<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Portfólio de ética ✨ by Ramylle Reynolds</title>
      <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-09 19:00:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-12 02:29:29 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Biografia</title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3518079118</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Ramylle Reynolds, tenho 19 anos e sou de Rio Largo. A primeira paixão da minha vida foi a leitura; sempre amei livros de romance e, com apenas 10 anos, comecei a escrever um livro, porém nunca cheguei a finalizá-lo. Meus hobbies são bem limitados à leitura e ao cinema. Amo escrever resenhas de livros e filmes, mas também adoro praticar atividades físicas para me sentir ativa, como musculação, beach tênis e pedalada.</p><p>Me considero uma pessoa esforçada e focada, mas amo me divertir e sou bem animada para tudo. Sonho com medicina desde que me entendo por gente, e sempre tive o apoio da minha família em cada etapa da minha trajetória.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4070045321/1232f1b25811b223421a5f91b551dbeb/IMG_6503.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-13 22:45:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3518079118</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 1: Qual a origem do seu nome? </title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3518094554</link>
         <description><![CDATA[<p>Como não lembrar do hino de Gal Costa em uma aula que tem tudo haver com afirmação de identidade?</p><p>A aula sobre a origem dos nossos nomes foi muito interessante e divertida, mas me deixou reflexiva de certa forma. Meu nome é a minha identidade, quem eu sou desde o momento que cheguei ao mundo, mas porque pouquíssimas pessoas que passaram pela minha vida me perguntaram a origem dele? Considerando que Ramylle não é um nome nada comum, isso me deixa ainda mais surpreendida. E apesar de ser uma indagação boba, existem algumas nuances que me vem à cabeça quando penso nisso. Talvez isso ocorra porque nosso nome é quase como um dado ou uma etiqueta funcional que as pessoas recolhem, o que acaba desconsiderando toda uma história de decisão dos nossos pais para escolher esse tal nome. Ou então, isso pode ter uma haver com a superficialidade das interações que temos uns com os outros. Enfim, posso até ter viajado um pouco nas ideias, mas agora sempre perguntarei às pessoas: Qual é a origem do seu nome?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/7bABDpHPCPc55rCBnjmljA?si=_Btr0vqiTReBE03pwnqIEg" />
         <pubDate>2025-07-13 23:32:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3518094554</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 2: Expectativas e temores com o curso </title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519094523</link>
         <description><![CDATA[<p>Falar sobre expectativas e temores na segunda aula me fez lembrar da minha versão vestibulanda, das idas e voltas de ônibus escutando “Vienna”, cansada, mas grata por poder correr atrás do meu sonho. Sempre idealizei estar onde estou, e agora que tudo está acontecendo, ainda custo a acreditar que estou realizando o sonho da minha vida — e esse é apenas o primeiro passo para que ele se concretize.</p><p>É engraçado pensar em mim naquela época; as percepções que eu tinha do curso eram totalmente diferentes, e com certeza as minhas expectativas com a medicina triplicaram quando entrei na Famed, assim como os meus temores. Hoje, não existe um dia em que eu não pense que não vou conseguir dar conta, que eu não me culpe por não estar estudando o suficiente ou que eu não reflita sobre a responsabilidade que terei sendo médica.</p><p>Isso assusta. Às vezes, me sinto aquela estudante novamente, com tantas dúvidas e incertezas — porque, no fundo, eu ainda continuo sendo ela. Mas nada disso me deixa infeliz, nada disso é capaz de diminuir todas as minhas expectativas e animação com o curso. Sou grata à medicina por, já no primeiro período, me apresentar professores, médicos e amigos tão incríveis.</p><p>No fim, eu sei que qualquer coisa na vida exigirá coragem para enfrentar os meus temores e determinação para alcançar as minhas expectativas — sempre com boas companhias.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/4U45aEWtQhrm8A5mxPaFZ7?si=Ztx5BXo7TlmrBqTe9uXl5Q" />
         <pubDate>2025-07-14 17:23:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519094523</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519136429</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Vinícius Maia Nobre Rocha Arraes, sou de Maceió, tenho 18 anos e tenho vários hobbies como remar, jogar videogame, praticar karatê, leitura e gosto de assistir filmes e séries também.</p><p>Me considero uma pessoa disciplinada, dedicada e esforçada normalmente, sou um pouco animado, gosto de socializar e me divertir com meus amigos, mas me considero uma pessoa equilibrada quanto aos estudos também.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4120235322/c8ff262814fd4821397b7cabc9b6746c/IMG_2718.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-14 19:18:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519136429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519139011</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira aula de ética foi bem interessante para mim, pois como estava na primeira semana de aula achei que seria só mais uma aula de apresentação que nem qualquer outra, fiquei surpreso com a dinâmica proposta, a ideia de todos contarem a origem de seus nomes.</p><p>Foi muito interessante escutar a origem do nome dos meus outros colegas, muitas histórias tão engraçadas e outras muito intrigantes, foi uma excelente experiência, e serviu também para gerar uma maior conexão entre a sala, já que a gente ainda não se conhecia devidamente e falar sobre algo tão peculiar assim foi uma boa maneira de aproximação </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-14 19:24:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519139011</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519142048</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda aula a sala foi divida em duplas que ficaram conversando sobre suas expectativas e temores sobre o curso e depois discutimos acerca das respostas como um todo.</p><p>Foi uma experiência muito boa tanto na parte da dupla, quanto na geral. Saber que meus colegas estavam passando por situações parecidas com as minhas, que tinha aspirações e objetivos semelhantes e que dividiam de meus receios foi tranquilizador, pois percebi que não estava sozinho sobre as minhas incertezas quanto a essas novas experiências da faculdade, e me ajudou a me conectar melhor com meus colegas, uma vez que vi um sentimento de pertencimento entre a gente, porque estamos todo mundo no mesmo barco sem saber ao certo como vamos chegar ao final.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-14 19:34:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519142048</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519144759</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula 4 a gente se uniu nos mesmo grupos do portifolio e cada um teve que  escolher em uma lista com vários princípios e valores somente 10 com os quais a pessoa mais se identificou, o que já foi bem difícil, depois disso tivemos que escolher entre eles somente dois dos 10, uma tarefa ainda mais desafiadora, então, tendo cada um escolhido dois, o grupo teve que escolher um valor grupal somente, eu achei que daria uma grande discussão entre a gente, mas surpreendentemente acabou que todo mundo concordou até que facilmente no nosso valor. Escolhemos afeição, pois ele engloba tudo e justifica todos os outros, pois cada ação virtuosa que a pessoa faz que impacta outras é motivada por amor e carinho, então acho que foi uma boa escolha</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-14 19:42:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519144759</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519147394</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula três foi uma aula que teve foco no trabalho da escuta, fizemos uma leitura prévia sobre escuta ativa e quando chegou na aula fomos divididos nos grupos do portifolio, depois começamos a discutir sobre a importância de ouvir o outro e dividimos experiências sobre quando nós fomos ouvidos realmente, foi uma aula bastante interessante e reflexiva, que me deixou muito pensativo sobre o tópico, pois nunca tinha parado para pensar no quanto que é significativo a pessoa realmente ser ouvida e se sentir ouvida, foi uma excelente experiência.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-14 19:47:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519147394</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia </title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519159200</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Maria Eduarda, tenho 20 anos e sou de Palmeira dos Índios, Alagoas. Sou uma pessoa tímida e mais calada, gosto de observar e ouvir antes de me expressar, por isso, posso parecer quieta à primeira vista. Mas, com o tempo, vou me soltando e mostrando meu jeito. Valorizo muito os momentos em família e estar perto de quem eu gosto é, sem dúvida, o que mais me faz bem. No tempo livre, adoro caminhar, não tanto pela caminhada em si, mas pelas boas conversas e, claro, pelo sorvete que vem depois como recompensa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4100676706/4e0a649d54d592cb886f572564fa547e/740dd446_6d37_4155_a934_030ba2a9aee0.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-14 20:22:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519159200</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 1: Qual a origem do seu nome?</title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519172512</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira aula me deixou bastante reflexiva. Confesso que pouco me questionei sobre a origem do meu nome, que na verdade é fruto de uma escolha que mistura fé e gosto pessoal da minha família. “Maria” foi escolhido por motivos religiosos, por sermos católicos, e também como uma homenagem à minha avó. Já “Eduarda” foi escolhido pela minha mãe, porque ela achava o nome bonito. A junção dos dois formou um nome que levo comigo todos os dias e que carrega um pedaço da minha história familiar.</p><p>&nbsp;</p><p>De forma geral, a aula nos provocou uma reflexão pessoal e nos permitiu mergulhar na história de cada colega, aproximando-nos ainda mais de suas origens e vivências.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-14 21:03:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519172512</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 2: Expectativas e temores </title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519178219</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que o filme <em>"</em><strong>Divertida Mente" </strong>retrata bem o que vivenciamos em sala, pois explora os sentimentos e medos internos de uma criança, assim como refletimos durante a aula.</p><p><br/></p><p>A aula de expectativas e temores nos fez externalizar aquilo que muitas vezes fica só na reflexão interna, especialmente sobre nossas expectativas e medos em relação ao curso. O tema me deixou bastante pensativa: “O que esperar diante de um curso tão complexo e denso?” “Como viver bem essa fase sem deixar de aproveitar o mundo além da medicina?” Foram alguns dos questionamentos que pude fazer a mim mesma. A resposta ainda é incerta, mas o quanto foi valioso poder compartilhar essas dúvidas e perceber que grande parte da turma sente o mesmo. Essa troca nos ajuda a criar uma rede de apoio e a enfrentar os desafios com mais leveza, sabendo que não estamos sozinhos nessa jornada.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4100676706/51169d363a043e60db2b6da1f078f1f6/22640_22640.webp" />
         <pubDate>2025-07-14 21:21:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519178219</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 3: &quot;Escutar&quot;</title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519201417</link>
         <description><![CDATA[<p>Será que estamos realmente escutando e valorizando quem está ao nosso redor, ou só percebemos isso tarde demais, como sugere a música <em>Epitáfio</em>, dos Titãs? </p><p><br/></p><p>O texto “Escutar – uma perspectiva de prática colaborativo-dialogal”, de Harlene Anderson, propõe reflexões sobre a escuta como uma atitude ética, empática e transformadora. Tornando evidente que Escutar vai além de simplesmente ouvir palavras; envolve atenção plena, respeito, curiosidade genuína e reconhecimento da singularidade do outro. </p><p>Em particular, o texto me fez refletir muito sobre a minha forma de “escutar” as pessoas ao meu redor. Cheguei a me questionar, durante o decorrer de algumas conversas, se eu estava realmente escutando ou apenas ouvindo aquela pessoa, o que me incentivou a mudar de postura em muitos momentos e a ser mais atenta. Na segunda aula sobre esse mesmo tópico, nossa equipe escolheu como pergunta direcionadora: “Será que as pessoas que amamos nos escutam?”. Isso me fez refletir sobre como a correria do dia a dia nos torna reféns de uma escuta muitas vezes rasa e sem propósito, transformando nossas conversas em simples trocas de palavras e nos privando de adotar uma postura de escuta ativa e sensível no cotidiano, principalmente, com as pessoas que amamos. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/35J9vakuC3f18QTolNAQ6E" />
         <pubDate>2025-07-14 22:43:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519201417</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 4: Valores </title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519212355</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Afeição (amor e carinho)</em></strong></p><p>No começo da aula, foi necessário escolher os 10 valores com os quais cada um mais se identificava. Depois, tivemos que reduzir essa lista para apenas dois valores, o que foi bastante difícil para mim. Mesmo assim, não hesitei em manter <strong>Família</strong> como um deles, pois tem um significado muito importante na minha vida.</p><p>Posteriormente, o grupo precisava escolher apenas um valor que representasse toda a equipe. Confesso que, lá no fundo, eu não queria abrir mão do valor que escolhi. No entanto, durante a discussão com o restante da equipe, percebi que o valor escolhido por eles era justamente aquilo que eu tentei, mas não consegui expressar de forma ampla.</p><p>Acredito que trabalhar a escuta me ajudou a abrir a mente e ampliar minha visão e, sem dúvida, a entender que a <strong>afeição</strong> é a base de todos os outros valores. Esse valor representava muito bem não só a família, mas também os outros nove valores que selecionei inicialmente.</p><p>No geral, acredito que cada valor citado não representa apenas a equipe, mas também um pouco de cada um de nós, mesmo que algum valor seja predominante.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4100676706/79a85d531c91213266c68bb3111095a7/WhatsApp_Image_2025_07_14_at_19_57_36.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-14 23:12:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519212355</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia</title>
         <author>thiagoesferreira09</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519215316</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Thiago Emannuel Santos Ferreira, tenho 19 anos e sou do agreste de Pernambuco, mais especificamente da cidade de São João. Sou sanguíneo e sociável, me sinto feliz ao conhecer e me aproximar de boas pessoas (aquelas que nos enriquecem); sou bastante comunicativo e, no meu caso, as palavras costumam sair aliadas ao próprio pensamento. Sou o primogênito de um casal de irmãos e tenho hobbies variados, entre eles: gosto de assistir filmes, séries e animações; ler livros; tocar e ouvir música; assistir futebol e vôlei; jogar videogame; sair, conversar e festejar com as pessoas que eu amo. Gosto de pensar que sou um apaixonado... apaixonado pela minha namorada, pelo futebol, por meus amigos e por minha família, mas principalmente: apaixonado pela vida. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4120819196/2c9cc3c796559b1e67c80905c9a9af44/DSC_0000029.jpg" />
         <pubDate>2025-07-14 23:20:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519215316</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 01: qual a origem do seu nome?</title>
         <author>thiagoesferreira09</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519687773</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome significa "aquele que vem do calcanhar", coisa que não faz muito sentido para minha realidade atual, pois era um nome utilizado para o gêmeo mais novo, mas que ao mesmo tempo representa toda minha identidade. Quando me veem, não veem só a mim, mas o "Thiago" também. Eu não sou forjado das fraquezas (do calcanhar) de outra pessoa que não seja eu mesmo, sou fruto das minhas próprias fraquezas e falhas... é isso que me faz ser quem eu sou.</p><p><br/></p><p>Acho que devaneei um pouco... mas voltando ao tema proposto: a apresentação com uso do próprio nome. Posso afirmar com facilidade que essa foi a melhor apresentação dentre todas as incontáveis. Eu conhecia todas aquelas pessoas por nome, mas não conhecia o nome por pessoa. Não fazia ideia do tanto de histórias cheias de riqueza que haviam nos nomes que elas carregam. Durante essa aula me senti verdadeiramente conectado com as pessoas do "círculo", que estávamos um pouco mais próximos por causa dessa apresentação. </p><p><br/></p><p>Após essa aula tornou-se quase impossível não enxergar nas outras pessoas a riqueza do nome que elas carregam.</p><p><br/></p><p>Ao final da aula também fiz um link sobre como o nosso nome tem poder, sobre como ele pode ser passe livre ou mandato de prisão. Pensei no livro "vidas secas", vidas sem nome, pois não eram "humanos" o suficiente para tal... pensei na baleia, na origem e na força do seu nome.</p><p><br/></p><p>Qual seu nome preferido? Você daria ele ao seu filho/filha, ou preferiria dar a algum bichinho de estimação? </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4120819196/fc03c102f34af06c25c4272f6212afc0/81EZofhY1jL__UF1000_1000_QL80_.jpg" />
         <pubDate>2025-07-15 04:32:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519687773</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 2: expectativas, temores.</title>
         <author>thiagoesferreira09</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519778827</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda aula trouxe reflexões quanto aos nossos anseios, sobre as coisas que nos abalam e as que nos levantam da cama, o medo e a pressão que carregamos, os desejos que são comuns a muitos da turma. A ideia de nos unir cria a perspectiva de que estamos mais próximos que pensávamos, que os nossos medos não são só nossos, que as pessoas ao nosso redor também sofrem, sentem e se divertem.</p><p><br/></p><p>Fato é: saí da aula com uma música que sempre me marcou muito quando o assunto era o medo de "me perder de mim mesmo" pois este é um dos meus maiores temores. <em>Não Vou Me Adaptar</em> - Titãs não saía da minha mente.</p><p><br/></p><blockquote><p>“Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia</p><p>Eu não encho mais a casa de alegria</p><p>Os anos se passaram enquanto eu dormia</p><p>E quem eu queria bem me esquecia</p><p>[...]</p><p>Eu não tenho mais a cara que eu tinha</p><p>No espelho essa cara não é minha</p><p>Mas é que quando eu me toquei, achei tão estranho</p><p>A minha barba estava desse tamanho</p><p>[...]</p><p>Não vou me adaptar, não vou.”</p></blockquote><p><br/></p><p><br/></p><p>Você acha que já se perdeu de si? Foi melhor ou foi pior assim?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/14KOeXXATG254aCQ6vbDwQ?si=kLiHpV_ySr6pC0OSBKsh8g" />
         <pubDate>2025-07-15 05:31:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519778827</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 3: a arte da &quot;Escuta Ativa&quot;.</title>
         <author>thiagoesferreira09</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519821892</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse tópico em especial me proporcionou muitas reflexões... uma das atividades era formular duas perguntas sobre escuta ativa e trazer para o grupo, minhas perguntas foram: "quando foi a última vez que você sentiu que alguém te escutou de verdade?"; "Você acha que a pessoa que você ama te escuta por completo?". A ideia por trás dessas perguntas é questionar nossas relações cotidianas, nossas amizades e amores... lembrar que quando somos verdadeiramente escutados (escutados de fato, de forma dialogal, e não apenas ouvidos, como quando despejamos algo pra fora sem esperança de retorno) somos muito mais felizes. Ser escutado e escutar nos aproxima do próximo, nos aproxima de quem amamos. É parte da nossa humanidade prestar atenção naquilo que nós amamos e é de nosso interesse, e fazer isso é escutar ativamente... desde a pessoa no sistema de saúde, ao atendente da loja e ao amor da sua vida: escutar é conectar. É um ato de vida, contra tantos atos de morte.</p><p><br/></p><p>Tendo isso em vista, não pude deixar de pensar em um anime que assisti recentemente e que me fez apreciar novamente as pequenas coisas da vida: “<em>Frieren e a Jornada para o Além</em>”. Essa obra não acompanha os personagens em busca do grande objetivo (no caso deles, derrotar o rei demônio e salvar o mundo), mas vai além disso. A animação começa com o mundo já salvo e acompanha uma elfa que é imortal; por viver tanto tempo ela não dá a devida atenção às coisas ao seu redor e nem às pessoas (não as escuta de fato e nem compreende as nuances das relações humanas), já que elas morrem "muito rápido" para o tempo de vida dela. Basicamente a obra mostra o processo dela em entender o valor das pequenas coisas que a vida pode proporcionar e percebendo que sempre amou um amigo de aventuras, mas que percebeu isso tarde de mais, porque nunca "escutou ele ativamente". Agora ela está em busca de encontrar com ele no além e consertar o tempo perdido por sua pouca escuta dialogal.</p><p><br/></p><p>Diferente dela, nós não podemos nos reencontrar com aqueles que nós deixamos de escutar... você escuta a pessoa que ama? </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4120819196/df348bf98e6db6fdcbc1b01ea7ec4419/MV5BZTI4ZGMxN2UtODlkYS00MTBjLWE1YzctYzc3NDViMGI0ZmJmXkEyXkFqcGc___V1_FMjpg_UX1000_.jpg" />
         <pubDate>2025-07-15 06:08:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519821892</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 4: os nossos valores.</title>
         <author>thiagoesferreira09</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519824456</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa aula propôs inúmeros desafios, um atrás do outro. Inicialmente deveríamos escolher 10 valores de forma individual a partir de uma lista pré-montada (coisa que já foi difícil pra mim, considerando que me apeguei a muitos deles), depois aconteceu o segundo afunilamento, responsável por manter apenas 2 dos 10 que foram selecionados. Essa etapa foi mais fácil do que a primeira para mim, porque dia te se toda aquela, se eu tivesse de viver com apenas dois valores, seriam eles: <strong>Afeição (amor e carinho) e Ajudar as outras pessoas. </strong>Essas são minhas máximas, isso é o que eu zelo. Mas como se não bastasse: o grupo teria que escolher somente 1 dos valores para manter consigo. Por grande sorte e felicidade, fomos agraciados com um valor que era basicamente universal para todos os 4: a <strong>Afeição</strong>. Mesmo no caso em que esse valor não foi escolhido diretamente, ele era a base fundamental para o funcionamento de todos os valores pelos quais prezamos. Cheguei a conclusão de que sem afeição, nada vale. </p><p><br/></p><p>Logo após a turma apresentou os valores dos diferentes grupos, montando uma lista de máximas condizentes com nossa turma, uma lista que com certeza "merece uma reverência". </p><p><br/></p><p>Durante o debate, uma frase dita pelo professor me marcou em especial: </p><p><br/></p><blockquote><p>"Age de tal jeito que a máxima de tua ação se torne uma lei universal." - Kant</p></blockquote><p><br/></p><p>Sendo esse o princípio central da Érica kantiana. A ideia é tornar em ação somente aquilo que eu gostaria que acontecesse comigo ou de maneira universal.</p><p><br/></p><p>Qual tua máxima universal? Ainda estás plenamente fiel a ela?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4120819196/c622016dbe363303cc83e227c5006347/PXL_20250708_102631312.jpg" />
         <pubDate>2025-07-15 06:10:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3519824456</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 3: Escuta ativa </title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3520058006</link>
         <description><![CDATA[<p>O momento mais marcante para mim na aula de escuta ativa foi durante a discussão em grupo. Cada integrante do grupo elaborou duas perguntas relacionadas ao texto, e ambas as perguntas que Thiago fez me deixaram extremamente pensativa. “Você se sente realmente escutado por àqueles ama?” e “quando foi a última vez que sentiu que alguém te escutou de verdade?” foram as indagações que surpreenderam por tamanha profundidade, apesar de tão boba.</p><p>Naquele instante, compreendi que escutar não é apenas ouvir com os ouvidos, mas abrir espaço dentro de si para que o outro exista. Escutar ativamente é um gesto radical de presença, talvez o mais revolucionário em tempos de distração.</p><p>Lembrei-me imediatamente de Atypical, a série que acompanha a jornada de Sam, um adolescente no espectro autista. Ao longo dos episódios, é nítido que Sam não busca apenas ser compreendido, ele busca ser escutado em sua forma única de estar no mundo. E é curioso como, à medida que os personagens aprendem a escutá-lo, também começam a se escutar mais profundamente uns aos outros. A escuta, ali, não transforma só o diálogo. Transforma vínculos, curas, e até mesmo destinos.</p><p><br/></p><blockquote><p>“I don’t always know what people mean, but I do know when they stop listening.”</p><p>(“Eu nem sempre entendo o que as pessoas querem dizer, mas sei quando elas param de me escutar.”) - Sam Gardner, Atypical</p></blockquote><p><br/></p><p>O que mais me tocou é que as perguntas de Thiago não exigiam respostas imediatas, mas uma reavaliação do modo como habitamos as relações. Quantas vezes dizemos “estou aqui” sem de fato estarmos? Quantas vezes ouvimos apenas para responder, e não para compreender? A escuta ativa exige presença, mas também vulnerabilidade. Exige a coragem de não interromper, de não concluir pelo outro, de se deixar afetar.</p><p>Aquelas perguntas ficaram em mim. Talvez porque, no fundo, todos desejamos ser escutados de verdade. E talvez seja justamente por isso que a escuta ativa seja tão rara, já que ela exige que a gente pare, olhe e se doe. Mas quando acontece, mesmo que por breves segundos, algo muda. A escuta ativa é, afinal, uma forma de dizer ao outro: “Eu te vejo. E você importa.”</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4070045321/f5f1d15b15d2e2cf6ad51d3ad4e934af/IMG_3374.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-15 10:54:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3520058006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 4: Valores </title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3520069077</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio às tantas vozes que compõem o cotidiano, a aula sobre valores e princípios abriu uma pausa, um instante raro de escuta interior. Fomos convidados a olhar para dentro e nomear aquilo que, mesmo invisível, sustenta nossas escolhas. Dentre todos os valores listados pela professora, dois emergiram para mim com nitidez surpreendente, a afeição (amor e carinho) e o conhecimento.</p><p>Afeição é mais do que afeto, é a disposição constante de se importar, de reconhecer no outro um espelho, um mistério, um mundo. Na afeição, mora o impulso de cuidar mesmo quando não há palavras. Ela é o que suaviza o viver, o que humaniza os espaços e dá calor às relações. Escolhê-la como valor é afirmar que nenhuma relação, seja sua com você mesmo ou com os outros, se sustenta sem carinho, afeto, cuidado e empatia, e, vindo de uma família que prioriza uma relação amorosa, o primeiro princípio não poderia ser diferente. Sem afeição aos outros e, principalmente, a mim mesma não seria a pessoa que sou hoje. </p><p>Conhecimento, por sua vez, não precisei pensar nem duas vezes, já lembrei do meu voinho. Meu vô, além de incentivar muito a educação entre todos os filhos e netos, contando suas histórias de luta para realizar uma graduação em um contexto totalmente inacessível, sempre ressaltou que o conhecimento não é apenas a acumulação de dados, mas o exercício de compreender o mundo, os outros, e a si mesmo. Conhecer é duvidar, é se mover diante do que se pensa certo, é permitir-se transformar. Mas quando o conhecimento caminha sozinho, sem a afeição, pode se tornar vaidade, distanciamento, arrogância. E quando a afeição caminha sem o conhecimento, corre o risco de se tornar ingenuidade. Percebo, então, que esses dois valores não se opõem, mas se completam: amar é também um jeito de conhecer; e conhecer pode ser um modo profundo de amar.</p><p>Na encruzilhada entre razão e emoção, encontrei minha direção. Carregar afeição e conhecimento como valores não é apenas uma escolha pessoal, mas uma ética de existência. É o compromisso de pensar com o coração e sentir com inteligência. De buscar verdades que não excluem o outro, mas o acolhem. De viver, enfim, com coragem para ser sensível e com sensibilidade para buscar sentido.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4070045321/bfc37e208287f1ba5d875c0c8d432161/IMG_1773.jpeg" />
         <pubDate>2025-07-15 11:09:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3520069077</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Avaliação da equipe E</title>
         <author>kamillesilva</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3556153388</link>
         <description><![CDATA[<p>Gostamos muito de como esse portifólio foi profundo na parte pessoal de cada integrante, e como as percepções em relação as aulas são distintas, mas ao mesmo tempo passam uma mesma mensagem. Foi interessante ver as diversas coisas em comum que tivemos um com o outro a partir dos textos sobre os percursos até a faculdade e ver a história por trás de cada colega. Arrasaram!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-27 00:39:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3556153388</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3564096086</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4070045321/948c976747950a451d7b0622d5651e28/resenha_cri_tica___e_tica__2_.pdf" />
         <pubDate>2025-09-02 02:41:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3564096086</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 6 - Filme: Medidas extremas (1996)</title>
         <author>mariaevangelista12</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574656755</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula 6, assistimos a um filme que explorou os dilemas éticos enfrentados por médicos em situações de emergência, evidenciando como decisões clínicas podem ser influenciadas por fatores sociais, políticos e emocionais. A trama inicia com um médico recebendo dois pacientes críticos: um policial baleado pelo ladrão e o próprio ladrão, ambos em estado grave. A avaliação clínica indicava que o ladrão apresentava hemorragia mais urgente, enquanto o policial estava ligeiramente mais estável.</p><p>O contexto externo intensificou a pressão sobre a decisão: o comandante da polícia ofereceu proteção ao médico caso o policial sobrevivesse, e a esposa do policial implorava por garantias de que ele ficaria bem. Além disso, havia apenas uma sala cirúrgica disponível, obrigando o médico a escolher entre os dois pacientes.</p><p>Apesar do critério clínico indicar prioridade pelo ladrão, o médico optou por salvar o policial. Essa decisão revela um conflito entre ética profissional e pressões externas, levantando questões sobre justiça, imparcialidade e influência do poder na tomada de decisão médica. A escolha evidencia como, em contextos de violência e escassez de recursos, a ética médica muitas vezes é desafiada por fatores externos que escapam do controle do profissional de saúde.</p><p>O debate com a enfermeira reforça a reflexão crítica sobre o papel do médico: até que ponto é possível manter imparcialidade diante de pressões sociais e emocionais?. O filme nos convida a pensar sobre a vulnerabilidade do sistema de saúde, a influência de estruturas de poder e a necessidade de protocolos que minimizem vieses, mas também sobre a humanidade do médico, que precisa lidar com medo, responsabilidade e dilemas morais impossíveis de resolver com fórmulas simples.</p><p>Assim, a aula permitiu perceber que decisões médicas não são apenas técnicas, mas profundamente éticas e sociais, e que a prática da medicina envolve constantemente o equilíbrio entre ciência, moralidade e contexto humano.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4100676706/ede7cf3dae150da638f713b7accb210c/WhatsApp_Video_2025_09_08_at_21_54_04.mp4" />
         <pubDate>2025-09-08 23:05:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574656755</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Patch Adams</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574682969</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme Patch Adams, visto durante a aula, é um filme muito interessante e motivador, ele mostra a história de uma pessoa que estava sem rumo, se interna em um hospital psiquiátrico e lá descobre a sua vocação, cuidar das outras pessoas e decidi então se tornar um médico prestativo. É um filme que ensina muito sobre as profissões da área da saúde, que elas vão muito além de simplesmente tratar a doença, são muito mais relacionadas com escutar e entender a dor do outro, ter empatia e ajudar o próximo. Quando vi o filme, pensei na música “É preciso saber viver” dos Titãs, que fala muito sobre a necessidade de se encontrar nessa vida, enfrentar os obstáculos e fazer algo que goste, o que retrata muito a história do personagem.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-08 23:36:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574682969</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 8: Resenha crítica - Código de Ética Médica </title>
         <author>ramyllereynolds8</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574689199</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa aula tivemos uma discussão online sobre as resenhas críticas elaboradas pelos grupos sobre o Código de Ética de estudantes de medicina. Ao discutir o código e analisá-lo para escrever as resenhas, percebi como esse documento não é apenas uma norma a ser seguida, mas sim um guia para refletirmos sobre o tipo de profissional que queremos nos tornar. Fiquei pensando que, muitas vezes, a vida acadêmica nos leva a focar demais em provas, técnicas e diagnósticos, mas esquecemos que tudo isso gira em torno de pessoas reais, com sentimentos, dores e histórias.</p><p>Durante a leitura e o debate, um ponto que me tocou foi o princípio da não-discriminação, que reforça a ideia de que devemos acolher cada paciente em sua singularidade. Isso me fez refletir sobre como, no cotidiano, podemos acabar reproduzindo preconceitos de forma sutil, mesmo sem perceber. A aula me trouxe um alerta: a ética não é algo distante, mas uma prática diária, que deve se manifestar em nossas atitudes dentro e fora da sala de aula.</p><p>Enquanto refletia, lembrei do filme Patch Adams<em>,</em> que foi tema da aula da semana anterior e que a partir dela tivemos que realizar a atividade de resenha crítica. Assim como o personagem interpretado por Robin Williams, percebo que a medicina precisa ser mais do que técnica – ela precisa ser humanidade. Ele enfrentava resistência por buscar uma prática médica mais próxima e sensível, mas é justamente isso que dá sentido à profissão. A comparação com o filme me fez perceber que os princípios do Código não são apenas “regras”, mas caminhos para que não percamos de vista a essência do cuidado.</p><p>Além disso, programas como o Médicos Sem Fronteiras me fazem perceber que a prática ética e humanizada é possível mesmo nas situações mais desafiadoras. Ver médicos se doando, muitas vezes em contextos de sofrimento extremo, me faz sentir que a empatia e o cuidado não são escolhas opcionais, são essenciais para quem escolhe essa profissão.</p><p>Saí da aula e da leitura com a sensação de que ser médico não é apenas saber tratar doenças, mas saber enxergar o outro como um ser humano completo. Esse é o maior desafio: equilibrar ciência, responsabilidade social e, sobretudo, humanidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4070045321/4a8ed2dd529c8e2bf3c5592ac59d2f15/IMG_4448.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-08 23:41:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3574689199</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Psicólogo</title>
         <author>thiagoemannuelsf15</author>
         <link>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3576004700</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa aula de Ética, trouxe algo muito diferente do que estamos acostumados. Em vez de uma explicação teórica, vivemos uma roda de conversa com o psicólogo da faculdade. Foi um espaço acolhedor, em que cada um pôde falar sobre as próprias dificuldades, sem julgamentos.</p><p><br/></p><p>No começo, havia um certo silêncio, talvez receio de se expor. Mas aos poucos as vozes foram surgindo, e as experiências começaram a se entrelaçar. O que antes parecia um problema só nosso, mostrou-se um ponto em comum entre muitos da turma: a pressão por resultados, a cobrança interna, o medo de falhar, a sensação de estar sempre devendo algo a si mesmo ou aos outros. Descobrimos que, mesmo com histórias diferentes, as dores eram parecidas.</p><p><br/></p><p>Havia um certo alívio em perceber que não estamos sozinhos. Ao ouvir o colega falar de algo que também sentimos, surgia um reconhecimento silencioso — um “eu também passo por isso”, que não precisava ser dito em voz alta.</p><p><br/></p><p>O mais bonito foi sentir que, naquele momento, estávamos menos preocupados com provas ou notas, e mais conectados uns com os outros. Foi uma aula de ética, sim, mas também foi uma aula de humanidade. Saímos dali mais próximos, mais leves, e com a certeza de que cuidar de si e do outro começa dentro da própria sala de aula.</p><p><br/></p><p>O vídeo sobre o tempo me deixou pensativo… sobre como o nosso tempo anda, sobre o passado, sobre as lembranças boas. Sobre as pessoas que amamos e ficaram pra trás. Sobre como tudo parece negociável nessa rotina louca.</p><p><br/></p><p>Antes de escrever esse relato, perdi alguém que estive acostumado a ter na minha antiga vida; perdi alguém que vi durante os dias da minha infância, adolescência e há poucas semanas atrás.</p><p><br/></p><p>Na música poema, que cazuza escreveu para sua avó, e Ney Matogrosso interpretou primorosamente, é dito:</p><p><br/></p><blockquote><p>“De repente, a gente vê que perdeu<br>Ou está perdendo alguma coisa<br>Morna e ingênua<br>Que vai ficando no caminho<br>Que é escuro e frio, mas também bonito<br>Porque é iluminado<br>Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás”</p></blockquote><p><br/></p><p>E nesse momento, eu entendi mais do tempo, entendi mais do que deve ser feito, do que deve ser priorizado.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/7qvL8BbYdxvhOinapMiEeF?si=hDrZUBzsRVKoYL3Ah9w8wA" />
         <pubDate>2025-09-09 12:52:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ramyllereynolds8/ho6qhi50oguabzg0/wish/3576004700</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
