem compartilhar do destino desses dois. — Sua voz era gélida, e seus olhos, um abismo insondável.</p><p>Hermione, com passos hesitantes, seguiu-os.</p><p>Após um silêncio que parecia estender-se por uma eternidade, Snape deteve-se diante de uma porta de carvalho maciço. Ao abri-la, a madeira rangeu, como se protestasse contra o distúrbio de sua paz secular, revelando um ancião barbudo debruçado sobre uma pilha de papéis e livros que pareciam tão antigos quanto ele próprio. O senhor ergueu o olhar e, após alguns segundos a observá-los, indicou com um gesto que adentrassem.</p><p>— Bom... — Ele afastou os papéis com um movimento de mão e removeu seus óculos com uma lentidão que denotava a gravidade do momento. — Vejo que têm muito a relatar. O que aconteceu?</p><p>Ele alternava o olhar entre o garoto segurando o próprio nariz, agora manchado pelo carmesim de seu sangue, e Hermione, cujo punho mostrava sinais de uma lesão recente. Snape, com um suspiro que mais parecia um rugido de um leão exasperado, expressava o ápice de sua irritação. Draco, ainda segurando o nariz, questionava-se internamente sobre as motivações de Snape para a docência, se alunos como ele eram tão incômodos.</p><p>— A explicação é simples: essa garota desvairada me agrediu sem provocação! — Draco exclamou, a voz carregada de revolta.</p><p>— A culpa é exclusivamente sua... Você me provocou incessantemente, implorando por uma reação! — Hermione protestou, os braços cruzados em um gesto defensivo.</p><p>— Típico dos trouxas, sempre recorrendo à selvageria quando confrontados! — Draco cuspiu as palavras com desdém.</p><p>Dumbledore, observando a cena com olhos que viam além do visível, lançou um olhar significativo para Snape e suspirou, um som que parecia carregar o peso do mundo.</p><p>— Certo, certo... Um de cada vez, por favor.</p><p>— O quê?! O senhor vai realmente considerar o que ela tem a dizer?! — Draco protestou, batendo o pé com uma indignação teatral. — Ela é uma agressora! Deveria ser encarcerada, não ouvida...</p><p>— Basta. — A voz de Dumbledore, embora serena, carregava uma autoridade que silenciou Draco instantaneamente. Após uma pausa contemplativa, ele se dirigiu a Hermione. — Senhorita Granger, explique-me, por favor, o motivo de sua agressão.</p><p>Ela inspirou profundamente, buscando coragem.</p><p>— Draco insultou-me... Por eu ser de sangue trouxa. — As palavras eram difíceis de pronunciar, e a mera ideia de repetir os insultos fazia seus olhos marejarem. — Ele até chutou meus livros! Reconheço que minha reação foi impensada... Mas não sou de natureza passiva a ponto de tolerar tamanha afronta sem reagir.</p><p>Dumbledore observou Draco com as sobrancelhas arqueadas, um sinal claro de sua expectativa por uma explicação.</p><p>— Isso é uma calúnia! Sua trouxa imunda...! — Draco tapou a boca com a mão, percebendo tarde demais o erro de suas palavras.</p><p>— Malfoy... — O ambiente se tornou glacial, e apesar da gentileza no tom de Dumbledore, sua voz carregava uma advertência clara. — Entendo sua irritação, mas devo lembrá-lo que esse tipo de discriminação é absolutamente inaceitável e será repreendido.</p><p>Draco baixou a cabeça imediatamente, amaldiçoando-se internamente por ter deixado tais palavras escaparem diante de Dumbledore.</p><p>O ancião levantou-se com alguma dificuldade, caminhou até uma ampla janela e contemplou a paisagem por breves instantes, como se buscasse sabedoria nas vistas de Hogwarts.</p><p>— Sr. Snape... Entre em contato com os responsáveis de ambos os alunos.</p><p>Hermione e Draco arregalaram os olhos em choque.</p><p>— O quê?! — exclamaram em uníssono.</p><p>— Isso é um exagero, senhor... — Draco disse, a palidez tomando conta de seu rosto.</p><p>— Que coisa! Minha mãe ficará extremamente preocupada... — Hermione balbuciou, a ansiedade evidente em sua voz.</p><p>Dumbledore se voltou para eles com um semblante grave e decisivo.</p><p>— Não posso simplesmente ignorar um incidente dessa magnitude com uma mera advertência verbal. As consequências devem ser proporcionais à gravidade dos atos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 00:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>Luta entre popó e bambam</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje vai acontecer a luta tão esperada pelo povo brasileiro, entre popó e bambam, as expectativas eram muito grandes para popó,  porque ele era tricampeão mundial só que bambam acreditava no seu potencial. A luta começou e popó começou muito bem na luta batendo muito em bambam, aí a luta foi para o segundo raud e popó continuava batendo muito em bambam, quando foi no terceiro raud ele já estava muito cansado, foi aí que bambam aproveitou para nocautear popó </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:05:04 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 02</strong></p><p><strong>Uma Trégua Sinistra</strong></p><p><br></p><p>Sentados num banco do corredor gélido da sala da diretoria, Draco e Hermione aguardavam, imersos em um silêncio sepulcral, o veredito de Dumbledore. A tensão entre eles era uma entidade viva, quase palpável. Hermione suspirou, uma expressão de enfado marcando seu rosto, enquanto Draco, com as pernas balançando em um ritmo ansioso, lançou-lhe um olhar inquisidor carregado de acusações não ditas.</p><p>— Isso tudo é culpa sua, sujeitinha do sangue... — Draco começou, mas algo em seu íntimo o fez hesitar. Com um suspiro resignado, ele recostou a cabeça na parede fria. — Se houvesse algum discernimento nessa sua cabeça de repolho, eu não teria revidado. — Retrucou ele, a voz tingida de um cansaço inesperado.</p><p>Um rangido cortou o silêncio, e ambos prenderam a respiração. Snape surgiu na porta, seu semblante inescrutável como sempre, e os convocou para entrar.</p><p>Ao longe, o olhar fumegante de Lúcio Malfoy pesava sobre Draco, enquanto Helena Granger, com uma sombra de preocupação dançando em seus olhos, observava Hermione por cima do ombro de Snape.</p><p>Eles adentraram na sala.</p><p>— Bem... Crianças, creio que chegamos a um consenso. — Dumbledore quebrou o silêncio com sua voz calma.</p><p>— Consenso? — Indagou Hermione, uma ponta de esperança em sua voz.</p><p>— Sim. O incidente de hoje foi grave o suficiente para considerar a expulsão... — Um sorriso de triunfo surgiu nos lábios de Draco, mas desapareceu tão rápido quanto veio quando Dumbledore continuou: — ...de ambas as partes.</p><p>— "Ambas as partes"?! — Draco ecoou, incrédulo.</p><p>— Sim, meu jovem. A senhorita Granger errou ao lhe agredir, mas você iniciou o conflito com agressões verbais.</p><p>— M-mas...! — Draco gaguejou, sentindo o peso do olhar furioso de seu pai.</p><p>— Senhor Dumbledore... — Lúcio interveio, sua bengala batendo no chão com autoridade. — Comparar uma agressão verbal com uma física é um absurdo! A constituição nos protege...</p><p>— A Constituição, embora sagrada, não é infalível. — Dumbledore respondeu, sua voz serena contrastando com a firmeza de suas palavras. — Não podemos permitir que o desrespeito à dignidade humana seja ignorado sob o manto de uma lei antiquada.</p><p>— Hogwarts tem uma política de inclusão, e minha Hermione merece respeito, independente de sua origem. — Helena interveio, sua voz um bastião de defesa inabalável.</p><p>Lúcio lançou um olhar de desdém, mas permaneceu em silêncio.</p><p>— A senhora Granger está correta. — Dumbledore continuou. — A expulsão mancharia a honra dos Malfoy e seria uma perda para Hogwarts privar-se de uma aluna tão promissora quanto Hermione.</p><p>Lúcio rangeu os dentes, e Draco se encolheu, cabisbaixo.</p><p>— Portanto, decidi que a lição mais valiosa seria ensiná-los, ao invés de puni-los. — Dumbledore concluiu, enquanto Lúcio revirava os olhos e Helena suspirava.</p><p>— E que tipo de ensino seria esse? — Hermione perguntou, apreensiva.</p><p>— Draco Malfoy e Hermione Granger, vocês trabalharão juntos em serviços à escola até o fim do mês.</p><p>Eles se encararam, perplexos.</p><p>— Desde quando essa sanção está prevista nas normas da escola?! — Hermione questionou, incrédula.</p><p>— I-isso é... É inadmissível! — Draco balbuciou, a indignação clara em sua voz.</p><p><br></p><p>Helena Granger, com a voz embargada pela preocupação materna, reiterou sua posição. — Já disse uma vez e repito, não posso permitir que minha filha ande por aí com um rapaz tão problemático!</p><p>Lúcio Malfoy, com um franzir de cenho que denotava tanto desdém quanto aristocracia, rebateu. — Problemático?! Eu não posso aceitar que o único herdeiro dos Malfoys seja associado a uma... Uma garotinha tão violenta e impulsiva. Isso é inaceitável!</p><p>Dumbledore, sempre o mediador, ergueu as mãos em um gesto de apaziguamento. — A educação é preferível à punição. Por isso, considerei essa solução mais do que adequada. Se discordarem, posso providenciar imediatamente os documentos de expulsão.</p><p>Um silêncio pesado se instalou na sala, quebrado apenas pelo sorriso conciliador de Dumbledore. — Muito bem. Acredito que não há mais nada a ser discutido. — Seu olhar pousou sobre Draco e Hermione. — Vejo vocês dois amanhã bem cedinho na biblioteca.</p><p>Com assentimentos relutantes, eles concordaram.</p><p>Lúcio, com a dignidade de sua linhagem, virou as costas e caminhou em direção à porta; antes de sair, lançou um olhar feroz para Draco, um aviso silencioso que não precisava de palavras. Hermione, observando a cena de soslaio, sentiu uma pontada de compaixão pelo rapaz, algo que nunca imaginou possível.</p><p>Draco, captando o olhar de Hermione, torceu o rosto em uma careta. — O que está olhando, cabelo de palha mastigada?! Isso é culpa sua! — Sua saída foi marcada por passos firmes e a porta que se fechou com um estrondo. Qualquer vestígio de pena que Hermione sentira evaporou-se instantaneamente.</p><p>— Esse rapazinho é tão mal-educado e antipático! — Helena murmurou, acariciando os cabelos de sua filha, tentando infundir algum conforto.</p><p>— Esse bastardo estúpido... — Hermione balbuciou entre dentes, a frustração fervendo sob a superfície de sua compostura habitual.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:10:49 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 03</strong></p><p><strong>A Missão do Manuscrito</strong></p><p><br/></p><p>O tic-tac do velho relógio tornara-se um som irritante em meio ao silêncio opressivo. O aroma de papel envelhecido permeava o ambiente; para Hermione, era o perfume mais agradável que existia, enquanto para Draco, lembrava o cheiro de um idoso que passou décadas guardado numa instante com naftalina.</p><p>Ali estavam os dois jovens, visivelmente exaustos e de serem obrigados a acordar tão cedo; Draco havia se debruçado sobre a mesa assim que chegara, enquanto Hermione buscava algum livro para distrair-se. Os minutos se arrastavam, e nenhum sinal de Dumbledore.</p><p>— Você poderia fazer o favor de ficar em silêncio?! — Draco resmungou, irritado com o som que Hermione produzia ao folhear os livros.</p><p>— A menos que você tenha alguma sugestão de como abrir um livro sem fazer barulho, não, eu não posso te fazer esse favor. — Retrucou ela, observando o garoto por cima do ombro.</p><p>Draco silenciou-se, visivelmente irritado. Hermione esboçou um sorriso ao perceber isso, mas logo se recompôs.</p><p>— Olha... Não precisa ser assim, vamos passar um mês trabalhando juntos — disse ela, sentando-se ao lado do jovem. — Vamos tentar nos dar bem.</p><p>Draco virou seu olhar lentamente para a garota, totalmente perplexo, como se aquela fosse a sugestão mais repulsiva que já lhe haviam feito.</p><p>— Que eu faça o quê? Quer que eu compre pulseirinhas combinando para nós dois e te escreva cartas com adesivos fofos também? — Ele se levantou, irritado. — Não delire, Granger! Um Malfoy nunca "se dará bem" com um nascido trouxa!</p><p><br/></p><p>Naquele momento, ela percebeu que talvez Dumbledore fosse uma pessoa mais cruel do que aparentava, ao colocá-la junto daquela peste.</p><p><em>Era necessário ser tão imbecil?</em> indagava a garota interiormente enquanto tentava se acalmar.</p><p>— Você é a pessoa mais amarga que eu já tive o desprazer de encontrar! Se dar bem?! Esqueça!</p><p>— Faço das suas palavras as minhas! — Grasna ele cruzando os braços irritado.</p><p>Ironicamente, em vez de raiva, o rancor cedeu espaço à incredulidade. Como alguém poderia ser tão insensato? Seria essa estupidez contagiosa? A moça permaneceu em silêncio, observando-o, atônita.</p><p>— O que houve? — murmurou ele, desconfortável sob o olhar perscrutador da jovem. — Sua mãe não lhe ensinou que é indelicado encarar as pessoas dessa maneira? Nem isso os trouxas ensinam aos filhos?</p><p>Hermione apenas se sentou e exalou um suspiro profundo. Pegou um livro e retomou sua leitura. Draco a observava de soslaio, perplexo.</p><p>— Não vai responder? — Ele se virou e fingiu buscar um livro entre as prateleiras, espiando-a por cima do ombro. — Sua língua afiada está, por acaso, deixando algo passar?</p><p>— Tsc... Silêncio. — sussurrou a garota.<br>— Não faça "Tsc" para mim! E não me mande ficar em silêncio, sua insolente!</p><p>Hermione fechou o livro com irritação.</p><p>— Draco, poderia, por gentileza, calar-se? Estou sinceramente tentando evitar lhe dar outra bofetada e ser expulsa definitivamente, mas você não colabora!</p><p>Draco engoliu em seco.</p><p>— É assim que os trouxas dialogam? Através dos punhos?</p><p>Antes que ela pudesse insultá-lo de uma maneira jamais proferida a outra pessoa, um rangido de porta os interrompeu. Dumbledore adentrou a biblioteca. Com um aceno, cumprimentou ambos.</p><p>— Vejo que estão praticando bastante o diálogo.<br>— Parece que o jovem Malfoy está praticando mais do que o necessário, não consegue manter a boca calada! — exclamou Hermione, lançando um olhar de desdém a Draco.</p><p>Draco a imitou, fazendo uma careta. Vendo isso, ela revirou os olhos.</p><p>— Vejo que estão se entendendo bem! Por favor, sentem-se.</p><p>Os dois se acomodaram.</p><p>— Bem... Irei orientá-los quanto à primeira tarefa de vocês. — Draco e Hermione suspiraram audivelmente.</p><p>— Devem estar cientes de que minha coruja mensageira, a senhora Gertrudes, está com a asa lesionada. — Ele acariciou sua longa barba. — Por isso, não posso mais enviar correspondências. Portanto, a missão de vocês é: entregar uma carta para mim.</p><p>— Sério que não há outro pássaro que possa servir de mensageiro? — indagou o rapaz, irritado. — É necessário enviar o herdeiro dos Malfoy para tal incumbência?</p><p>Hermione lhe deu uma cotovelada discreta. Ele soltou um "Ai" silencioso e esfregou o braço, fazendo careta.</p><p>— Claro que há, mas nenhum se compara à Gertrudes, jovem. Ademais, não os enviaria sem um motivo significativo.</p><p>Dumbledore retirou um envelope dourado de sua longa manga e o depositou sobre a mesa.</p><p>— O que é isto? — perguntou Hermione, fascinada pelo brilho do envelope.</p><p>— Trata-se de um documento de suma importância. Ainda não posso revelar seu conteúdo, mas asseguro-lhes que possui o poder de manter o equilíbrio entre os mundos dos bruxos e dos trouxas.</p><p>Malfoy e Granger trocaram olhares surpresos.</p><p>Ambos permaneceram em silêncio, contemplando o envelope dourado que repousava sobre a mesa.</p><p>— Este documento — começou Dumbledore, com um tom solene — é mais do que uma simples carta. É um símbolo de confiança e responsabilidade que estou depositando em vocês. Espero que compreendam a gravidade desta tarefa.</p><p>Hermione assentiu, sua expressão séria refletindo a importância das palavras do diretor. Draco, por outro lado, parecia lutar contra o desejo de fazer um comentário sarcástico, mas algo no olhar de Dumbledore o fez reconsiderar.</p><p>— Vocês partirão ao amanhecer — continuou Dumbledore. — E lembrem-se, a discrição é essencial. Não devem chamar atenção para si mesmos ou para o conteúdo desta missiva.</p><p>Os dois jovens trocaram um olhar cúmplice, um reconhecimento mútuo de que, apesar de suas diferenças, compartilhavam um objetivo comum.</p><p>— Alguma pergunta? — perguntou Dumbledore, observando-os atentamente.<br>— Como saberemos a quem entregar a carta? — indagou Hermione, sua mente já analisando as possíveis complicações da tarefa.<br>— Ah, a carta encontrará seu destinatário — respondeu Dumbledore com um sorriso enigmático. — A magia contida nela guiará vocês.</p><p>Draco revirou os olhos, mas manteve-se calado. Ele sabia que questionar Dumbledore raramente levava a respostas diretas.</p><p>— Agora, se me dão licença, tenho outros assuntos a tratar. — Dumbledore se levantou, e com um último olhar significativo para os dois, deixou a biblioteca.</p><p>Hermione e Draco ficaram sozinhos, o peso da tarefa iminente pairando sobre eles. Por um momento, nenhum dos dois falou, cada um perdido em seus próprios pensamentos sobre o que o amanhecer traria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:21:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vasbriela332</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tomada de decisões (parte 1)</p><p><br/></p><p>Sou Helena, hoje é dia 01/02/2021, e o mundo tá uma catástrofe, não se sabe como, mas hoje vivemos em uma guerra,  uma guerra com mortos, os zumbis.</p><p>Estou em uma jornada para encontrar a minha família, não estou sozinha, Nícolas meu amigo e companheiro de trabalho, decidiu me acompanhar, pois não tem família, no caso ele até tem, porém, pra ele é a mesma coisa que nada. Não tá sendo fácil, mas a experiência que ganhamos com o nosso trabalho tem facilitado bastante, eu e Nicolas trabalhávamos no batalhão de operações policiais especiais, simplificando, a gente trabalhava no BOPE, entre as mulheres eu era uma das melhores, e entre os homens ele era um dos melhores. Por um tempo a gente ficou no batalhão, mas as coisas por lá começou a ficar estranho, as pessoas estavam descontroladas, principalmente aquelas que tinha perdido alguém da família,  em um piscar de olhos, aquele lugar virou um inferno ainda pior, massacres aconteceram, pessoas inocentes, que tinha indo atrás de ajuda no batalhão, foram assassinadas de forma cruel e desumana, nos corredores tinha corpos decapitados, crianças divididas ao meio, mulheres clamando por ajuda com seus corpos nus e ensanguentado, a pior parte é saber que a única coisa que podíamos fazer era fugir, fugir pra que aquilo também não acontecesse com a gente. Pegamos tudo que precisa vamos, armamento, munição, alimentos, e bebidas, tudo daria para passamos +ou-  uma semana, mas já faz 8 dias que estamos na estrada, a comida tá acabando, a bebida já não temos mais, estamos exausto e nem não ah sinal de quando vamos encontrar minha família, pois não recebo notícias deles a um bom tempo, a gente quase morreu a uns dois dias atrás, Nícolas feriu a perna esquerda, e agora tá com uma leve infecção que possivelmente mais para frente ela vá se agravar. O lado positivo é que descobrimos que a única forma de matar permanentemente os zumbis, é perfurando o crânio deles, e isso tem facilitado muito. </p><p>Bom... Já está anoitecendo, e agora temos que encontrar um lugar seguro para passamos a noite, geralmente ficamos em casas abandonadas, mas essa noite não achamos uma casa por perto da estrada, por isso vamos montar um acampamento, não estou segura com essa ideia, mas Nicolas está casando, e não temos opção melhor. O combinado é vamos ficar  em um local um pouco mais aberto para ter uma melhor visão das coisas, ele dorme primeiro, e eu fico de vigia, depois o contrário, e assim seguimos até amanhecer... </p><p>Nicolas me acordou às 04:30 da manhã, a gente precisava se preparar para seguir caminho, e a noite tinha sido ótima, mas Nicolas tava irritado com algo, eu só não sabia o por que, mas aí ele começou a falar um monte de coisa sem sentido do nada, e a discussão entre a gente começou:</p><p>–Porra Nicolas, o que tá acontecendo? Resmunguei já sem paciência.</p><p>Nicolas: – O que está á acontecendo? Tua família já deve tá morta Helena, só você não percebeu isso ainda, estou apodrecendo aos poucos, e VOCÊ NÃO FAZ NADA POR MIM!</p><p>Naquele momento eu fiquei cega de raiva, mas antes que eu pudesse reagir a tudo aquilo, Nicolas foi atacado por um zumbi, mas como a gente não viu aquilo antes? Não tive reação alguma a não ser puxa a arma da minha cintura e mata aquele morto de uma vez, mas já era tarde, Nicolas gritava por ajuda, por minha ajuda, eu só pude o apoiar nas minhas pernas enquanto ele estava deitado no chão, a mordida tinha sido no pescoço, não tinha o que fazer, eu só tentei o calma, mas ele pedia repetitivamente pra mim salva-lo, e quando a ficha dele caiu, que ele percebeu que  ninguém poderia fazer nada, apenas me pediu pra que ele mesmo pudesse terminar com sua vida antes de se transformar, e não recusei, ele me amava e eu o amava. Peguei nossas coisas e o deixei lá, um pouco mais pra frente ouvi o tiro, mas não  poderia para de seguir meu caminho por nada, tudo que tínhamos acabou ali, junto com ele.</p><p>Eu tava acabada, já tinha se passando 2 dias desda sua morte, consegui mais suprimentos. Mas não poderia entrar em luto naquele momento, pois estava perto de encontrar a minha família, de acordou com as informações que eles me derem da última vez que nos falamos.</p><p>(Um dia depois) Nicolas, eu os encontrei, foi tão maravilhoso, ver todos bem, eles ainda estavam no rancho, ver a minha mãe correndo na minha direção com aquele sorriso tão lindo, com seus olhos cheios de emoções, aquele abraço, e que abraço, ela lembrou de você Nicolas, perguntou por você, e naquela hora meu mundo caiu, eu vivenciei o luto, me desabei em lágrimas, e fiquei desestabilizada. Meu pai correu na minha direção me pegou nos braços e fomos todos pra aquela pequena casinha do rancho. Parece ser muita gente, mas na verdade somos apenas 15, meus pais e meus 3 irmãos, meus avós maternos, e meus 3 tios e meus 5 primos. E seria naquele pequeno lugar que passaríamos os restos das nossas vidas bens, ou era isso que eu imaginava. </p><p><br/></p><p>Continua...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 04</strong>:</p><p><strong>Entre mundos</strong></p><p><br/></p><p>Antes do alvorecer, os primeiros raios solares acariciavam timidamente os cumes dos pinheiros mais altos, enquanto o firmamento mantinha-se escuro. Hermione, com passos apressados, atravessava Hogwarts, uma bolsa pendendo de seu ombro.</p><p>— Não seja tão lento, Draco! — Sussurrou ela, impaciente.<br>— Que inferno! Nem despontou a aurora e você já está assim?! — Resmungou o rapaz, esfregando os olhos sonolentos.<br>— Precisamos fazer isso o mais rápido possivel... <em>Não quero ficar nem mais um segundo ao seu lado. </em>Ela pensou, porém, não ousou falar. </p><p><br/></p><p>Após caminharem por alguns minutos eles finalmente estão para além dos limites da escola.</p><p>— Vamos fazer todo o trajeto de entrega a pé?! Esse velho quer nos matar?! — Questionou Draco, exasperado ao parar em frente ao grande e imponente portão da escola.</p><p><br/></p><p>— Draco... Não deveria desrespeitar o Sr. Dumbledore dessa maneira. — Adverte Hermione, mantendo-se vigilante.</p><p><br/></p><p>— Que seja... Mas é evidente que o velho está caducando. Onde já se viu confiar a dois adolescentes um documento de tão importante?</p><p><br>— Ele deve ter seus motivos, — Replicou a garota, indiferente. — Embora fazer a viagem de carruagem não fosse ruim...</p><p>Estalidos abruptos interromperam sua fala, ela parou.<br>— O que deu em vo...</p><p>Hermione virou-se para Draco, impondo silêncio com o dedo indicador sobre os lábios. Seu semblante era de cautela.<br>Os ruídos persistiam.<br>Ambos observavam o redor, imbuídos de apreensão.</p><p>Alguns momentos depois, Hermione identificou a origem do som em sua bolsa.</p><p>— É a carta! — Exclamou Draco, atônito.<br>Ao abrir a bolsa e retirar rapidamente o envelope, ela notou que, no verso da carta, um feitiço consumia o papel, delineando um mapa no envelope.<br>— Está vendo issi, Draco? — Ela apresentou a carta ao rapaz, cujo coração ainda pulsava frenético.<br>— É impossível não ver... — Fala ele num tom sarcástico, olhando fixamente para a carta. O brilho do envelope iluminava seus olhos acizentados do rapaz.<br>— O documento nos indicará caminho, tal como Dumbledore nos orientou.</p><p>Draco manifestou seu desdém com um revirar de olhos saindo do transe que o documento provocava.<br>— E qual é o rumo a seguir?</p><p>Hermione inspecionou o mapa, torcendo o nariz, surpresa.<br>— Para o... Expresso de Hogwarts...?!<br>Um olhar recíproco os imobilizou por instantes.<br>— Espera... Isso quer dizer que iremos até o domínio dos trouxas? Me recuso!<br>— Aparentemente sim... O que está fazendo?<br>Draco apoiou-se em um tronco, cruzando os braços.<br>— Não prosseguirei. Nunca macularei meus pés em terras trouxas! Siga sem mim.<br>Hermione exalou um suspiro e aproximou-se do rapaz.<br>— Deixa de corpo mole, Draco. Vamos logo.<br>Ele desviou o olhar, ostentando orgulho.<br>— Não é corpo mole, e sim a preservação da dignidade que ainda me resta! Qual será a reação de meu pai ao tomar conhecimento disso?</p><p>Hermione consultou seu relógio, observando-o por um breve interlúdio e suspirou.<br>— Se formos discretos, ele jamais descobrirá. Porém, se optar por ficar, a expulsão é inevitável. Vamos, vai ficar tudo bem.<br> Seu tom era insólitamente terno, quase como se assegurasse que tudo se resolveria. Inadvertidamente, Draco a fitou por um tempo mais prolongado que o devido. Ao perceber, ele desvia o rosto.</p><p>— C-certo...</p><p>Com a relutância de Draco finalmente vencida, os dois jovens retomaram sua jornada sob a penumbra do amanhecer. O caminho até a estação era longo e sinuoso, atravessando uma floresta que parecia nunca ter sido tocado pela presença humana. O silêncio era apenas quebrado pelo som dos seus passos e pelo ocasional chilrear de um pássaro madrugador. Draco não ousou soltar mais nenhuma piada. Ele apenas andava ao lado de Hermione, a observando, de vez em quando, de soslaio.</p><p>Após algum tempo, alcançaram a estação. Embarcaram. O aroma de metal e fuligem impregnava o ambiente, os ruídos pertecentes aquele local eram insurdecedores.</p><p>Ao adentrarem no vagão, eles selecionaram seus assentos e aguardaram a partida do trem. O guincho metálico dos trilhos anunciava que sua missão apenas começara.</p><p><br/></p><p>— O que você tem? — Hermione indagou, fitando o exterior pela janela.<br>Draco a encarou, surpreso, despertado de um longo silêncio.<br>— Seja mais específica. — Retorquiu ele, com seu característico tom sarcástico, franzindo o cenho ao observá-la.<br>— Desde que partimos da escola, você mal disse uma palavra. Você costuma ser mais tagarela que um papagaio.</p><p>Draco revirou os olhos e mergulhou no silêncio. Por alguma razão, o incômodo de ter sido encorajado por Hermione ainda o perturbava. <em>Quem ela pensa que é?</em> Questionava-se, irritado, em seu íntimo. <em>Como um trouxa ousa tentar acalmar o herdeiro dos Malfoy com vãs promessas de que tudo ficaria bem</em>?</p><p>— Você é tão estúpida... — Murmurou ele.<br>Hermione o encarou, levando-o a desviar o olhar e voltar sua atenção para a janela do trem.<br>— Me insultando assim de repente... Está ficando louco?!</p><p>Não houve resposta.</p><p>O silêncio permaneceu ininterrupto até ser quebrado pelo som estridente do trem ao parar. Eles, enfim, poderiam desembarcar.</p><p>— Vamos, Draco — Hermione exclamou, saltando do banco com ansiedade e descendo apressadamente do trem.</p><p>O rapaz revirou os olhos, mas a seguiu.</p><p>— Bem-vindo a Londres! — Ela proclamou, saltitando pela plataforma, radiante.<br>— Tanto faz... Para onde o mapa nos leva?<br>Hermione inspecionou o entorno e agarrou a mão de Draco, conduzindo-o à cabine telefônica mais próxima.<br>— O que pensa que está fazendo, sua trouxa insolente?!<br>— Silêncio! — ordenou ela, abrindo a porta da cabine e empurrando-o para dentro, adentrando em seguida.<br>— Não me mande ficar em silên... Ai! — Gemeu ele ao se chocar contra o vidro da cabine.<br>— Não podemos simplesmente pegar a carta sob tantos olhares curiosos! — Justificou ela.</p><p>Hermione retirou a carta de sua bolsa e examinou o verso do documento. Os estalos ressoaram novamente, delineando o novo percurso.<br>— Este feitiço bem que poderia revelar o caminho por inteiro! — Murmurou o rapaz.</p><p>Em meio ao espaço confinado da cabine telefônica, Draco e Hermione encontravam-se forçados a uma proximidade desconfortável. O olhar do jovem, inicialmente fixo na carta, elevou-se lentamente até cruzar com os olhos atentos da garota.</p><p><br/></p><p>Com um suspiro quase inaudível, ele se permitiu observá-la mais detidamente. Os olhos cinzentos de Draco, frequentemente resguardados e frios, suavizavam-se enquanto ele contemplava sua figura. A luz fraca que se infiltrava pela janela da cabine banhava o rosto de Hermione, realçando sua expressão concentrada enquanto ela analisava a carta.</p><p>— Essa rua…? — murmurou Hermione, perdida em reflexões, ignorando o olhar intenso de Draco.</p><p>Os cabelos de Hermione, indomáveis, caíam em cascata sobre seus ombros, exibindo uma elegância selvagem que Draco nunca havia notado antes.</p><p>Inconscientemente, o rapaz percebeu uma sutil mudança em sua postura; seu corpo inclinava-se em direção a ela, atraído por uma força invisível. Por um instante, permitiu-se admirar o reflexo dourado nos olhos castanhos de Hermione, o jogo de sombras criado por seus cílios sobre as bochechas rosadas, a curva suave de seus lábios e o brilho discreto do gloss sabor cereja.</p><p><br/></p><p>A distância entre eles diminuía&nbsp; progressivamente, sem que Draco percebesse. Ele sentia o calor que emanava dela, ouvia a respiração suave que escapava de seus lábios semiabertos. E, por um breve momento, se pegou imaginando o sabor daquele gloss cereja.</p><p>— Draco…? — a voz de Hermione o trouxe de volta à realidade abruptamente. Ela ergueu os olhos, encontrando o olhar analítico do rapaz.</p><p><br/></p><p>Ele recuou prontamente, chocando sua cabeça contra o vidro da cabine.</p><p><br/></p><p>Ai! — O jovem murmurou, massageando a parte de trás da cabeça. — Q-que péssimo hábito de assustar&nbsp; os outros você tem! — Ele tentou recompor-se, afastando qualquer coisa pensamento idiota.</p><p><br/></p><p>Hermione arqueou a sobrancelha.</p><p><br>— Eu não assustei ninguém. —&nbsp; Ela deu de ombros. — É você que tem andado muito aéreo.<br>— Que seja! — Ele escancarou a porta da cabine e partiu irritado.<br>O que deu em você? — Indagou ela, colocando o envelope na bolsa.<br></p><p>...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 04: </strong></p><p><strong>Entre Mundos</strong> <strong>( 1° continuação)</strong></p><p><br></p><p>— Não é da sua conta… Para onde nos iremos agora? — Murmurou o rapaz, ainda desorientado.</p><p><br> Granger o observou por alguns segundos, tentando decifrar o que diabos se passava com ele, sem sucesso. Ela suspira.</p><p>— Bom... Diz aqui que devemos seguir pela Euston Road e seguir em direção ao sul pela Russell Square.<br>O jovem encarou Hermione com um olhar de perplexidade, como se ela estivesse a proferir palavras em grego, e internamente exclamava: <em>O que diabos isso quer dizer</em>?!. Um sorriso furtivo escapou dos lábios da garota.<br>— Por que o riso? — Indagou Draco, visivelmente irritado.<br>— Nunca esteve em Londres? — Perguntou, risonha. <br>Ele cruzou os braços e desviou o olhar, ostentando um vislumbre de constrangimento.<br>— Como já te disse, meu pai jamais permitiria que eu viesse ao mundo dos trouxas.<br>—&nbsp; É uma pena... Existem tantos recantos magníficos por estas bandas.<br>Malfoy deu de ombros e encaminhou-se para a entrada da Estação King's Cross.<br>— Tanto faz... Não é como se eu fosse morrer só por nunca ter visitado Londr...</p><p><br>Ao transpor o limiar, os olhos de Draco cintilaram, os edifícios de arquitetura gótica, as vias, o povo, a mistura exótica do novo e do velho expresso nos edifícios, tudo lhe parecia inusitado. Porventura, o mundo dos trouxas não era tão sórdido e asqueroso quanto ele prejulgara. Talvez fosse até charmoso, à sua maneira, admitiu internamente.</p><p>— Espere até ver a Regent Street; é a sua cara. — Proferiu ela, aproximando-se com um riso contido. — Ali só se encontram lojas frequentadas por gente metida a besta.<br>— Refere-se às boutiques de luxo, suponho. — Corrigiu, arqueando uma sobrancelha.</p><p><br></p><p>Antes de patirem eles fazem um rápido lanche, sua primeira refeição do dia. A garota retira de sua bolsa algumas notas amassadas e paga à atendente que faz uma certa careta ao ver as notas. Ela pega dois sanduíches e os entrega.</p><p><br></p><p>Enquanto comia num banco próximo aquela lanchonete, ao lado de Hermione, Draco observava tudo ao seu redor. Só aquela velha estação de trem era suficiente para fazê-lo deixar escapar pelo canto de sua boa alguns farelos do sanduíche que comia, por ficar distraído vendo tudo aquilo. Eles terminaram e rapidamente saíram dali.</p><p><br></p><p>Após abandonarem a majestosa estrutura da Estação King’s Cross, Draco e Hermione embrenharam-se pela Euston Road, com a imponente Biblioteca Britânica ao longe. Rumaram para o sul, atravessando a Russell Square, um oásis de tranquilidade que proporcionava um alívio momentâneo do frenesi urbano.<br>Como em outras ocasiões, viram-se compelidos a consultar o envelope mais uma vez.<br>Hermione tirou a carta de sua bolsa com discrição para estudá-la, enquanto Draco deleitava-se com a paisagem circundante, seus olhos brilhando com um lampejo infantil. Depois de verificar a rota a moça ergueu o olhar, pronta para retomar a jornada, mas deteve-se ao perceber o olhar absorto do rapaz.</p><p>Hermione observava Draco com um tipo de satisfação. A maneira como seus olhos se alargavam a cada nova visão do mundo trouxa era algo que ela não esperava ver. Ele, que sempre se mostrara tão desdenhoso em relação a tudo que não fosse puramente mágico, agora parecia um menino diante de um espetáculo de maravilhas.</p><p>Ela sabia que deveriam manter-se na rota estabelecida, que cada desvio poderia significar um atraso ou até mesmo um perigo não calculado. Mas havia algo irresistível na ideia de provar a Draco que o mundo trouxa era tão maravilhoso quanto o mundo dos bruxos. Uma vozinha dentro dela sussurrava, incitando-a a sair da rota, apenas desta vez.</p><p>— Draco, — Ela começou, hesitante, — Há... há alguns lugares aqui que... bem, que eu preciso ir antes...</p><p>Por um momento ele saiu do transe que a cidade lhe provocava e a encarou, uma sobrancelha arqueada em questionamento.<br>— Como assim? Deixe para ir em em outro momento. Precisamos seguir a rota.</p><p><br>O rapazinho tinha razão. Desviar da rota agora não fazia sentido algum. Seria mais racional deixar isso para quando eles terminasse a missão... Mas... Algo nela gritava, implorava para que provasse o mais rápido possível que os trouxas são tão incríveis quantos os bruxos. Seu desejo infantil de se provar lhe atormentava cada vez que ela lembrava das palavras cruéis do garoto.<br>— Mas eu preciso mesmo ir. Quando entregarmos a carta teremos que ir direto para Hogwarts, por isso agora é o momento.<br>Um amargor toma sua boca. <em>Eu preciso fazer isso</em>. Dizia ela para si mesma.</p><p>Draco revirou os olhos e suspirou ruidosamente.<br>— Que seja rápido!</p><p>Ela o guiou por uma rua menos movimentada, onde o barulho da cidade dava lugar a murmúrios tranquilos e o som distante de uma música suave. Eles entraram num pequeno café que parecia ter saído de um livro de histórias, com suas mesas de madeira e xícaras de porcelana pintadas à mão.</p><p>— Vamos, entre. — convidou Hermione, com uma voz que oscilava entre a autoridade e a gentileza. O rapaz, embora desconfiado, adentrou o recinto.<br>— Anda logo, faça o que tem que fazer e vamos embora logo.</p><p>Hermione acomodou-se à mesa e desdobrou um cardápio. Draco, com um olhar que entrelaçava impaciência e curiosidade, observava-a. A atmosfera do estabelecimento, singularmente peculiar, era, sem dúvida, acolhedora. As paredes, ornamentadas com quadros que retratavam paisagens idílicas, e o aroma de café recém-torrado, constituíam um santuário distante da algazarra mundana.</p><p>Percebendo o olhar inquisidor de Draco, Hermione sorriu e indagou: — Este café não lhe parece encantador? É um dos meus lugares prediletos em Londres.<br>Ele, relutante, assentiu com um gesto, incapaz de discordar.</p><p>Após um interlúdio, uma jovem aproximou-se para atendê-los.<br>— Hermione, já faz eras que não a vejo por aqui. O que lhe traz?<br>A moça lançou um olhar curioso a Draco, seguido de um sorriso malicioso em direção à garota.<br>— Não alimente ilusões, — repreendeu Hermione, franzindo o nariz. — Ele não passa de um colega.<br>— Entendido... — A jovem abafou um riso com o caderno de pedidos.<br>— Menos fofoca e mais trabalho — Reprovou Hermione, visivelmente irritada. — Desejamos duas generosas porções de torta de limão, se faz favor.<br>A garçonete, ainda sorridente, retirou-se em direção à cozinha.</p><p>— Que insolência. — Resmungou Draco, que por um momento sentiu suas bochechas enrubescerem.<br>— Ela é amável, apenas um tanto enxerida. — Defendeu Hermione.</p><p><br></p><p>Momentos depois, a torta foi servida. A garota contemplava a iguaria com um vislumbre de contentamento, enquanto Draco a encarava, ostentando uma expressão de irritação indisfarçável.<br>— É por isto? Desviou nosso caminho para comer uma trivial torta do mundo dos trouxas? Isso não é algo que come diariamente?<br>— Poderia simplesmente comer em silêncio? — Retorquiu Hermione.</p><p>Draco, bufando, espetou a torta com o garfo e, com um vislumbre de desconfiança, levou-a à boca. Ao mastigar, seus olhos brilharam. <em>Como pode algo tão singelo ser tão saboroso?</em>questionava-se interiormente.</p><p>— Excepcional, não é verdade?<br>Ele desviou o olhar e prosseguiu com a refeição.<br>Hermione, com um sorriso radiante, observava-o satisfeita.<br>Em silêncio, concluíram a refeição e partiram.</p><p>— Bem, devemos prosseguir. Há outro lugar para irmos.<br>— Outro lugar? O que deu em você? Esqueceu do documento de "suma importância" que temos que entregar?<br>Hermione franziu a testa, irritada.<br></p><p>...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:35:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vasbriela332</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tomada de decisões (parte 2, final)</p><p><br/></p><p>(Três anos depois) algumas coisas mudaram por aqui, meu avô morreu já faz um tempo, mas ele nos ensinou o necessário sobre agricultura, agora temos plantações, deixamos esse lugar bem mais seguro, eu os ensinei a se proteger, porém, não adiantou muito, eles me tornaram uma líder, tudo sou eu que decido, ou faço, quando eles ficam doentes sou eu que resolvo, eu sempre vou sozinha procura suprimentos, quando precisam, aqui eu sou tudo. Isso tem me cansado já não aguento mais toda essa responsabilidade, toda essa pressão, e para  piorar minha irmã está doente, os remédios estão chegando ao fim, vou ter que ir atrás de mais novamente, porém agora vivemos em um mundo onde os limites da moralidade se desvaneceram, onde o instinto de sobrevivência obscureceu o que costumava ser a essência humana. Neste mundo dos mortos-vivos, a verdadeira ameaça não são apenas os zumbis, mas sim o que os vivos são capazes de fazer para continuarem vivos.</p><p>Despeço-me de todos antes de ir, e dessa vez terei que ir por outro caminho para tentar encontrar novos lugares que ainda tenha os suprimentos necessários, mas esses novos lugares eu não conheço então tudo fica mais difícil... </p><p><br/></p><p>(Um dia de viagem) encontrei algumas farmácias pelo caminho, já tenho o necessário e irei voltar mas decidi procurar mais coisas, e aproveitar um pouco dessa "liberdade" longe da minha família... (Dois dias de viagem) a merda que eu não imaginava aconteceu, um grupo de homens muito bem equipado me encontrou na estrada, agora estão me levando pra algum lugar onde o "chefe" deles fica...(Algumas horas depois) Brandão, esse é o nome do chefe, ele deu ordens para não fazerem nada comigo, é um homem simpático, charmoso, com um belo vocabulário capaz de seduzir qualquer um, mas eu não sou qualquer uma. Ele sabe sobre o rancho, onde eu e minha família ficamos, sabe tudo sobre mim, pois ele e seu grupo tem nós observado a bastante tempo, não sei como mais ele também sabe que eu era do BOPE, e agora me quer no grupo dele, não tenho nenhuma opção a não ser aceita, mas é claro que pedirei a proteção daqueles que tanto amo. </p><p>Brandão me cedeu um quarto na casa dele, pra passar a noite, e amanhã de manhã irei voltar e conta sobre o acordo que fiz com ele, vou trancar tudo no quarto, não me sinto segura, ainda mais depois de tudo que vi e ouvir, esse homem é cruel da pra ver nos olhos dele, mas o que me resta é aceitar tudo que está sendo me proporcionado...</p><p> (No outro dia de manhã) um grupo dele vai me levar de volta para o rancho, e lá terei que conta tudo sobre o acordo... </p><p>(Ao chegar no rancho) minha família amou o acordo, agora eles não precisaram se preocupa com mais nada, minha irmã terá a ajuda médica que necessita, e eu não precisarei mais colocar a vida deles sempre em primeiro lugar. Eles iram para ra uma das cidades construídas e comandadas por Brandão, lá eles teriam tudo que desejam, inclusive uma casa própria e empregados, não sei como, mas Brandão conseguiu erguer um império, ele tem cidades, escravos e soldados, e agora eu farei parte disso tudo como um dos seus. Um helicóptero vira buscar eles ainda hoje...</p><p>(A noite naquele mesmo dia) tudo estava pronto, me despedir de um por um, inclusive dos meus pais, os abracei tão forte, meu pai me deu um beijo na testa, falou o quanto me amava, minha mãe fez a mesma coisa e no fim me agradeceu por tudo, ela falou o quanto Nicolas deveria estar orgulhoso de mim, eu não soube oque falar então apenas fiquei calada e chorei de alívio em seus braços, todos entraram no helicóptero, aqueles sorriso ficariam sempre na minha lembrança... Virei as costas enquanto eles iam embora, e de repente o esperado aconteceu, uma explosão, os pedaços em chamas do avião caindo do céu, apenas destroços... Essa era a segunda parte do acordo, essa era a minha única exigência, a morte da minha família, e com eles, todos os laços que me prendiam a obrigações e responsabilidades. Um sorriso de alívio surgiu no meu rosto, enquanto a sensação de liberdade tomava conta de cada parte do meu ser. Agora, finalmente, eu estava livre, e Brandão vendo o meu alívio, se sentiu a vontade para naquele momento se ajoelhar e me pedir em casamento, essa era a terceira parte do nosso acordo, depois da morte da minha família iríamos nos casas e governar juntos, ele colocou o anel nos meus dedos levantou-se, e me beijou, em seguida eu olhei para aquele lugar e ordenei aos meus homens que queimassem e destruísse a propriedade que um dia chamamos de lar. As chamas consumiam não apenas a madeira e palha, mas também as memórias e os laços que um dia nos uniram. Naquele momento, eu soube que nada mais seria como antes. Meu passado estava sendo apagado, assim como qualquer resquício de conexão com aquela vida que um dia existiu em mim, eu os amava, e ainda amo. A gente não poderia fica ali, os zumbis estavam começando a tomar de conta do local, então entramos no carro e seguimos viagem, ao lugar que eu poderia finalmente chamar de casa. </p><p><br/></p><p>(Um dia depois), Brandão já tinha deixado tudo preparado para nosso casamento antes de o acordo 2 ter sido cumprido, então eu apenas teria que me preparar, pois, tudo aconteceria rapidamente. </p><p>Na cerimônia, eu o olhava fixamente,  enquanto troca vamos as alianças, eu a excitação pulsar em minhas veias. Brandão parecia feliz, tenho certeza que aquela cabeça planejava maldade, maldades a qual eu faria parte. Na noite de núpcias, ele tava sedento para me ter, mau sabia ele o nojo que eu sentia dele, e "de repente" Brandão passou mau, ele clamou por minha ajuda, olhando nos meus olhos e me chamando de amor, a cena mais linda que eu já vi, aquele homem se rastejando no chão, com os olhos vermelhos e arregalados, com a boca e o nariz escorrendo sangue, me clamando por piedade e ajudar a única coisa que fiz foi me abaixar e olhar nos olhos dele, enquanto ele agonizava naquele chão, meu lamento é sabe que aquele carpete branco onde ele morreu, vai ter que se jogado fora. Eu o matei envenenado, e não foi difícil, depois apenas puxei seu corpo para fora, e dei um jeito de parece que ele teria sido atacado por zumbis, foi muito fácil. Sem deixar rastros, sem levantar suspeitas, Brandão simplesmente se evaporou da minha vida.  Assim, me vi no controle de tudo que ele tinha conquistado,</p><p> e no silêncio da noite, contemplava minha nova realidade com um misto de triunfo e frieza. Sabia que não havia limites para o que era capaz de fazer para alcançar meus objetivos, mesmo que isso significasse sacrificar aqueles que um dia eu amei.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>MBAPPÉ O JOGADOR COM A MELHOR CAMPANHA DA HISTÓRIA DO FUTEBOL MUNDIAL </title>
         <author>gl883499</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tendo um 2024 ardo o jogador kylian Mbappé ja era conhecido como uma das jovens promeças mais rápidas e talentosas do futebol mundial, ganhando esse destaque em 2018 tendo números incríveis e sendo convocado para seleção Francesa, logo após fazendo  uma gande campanha, com 52 gols marcados com 44 gols pelo PSG e 12 gols pela França no ano de 2022 e </p><p>Em 2023 sendo anúnciado como um dos concorrentes para ao prêmio de melhor jogador do mundo o The best 2022.Assim ficando em terceiro lugar perdendo para Haaland que ficou em segundo lugar e para Lionel Messi que ficou em primeiro lugar, logo após tendo um 2023 com números incríveis, em 2024 o jogador Mbappé teve uma campanha absurda tendo 95 gols em 69 partidas assim ganhando o prêmio de melhor jogador do mundo de 2024  o The best em 2025</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Gabriel Rodrigues</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 01:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>A GRANDE LUTA </title>
         <author>iezzoantonio44</author>
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         <description><![CDATA[<p>Certo dia um homem que não tinha nada pra fazer em pensou um jeito de ganhar muito dinheiro,a ideia dele era chamar atenção do Brasil inteiro para o seu plano,como ele é musculoso o seu foco foi em uma luta esse indivíduo era Cleber bambam,campeão do primeiro BBB,ele achou que era esperto,pra ele melhor adversário teria que ser alguém franco ou velho,então na cabeça dele veio Popo um grande lutador no passado mais atualmente aposentado,isso teria muito hype as pessoas iriam a loucura,então em suas redes sociais começou a provocar Popo,chamando ele de fraco e que nocautiaria ele no primeiro raoud,Popo como um baixinho estressado foi se irritando aos poucos,e as pessoas provocaram ainda mais em suas redes sociais dizendo que ele era medroso e que iria fugir da luta,mais então Popo apareceu ao Brasil inteiro e disse "eu aceito luta,se prepare Bambam" com isso os dois começam os seus treinamentos cada um se provocando,a luta séria no dia 26 de fevereiro a noite com tudo isso a isca que Bambam colocou estava pronta só faltava o peixe morde isso é as programadoras de TV como globo band entre outras, e deu certo uma das redes de TV ofereceu 7 milhões de reias para os dois por direito das imagens,então o grande dia chegou como era uma grande luta teve outros embates antes da principal para arrecadação de dinheiro,então no 26 de fevereiro de madrugada se inicia a luta mais esperada do Brasil Popo e Bambam.!</p><p><br/></p><p> 1 raoud foi equilibrado os dois lutadores estudando um ao outro.</p><p><br/></p><p>2 raoud Popo desferiu um soco tão forte que passou pela base de Bambam e acertou seu rosto!mais no mesmo estante Bambam devolveu o soco.!</p><p><br/></p><p> 3 raoud os lutadores estavam cansados já que não eram tão novos a idade chaga pra qualquer um.</p><p><br/></p><p>4 raoud com os dois no seus limites Bambam em um ato de sorte desferiu um soco no queixo de Popo que caiu!tudo parecia perdido mais Popo não é qualquer lutador e sim 3 vezes campeão mundial do box defendeu seu título 10 vezes! ele não iria cair tão fácil,Popo se erguer novamente e diz "é só isso que você tem?e Bambam frustrado vai pra cima com tudo mais o juiz encerrar o raoud.</p><p><br/></p><p> 5 raoud Popo agora motivado ao lembrar do seu passado vai com tudo!acerta 4 socos seguidos em Bambam que não entende de onde vem tanta força de vontade de vencer </p><p>É aí que Popo quebra o nariz de Bambam!ele não fica pra trás em um momento de raiva ele gritar "eu vou te matar seu merda"em um dos seus golpes Popo baixou a guarda e Babam da um soco forte na sua boca que escorrer sangue.!</p><p><br/></p><p>6 raoud era um cena tensa com o chão cheio de sangue os dois lutadores ensanguentados a luta já não mais por dinheiro era por honra</p><p>Bambam sentia muita dor qualque soco de Popo era um dor infernal pra Bambam por causa do nariz quebrado a programadora batia o Record de telespectadores.</p><p><br/></p><p>7 raoud Popo já no seu limite só tinha força pra mais um golpe então ele fechou a base e Bambam nem prestou atenção na ideia de Popo e foi pra cima desferindo vários e vários golpes baixando sua guarda,esse foi um dos maiores se não o maior erro da sua vida Popo desferiu um golpe tão forte no queixo de Bambam que fez um barulho tão alto que quem tava assistindo escutou,o queixo de Bambam quebrou e ele caiu desacordado e o grande campeão foi Acerlino Popo Freitas.</p><p><br/></p><p>Mais assim que o juiz levantou seu braço como campeão ele caiu desacordado pois já tinha mais força nem pra fica de pé essa luta ficou marcada no Brasil inteiro e isso tudo reacendeu o espírito do box brasileiro</p><p><br/></p><p>iezzo Antônio Lima de Oliveira </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 02:32:57 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 04</strong></p><p><strong>Entre Mundos</strong> <strong>(2° continuação)</strong></p><p><br/></p><p>Ela mordeu o lábio, contendo a frustração.<br>— Por que nos despreza tanto? — Murmurou.<br>— Do que diabos está falan...<br>— Não percebe o quão irracional é a ideia de odiar pessoas pelo simples fato de não possuírem magia?! Que ideia mais burra e antiquada! — Berrou ela, batendo o pé no chão. </p><p>Ele olhou para ela, surpreso com a explosão repentina. — Irracional? Hermione, você cresceu entre eles, como pode não ver...</p><p>— Ver o quê? Que são pessoas como qualuqer outra? Que merecem respeito? Que eles têm talentos e defeitos como qualquer bruxo "puro sangue" teria?! Que essa maldita segregação não faz sentido algum?! — interrompeu Hermione, a frustração evidente em sua voz. Seus olhos marejados resplandeciam numa mistura de tristeza e ódio. — Você foi criado em um mundo que te ensinou a odiar sem questionar, mas já não é hora de pensar por si mesmo?! — Grasnou ela com uma voz embargada, enquanto teimava em não deixar as lágrimas caírem de seus olhos alagados.</p><p><br/></p><p>Draco segura o pulso da garota abruptamente. — E o que você sabe sobre o meu mundo, Granger?! Você acha que pode simplesmente mudar séculos de história com seu idealismo?! Os Malfoys chegaram onde chegaram, por que cortaram qualquer laço com o lado mais fraco da humanidade. O sangue sujo de vocês corrói tudo! — Rosnou ele, entre dentes.</p><p>Hermione o encarou, inabalável, nem por um segundo vacilou. — Olhe para mim e diga... O que nos difere?! O que, afinal, me coloca em posição inferior à sua?! — As palavras mal haviam escapado de seus lábios quando um turbilhão de emoções a assolou, fazendo-a desabar em lágrimas. — Por que me rotulam de "sangue ruim", se o meu sangue contém os mesmos componentes que o seu?! — Balbuciou. </p><p>Draco sustentou o olhar em Hermione, a intensidade em seus olhos denunciando uma tempestade interna.</p><p><br>Por que diabos ele se sentia tão miserável?! Questionava-se.<br>Ele se encontrava incapaz de articular qualquer palavra. As indagações da garota reverberavam em sua mente como o grasnar de corvos. <em>O que nos difere? Não é evidente...? </em>A resposta lhe escapava.</p><p>Perturbado, Draco desviou o olhar para o pavimento de paralelepípedos, evitando os olhos inundados de Hermione.<br>Ela, por outro lado, o observava, ansiando por uma explicação plausível. Uma justificativa que lhe permitisse compreender o que a tornava inferior. O que a fazia ser tão vilipendiada... O que a tornava, por natureza, subalterna a ele... O que a tornava impura diante de sua "Grandeza". Talvez fosse algo que pudesse alterar com suas próprias mãos.</p><p><br/></p><p>Em outras circunstâncias - se é que momentos tão singulares já ocorreram - ele saberia exatamente o que proferir. Talvez um "Como ousa comparar-se a um Malfoy, sangue ruim?!". Mas algo o inquietava. Seu pai lhe instruíra sobre cada nuance da distinção entre sangues puros e impuros, contudo... Sua mente mergulhou em obscuridade. E sim, uma dúvida insidiosa havia se aninhado em seu pensamento.</p><p>O silêncio se estendeu por um interlúdio.<br>A moça sorriu com amargura, deslizando&nbsp; bolsa de seu ombro.<br>— Basta... — Ordenou, num murmúrio embargado. — Desejo que você, a missão, a carta e até mesmo Dumbledore... Vão todos para o inferno! Eu não sou imbecil o suficiente para prosseguir com essa palhaçada...</p><p>Ela enxugou as lágrimas com o dorso das mãos e atirou a bolsa contendo o envelope nas mãos de Draco, que permanecia estático. </p><p>Ela o olhou por uma última vez, talvez seus olhos castanhos carregassem decepção ou desdém, virou as costas e caminhou a passos firmes.</p><p><br/></p><p>— Ei… Hermione! — Draco recuperou-se do transe, sua voz carregada de um misto de desespero e autoridade. — Para onde pensa que vai? Volte aqui, imediatamente!</p><p>Mas ela não vacilou, continuando seu caminho com uma determinação férrea, sua silhueta diminuindo até desaparecer na curva da estrada. Draco, com a bolsa agora comprimida em seu punho cerrado, sentia uma irritação fervilhante.</p><p><em>Impossível que ela considere as tradições dos Malfoys mera falácia! Isso é absurdo! Quem ela pensa que é para desdenhar de séculos de herança?! Ela perdeu o juízo… Esqueceu-se de seu lugar, só pode!</em> As palavras ecoavam em sua mente, uma litania de indignação e incredulidade.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 08:37:24 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 05</strong><br><strong>Fissuras</strong></p><p><br/></p><p><em>Que burrice! "Preciso provar a ele"?! O que diabos deu em mim?! Pelo amor de Deus! Quando me tornei tão irracional?! Eu até mandei o senhor Dubledore ir por inferno...</em> Após deixar o garota lá,</p><p>Hermione parou em uma praça qualquer e colocou as suas mãos gélidas na bochecha, sentindo a vergonha e arrependimento a tomar. <br>Ela indagava o que a instigou a agir tão impropriamente. Por quais motivos ela pensou que precisava provar algo?<br> <em>É tudo culpa daquele bastardo! </em>Concluiu ela.<em> Ele que me deixa louca, com os nervos a flor da pele! </em>Com toda força, ela chuta uma pequena pedra, descontando sua raiva.</p><p>O sol estava quase se pondo. O raios alaranjados, quase se esvaindo. Ela sabia que precisaria dormir em algum lugar, uma pousada, quem sabe. Era melhor se apressar.<br>Hermione levou a mão até seu quadril para apalpar a bolsa, mas logo lembrou que jogou ela em Draco, e nela estava a carta, todo seu dinheiro, seu gloss e até sua varinha. Seu sangue ferveu mais ainda.</p><p>— Porcaria! Por que tenho que ser tão burra?! Burra! Burra! Burra! — Grasnou ela puxando os próprios cabelos.<br> Expulsa da sua escola dos sonhos, sem ter onde dormir, sem dinheiro e sem sua varinha. O combo completo. Ela suspirou ruidosamente e se sentou num banco ali perto.<br>Seus olhos ardiam de tanto chorar, mas mesmo assim ainda tinha muito pelo que derramar lágrimas.<br>A noite caiu e trouxe consigo uma brisa gélida que envolvia a garota a qual trepidava. Ainda que trajada com roupas de frio, não parecia ser suficiente para aquece-la.<br>— Droga...! Que eu não cruze de novo com o Draco, por que senão eu não sei o que poderia fazer...— Murmura.</p><p><br/></p><p>Enquanto isso...</p><p><br/></p><p>— Granger?! — Gritava Draco, à procura de Hermione. — Onde diabos você se meteu...?<br>Seu coração batia acelerado.</p><p>Draco percorria as ruas de Londres com um misto de urgência e confusão. A preocupação pesava em seu peito, uma sensação estranha e desconfortável que ele tentava, em vão, atribuir à lógica: <em>Hermione é a única que conhece esses labirintos urbanos, a única que pode navegar por entre os becos e vielas com uma confiança que ele jamais possuiria... Deve ser por isso</em>. Era isso que ele dizia a si mesmo, mas no fundo, uma voz insistente sussurrava que havia algo mais.</p><p>A noite já se aprofundava, e as sombras se alongavam, transformando cada esquina em um novo enigma. Draco sabia que a escuridão não era sua aliada, e a cada passo, a ansiedade crescia.</p><p>— Hermione! — Sua voz ecoava contra as paredes de pedra, cada chamado mais desesperado que o anterior. — Granger, onde você está?!</p><p>Ele parou por um momento, tentando ouvir além do barulho da cidade, esperando por qualquer sinal dela. Nada. Apenas o som distante de passos apressados e o ocasional sibilar de um carro passando. Draco balançou a cabeça, frustrado, e continuou sua busca, recusando-se a considerar o pior.</p><p>A cada rua que cruzava, a cada olhar que lançava para trás, esperando vê-la surgir, a realidade do que sentia tornava-se mais clara. Não era apenas medo ou responsabilidade. Era algo que ele nunca pensou que sentiria, algo que não ousava nomear. Mas estava lá, pulsando com força em suas veias, guiando seus passos cada vez mais rápidos por aquelas ruas desconhecidas.</p><p>E então, como um farol na escuridão, ele a viu. Hermione estava lá, sentada em um banco sob a luz trêmula de um poste, perdida em pensamentos. Draco aproximou-se cautelosamente, observando-a com uma intensidade que ele raramente permitia a si mesmo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 08:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 05</strong></p><p><strong>Fissuras</strong> <strong>(1° continuação)</strong></p><p><br/></p><p>— Granger — disse ele, sua voz um sussurro carregado de uma irritação velada. — Finalmente... Por que diabos você fugiu assim?!</p><p>Hermione ergueu os olhos para ele, surpresa e cautela dançando em seu olhar.</p><p>— Eu não estava fugindo... — ela respondeu, sua voz firme, mas Draco podia ouvir o leve tremor que ela tentava esconder. — Estava apenas… refletindo.</p><p>Draco riu, um som áspero que não refletia alegria alguma.</p><p>— “Refletindo”? — Ele repetiu, a irritação evidente em sua voz, mas seus olhos revelavam uma preocupação que ele não ousava expressar. — Pois saiba que enquanto você estava aí, tentando alcançar o nirvana, eu passava horas te procurando!</p><p>— Não havia necessidade de me procurar, Draco. Ao contrário de você, eu sei exatamente onde estou e para onde estou indo. — Hermione se levantou, enfrentando-o com uma determinação que fazia seu coração bater mais rápido, embora ele jamais admitiria isso.</p><p><em>Ela está tremendo de frio e sozinha e ainda assim permanece com essa postura orgulhosa?! Que estúpida! O que teria acontecido se eu não viesse salva-la?! E ainda age como se não fosse nada...! </em>O rapaz range os dentes.</p><p>— É assim que me agradece?! Droga... Esqueça isso. Vamos apenas achar uma estalagem para ficarmos.</p><p>Apesar de estar irritado, ele não podia negar a estranha sensação de alivio que sentia. Por que ele se importava tanto? Por que o bem-estar dela significava mais do que ele estava disposto a admitir?</p><p>Hermione o observa por alguns segundos e expira. O vapor condensado vindo de seus lábios entreabertos se espalha pelo ar.</p><p>— Certo...</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>A estalagem era um refúgio modesto, com paredes de pedra desgastadas pelo tempo e janelas que tremeluziam com o calor da lareira interna. Draco e Hermione entraram, o frio da noite sendo rapidamente substituído pelo calor acolhedor do ambiente. </p><p>O estalajadeiro, um homem de meia-idade com um sorriso fácil, ofereceu-lhes um quarto — o último disponível, e por um preço que mal cabia no orçamento apertado dos dois.</p><p><br/></p><p>Draco franziu o cenho ao ouvir a notícia. —&nbsp; Um quarto?! — ele exclamou, a irritação evidente em sua voz. — Isso é inaceitável! Não vou dividir o quarto com você!</p><p>O que seu pai o diria se soubesse de tamanho absurdo? <em>Um malfoy dividindo um quarto com um sangue... </em>Seus pensamentos foram interrompidos pelas perguntas ecoantes que Hermione havia lhe feito. Ele não ousara a intitular novamente daquela forma, não depois de tê-la visto chorar. <em>Aquele escândalo todo que ela fez deve ter me feito ficar doente! Só pode ser!</em></p><p>Hermione lançou-lhe um olhar repreensivo. — É o que temos, Malfoy. A não ser que prefira passar a noite ao relento.</p><p>Com um suspiro pesado, Draco cedeu, jogando algumas notas sobre o balcão e subindo pela escada que rangia a cada passo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>No quarto, Draco jogou sua capa sobre uma velha poltrona, com um gesto brusco. <br>— Você dorme na cama. — Disse ele, resignado, enquanto se dirigia ao sofá surrado no canto do quarto. — Eu dormirei aqui.</p><p>Ela o observou, confusa com a súbita generosidade. — Por que está fazendo isso?</p><p>Draco virou-se, seu olhar evitando o dela. —Não questione... — Resmungou ele, antes de se acomodar no sofá, dando as costas para ela.</p><p>As horas se arrastavam, e o silêncio do quarto era interrompido apenas pelo crepitar da madeira na lareira e pela respiração suave de Hermione. Draco deitado no sofá, revirava-se inquieto. As palavras de Hermione martelavam em sua cabeça, desafiando as verdades que ele sempre aceitou sem questionar. A ideia de odiar sem motivo parecia agora tão ilógica quanto as crenças que ele havia herdado. Ele se perguntava, pela primeira vez, o que realmente os separava dos trouxas. E por que, apesar de tudo, ele se preocupava tanto com o que ela pensava?</p><p>O desconforto físico nada comparado ao peso que sentia em sua consciência. Por que as palavras dela o afetavam tanto? Por que ele se importava com o que ela pensava?</p><p> Draco fechou os olhos, desejando que o sono o levasse para longe daquela inquietação.</p><p>Hermione, da cama, observava a silhueta de Draco, que parecia esculpida contra o brilho suave da fogueira. </p><p> —Você está bem?— Ela perguntou, sua voz baixa.</p><p>— Estou. — Ele mentiu, sua voz quase perdida no crepitar das chamas.</p><p>A quietude do quarto era densa, mas ela sabia que ele estava mentindo, havia uma tensão no ar que denunciava sua apreensão.</p><p>— Draco? — sua voz era um sussurro, mas carregava o peso de uma acusação. — Por que você insiste nessa postura? — ela perguntou, a frustração evidente em seu tom. — Você não parece ter nada pessoal contra os trouxas, então por que continuar a desprezá-los sem motivo real?</p><p>O silêncio que se seguiu foi longo e pesado, quebrado apenas pelo crepitar ocasional da lareira. Finalmente, Draco falou, sua voz um murmúrio rouco na escuridão.</p><p>— É tradição da família, — disse ele, e mesmo sem vê-lo, Hermione podia sentir o peso daquelas palavras, carregadas de séculos de preconceitos e expectativas.</p><p>Ela ficou estupefata, a palavra 'tradição' ecoando em sua mente como uma sentença. — Tradição? — repetiu, sua voz tingida de incredulidade. — O que isso tem a ver com qualquer coisa?</p><p>Irritada, Hermione mudou de assunto, sua curiosidade agora voltada para um mistério mais pessoal. — Por que você não queria ser expulso?</p><p>Draco riu baixinho, um som sarcástico que se perdeu nas sombras. — Não é óbvio? — provocou ele, e Hermione pôde imaginar o sorriso presunçoso que acompanhava suas palavras.</p><p>Ela esperou, em silêncio, que ele continuasse.</p><p>— O sonho do meu pai... — Draco começou, sua voz vacilante revelando uma incerteza que raramente permitia transparecer. — É que eu siga seus passos, me torne um Comensal da Morte, como ele. E claro, continuar em Hogwarts era parte essencial desse caminho.</p><p><br/></p><p>Hermione repetiu as palavras dele, um eco suave na quietude do quarto. — O sonho do seu pai?</p><p>Ele assentiu, uma sombra de movimento na penumbra.</p><p>— Viver à altura das expectativas do meu pai...— Draco prosseguiu, a vulnerabilidade em sua voz contrastando com a imagem de frieza que sempre projetou. — É um desejo que carrego...</p><p><em>Desesperadamente</em>, ele completou em pensamento, mas as palavras não encontraram caminho para fora. Em um sussurro quase inaudível, ele confessou: — E o desprezo pelos trouxas... é parte desse legado.</p><p><br/></p><p>As palavras flutuaram pelo cômodo e por um tempo, nada além do som da madeira queimando, emitiu nenhum som.</p><p><br/></p><p>Hermione percebeu o peso do silêncio entre eles e, num impulso para aliviar a tensão, brincou:</p><p>— Seu pai é realmente assustador...</p><p>Draco se retesou, a irritação palpável em sua postura rígida. Ele queria protestar, mas as palavras se perderam em um suspiro resignado. A naturalidade com que ela pronunciou aquelas palavras o desconcertou; seu pai era um homem temível, capaz de fazer Draco tremer com um mero olhel. Ela era estúpida o bastante para falar aquilo ou corajosa demais?</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 08:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 05:</strong></p><p><strong>Fissuras</strong> <strong>(2° Continuação)</strong></p><p><br/></p><p>Ele a observou, notando a ausência da raiva anterior, substituída por uma calma que lhe parecia estranhamente alarmante.</p><p><br/></p><p>— Por que chorou daquela forma? — As palavras escaparam antes que pudesse contê-las, sua própria surpresa refletida no eco que se seguiu. Ele se encolheu assim que elas pularam de sua boca, repreendendo-se internamente. <em>Desde quando os sentimentos de Hermione Granger, a nascida trouxa, significam alguma coisa para mim?! Por que tive que perguntar algo tão idiota?</em></p><p><br/></p><p>Hermione hesitou, o silêncio se estendendo entre eles. Ela queria gritar, queria que ele entendesse a dor de ser marcada como inferior, de ser chamada de "Sangue Ruim". Mas o orgulho a manteve contida, e ela se limitou a murmurar:</p><p>— Eu só estava um pouco chateada.</p><p><br/></p><p>Draco percebeu... Ele sabia o verdadeiro motivo de suas lágrimas, mas algo dentro dele, uma voz irritante e insidiosa, exigia ouvir a confissão de seus próprios lábios. E então quando ela negou sobre o que ele já sabia, de certa forma isso lhe irritou.</p><p><em>Espera... Por que essa frustração? </em>Indagou.</p><p>Ele se enfureceu com essa fraqueza repentina.</p><p><em>O que diabos está acontecendo comigo? </em>Murmurou para si mesmo, a frustração fervilhando sob a superfície. Desde quando começara a agir de maneira tão irracional? Gritando pelas ruas, irritando-se sem motivo, compartilhando confissões... Era como se uma parte dele, uma que ele não reconhecia, estivesse despertando.</p><p><br/></p><p>Draco encarou Hermione, a irritação evidente em seu semblante. A sugestão de vulnerabilidade que havia se insinuado entre eles era intolerável.</p><p>— Já chega, Granger... — rosnou ele, a frieza retornando à sua voz. Aquela lenga lenga estava passando dos limites.&nbsp;</p><p>Hermione mordeu os lábios. — Estou falando sério, Malfoy. Estou tentando entender por que você é assim.</p><p><br/></p><p>Ele riu, um som áspero e sem humor. — Você nunca entenderia. Não é algo que se explique, é algo que se vive. E você, com sua origem, jamais compreenderia.</p><p>Ela cerrou os punhos, encarando as costas do garoto com intesidade. — Talvez eu não queira entender. Talvez eu só queira ver você admitir que pode ser mais do que essa... fachada que você mostra ao mundo. Você acabou de dizer que age dessa forma por tradição! Draco, se escute, existe algo mais ridiculo que isso?!</p><p> Ele se lavanta do sofá, se pondo sentado. Ela, por outro lado não se move. — E o que você sabe sobre fachadas, Hermione? Você não acha que eu vejo através da sua? A menina perfeita, sempre com a resposta certa, mas tão assustada e chorona quanto um bebê? Se escondendo pelos cantos...</p><p>Hermione sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ele estava certo, de certa forma. Mas ela não deixaria isso transparecer.</p><p>— Eu não sou assim! Eu apenas... — ela disse, sua voz firme, embora suas mãos tremessem levemente. Ela pôs-se sentada na cama, o encarando com uma expressão rígida.</p><p><br/></p><p>— Claro que não — Draco concordou, sarcástico. — Você é Hermione Granger, afinal. Nada a assusta, ou devo mencionar a perspectiva de ser chamada de "Sangue Ruim"? É... Isso faz essa sua máscara de perfeitinha ruir não é?</p><p><br/></p><p>A palavra atingiu Hermione como um golpe, e por um momento, ela ficou sem fala. Draco observou a mudança sutil em sua expressão, sentindo uma pontada de... o quê? Arrependimento? Não, ele não se permitiria sentir isso. Ao menos não deveria sentir. Ele já havia falado coisas piores para outras pessoas, então por que essa pontada aguda em seu peito? Por que seus lábios tremiam ao ver os olhos da garota se enchendo novamente? As palavras que de sua boca sairam, quase se arrastando, deixaram rastros amargos.</p><p>— Eu... — Hermione começou, mas parou. Ela não queria dar a ele a satisfação de vê-la abalada.</p><p>Draco se virou para o outro lado do sofá, e se acomodou novamente, pronto para dormir. — Façaa juz a seu título de "menininha perfeita" ao menos uma vez e engula o choro, Granger. — Um nó doloroso se formou em sua garganta.&nbsp;</p><p> </p><p>Algo não estava certo.</p><p><br/></p><p>Hermione, engoliu o choro amargo que se acumulou em sua boca. Ela se levantou da cama. O piso rangiu a medida que ela caminhava até a porta. Antes de fechar a porta ela olhou por cima do ombro e respirou fundo. <em>As coisas pareciam estar indo bem... </em>O clique da porta soou suavemente pelo recinto, anunciando sua saída.</p><p>Após ela sair Draco se pôs sentado no sofá novamente e passou as suas mãos sobre seu cabelo um pouco espatifado. <em>Ela vai fugir de novo?! É assim que resolve seus problemas? Fugindo feito covarde?</em> Por algum motivo aquilo soava como uma crítica não a Hermione, mas a ele mesmo. Ele suspirou, incapaz de decifrar o que se passava na sua própria mente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 08:53:20 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 06:</strong><br><strong>Suturas</strong></p><p><br/></p><p>O dia amanheceu, e com os primeiros raios de sol filtrando pelas cortinas, Draco acordou. A cama de Hermione estava vazia, os lençóis frios e arrumados indicavam que ela já não estava ali há algum tempo. <br>Com um suspiro, ele se levantou.<br><em>Será que ela voltou? </em>Indagou a si mesmo, passando a mão pela cama perfeitamente forrada.<br>Ele arrumou-se rapidamente e desceu as escadas até o primeiro andar da estalagem.</p><p><br/></p><p>Lá estava ela, a silhueta recortada contra a luz da manhã que entrava pela janela, tomando seu café com a postura impecável de sempre. Por alguns segundos, ele apenas a observou, a culpa pelo que dissera na noite anterior pesando em seus ombros. <em>Culpa? Mas que inferno...</em> Ele engoliu em seco, tentando reunir os cacos de sua compostura habitual.</p><p><br/></p><p>Com passos medidos, Draco se aproximou da mesa onde Hermione estava sentada. Cada movimento dela era analisado por ele, buscando qualquer sinal de suas emoções. Ela, por sua vez, percebeu sua chegada, mas optou por ignorá-lo, continuando a folhear o jornal daquela manhã como se ele fosse apenas mais um móvel na sala.</p><p><br/></p><p>Ele puxou uma cadeira e sentou-se, o som da madeira contra o piso de pedra soando estranhamente alto no silêncio que se seguiu. Hermione virou uma página do jornal, e ele pôde ver o leve tremor em suas mãos, a única indicação de que ela estava afetada por sua presença.</p><p>— Granger... — começou Draco, sua voz mais suave do que pretendia.</p><p><br/></p><p>Ela finalmente baixou o jornal, seus olhos encontrando os dele. Havia uma firmeza ali, mas também uma faísca de algo que ele não conseguia identificar.</p><p>— Não precisamos falar sobre ontem, Draco — interrompeu ela, sua voz calma, mas firme. — Você apenas disse a verdade, não é? <br>Seu tom sarcástico o apunhalou como uma lâmina afiada.</p><p><br/></p><p><em>A "verdade"? </em>Sim, tudo era verdade... Mas por que ele sentia que a falsidade permeava cada frase que ele havia falado? Por que lhe incomodava tanto o fato da pessoa a sua frente estar chateada?</p><p>Hermione contemplou Draco por um longo momento, seus olhos percorrendo a tapeçaria de emoções que se desenrolava sobre o semblante do jovem Malfoy. A confusão era evidente, um visitante raro na expressão habitualmente impassível do herdeiro.</p><p>— Que seja... — disse ela, com uma voz que carregava a autoridade de quem não está acostumada a ser contrariada. — Aprecie seu café com brevidade e partamos para a entrega desta maldita carta.</p><p>Draco permitiu-se uma careta passageira, um vislumbre de descontentamento que rapidamente se desvaneceu diante da determinação de Hermione. Sem ousar desafiar a ordem implícita, ele sorveu aquele líquido ambar, permitindo que o calor do café o invadisse, e juntos, deixaram o estabelecimento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A jornada foi silenciosa, apenas o som dos passos em uníssono perturbava o ar matinal. Hermione, com a carta firmemente presa entre os dedos, liderava com uma certeza que parecia emanar de cada passo. Finalmente, ela parou, tão abruptamente que Draco, perdido em seus pensamentos, não pôde evitar colidir com sua figura imóvel.</p><p>— Mas que diabos... — murmurou ele, a surpresa tingindo suas palavras.</p><p>— É aqui. — A voz de Hermione era cortante, um contraponto áspero à suavidade da manhã, enquanto seus olhos se fixavam em uma parede de tijolos aparentemente intransponível.</p><p><br/></p><p>Draco seguiu seu olhar, mas tudo o que viu foi a barreira muda de tijolos. Ele voltou a atenção para Hermione, seu silêncio carregado de perguntas não verbalizadas. A irritação dela era palpável, uma tempestade prestes a eclodir.</p><p>— Esperava o quê? Um anúncio luminoso proclamando o local de entrega de correspondências de suma importância? — A sarcasmo de Hermione era afiado, uma lâmina verbal que cortava a tensão entre eles.</p><p>Draco enrugou a testa, sua expressão uma mistura de desconforto e irritação.<br>— Não há necessidade de mau humor... Eu não disse nada demais. — Sua resposta veio tingida de um ressentimento leve, como se ele próprio fosse a vítima da situação.</p><p>O olhar que Hermione lhe lançou era fulminante, e por um breve instante, qualquer observador poderia jurar que ela estava a um fio de se lançar sobre ele e enforca-lo. Mas, com um suspiro resignado, ela desviou o olhar.</p><p>— Deixe para lá... — Ela revirou os olhos, a frustração evidente em seu gesto. Ela voltou-se novamenete para a imponente&nbsp; parede.— Deve ser algum feitiço de transfiguração...</p><p>Com um olhar cauteloso ao redor, assegurando-se de que estavam relativamente isolados, Hermione alcançou discretamente sua varinha, escondida nas profundezas de sua bolsa. Um sussurro quase inaudível escapou de seus lábios: "Finite incantatem..."</p><p>No entanto, antes que pudesse completar o encantamento, Draco interveio, sua mão envolvendo o pulso dela com firmeza.<br>— Perdeu o juízo completamente? — Seu tom era alarmado, os olhos arregalados com a possibilidade de serem descobertos. — Conhece as consequências de realizar feitiços diante dos trouxas!</p><p>— Se mantiver silêncio, nenhum trouxa nos notará. — Hermione respondeu, um suspiro de exasperação acompanhando suas palavras. — Desejo apenas concluir este encargo...</p><p>— Ainda assim, é um contrafeitiço de transfiguração complexo... Se algo sair errado, estaremos nos expondo a riscos desnecessários.</p><p>A testa de Hermione se franziu, um eco das próprias convicções de refletidas em Draco. Ela normalmente seria a autora de tais palavras tão responsáveis. Algo martelava em sua mente, uma névoa que turvava seu julgamento. Ela sabia disso, mas a urgência da tarefa a impelia para frente.</p><p>— Finite Incantatem! — Com um movimento decidido, ela se libertou do aperto de Draco e direcionou sua varinha à parede obstinada.</p><p>Diante de seus olhos, a barreira se desfez como se fosse mera ilusão, revelando uma porta antiga, cuja madeira contava histórias de eras passadas. Draco permaneceu boquiaberto, a admiração por Hermione e sua habilidade mágica transparecendo em seu olhar atônito.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:05:11 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 06:</strong></p><p><strong>Suturas ( 1° continuação)</strong></p><p><br/></p><p>Hermione, com a mão já repousando sobre a maçaneta desgastada, girou-a lentamente e empurrou a porta, que se abriu com um rangido que parecia saudar os visitantes. O interior se revelou diante deles como um santuário esquecido pelo tempo, as paredes cobertas de tapeçarias que narravam histórias de magia e mistério. Uma delas, particularmente imponente, exibia com linhas douradas sobre um fundo verde-escuro a história de uma era perdida, onde bruxos e trouxas viviam em harmonia. As figuras bordadas mostravam bruxos compartilhando conhecimentos com humanos, curando doenças e trazendo prosperidade.</p><p>No entanto, a tapeçaria se transformava gradualmente, as cores tornando-se mais sombrias à medida que retratava a Primeira Guerra dos Bruxos. O surgimento de Voldemort, aqui representado por um dragão de olhos rubros e chamas negras saindo de sua boca, simbolizava o corte dos laços entre os dois mundos pelo bem da humanidade. A figura do dragão envolvia a tapeçaria, suas garras afiadas rasgando os fios dourados que representavam a união passada.</p><p>Ao lado, uma figura imponente, Salazar Slytherin, o fundador da casa de Sonserina, era retratado com um olhar penetrante e uma expressão de desdém. Com uma mão, ele apontava para o dragão, enquanto a outra segurava um pergaminho onde se lia a teoria que formulou: a crença de que os trouxas "corroem a pureza do sangue dos bruxos". As linhas que formavam suas palavras eram afiadas como lâminas, e as cores usadas para seu manto e o pergaminho eram de um verde tão profundo que parecia absorver a luz ao redor, simbolizando a maldade que ele atribuía ao contato dos bruxos com os humanos.</p><p>O detalhe das tapeçarias era tal que, ao observá-las, podia-se quase ouvir os ecos das batalhas passadas e sentir a tensão daquela época turbulenta. Cada ponto e cada linha contavam uma história de conflito e separação, uma lição tecida na própria estrutura do mundo bruxo.</p><p>Hermione deslizou os dedos pela tapeçaria, sentindo a textura áspera dos fios que contavam uma história de divisão e dor. Seus olhos, carregados de uma tristeza profunda, encontraram os de Salazar Slytherin, cuja expressão bordada parecia julgá-la através dos séculos. A angústia que sentia ao encará-lo era palpável; afinal, fora ele o arquiteto da segregação que tanto mal causara ao mundo bruxo.</p><p>Draco, que até então observava a figura de Salazar com um resquício de orgulho herdado, notou o olhar melancólico de Hermione. Uma sombra atravessou seu rosto, e, movido por um impulso desconhecido, sua mão encontrou o ombro da garota em um gesto silencioso de conforto. "Está tudo bem", parecia dizer.</p><p>Ele olhou novamente para a tapeçaria, mas a imagem de Salazar Slytherin já não lhe inspirava o mesmo orgulho. Em vez disso, uma dúvida incômoda começou a se formar em sua mente. Por que ele não conseguia mais se identificar com aqueles ideais?</p><p>Draco sentia-se como se estivesse em um redemoinho de emoções conflitantes. A presença de Hermione, com suas convicções firmes e desafio silencioso à ordem estabelecida, incitava-o a uma reflexão que ele nunca havia se permitido. A angústia por aceitação paterna, um desejo que sempre o guiara, agora se chocava com a nova consciência despertada pela garota ao seu lado.</p><p>Cada vez que a palavra "Sangue ruim" ressoava em sua mente, acompanhada pela imagem dos olhos marejados de Hermione, sentia como se uma parte dele se despedaçasse. Era uma dor que não sabia nomear, um desconforto que o fazia questionar tudo o que lhe fora ensinado. Como poderia continuar a sustentar crenças que causavam tanto sofrimento?</p><p>Seu peito parecia pesado, uma pressão que aumentava a cada pensamento rebelde que ousava considerar. A luta interna era intensa; por um lado, o desejo de manter-se fiel aos valores de sua família, por outro, a crescente certeza de que aquilo que aprendera poderia estar errado.</p><p>Quando sua mão encontrou o ombro de Hermione, foi um gesto instintivo, um impulso humano que buscava oferecer conforto. Mas ao mesmo tempo, era um ato de rebelião contra tudo o que representava. E quando ela o encarou, surpresa e vulnerável, algo dentro dele se moveu. Uma compaixão que nunca imaginou sentir por alguém como ela.</p><p>— Er... Eu... Bem... Isso... — As palavras fugiam dele, cada tentativa de falar parecia mais difícil que a anterior. Ele queria dizer algo que pudesse aliviar a tensão, mas as palavras certas pareciam estar além de seu alcance.</p><p>E então, a visão de seu pai, Lúcio, com um olhar de desaprovação, atingiu-o como um feitiço. Era o reflexo de todas as expectativas que ele deveria atender, um lembrete do peso de seu sobrenome. Com um sobressalto, retirou a mão do ombro de Hermione, arfando como se tivesse sido atingido por um golpe físico.</p><p>— Draco...? — A voz de Hermione trouxe-o de volta à realidade, mas ele ainda estava perdido em um mar de dúvidas e medos.</p><p>Ele assentiu em resposta à preocupação dela, mas suas palavras eram vazias. "Está tudo bem," ele disse, mas a verdade era que nada estava bem. Ele estava em um limiar, e cada passo adiante parecia mais assustador que o anterior.</p><p>Draco acenou com a cabeça, tomando a dianteira. Eles adentraram um novo cômodo, repleto de pergaminhos e dominado pela presença de uma anciã absorta em seus estudos sobre a mesa. Ao se anunciarem, ela ergueu os olhos e ofereceu um sorriso desdentado. <br>— Ah, os mensageiros de Dumbledore alcançaram seu destino. — Ela disse com uma voz que rangia como uma porta antiga.</p><p>Com esforço, a mulher se ergueu, aproximando-se dos jovens para receber o envelope. Com uma destreza que desmentia sua idade, ela mordeu o selo do envelope e o rasgou, revelando seu conteúdo. Hermione, curiosa, esticou-se para espiar, enquanto Draco permanecia imóvel, seu corpo presente, mas sua mente vagueando longe dali.</p><p>Ao vislumbrar o conteúdo, Hermione não pôde conter sua surpresa. <br>—Que diabos é isso?! Uma lista...? — Ela estava atônita. — O diretor mencionou que era de suma importância, mas isto é apenas uma lista!</p><p>A anciã manteve seu sorriso, imperturbável. —Importante, sim, é a lista dos convidados para o Baile de Inverno. Este evento reunirá figuras de destaque do nosso mundo mágico. — Explicou ela, como se falasse de um segredo antigo.</p><p>Hermione, indignada, mal conseguia acreditar. Draco, por sua vez, continuava em silêncio, absorto em seus pensamentos. — Está ouvindo isso, Draco?! — Insistiu Hermione, buscando alguma reação do companheiro.</p><p>Draco, ainda perdido em seu labirinto de pensamentos, mal percebeu a indignação de Hermione. A lista, um pedaço de papel que carregava nomes que deveriam ser de grande importância, parecia-lhe agora um mero sussurro em meio à tempestade que rugia em sua cabeça.</p><p>— Está ouvindo isso, Draco?! — A voz de Hermione, carregada de frustração, finalmente o alcançou, puxando-o de volta para a realidade da sala fria e da anciã que sorria com uma paciência que só os muitos anos podem ensinar.</p><p>Ele levantou os olhos, encontrando os dela, e viu o fogo que ardia ali. — Sim, estou ouvindo. — Ele disse, sua voz um fio tênue de som. — É... surpreendente.<br> <br>O rapaz parecia distante, seus olhos perdidos em algum ponto além das paredes da sala. Ele mal reagiu à revelação da lista, como se as palavras da anciã não passassem de um murmúrio distante. Hermione, por sua vez, mantinha a conversa com a velha, mas seus olhos frequentemente se desviavam para Draco, refletindo uma preocupação que ela mesma não compreendia.</p><p>Por que, depois de tudo o que ele lhe dissera, de todas as palavras cruéis, ela ainda se preocupava com ele? Seria estupidez? Masoquismo? Esses pensamentos a atormentavam, e ela não encontrava respostas.</p><p>A anciã, com olhos que pareciam ter visto o passar de muitas eras, notou o olhar de Hermione e falou com uma voz suave, mas firme. — Ah, minha jovem. Vejo o porquê de Dumbledore ter escolhido vocês dois para esta tarefa. Sua gentileza é uma virtude, não uma fraqueza. Seu coração é tão vasto quanto sua inteligência, e isso, sem dúvida, provocou mudanças não só nele, — ela apontou discretamente para Draco, — mas também em você.</p><p>Hermione hesitou, as palavras da velha ecoando em sua mente. Era confuso, sim, mas havia verdade naquilo. Ela sentia algo se transformar dentro de si, uma compreensão emergindo das névoas de sua confusão. Talvez não fosse apenas sobre mudar o outro, mas também sobre permitir-se mudar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 07:</strong><br><strong>Um Vazio Grande Demais</strong></p><p><br/></p><p>Após deixarem o local da missão, Draco e Hermione seguiram em silêncio até a estação de trem, um silêncio tão denso que parecia ter peso e forma. Draco, com o olhar fixo à frente, parecia ter feito um voto de silêncio, e Hermione, igualmente calada, estava imersa em seus pensamentos. A tensão entre eles era palpável, como uma neblina que se recusava a se dissipar.</p><p><br/></p><p>À medida que o dia se desvanecia em tons de laranja e púrpura, eles encontraram-se novamente nos limites de Hogwarts, o lugar que ambos chamavam de lar, mas que agora parecia distante e estranho. Caminharam pela floresta, o mesmo caminho que haviam tomado para sair, mas agora tudo parecia diferente. O vento sussurrava entre as folhas, criando uma melodia suave que contrastava com o tumulto interno de ambos. Hermione lançava olhares furtivos a Draco, capturando o perfil de sua expressão pensativa contra o céu que escurecia rapidamente.</p><p><br/></p><p>— Hermione... — Draco começou, sua voz rouca quebrando o silêncio, mas as palavras seguintes se perderam, presas em sua garganta. Hermione, ansiosa, mordeu o lábio inferior, uma mistura de expectativa e temor preenchendo-a. Ela queria que ele continuasse, queria entender o que se passava em sua mente.</p><p>Sem que percebessem, o imenso portão de Hogwarts surgiu diante deles, erguendo-se imponente. Eles adentraram o terreno da escola, o portão fechando-se atrás deles com um som metálico final.</p><p>Hermione foi imediatamente envolvida pelo caloroso acolhimento de Harry e Rony, que a saudaram com sorrisos e perguntas animadas. Draco, por outro lado, foi recebido pelo silêncio compreensivo de Crabbe e Goyle, que o acompanharam com um aceno de cabeça. Cada um seguiu para seu respectivo círculo, para o lugar onde pertenciam, mas a sensação de pertencimento nunca pareceu tão questionável.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Os dias se sucederam, um após o outro, em um borrão de aulas, tarefas e risadas. Eles completaram todas as tarefas daquele mês, cumprindo cada obrigação exigida por Dumbledore como sua ponição.&nbsp; Assim tudo voltou ao normal... Mas, sob a superfície da rotina, algo faltava, algo estava incompleto.</p><p>Hermione&nbsp; se sentia como se estivesse flutuando em um oceano de solidão, cercada por amigos, mas ainda assim isolada em sua própria ilha de pensamentos. Ela se movia pelos corredores de Hogwarts e participava das aulas com a mesma diligência de sempre, mas havia uma quietude em seu coração que ela não conseguia explicar.</p><p><br/></p><p>Ela se sentava à mesa do Salão Principal, cercada pelo burburinho constante de seus colegas, mas as vozes pareciam distantes, como se ela estivesse ouvindo através de uma barreira invisível. Hermione ria das piadas de Rony e concordava com os planos de Harry, mas seus sorrisos não alcançavam seus olhos, que muitas vezes se perdiam no vazio do espaço à sua frente.</p><p>A garota se lembrava dos momentos em que suas discussões com Draco a faziam sentir-se viva, desafiada, e até mesmo irritada. Agora, esses momentos eram apenas memórias que ecoavam em sua mente, deixando-a ansiar por algo que ela não podia nomear.</p><p><br/></p><p>— Hermione...? — A voz preocupada de Harry a trouxe de volta à realidade.</p><p>— Deixa ela, Harry. Ela deve estar pensando no namoradinho dela — Rony zombou, arrancando risadas dos que estavam por perto.</p><p>Hermione rolou os olhos, irritada não apenas com a provocação de Rony, mas também com a própria confusão que sentia. Por que ela se preocupava tanto com Draco? Por que ele ocupava seus pensamentos mesmo quando não estava presente?<br>— Ele não é meu namorado, seu boboca... — Soltou ela quase num sussurro.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Draco por sua vez,&nbsp; se sentia como se estivesse preso em um ciclo interminável de monotonia e irritação. Os dias em Hogwarts, que antes eram preenchidos com desafios e intrigas, agora se arrastavam com uma lentidão insuportável. Ele passava o tempo com Crabbe e Goyle, mas as conversas com eles não tinham a vivacidade ou o desafio intelectual que Hermione Granger costumava proporcionar.</p><p>— Ei Crabbe, seu cabelo está horrível hoje... — comentou Draco, num tom desinteressado, porém visivelmente irritado.</p><p>— S-sério?! Vou arrumar! — Crabbe respondeu, claramente perturbado, e saiu às pressas.</p><p>Draco observou a reação de Crabbe com um misto de desprezo e frustração.  Ele balançou a cabeça insatisfeito e passou as mãos pelos cabelos. </p><p><br/></p><p><em>Não... Se fosse a Hermione, ela... Ela teria me xingado até cansar... Ela...</em> Murmurou para si mesmo, enquanto remexia sua comida sem interesse. </p><p><br/></p><p>A ausência de uma resposta afiada, de um olhar desafiador, de uma réplica inteligente o deixava incrivelmente frustrado. Por que ele se importava tanto com a forma como Crabbe reagira? Por que a falta de um confronto com Hermione o deixava tão... incompleto?</p><p>Ele estava à beira da loucura. Não era possível que a ausência dela fosse o motivo real desse desânimo. <em>Será que passar aquele tempo com uma trouxa me deixou doente?</em> Ele se perguntava, a palavra 'trouxa' saindo de seus lábios com menos desprezo do que costumava ter.</p><p><br/></p><p>Os dias passavam, e cada um era mais cinza e vazio que o anterior.</p><p>À noite, em seu dormitório, Draco se deitava acordado, encarando o teto escuro. A escuridão parecia refletir o vazio que ele sentia por dentro. <em>Por que eu não consigo tirá-la da cabeça? </em>Ele se questionava, revirando-se na cama. <em>Por que a ausência dela pesa tanto?</em></p><p><br/></p><p>Draco começara a perceber que talvez, apenas talvez, Hermione Granger tivesse deixado uma marca nele. Uma marca que não era apenas fruto de irritação ou rivalidade, mas algo mais profundo, algo que ele não estava pronto para admitir.</p><p>Ele sabia que algo precisava mudar. Ele não podia continuar assim, preso nesse estado de letargia e frustração. Precisava encontrar uma maneira de preencher o vazio, de voltar a sentir algo além dessa incessante irritação. E no fundo, ele sabia que a resposta para isso de alguma forma envolvia Hermione, a última pessoa que ele jamais esperaria que se tornasse tão essencial para o seu equilíbrio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:10:12 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 08:</strong><br><strong>Um Garoto de Lata e Um Coração</strong></p><p><br></p><p>Em um dia qualquer em Hogwarts, Hermione vagava pelos corredores, absorta em reflexões desde seu retorno de Londres. A quietude da cidade contrastava com o burburinho constante da escola, e ela ansiava por um momento de paz. Seus olhos deslizavam pela arquitetura ancestral de Hogwarts, admirando as tapeçarias que contavam histórias de tempos imemoriais, mas sua mente estava distante, perdida em um mar de pensamentos sobre o futuro incerto.</p><p>Subitamente, uma voz rouca e inconfundível rompeu a névoa de seus pensamentos, vinda do salão de jantares. Era Draco. Instintivamente, suas pernas a conduziram até ele, como se movidas por uma força além de sua compreensão. Ele a fitou, surpreso, com os olhos oscilando entre Hermione e seus amigos, que compartilhavam olhares perplexos. Com uma determinação que desconhecia possuir, Hermione segurou firmemente o braço de Draco e o arrastou para a biblioteca, seu coração batendo em um ritmo frenético.</p><p>Ele não resistiu, limitando-se a gesticular para que seus amigos permanecessem onde estavam. Ao entrarem na biblioteca, foram recebidos pelo som suave das páginas virando e pelo cheiro de livros antigos que permeava o ar. Rodeados pelo silêncio sagrado do lugar, Hermione encarava Draco, lutando para encontrar as palavras, enquanto o rubor tomava conta de suas bochechas. Draco a observava com intensidade, passando a mão pela nuca em um gesto de nervosismo.</p><p>— Er... Então...? — a voz de Draco vacilou, revelando pernas trêmulas e mãos úmidas de suor. Desde quando ele se tornara tão patético e vulnerável diante dela?</p><p>Hermione sentiu um turbilhão de emoções. Por que ela o havia trazido ali? O que pretendia dizer? Seus pensamentos eram um redemoinho, cada vez mais confusos e contraditórios. Ela queria gritar, queria correr, queria... entender. Draco, por sua vez, parecia uma estátua, exceto pelo leve tremor que o denunciava. Ele era o cruel príncipe de gelo de Sonserina, sempre tão controlado, mas agora havia algo em seus olhos que ela nunca vira antes — uma vulnerabilidade crua e desconcertante.</p><p>— Hermione, o que está acontecendo? — ele perguntou, sua voz um sussurro quase inaudível.</p><p>Ela abriu a boca para responder, mas as palavras se perderam em sua garganta. Em vez disso, ela se aproximou, diminuindo a distância entre eles, que era como a largura de um pergaminho, mas parecia um abismo. Seus olhos se encontraram, e por um momento, tudo mais desapareceu.</p><p>Draco, ainda trêmulo pela intensidade do momento, sentiu sua garganta secar. Com um suspiro quase inaudível, ele deu um passo hesitante em direção a Hermione. Seus olhos cinzentos encontraram os dela, e por um instante, o mundo ao redor desapareceu. Movido por um impulso que ele não conseguia controlar, Draco estendeu seus braços e puxou Hermione para si, envolvendo-a em um abraço que era ao mesmo tempo desajeitado e desesperadamente necessário.</p><p>Hermione, surpresa pela súbita proximidade, não se afastou. Em vez disso, ela se permitiu relaxar contra o peito dele, sentindo o batimento cardíaco acelerado de Draco contra o seu. O perfume de amêndoas e baunilha que emanava de seus cabelos era intoxicante, e Draco fechou os olhos, inalando profundamente, permitindo-se ser consumido pela sensação que há tanto tempo ansiava.</p><p>Quando finalmente se separaram, um silêncio desconfortável se instalou entre eles. Ambos evitavam o olhar do outro, suas mentes girando com pensamentos não ditos e emoções reprimidas. A saudade que sentiam um pelo outro era quase palpável, mas as palavras para expressá-la pareciam fugir-lhes. Draco passou a mão pelo cabelo, uma tentativa vã de disfarçar seu nervosismo, enquanto Hermione brincava com a ponta de sua franja, ambos procurando algo para dizer que pudesse quebrar o gelo que havia se formado em torno deles.</p><p>Draco desviou o olhar, uma sombra de vergonha passando por seu rosto pálido. —Hermione, — ele começou, sua voz um sussurro trêmulo, — sobre o que eu disse naquele dia... Eu peço desculpas. Eu não acredito naquelas palavras... Eu sinto nojo de mim mesmo por ter te tradado daquela maneira tão... Desprezível. — Ele fez uma pausa, lutando com a confissão que ameaçava transbordar. — Mas admitir isso em alta voz... É um passo que não sei se estou pronto para dar.</p><p>Hermione o observou, a confusão e a esperança batalhando em seus olhos castanhos. Ela estava aliviada por ouvir suas desculpas, mas a hesitação dele a deixou inquieta. <br>— Como assim você não pode dar esse passo, Draco? — Ela perguntou, sua voz firme, mas suas mãos tremiam levemente. — Você vai continuar seguindo essas tradições arcaicas, mesmo sabendo que estão erradas? Vai continuar a me desprezar, só para agradar seu pai?!</p><p>A acusação em suas palavras atingiu Draco como um feitiço. Ele balançou a cabeça, os olhos cinzentos agora fixos nela, intensos e vulneráveis. <br>— Não, Hermione, não é isso, — ele disse rapidamente, a urgência clara em sua voz. — Eu... eu não quero ser aquele tipo de pessoa. Mas você sabe o peso que o nome Malfoy carrega.</p><p>Hermione respirou fundo, tentando controlar a irritação que fervilhava dentro dela. A doçura do reencontro havia se tornado amarga com a realidade de suas circunstâncias. — Então, o que você vai fazer, Draco? ela desafiou. — Vai viver como um hipócrita, na sombra de uma família cruel?!&nbsp;</p><p>Por mais que proclamasse aquilo com tanta convicção ela sabia o quão egoísta e mesquinha ela estava sendo com Draco. Mas... Talvez ela não suportaria ouvir aquelas palavras cruéis de Draco, não depois de tudo... Não depois dele se tornar alguém a quem ela se afeiçoou.</p><p>Hermione sentiu a frustração dentro dela aumentar com esses pensamentos, e seus olhos, normalmente tão expressivos e vivos, agora brilhavam com lágrimas não derramadas. Ela apoiou a cabeça no peito de Draco, sua voz tremendo com emoção reprimida. <br>— Imbecil...! Vai voltar a me desprezar como fazia?! — Ela balbuciou, as palavras saindo mais como um sussurro do que um grito.</p><p>Draco, cujo coração batia como se quisesse escapar do peito, afastou-a suavemente, mas com firmeza. Ele ergueu o queixo dela com cuidado, forçando-a a olhar em seus olhos, que estavam cheios de um conflito que ele próprio mal compreendia. Com um gesto terno, ele afastou uma mecha rebelde de cabelo que caía sobre o rosto dela, colocando-a atrás de sua orelha, permitindo-se um breve momento para acariciar a pele suave antes de recuar.</p><p>Seus olhares se encontraram e, por um instante, o tempo pareceu parar. O ar ao redor deles estava carregado com a tensão de suas emoções conflitantes, mas também com a promessa de algo mais. Draco, movido por um desejo que ele não podia mais negar, inclinou-se para frente. Seus lábios encontraram os de Hermione em um beijo que era ao mesmo tempo desajeitado e absolutamente certo.</p><p>O beijo começou de forma hesitante, como se estivessem aprendendo a linguagem um do outro. Mas rapidamente se aprofundou, tornando-se mais confiante à medida que a paixão reprimida finalmente encontrava sua saída. Draco envolveu Hermione em seus braços, puxando-a para mais perto, enquanto ela respondia ao beijo com igual fervor. O mundo ao redor deles desapareceu, deixando apenas a sensação de seus lábios se movendo juntos em um ritmo que só eles conheciam.</p><p>Quando finalmente se separaram, ofegantes e ainda imersos na proximidade um do outro, sabiam que algo havia mudado irrevogavelmente entre eles. O beijo não foi apenas um selo de lábios; foi uma promessa silenciosa de um futuro que poderiam compartilhar, independentemente dos desafios que viriam.</p><p>— Eu nunca disse isso... Eu só preciso de tempo,— Draco falou, recuperando o fôlego. Hermione o encarava, imóvel, suas bochechas vibrando num tom carmesim de vergonha. Ela podia sentir o calor persistente dos lábios dele, uma lembrança do beijo que ainda ardia em sua boca. Com um movimento suave, ela se virou, tentando recompor-se.</p><p>— Não faz assim... Draco balbuciou, sua voz quase um sussurro. Ele a observou de costas por alguns segundos, cada linha de seu corpo expressando hesitação. Então, com passos cautelosos, ele se aproximou e a envolveu em seus braços. Seu coração batia tão forte que ele temia que pudesse parar a qualquer momento. Hermione, surpresa pelo gesto repentino, quase pulou, mas não se afastou.</p><p>— Quando você se tornou tão atrevido?— Ela murmurou, fingindo descontentamento, mas em seu íntimo, uma faísca de alegria se acendeu. Draco sorriu contra o cabelo dela, um sorriso que ela não podia ver, mas certamente sentia.</p><p>— Te levarei ao baile de inverno, — Ele declarou, com uma confiança que não sentia. Hermione se desvencilhou de seus braços e o encarou, alarmada.</p><p>— Ficou louco?! É um evento muito importante, lá várias pessoas importantes estarão de olho em nós! É capaz do seu pai te expulsar de casa se souber disso!— Ela disse, a preocupação evidente em sua voz.</p><p>Draco a beijou novamente, um toque leve, mas carregado de significado. — Sim... Estou louquinho da silva, doido varrido. — Ele respondeu, um sorriso sarcástico brincando em seus lábios. Era um sorriso que escondia a verdadeira profundidade de seus sentimentos, um sorriso que dizia que ele faria qualquer coisa por ela, mas que escondiam um medo, o qual ele conhecia bem</p><p>Os dias transcorreram como espectros que se esgueiravam pelas sólidas paredes de Hogwarts, silentes testemunhas do amor clandestino que florescia entre Draco e Hermione. Eles usurpavam instantes juntos, cada troca de olhares e cada toque subversivo às normas tacitamente estabelecidas de seu universo.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:18:19 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 09:</strong><br><strong>Insurreição</strong></p><p><br></p><p>Com a iminência do Baile de Inverno, Draco abraçou uma solução que alteraria o curso de sua existência. Noite após noite o garoto indagava se aquilo era relamente o que devia ser feito. Mas algo nele sussurrava como uma brisa o que devia ser feito.</p><p><br>Em uma manhã qualquer, sem dizer nada a Hermione, Draco pegou um trem rumo à mansão Malfoy, o coração pulsando um tumultuado prelúdio de audácia e apreensão. Suas mãos tremulavam, não em resposta ao gélido inverno, mas antecipando a tempestade que se anunciava no horizonte.</p><p><br></p><p>Transpondo o portão majestoso de seu lar, foi recebido por servos que lhe lançaram olhares inquisidores. Com um aceno, ele impôs silêncio, solicitando discrição. Ascendeu as escadarias, cada passo fazendo a madeira gemer sob seus pés, um coro fúnebre que ressoava pelo corredor, como se prevessem os acontecimentos futuros.</p><p><br></p><p>Draco adentrou seu aposento, um refúgio repleto de reminiscências e penumbras. Acomodou-se à beira da cama, perfeitamente forrada, absorto em reflexões, enquanto o crepúsculo descia como um manto sobre o céu.</p><p>Quando a noite se instalou, ele desceu as escadas, cada pisar ressoando com renovada resolução.</p><p><br></p><p> O salão de refeições estava banhado em luz de velas, e seus pais já se encontravam à mesa. Narcisa, sua mãe, acolheu-o com um sorriso que não lograva ocultar a verdade de seus olhos, uma fachada de cordialidade. Lúcio, contudo, não se deu o trabalho de mascarar seu desdém.</p><p>— Qual o propósito de sua presença? — indagou Lúcio, sua voz tão cortante quanto o inverno que se fazia sentir além dos muros, carregada de um aviso que tornava o ambiente ainda mais gélido.</p><p><br></p><p>Draco enfrentou o olhar do patriarca, a rebeldia flamejando em seu olhar. — Preciso de convite ou aviso para vir a minha própria casa? — Indagou ele, tentando controlar seu sarcasmo.</p><p>A tensão no recinto intensificou-se, tangível como o vapor que ascendia dos pratos. </p><p><br></p><p>Lúcio depositou os talheres com um estalido que ecoou pelas paredes, um prelúdio do confronto que se avizinhava.</p><p>Narcisa, pressentindo a iminente tempestade, intercedeu com uma voz trêmula, mas carregada de dignidade. — Sente-se, meu filho. Partilhe conosco deste jantar. </p><p>Contudo, Draco, com uma resolução inabalável, interrompeu-a. — Receio que terei que recusar tal convite.</p><p><br></p><p>O homem, com um olhar que destilava desdém, ergueu-se com uma frieza que só a nobreza poderia ostentar. — Não é de bom tom interromper vossa mãe... </p><p><br></p><p> A voz de Narcisa, embora trêmula, mantinha um verniz de compostura. — Certamente foi sem querer, querido...!</p><p>Lúcio, com um olhar assassino a fitou em represália, e logo voltou sua atenção para Draco novamente. — Me explique uma coisa, Draco. Você bandonou a escola sem contar ninguém, vem até aqui sem aviso e ainda perturba nosso jantar? Porventura esqueceu da minha ida a sua escola, mês passado? Pois não esqueci! Ainda me é penoso fitar seu rosto, filho inútil! — Sua voz, que usualmente se mantinha sob controle, agora se elevava em timbre e severidade.</p><p><br></p><p>Draco, engolindo o medo, enfrentou o olhar do patriarca. Lúcio, consumido pela irritação da afronta, aproximou-se do rapaz. — Que insensatez é esta, rapaz? Julgas que sou obrigado a suportar tal insubordinação?</p><p><br></p><p>— Eu... estou namorando. — Draco articulou, a despeito do tremor que permeava sua voz.</p><p>Lúcio o observou, surpreso. Por um instante, imaginou que a dama em questão fosse uma puro-sangue de alguma estirpe prestigiosa de Hogwarts, mas o semblante de Draco traía outra realidade.</p><p>— Quem é ela? — Indagou o homem, pausadamente, sua voz sombria impregnada de uma ameaça implícita.<br>Narcisa suplicou, — Draco... por favor, pare...</p><p>Draco a olhou por um breve segundo como se lhe dissesse "Isso é algo que preciso fazer." e logo voltou seu olhar para seu pai.</p><p><br></p><p>— Identifica-a, Draco Malfoy. Quem é a jovem? Lúcio demandou.</p><p>— Hermione Granger. — Draco revelou após um breve silêncio, e os olhos de Lúcio dilataram-se em choque.</p><p> —Granger? A nascida trouxa? Impossível.</p><p><br></p><p>Ao se confrontar com a veracidade do fato, Lúcio emitiu uma gargalhada áspera, destituída de qualquer vestígio de contentamento. — Moleque dresgraçado... — E, num gesto súbito, desferiu um golpe retumbante contra a face do jovem.</p><p>Draco mal mantinha-se ereto, mas antes que pudesse cair no chão, Lúcio o capturou pelo colarinho. A compostura habitualmente impecável do patriarca Malfoy cedeu lugar à fúria de um homem cujo legado fora desafiado pelo próprio herdeiro.</p><p> Elevando Draco pela vestimenta, o homem desferiu golpes contra o rosto do jovem, que, paralisado pelo choque, não esboçava reação.</p><p>Narcisa, a matriarca cuja presença sempre exalava controle e distinção, testemunhava a cena com um horror incontido. Lágrimas traçavam caminhos prateados por seu rosto alvo, enquanto seus apelos a Lúcio se perdiam em um mar de desespero.<br>— Basta, Lúcio! — Clamava ela em pura agonia.</p><p><br></p><p>Após saciar sua ira, o homem jogou Draco no chão, um boneco de trapos manchado pelo próprio sangue, enquanto recuperava o fôlego e tentava recompor a dignidade que lhe escapara. </p><p><br>— Acabe com esse relaciomento abominável Imediatamente.&nbsp; — Ordenou ele, limpando a mão ensaguentada em um guardanapo de linho, reajustando os cabelos que a agitação deslocara de sua posição usual.</p><p><br></p><p>Draco, lutando contra a névoa que turvava sua visão, ergueu-se com esforço, o sabor metálico do sangue invadindo-lhe a boca. O temor era avassalador, mas uma determinação incandescente suplantava o medo. Ele recusava-se com todo seu impeto, a permanecer sob a sombra de um pai tão desprezível, que ocultava sua natureza abjeta sob o verniz da alta costura e etiqueta refinada.</p><p>— Desfaça-se dessa relação, Draco! Por mais que sua competência seja questionável, é inadmissível que arraste o nome de nossa linhagem para a lama desta maneira! — Lúcio proferiu, cada palavra cortante e gélida.</p><p><br></p><p>Draco, apoiando-se na cadeira, manteve-se silente. Narcisa correu para ajudar o garoto. Lúcio, por sua vez  o contemplava com um olhar que destilava desdém. </p><p><br></p><p>— Se não puser um fim a este relacionamento atroz de imediato, não ouse mais transpor o limiar desta casa, nem profira o título de pai em minha direção. Persista nesta loucura, e eu renegarei sua existência de minha vida e da de sua mãe!</p><p>A ameaça de Lucius reverberou pelo ambiente, um ultimato implacável. — Lúcio! — Narcisa clamou, sua voz rompendo em soluços, um derradeiro esforço para atingir o coração petrificado daquele homem.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CAP. 10<br>A Queda Do Herdeiro</strong></p><p><br/></p><p>Lúcio, com a frieza de quem descarta um animal indesejado, expulsou Draco da mansão.</p><p> Naquela noite, consumido por um ódio que lhe corroía as entranhas, Lúcio ordenou que arrastassem para fora todos os pertences do rapaz e, com um gesto impiedoso, mandou que ateassem fogo a eles. </p><p><br/></p><p>As chamas consumiram não apenas objetos, mas também o último vestígio da identidade que Draco carregava. O nome "Malfoy", outrora símbolo de sua honra, foi-lhe cruelmente arrancado. Embora Draco jamais tivesse sentido verdadeira posse sobre esse nome, a perda era dilacerante.</p><p><br>O fogo trepidande parecia zombar da miséria do garoto.</p><p>A dor da rejeição era uma lâmina afiada que lhe cortava a alma. Ele observava, com olhos embaçados pelas lágrimas que se recusava a derramar, a fumaça subir ao céu noturno, levando consigo fragmentos de sua vida passada. Draco, agora despojado de seu sobrenome, sentia o peso da solidão e do abandono pressionar seu peito.</p><p><br/></p><p>Ele virou as costas para as labaredas de chamas que consumiam seus pertences e sua identidade como um Malfoy. <br>Com passos largos e firmes que ressoavam com uma determinação recém-descoberta, ele deixou para trás a propriedade que uma vez chamou de lar, jurando a si mesmo que nunca mais seus pés tocariam aquele solo amaldiçoado. </p><p><br>Draco, agora um pária dentro de seu próprio legado, encontrou-se a bordo do trem que o levaria de volta ao único lugar que lhe restava, Hogwarts. </p><p><br/></p><p>A camisa que vestia, outrora um símbolo de pureza e prestígio, estava manchada com o carmesim do seu próprio sangue, uma nódoa que transcendia o físico e marcava a desonra que lhe fora imposta. Cada fibra do tecido parecia impregnada não apenas com o sangue que lhe escorrera das feridas, mas também com o estigma da vergonha e do repúdio.</p><p>Seu semblante, uma vez o retrato da arrogância Malfoy, agora era um mosaico de hematomas roxos e inchaços, um testemunho silencioso da brutalidade que sofrera. Cada contusão era um hieróglifo de dor, narrando uma história de sua queda.</p><p><br/></p><p> Os passageiros que ocasionalmente cruzavam seu caminho desviavam o olhar, incapazes de encarar a visão macabra ou de oferecer consolo. Eles o julgavam, perguntando-se de forma retórica o que diabos teria acontecido com aquele rapazinho. Uma briga? As perguntas se perdiam a medida que eles se distanciavam e logo mais essas mesmas pessoas nem haveriam de lembrar de tal situação. Então apenas seguiam seus caminhos, indiferentes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ao transpor os portões de Hogwarts, Draco sentiu a familiaridade do ambiente mesclar-se com uma sensação alienígena de deslocamento. Aqueles muros, que outrora representavam um lar de aprendizado e poder, agora pareciam erguer-se como monumentos de um passado ao qual ele já não pertencia.</p><p><br/></p><p>Ascendendo as escadarias com uma lentidão que refletia o peso de sua alma, ele deteve-se, ponderando a prudência de buscar Hermione naquele momento de desespero. A ideia de sentir o toque reconfortante dela, de se aninhar na segurança de sua presença, era uma chama de esperança em meio à escuridão que o envolvia.</p><p>Movido, então, por um ímpeto quase infantil de buscar refúgio, antes que percebesse, ele encontrou-se diante da porta de Hermione. Com um bater hesitante, mas urgente, ele aguardou, o coração batendo um réquiem de temores e anseios.</p><p><br/></p><p>A porta se abriu, e os olhos de Hermione, duas esferas luminosas de preocupação e pavor, encontraram os dele. "Draco?!" ela exclamou, sua voz um sussurro de alarme e compaixão.</p><p>Sem proferir uma palavra, ele desabou nos braços dela, agarrando-a com uma força que buscava mais do que conforto físico; buscava a redenção de sua própria existência. As lágrimas, que ele nem sabia ser capaz de derramar, traçaram caminhos ardentes por seu rosto desfigurado, cada gota salgada reabrindo as feridas do corpo e da alma. Naquele abraço, naquele instante de vulnerabilidade e humanidade, Draco encontrou um vislumbre de paz, um fragmento de certeza em um mundo que se despedaçava ao seu redor.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Conforme os dias iam se arrastando, a humilhação de Draco era uma sombra que o seguia por todos os corredores de Hogwarts. Os dedos apontados eram como lanças invisíveis, cada olhar de desdém uma flecha que buscava seu orgulho ferido. Ele caminhava pelos pátios e salões, sentindo o peso dos julgamentos silenciosos. As risadas abafadas e os sussurros que se espalhavam como uma praga só serviam para relembrá-lo de sua queda estrepitosa do pedestal de glória que um dia ocupara.</p><p>Cada cochicho era um eco de seu passado, um passado onde ele, com a mesma crueldade, dispensava seu desprezo aos outros. Agora, comicamente, o feitiço se voltara contra o feiticeiro, e ele era o alvo daquela mesma zombaria que antes infligia. "O sonho do oprimido é ser um opressor," diziam, e Draco sentia a ironia daquele dito cortar mais fundo do que qualquer ferida física.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>As preparações para o baile prosseguiam, mas para Draco, os dias eram uma lenta agonia. Encerrado em seu quarto, ele se debatia com a vergonha e a humilhação, enquanto Hermione, sua única aliada, o visitava com uma constância que era tanto um bálsamo quanto um lembrete de sua vulnerabilidade. O sorriso dela, embora gentil, era um espelho onde ele via refletida sua própria dor.</p><p><br/></p><p>— Se você não se sentir à vontade, podemos não ir ao baile. O que acha? — Hermione perguntou, sua voz doce tingida de preocupação.</p><p>Draco levantou o olhar, ainda marcado pelos tons roxos da violência sofrida. — Esqueça... Vou te levar a esse baile, não importa o que digam.&nbsp; — Ele respondeu, sua voz carregada de uma determinação . </p><p>E, com uma suavidade que desafiava a tempestade dentro dele, ele a beijou, um gesto que buscava redenção tanto quanto oferecia consolo.</p><p>Hermione acariciou seu rosto machucado com ternura. <br>— Eu... — Sua boca, tomado por uma nó amargo, impediu que mais palavras se formassem. A culpa lhe acompanha como uma sombra desde o dia em ela recebeu Draco coberto de hematomas e feridas em seu quarto. <br>E se Hermione não tivesse cedido à sua própria arrogância, impondo a Draco ações que ele não desejava tomar? E se ela tivesse resistido à tentação de pressioná-lo além dos seus limites? Talvez, nesse exato momento, ele estaria a desfrutar da liberdade dos corredores de Hogwarts, não como um fugitivo, mas como o herdeiro que sempre foi. Que tormento! Uma aversão profunda a si mesma começou a corroer seu ser. Era torturante testemunhar Draco naquela condição desoladora; despojado de honra, lar, linhagem, e até mesmo de seu ilustre sobrenome... Tudo em decorrência de um capricho juvenil que ela agora via como um erro imperdoável.</p><p><br/></p><p>Draco, notando o olhar perdido e atormentado de Hermione, tocou seu rosto com uma gentileza que contrastava com a firmeza de suas palavras. — Eu precisava fazer isso, você entende, não é? Mais cedo ou mais tarde, o destino exigiria um sacrifício assim. — Sua voz, embora calma, carregava o peso de uma inevitabilidade gravada em pedra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:31:14 UTC</pubDate>
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         <title>CONJURANDO O AMOR</title>
         <author>luizavitoria796</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>CAP. 11 (capitulo final):</strong></p><p><strong>Redenção</strong></p><p><br/></p><p>O dia do baile havia finalmente chegado, e com ele, uma onda de expectativa e ansiedade varria os corredores de Hogwarts. Draco, outrora conhecido como Malfoy, sentia o peso da antecipação mais do que qualquer outro. A família Malfoy, com seu prestígio e poder, estava no centro de um escândalo que chocara a comunidade mágica: o herdeiro fora expulso de casa por se envolver com uma nascida trouxa.</p><p> Não era surpresa que todos estivessem ávidos para testemunhar a desgraça alheia com seus próprios olhos.</p><p><br/></p><p>Draco suspirou profundamente, ajustando sua gravata enquanto se encarava no espelho. Seu reflexo mostrava um jovem marcado pela melancolia, mas pronto para enfrentar o que quer que a noite lhe reservasse. Com um último olhar para sua imagem, ele partiu em direção ao quarto de Hermione.</p><p><br/></p><p>Ao chegar, ele bateu suavemente na porta, que se abriu revelando Hermione em seu esplendor. Ela estava vestida com um elegante vestido de renda rosa, que caía graciosamente sobre sua figura, realçando cada curva com delicadeza e sofisticação. O tecido, adornado com padrões florais intrincados, capturava a luz e brilhava sutilmente, conferindo a ela um ar etéreo. O corpete ajustado acentuava sua cintura, enquanto a saia fluía até o chão como uma cascata de pétalas de rosa.</p><p>Draco ficou boquiaberto, piscando várias vezes, incrédulo com a visão diante dele. — Você está... Deslumbrante. — Ele conseguiu dizer, sua voz um sussurro de admiração genuína. Naquele momento, todas as preocupações pareciam desaparecer, substituídas pela beleza da garota que ele tinha a honra de acompanhar ao baile.</p><p>Ela riu com uma leveza que parecia dissipar a tensão que pairava no ar. — Obrigada. Você também está um pitelzinho. — Disse Hermione, segurando a mão de Draco entre risos e fazendo-o girar levemente.</p><p> — "Pitelzinho"? Você é uma velha por acaso?— Draco retrucou, e ambos compartilharam uma risada genuína.</p><p><br/></p><p>E claro, a garota tinha razão, ele estava impecável em seu terno escuro, que contrastava com a palidez de sua pele e o brilho prateado de seu cabelo meticulosamente penteado para trás. O terno, ajustado à perfeição, delineava sua silhueta, conferindo-lhe uma elegância que não passava despercebida. A gravata, um tom sutilmente mais claro que o restante do traje, adicionava um toque de distinção. Seu rosto, ainda marcado pelos eventos recentes, mas agora menos visíveis, carregava agora uma expressão de determinação e uma beleza melancólica que só a adversidade é capaz de esculpir.</p><p><br/></p><p>Com um beijo suave, Draco selou a promessa silenciosa de enfrentar juntos o que quer que a noite lhes reservasse. Ele segurou a mão de Hermione, guiando-a com confiança até o salão do baile. </p><p><br/></p><p>Respirou fundo antes de entrar, buscando na serenidade dela a força que precisava.</p><p>Eles entraram, e por um breve segundo, os burburinhos cessaram. Todos os olhares convergiram para eles, a curiosidade e o julgamento suspensos no ar. Os sussurros e murmúrios logo retornaram, mas agora havia apenas um tema que dominava as conversas. </p><p><br/></p><p>Lúcio Malfoy, como todos os outros, fixou seu olhar furioso em Draco, mas, em um gesto de desdém, virou as costas, ignorando a presença do filho.</p><p>Os olhares que inicialmente eram de escárnio e curiosidade agora se misturavam com admiração e surpresa. A beleza de Hermione em seu vestido de renda rosa e a postura desafiadora de Draco, mesmo sob o peso do julgamento, impunham respeito.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A música começou a tocar, uma melodia suave que parecia tecer uma trégua temporária entre Draco e o mundo. Ele ofereceu a mão a Hermione, e juntos, eles avançaram para a pista de dança. Enquanto dançavam, os sussurros ao redor se tornaram um zumbido distante, e por um momento, tudo que importava era o movimento harmonioso dos dois corpos.</p><p>Lúcio, que havia virado as costas para o filho, agora observava de longe, sua expressão uma máscara inescrutável. A dança de Draco e Hermione era um desafio silencioso à autoridade e às expectativas, uma declaração de independência que permeava seu ser.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>À medida que a noite avançava, muitos começaram a reconhecer a coragem de Draco. Ele não era mais apenas o herdeiro caído dos Malfoy; ele era um jovem que, contra todas as probabilidades, escolheu o amor acima do legado, a verdade acima da conveniência.</p><p>E assim, o baile prosseguiu, com Draco e Hermione no centro de tudo, não como personagens de uma desgraça, mas como protagonistas de um dos maiores bailes de Hogwarts.</p><p><br>Enquanto a noite se desdobrava em um mosaico de luzes e sombras, o baile de inverno de Hogwarts tornou-se o cenário de um desfecho inesperado. Draco e Hermione, agora imersos na dança, giravam pelo salão com uma graça que desafiava as circunstâncias que os cercavam. A música, um hino de esperança e renovação, parecia compor para eles uma realidade à parte, onde o passado de Draco não era mais uma corrente a prendê-lo.</p><p>O patriarca Malfoy, ainda imerso em sua fúria silenciosa, observava de longe, sua figura imponente perdendo força diante da resiliência do filho. A comunidade mágica, que esperava por um espetáculo de vergonha, encontrou-se testemunhando um ato de coragem e amor puro.</p><p><br/></p><p>O baile terminou, mas a história de Draco e Hermione apenas começava. Eles haviam cruzado um limiar, não apenas das portas do salão, mas de suas próprias vidas. Juntos, eles caminharam para fora, sob o céu estrelado de Hogwarts, prontos para enfrentar um novo amanhecer.</p><p>E assim, o último capítulo se encerra, não com um ponto final, mas com uma vírgula, sinalizando a continuidade de uma jornada que, embora marcada por provações, é também repleta de promessas e novos começos.</p><p><br/></p><p>FIM ❤️🥺😭</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 09:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>SERÁ ISSO UMA CONFIDÊNCIA AMARGA </title>
         <author>saraamando9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eda yildiz era uma estudante através de uma bolsa de estudo , e serkan bolat era um homem que só pensava em trabalho e adiministrava uma empresa, certo dia&nbsp; ele decidiu cancelar todas as bolsas de estudos que vinha através da sua empresa, nisso acabou destruindo o sonho de uma garota sonhadora, que só queria terminar a faculdade e ajudar de&nbsp; sua tia que criou ela desde de nova.<br>  Um dia ela estava andando na rua e viu ele e aí foi o seguindo até sua casa, já era noite, então ela foi para casa e decidiu voltar no outro dia, na intenção de conversar com ele, para saber por que ele tinha feito aquilo com ela, quando ela chegou lá ele achou estranho pois não sabia quem era aquela menina no portão logo cedo, foi aí que ela já chegou brigando com ele, e serkan como era um homem muito frio, apenas ignorou e saiu no seu carro. Certo dia ele estava tomando seu belo café em um restaurante, mais sempre nas pressas para poder ir trabalhar, daí avistou aquela garota, q tinha aparecido em sua casa, ela estava vendendo flores da floricultura da tia, então ele decidiu sai pra trabalhar, pois era oque mais importava pra ele, lá no trabalho, ele percebeu q não tirava aquela menina da mente, foi aí que ele decidiu conversar com ela na próxima oportunidade, que não demorou muito pois ao sai do trabalho se bate com ela, na hora ele não sabia oq dizer, mais aí logo entre ao foco e pergunta, você poderia vim comigo?<br> Ela que já esperava isso a muito tempo apenas balança a cabeça, e o a segue. <br> Chegando no lugar esperado ele pergunta, oque te fiz pra você, para aparecer na minha casa daquele jeito, e ela diz você destruiu meu sonho sem eu nem fazer nada ctg, tirou minha chance de mostrar a todos que não sou apenas uma florista, <br>  Ele abaixou a cabeça e falou quanto você quer pra ficar bem longe de mim, e ela fala quero apenas minha faculdade de volta, então naquela noite ele concorda em pagar a faculdade dela, e ela volta toda feliz pra casa, já ajeitando suas malas, para poder viajar pra Estados Unidos e construir sua nova jornada, e foi isso que aconteceu ela conseguiu se forma e ajudar a tia com um grande restaurante de luxo, e ele continuou com sua amargura, mais fazendo oque amava que era trabalhar.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:09 UTC</pubDate>
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