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      <title>Barroco by Maria Eduarda Paula</title>
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      <description>Alunos: Guilherme Miranda, Lívia Mota e Maria Eduarda</description>
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      <pubDate>2023-09-27 14:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Europa</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Está totalmente associado ao catolicismo. Afinal, a Igreja Católica se sentia ameaçada pela Reforma Protestante de Martinho Lutero e perdia seu poder e domínio no século XVI. Porém, o clero ainda influenciava a economia, a política e a esfera religiosa dessa época. Logo, a arte barroca surgiu como uma resposta da Igreja Católica para não perder sua hegemonia.<br><br>Assim, para diminuir o poder do protestantismo da renascença, que apresentava um caráter mais racional e que prestigiava a ciência, o barroco na arte teve seu início. Dessa forma, com o intuito de propagar a fé católica e reafirmar os valores cristãos, esse movimento estimulou a dramaticidade em suas obras para impactar seus espectadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 14:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil do século XVII, a economia era baseada na produção de cana-de-açúcar, pelo uso de mão de obra escravizada, composta por índios brasileiros e negros africanos. A cultura da colônia era um reflexo dos costumes da metrópole, ou seja, Portugal. A Europa estava dividida entre o catolicismo e o protestantismo. Dessa forma, a religião predominante e oficial no Brasil era a católica.<br><br>Em resposta à Reforma Protestante, ocorrida no século XVI, a Igreja Católica tomou medidas para não perder mais fiéis, tais como a retomada do Tribunal do Santo Ofício (a Inquisição) e a fundação da Companhia de Jesus. Essa reação ao protestantismo ficou conhecida como Contrarreforma. Graças a ela, os indígenas brasileiros foram alvo de catequização, o que muito contribuiu para a aculturação desses povos.<br><br>Nesse contexto, a religião acabava sendo o centro de tudo (teocentrismo) e exercia forte influência nas decisões governamentais. Desse modo, monarquia e religião andavam de mãos dadas. Daí a importância de personalidades como Pe. António Vieira, figura política e religiosa extremamente influente em relação ao rei de Portugal. Assim, a tradição católica está fortemente refletida na arte barroca, seja nas artes visuais, seja na literatura. Entretanto, muitas obras desse período trazem imagens conflituosas, já que a fé, paradoxalmente, convivia com a incerteza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 14:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Europa</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>•&nbsp; &nbsp; Cultismo e conceptismo;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Dualismo e contradições;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Exagero e rebuscamento;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Complexidade e Obscuridade;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Morbidez;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Valorização do detalhe;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Complexidade e sensualismo;<br><br>•&nbsp; &nbsp; Barroco literário: cultismo,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;conceptismo, exploração de figuras de linguagens que expressam dualidade, como antíteses, paradoxos e inversões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 14:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>•&nbsp; &nbsp; Fusionismo: combinação da visão medieval com a renascentista.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Culto ao contraste: oposição de ideias.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Antítese e paradoxo: figuras de oposição.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Pessimismo: postura negativa diante da materialidade.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Feísmo: obsessão por imagens desagradáveis.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Rebuscamento: ornamentação excessiva da linguagem.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Hipérbole: exagero.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Sinestesia: apelo sensorial.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Cultismo ou gongorismo: jogo de palavras (sinônimos, antônimos, homônimos, trocadilhos, figuras de linguagem, hipérbatos).<br><br>•&nbsp; &nbsp; Conceptismo ou quevedismo: jogo de ideias (comparações e argumentação engenhosa).<br><br>•&nbsp; &nbsp; Morbidez.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Sentimento de culpa.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Carpe diem: aproveitar o momento.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Emprego da medida nova: versos decassílabos.<br><br>•&nbsp; &nbsp; Principais temáticas:<br><br>Fragilidade humana;<br><br>Fugacidade do tempo;<br><br>Crítica à vaidade;<br><br>Contradições do amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 14:42:15 UTC</pubDate>
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         <title>Europa</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Luis de Góngora;<br><br>• Francisco de Quevedo;<br><br>• D. Francisco Manuel de Melo;<br><br>• Soror Violante do Céu;<br><br>• Francisco Rodrigues Lobo;<br><br>• Sóror Mariana Alcoforado.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 14:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Padre Antônio Vieira;<br><br>• Gregório de Matos;<br><br>• Manuel Botelho de Oliveira;<br>&nbsp;<br>• Frei Vicente de Salvador;<br>&nbsp;<br>• Frei Manuel da Santa Maria de Itaparica;<br><br>• Bento Teixeira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 15:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>Luis de Góngora</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Soledades é um poema de Luis de Góngora, composto em 1613 em sílabas de verso hendecassilábico e heptassilábico. O poema começou como um projeto dividido em quatro partes que se chamariam Solidão dos campos, Solidão das margens do rio, Solidão das selvas e Solidão do deserto. Deste ambicioso poema, Góngora apenas completou a dedicatória ao Duque de Béjar e as duas primeiras Solitudes, das quais deixou inacabada a segunda. Esta obra é o auge do estilo de Góngora e foi defendida e elogiada pelos parnasianos e simbolistas franceses e pela Geração de 1927, que prestou uma merecida homenagem a Góngora em 1927, por ocasião do tricentenário da sua morte, acontecimento que deu o nome à referida geração poética.<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 23:31:28 UTC</pubDate>
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         <title>Francisco de Quevedo</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br></em></strong>DEFININDO AMOR<strong><em><br></em></strong><br></div><div>É gelo queimando, é fogo congelado<br>é uma ferida que dói e não pode ser sentida,<br>é um bom presente sonhado, um presente ruim,<br>é uma pausa curta muito cansativa.<br><br><br>É um descuido que nos preocupa,<br>um covarde com um nome valente,<br>uma caminhada solitária entre as pessoas,<br>um amor apenas para ser amado.<br><br></div><div><br>É uma liberdade aprisionada<br>que dura até o último parasismo,<br>doença que cresce se for curada.<br><br></div><div><br>Este é o filho do Amor, este é o seu abismo:<br>olha que amizade ele terá com nada<br>aquele que é contrário a si mesmo em tudo.<br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 23:39:14 UTC</pubDate>
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         <title> D. Francisco Manuel de Melo</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escrita em 1650, por <strong>D. Francisco Manuel de Melo</strong> – fidalgo, escritor, político e herói militar português – a obra <strong><em>“Carta de Guia de Casados”,</em></strong> apresenta-se sobretudo um texto de auto ajuda, cheia de conselhos práticos para o cotidiano de um casal do século XVII recém casado, e que versa temas tão diversos como o governo econômico da casa, até ao relacionamento com os criados. Mas é sobretudo nas sugestões em relação do trato que o homem deve ter para com a esposa que tornaram a obra famosa e controversa e objeto de debate ao longo de vários séculos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 23:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>Soror Violante do Céu</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parnaso Lusitano de divinos e humanos versos, compostos pela Madre Soror Violante do Ceo religiosa dominica no Convento da Rosa de Lisboa, dedicado à Senhora Soror Violante do Ceo religiosa no Convento de Santa Marta de Lisboa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-27 23:52:20 UTC</pubDate>
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         <title>Francisco Rodrigues Lobo</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Descalça Vai para a Fonte<br><br>Descalça vai para a fonte,<br>Leanor pela verdura;<br>Vai fermosa, e não segura.<br><br>A talha leva pedrada,<br>Pucarinho de feição,<br>Saia de cor de limão,<br>Beatilha soqueixada;<br>Cantando de madrugada,<br>Pisa as flores na verdura:<br>Vai fermosa, e não segura.<br><br>Leva na mão a rodilha,<br>Feita da sua toalha;<br>Com uma sustenta a talha,<br>Ergue com outra a fraldilha;<br>Mostra os pés por maravilha,<br>Que a neve deixam escura:<br>Vai fermosa, e não segura.<br><br>As flores, por onde passa,<br>Se o pé lhe acerta de pôr,<br>Ficam de inveja sem cor,<br>E de vergonha com graça;<br>Qualquer pegada que faça<br>Faz florescer a verdura:<br>Vai formosa, e não segura.<br><br>Não na ver o Sol lhe val,<br>Por não ter novo inimigo;<br>Mas ela corre perigo,<br>Se na fonte se vê tal;<br>Descuidada deste mal,<br>Se vai ver na fonte pura:<br>Vai fermosa, e não segura.<br><br>Também nós imos já perto da Fonte;<br>E, Em quanto no cantar nos entretemos,<br>Temo que a vinda cá pouco nos monte.<br><br>Dizes bem; melhor é nos desviemos,<br>Por que nos não divisam nem por sonho,<br>Que, uma só que nos veja, as não veremos.<br><br>E mais, se eu não vou cego, daqui ponho<br>Que são as que lá assomam na treposta.<br>De só cuidares isso me envergonho.<br><br>Tu não me queres crer? Vá sobre aposta.<br>Mui bem dizes, daquelas são sem falta;<br>Passas tu como furão pola posta?<br><br>Madanela é de todas a mais alta,<br>Que aparece vestida de pombinho;<br>Também Andresa vai: nada nos falta.<br><br>O adufe ouço, ouço o pandeirinho;<br>Vamo-nos por detrás deste valado:<br>Iremos encontrá-las ao caminho.<br>Afasta ora estas silvas com o cajado.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sóror Mariana Alcoforado</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conhecidas desde o século XVII, as <em>Cartas portuguesas </em>são um dos exemplos mais ardentes de amor desesperado da literatura internacional. Escritas pela freira Mariana Alcoforado, estas cartas tornaram-se célebres através dos tempos, tendo sido objeto de apaixonante polêmica e de comentários de autores como Stendhal, Rousseau, Rilke etc. O destinatário destas cartas teria sido o oficial francês em serviço em Portugal, Sr. Cavalheiro De Chamilly, segundo Saint-Simon homem de posses e estabelecido em Paris com mulher e filhos. Muito mais que um documento de uma época de romantismo exacerbado, estas cartas passaram à posteridade como uma obra-prima da literatura universal. A solidão a ansiedade e a entrega sem exigências, total e absoluta, justificam e consagram o amor de Mariana como um símbolo do amor total.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Gregório de Matos</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contemplando nas cousas do mundo<br><br>Neste mundo é mais rico, o que mais rapa:<br>Quem mais limpo se faz, tem mais carepa:<br>Com sua língua ao nobre o vil decepa:<br>O Velhaco maior sempre tem capa.<br><br></div><div>Mostra o patife da nobreza o mapa:<br>Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;<br>Quem menos falar pode, mais increpa:<br>Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.<br><br></div><div>A flor baixa se inculca por Tulipa;<br>Bengala hoje na mão, ontem garlopa:<br>Mais isento se mostra, o que mais chupa.<br><br></div><div>Para a tropa do trapo vazio a tripa,<br>E mais não digo, porque a Musa topa<br>Em apa, epa, ipa, opa, upa.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>Padre Antônio Vieira</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em síntese, o Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as de Holanda, é uma espécie de incitação, um convite para que o povo combata os infiéis holandeses, discorrendo sobre os horrores e depredações que os protestantes fariam caso invadissem a Bahia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Botelho de Oliveira</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Música do Parnaso<br><br>A obra é dedicada a D. Nuno Álvares Pereira de Melo, Duque de Cadaval. Trata-se de uma obra complexa, dividida em várias partes, que faz uso constante de analogias e é escrita em quatro línguas (a maior parte dela é em castelhano, mas contém também trechos em português, italiano e latim). No prólogo ao leitor, o autor justifica essa escolha para que se entenda que uma só Musa pode cantar com diversas vozes e para mostrar “que tinha de toda a Poesia”. Diz ainda que se o leitor não estimasse a poesia pela elegância do conceito, ao menos o faria pela multiplicidade das línguas. Seu poema mais conhecido é dedicado À Ilha de Maré, que louva a terra e descreve os muitos frutos do Brasil e a inveja que esses fariam às cidades europeias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:27:55 UTC</pubDate>
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         <title>Frei Vicente de Salvador</title>
         <author>mariaeducmp</author>
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         <description><![CDATA[<div>História do Brasil<br><br>A obra do Frei Vicente do Salvador (1564-c.1636-1639) contém não só informações de cunho historiográfico sobre a colônia portuguesa na América, mas também opiniões ousadas como, por exemplo, na já bem conhecida afirmação de que os colonos deviam aventurar-se pelo interior do Brasil, pois “sendo grandes conquistadores de terras, não se aproveitam delas, mas contentam-se de as andar arranhando ao longo do mar como caranguejos”. O volume abrange desde o descobrimento até a época do governo de Diogo Luís de Oliveira. Esta <em>História do Brasil</em> também incorpora informações sobre a vida dos colonos, sua cultura, os modos de fazer e viver das populações indígenas, escrita numa linguagem viva e particular, o que dá um tom suave às pertinentes informações iniciais sobre a formação da nova terra.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:31:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Frei Manuel da Santa Maria de Itaparica</title>
         <author>mariaeducmp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaeducmp/hkwyptq103wfmvbj/wish/2723909714</link>
         <description><![CDATA[<div>Eustáquios<br><br>Publicado pouco antes de sua morte. No prólogo, ele declara tê-lo escrito porque tinha uma devoção particular a Santo Eustáquio, terminando-o depois de uma longa interrupação. O poema está dividido em seis cantos em oitava rima, e gira em torno da lenda cristã de Santo Eustaquio, que, com o nome de Placido, fôra general do Imperio romano, no tempo de Trajano. Trata-se de um poema sacro e tragicômico, descoberto por Francisco Adolfo de Varnhagen, que&nbsp; atribuíu sua autoria ao padre Francisco de Souza. Depois, na introdução de sua obra “Florilégio da Poesia Brasileira”, Varnhagem reformulou a impressão inicial e afirmou que Frei Itaparica era o verdadeiro autor.&nbsp;</div><div><br></div><div>Na obra de Frei Itaparica destacam-se a descrição do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inferno">inferno</a>, a destrução de Jerusalém e a narrativa dos sonhos em que&nbsp; o Brasil é descrito em uma época anterior ao seu descobrimento. Faz referência às belezas da ilha de Itaparica, com pormenores sobre os frutos, fontes, legumes, árvores, igrejas e capelas</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:34:21 UTC</pubDate>
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         <title>Bento Teixeira</title>
         <author>mariaeducmp</author>
         <link>https://padlet.com/mariaeducmp/hkwyptq103wfmvbj/wish/2723913362</link>
         <description><![CDATA[<div>Prosopopeia<br><br><br>&nbsp;É um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poema_%C3%A9pico">poema épico</a> escrito por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bento_Teixeira">Bento Teixeira</a> e publicado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1601">1601</a> que narra aventuras da família Albuquerque e é dedicado a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_de_Albuquerque_Coelho">Jorge d’Albuquerque Coelho</a>, então governador da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capitania_de_Pernambuco">Capitania de Pernambuco</a>. Apesar de poder ser considerado o marco inicial do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_barroca_no_Brasil">barroco na literatura brasileira</a>, seu valor artístico tem sido questionado por vários críticos modernos, mas a academia decidiu por elegê-lo como tal.<br><br></div><div><br>A obra é composta de 94 estrofes, escritas em estilo épico inspirado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cam%C3%B5es">Camões</a>. No prólogo, dirigido ao governador, o autor menciona que a obra seria um esboço de um trabalho maior, que acabou por não ser escrito. Na história, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trit%C3%A3o_(mitologia)">Tritão</a> e outras divindades marinhas se reunem no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_de_Recife">Porto de Recife</a>, para ouvirem de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Proteu">Proteu</a> a narrativa das glórias passadas e futuras da família Albuquerque. Vários fatos históricos são mencionados, como o Segundo Cerco de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diu">Diu</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Alc%C3%A1cer-Quibir">Batalha de Alcácer-Quibir</a>.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 00:38:42 UTC</pubDate>
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