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      <title>Mídia durante a Ditadura no Brasil by Gabrielle Tenório Gonçalves Monteiro Figueiredo</title>
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      <description>Trabalho da matéria História Social da Mídia, realizado para fins educacionais a cerca do tema: Mídia durante a Ditadura.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-07 10:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Golpe de 1964</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2372891711</link>
         <description><![CDATA[<div>Através do Golpe de 64, a imprensa e a mídia foram alvo de censura e repressão, através de diversas formas como:<br>- A lei da imprensa de 1967;<br>- A censura prévia em 1970;<br>- A autocensura.<br>A censura desempenhou papel fundamental na implantação e na consolidação da ditadura, silenciando uns e servindo a outros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 11:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>A necessidade da censura para a Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2372968331</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o regime militar, os órgãos de comunicação foram duramente vigiados para que nenhum tipo de informação ofensiva contra o governo chegasse ao conhecimento da população. Assim, o impacto de uma denúncia ou a realização de alguma crítica poderia instigar a oposição ao governo e, em pouco tempo, ameaçar a longevidade do regime de exceção que controlou a nação brasileira por praticamente duas décadas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 12:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>O Rádio na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2373020373</link>
         <description><![CDATA[<div>O rádio teve um papel fundamental para a ditadura, que utilizou dele para veicular programas oficiais e propagandas a favor do regime. Ao mesmo tempo, a resistência contra a ditadura também passou pelas ondas radiofônicas.<br><br>Apesar do surgimento da televisão, o rádio ainda foi um meio de disseminação de informações muito importante para o regime. O rádio atingia da classe trabalhadora mais pobre, no local de trabalho, em casa, na volta do trabalho no ônibus, até a classe média, através da transmissão nos automóveis.&nbsp;<br><br>Foi através desse veículo, que as pessoas ficaram sabendo da movimentação das tropas militares e da deposição do presidente João Goulart. Entretanto, ao mesmo tempo em que a rádio propagava os ideias e as notícias da Ditadura, surgiu, também, a resistência através desse meio.<br><br>Um exemplo é o caso do jornalista Vicente Leporace, do programa Trabuco, transmitido pela Bandeirantes. Ele criou um formato único em que lia e comentava as notícias do dia com acidez. Seu estilo contundente e irônico lhe causou diversos transtornos com os censores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 13:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>A Televisão na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2373021275</link>
         <description><![CDATA[<div>Por dela, o governo queria “integrar” o Brasil, veiculando para todos os rincões do país seus valores e realizações. Mas a TV nos anos 1970 foi além dessas expectativas conservadoras, foi também o veículo em que artistas e autores de oposição veicularam obras de contestação à ditadura.<br><br>A televisão não era tida como um veículo de massa, entretanto o regime militar possibilitou investimentos, consolidando-a no país.<br><br>Eles queriam alcançar todo o país, e em nome da “integração nacional”, foi criado o sistema Embratel, com o objetivo de fornecer infraestrutura de comunicação. O chamado “milagre econômico” era propagado através do telejornalismo, que nasceu como porta-voz do regime. Por meio da TV, grandes obras foram anunciadas.&nbsp;<br><br>A crítica ao governo era raríssima na televisão, pois a censura oficial e a autocensura das emissoras era rigorosa. Porém, ao contrário do jornalismo apolítico, estava a TV Cultura, que se tornou um modelo de TV pública de alta qualidade, na teledramaturgia e no telejornalismo. A emissora mostrava em seus telejornais vários problemas que as outras não mostravam, como a seca do nordeste e a miséria.<br><br>A televisão talvez tenha sido a mais poderosa experiência social dos anos 1970 e 1980, mistura paradoxal de alienação e realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 13:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>As Revistas na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2373554769</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como os jornais, a revista destacou-se no papel de refletir com mais profundidade sobre problemas cotidianos do país e do mundo. Mesmo não tendo como o objetivo principal o enfrentamento da Ditadura, os jornalistas que trabalhavam na revista criaram estratégias próprias para apresentar textos que não atendessem ao poder e mesmo para denunciar a censura.<br><br>A revista Realidade, publicada pela editora Abril entre 1966 e 1976, entrou no rol de destaques do jornalismo no entendimento de que suas publicações tiveram caráter inovador na imprensa brasileira, cuja identidade das pautas foram adotadas interinamente pela imprensa alternativa. Foi dela que sairam muitos jornalistas que compuseram a imprensa de resistência à ditadura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 17:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os Jornais na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2373555488</link>
         <description><![CDATA[<div>O jornal também passou por uma forte repressão. Os próprios editores e jornalistas sabiam que tipo de notícia poderia inflamar os ânimos dos representantes do regime. Em alguns casos, antes que uma notícia fosse divulgada, era comum que os censores enviassem bilhetes ou fizessem ligações que já determinavam aquilo que não iria para as páginas de jornal. Já em outras situações, a visita de um censor empreendia um controle ainda maior.<br><br>Para que algumas informações fossem repassadas, os comunicadores dessa época utilizavam recursos para divulgar mensagens bastante sugestivas. Falsas previsões do tempo anunciando “tempo fechado” ou a chegada de “fortes ventos” poderiam indicar que a censura atuou de modo ferrenho contra o jornal. Muitas vezes, uma censura realizada de última hora tinha a capacidade de desorganizar uma página inteira já diagramada para a edição do dia seguinte.<br><br>Buscando a denúncia da ação da censura, alguns jornais publicavam poemas famosos ou receitas no lugar das notícias vetadas. Era comum encontrar os versos de Camões no meio de um caderno de política ou uma receita de pão de queijo entre as páginas policiais. A sensação de estranheza e desconforto era bem menor do que a dos repórteres e redatores que tinham informações inteiras arrancadas de um veículo de comunicação de grande circulação.<br><br>Em 1978, os jornais começaram a ter maior liberdade para cumprirem a sua função pública original. No entanto, isso não quer dizer que hoje vivamos em uma era de plena liberdade de expressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 17:44:58 UTC</pubDate>
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         <title>O Cinema na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2373555740</link>
         <description><![CDATA[<div>O golpe militar de 1964 ocorreu num momento em que o cinema brasileiro vivia sua fase mais criativa e diversificada, conquistando um amplo reconhecimento no exterior. O movimento do Cinema Novo tinha assumido para si a tarefa de levar para as telas as utopias e contradições da realidade brasileira, com foco na realidade social, por meio de uma linguagem inovadora e ousada.<br><br>O nordeste, ao lado das favelas cariocas, era o tema preferido desse tipo de cinema, o que nem sempre agradava o público de classe média, acostumado ao glamour hollywoodiano. Mas, justo quando os jovens cineastas viviam sua fase mais criativa, gravando o nome do Brasil na história do cinema mundial, veio o golpe de Estado. O Cinema Novo mudou o foco de suas lentes, mas continuou a falar do Brasil. Depois de 1964, os camponeses explorados deram lugar aos intelectuais de esquerda frustrados por não conseguirem fazer a Revolução Brasileira.<br><br>Como o Cinema Novo era feito por jovens intelectualizados, e sua plateia também era formada por intelectuais, a atitude autocrítica da esquerda se radicalizou. E como os melhores e mais reconhecidos cineastas eram de esquerda, o regime se rendeu ao pragmatismo. Passou a financiar obras, sobretudo a partir de 1975, mesmo que elas não fossem a expressão pura da ideologia conservadora dos militares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 17:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>A Música na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir dos anos 1950, surgiram diversos movimentos musicais no Brasil, como: bossa nova, jovem guarda, tropicalismo, música de protesto. Os festivais de música brasileira despertavam paixões no público, com vaias e aplausos calorosos. Mas, nos anos 1960 e 1970, cantar virou atividade de risco, já que a censura do regime entrou em vigor.<br><br>Desse caldeirão sonoro, surgiu a MPB, música popular brasileira. Entre aplausos e vaias. Entre violões quebrados e esperanças equilibristas, recuperou-se a voz e a liberdade. Com grandes canções a serem escutadas.<br><br>Os anos de chumbo foram cheios de intolerância e radicalização estética e política. Disputas insufladas nos festivais migravam para as gravadoras, os canais de TV, a vida pessoal. Na Copa de 1970, enquanto a seleção conquistava o tricampeonato no México, a linha dura do regime institucionalizava a tortura como método de repressão e fazia disparar as estatísticas (não computadas, não divulgadas) de mortes e desaparecimentos políticos.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 17:45:16 UTC</pubDate>
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         <title>O Teatro na Ditadura</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O teatro durante o regime militar, propiciava o encontro físico com a plateia, que muitas vezes comungava os valores críticos à ditadura. A classe teatral esteve entre os principais alvos da repressão. O teatro desafiava os tempos de isolamento, individualismo e silêncio impostos pelo regime.&nbsp;<br><br>Depois de 1968, com o acirramento da censura, as companhias mais engajadas tiveram dificuldade de sobreviver. Depois do Ato Institucional Nº 5 (AI-5), diretores, atores e autores de teatro foram presos.<br><br>Nos anos 1970, apesar da censura, o teatro voltou a ser um importante espaço de crítica política e social, com a volta do teatro alinhado ao realismo dramático. Essa década também foi marcada pelo surgimento de grupos jovens, influenciados pelas vanguardas e pelo humor, tentando ir além do realismo dramático engajado.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 17:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim, pode-se concluir que as mídias desempenharam papéis fundamenteis durante o Regime Militar. Foi através dela que a propagação dos ideais ditatoriais foram implantados para a população e a censura permitiu com que o povo não tivesse o direito de contrariar ou se revoltar com o governo. Entretanto, as mídias também fomentaram vários movimentos contra à ditadura, permitindo uma maior difusão de informações e acordando a população da alienação do regime.&nbsp;<br><br>Com o passar dos anos, a mídia se desenvolveu cada vez mais, permitindo uma maior liberdade de expressão (não totalmente), a facilidade de acesso à informações e a disseminação e incentivo da arte cinematográfica, do teatro, da televisão e da música.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 00:21:11 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>gabrielletenorio</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletenorio/hlhobwjatu4jyilx/wish/2374081161</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.preparaenem.com/historia-do-brasil/os-jornais-e-a-censura-do-regime-militar.htm<br>https://memoriasdaditadura.org.br/teatro/<br>https://memoriasdaditadura.org.br/musica/<br>https://memoriasdaditadura.org.br/cinema/<br>https://memoriasdaditadura.org.br/televisao/<br>https://memoriasdaditadura.org.br/radio/<br>https://tvbrasil.ebc.com.br/vertv/episodio/a-influencia-da-midia-no-periodo-da-ditadura<br>https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56591969<br>https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/assuntos/destaques/censura-nos-meios-de-comunicacao</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-08 01:03:38 UTC</pubDate>
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