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      <title>Feito com amor by Anibal Vilar Ribeiro</title>
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      <description>Feito com amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-12-19 03:05:18 UTC</pubDate>
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         <title>                      acodem! a primavera está a chegar! </title>
         <author>nibovr</author>
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         <description><![CDATA[<div>era de manhã cedo. estava frio  e a manhã tinha pressa. anda    lá, tilla- onde está o teu gorro? vamos perder o autocarro!<br>tilla engoliu o ultimo pedaço e dirigiu-se à parede da cozinha. ai está pendorado um calendario com muintas folhas.  nada de cima estava escrito "20 de março." tinha sido ontem. tilla pós-se em  bicos de pés levantou a mão...onde é que estás, tilla? - chamou a mãe, da entrada. tilla baixou a mão.- bem, ão mudo agora-esmagou-ela , saindo a correr. e o calendario lá teve de continuar em 20 de "março."a corrente de ar agitou a folha levemente felá sussurrare. que aborrecimento murmurou o vento lá fora o porque não vento, mal-humorado-hoje oficar à espera...-e saiu a correr.- temos muinto trabalho a fazer segurou ele às nuvens,dependendo as bem despenteadas.- não me digas!  cantarolaram as nuvens. dividiram-se em bolhinhas de algodão segredarão ao ouvido do espantalho:- a peimavera está a chegar! -  exclamou ele.alargou o cachaco! e assentiu com um sinal de cabeça. já está ca com um pressentimento! acrescentou - satisfeito.o espantalho fez cócegas à toueira até ela acordar.- atchim!espirrou como te atrevez a acordar-me, com esté frio glacial?deixa-me dormir!esmungou.de seguida, cruzou as mãos sobre a barriga e  adurmeuceu de novo.o genio das rizes esfergou os olhos e saiu da toca.a prima vera está a caminho.quem vai tocar para anuciar a chegada? gritou ele às campainhas.eles dromitavam graciosamente e não se deixaram imcomodar.triste,so o geneo sr terra,  bem-disposta. Puxou os narcisos pelos bolbos e endireitou a haste das prímulas. Aspergiu a violeta. As três flores sorriram alegremente, ainda a sonhar.Uma campainha espreguiçou-se e deu uma cotovelada à anémona.— Eu estou cansada. Toca tu — pediu ela, enquanto, a tremer, tapava as orelhas com uma folha.Mas a anémona envolveu-se na sua peliça.— Está muito frio — disse baixinho, fechando os olhos de longas pestanas.— Ervas daninhas preguiçosas! — ralhou a Sr.ª Terra. — Então… como é? Vamos lá, vamos lá! A primavera está perto! — Atou o avental. — Já vou pô-las todas a mexer — disse, decidida, indo buscar uma vassoura.O melro e a mejengra estavam pousados em cima da árvore.— A primavera quer chegar! O quê? Com este tempo glacial? — chilrearam eles, cheios de frio. — Como é que vai ser?E, aborrecidos, cerravam as penas. O vento esfregou as mãos e inspirou fundo.— Já chega de andarem por aí a vaguear — ralhou ele aos flocos de neve. — É altura de emagreceres — disse em seguida, virando-se para o boneco de neve.Mas alguma coisa não estava certa.— Falta o sol, claro! — murmurou tristemente o Génio das raízes.Empurrou as nuvens, puxou outras e levantou, a arfar, as mais preguiçosas. Em vão. Já era meio-dia e o vento esvoaçava em remoinho, sem saber o que fazer. O Génio das raízes sentou-se junto da chaminé do fogão, à espreita dos primeiros raios de sol. A Sr.ª Terra limpava bolbos de tulipas, enquanto cantarolava. Mas tudo estava branco de neve, o sol não aparecia e as campainhas continuavam a dormir.O autocarro onde Till seguia com a mãe de regresso a casa arfava estrada acima. Parou, e Till e a mãe apearam-se. Juntos abriram a porta de casa e entraram na cozinha. Uma corrente de ar fez agitar a folha do calendário e chamou a atenção da mãe.— Oh, Till! — exclamou admirada. — Não tiraste a folha do calendário! Ontem não é hoje, e a primavera quer entrar!Till levantou-se de um salto… e arrancou a folha.Então o sol saiu de detrás do monte e começou a brilhar resplandecente. O vento encheu as bochechas e virou-se para sul. O Génio das raízes agarrou na Sr.ª Terra pelo avental e ambos dançaram, acompanhados pelo canto do espantalho.A toupeira deu uma pequena cotovelada à violeta.— Vamos — resmungou. — A primavera é tempo de florir! O vento respirou finalmente de alívio. A nova folha do calendário chamava-se “21 de março”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-05 14:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>                                brincando juntas </title>
         <author>nibovr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Júlia está sentada na praia. o pai e a mãe estão deitados nas toalhas as cores, a ler debaixo do guarda - sol. <br>deixem-nos em paz por uma hora- dizem deles. a júlia vai procurar conchas mas não encontra nenhumas preferia estar em casa com os  meninos que já conhece e com quem pode falar. nunca mais acabam as férias!  de repente rola-lhe uma bola aos pés. e a bola de uma menina que está a rir-se para a júlia. diz-lá júlia responde o riso. eu chamo-me júlia.a júlia e a sua amiga rosanna comem um  gelado juntas. trocam as toucas de banho , atiram a bola uma a outra, costroiem um castelo na areia  escrevem os seus  nomes na areia. júlia e raimundo falam linguas diferentes mas apesar disse,entendems-se e conseguem brincar juntas.   <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-05 14:49:35 UTC</pubDate>
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         <title>                                  A vida de sabonete            </title>
         <author>nibovr</author>
         <link>https://padlet.com/nibovr/hmmnf3reiuj8/wish/271990869</link>
         <description><![CDATA[<div>era um sabonete novo, fresquicimo, por estrear.nunca tinha tomado balinho. naquela ser vendido, já tinha perguntado ainda timidamente:- afinal? para que e que eu sirvo?  - serves para lavar e prefumar- responde-lhe um velho sabonete de alcatrão, muinto sabedor das coisas da vida. vais dar banho tomar <br>balho...descança que o que te espera vai ser bom. um sabonete contra a caspa ou  melhor, contra a caspa, ou melhor contra a caspa, acrescentou: mas tudo que e bom acaba. era o rezingão do grupo.o sabonete novo teve a oportunidade de confirmar as previsão do velho sabonete. tudo aconteceu como ela dissera. deu banho e tomou banho , escorregou vezes em conta pelo a ido anatomia do corpo mas du que um pintor de nus. mais, redondo que tenha sido,  estava aos magros como ele. - somos agora sabonetes de lavar as mãos avisaram-nos os companheiros até ver o que e bom tambem  acaba. lá está o aviso, de novo a insinuar-se, a dar que pensar.ele e outros  da saboneteira foram-se desfazendo em espuma. tudo que e bom também acaba. o sabonetinho que tinha sido novo, começava a preceber.até que veio um menino que queria fazer uma caldeirada.no dizer disse o e água , mexer com uma cana e , depois da calda pronta soprar por um canudo de sabão. sobiram pelo, ar atraídas pela luz rolaras soltas leves feliz  grandes e pequenas bolas de sabão como gotas ou lagrimas do arco íris voaram, perderam pelo ázul do céu...tudo o que e bom acaba. mas as  vezes acaba bem.                     </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-05 15:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>                              o jardim curioso </title>
         <author>nibovr</author>
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         <description><![CDATA[<div>era uma vez uma cidade sem jardins sem árvores,sem verdes de especie nenuhuma a maiioria das pessoas passava a maioria do tempo dentro de  casa. como se podesse imaginar era um lugar muinto desolado.no entanto, havia um rapaz que gostava de andar na rua. mesmo em dias de chuva,quando toda a gente ficava em casa, o jorge andava sempre achapiinhar sempre pelo bairro. foi assim numa manha que o jorge fez diversas discobertas srupreendentes. andava a pessear ao pé da velha linha férrea, como fazia de tempos, a tempos , quando qoando deparou com umas escadas escuras que conduziam lá acima à linha.a linha férrea havia deixado de funcionar a muinto tempo, e como o jorge sempre quisera  esplorar a linha, o curioso rapaz só podia fazer uma coisa. já correu escada a cima e empurrou a porta e saiu lá para fora para a linha. a primeira coisa que viu foi uma solitaria mamcha de cor, olantas flores selvagens eram a ultima coisa que esperavam escontrar lá em cima. mas quando olhou mais de perto, tornou-se claro que as plantas estavam a morrer, precisavam de um jardineiro. o jorge podis nao ser o melhor jardineiro mas saia sempre como ájudar. por isso voltou à linha férrea logo no dia seguinte põs-se a trabalhar. as flores quase se afugaram e ele teve alguns problemas com a poda mas as plantas esperaram pacientemente que o jorge descubrisse maneiras melhor de jardinar.à mwdida que as semanas passavam o jorge começou a sentir-se um jardineiro a sério, a maioria dos jardins ficam sempre no mesmo sitio. mas este nao era um jardim volgar com quilometros de linha férrea pela frente o jardim começava a senti-se inrrequieto queria explorar. as ervas daninhas  e os mosgos foram os primeiros a mexer-se.rebentavam linhas fora cada vez mais para diante, e eram seguidos de perto pelas plantas mis delicadas.nos meses seguintes, o jorge e o jardim curioso expluraram todos os recantos da linha férrea. depois de passar a primavera e o verão e o outono com o jardim o tempo de jorge na linha férrea foi finalmente interrunpido no inverno passados mantos de neve cobriam a cidade. pela primeira vez desde que  se transformara em jardineiro, o jorge não podia ir visitar as plantas.em vez de desperdiçar tempo a reocupar-se com o jardim,o jorge passou o inverno a preocupar-se com a primavera.ao fim de três meses de frio, a neve começou finalmente a nebe começou a derreter. o jorge meteu o seu novo material no seu carrinho de mão e dirigiu-se a linha férrea. o inverno tinha sido duro para o jardim. mas graças ao plameamento do jorge, as suas belas farramentas novas e a uma ajudinha do sol, as olantas não tardaram a acordar do seu sono invernal.o jardim sempre quisera esplurar o resto da cidade e a nossa primavera estava finalmente pronta para iniciar a caminhada.mas uma vez as resistentes ervas daninhas e os musgos foram os primeiros a rebemtarem cada vez mais afastados da linha férrea, e foram seguidos de perto pelas plantas mais delicadas. o jaardim tinha especial curiosidade por coisas e esquecidas.algumas plantas apareceram onde não deviam.outras apareciam de forma mesteriosa e repentina. mas as coisas mais surpreendentes que apareceram foram os novos jardineiros. muintos anos mais tarde,acidade inteira tinha florescido. mas de entre todos os jardins, o jorge preferia o jardim onde começara.  <br>                 <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-05 15:17:45 UTC</pubDate>
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