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      <title>Hakuna Matata by Hakuna Matata</title>
      <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9</link>
      <description>3°F - Reino Plantae
Bruna Queiroz n°02
Carina Ferreira n°03 
Júlia Luiza n°17
Melissa Siciliano n°25
Raquel Dias n°29
Taiane Freitas n°33
Yasmin Souza n°40</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-08-13 11:24:02 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Plantae - 3°F</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-14 20:17:11 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução - Reino Plantae</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>As plantas e seus derivados vem estando presentes em nossas vidas desde o primórdios dos tempos, servindo como alimento, provedor de calor, roupas, abrigo... E conforme a evolução, nós fomos transformando a matéria vegetal em diversos materiais que utilizamos no nosso cotidiano como os móveis, as roupas, perfumes, tintas, maquiagem, pasta de dente, papel, lápis, e é claro, na alimentação, afinal certas coisas nunca mudam não é mesmo? Com relação à alimentação, é indiscutível a utilização dos vegetais como frutos, folhas, raízes, caules e sementes, temos uma grande diversidade de texturas, sabores e aromas para se deliciar. Como alimentos derivados de plantas podemos citar o café, o suco, os chás, os chocolates, as massas em geral, entre outros. Atualmente somente 20 espécies de plantas provêm 90% da necessidade mundial de alimento com a distribuição da maioria dessas espécies em apenas duas famílias de plantas as <strong><em>Poaceae</em></strong> das Angiospermas da classe das Monocotiledôneas da subclasse Commelinidae, também conhecida como capins, gramas ou relvas, nesta família encontram-se algumas plantas bem conhecidas como o trigo, o milho, o arroz, a cevada, a cana de açúcar, etc. E as <strong><em>Fabaceae</em></strong> que são uma família monofilética de plantas com flores, que inclui as espécies vulgarmente conhecidas como leguminosas, entre as plantas dessa família incluem-se espécies tão comuns como a soja, o feijão, o amendoim, a alfafa, o grão-de-bico, etc. E ainda utilizamos substâncias de origem vegetal como base de muitos remédios, sem contar nas plantas medicinais, que usamos e abusamos, como a babosa, que é muito utilizada para tratar a pele e os cabelos, a camomila que é conhecido por ter um efeito calmante, o gengibre, o boldo, a quebra-pedra e o guaco, que são as plantas medicinais mais usadas no mundo. Mas nem todas as plantas trazem tantos benefícios, uma das plantas mais venenosas do mundo é o Oleandro(<em>Nerium</em> <em>oleander</em>) é uma planta relativamente comum(inclusive em calçadas e vias públicas), é um arbusto grande de 3 a 5 m de altura, basta que seja ingerida uma folha para matar um homem de 80 Kg; Temos também as plantas carnívoras, as <em>Nepentáceas</em> possuem a capacidade de comer até mamíferos de pequeno porte,  sapos e até pássaros pequenos. As plantas são muito adaptáveis, os cactos, por exemplo, sobrevivem facilmente em regiões desérticas graças aos seus caules suculentos com grande capacidade de armazenar água; Temos a Vitória-Régia que é uma planta aquática, uma Vitória-Régia de grande porte aguenta até 40 Kg bem distribuídos em sua superfície; Tem as plantas que são enormes como a Sequoia que é a maior árvore do mundo podendo atingir até 110 m de altura ou a Palmeira-do-Ceilão que é a árvore de maior comprimento do mundo podendo atingir até 8 m de comprimento, e tem também as plantas pequenas como o Salgueiro-anão que é a menor árvore do mundo; As plantas fedorentas como a flor mais fedorento do mundo que é a <em>raffalesia</em> <em>arnoldii</em>; As plantas raras como a <em>Welwítschia</em> que é considerada uma das plantas mais raras do mundo e as plantas que são consideradas tão belas, que são apreciaras por muitos, uma das que consideram mais bonitas do mundo é a <em>Stapelia</em> <em>flavopurpurea</em> que tem um formato de estrela do mar. Enfim, existem milhares de plantas para todas as finalidades e para todos os gostos, nós precisamos das plantas, elas estão presentes em tudo ao nosso redor, elas evoluíram conosco e se adaptaram conosco, elas nos proporcionam tudo que precisamos desde o princípio de tudo, é só saber olhar para reconhecer o valor que essas pequeninas e grandes plantas tem nos oferecido e oferecem até hoje, e esperamos que continuem oferecendo, até a próxima, com o Hakuna Matata e o Reino Plantae.<br>#salveaamazonia</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-20 22:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento - Origem das Plantas</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378877401</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde os primórdios dos tempos, as algas surgiram e acredita-se que há cerca de 3,5 bilhões de anos atrás, depois de 900 milhões de anos que a terra se formou.</div><div>Tudo leva a crer, também, que os oceanos primitivos quentes e rasos, foram um excelente meio para a formação da matéria viva, a partir de componentes da atmosfera trazidos das chuvas. Inicialmente, teriam se formado moléculas orgânicas simples, e, em seguida, moléculas mais complexas.</div><div>Ocorre um aumento de moléculas orgânicas, formou-se uma "sopa nutritiva", rica em aminoácidos e proteínas, com a presença de ácidos nucléicos possibilitou o comando e a divisão das células, logo então, surgiram as células unicelulares e procariontes.</div><div>Logo então, na terra não havia oxigênio, os primeiros organismos deviam obter energia para sobreviver, através da matéria orgânica.</div><div>Com o tempo surgiram pigmentos de clorofila, com a capacidade de absorver energia luminosa, com o tempo foram capazes de obter o CO2(água), sem depender da matéria orgânica. Assim teriam se formado os primeiros seres autótrofos(Os seres autótrofos realizam uma espécie de reação química, que transforma água, sais minerais e gás carbônico em glicose. É essa glicose que garante a energia para esses seres. Os exemplos mais comuns de seres autótrofos são as algas, as plantas e algumas bactérias). Como utilizavam luz, esses seres eram fotossintetizantes e passaram a liberar oxigênio, gás que ainda não existia na Terra, até hoje a produção de oxigênio livre da Terra e a síntese da matéria orgânica para o meio depende da atividade dos seres fotossintetizantes, o que tornam eles portanto, responsáveis pela manutenção da vida em nosso planeta.<br><strong><em>Exemplo de ser autótrofo e fotossintetizante:</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-31 16:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação das Plantas </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378882763</link>
         <description><![CDATA[<div>Há fortes indícios de que as plantas terrestres tenham surgido de um grupo ancestral de algas verdes, pois existem varias características que as aproximam, como a presença de parede celular composta principalmente de celulose, a existência de clorofila A e B nos cloroplastos e q reserva de amido. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-31 17:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Briófitas - Características </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378910120</link>
         <description><![CDATA[<div>As Briófitas são consideradas os primeiros organismos vegetais que povoaram o ambiente terrestre. São portanto descendentes diretas da alga verde. São organismos eucariontes, pluricelulares e fotossintetizantes que apresentam características de transição do ambiente aquático para o terrestre(porém, elas são altamente dependentes de água, para se reproduzir e conduzir nutrientes). Elas ocorrem preferencialmente em ambientes úmidos e sombreados. Ela é um grupo de planta avascular, ou seja, não possuem tecidos condutores de  seiva(xilema e floema), a água absorvida do ambiente é transportada de forma mais lenta do q nas plantas vasculares, já que é transportada de célula para célula através da difusão, o que limita o tamanho das Briófitas, a maioria delas não ultrapassa 20 cm de altura, pois se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores de nutrientes, a água demoraria muito ata chegar até a folha, nesse caso, especialmente nos dias quentes, quando as folhas geralmente transpiram muito, e perdem grande quantidade de água para o ambiente, elas ficariam desidratadas e secas e a planta morreria, sendo assim, toda planta alta possui vasos condutores. Essas plantas são encontradas em abundância nas Florestas Tropicais e nas Florestas Temperadas, formando “tapetes verdes” sobre pedras, tronco de árvores ou nos barrancos. Assim como as pteridófitas não  possuem sementes, flores e frutos. A reprodução pode ser assexuada ou sexuada, é preciso que haja água para que aconteça a reprodução, o que acontece durante uma chuva ou quando caem respingos de água sobre uma pedra; A maioria das briófitas é dioica, ou seja, há plantas femininas e masculinas, mas pode haver espécies monoicas, isto é, hermafroditas.</div><div>As briófitas apresentam como fase dominante do ciclo de vida, os gametófitos.</div><div>Os esporófitos das briófitas permanecem ligados ao gametófito e são nutricionalmente dependentes deles.<br>Nas briófitas ocorre alternância de gerações: há uma fase gametofítica (forma gametas) que é haploide e mais desenvolvida, e uma esporofítica (forma esporos) que é diploide e mais curta. A esporofítica cresce sobre a gametofítica e depende dela;</div><div>Briófitas é um termo genérico aplicado a um grupo formado porá mais de 20.000 espécies de plantas pequenas que tem como seu principal representante os musgos. Algumas espécies de Briófitas são aquáticas e outras são capazes de sobreviver em regiões ardias e secas.</div><div>As briófitas não possuem folhas e caules verdadeiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:01:48 UTC</pubDate>
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         <title>Briófitas - Classificação </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378911515</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente as Briófitas são separadas pelos autores em três grandes grupos <br><strong><em>Bryophyta</em></strong> - Musgos</div><div><strong><em>Hepathophyta</em></strong> - Hepáticas </div><div><strong><em>Anthocerophyta</em></strong> - Antóceros</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:28:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação das Plantas - Criptógamas e Fanerógamas </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378911794</link>
         <description><![CDATA[<div>Os termos presentes nas classificações mais antigas ainda são utilizados, mas eles não tem nenhum valor taxonômico, são utiliza apenas para distinguir dois grupos diferentes de plantas quanto a sua reprodução. As Criptógamas que incluem as Algas, Briófitas e Pteridófitas, são as plantas quem têm as estruturas reprodutoras pouco evidentes. Já as Fanerógamas que incluem apenas as Gimnospermas e as Angiospermas são as plantas que têm estruturas reprodutoras bem visíveis, todas desenvolvem sementes e por isso, também são denominadas espermatófitas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:30:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Briófitas - Estrutura Morfológica </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378912102</link>
         <description><![CDATA[<div>Como são consideradas as plantas mais primitivas, as briófitas ainda não possuem estruturas características como raiz, caule e folhas. Apresentam, entretanto, componentes de estruturas similares, como rizóides, caulóides e filóides.</div><div>• Rizóides: estruturas responsáveis pela fixação do vegetal no ambiente, com limitada função de absorção;</div><div>• Caulóide: semelhante ao caule dos vegetais mais complexos, essa estrutura dá sustentação para o organismo e dela saem os filóides;</div><div>• Filóides: estruturas clorofiladas responsáveis pelas fotossíntese, com função semelhante a das folhas nas demais divisões vegetais.</div><div>Do caulóide também pode brotar uma projeção chamada haste. Esta, contém em sua extremidade a cápsula, estrutura onde são formados os esporos relacionados a reprodução do vegetal. Essa região de haste e cápsula também é chamada de esporófito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:36:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Briófitas - Importância </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378912316</link>
         <description><![CDATA[<div>As briófitas formam geralmente a base dos ecossistemas vegetais. São muito encontradas em biomas como tundra, florestas tropicais e florestas temperadas e são responsáveis por reduzir os riscos de erosão no solo, além de servirem como reservatórios de água devido à sua grande absorção de água e nutrientes, ela mantém a superfície do solo úmida.</div><div>As briófitas também servem de abrigo para microfauna do ambiente. Estudos mostram que a capacidade regenerativa das briófitas funcionam como verdadeiros viveiros para outras plantas que estão passando pelos processos de sucessão ecológica e regeneração.</div><div>Devido à alta capacidade de armazenar carbono, elas estão relacionadas, também, com o ciclo do carbono nas grandes florestas.</div><div>Elas formam a Turfa utilizada como combustível. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:39:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pteridófitas - Características </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378913152</link>
         <description><![CDATA[<div>As pteridófitas, também chamadas plantas vasculares sem sementes, são um grupo de plantas vasculares, ou seja, que possuem o xilema e o floema como tecidos especializados na condução de água e nutrientes. O surgimento desses tecidos foi possível graças ao surgimento da lignina, que garante resistência aos elementos do xilema e células do esclerênquima. A resistência adquirida por essas plantas foi um passo essencial para que elas se tornassem maiores em porte do que as briófitas. A samambaia é o maior representante das pteridófitas. As pteridófitas são observadas em uma grande variedade de habitat, sendo encontradas em ambientes florestais e até mesmo em áreas secas. Entretanto, a grande maioria das espécies é encontrada em regiões onde há uma maior umidade no solo. Os fósseismais antigos de plantas com vasos condutores são de cerca de 425 milhões de anos atrás. No Brasil são encontradas mais de 1000 espécies de pteridófitas. Podemos observar nas gimnospermas uma alternância de gerações, na qual o esporófito (fase do ciclo de vida produtora de esporos) destaca-se por ser a geração dominante. O esporófito nesses grupos é maior e também mais complexo que o gametófito. Essa característica também diferenciam-nas das briófitas, uma vez que, nesse último grupo, a geração dominante é o gametófito (fase do ciclo de vida produtora de gametas). Nessas plantas observa-se a necessidade de água para que a fecundação ocorra. Isso deve-se ao fato de que os gametas masculinos são flagelados e precisam nadar até o gametófito feminino para fecundarem a oosfera (gameta feminino). Devido a essa característica, encontramos as plantas do grupo das pteridófitas, principalmente, em locais úmidos. Nessas plantas não se observa a presença de grão de pólen, sementes, flores ou frutos. A Selaginella é um gênero de plantas do grupo das plantas vasculares sem sementes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 00:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pteridófitas - Estrutura Morfológica</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378913817</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessas plantas observa-se a presença de raízes, caule e folhas verdadeiras. As raízes atuam na fixação da planta ao substrato e na retirada de nutrientes e água do solo. O caule atua como uma estrutura que garante a sustentação das folhas. Já as folhas estão relacionadas com a realização da fotossíntese.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 01:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pteridófitas - Classificação </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378914246</link>
         <description><![CDATA[<div>As pteridófitas são divididas em quatro grupos:</div><div><strong><em>Psilofitínea</em></strong> - Psilotum.</div><div><strong><em>Equisetíneas</em></strong> - Cavalinhas</div><div><strong><em>Licopodíneas </em></strong>- Lycopodium e Siginellas.</div><div><strong><em>Fllicíneas</em></strong> - É a classe mais numerosa e corresponde às plantas genericamente conhecidas por Samambaias e Avencas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 01:18:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pteridófitas - Importância </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378919536</link>
         <description><![CDATA[<div>As pteridófitas são plantas que apresentam importância econômica e também ecológica. Como todas as plantas, as pteridófitas são organismos produtores, sendo, portanto, a base de algumas cadeias alimentares. Além disso, os ancestrais das pteridófitas atuais formaram as primeiras grandes florestas, que contribuíram para a redução dos níveis de gás carbônico na atmosfera, no período Carbonífero. As plantas vasculares sem sementes que formaram as primeiras florestas posteriormente viraram carvão, sendo esse produto de grande valor econômico.<br><strong><em>Imagem ilustrativa do carvão</em></strong><strong>:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 02:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnospermas - Características </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378922944</link>
         <description><![CDATA[<div>As gimnospermas compreendem um grupo de plantas que se caracteriza pela presença de vasos condutores de seiva (xilema e floema) são plantas vasculares e espermatófitas, que produzem sementes. Todas as espécies incluídas nesse grupo são lenhosas. Uma das características mais marcantes desse grupo de plantas é ausência de uma proteção da semente, ou seja, elas não possuem um fruto envolvendo essa estrutura. Em virtude dessa peculiaridade, o grupo recebeu o nome de gimnospermas, que significa “sementes nuas”. As sementes, sem dúvidas, foram muito importantes para garantir a dominância desse grupo de plantas e das angiospermas na flora atual, pois, além de proteger o embrião, fornecem alimento a ele. Elas possuem raízes, caule e folhas férteis. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequoias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas. As sementes se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Diferentemente das briófitas e pteridófitas, as gimnospermas não necessitam de água para que ocorra a reprodução. Essas plantas possuem o grão de pólen (gametófito masculino parcialmente desenvolvido), que é responsável por levar o gametófito masculino até o feminino utilizando o vento como dispersor. As gimnospermas ocorrem normalmente em áreas de climas frio e temperado, sendo bastante comuns no Hemisférios Norte e na Eurásia. Podem ser árvores ou arbustos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 03:32:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378925827</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas araucárias, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa a ser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germinar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta. A semente pode ser entendida como uma espécie de "fortaleza biológica", que abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. Além disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvolvimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimento pela fotossíntese.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 04:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnosperma - Classificação </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente podemos dividir as gimnospermas em quatro grupos: <br><strong><em>Pinophyta</em></strong> - Coníferas<br><strong><em>Cycadophyta</em></strong> - Cicadáceas<br><strong><em>Ginkgophyta</em></strong> - Ginkgo<br><strong><em>Gnetophyta </em></strong>- Gnetófitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 04:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnospermas - Estrutura Morfológica</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378927090</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como as pteridófitas, apresentam vasos condutores, raiz, caule e folhas. Nessas plantas, também surge uma nova e importante característica que não estava presente nas briófitas e nas pteridófitas: a presença de sementes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 05:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnospermas - Importância </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todas as espécies incluídas nesse grupo são lenhosas e algumas são uma fonte importante de madeira e material para a fabricação de papel. Além disso, espécies como ciprestes e pinheiros são muito utilizadas como plantas ornamentais, principalmente os pinheiros e as pinhas que são extremamente usados em épocas de natal.<br><strong><em>Exemplos de uso de Pinhas e Pinheiros no Natal:</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 05:24:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378929369</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 05:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Angiospermas - Características </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378932087</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas. Desse total, mais de 250 mil são angiospermas que representam as plantas mais complexas, variando de gramíneas a enormes árvores. Esse é o maior grupo de plantas existente. A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Analisando seu nome, podemos concluir, portanto, que ele está relacionado a uma de suas características exclusivas: a presença de fruto envolvendo a semente. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae. As angiospermas são plantas vasculares que produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos. As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar. Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos. Os frutos são formados a partir do desenvolvimento do ovário das flores após o processo de fecundação. Eles são importantes para o sucesso desse grupo de plantas, uma vez que atuam protegendo a semente e auxiliam na dispersão dessas estruturas. Além dos frutos, as flores foram importantes para garantir que as angiospermas tornassem-se o grupo de plantas com maior número de representantes. Essa estrutura, está relacionada com o processo de polinização. Mais de dois terços de angiospermas são eudicotiledôneas. Algumas angiospermas são parasitas e apresentam estruturas que garantem a penetração no tecido dos hospedeiros. Existem mais de 3000 angiospermas parasitas. As plantas carnívoras usam suas folhas para atrair e prender insetos. As glândulas em suas folhas secretam enzimas que farão a digestão dos animais capturados. As angiospermas possuem diferentes formas e agentes de polinização. Durante o crescimento e o desenvolvimento, as angiospermas permanecem a maior parte do tempo no estágio vegetativo, isto é, apresentam apenas folhas, caule e raízes e, em determinadas épocas, aparecem as flores, caracterizando o estágio.As angiospermas podem viver em ambientes terrestres ou aquáticos. Sua maior distribuição e abundância ocorre em regiões tropicais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 06:46:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Angiospermas - Classificação </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378933792</link>
         <description><![CDATA[<div>A classificação das angiospermas está em constante mudança, uma vez que, conforme a tecnologia desenvolve-se fica mais fácil compreender as relações de parentesco entre as espécies. Atualmente, costuma-se classificar as angiospermas em:</div><div><strong><em>Monocotiledôneas</em></strong> - Existem cerca de 70 mil espécies de monocotiledôneas.</div><div><strong><em>Eudicotiledôneas</em></strong> ou <strong><em>Dicotiledôneas</em></strong> - Existem aproximadamente 170 mil espécies de eudicotiledôneas.</div><div><strong><em>Magnolídeas</em></strong> - Cerca de 8 mil espécies são classificadas como magnolídeas.</div><div><strong><em>Angiospermas basais</em></strong> - Cerca de 100 espécies estão no grupo das angiospermas basais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 07:15:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378936484</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 08:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>Angiospermas - Estrutura Morfológica</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378936663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Raiz, Folhas e Caule</strong></div><div><strong>Raiz</strong>: necessária para a fixação do vegetal e absorção de nutrientes e água do solo. As angiospermas apresentam diversos tipos de raízes, que estão inclusive relacionadas à classe de angiospermas na qual o organismo faz parte (monocotiledôneas ou dicotiledôneas).</div><div><strong>Caule</strong>: sustenta o vegetal e através dos vasos condutores, que transportam nutrientes e água para o restante do organismo. O caule é o local onde surgem as folhas. É geralmente lenhoso, mas podem ser encontrados outros tipos de caules nesse grupo tão diverso.</div><div><strong>Folhas</strong>: estruturas clorofiladas responsáveis pela fotossíntese, trocas gasosas com o meio, transpiração do vegetal e, ainda, absorção de compostos presentes no meio.</div><div>As angiospermas apresentam diversos tipos de raízes, como pivotantes, fasciculadas, tuberosas, tubulares, pneumatóforos e sugadoras.</div><div>As folhas estão envolvidas com os processos de fotossíntese, respiração e transpiração. As plantas angiospermas apresentam folhas com diversos formatos e tamanhos.</div><div>Os principais tipos de caules aéreos das angiospermas são: tronco lenhoso (árvores), haste (herbáceas), estipe (palmeiras), colmo (bambu) e suculento (cactos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 08:09:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Angiospermas - Estrutura Morfológica </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378936883</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Flores</strong></div><div>A flor é considerada a estrutura reprodutiva da planta.</div><div>As flores são formadas por folhas modificadas e especializadas. Elas são compostas por quatro tipos de estruturas: sépalas, pétalas, estames e carpelos.</div><div><strong>Sepálas</strong>: Normalmente de coloração verde, localizam-se abaixo das pétalas. Elas protegem a flor imatura, envolvendo-a e formando o botão floral. Em conjunto formam o cálice.</div><div><strong>Pétalas</strong>: Porção colorida com a função de atrair os polinizadores. Em conjunto formam a corola.</div><div><strong>Estame</strong>: Estrutura masculina da flor. Apresenta uma porção alongada, o filete e uma porção terminal, a antera. A antera apresenta 4 sacos polínicos, os microsporângios, onde são produzidos os grãos de pólen. O conjunto forma o androceu.</div><div><strong>Carpelo</strong>: Estrutura feminina da flor. É formado pelo estigma e ovário. O estigma é local que recebe o grão de pólen e no ovário encontram-se um ou mais óvulos. Cada óvulo contém um megasporângio. Uma flor pode ter mais de um carpelo, separados ou fundidos. Quando estão fundidos formam o <strong>pistilo</strong>. Todas as estruturas do carpelo formam o <strong>gineceu</strong>.<br>Porém, para ser denominado como flor completa, ela ainda deve constituir: <strong>Pedúnculo floral</strong>: local da união do ramo de uma flor.<br><strong>Receptáculo floral</strong>: área de sustentação do cálice e corola.<br>Nas flores estão os órgãos reprodutores das plantas. De forma geral, quando uma planta possui os órgãos masculino e feminino na mesma flor, são chamadas de hermafroditas (ou monóicas). Já as flores que apresentam órgãos reprodutores de apenas um dos sexos (masculino ou feminino) são chamadas de dióicas.<br>A antera é uma estrutura composta por duas metades, nela há a produção dos grãos de pólen. Cada metade (teca) possui dois sacos polínicos revestidos por uma camada de nutrientes. Quando a antera atinge a fase adulta, as células-mãe já sofreram meiose e já originaram grãos de pólen.</div><div>Gineceu é o conjunto reprodutor feminino de uma flor, agrega os carpelos e óvulos. O carpelo é composto pelo estilete, estigma e ovário. O ovário abriga óvulos (ou um único óvulo, dependendo da espécie). O estigma da flor serve para receber o pólen e dar início ao processo germinativo. O pólen repousa no estigma, se hidrata, rompe e estimula a formação do tubo polínico que se desenvolverá ao longo do estilete. Então quando o tubo polínico chega até o ovário consegue alcançar o óvulo e penetrá-lo; é quando então acontecerá uma dupla fecundação. se tornando um embrião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 08:13:03 UTC</pubDate>
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         <title>Angiospermas - Estrutura Morfológica </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378937422</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Frutos</strong></div><div>O fruto é uma estrutura exclusiva das angiospermas. É uma porção carnosa que desenvolve-se a partir do ovário, após a fecundação.</div><div>Todas as partes do fruto são derivadas da flor. O fruto é resultado do desenvolvimento do ovário e a semente do desenvolvimento do óvulo depois da fecundação. Por isso, se um fruto apresenta uma semente é porque o ovário tinha apenas um óvulo. E se o ovário tiver mais de um óvulo, o fruto terá mais de uma semente.</div><div>As funções do fruto são a propagação da espécie e a proteção da semente.<br><strong>Semente </strong>- Deriva do óvulo fecundado e desenvolvido.<br><strong>Pericarpo </strong>- Deriva das Paredes desenvolvidas do ovário.<br><strong>Fruto </strong>- Pericarpo e Semente em conjunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 08:24:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Angiospermas - Estrutura Morfológica </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378939741</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Monocotiledôneas x Dicotiledôneas <br><br>Monocotiledôneas</strong> - Milho, arroz, triga, bananeira, cebolinha, cebola, capim, grama, cana-de-açúcar, alho, bambu, aveia, centeio, palmeiras, abacaxi etc. <br><strong>Dicotiledôneas</strong> - Feijão, soja, ervilha, roseira.  goiaba, limão, laranja, mamão, café, abacate, jabuticaba, cacau, mangá, tamate, mandioca, peroba etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 09:05:36 UTC</pubDate>
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         <title>Angiospermas - Importância </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378940053</link>
         <description><![CDATA[<div>As angiospermas são as que mais participam da cadeia trófica terrestre em termos de biomassa e abundância, sendo um recurso alimentar de grande importância para muitos animais, inclusive para os seres humanos. Os consumidores primários das angiospermas são os herbívoros, mas onívoros também as consomem. Quando os carnívoros se alimentam dos herbívoros, eles são chamados de consumidores secundários e estão, indiretamente, alimentando-se da energia das plantas. Exemplos de espécies utilizadas para a agricultura são feijões, mandioca, arroz, milho, laranja e muitos outros.</div><div>Outra grande importância ecológica e econômica deste grupo é a polinização. O pólen e o néctar destas plantas são fonte de alimento para vários animais, como as abelhas que irão fecundar outras plantas quando pousarem nestas. Além disso, este grupo também é usado para a formulação de produtos farmacêuticos e cosméticos, fibra, madeira e ornamentação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 09:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnospermas x Angiospermas</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378941398</link>
         <description><![CDATA[<div>A principal diferença entre gimnospermas e angiospermas é o tipo de sementes. As sementes das angiospermas são colocadas dentro de uma fruta e as gimnospermas possuem sementes nuas. </div><div>Embora as diferenças sejam bastante evidentes, elas possuem também diversas semelhanças entre si:</div><div>– Ambas são capazes de produzir pólen para a fecundação através de um tubo polínico. No entanto, as gimnospermas dependem principalmente da polinização pelo vento.</div><div>-O esporófito das angiospermas e gimnospermas é diferenciado em raiz, caule e folhas.</div><div>– Angiospermas e gimnospermas têm vasos e células. O sistema vascular é comum a ambos constituídos de conjunto e feixes vasculares.</div><div>– Poliembrionia, uma característica comum das gimnospermas é também comum em algumas angiospermas e um suspensor é formado durante a fase de desenvolvimento do embrião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 09:35:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Polinização</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Polinização é o ato da transferência de células reprodutivas masculinas (núcleos espermáticos) através dos grãos de pólen (espermatozoides das plantas) que estão localizados nas anteras de uma flor, para o receptor feminino (estigma) de outra flor (da mesma espécie), ou para o seu próprio estigma.</div><div>A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais. Os principais são: </div><div>* Anemofilia: através do vento;</div><div>* Entomofilia: através de insetos, mas é um termo mais usado para polinização efetuada por abelhas, vespas e moscas;</div><div>* Hidrofilia: através da água;</div><div>* Artificial: através do homem;</div><div>* Quiropterofilia: polinização feita por morcegos;</div><div>* Ornitofilia: Quando o pólen é transportado por aves. Nesse tipo de polinização destaca-se o beija-flor.</div><div>Pode haver também a autopolinização, quando uma flor recebe seu próprio pólen. Essa forma de polinização não é muito vantajosa em termos evolutivos e de diversidade, pois impede a variabilidade genética. Por isso, algumas espécies possuem mecanismos para evitar a autopolinização. O que assegura a reprodução sexuada, ou seja, que haja intercâmbio de genes com outros indivíduos da espécie. Dispositivos existem que dificultam a autogamia(autopolinização) em muitas flores hermafroditas, tais como a heterostilia ou seja a diferença de comprimento entre os estiletes e o estames, havendo casos em que o estilete é maior que os estames e outros em que o estilete é menor.</div><div>Por outro lado, condições fisiológicas, também impedem a autogamia:</div><div>* Protandria ou Proterandria - quando as anteras atingem a maturidade antes que o estígma. </div><div>* Protoginia ou Proteroginia - quando o estígma amadurece primeiro que as anteras, tornando-se receptivo ao pólen.</div><div>As Abelhas</div><div>Graças ao seu trabalho de coleta de pólen e néctar, voando de flor em flor, as abelhas polinizam as flores e promovem a sua reprodução cruzada; Além de permitir a reprodução das plantas, também resulta na produção de frutos de melhor qualidade e em maior número de sementes. </div><div>O Vento </div><div>Nas Gimnospermas(o Pinus, por exemplo), os grãos de pólen possuem sacos aeríferos que proporcionam maior eficiência durante o voo aumentando a flutuação. Nas Angiospermas(como nas gramíneas, por exemplo), as flores não apresentam características atrativas como odor e pétalas com cores fortes. </div><div>Apesar de ser uma polinização relativamente comum, a Anemofilia é pouco eficiente, pois leva a uma grande perda de pólen. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 16:29:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 16:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo de Vida das Plantas </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para começar, destacamos a principal semelhança entre os ciclos de vida de todas as plantas. Podemos dizer que todas as plantas vasculares são oogâmicas, ou seja, possuem grandes oosferas imóveis e pequenos anterozoides/gametas, que nadam ou são conduzidos até a oosfera. Além disso, elas possuem ciclos nos quais duas fases (indivíduos) são apresentadas, uma haploide, o gametófito, e outra diploide (2n) - o esporófito. A essa característica do ciclo de vida, comum a todas as plantas, denominamos diplobionte: ocorrendo meiose na formação dos esporos. Quanto às diferenças nos ciclos, em primeiro lugar destacamos a morfologia dos indivíduos. Em algumas algas, a geração produtora de esporos (esporófito) é externamente semelhante à geração produtora de gametas (gametófito); então dizemos que existe uma alternância de gerações isomórficas. Nas demais plantas, o esporófito e o gametófito são diferentes um do outro: tal ciclo exibe uma alternância de gerações heteromórficas.<br>Além disso, ao longo da história evolutiva das plantas, observamos uma tendência nos esporófitos de se tornarem cada vez maiores e dominantes no ciclo (em relação aos gametófitos). </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 16:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Reprodução </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Briófitas</strong> <br><br>Nas briófitas, o indivíduo dominante no ciclo é o gametófito: ele é independente do ponto de vista nutricional e é, geralmente, maior e mais complexo que o esporófito. Por outro lado, nas plantas vasculares, o esporófito é a forma de vida dominante: ele é ramificado e produz diversos esporângios (ao contrário do esporófito das briófitas), chegando ao ápice de o gametófito ser, inclusive, nutricionalmente dependente do esporófito.<br>Os musgos verdes que vemos num solo úmido, por exemplo, são plantas sexuadas que representam a fase chamada gametófito, isto é, a fase produtora de </div><div>gametas. Nas briófitas, os gametófitos em geral têm sexos separados. Em certas épocas, os gametófitos produzem uma pequena estrutura, geralmente na região apical - onde terminam os filoides. Ali os gametas são produzidos. Os gametófitos masculinos produzem gametas móveis, com flagelos: os anterozoides. Já os gametófitos femininos produzem gametas imóveis, chamados oosferas. Uma vez produzidos na planta masculina, os anterozoides podem ser levados até uma planta feminina com pingos de água da chuva que caem e respingam.Na planta feminina, os anterozoides nadam em direção à oosfera; da união entre um anterozoide e uma oosfera surge o zigoto, que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. Em seguida, o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito, isto é, a fase produtora de esporos. No esporófito possui uma haste e uma cápsula. No interior da cápsula formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode se desenvolver e originar um novo musgo verde - a fase sexuada chamada gametófito.</div><div>Como você pode perceber, as briófitas dependem da água para a reprodução, pois os anterozoides precisam dela para se deslocar e alcançar a oosfera.</div><div>O musgo verde, clorofilado, constitui, como vimos, a fase denominada gametófito, considerada duradoura porque o musgo se mantém vivo após a produção de gametas. Já a fase denominada esporófito não tem clorofila; ela é nutrida pela planta feminina sobre a qual cresce. O esporófito é considerado uma fase passageira porque morre logo após produzir esporos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:03:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reprodução </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378975221</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pteridófitas <br><br></strong>Entre as pteridófitas, podemos encontrar plantas homosporadas (que produzem um só tipo de esporo) como o Psilotum sp., o Lycopodium sp. e as Filicales; e plantas heterosporadas(que formam micrósporos e megásporos), tais como a Selaginella sp. A partir das gimnospermas, todas as plantas são heterosporadas, produzindo micrósporos e megásporos. Na face abaxial das folhas das pteridófitas são formados os esporângios, que se reúnem em soros. Nos esporângios, as células-mãe sofrem meiose e produzem esporos haploides. Cada esporo origina, ao germinar no solo, um gametófito, que pode ser unissexuado (plantas heterosporadas) ou bissexuado (plantas homosporadas). À medida que ocorre a diferenciação dos gametângios, formam-se os anterídeos e os arquegônios, estruturas responsáveis pela produção dos gametas masculinos (anterozoides flagelados) e femininos (oosferas), respectivamente. O anterozoide utiliza um meio líquido para alcançar a oosfera; e, quando isso ocorre, há a fecundação e formação do novo esporófito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:09:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reprodução </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gimnospermas<br></strong><br>Uma inovação que é possível observar, a partir das gimnospermas, é a ausência de anterídeos. O microgametófito endospórico (desenvolve-se dentro das paredes do micrósporo) jovem é formado apenas por quatro células: duas células protálicas, uma geradora e uma célula do tubo. Seu transporte acontece, especialmente, pelo vento (anemofilia) até as proximidades de um megagametófito no interior do óvulo (processo denominado polinização).</div><div>Após o surgimento da polinização, nas cicadófitas e Ginkgo sp, o microgametófito passa a produzir um tubo polínico haustorial, o qual pode crescer por vários meses no tecido do nucelo. O tubo acaba por se romper nas vizinhanças do arquegônio, liberando os anterozoides multiflagelados em uma câmara cheia de líquidos - a câmara arquegonial. Os anterozoides nadam então até o arquegônio e fecundam a oosfera. Já nas coníferas e gnetófitas, os gametas masculinos são imóveis; os tubos polínicos transportam-nos diretamente às oosferas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:12:47 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução da Semente</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entretanto, o maior passo evolutivo nos grupos mais derivados foi a produção de sementes, que são óvulos (megasporângio + tegumento) fecundados a partir das gimnospermas.</div><div><br></div><div>Vários elementos conduziram à evolução do óvulo, entre os quais podemos citar:</div><div><br></div><div>1. Formação de um tegumento que envolve completamente o megasporângio, exceto a micrópila;</div><div><br></div><div>2. Redução do número de células-mãe para uma por megasporângio;</div><div><br></div><div>3. Sobrevivência de apenas um dos quatro megásporos da tétrade;</div><div><br></div><div>4. Retenção do megásporo dentro do megasporângio;</div><div><br></div><div>5. Formação de um megagametófito altamente reduzido no interior do megásporo (megagametófito endospórico);</div><div><br></div><div>6. Desenvolvimento do embrião no interior do megagametófito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:14:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reprodução </title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378975635</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Angiospermas</strong> <br><br>Nas angiospermas, dizemos que a polinização é indireta, pois o grão de pólen é depositado no estigma, região especializada que se forma no topo dos carpelos. Além disso, o surgimento do carpelo(megasporófilo dobrado e fusionado) e das flores foi um grande avanço evolutivo com relação às gimnospermas e explica, em parte, a dominância das angiospermas na flora atual. O carpelo é formado por um ovário (porção basal dilatada que encerra os óvulos), estilete e estigma (região especializada para recepção do grão de pólen). Após a dupla fecundação, o ovário desenvolve-se no fruto, que auxilia na proteção e dispersão das sementes.</div><div><br></div><div>Outro avanço evolutivo em relação às angiospermas é a ocorrência da dupla fecundação.</div><div><br></div><div>Vamos relembrar esse importante processo: a fusão de um dos gametas masculinos com a oosfera resulta no zigoto (2n), e a fusão do outro gameta com os núcleos polares resulta no endosperma (3n). O endosperma é o tecido que nutre o embrião durante o seu desenvolvimento (ele só se desenvolve se o embrião se formar), e isso significa um melhor uso das reservas energéticas. Em todas as gimnospermas, ao contrário, o tecido nutritivo (megagametófito haploide) desenvolve-se antes da fecundação da oosfera e, caso a fecundação não aconteça, desperdiça-se energia (já que o embrião não será formado). Entre as gimnospermas, apenas o grupo Gnetophyta tem dupla fecundação, mas é uma dupla fecundação diferente da das angiospermas: a fusão do segundo gameta gera um embrião extra (e não endosperma como nas angiospermas); nesse caso, também, os embriões são nutridos pelo megagametófito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>Características Gerais dos Grupos de Plantas</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/378977466</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-01 17:37:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vídeo Aula</title>
         <author>hakunamatata3f</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/XUdLW98GPgY">https://youtu.be/XUdLW98GPgY</a><br><br>O vídeo não quis carregar de nenhuma forma aqui, então postamos no YouTube.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-14 18:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão </title>
         <author>taianefreitassilva</author>
         <link>https://padlet.com/hakunamatata3f/hlyt336183d9/wish/389802270</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluímos que as plantas surgiram há cerca de 3,5 bilhões de anos atrás, tudo indica que foi através dos oceanos primitivos quentes e rasos, através de componentes trazidos pelas chuvas que levou a formação da matéria viva com o tempo cria-se aminoácidos e proteínas e também ácidos núcleicos que possibilitou a divisão das células unicelulares e procariontes, as primeiras plantas viviam da matéria orgânica, através da energia, pois não havia oxigênio na terra, com o tempo surge pigmentos de clorofila e elas são capazes de absorver a energia solar, e também obter CO2(água), logo então, a fotossíntese surge.<br>As <strong>Briófitas</strong>, as plantas desse filo tem pequeno porte e são comuns em lugares úmidos,algumas espécies flutuam em água doce, a planta mais conhecida desse filo é o musgo, que possuem apenas alguns centímetros de altura, a maioria dessas plantas está no ambiente terrestre, mas, mesmo assim, são muito dependentes da água, a absorvição de água dá pela superfície do corpo dessas plantas e a reprodução sexuada só ocorre se houver água. Por  isso, é comum encontrar os musgos em ambientes úmidos e sombreados, muitas vezes recobrindo a superfície formando "tapetes verdes".<br>As <strong>Pteridófitas</strong> são plantas que apresentam, como características mais marcantes, a presença de vasos condutores de seiva e a ausência de sementes. A samambaia é uma das Pteridófitas mais conhecidas. As Pteridófitas, também chamadas plantas vasculares sem sementes, são um grupo de plantas em que se observam a presença de xilema e floema (vasos condutores) e a ausência de sementes, característica está que surge apenas nas gminospermas. Os fósseis mais antigos de plantas com vasos condutores são de cerca de 425 milhões de anos atrás. No Brasil são encontradas mais de 1000 espécies de Pteridófitas, sendo possível citar como representantes desse grupo as samambaias e as cavalinhas. A resistência adquirida por essas plantas foi um passo essencial para que elas se tornassem maiores em porte do que as briófitas, nessas plantas observa-se a necessidade de água para que a fecundação ocorra. Isso deve-se ao fato de que os gametas masculinos são flagelados e precisam nadar até o gametófito feminino para fecundarem a oosfera (gamers feminino). Devido a essa característica, encontramos as plantas do grupo das Pteridófitas, principalmente, em locais úmidos, as Pteridófitas são observadas em uma grande variedade de habitat, sendo encontradas em ambientes florestais e até mesmo em áreas secas, entretanto, a grande maioria das espécies é encontrada em regiões onde há uma maior umidade no solo. As Pteridófitas são plantas que apresentam importância econômica e também ecológica.<br>As <strong>Gimnospermas</strong> são plantas vasculares e espermatófitas, que produzem sementes, as principais características das plantas gminospermas são: As sementes não são formadas em um ovário fechado.<br>A fecundação ocorre sem a necessidade de água para o deslocamento do gameta masculino.<br>- Podem ser árvores ou arbustos.  <br>- São plantas lenhosas e muito comuns em regiões de clima frio e temperado.  <br>- As gimnospermas não produzem frutos Possuem sementes nuas, ou seja, sem fruto.  <br>- São plantas de vida terrestre. <br>- Possuir folhas férteis, além de caule, raiz e flores <br>- Como gimnospermas produzem grãos de pólen para o processo reprodutivo.<br>As <strong>Angiospermas</strong> são plantas Vasculares, elas possuem raiz, caule folha, flor, fruto e semente, são encontradas em todo tipo de ambiente, terrestre ou aquático, são importantes na alimentação dos animais, principalmente dos seres humanos. Sua maior característica evolutiva é a flor, sua estrutura é composta de:</div><div>Sépalas - Protegem a flor imatura. O conjunto delas é o Cálice.</div><div>Pétalas - Atraem os polinizadores. O conjunto delas é a Corola.</div><div>Receptáculo Floral - Área de Sustentação do Cálice e da Corola.</div><div>Estames - É o conjunto de estruturas masculinas da flor, composto pela Antera e pelo Filete.</div><div>Androceu - É o conjunto de Estames</div><div>Carpelo ou Pistilos - É o conjunto de Estruturas femininas da flor, composto pelo Óvulo, Ovário, Estigma e Estilete.</div><div>Gineceu - É o conjunto de Pistilos.<br>A <strong>Polinização</strong> é um ato de transferência de células reprodutivas masculinas, através de grãos de pólen, eles podem localizar nas anteras da flor.  Temos vários tipos de polinização; a polinização pode ser feita pelo vento, insetos, vespas, moscas e abelhas, também através da água e beija-flor. <br>Protandria é quando as anteras atingem a maturidade antes do estigma. <br>A protoginia é quando o estigma amadurece primeiro o que as anteras. <br>A autopolinização é quando uma flor recebe seu próprio pólen.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-26 01:05:14 UTC</pubDate>
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