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      <title>Diário de aula Met1 by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-05 02:13:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-09 18:12:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>04/04 - BNCC </title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2129846623</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje comparamos a abordagem curricular da BNCC e o Currículo Paulista, onde a primeira têm uma aspecto mais amplo, redigida sob uma visão federal, enquanto a segunda é estadual, dando maior ênfase em políticas curriculares do estado de São Paulo. Analisamos também vários pontos de vista e refletimos sobre o papel da BNCC no sistema educacional brasileiro, nomeando seus pontos positivos e negativos. Vimos o quão importante é ter um currículo unificado para as escolas do Brasil como um todo, além de ter um potencial para novas políticas públicas. Porém, também enxergamos, que a BNCC não consegue abordar a educação brasileira da forma como ela se apresenta na prática: desigual. Muito se fala sobre o que deve ser feito idealmente (em teoria) quando consideramos o sistema educacional e as políticas públicas, mas muitas vezes, não é possível colocá-lo em prática. Partindo do pressuposto que grande parte das pessoas infelizmente não têm as mesmas oportunidades de acesso à educação, políticas públicas e condições que favorecem o bem estar social. A confecção de currículo que não aborda essas diferenças acaba sendo muito raso e até mesmo mantenedor dessas desigualdades já existentes, já que não é acessível para aqueles que mais o necessitam, fazendo com que essas pessoas sejam, mais uma vez, invisibilizados. De um modo geral, a aula de hoje implantou questionamentos muito importantes que eu não havia parado para pensar antes, e na minha concepção isso é muito importante, ainda mais se tratando sobre o tema de educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 02:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>28/03 - BNCC e Currículo Paulista</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2129848464</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula de hoje abordou dois currículos escolares de aspectos diferentes com a mesma função geral: ser uma base curricular para o sistema educacional brasileiro. Conhecemos sobre suas origens, contextos políticos em que foram criados. Falamos sobre a relação sobre ensino e ciência, como o primeiro é influenciado pelo segundo e como a concepção de ciência é dinâmica e acompanha o momento histórico e político de cada região. Foi feita uma atividade de leitura em grupo sobre temas específicos dentro desse tema geral em que meu tema foi a gestão educacional. Lemos o caderno do gestor e o que nos surpreendeu foi a ausência do professor nesse papel. Para mim, a presença do professor nesse tipo de abordagem é muito importante, já que é ele quem coloca grande parte dos projetos da gestão na prática, além de ser quem mais está em contato direto com os alunos. Uma abordagem gestacional que não abrange o professor pode acabar sendo descolada da realidade, de maneira que propõe atividades e solução muito idealistas, que na prática não são viáveis e até mesmo podem sobrecarregar o próprio professor.&nbsp;<br>Por fim, a aula trouxe, no geral, conceitos e questionamentos muito importantes, discussões de outros grupos e tema. Tudo isso promoveu, para mim, uma visão mais ampla dos vários aspectos que tanto a BNCC quanto o Currículo Paulista trazem em seus planos. Mas, além disso, promoveu uma reflexão sobre o impacto que a base curricular têm no sistema educacional brasileiro; como ela é a organização para que ela seja feita nos ambientes escolares e quem é responsável por cada função.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 02:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>21/03 - O biólogo</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2129911783</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula inaugural falamos sobre a visão que temos de biólogo e professor(a), baseada em nossa experiência de vida e em visões de mundo que temos. Uma atividade foi feita em grupo para desenhar cada um dos profissionais da maneira que o enxergamos. Após isso, muitos aspectos foram apontados de cada grupo para cada um dos profissionais. Por último, uma discussão foi levantada à partir da visão contrastante que temos do biólogo e do professor de ciências/biologia. Temos uma visão em grande parte das vezes, negativa da profissão educador, em que aspectos como cansaço, café, estresse, dentre outros, são ligados à esse profissional. Enquanto que o biólogo detém os aspectos positivos, como: aventureiro e feliz. Refletimos sobre o quanto nossa visão de professor(a) pode ser mudada, de modo que podemos refinar nosso olhar para enxergar a licenciatura e o ensino como algo que de fato é agradável e que tem potencial para ser nosso objetivo de profissão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 03:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>25/04 - Contexto histório do sistema educacional brasileiro</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2176257260</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje na aula refletimos sobre muitos assuntos que norteiam a educação brasileira, como: a função social da escola. Vimos como essa função é distinta entre diferentes grupos sociais. Debatemos também sobre a importância da base curricular não ser unificada, já que o currículo deve nortear diferentes contextos e escolas na formação de ciências.<br>Assistimos, também, vídeos que abordaram o contexto histórico da formação do sistema educacional brasileiro, desde a chegada dos jesuítas ao Brasil e sua tentativa de formação dos indígenas, e posteriomente tentativa de formação da elite brasileira (jujões), ambas falhas. Após a saída dos jesuítas, a reforma na educação prosseguiu, com o intuito de formar pessoas (homens brancos com posses) para irem para estudarem em universidades europeias.<br>Em seguida, ocorre a Reforma de Leôncio de Carvalho, em que a educação passar a ter o objetivo de formar homens para trabalharem nas lavouras, agricultura, para terem noção de economia social e mulheres para aprenderem sobre tarefas domésticas. Nessa época, as escolas eram separadas por gênero, sendo frequentadas apenas pela elite, o que reflete aspectos culturais e socias da época.&nbsp;<br>Em 1920, ocorre o movimento escolanovista, onde o foco da educação passa a ser o aluno como protagonista do seu próprio aprendizado. Em 1932, é publicado o manisfesto escola novista, em que a educação passa a ser tratada como o assunto sério que é, já que ela guia todo a produção e desenvolvimento econômico.<br>Após a revolução de 30, surge a crítica ao ensino elitista e o incentivo ao pensamento crítico. Durante a ditadura militar, essa mentalidade é abandonada, retornando aos pensamentos retrógrados. Durante esse período também houve grande investimento em ensino tecnológico, o que pode ser explicado pelo objetivo político e econômico desse período histórico, que estão sempre alinhados com o sistema educacional brasileiro. No período pós ditadura, o pensamento crítico volta a ser incentivado, com a ascenção do liberalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 18:36:26 UTC</pubDate>
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         <title>02/05 - Métodos de ensino</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2176280297</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa aula foi reservada para a apresentação de seminários abordando o tema ''métodos de ensino''. Cada grupo apresentou sobre um método de ensino diferente, incluindo no final um proposta de atividade para uma turma de alunos que elucide o método de ensino apresentado pelo grupo. Os métodos de ensino apresentados foram: ensino por investigação, por projeto, intuição, investigação, CTSA, propedêutico, alfabetização científica e história da ciência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 18:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>09/05 - A história da pedagogia</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2184763719</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula, analisamos os métodos de ensino apresentados na aula anterior. Vimos em quais aspectos eles se assemelham e/ou se diferenciam. No caso do método intuitivo, ele se assemelha ao ensino por investigação; o método por projeto se parece com o CTSA; o CTSA se assemelha a alfabetização científica, etc.<br>Após isso, aprendemos sobre a história da pedagogia, que começa pela pedagogia clássica no período pré-guerra, onde ocorria a supervalorização do conhecimento e, portanto, da figura do professor como centro da pedagogia. No período de guerra, ocorreu o surgimento da nova escola (moderna) e a psicologização da educação. O enfoque da pedagogia, portanto, passou a ser no aprendizado e, consequentemente, no aluno. Durante esse período, as pessoas começaram a questionar os modos de tratamento das crianças, passando a tratá-las propriamente como crianças (e não pequenos adultos), ou seja, reconhecem as suas necessidades e passam a entender como elas aprendem e se desenvolvem (invenção da infância). Duas vertentes principais acompanham esse período escolanovista: a vertente diretiva, com enfoque no aprendizado e no aluno, utilizando a alfabetização científica; e a não diretiva, utilizando o método CTSA, onde se entende que a ciência está, de alguma forma, impactando de maneira negativa no meio ambiente em geral. Ambas as vertentes apresentam complicações, na primeira, o aluno com todo o protagonismo, acaba por ocasionar uma perda de papel por parte do professor e, consequentemente, o fracasso escolar. A segunda, por sua vez, problematiza a questão social e de privilégios (aqueles que têm mais conhecimento) dos alunos.<br>Surgiu, então, uma terceira via, em que a pedagogia poderia dar enfoque justamente à essa relação professor x aluno.<br>Após esse período, ocorre o surgimento da pedagogia clássica, cuja linha pedagógica engloba estudiosos como Paulo Freire, Snyder, Savani (PHC), etc. Essa nova vertente do estudo pedagógico tem como enfoque não mais o aluno, o professor ou mesmo a relação entre os dois; agora o enfoque do aprendizado é dado pela construção da visão crítica histórico-social no aluno enquanto sujeito político. É nesse contexto em que surge o termo ''letramento científico'' para substituir a ''alfabetização científica''. Isso porque, o segundo se caracteriza apenas pelo aprendizado de ler e escrever, enquanto o segundo leva em conta o pensamento crítico do aluno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 21:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>16/05 - Ensino de ciências e docência</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2188017711</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje, nos dividimos em grupos e cada grupo analisou um material (sendo vídeo e/ou texto) sobre o ensino de ciências e a profissão docente. Cada material tinha uma abordagem distinta, porém sobre o mesmo tema e que se complementava dentro desse tema de alguma maneira. Após a análise, os grupos falaram para o resto da sala do que cada material se tratava, enquanto ocorria uma discussão com a sala toda sobre os temas abordados. Os assuntos abordados permearam muitos outros temas que tangenciam o ensino de ciências e a profissão docente, e portanto, a discussão foi muito rica, contendo não apenas opiniões e posicionamentos dos alunos, mas também nossas experiências como próprios alunos e como estagiários nas instituições de ensino. Um dos assuntos abordados foi a socialização do aluno na escola e como esse ambiente, na maioria das vezes, é tido como um ambiente de aprendizado de comportamento e conduta sociais. Um outro assunto abordado também foi a dificuldade e falta de orientação que a profissão docente tem de enfrentar desde seus primórdios, inclusive no próprio estágio. Essa falta de orientação, muitas vezes, acompanha o profissional ao longo da sua profissão, o que o atrapalha e dificulta o exercício de sua profissão. Isso responde uma das perguntas que tínhamos que responder com base no material que analisamos, a pergunta era: ''a licenciatura te oferece um bom preparo para a docência? Por que?'' e resposta é não. O motivo dessa resposta ser negativa é que o exercício da docência vai muito além de passar o conhecimento ao aluno, a educação deve englobar aspectos culturais e sociais, considerando a realidade de cada aluno, de nada adianta o professor aparece uma vez por semana na sala de aula de uma escola, dar uma aula toda teórica-expositiva e ir embora. O papel do professor também deve ir além da aula expositiva e, principalmente, além da sala de aula. Considerando isso, a licenciatura não prepara os alunos para serem professores que sigam isso, já que ela nos ensina como o ensino deve ser abordado de maneira muito objetiva e burocrática. Muitos dos aspectos que a licenciatura não trata também é a própria relação professor x aluno, professor x escola, professor x gestão/coordenação e até mesmo professor x pais dos alunos, porque nem mesmo no estágio temos alguma orientação ou esclarecimento de como isso pode ou deve ser feito, muitas vezes nos impedindo de fazê-lo. Seguindo essa linha de raciocínio, o ensino acaba sendo, de muitas maneiras, fordista, no sentido de que cada parte da formação educacional do aluno (professor, gestor, coordenador, pais de alunos) tem uma falta de comunicação com o todo, o que acaba comprometendo e segmentando o processo educativo dentro da escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 17:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>30/05 - Apresentação do jogo didático</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2219780210</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula, todos os grupos entregaram seus jogos didáticos e resto dos alunos jogaram os jogos de cada grupo. Todos os jogos estavam muito bem feitos e didaticamente muito legais. Os temas de biologia abordados nos jogos foram dos mais variados: fungos, imunologia, educação sexual, dentre outros. Houveram, ainda, jogos que tratavam de vários assuntos de biologia juntos, assim como também teve um jogo que tratou de ''biomas'' de maneira interdisciplinar com a biologia. Nessa dinâmica, podemos observar a prática de alguns métodos de ensino, como: ensino por investigação, CTSA, ensino por projeto, dentre outros, já que pudemos aprender e abordar assuntos das mais diversas maneiras, onde cada jogo nos instigava a testar ou adquiri conhecimento sobre ciências de maneira criativa e divertida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:57:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>06/06 - Jogos didáticos do Genoma USP</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2219807892</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula foi composta de uma série de jogos didáticos confeccionados e apresentados por professores e estagiários do Departamento de Genoma da USP. Foram apresentados diferentes jogos para determinada faixa etária (ensino fundamental I, ensino fundamental II, ensino médio e ensino superior) onde cada um tinha uma proposta de ensino diferente, alguns eram mais lúdicos e outros que exigiam mais habilidades e mais leitura. Pude observar que os jogos utilizavam, em sua maioria, método de ensino por investigação, onde os alunos planejavam, questionavam e construíam o próprio conhecimento, já que as dinâmicas tinham um caráter investigativo. A explicação e apoio dos professores, nas atividades que exigiam um pouco mais de pensamento crítico e análise também foram de suma importância para o melhor andamento e entendimento dos jogos, já que direcionaram o aprendizado junto aos objetivos da atividade. Por fim, foi uma aula muito rica em termos de conhecimento e ainda, muito dinâmica, divertida e interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 17:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>13/06 - &#39;&#39;Para além do exótico: as ciências na África, da história ao ensino&#39;&#39;</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2222152337</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje, tivemos uma palestra sobre as ciências feitas no continente africano. Essa aula foi muito importante para desmitificar muitas ideias que a população geral tem sobre o continente africano. Não só no Brasil, mas também no mundo como um todo, as pessoas tem uma visão estereotipada da África, e não tem conhecimento quase nenhum das culturas desse continente tão diverso, simplesmente porque aprendemos e conhecemos apenas sobre as culturas ocidentais, deixando de saber o mínimo sobre as culturas orientais, tais como a Índia, África, etc. Discutimos bastante sobre o quanto ciência é uma construção social e como ela conversa muito com o momento político-histórico em que ela está acontecendo. Vimos o contexto histórico e como as ciências eram e são feitas no continente africano até hoje. Tivemos contato com muitas informações de documentos históricos que nos ajudam a ver esse paradigma da visão ocidentalizada sobre o oriente e como isso influenciou historicamente esse continente em específico. Foi uma aula muito esclarecedora e repleta de considerações interessantes dos alunos também, sendo não só de suas próprias experiências e visões de mundo, mas também do conhecimento que adquiriram (ou não) sobre esse assunto durante sua formação escolar e sua vida pessoal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 16:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>20/06 - Novo Ensino Médio</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2226865264</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje, tivemos a presença de alguns professores e professoras convidadas para debater sobre a PEI e o novo ensino médio. O debate foi muito rico, acrescentado de muitas ideias pelos professores. Falamos sobre a proposta do novo ensino médio e como isso afetaria a educação. Diante disso, a conclusão que pode-se chegar é que essa reforma do ensino médio propõe que ocorra o aumento de horas totais escolares, seguido pela diminuição das horas curriculares regulares e adição das horas extras (chamadas itinerários). Isso é um problema, considerando que o conteúdo que é cobrado nos vestibulares está dentro das matérias e assuntos da base curricular. Dessa maneira, os alunos acabam por ter menos conteúdo, o que implica diretamente na diminuição das chances de aprovações nos vestibulares, o que pode aumentar ainda mais as desigualdades sociais. Isso porque, quem é mais prejudicado por isso é a classe mais desfavorecida, já que perde a chance de entrar em uma universidade de ensino superior e/ou conseguir bolsa de estudos para instituições de ensino superior pelo SISU, por exemplo. Enquanto isso, a classe mais privilegiada pode fazer cursinhos pré-vestibulares ou mesmo cursar instituições pagar de ensino superior, o que não acontece nas classe não privilegiadas. Além disso, para que não ocorra a diminuição das horas curriculares, os itinerários estão sendo adicionados como horas extras (em períodos integrais nas escolas), o que acaba não acontecendo em escolas públicas, já que ocorre um pré-conceito de que os estudantes de escolas públicas são pobres e têm necessariamente que trabalhar. No final das contas, quem sai perdendo ainda é a classe baixa. Outro problema da reforma é que deixa o aluno escolher as matérias que gostaria de ter no itinenários, sendo que o aluno ainda não detém da maturidade para fazer escolhas que guiarão seu próximo ano e formação futura. A avaliação dessa reforma apenas poderá ser feita a longo prazo, isso afetará diretamente aqueles que estão inseridos nela, e que serão formados sob essa medida. Se ela não for efetiva ou até mesmo prejudicial, todas as pessoas formadas nesse período serão prejudicadas tanto academicamente quando como docentes, se o decidirem ser. Outro ponto a ser considerar é que a reforma permite que pessoas com notório saber nas matérias de base curricular, possa lecionar. Isso tem impacto direto na profissão docente, acabando por desvalorizá-las ainda mais, além de não promover uma educação de qualidade para os alunos, já que o estudo da pedagogia é de suma importância para que o conteúdo seja aproveitado pelos alunos e a educação deles seja feita da melhor maneira possível. Em conclusão, pensamos que toda e qualquer reforma educacional deve ser seguida de apoio de políticas sociais para serem bem sucedidas, sem isso, ela apenas desfavorecerá aqueles que sempre foram e são desfavorecidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 14:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>27/06 - Museus</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2232537826</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula vimos sobre o que são considerados museus, quais suas finalidades, bem como suas habilidades perante outros meio educativos e também suas dificuldades. De acordo com a definição usada na aula, museu é uma instituição permanente sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento. Ele deve ser aberto ao público, que adquire e expõe do patrimônio material da humanização e do seu meio envolvente com fins educacionais, de estudo e também deleite. Os museus estão comprometidos com a capacidade de despertar a consciência, estimular questionamentos e pensamentos críticos. Nele, é possível compreender o papel dos objetos naturais e a sua importância, considerando que o fato do objeto original estar exposto traz uma nova perspectiva de ensino e é muito proveitoso. Nos museus, é utilizada a educação para o patrimônio, ou seja, o trabalho educativo é feito à partir de objetos considerados patrimônios. Falamos também de diorama, um tipo de oficina que pode ser desenvolvida em espaços formais e informais de educação. O diorama permite a agregação de mais realismo ao cenário proposto, e possibilita que o ambiente seja levado às pessoas. Os preceitos básicos para comporem o diorama são: proporcionalidade, profundidade e representatividade. Para ilustrar essa teoria, fizemos (separados em grupos) cada grupo, um diorama abordando qualquer assunto relacionado a biologia. Essa atividade foi muito proveitosa e divertida para ser feita. Podemos notar que imobilizamos três saberes diferentes durante a atividade: o saber específico, já que aplicamos conteúdos das ciências biológicas na sua confecção; saber docente, pois propusemos um objetivo de ensino com o material que poderia ser trabalhado em espaços educacionais e sugestões de como ele poderia ser utilizado; e o saber de adaptação do conteúdo sobre biologia para ser trabalhado pelo diorama com os alunos de idades apropriadas para a atividade, dentro de um espaço de ensino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 14:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>04/07 - Discussão de experiências de estágio</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2241313205</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula de hoje, começaram as apresentações e discussões sobre os estágios. Começamos a ver as diferentes características de cada instituição de ensino (formais e não formais), o que me ajudou a enxergar ainda mais sobre o que já discutimos em aula a respeito de não existir apenas ''A escola'', mas sim ''AS escolas''. Isso porque, cada estado brasileiro tem uma base curricular específica, e ainda sim cada instituição (até mesmo do mesmo estado) também tem uma proposta de ensino distinta e específica para seu objetivo educativo. Durante essas apresentações, foi muito fácil enxergar isso, já que as instituições educativas eram bem diferentes e operavam de maneira igualmente distintas.&nbsp;Até mesmo dentro das instituições, era possível ver que os educadores também davam curso as suas atividades educativas de maneira (muitas vezes) complemente diferentes. Isso era influenciado, muitas vezes, por suas perspectivas pessoais, mas que também envolviam o papel social da profissão docente, bem como ela é vista e valorizada (ou não) no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-11 23:47:37 UTC</pubDate>
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         <title>11/07 - Discussão de experiências de estágio</title>
         <author>maiaraassis</author>
         <link>https://padlet.com/maiaraassis/hjyzwmvb467646or/wish/2241352579</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula, ouvimos sobre as várias experiências de estágio dos grupos e muitos assuntos relevantes foram trazidos nessas experiências. Um desses assuntos foi a relação entre as escolas particulares e as públicas, particularmente na desmistificação da polaridade entre a visão positiva da primeira e negativa da segunda. Algo que é importante refletir, é sobre todos os aspectos que influenciam no funcionamento e qualidade da escola, como: recursos, incentivo público e até questões dos docentes também (carga horária exaustiva, etc). Portanto, apenas simplificar as escolas públicas como ''ruins'' e as privadas como ''boas'' é raso e muito enviesado. Além disso, falamos também sobre os tipos de aulas que são dadas nas instituições, como os docentes se posicionam e como são suas posturas durante as aulas. Foi discutido também sobre o ensino de ciências em instituições de ensino não-formais como museus, cursinhos populares e extensões educacionais, mostrando os recursos utilizados para a aprendizagem e como eles são utilizados durante os momentos educacionais, como os espaços são manuseados e qual o papel do aluno e do educador nesses ambientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 00:40:56 UTC</pubDate>
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