<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Recuperação de História - 7º Ano by douglas rondon</title>
      <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e</link>
      <description>Cap. 13 - Chegada do franceses e Holandeses;
Cap. 14 - Brasil Colonial: Expansão para o Interior;
Cap.15 - Brasil Colonial: Sociedade Mineradora.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-13 19:08:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-13 03:06:21 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Tratado de Tordesilhas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933277664</link>
         <description><![CDATA[<div>A Amreca e dívida por duas potências que era a coroa espanhol e coroa espanhol<br>CAPITULO 13</div>]]></description>
         <enclosure url="https://escolaeducacao.com.br/wp-content/uploads/2020/02/tratado-tordesilhas-4-750x430.png" />
         <pubDate>2021-12-07 11:34:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933277664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>tratado de tordesilha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933280414</link>
         <description><![CDATA[<div>A america e dividida pore duas pontrecias que era a coroa espanhol</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.historia-brasil.com/imagens/tratado-tordesilhas.jpg" />
         <pubDate>2021-12-07 11:37:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933280414</guid>
      </item>
      <item>
         <title>França do Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933298801</link>
         <description><![CDATA[<div>o brasil era uma colonia portugusa&nbsp;<br><br>as dificudades ;estesao do litreral colonia  voltada para o oceano atletico </div>]]></description>
         <enclosure url="http://visit.rio/wp-content/uploads/2016/07/Artista_Jean_Baptiste_Debret_1768_1848_um_jantar_brasileiro_1827_aquarela_157_x_219_cm.jpg" />
         <pubDate>2021-12-07 11:50:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933298801</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 Franceses no Brasil Colonia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933303826</link>
         <description><![CDATA[<div>Os navegadores, não apenas portugueses, passavam pela região do Rio de Janeiro para se abastecer de agua Por isso, a região foi chamada de Aguada dos Marinheiros. Com o tempo, a presença dos franceses considerados piratas pela Coroa portuguesa, tornou-se mais frequente. Tal presença era uma evidência de que o rei francés questionava a divisão das terras da América entre Portugal e Espanha. As disputas pelas colónias da América promoviam intensos debates e conflitos diplomáticos entre os reinos europeus<br><br>Em 1534, a região da atual cidade do Rio de Janeiro, chamada de Guanabara, passou a fazer parte da Capitania de São Tomé. A tentati 12 de ocupação de suas terras por colonos portugueses provocou a Revolta dos Goitacazes, que dizimou o grupo trazido pelo donatário Tero de Gois<br><br>A presença de navios franceses era frequente na região. Os franceses conseguiram estabelecer boas elações com os indígenas tamoios, efetuando constantes trocas de mercadorias com os nativos. Entre os produtos mais procurados para troca estava o pau-brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-07 11:54:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933303826</guid>
      </item>
      <item>
         <title>França Antártica </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933305749</link>
         <description><![CDATA[<div>pricipais motivo&nbsp;<br><br>busca por riqueza&nbsp;<br>as perguiçoes religiosa na fraça</div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/_FK5QjE4gwZc/TO2bkA0iz0I/AAAAAAAAJfo/GsSyflhZYZ0/s400/histbr_francaAntartica1.jpg" />
         <pubDate>2021-12-07 11:55:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933305749</guid>
      </item>
      <item>
         <title>França Equinocial</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933310435</link>
         <description><![CDATA[<div>A chamada <strong>França Equinocial</strong> (1612-1615) se caracterizou pela tentativa de instauração de uma colônia francesa na parte norte dos territórios portugueses na América. Neste período fundaram o forte de São Luís, o qual originou São Luís, capital do Maranhão. Esta foi a segunda tentativa francesa de estabelecer uma colonização em território luso. A primeira delas (<a href="https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/franca-antartica/">França Antártica</a> [1555-1565]) ocorreu na Baía da Guanabara (Rio de Janeiro). Os principais objetivos dos franceses eram fortalecer as relações comerciais com os indígenas e conquistar territórios no Novo Mundo.</div><div>No contexto em que os franceses se apossam daquela região, esta não passava de uma possessão registrada nos mapas luso-espanhóis e fundamentado no <a href="https://www.infoescola.com/historia/tratado-de-tordesilhas/">Tratado de Tordesilhas</a> (1494). A maioria das <a href="https://www.infoescola.com/historia/capitanias-hereditarias/">Capitanias Hereditárias</a> (1534) haviam fracassado pouco tempo depois de seus estabelecimentos. O <a href="https://www.infoescola.com/historia/governo-geral-do-brasil/">Governo Geral</a>, instaurado nos idos de 1549 não dava conta da administração daquelas regiões. O norte era tido como verdadeiro sertão (lugar longínquo), onde diferentes nações europeias e indígenas empreendiam trocas comerciais em larga escala.</div><div>Entre fins do século XVI e início do século XVII, holandeses, franceses e ingleses estabeleceram <a href="https://www.infoescola.com/historia/feitoria/">feitorias</a> e dali trocavam manufaturas trazidas da Europa (machados, facões, contas, tesouras, espelhos, etc.) com produtos naturais extraídos da floresta (pau-brasil, papagaios, <a href="https://www.infoescola.com/mamiferos/sagui/">saguis</a>, peixes, <a href="https://www.infoescola.com/plantas/fruto/">frutos</a>, <a href="https://www.infoescola.com/plantas/semente/">sementes</a> oleaginosas, peles e penas de animais) e até cultivados pelos indígenas (algodão, tabaco, urucum, etc.). A região que compreende atualmente os estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte era tida como grande problema para a administração portuguesa, na época, com capital em Salvador (Bahia). Somava-se a estas questões, o enfraquecimento político de Portugal como resultado de sua anexação ao trono espanhol no contexto da <a href="https://www.infoescola.com/historia/uniao-iberica/">União Ibérica</a> (1580-1640).</div><div>Dadas as dificuldades de acesso luso e facilidade de comércio com os indígenas, os franceses empreenderam o estabelecimento colonial e a posse dos territórios indígenas no Maranhão. Com o patrocínio da Coroa Francesa, Daniel de La Touche e Charles des Vaux fundaram a França Equinocial. As trocas voluntárias que já se processavam a mais de um século com os nativos, foi substituída pelo domínio da terra e da mão de obra indígena pelos franceses. Um índio principal dos Tupinambás chamado de Momboréuaçu chegou a conclusão de que, semelhante aos portugueses, os franceses estavam começando a se fixar na terra, desrespeitar os costumes de seu povo e ainda por cima querendo-lhes escravizar. Os resultados desse empreendimento arriscado foi o despontar de grandes conflitos de caráter local com os grupos indígenas que não aceitavam tais medidas.</div><div>Em 1615, uma expedição luso-espanhola alcançou São Luís e empreendeu o processo de reconquista dos territórios. Liderados por Jerônimo de Albuquerque e Alexandre de Moura, os portugueses expulsaram os franceses e tomaram o Forte de São Luís. Aliados aos Tupinambás, empreenderam o processo de efetivação de territórios a oeste e fundaram, em 1616, o Forte do Presépio que deu origem à cidade de <a href="https://www.infoescola.com/geografia/belem/">Belém</a>, capital do Pará. Criaram o Estado do Maranhão, com administração independente do Estado do Brasil e estabeleceram uma relação direta com a metrópole que teve fim apenas com o processo de <a href="https://www.infoescola.com/historia/independencia-do-brasil/">Independência do Brasil</a> (1822). Assim, a tentativa francesa de estabelecer aquela colônia concorreu para a criação do Estado do Maranhão, uma outra colônia portuguesa na América, com administração e características próprias que a diferenciaram, inclusive em termos históricos, da outra colônia portuguesa chamada Estado do Brasil.</div><div>Referênci</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/imagens/imagem6_04.jpg" />
         <pubDate>2021-12-07 11:59:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933310435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13França Antártica (1555</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933312621</link>
         <description><![CDATA[<div>Os franceses, além do interesse por riquezas, também procuravam fugir das perseguições religiosas stas pelos católicos aos calvinistas na França.<br><br>Em 1555, um grupo de franceses, formado por aproximadamente 600 homens que ocupavam três desembarcou em terras atualmente brasileiras. Eles foram liderados por Nicolau Durand de Wegagnon (ou Villegagnon), um católico da Ordem dos Templários, e pelo Conde de Coligny, um hu guerote (calvinista francês). O grupo se estabeleceu, a princípio, na ilha de Serigipe, atualmente chamada deVillegaignon, onde foi erguido o Forte de Coligny. Os franceses se aliaram aos indígenas tamoios e permaneceram na região por 12 anos, até serem expulsos pelos portugueses e seus aliados tupis.<br><br>A Ordem dos Templários foi fun dada por monges em 1128, durante as Cruzadas, na cidade de Jerusalém.<br><br>O indígena Cunhambebe pertencia ao grupo tamoio. Os indígenas desse grupo viviam em conflito com os colonizadores portugueses.<br><br>Durante a ocupação francesa no Rio de Janeiro, assumiu o terceiro governador-geral, Mem de Să. Bleg ganizou uma frota armada para expulsar os remanescentes do grupo de franceses (cerca de 100 pesso que haviam ficado na Guanabara.<br><br>Pela primeira vez Mem de Sá se deparou pessoalmente com as dificuldades da con quista da Guanabara. No rochedo fortificado por Villegagnon "uma das mais fortes fortalezas da cristandade", com muita e formosa artilharia de metal e outra de ferro coado [fundido], munições e naus de remo para correr a costa, conforme descreveu, abrigavam-se 74 franceses, mais alguns escravos. [...] Em carta à corte, Nóbrega afir ma que eram oitocentos os índios que davam suporte aos franceses fora da fortaleza.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/6ca4f627a941c85ef3c12da3a3e3753d/images.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-07 12:00:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933312621</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13França Equinocial (1612-1615)Após o fracasso da França Antártica, em 1612, uma nova tentativa de ocupação, dessa vez na Capita do Maranhão, foi comandada por Jacques Riffault.A região do litoral do Maranhão era estratégica para os franceses, que interceptavam navios espanh carregados de metais preciosos que se dirigiam à Espanha. Os franceses eram frequentes na regiãnes nham contato amistoso com os indígenas Tupinambá. A França Equinocial foi caracterizada pela expl ção de pimenta, de canela, de madeiras nobres, além de outros produtos da região.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933315360</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1616, padres capuchinhos franceses chegaram à região com a missão de cristianizar os indígenas tupinambás. Os próprios capuchinhos levantaram a cruz onde foi construída a fortaleza chamada de São Luís, em homenagem ao rei francès Luis XIII.<br><br>Em 1616, os franceses da França Equinocial foram expulsos pelos portugueses. A necessidade da Metrópole de promover a ocupação do norte e nordeste da Colônia para evitar as invasões levou à fundação de povoados na região. Para isso, foram trazidos 200 colonos da ilha dos Açores.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-07 12:02:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933315360</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 HOLANDESES NO BRASIL COLÔNIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933326096</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Holandeses estiveram no Brasil por duas vezes , com o objetivo de se apoderar das regiões produtoras de Açúcar. Invadiram , primeiramente,a Bahia em&nbsp;1624, e 1624 e, depois Pernambuco em 1630, onde permaneceram por 24 anos</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-07 12:09:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933326096</guid>
      </item>
      <item>
         <title>holadesa do brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933340342</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>invasões holandesas no Brasil</strong> ocorreram quando os holandeses ocuparam territórios no Nordeste brasileiro no século XVII. Essa invasão estava diretamente relacionada com as questões diplomáticas envolvendo Portugal, Espanha e a própria Holanda naquele período. Os holandeses procuraram construir sua própria colônia na América ao se apropriar de uma das prin</div>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.natalrn.com.br/wp-content/uploads/2019/12/233-122023-historia-de-pernambuco2-invasao-holandesa-foto-reproducao-historia-hoje-gr.jpg" />
         <pubDate>2021-12-07 12:19:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933340342</guid>
      </item>
      <item>
         <title>o que sao braderante </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933380429</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><h1><br></h1><div><br>Os <strong>Bandeirantes</strong> empreenderam várias expedições denominadas de bandeiras. Estas reuniam indivíduos que iam aos sertões coloniais com a intenção de capturar indígenas para uso como mão de obra escrava. Nestas primeiras expedições, o armamento básico utilizado eram arco e flecha (mesmo poderio bélico de muitos indígenas que se intencionava capturar). Por conta de seus propósitos, muitas bandeiras se constituíram como verdadeiras expedições de apresamento. No contexto da <a href="https://www.infoescola.com/historia/uniao-iberica/">União Ibérica</a> (1580-1640), os bandeirantes ultrapassaram os limites do <a href="https://www.infoescola.com/historia/tratado-de-tordesilhas/">Tratado de Tordesilhas</a> (1494) e ampliaram os domínios portugueses na América.<br>Na segunda metade do século XVII, o contexto de crise econômica que assolou o Império Português na Europa e suas possessões ultramarinas na América e na África foi desencadeado por uma série de investidas de outras nações. Colônias na África foram tomadas pelos holandeses e o açúcar brasileiro enfrentava a concorrência do açúcar produzido nas Antilhas. Naquela situação, a Coroa portuguesa estimulou a procura por metais preciosos em suas colônias. As bandeiras somaram-se à expedições oficiais financiadas pela própria Coroa denominadas de Entradas. Mas quais eras suas diferenças?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-07 12:42:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933380429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>capitulo 14 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933491519</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Cap. 14: O objetivo central do Capítulo – expansão para o interior e mostrar as ações da coroa portuguesa que levaram ao rompimento do Tratado de Tordesilhas. Vimos no cap. Anterior, que este tratado havia sido contestado pelas coroas francesas e Holandesas.<br></strong><br></div><div><strong><br>Bandeirante:<br></strong><br></div><div><strong><br>Atividades<br></strong><br></div><div><strong><br>1ª Apresamento – Captura de Escravizados Fugidos; Indígena [Negros da terra];<br></strong><br></div><div><strong><br>2ª Prospecção – descobrir minerais. [ouros/prata]<br></strong><br></div><div><strong><br>Tipos de Bandeiras:<br></strong><br></div><div><strong><br>Bandeiras: Privadas – financiada pelo próprio bandeirante;<br></strong><br></div><div><strong><br>Entradas: públicas – financiadas pela coroa portuguesa.<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br>AS EXPEDIÇÕES MILITARES E MISSÕES JESUÍTICAS TAMBÉM FOMENTARAM A EXPANSÃO DA FRONTEIRA PORTUGUESA, PRINCIPALMENTE NA REGIÃO AMAZÔNICA.&nbsp;<br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-07 13:31:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933491519</guid>
      </item>
      <item>
         <title>capitulo 15</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933495511</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ap 15. A atividade mineradora se localizava no interior da colônia, no início Portugal havia achado pequenas jazidas de ouro, com isso a atividade mineradora não poderia se tornar a principal atividade econômica. Mas depois, em 1695 eles descobriram o ouro no interior do território. Em pouco tempo foram encontrados “estoques” de ouro em regiões que hoje são conhecidas como estado de Goiás e de Mato-Grosso. Em 1720 foram encontrados diamantes onde hoje se localiza Minas Gerais, quando a notícia da descoberta do ouro foi se expandiu e acabou se tornando uma corrida do ouro, e muitos comerciantes, dentre outros grupos, se mudaram para o interior para ver se podiam aproveitar da situação.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Portugal quando ficou sabendo da descoberta das minas estabeleceu meios de fiscalização para assegurar que os impostos estão sendo bem aplicado e para evitar o contrabando. Em 1702 Portugal estabeleceu uma lei, chamada: Intendência das Minas e promulgando o regimento das Minas de ouro, que como dito antes foi feita para fiscalizar a aplicação de impostos e evitar o contrabando de minérios. E depois para deixar ainda mais sob controle, Portugal aplicou as determinações do regimento das Minas das ouro, e segundo essas determinações toda exploração deveria ser feita por particulares, eles tinham que seguir da seguinte forma se o explorador&nbsp;</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://img.quizur.com/f/img5d3269f5485910.93894140.png?lastEdited=1563585039" />
         <pubDate>2021-12-07 13:32:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1933495511</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 UNIAO IBÉRICA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936956443</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>No periodo entre 1580 e 1640, a Colônia brasileira ficou sob o dominio espanhol. Esse período foi chamado de União Ibérica. A causa da união de Portugal e Espanha foi a morte do rei português D. Sebastião de Avis. Em 1578, o rel portu guês chegou ao Marrocos com suas tropas para combater os mouros em nome da fé cristã e dos interesses de Portugal na região. Na batalha de Alcácer-Quibir, os portugueses foram derrotados pelos muçulmanos e D. Sebastião morreu aos 24 anos de idade, sem deixar herdeiros diretos.<br><br>União Ibérica<br><br>MORAIS, Cristóvão de. Dom Sebastião de Portugal 1574. 1 óleo sobre tela, color. 100 cm x 85 cm Musa Nacional de Arte Antiga, Portugal<br><br>Filipe II, rei da Espanha, que tinha parentesco pela linha materna com a família monárquica portuguesa, conquistou o trono e em 1580 se tornou rei também de Portugal e de todo o Império português, onde reinou com o título de Felipe I.</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-08 23:09:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936956443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 CAMPANHIA DA INDIAS OCIDENTAIS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936960089</link>
         <description><![CDATA[<div>Em decomència da União ibérica, a Holanda, que era par cela da Colonia brasileira no refino e na distribuição do açú car na Europa, foi excluida de sua participação comercial. Em virtude da guerra de independència holandesa, a Coroa espanhola proibiu a participação dos ho nos negocios luso-brasileiros. A Holanda, então, deu inicio ao processo de ocupação da região a da Colonia brasileira.<br><br>A ocupação holandesa do Brasil Colônia foi organizada pela Companhia das Indias Ocidenta da em 1621. A ocupação era uma ação comercial, que visava ao lucro, mas era também parte da k holandesa ao dominio espanhol.<br>Em Amsterdã, em 1624, foi publicado um folheto chamado Motivos porque a Companhia das Ocidentals deve tentar tirar ao rei da Espanha a terra do Brasil. Nele, o autor defendia a ocupação do Colonia pelos holandeses da seguinte maneira:<br><br>Embora a terra do Brasil seja maior do que toda a Alemanha, França, Inglaterra, Espanix B cia, Irlanda e os dezessete Países Baixos juntos, e embora os portugueses se tenham fixado boas quatrocentas milhas ao largo das costas maritimas, sendo eles milhares em número.com ha apenas dois lugares mais importantes do mesmo pais, isto é, a Bahia e Pernambuco 口<br><br>Desta terra do Brasil, podem anualmente ser trazidas para cá e aqui vendidas ou distribus 60 mil caixas de açúcar. Estimando-se as mesmas atualmente em uma terça parte de acticar co uma terça parte de açúcar mascavado e uma terça parte de açucar panela, e avaliando-se c caixa em quinhentas libras de peso, poder-se-ia comprar no Brasil, sendo estes os preços com nese pais, o açúcar branco por oito vinténs, o mascavado por quatro e o panela por dos vi de libra, e revender respectivamente por dezoito, doze e oito vintens a libra [... ter-se in um b de apximadamente 53 toneladas de ouro.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-08 23:14:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936960089</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936960747</link>
         <description><![CDATA[<div>Maurício de Nassau governou a Nova Holanda em nome da Companhia das Índias Ocidentais, Como muitos donos de engenhos abandonaram a região, Nassau possibilitou a compra desses engenhos, forme cendo empréstimos aos colonos. Contudo, a partir de 1642, o comércio do açúcar não mais rendia os lucros almejados pela Holanda. Diante do prejuízo, a Companhia pressionou o pagamento dos financiamentos dados aos senhores de engenho e determinou o retorno de Maurício de Nassau para a Holanda, pois con siderou que sua administração não atendia a seus interesses mercantis.<br><br>Em 1645, teve início uma revolta contra a presença dos holandeses na Colônia brasileira, liderada pelos senhores de engenho, descontentes com a atuação da Companhia. Tal revolta foi chamada de Insurreição Pernambucana. Pressionados por terra, pelos senhores de engenho que organizaram milícias, e por mar, por uma esquadra portuguesa, os holandeses se renderam.<br>Observe esta imagem. Trata-se do detalhe de uma pintura maior, datada do século XVIII. Representa a visão de um artista&nbsp;<br><br>pernambucano, anônimo, sobre uma das Batalhas de Guararapes. A vitória do exército que lutava pelo Império português garantiu o fim da Nova Holanda.<br><br>Foram duas as Batalhas de Guararapes, ambas travadas no Monte dos Guararapes, em Pernambuco. Uma ocorreu em 1648 e a outra, em 1649, entre colonos brasileiros e lusitanos contra os holandeses.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/6afcefdc1811de0064c0db7c3083db55/images__1_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-08 23:15:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936960747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPIUTO 13 QUILOMBOS E A RESISTÊNCIA AFRICANA A ESCRAVIDÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936971747</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde a captura na Africa até o cotidiano de trabalhos forçados no Brasil, as formas de resistência dos africanos à escravidão foram frequentes. Entre elas, as fugas para o interior das matas em lugares próximos arios. Nesses lugares, os africanos e seus descendentes formavam agrupamentos sociais, chamados de quilombos" ou "mocambos".<br><br>Um dos maiores que existiu no Período Colonial foi o Quilombo de Palmares, que estava localizado na Capitania de Pernambuco. O nome Palmares deriva do fato de a região ter muitas palmeiras.<br><br>Palmares se originou entre as décadas de 1580 e 1590, quando em torno de 40 escravizados fugidos de uma fazenda se abrigaram na mata. Durante a ocupação holandesa, o caos na região favoreceu a fuga de escravizados, que se dirigiram para esse quilombo. Além de africanos e afrodescendentes, viviam em Palmares indígenas e mestiços.<br>A principal atividade de Palmates era à agricultura o e da mandioca. Na religiosidade, vigorava um como com elementos de crenças africanas, indi se também do catolicismo popular.<br><br>Older de Palmares foi Zumbi. O nome, de origem banta provavelmente está relacionado ao termo umb designação que os povos africanos dessa agem davam às lideranças militares e religiosas.<br><br>Muitas expedições foram contratadas por senhores engenho para invadir Palmares e recuperar cravizados fugitivos. Foi somente entre 1692 e 1695 que sob a liderança de um bandeirante paulista Domingos Jorge Velho expedições localizaram Palmares, atacaram-na e assassinaram seu líder, Jumbi, numa emboscada. Jorge Velho recebeu como compensa um quinto do valor total dos escravizados que seriam recuperados com a tomada de Palmares pelo seu trabalho"<br><br>Palmares não foi o único nem o último quilombo a existir durante o período do Brasil Colonial. Muitos ou Bus surgiram, nas atuais regiões de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Pará e também no Sul da Colônia. Ainda ta atualidade, comunidades quilombolas lutam por us direitos sobre a terra de seus antepassados.<br>Havia intercâmbio econômico entre os quilombolas e as pessoas da comunidade. Além do cotidiano, as mulheres tinham importante função social. Leia o texto a seguir e saltia mais a respetos assunto. Depois, responda às questões propostas<br><br>[..] varias regiões da Colônia conviveram com quilombos, Isolados como Palmares ou treen nas periferias das vilas e cidades, agressivos ou pacificos, reunindo gente de diferentes ens credo. O que lhes importava era resistir, e, para isso, a presença de laços de solidariedade de t rentesco, assim como a vivência de práticas religiosas, foi muito importame Lacos de am ligavam comerciantes e aquilombados, permitindo aos últimos ter acesso a armas alimentos au informações capazes de garantir-lhes a sobrevivência ante seus perseguidores. as mulheres lombolas destacaram-se na&nbsp;<br><br>manutenção material de suas comunidades, zelando pelo supan de alimentos, confeccionando roupas e utensilios para uso doméstico. Cabia-lhes cuidar de mo e de animais domésticos, assim como preparar a comida. [...] Preparavam-lhes amuletos e banitos de ervas, ofereciam sacrificios rituais e dominavam as propriedades das plantas medicinals capaces de debelar doenças e curar ferimentos. Acompanhavam os quilombolas em caçadas ou enfrenta mentos com temidos capitães do mato e, então, exerciam função de apoio ao conduzir polven armamentos, assim como levando e trazendo recados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/ef4ae550ec4091c2a86aa551d1be5cb1/images__2_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-08 23:28:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1936971747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 13 GUERRAS NA FRANÇA E NA HOLANDA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937005434</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto franceses e holandeses buscaram se instalar no Brasil Colônia, a Europa passava por conflitos egiosos, dentro do contexto da Reforma Religiosa.<br><br>Na França, em 1562, deu-se a Batalha de Dreux, entre católicos e huguenotes (protestantes calvinistas). Considera-se que esse conflito inaugurou as guerras religiosas na Europa. De acordo com as versões sobre acontecimento, fiéis calvinistas, que se encontravam em orações em um templo, foram dizimados por dem do proprietário das terras, o Duque de Guisé.<br>As provincias do norte (entre as quals a Holanda), que faziam parte dos Paises Baixos, passavam por acon lecimentos semelhantes, nos quais questões religiosas se misturavam a questões politicas e econômicas A região estava sob jurisdição da Espanha e, em meados do século XV, buscou sua independência e liberdade religiosa, pois havia se convertido ao calvinismo. A Holanda declarou a sua indepen dência da Espanha em 1581, mas esse processo resultou em um conflito que se estendeu por 80 anos Apenas em 1648 a Holan da conquistou a sua autonomia. Outras regiões dos Países Baixos, como as provincias que formam. a Bélgica, mantiveram-se ligadas à Espanha. Esse conflito fez parte da Guerra dos Trinta Anos, mas essa será Outra história.</div><div>As provincias do norte (entre as quals a Holanda), que faziam parte dos Paises Baixos, passavam por acon lecimentos semelhantes, nos quais questões religiosas se misturavam a questões politicas e econômicas A região estava sob jurisdição da Espanha e, em meados do século XV, buscou sua independência e liberdade religiosa, pois havia se convertido ao calvinismo. A Holanda declarou a sua indepen dência da Espanha em 1581, mas esse processo resultou em um conflito que se estendeu por 80 anos Apenas em 1648 a Holan da conquistou a sua autonomia. Outras regiões dos Países Baixos, como as provincias que formam. a Bélgica, mantiveram-se ligadas à Espanha. Esse conflito fez parte da Guerra dos Trinta Anos, mas essa será Outra história.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/92d304b80b0dcba3a7c25053d7e156e3/images__3_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-09 00:01:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937005434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 14 BRASIL COLONIAL EXPANSÃO PARA O INTERIOR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937017399</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o século XVI, o interior da Colônia era pouco conhecido pelos colonizadores. Observe a imagem a seguir, que reproduz uma expedição bandeirante, e todos os detalhes que a compõem.<br>Viage pitoresca e historica ao Brasil [entre 1834 e 1839)<br><br>O cinema e as séries para a televisão estão repletas de exploradores que, em nosso mundo ou em outras s galáxias, vão em busca do desconhecido.<br><br>Na história do Brasil Colônia, tivemos os bandeirantes, que se embrenharam pelo interior do território. colegas, analise a obra de Debret acima<br><br>Com os<br><br>• Paisagem<br><br>● Vestimentas<br><br>• Armamentos<br><br>Os motivos que levaram esses desbravadores a partir rumo ao desconhecido serão estudados neste capítulo.<br>Conceituar as bandeiras, destacando os motivos que levaram ao processo de expandingas interior da Colónia<br><br>Compreender a importância das "drogas do Sertão para a exploração do norte da Colle Identificar as etapas e as caracteristicas da atividade pecuária no Brasil Colonial<br><br>• Compreender a importância dos tropeiros no processo de interiorização da Colònia<br><br>• Analisar as ações dos jesuitas na Colónia. • Relacionar as reduções jesuiticas à colonização do interior do atual território brasileiro,<br><br>Compreender as divergencias entre os missionários e os colonos em relação a questão indyma</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/bc0fa4ce4456a664c779b843107fced3/images__4_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-09 00:13:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937017399</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 14BANDEIRANTES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937032364</link>
         <description><![CDATA[<div>As bandeiras foram expedições que partiram geralmente de pontos próximos ao litoral e adentra umno interior da Colônia em busca de riquezas<br><br>São Vicente foi um dos pontos de partida das bandeiras rumo ao interior da Colônia. Com a de movimento da lavoura açucareira no nordeste da Colônia, todo o interesse da Metrópole estava otado para a região produtora de açúcar. Dessa forma, as vilas que ficavam mais ao sul, como São cente Piratininga e Santo André da Borda do Campo, sofreram com a falta de recursos e com o abandono das autoridades portuguesas.<br>Os bandeirantes partiam para o inte com armas e munição, alimentos e gumas poucas mudas de roupas. Leva am o que conseguiam carregar, ou seja, o que era estritamente necessário para a sobrevivência<br><br>Algumas expedições também levavam sementes para organizar roças em locais de parada. A medida que avançavam no terreno desconhecido, iam descobrindo nos, plantas, diferentes aves e animais e ainda lam travando contato com povos Indigenas até então desconhecidos. Em alguns momentos, esses contatos foram violentos e causaram mortes entre os dois grupos,<br><br>Os bandeirantes partiam para o interior em busca de indígenas destinados ao tra balho escravo, de metais preciosos, como couro e a prata, pedras preciosas e plantas medicinais.<br><br>Alguns historiadores classificam as bandeiras em períodos de acordo com a riqueza que os bandeirantes buscavam. Entretanto, é importante salientar que o ouro e a prata sempre foram os produtos mais almejados.<br>Essas expedições possibilitaram o co<br><br>nhecimento de grande parte do interior<br><br>• A imagem retrata dois bandeirantes abaixados, saciando a sede em uma poça de água, enquanto um terceiro se apoia sobre o mosquete que car rega. Os indígenas, um deles amarrado, aparentam vigor físico<br><br></div><div>da Colônia. Tal conhecimento foi conquis do com grande esforço, pois as expedições podiam durar muitos anos. A expedição de Antônio Rapo Tavares, por exemplo, partiu de São Paulo em 1647, percorrendo uma grande extensão até chegar à resta Amazônica. Ele retornou a São Paulo em 1650, após ter percorrido cerca de 12 mil km.<br><br>As Bandeiras vieram a se constituir num fator importante na configuração das fronteiras, especial mente porque se dirigiram rumo às áreas desabitadas do interior do Brasil, pelas quais nunca se haviam interessado os espanhóis em termos de colonização efetiva, voltados como estavam para a região da nineração andina. Constrangidos a realizarem as Bandeiras pela carência de recursos da terra, a qual ão tinham motivos para se prender, os paulistas dos primórdios acabaram por favorecer o surgimento e uma ideologia que muito ajudaria a classe dominante regional do futuro, a ideologia da iniciativa ivada, do espírito empreendedor e indomável e da autossuficiência que "não é conduzida, conduz<br><br>Pelo espirito aventureiro e pela coragem, por ter contribuido para a expansão territorial da Colònia, os anderantes são considerados por muitos como heróis. Entretanto, a atuação deles também contribuiu pro apresamento e a dizimação de muitos povos indígenas.<br><br>As expedições dos bandeirantes paulistas, feitas por iniciativa própria, nada custavam ao erário portu Os indios arrebanhados eram vendidos no mercado de escravos, tornando-se o grande negocio de a casta de gente que buscava avidamente o enriquecimento.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/468814d7783df5f4d6827cf52e21a551/images__5_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-09 00:25:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937032364</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 14 DROGAS DO SERTÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937035641</link>
         <description><![CDATA[<div>A denominação drogas do Sertão era atribuída a determi nados produtos explorados no interior da Colônia e que, na Europa, eram considerados especiarias.<br><br>Produtos como canela, guaraná, castanha-do-pará, pau -rosa, pau-cravo, cacau, cravo e urucum eram algumas das especiarias extraídas principalmente da Região Amazônica. Esta passou a ser mais conhecida após a expedição promo vida pelo militar português Pedro Teixeira em 1637, que per correu a bacia do Rio Amazonas.<br><br>Franceses, ingleses e holandeses praticavam o contrabando na Região Amazônica, fato que levou o gover no português a determinar a construção de fortes ao longo do Rio Amazonas. O primeiro deles foi o Forte do Presépio, que deu origem à cidade de Belém (1616), seguido pelo Forte de São José do Rio Preto (1669), que deu origem à cidade de Manaus. Os portugueses buscavam obter maior vigilância e controle sobre o território.<br><br>Por causa da grande presença indígena, padres jesuítas e carmelitas se estabeleceram na região para explorar as drogas do Sertão, muitas delas usadas como remédios pelos indígenas. Diferentemente de outras regiões do Brasil Colônia, onde prevaleceu o trabalho de africanos e seus descendentes, na Região Amazónica predominou a escravidão dos indígenas, que nada ou muito pouco recebiam por seu trabalho.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 00:28:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937035641</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 14 CRIAÇÃO DE GADO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937047411</link>
         <description><![CDATA[<div>As primeiras cabeças de gado bovino foram trazidas para a Colônia por Martim Afonso de Sousa em 1532. Tomé de Sousa, primeiro governador-geral, também incentivou a criação de gado, transportando muitas reses a Salvador.<br><br>O gado era criado nos engenhos de açúcar e complementava a atividade açucareira, ao servir de sustento para os moradores do latifúndio, fornecendo leite e carne. Além disso, era usado para movi mentar a moenda, puxar os carros que levavam a cana cortada até os galpões onde seria processada e transformada em pães de açúcar. O couro dos animais era utilizado para a fabricação de alforjes, de roupas, de calçados, de peças de mobiliário e para a confecção de malas. Nestas eram depositadas as caixas com os pães de açúcar para a travessia do Atlântico (as malas de couro evitavam que a umidade estragasse o produto).<br><br>A criação de gado na Colônia foi uma atividade econômica secundária, ligada à exploração de alguma riqueza de maior interesse para a Metrópole. Ela esteve atrelada à produção de açúcar, no nordeste da Co lônia, e à extração de minérios, na região de Minas Gerais.<br><br>E no Nordeste? Desde a década de 1530, com a instalação das capitanias hereditárias, começara a lenta expansão da pecuária. Devagarzinho, manadas baianas, imensas e silenciosas,&nbsp;<br>percorreram léguas e léguas do território brasileiro, espelhando-se pela região do São Francisco e dai para o Piauí, Goiás e Mato Grosso. Dos engenhos de Pernambuco passaram ao Ceará. O sertão, significan o na época as terras apartadas do litoral, era o palco dessa ocupação.<br><br>Com o crescimento dos rebanhos, as áreas agricultáveis de cana foram prejudicadas. Assim, em 1701, a Coroa portuguesa, por meio de uma carta régia, determinou que a criação de gado deveria ocorrer a uma dstância de dez léguas do litoral. Com isso, houve a separação dessas duas atividades econômicas.<br><br>O estabelecimento de uma fazenda de criação de gado exigia muito menos investimento que um en penho. Bastava erguer os currais e buscar regiões de pastagens abundantes. No nordeste da Colônia, as fa endas se localizavam às margens do Rio São Francisco, pois este fornecia a água, o pasto e o sal (essencial para a alimentação do gado) das terras que margeavam o rio. Os peões geralmente eram homens livres que tinham a possibilidade de formar seu próprio rebanho. Apesar do uso de trabalhadores escravizados, ales eram menos frequentes que nos engenhos.<br><br>Com o crescimento dos rebanhos, as áreas agricultáveis de cana foram prejudicadas. Assim, em 1701, a Coroa portuguesa, por meio de uma carta régia, determinou que a criação de gado deveria ocorrer a uma dstância de dez léguas do litoral. Com isso, houve a separação dessas duas atividades econômicas.<br>O estabelecimento de uma fazenda de criação de gado exigia muito menos investimento que um en penho. Bastava erguer os currais e buscar regiões de pastagens abundantes. No nordeste da Colônia, as fa endas se localizavam às margens do Rio São Francisco, pois este fornecia a água, o pasto e o sal (essencial para a alimentação do gado) das terras que margeavam o rio. Os peões geralmente eram homens livres que tinham a possibilidade de formar seu próprio rebanho. Apesar do uso de trabalhadores escravizados, ales eram menos frequentes que nos engenhos.<br>Após o gado engordar, era conduzido até as vilas e as feiras. Pelo trajeto percorrido pelos rebanhos, foram surgindo povoados. Durante o século XVII, a criação de gado difundiu-se rapidamente no nordeste da Colonia, indo para o sul no início do século XVIII..</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076596058/a35c1d635283a7ff04dceab8fd3b02ca/images__6_.jpeg" />
         <pubDate>2021-12-09 00:37:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937047411</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 14 MISSÕES E REDUÇÕES JESUITICAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937059431</link>
         <description><![CDATA[<div>Os jesuitas tiveram participação importante desde o início da colonização portuguesa.<br>No Brasil, o primeiro grupo, liderado por Manuel da Nobrega, chegou em 1549, na comitiva de Tome de Souza, primeiro governador-geral. A introdução da Companhia no Brasil não antecedeu somente à das demais ordens regulares, mas também a fundação na Bahia do primeiro bispado, em 1551. Aos lhes garantir, assim, o monopólio das atividades de conversão do gentio, patenteava-se a confiança depositada nos jesuitas pelos monarcas portugueses.<br>Também denominados Soldados de Cristo, os<br>O padre Manuel da Nóbrega pertencia à Ordem da Companhia de Jesus, criada por Inácio de Loyola em 1534. Os jesuítas se transformaram em referência na educação, na criação dos primeiros colégios e na formação das missões para os indigenas.<br>Que tal aprender como era uma missão jesuíta? Consulte o materi<br>jesuitas eram treinados para atuar na conversio de povos pagios em vários continentes Esti veram na China, na in dia e no japão atuando na catequização e na pacificação dos povos asiáticos</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 00:46:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937059431</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPÍTULO 14 A ATUAÇÃO DOS JESUÍTAS NO BRASIL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937065311</link>
         <description><![CDATA[<div>A atuação dos jesuítas no Brasil se destacou na luta pela proteção dos indígenas contra a escravização pelos colonizadores e bandeirantes. O modelo estabelecido pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta buscava respeitar a cultura Indígena, exceto as práticas da antropofagia e da poligamia. Assim, os jesuitas foram para o interior da Colônia, onde formaram as missões ou reduções jesuíticas.<br>A atuação dos jesuítas no Brasil<br>Nessas aldeias, os indígenas eram ca tequizados e aprendiam a tocar instru mentos musicais, utilizar novas técnicas de trabalho agrícola e de produção de artesanato.<br>Os indígenas trabalhavam na produção de farinha e outros produtos, que eram co mercializados pelos jesuítas com os colonos. Era frequente que os indígenas fossem cedi dos temporariamente para auxiliar no traba ho dos engenhos.<br>Muitas das missões foram atacadas e destruídas pelos bandeirantes que bus cavam apresar os indígenas das missões, pois estes estavam "pacificados" e acostu mados ao trabalho dos colonizadores.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 00:50:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937065311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 14 A RESISTÊNCIA DOS INDÍGENAS A ESCRAVIDÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937069542</link>
         <description><![CDATA[<div>Considera-se que as indigenas sofreram várias modificações na stia condição com a chegada dos colo<br>nizadores. Entre 1500 e 1530, os indigenas foram utilizados como mão de obra no trabalho na extração da pau-brasil. Para a realização desse trabalho, eles recebiam objetos de metal, como machados e facões, além de adereços, chamados de bugigangas. A partir da década de 1530, com o inicio efetivo da colonização.o. indigenas foram capturados para o trabalho escravo.<br>Eles resistiram à imposição do trabalho escravo pela querra e pela fuga. O fato de terem dominio do território, pois o conheciam bem, diferentemente dos colonizadores, foi também uma vantagem no pro cesso de fuga.<br>Os jesuítas atuaram ainda com o objetivo de coibir a escravização dos indigenas, embora eles mesmos agissem no sentido de educa-los para a fe crista e para o trabalho no modelo europeu.<br>As missões jesuíticas no Brasil de alguma forma contribuiram para desestabilizar o modo de existência indigena. Isso porque, onde elas foram instaladas, os nativos se tornaram sedentários, o que facilitava sua captura pelos bandeirantes. A escravização e as doenças trazidas pelos colonizadores contribuíram para a redução da população indígena.<br>Contudo, foi o interesse dos portugueses no estabelecimento do tráfico de africanos, negócio bastante rentável, que influenciou a Metrópole a estimular o tráfico da mão de obra de africanos escravizados. Em 1600, havia 16 mil africanos escravizados no Brasil, que foram trazidos inicialmente das ilhas da Madeira e dos Açores. Em 1630, essa população já era de 60 mil.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 00:54:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937069542</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 14 GUERRA DOS TRINTAS ANOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937075002</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do século XVII, a Europa vivia o conturbado e tenso ambiente da Contrarreforma (ou Reforma Católica), que procurava restaurar o domínio de Roma na Europa Central. Na mesma época, reis e prín cipes buscavam afirmar seu poder perante os súditos. Tratava-se do absolutismo monárquico. Foi nesse ambiente que ocorreu a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648).<br>Guerra dos Trinta Anos<br>O estopim que desencadeou o conflito foi um episódio conhecido como Defenestração de Praga. Nobres luteranos da região da Boêmia (atual República Tcheca) estavam revoltados com as arbitrariedades do imperador do Sacro Império Romano Germânico, que era católico. Por isso, invadiram o castelo do governo em Praga e jogaram pela janela (defenestraram) dois católicos. O episódio adquiriu dimensões continentais, pois envolveu também a França e a Espanha.Os dois religiosos católicos foram lançados do alto de uma janela, mas, como sobreviveram, eles consideraram que foram salvos por Deus.<br>Durante a guerra, milhares de pessoas morreram em decorrência da fome, dos assassinatos, das pilha gens e das epidemias. Considera-se que a mortalidade proveniente da Guerra dos Trinta Anos só pode ser comparada àquelas resultantes das grandes guerras do século XX. Como não existiam exércitos nacionais, os mercenários foram amplamente utilizados e, muitas vezes, eles mudavam de lado. Os mosquetes, que tinham que ser recarregados após cada tiro, foram o armamento mais empregado, demonstrando uma tendência crescente nas guerras a partir de então: o uso de armas de fogo.<br>Com a Espanha enfraquecida pela guerra, Portugal acabou se beneficiando e reconquistou sua inde pendência e sua colônia na América, pondo fim à União Ibérica (1580-1640).<br>A Paz de Westfália estabeleceu que Holanda e Suíça teriam autonomia política e religiosa. Além disso, determinou que os católicos e os protestantes desfrutariam dos mesmos direitos no Sacro Império Romano Germânico.<br><br>Os moradores de serra-acima - como cram chamados os habitantes de São Paulo, Taubaté, Itu e Sorocaba foram descritos, da seguinte forma no século XIX, pelo historiador Joaquim Felício dos Santos: "Cegos pela ambição, arrostavam os maiores perigos, não temiam o tempo, as estações, a chuva, a seca, o frio, o calor, os animais ferozes, répteis que davam a morte quase instantânea, e mais que tudo o indomito e vingativo indio antropólago, que lhes devorava os prisioneiros, e disputava-lhes a terra no palmo a palmo, em guerra renhida e encarniçada. Muitas vezes viajavam por esses desertos, descuidados e imprevidentes como se nada devessem recear. Para eles, não ha via bosques impenetráveis, serras alcantiladas, rios caudalosos, precipícios, abismos insondáveis. Se não tinham o que comer, roiam as raízes das árvores; serviam-lhes de alimento os lagartos, as co bras, os sapos, que encontravam pelo caminho, quando não podiam obter outra alimentação pela caça ou pesca; se não tinham o que beber, sugavam o sangue dos animais que matavam, mascavam folhas silvestres ou frutas acres dos campos. Já eram homens meio bárbaros [...]. Os paulistas eram tudo isso e eram mais: homens de negócios, nômades, guerreiros violentos. Dos índios que caça vam e matavam e com quem também se uniam em laços de sangue, herdaram o amor, a liberdade, o domínio da natureza e as técnicas de guerrilha. Dos antigos conquistadores portugueses, legaram o gosto pela aventura levada com destemor e uma grande dose de imprudência.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 00:58:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937075002</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 BRASIL COLONIAL SOCIEDADE MINERADORA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937081101</link>
         <description><![CDATA[<div>Os escravos tinham que trabalhar curvados, de frente para seu capataz, de forma a penetrar o cascalho nos alguidares e atirar para fora o referido cascalho enquanto apanhavam dia mantes. Tinham que trocar de lugares, frequentemente, uns com os outros a fim de impedir o encontro de diamantes que pudessem ter escondido num monte de pedra ou na terr<br><br>Compreender as principais mudanças que ocorreram na Colônia com a descoberta das jazidas de metais preciosos na Região das Minas.<br><br>&nbsp;Identificar as principais características da economia mineira.<br><br>Identificar as formas de fiscalização das minas e os impostos&nbsp;<br><br>estabelecidos por Portugal. • Analisar a organização do trabalho nas&nbsp;<br>regiões de mineração.<br><br>Relacionar a conjuntura externa à forma como se deu a exploração do ouro no Brasil..<br><br>Um dos principais objetivos dos reinos europeus ao promoverem as Grandes Navegações no século XV foi a busca por metais preciosos. Quando os portugueses chegaram às terras brasileiras, a procura por metais era constante. O fato de não terem encontrado metais preciosos em quantidade foi um dos motivos que retardou o inicio da colonização do território. Apenas em 1530 os portugueses decidiram colonizar o Brasil.<br>A possibilidade de cultivar a cana-de-açúcar, produto que se adequava às condições de clima e solo da Colônia, permitiu a colonização portuguesa. A Colônia fiscalizava a exportação e a tributação desse produ to. Outras atividades econômicas, contudo, geravam riquezas na Colônia. Fora dos engenhos, os colonos produziam em pequenas terras, formando roças de mandioca, criavam o gado, dedicavam-se ao artesana to, à carpintaria ou a pequenas fundições, onde produziam o ferro. Uma camada de pessoas dedicadas ao comércio atuou nas trocas entre as vilas e as cidades da Colônia.<br>No fim do século XVII, porém, essa realidade mudou, quando bandeirantes encontraram ouro na região central do Brasil. Com a descoberta do ouro, a Coroa portuguesa agiu de forma mais efetiva na fiscalização dos tributos. A mineração também teve grande importância na ocupação e na colonização do território brasileiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:02:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937081101</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 ECONÔMIA MINERADORA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937085541</link>
         <description><![CDATA[<div>No fim do século XVI, os portugueses já haviam encontrado algumas pequenas jazidas de ouro nas terras brasileiras. Elas, no entanto, não eram gran des o suficiente para fazer da mineração a principal atividade econômica da Colônia. Em 1695, a desco berta de ouro no interior do território, na região do atual estado de Minas Gerais, mudou essa situação.<br>Pouco tempo depois, foram encontrados gran des depósitos do minério em regiões que atualmen te pertencem aos estados de Goiás e Mato Grosso Na década de 1720, foram encontrados diamantes também na região da Capitania das Minas Gerais<br>Observe no mapa ao lado a localização das fon tes de extração de minério no Brasil Colonial.<br>A notícia da descoberta de minérios resultou em uma "corrida do ouro" na Colônia, em direção à Região das Minas. Comerciantes, escravizados, indi genas, senhores de engenho, aventureiros, religio sos, ricos e pobres se deslocaram de outros lugares da Colônia para essa região.<br><br>A Capitania das Minas Gerais foi criada pela Coroa portuguesa em 1720 Esse nome advém do fato doutros na região havia grande quantidade de minas, e não só de ouro, mas também de pedras preciosas e outros minérios<br>Na Metropole portuguesa, a notícia também provocou intensa movimentação de pessoas, a ponto de se afirmar que "meio Portugal já se fora. O rei português temia perder todos os jovens do Reino, que se aventuravam para a Colônia em busca de riquezas, conforme é possível perceber pelo texto a seguir.<br>A noticia das novas descobertas nas Minas atraiu um grande número de pessoas de di ferentes regiões do Brasil e de Portugal. Vilas inteiras do Reino ficaram despovoadas. [...] Segundo alguns historiadores, entre os anos de 1705 e 1720 aproximadamente de 3 mil a 4 mil portugueses e estrangeiros chegaram à região aurifera. Outros autores afirmam que mais de 10 mil pessoas deixavam Portugal anualmente a caminho do Brasil.<br>O rei de Portugal, alarmado com a perda de mão de obra produtiva, promulgou um de creto que determinava somente ser permitida a viagem para o Brasil a quem tivesse um pas saporte emitido pela Coroa. A lei não conseguiu impedir totalmente o processo migratório clandestino, mas houve com essa medida uma redução no número de pessoas que desembar cou nos portos brasileiros.<br><br>Em meados do século XVIII, a Colônia brasileira se tornou a maior produtora de ouro do mundo. Portugal, enfim, pôde des frutar da mesma sorte da Espanha, que nos séculos XVI e XVII extraiu grande quantidade de metais de suas colônias.<br>Na Europa, era comum que as moedas fossem confeccionadas em ouro ou prata. A quantidade de ouro brasileiro era tanta que Portugal emitiu uma das moedas de maior peso no mundo. Trata-se do dobrão de 20 mil réis, que pesava 53,78 gramas.<br><br>De vilas e cidades como São Vicente, São Paulo e Taubaté, levas de homens começa ram a se deslocar em direção aos vales e serras mineiros, deixando para trás mulheres velhos e crianças. As pequenas localidades mudavam de ritmo; os engenhos e lavouras entravam em hibernação. No comércio, no artesanato e na produção agrícola, mulheres começavam a substituí-los, tentando animar o resto da vida urbana que sobrara. Inúme ras delas ganhavam a vida e sustentavam famílias. Faziam de tudo: eram agricultoras, lavadeiras, costureiras, tintureiras, doceira<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:05:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937085541</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 IMPOSTOS SOBRE O OURO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937122160</link>
         <description><![CDATA[<div>A Coroa portuguesa, assim que soube da descoberta das minas, tratou de estabelecer melos, como leis, para regulamentar e fiscalizar a extração dos metais preciosos. Dessa maneira, procurava assegurar -se do recebimento dos impostos, além de evitar o contrabando.<br>Com tais objetivos, em 1702, foi estabelecida a Intendência das Minas e promulgado o Regi mento das Minas de Ouro, que regulava a fiscalização sobre a extração de minérios e a cobrança dos impostos. Nesse mesmo ano foram também aplicadas as determinações do Regimento das Minas de Ouro, que orientava a forma de exploração das minas.<br>Segundo essas determinações, tal exploração deveria ser feita por particulares. Eles tinham de pro ceder da seguinte forma: sempre que encontrassem uma nova reserva de ouro, precisavam comunicar o fato à Intendência. Esta tratava de fiscalizar a região e dividi-la em datas, espécies de terrenos. Assim, duas datas eram concedidas a quem houvesse descoberto a mina, enquanto uma ficava para a Coroa (que normalmente a leiloava aos interessados em explorá-la). As demais eram distribuídas por meio de um sorteio a outros interessados. Somente poderiam participar do sorteio, porém, homens que<br><br>tivessem ao menos 12 escravizados, o que limitava a exploração dessas minas a pessoas que já pos sulam um determinado capital.<br>A Coroa portuguesa estabeleceu um imposto com base no número de trabalhadores, escravizados our livres, que trabalhassem nas minas. Esse imposto era chamado de capitação. Os donos das datas eram obrigados a recolher a capitação sobre o número dos escravizados que trabalhavam para si e os trabalhadores livres tinham que recolher individualmente esse imposto, que se tornou bastante ques tionado pelos mineiros. Leia no texto as razões pelas quais a capitação não era aceita por eles.<br>Os 16 anos de vigência do sistema de capitação constituiram um dos períodos consi derados de maior arrocho tributário da Colônia. Além das sobretaxas, ele incidia sobre todos e quaisquer escravos, forros e a população de baixa renda, tornando-se odioso. A capitação não era um imposto equitativo. Apesar de ser limitado ao mercado de tra balho, sobrecarregou o minerador cujos escravos nem sempre eram bem-sucedidos na extração.<br><br>Após a extinção da capitação, um dos principais impostos cobrados pela Coroa portuguesa era o quinto, assim denominado porque a quanti dade de ouro entregue em imposto deveria ser equivalente a 1/5 do metal extraido. Como eram particulares que faziam a exploração das jazidas, a Coroa portuguesa lucrava com o pagamento de impostos sobre o total de ouro explorado.<br>Para garantir que a quantidade de metal paga em imposto seria realmente de 1/5 sobre o metal encontrado, a Coroa portuguesa proibiu, em 1719, a circulação do ouro em pepitas pela região das minas e criou as Casas de Fundição.<br><br>Dessa maneira, todo o ouro explorado deveria ser levado até elas para ser fundido em barras, processo durante o qual já era retirado o equivalente ao quinto que deveria ser pago como imposto.<br><br>Do termo quinto vom a expressão quinto dos infernos<br><br>Para evitar prejuízos com o desvio do<br>ouro contrabandeado, em 1759 a Coroa portuguesa resolveu mudar sua estraté gia quanto à arrecadação de impostos. Assim, em vez de determinar que fosse entregue 1/5 de todo o metal encontra do a ela, estabeleceu a quantidade míni ma de 100 arrobas anuais como imposto a Portugal. Caso a arrecadação não che gasse a esse valor, a Coroa se reservava o direito de efetuar a cobrança dos impos tos à força, utilizando-se da violência, se fosse necessário. Esse ato ficou conheci do como Derrama. Muitos mineiros não gostaram das novas medidas adotadas pela Coroa portuguesa, fator que levou a muitas revoltas nas regiões de garimpo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:28:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937122160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 O CONTRABANDO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937136414</link>
         <description><![CDATA[<div>A despeito do forte controle que a Coroa portuguesa buscou estabelecer sobre a Capitania das Minas Gerais, era muito comum as pessoas encontrarem formas de contrabandear o metal. Desse modo, impedia-se que ele passasse pelo controle do governo e fosse sujeito ao pagamento do imposto. Não ape nas os mineiros eram suspeitos de contrabando, mas também os escravizados. Estes eram constantemente acusados de esconder ouro e pequenas pedras em partes de seus corpos, como o cabelo e a boca, para que seus donos não as encontrassem. O objetivo deles era conseguir comprar a sua alforria (liberdade).<br>Esconder ouro e pedras preciosas dentro de imagens religiosas foi uma das principais formas que as pessoas encontraram para contrabandear ouro e pedras preciosas. Essas imagens ficaram conhecidas, então, como "santos do pau oco".<br><br>A desconfiança de que os padres faziam o contrabando de minérios, além do fato de que as orders religiosas tinham isenção de imposto, ou seja, poderiam explorar os minérios sem pagar os tributos, fez com que a Coroa portuguesa tomasse medidas contra elas. A esse respeito, ela o texto a seguir, que narra as medidas tomadas pela Coroa portuguesa para manter os religiosos afastados da Região das Minas.<br>Empregando os poderes de administradores da Igreja, criou um regulamento próprio para a nova capitania das Minas Gerais, proibindo os jesuitas, até então os favoritos para executar as ta relas reals, de nela se instalaren. Diante de tanto ouro, achou melhor manter afastados não só os<br><br>inacianos, mas também outras ordens regulares. Tanto os jesuítas como os carmelitas, franciscanos e beneditinos recebiam do rei franquias de imunidade tributaria e fiscal, que costumavam transferir para as Ordens Terceiras.<br><br>A descoberta das minas de ouro e diamantes mudou o eixo econômico do Brasil Colônia. Em 1763, a capi tal da Colônia passou a ser o Rio de Janeiro, pois seu porto ficava mais próximo para escoar a produção aurifera e para promover o abastecimento da Região das Minas. Assim, a cidade do Rio de Janeiro transformou-se em um porto de recebimento e redistribuição de mercadorias para prover a intenso povoamento dessa região.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:34:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937136414</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 O GARIMPO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937156493</link>
         <description><![CDATA[<div>primeiro momento, a maior parte do puro encontrado no Brasil estava no leto dos rios, mis arela e ao cascalho. De acordo com alguns cronistas, era possivel Tipanhar grãos de ouro com as nis Chamado de ouro de aluvião sun exploração era até simples, sendo normalmente feita utilizando uma batela que, mergulhada no rio, voitava carregada de ouro e cascalho Com movimentos circulares<br>Eram dela retiradas a água e a areia e, em seu interior, permaneciam o Cascalho e our mais pesados. O minerador, en a retirava o cascalho com as mãos, e o qua se houvesse permanecia no fundo do equipamento Havia também metal precioso no in à<br>terior das terras próximas aos nos e nas encostas de montanhas, em reservas chamadas de lavras. Nesse caso, a explo ação era um pouco mais complicada e exigia maior número de trabalhadores, una técnica mais apurada, equipamen tos e a utilização de produtos químicos Esse tipo de extração foi feita pelos gran des investidores e não pelos pequenas ventureiros do ouro". Além disso, a es cavação da terra destruia a camada de vegetação que havia em sua superficie, gerando transtornos ambientais nas re gibes exploradas. Nos primeiros anos de exploração aurifera, houve grande extra ção do ouro de aluvião, pois demandava menor investimento. Com o tempo, con tudo, o ouro que restou estava no interior das montanhas e sua extração era econo micamente pouco lucrativa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:42:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937156493</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 O TRABALHO NAS MINAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937163209</link>
         <description><![CDATA[<div>As condições de trabalho dos escravizados eram extremamente insalubres, o que favorecia o desenvol vimento de várias doenças, como infecções pulmonares, disenterias, malária, além de acidentes.<br>Além de ter que enfrentar as aguas geladas nas quais entravam pelas dez da manhã e saíam por volta das trés, "pelo frio insuportável", escravos eram obrigados a mergulhar para buscar o cascalho em águas profundas. Eles submergiam, levando uma haste com um anel de ferro e um saco na ponta no qual recolhiam areia. O conteúdo era colocado em canoas e em seguida levado para as margens para ser beneficiado<br><br>Além do trabalho nas minas, os escravizados, geralmente, eram obrigados a executar outras atividades.<br><br>Por lei, os escravos tinham os domingos e os dias santos para cultivar suas roças, mas há muitos indícios de que os senhores insistíam que seus escravos trabalhassem como carrega dores ou no cultivo de suas propriedades nesses días. Os senhores cortavam os custos deixan do de fornecer o sustento adequado aos escravos ou dando-lhes comida apodrecida. Muitas doenças eram provocadas pela venda de carne de porco estragada aos escravos depois que os brancos se recusavam a comprá-la.<br><br>Assim, a perspectiva de vida de um escravizado, após iniciar o trabalho nos garimpos nas minas, era ainda mais baixa do que a dos escravizados que viviam nas regiões em que a atividade predominante era a agricultura. Considera-se que um escravizado vivia, em média, 7 anos após iniciar o trabalho nas minas.<br>Muitos escravizados que trabalhavam nas minas fugiram para os inúmeros quilombos que se formaram na região da Capitania das Minas Gerais. Outros conseguiram comprar a sua alforria (liberdade). Esta última ocorria quando seu dono lhe dava algumas pedras de ouro como prêmio pela produtividade. Na maioría das vezes, contudo, os escravizados conseguiam esconder alguma pequena pepita, arriscando-se a receber as severas punições decorrentes de tal prática.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:46:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937163209</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 SOCIEDADE MINERADORA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937182843</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade que se formou na Região das Minas era marcada pelo dinamismo. Os povoados, que con centraram um grande número de pessoas, necessitavam de uma série de serviços e produtos. No início da mineração, as crises de fome atingiram os mineiros, que na corrida pelo ouro se dirigiram a uma região que não tinha condições de prover alimentos para tantas pessoas.<br>Com o intenso povoamento dos colonos nas regiões minerado ras, povoados, vilas e cidades se formaram.<br><br>O povoamento a que nos referimos aqui é exclusivamente o dos colo nos. A região da Capitania das Minas Gerais era povoada pela população indigena que ali vivia, com destaque para os Caiapo e os Bororo<br><br>Entre elas, destacam-se Vila Rica (atual Ouro Preto), Sabará, Mariana, Diamantina e São João del-Rel. Nessas vilas, as construções seguiam o traçado da região, com suas ladeiras e inclinações.<br><br>Os oficios de carpinteiro, ferreiro, ourives, boticário e estalajadeiro permitiam ganhos ex pressivos, e o setor de serviços era igualmente dinâmico. Ser "vigia de canoas", ou seja, controlar diretamente o trabalho de quem minerava, impedindo roubos, era outra atividade prestigiada. Até corretor imobiliário existia nas cidades do ouro, assim como a inventiva agiotagem. [...] A fé também era excelente negócio: pagavam-se quatro gramas de ouro para comungar e dois gramas para não comungar. O batismo valia quatro gramas e o casamento, onze.<br><br>Em documento de 1780, Instruções para o governo da capitanía de Minas Gerais, um magis mrado afirmava que os "vadios, que em outra parte seriam prejudiciais, são ali uteis" pois, além de trabalho nas minas, realizavam diversas tarefas essenciais à colonização cultivavam roças de subsistencias, ingressavam nas expedições, que avançavam pelo sertão; eram recrutados para o trabalho em obras públicas, integravam milicias particulares, que inclufam feitores e capitães do mato, e mesmo corpos militares a serviço dos interesses da Coroa, caçando quilombos e alargando fronteiras coloniais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 01:57:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937182843</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAPITULO 15 BARROCO MINEIRO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937198159</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora as pessoas mais população vivessem em fazendas, a vida social na Região das Minas con centrou-se nas cidades. Elas eram locais de residência, dos negócios e das festas comemorativas. Nelas ocorreram manifestações culturais notáveis no campo das artes, das letras e das músicas.<br><br>Entre os vários artistas que surgi ram nas cidades da Região das Minas, Aleijadinho tornou-se o mais conhecido. Ele teria vivido em Vila Rica por volta dos anos de 1730 e 1814. Durante sua vida, crio de arte, como esculturas em pedra-sabão or talhe de imagens em obras arquitetônicas, interior de igrejas. Seu estilo era o Barrocc Europa no período.<br><br>O Barroco e um estilo artistico surgido na Euro pa no século XVI, predominante em reinos católi cos. Nas artes plásticas, caracterizou-se pelo rico detalhamento das obras e pela valorização das ex pressões humanas O Barroco mineiro apresentou algumas características especificas em razão de ter se desenvolvido no interior da Colônia e ainda con tar com a influência dos diversos povos que forma ram a população colonial.<br>Além do Barroco, outro movimento artístico que influenciou os artistas mineiros do século XVIII foi o Rococó. Este surgiu na França na primeira década do século XVIII e pretendia ser uma reação à sun tuosidade do Barroco. Caracterizou-se pela leveza, delicadeza e sensualidade. Preferia retratar temas leves e sentimentais, cheios de linhas curvas, cores claras e assimetria.<br><br>Note que, no medalhão central do teto da Igreja de São Francis co, Mestre Ataide representou a Virgem Maria cercada de anjos<br><br>Corria o ano de 1697 quando os moradores de São Paulo assistiram uma cena inusitada: depois de chegar pelo caminho que vinha de Santos, um governador-geral do Brasil subiu a ladeira do Car mo e instalou-se na última vila. Na última ocasião em que isso acontecera vivia-se o ano de 1560, o governador era Mem de Sá e a sede da vila era ainda o arraial de João Ramalho, com o nome de Santo André. Ao longo de 137 anos, os governadores-gerais comportavam-se como caranguejos, mal arranhando o litoral. Apenas uns poucos funcionários dessa instância central haviam passado alguns dias na vila.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-12-09 02:04:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/dougrondom/hjru37kje4734k6e/wish/1937198159</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
