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      <title>Blocos econômicos by Aline vieira</title>
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      <description>Criado com extravagância</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-06 10:54:25 UTC</pubDate>
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         <title>México</title>
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         <description><![CDATA[<div>A participação do México no Nafta é diferente se comparada à dos outros dois membros, pois existem muitas diferenças socioeconômicas entre ele e os Estados Unidos e Canadá.<br><br></div><div><br>O Nafta (Acordo Norte-Americano de Livre Comércio) ou Área de Livre Comércio das Américas, é um bloco econômico que integra três países da América do Norte: Estados Unidos, Canadá e México. O bloco entrou em vigor em 1994.<br><br></div><div>O México, se comparado aos outros dois integrantes, está bem distante em várias questões, pois Estados Unidos e Canadá exercem funções bastante importantes no cenário mundial, especialmente os EUA - maior potência econômica, militar e política.<br><br></div><div>Há uma grande diferença socioeconômica entre os integrantes do Nafta, pois o México responde por apenas 5% do PIB (Produto Interno Bruto) gerado pelo bloco, sem contar que a qualidade de vida da população mexicana está bem abaixo dos padrões norte-americano e canadense; estes países apresentam IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) elevado. O México enfrenta problemas típicos de países subdesenvolvidos, como favelas, desemprego, marginalização, criminalidade, falta de oportunidades, entre outros. O PIB norte-americano é superior ao do México cerca de 17 vezes.<br><br>O México ingressou no Nafta a partir de uma manobra dos Estados Unidos e do Canadá, que tinham o objetivo de instalar suas empresas em território mexicano e usufruir de benefícios fiscais, mão de obra barata, matéria-prima, etc. Além disso, os Estados Unidos pretendiam fixar os mexicanos em seu país, diminuindo a incidência de entrada ilegal de imigrantes. Com a entrada de investimentos, a economia do país pode crescer e dar origem a novos postos de trabalho e oportunidades, assim, a população mexicana não precisará buscar uma nova vida no país vizinho.<br><br></div><div>Para que o México sobressaia no bloco é necessário superar uma série de problemas de caráter socioeconômico, uma vez que seus parceiros possuem economias consolidadas e suas empresas conseguem colocar produtos com preços e qualidade que sufocam qualquer empresa mexicana. Sem contar a forte influência norte-americana dentro do bloco, que busca sempre satisfazer seus interesses. &nbsp;<br><br>Arthur Jorge- 301<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Suécia</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Suécia é um membro da União Europeia (UE) desde janeiro de 1995 e também membro de muitas outras agências internacionais e organizações, incluindo as Nações Unidas, o Conselho Europeu e o Conselho Nórdico, entre outros.</div><div>A Suécia ultrapassa muitas das nações da UE em tamanho, ficando em terceiro lugar em termos de área, mas com uma população de pouco mais de 1 milhões de pessoa. Amplamente rural, embora densamente povoada nas ‘áreas urbanas’, que têm essa definição independente na Suécia contabilizando apenas 200 pessoas, ao contrário dos números mais comumente aceitos na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que afirma ser 50,000 o número de pessoas que constitui uma área urbana.&nbsp;</div><ul><li><strong>Moeda</strong>: coroa sueca SEK. A Suécia comprometeu-se a adotar o <a href="https://ec.europa.eu/info/business-economy-euro/euro-area/euro/eu-countries-and-euro/sweden-and-euro_en">eur</a>o assim que preencha as condições necessárias para o fazer.</li></ul><div>Ana Clara Gomes 301<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:37:06 UTC</pubDate>
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         <title>Canada</title>
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         <description><![CDATA[<div>Canadá no USMCA(Antigo NAFTA)<br><br>USMCA&nbsp;é uma sigla em inglês que indica&nbsp;United States – Mexico – Canada Agreement. Em Português, Acordo&nbsp;Estados Unidos&nbsp;–&nbsp;México&nbsp;–&nbsp;Canadá, iniciado em 2017 e assinado em 2018.<br>A fim de&nbsp;modernizar o antigo acordo&nbsp;existente entre os três países da&nbsp;América do Norte: Canadá, Estados Unidos e México, o atual presidente dos Estados Unidos propôs algumas mudanças em relação ao comércio entre os países. A ideia é incentivar zona de livre comércio entre os membros mediante uma nova versão. O principal objetivo do USMCA é&nbsp;incentivar a zona de livre comércio&nbsp;entre os países membros, desenvolvendo as economias e facilitando a comercialização de bens e serviços. Não há no Nafta como também&nbsp;não há no USMCA a livre circulação de pessoas&nbsp;como ocorre em blocos econômicos como a&nbsp;União Europeia.<br><br>Lembrando que o USMCA NÃO passa por cima da legislação de cada país, e cada um dos 3 países possui uma moeda diferente, como no caso do Canadá, que sua moeda é o Dólar Canadense.<br><br>☆ O que muda?<br><br>No caso do Canadá:<br>O setor agropecuário do&nbsp;Canadá abrirá o mercado, diminuindo as barreiras, especialmente do setor de laticínios. O governo estadunidense alegava que as altas tarifas cobradas na importação era prejudicial ao comércio entre os países.<br><br>O&nbsp;Canadá é considerado um país desenvolvido, tanto do ponto de vista da economia – com um PIB&nbsp;per capita&nbsp;superior a 52 mil dólares em 2012 – quanto do ponto de vista do desenvolvimento humano – com um IDH de 0,902 em 2013, o oitavo maior do mundo. No que se refere à participação desse país no USMCA, sua atuação ocorreu no sentido de ampliar o seu mercado em relação aos Estados Unidos.<br><br>Atualmente cerca de 80% de tudo o que o Canadá exporta vai para os EUA, com destaque para matérias-primas. Suas principais manchas industriais encontram-se ao sul de seu território, em um claro direcionamento para a economia e o mercado consumidor estadunidenses. A relação de dependência dos canadenses é tão grande que não é raro ouvir por parte de analistas econômicos e até da população que o Canadá nada mais é do que uma “colônia” ou “extensão territorial” dos Estados Unidos.<br><br>Daniel Colen - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:41:01 UTC</pubDate>
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         <title>Alemanha</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Alemanha é um dos países fundadores da União Europeia e empenha-se pela coesão da Europa, mesmo em épocas difíceis. Nenhum país na Europa tem mais vizinhos que a Alemanha. Ela tem fronteiras com nove países, oito dos quais fazem parte da União Europeia. Desde 2013, a UE é composta por 28 Estados.<br><br>Nenhum país na Europa tem mais vizinhos que a Alemanha. Ela tem fronteiras com nove países, oito dos quais fazem parte da União Europeia (UE). A integração europeia forma para a Alemanha as bases da paz, da segurança e do bem-estar. Apesar da retirada da Grã-Bretanha no final de janeiro de 2020, o desenvolvimento e o fortalecimento da integração europeia continua sendo a tarefa central da política externa alemã, mesmo sob condições complexas e marcadas por diversas crises.<br><br>O projeto histórico da UE, iniciado no começo da década de 1950, abrange hoje cerca de 446 milhões de cidadãos da União Europeia em 27 países membros. A política alemã para a Europa estabeleceu-se em todas as etapas da unificação europeia como força motriz e participou ativamente na moldagem do crescimento conjunto da Europa, após o fim do conflito Leste-Oeste.<br><br>Como a mais forte economia nacional da UE, a Alemanha possui uma responsabilidade especial, sobretudo nas fases de transformação econômica e social. Isso já ficou patente durante a crise financeira e de endividamento. Os países do euro instituíram um fundo de salvação, o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE). Em estreita parceria com a França e os outros países membros, o governo federal alemão deseja continuar a fortalecer e reformar a Zona do Euro.<br><br>GUILHERME SILVA PEREIRA 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:41:55 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) é a união aduaneira composta por quatro países-membros – Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil.<br>O embrião do processo integrador na América Latina remonta aos anos 60 do século XX, quando foi criada a ALALC (Associação Latino Americana de Livre Comércio) e aos anos 80, quando surgiu a ALADI (Associação Latino Americana de Integração). Nesta década, Brasil e Argentina iniciam conversações e assinam acordos bilaterais (Declaração de Iguaçu – 1985 e o Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento – 1988) visando incrementar o comércio entre si e criar um mercado maior, aberto aos países que quisessem dele participar.<br>Diante disso, Paraguai e Uruguai passam a integrar o grupo em 1991 a partir da assinatura do Tratado de Assunção, criando assim o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul). O papel do Brasil no MERCOSUL é, portanto, cada vez mais integrador. Contudo, é incontestável sua posição de líder, maior economia do bloco, em função de suas características econômicas, populacionais, geográficas etc. É importante perceber que a posição de líder aumenta a responsabilidade do Brasil na condução e na sobrevivência do MERCOSUL.<br>Aliado à característica integradora, o Brasil, a partir do MERCOSUL, demarca definitivamente a América do Sul como sua área de influência político-econômica. Reforça, ainda, a posição a favor do multilateralismo para fazer frente à posição norte-americana e à tentativa de implementação da ALCA (ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS).<br><br>Rafael 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:42:52 UTC</pubDate>
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         <title>Colômbia</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Colômbia faz parte do grupo dos Estados Associados ao Mercosul, cujo os países membros são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os Estados Associados são aqueles membros da ALADI (Associação Latino-Americana de Integração) com os quais o Mercosul subscreve acordos de livre comércio, e que posteriormente solicitam ser considerados como tais. Os Estados Associados estão autorizados a participar nas reuniões de órgãos do Mercosul que tratem temas de interesse comum. Além da Colômbia, o Chile, Equador e Peru também fazem parte dos Estados Associados. Isso foi muito bom para a Colômbia, já que, por fazer parte de tal bloco econômico, foi possível estimular suas economias e trocas comerciais, mas não possuem as mesmas vantagens que os membros.<br>Júlia 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>BRASIL NO BRICS </title>
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         <description><![CDATA[<div>BRICS é a sigla referente à um bloco composto pelo Brasil, pela Rússia, Índia, China e África do Sul; esses são países que se destacaram no cenário mundial pelo rápido desenvolvimento e crescimento econômico. Até o momento, os maiores avanços do BRICS foram no setor da saúde, no qual o Brasil é uma das maiories referências. O próposito é que os países se ajudem a desenvolver cada vez mais, nas áreas da saúde, infraestrututa, energia, finanças, etc. Atualmente, são detentores de mais de 21% do PIB Mundial, sendo o grupo de países que mais crescem. Além disso, representam 42% da população mundial, 45% da força de trabalho e o maior poder de consumo do mundo.<br>CÍNTIA 301&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Unido</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Reino Unido é um país da <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Europa/481251"><strong>Europa</strong></a> ocidental. É formado por quatro partes (também chamadas muitas vezes de países): <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Inglaterra/481229"><strong>Inglaterra</strong></a>, <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Esc%C3%B3cia/482469"><strong>Escócia</strong></a>, <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Pa%C3%ADs-de-Gales/482822"><strong>País de Gales</strong></a> e <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Irlanda-do-Norte/482065"><strong>Irlanda do Norte</strong></a>. Seu nome completo é Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. Também é chamado de Grã-Bretanha. A capital do Reino Unido é <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Londres/481766"><strong>Londres</strong></a>, no sudeste da Inglaterra. O país tem 66.436.000 habitantes (estimativa de 2018) e área de 242.500 km<sup>2</sup>.<br><br>O reino unido oficializou sua saída da união europeia em 31 de janeiro de 2020, embora os impactos so foram sentidos a partir do inicio do ano de 2021, e que podem ser destacados em quatro pontos<br><br>Fim da livre circulação: será possível continuar viajando sem visto, mas apenas para estadias curtas.</div><div>- Vistos para trabalho: o Reino Unido implementará um novo sistema baseado em pontos, e a União Europeia aplicará as regras para países fora do bloco.</div><div>- Saída do mercado comum: não haverá tarifas adicionais entre exportações e importações, mas serão impostos controles de segurança na alfândega que podem atrasar a troca fluida de mercadorias.</div><div>- Exceções: as considerações acima não se aplicam à Irlanda do Norte ou a europeus e britânicos com residência oficial e regularizada no Reino Unido e na União Europeia.<br> Joao augusto 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:44:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bolívia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Incorporação da Bolívia como membro pleno do MERCOSUL.&nbsp;<br>&nbsp; O&nbsp;Mercosul (Mercado Comum do Sul) é um bloco econômico bastante importante para a América Latina,&nbsp;o qual tem países membros e países observadores.&nbsp;Formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e outros países, foi criado oficialmente em 1991, na tentativa de aumentar a oferta de emprego e renda, melhorar a produtividade e intensificar as relações econômicas entre as nações.<br>&nbsp;O Estado Plurinacional da Bolívia assinou o Protocolo de adesão ao&nbsp;Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), em&nbsp;Brasília.<br>&nbsp;O ato foi efetuado na plenária da&nbsp;48° Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados. &nbsp;O ingresso da Bolívia reafirma a consolidação do processo de integração da América do Sul, com base no reforço mútuo e convergência dos diferentes esforços e mecanismos sub-regionais de integração.<br>Também, abre novos espaços para o comércio, a integração produtiva e os investimentos.<br>O Estado Plurinacional da Bolívia, gradualmente adotará o acervo normativo do MERCOSUL, o mais tardar, quatro (4) anos a partir da entrada em vigor do Protocolo.<br>Nesse mesmo período, adotará a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), a Tarifa Externa Comum (TEC) e o Regime de Origem do MERCOSUL.<br>ANA LUIZA BORGES PÊGO - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Chile</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É um dos país associados no Mercosul. <br><br>O <a href="http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/negociacoes-internacionais/132-acordos-dos-quais-o-brasil-e-parte/1820-acordos-mercosul-chile-ace-35">Acordo de Complementação Econômica n.º 35</a> entre o Mercosul e o Chile foi assinado na Argentina em junho de 1996 e internalizado no Brasil através do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1996/D2075.htm">Decreto n.º 2075/96</a>.</div><div><br>O Acordo tem entre seus objetivos o estabelecimento de uma área de livre comércio entre as Partes; criação um espaço econômico ampliado, o qual facilite a circulação de bens e serviços e a plena utilização dos fatores produtivos; promoção, complementação e cooperação econômica, energética, científica e tecnológica.<br><br>Gabrielle Xavier </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>Argentina (Mercosul) - Hariel, 301.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Argentina é um membro pleno do Mercosul, ou seja, um dos seus fundadores. Ao longo dos anos em que fez parte do bloco, a Argentina aderiu a diversos projetos, como a Área de Livre Residência com direito ao trabalho, o Grupo de Trabalho Binacional, que definiu métodos de integração e criação do mercado comum entre as Nações, entre outros no que se refere a Protocolos, acordos internacionais e de avanço no que se refere à livre circulação de cidadãos pertencentes aos países que compõem o bloco. Em 2020 a Argentina demonstrou interesse em deixar o Mercosul alegando que deveria se preocupar primeiramente com os seus problemas e crises internas, mas logo voltou em seu pronunciamento dizendo que permaneceria, embora participando com menos intensidade e força nas decisões e futuros projetos do bloco. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:46:53 UTC</pubDate>
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         <title>Uruguai</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir da Assinatura do Tratado de Assunção, em 1991, o Uruguai, juntamente com Argentina, Brasil e Paraguai, tornou-se um membro pleno do Mercosul e desde então vem contribuindo para esse bloco econômico. É o menor dos integrantes do bloco, mas o que apresenta maior liberdade econômica, e visando aumentar essa liberdade o Uruguai recentemente (no dia 07/07/2021) anunciou que irá começar a negociar e fazer acordos comerciais isolados com países de fora do bloco, o que preocupou os demais membros do Mercosul.<br><br>ANITA CARVALHO MURTA 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Finlândia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta inserida na União Europeia (<strong>UE</strong>) que é o bloco economico e político europeu formado por 28 países. A Finlândia se encaixa dentro do grupo dos 19 outros países que utilizam o Euro como moeda, e formam, assim, a <strong>Zona do Euro</strong>. Os demais países possuem moeda própria.<br>A Finlândia aderiu à ONU em 1955, à OCDE em 1969, à União Europeia em 1995 e desde o início, faz parte da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Zona_Euro">Zona do Euro</a>. O país foi classificado como o segundo mais "estável" do mundo, depois da Dinamarca, em uma pesquisa baseada em indicadores sociais, econômicos, políticos e militares.O país teve um atraso relativo no seu processo de industrializçao, permanecendo como um país essencialmente agrário até os anos 1950. Posteriormente, o desenvolvimento econômico foi rápido e o país atingiu um dos melhores níveis de renda e qualidade de vida do mundo já na década de 1970.<br><br>É uma república parlamentar. O chefe de governo é o primeiro-ministro e o chefe de Estado o Presidente. A administração central está localizada em Helsínquia e a administração local é assegurada por 311 municípios. O país está dividido em 19 regiões e 70 sub-regiões. A região mais pequena, Åland, é um arquipélago autónomo que fica no sudoeste do país. Cerca de metade da população autóctone Sami (também conhecidos por lapões) vive na região de Lappi (Lapónia), a região mais a norte da Finlândia.<br><br>Em 2018, os principais setores da economia finlandesa foram a indústria transformadora, a administração pública, a defesa, a educação, a saúde e os serviços sociais, e o comércio grossista e retalhista, os transportes e os serviços de alojamento e restauração.<br>Das exportações finlandesas 59% destinam-se a outros países da UE (Alemanha, Suécia, Países Baixos). Das exportações para o exterior da UE, 7 % destinam-se aos Estados Unidos e 6 % à Rússia.<br>No que diz respeito às importações, 70 % provêm de países da UE (Alemanha – 17 %, Suécia – 16 %, Países Baixos – 9 %). Das que provêm de países terceiros, destacam-se as importações provenientes da Rússia (14 %) e as da China (3 %).<br><br>Anna Luiza Xavier 301<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:47:26 UTC</pubDate>
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         <title>Espanha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Espanha teve sua adesão à União Europeia homologada em 1 de janeiro de 1986 e adota a moeda do bloco econômico, o euro.<br>Por estar dentro do bloco econômico, o país possui livre circulação das mercadorias, capitais e pessoas entre os países-membros.<br>É o quarto país mais populoso da UE, logo possui grande importância e influência sob o bloco.<br>O Membro da Comissão Europeia designado por Espanha é Miguel Arias Cañete, Comissário da Ação Climática e Energia.<br>Em 2018, os principais setores da economia espanhola foram o comércio grossista e retalhista, os transportes, os serviços de alojamento e restauração (23,9 %), a administração pública, a defesa, a educação, a saúde e os serviços sociais (18,0 %), e a indústria transformadora (17,7 %).<br>66 % das exportações espanholas destinam-se a outros países da UE (França – 15 %, Alemanha – 11 %, Itália – 8 %). Das exportações para o exterior da UE, 4 % destinam-se aos Estados Unidos e 3 % a Marrocos.<br>A Espanha tem 59 deputados no Parlamento Europeu.<br>A Espanha também comunica com as instituições europeias através da sua representação permanente em Bruxelas. Enquanto «embaixada de Espanha na UE», a sua principal tarefa é assegurar a defesa dos interesses e a prossecução das políticas do país a nível da UE, de forma tão eficaz quanto possível.<br><br>JOÃO VICTOR GUIMARÃES - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>África do Sul</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – é um grupo que foi formado inicialmente pelos quatro primeiros países classificados por suas “economias emergentes”. As cinco nações representam cerca de 23% do PIB mundial e ocupam 26,46% da área total da terra, onde vivem 42,58% da população do planeta.&nbsp;<br><br>Cenário Geral<br>Os encontros iniciaram em 2006 de modo informal. Em 2009 os encontros passaram a ser anuais, ao passo que a importância do grupo foi ganhando proporção.&nbsp; Em 2011 a África do Sul passou a fazer parte do agrupamento.<br><br>A cooperação dos BRICS acontece em diferentes pautas. No âmbito de representações econômicas como o G20, FMI e Banco Mundial, formularam propostas de reformas das estruturas de governança financeira global, segundo o Ministério das Relações Exteriores, com o objetivo de aumentar o peso destes países na economia mundial.&nbsp;<br><br>Um dos projetos em destaque do grupo é o Novo Banco de Desenvolvimento – criado para ser uma alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional. O banco opera em linhas de financiamento para desenvolvimento dos países dos BRICS e demais países pobres e de economia em desenvolvimento.<br><br>Parceiro estratégico<br>Com exceção da África do Sul, os demais países dos BRICS estão entre as dez maiores potências econômicas do mundo.<br><br>Mesmo assim, o país africano apresentou nos últimos anos taxas de crescimento acima da média global e muito potencial estratégico para o desenvolvimento do grupo, já que conta com mais de 1,2 bilhão de consumidores, dos quais cerca de 350 milhões migraram para a classe média. A estimativa é que em 2050 o número de “consumidores” salte para 2,5 bilhões de pessoas.<br><br>No caso brasileiro, a aproximação econômica com África do Sul resultou em resultados positivos para a política de comércio exterior. Em contrapartida, o país africano recebeu investimentos de empresas brasileiras para o desenvolvimento de obras de infraestrutura e industrialização. Parcerias com a África do Sul significam uma porta de entrada com os demais países africanos, fator que pode diversificar os parceiros econômicos.<br><br>Maior economia da África<br>África do Sul lança campanha para reforçar isolamento | Destinos<br>Para o professor de geografia do Explica Mais, Márcio Martins, os recursos naturais são importantes para o crescimento econômico do país africano, mas apresentam aspectos positivos e negativos.<br><br>A abundância de recursos (destaque para a extração de carvão, cobre, manganês, ouro, cromita, urânio, ferro e diamantes) representa possibilidades, no entanto, do ponto de vista econômico, a concorrência com outro país, como o Brasil e a falta de investimentos para o desenvolvimento tecnológico colocam a África do Sul em desvantagem.<br><br>O setor terciário ou de serviços para o turismo, e o secundário (indústria química, petroquímica, alimentícia, equipamentos de transporte, siderúrgica, máquinas, equipamentos agrícolas e metalúrgica) são os mais expressivos na economia do país.&nbsp;<br><br>Por outro lado…<br>Mesmo sendo a principal economia do continente africano, a economia da África do Sul sofreu oscilações nos últimos anos e apresentou significativas quedas. Crises políticas e escândalos de corrupção afetaram a economia do país: com PIB de 296 bilhões em 2009, a queda vertiginosa diminui o PIB para 368 milhões em 2018. Com esse cenário, a promessa de que o país alcançaria o status de potência emergente junto aos demais países do BRICS não se concretizou.<br><br>Aline- 301 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Portugal assinou o Tratado de Adesão à Comunidade européia em Junho de 1985 e entrou na CEE a partir de 1º de Janeiro de 1986, passando a dar prioridade total à sua integração. Em primeiro lugar, permitiu consolidar a democracia portuguesa que, entre 1974 e 1986, passara por uma grande instabilidade política e por acrescidas dificuldades econômicas decorrentes dos exageros revolucionários. Em segundo lugar, os benefícios decorrentes da integração funcionaram como "alavanca do desenvolvimento econômico", o que permitiu a redução da taxa de inflação para níveis históricos e a melhoria das condições de vida dos portugueses. Por fim, Portugal encontra-se entre os Estados-membros menos desenvolvidos da UE. Ele está à frente da Grécia, mas apenas tendo em consideração alguns indicadores.<br>Bruna Losqui 301<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Índia</title>
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         <description><![CDATA[<h1>A coordenação entre Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) iniciou-se de maneira informal em 2006, com reunião de trabalho entre os chanceleres dos quatro países à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.<br>Desde então, o acrônimo, criado alguns anos antes pelo mercado financeiro, não mais se limitou a identificar quatro economias emergentes. O BRIC passou a constituir mecanismo de cooperação em áreas que tenham o potencial de gerar resultados concretos aos brasileiros e às populações dos demais integrantes.&nbsp;<br><br></h1><h1>O PAPEL DA ÍNDIA NO GRUPO DOS BRICS</h1><ul><li>A Índia foi a única a manter as taxas de crescimento elevadas atingindo até 9% ao ano.</li></ul><div><br>Dentro deste grupo, a Índia merece destaque pela produção de manufaturas - ainda que em menor proporção que os chineses – e principalmente pelo desenvolvimento do setor de serviços, desde os mais especializados e que exigem maior qualificação da mão de obra até os <em>call</em> <em>centers, </em>em que a fluência na língua inglesa é o maior requisito para esse posto de trabalho. Em 2030, deverá se tornar o país mais populoso do mundo, principalmente por não contar com uma política de natalidade e pela cultura predominante do país estar relacionada ao hinduísmo, que considera os nascimentos sagrados devido à crença nas reencarnações: restringir um nascimento é compreendido como limitar a evolução espiritual de uma alma.</div><div>A classe média indiana já ultrapassou a marca de 200 milhões de pessoas. Mas o mesmo aspecto que pode produzir crescimento também expõe um desafio para o governo da Índia, pois o país ainda possui baixíssimos indicadores sociais, com a pior renda<em>per capita</em> entre os BRICS, pouco mais de US $ 1.500.&nbsp; Além disso, A Índia é o único membro do grupo que ainda não pode ser considerado urbano, detendo um enorme contingente de habitantes vivendo no campo, algo em torno de 70% do total da população.Uma das áreas de afirmação da Índia no panorama mundial é a indústria tecnológica. Trata-se de um dos países mais bem situados no ranking mundial das principais empresas tecnológicas em virtude da qualidade das suas universidades e da formação dada nesse segmento.<br><br>Maria Luiza Barros 301<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>Rússia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Rússia junto ao Brasil, Índia e china foi um dos países fundadores do BRIC, que, posteriormente passou a se chamar BRICs devido a adesão da África do sul no grupo.<br><br>O BRICs&nbsp; não é tido como um bloco econômico, ele se assemelha mais a uma aliança entre países emergentes para transformar o seu crescente poder econômico em uma maior influência geopolítica.<br><br>O BRICs é formado por 5 países que são considerados países emergentes, apesar de não possuírem semelhanças culturais, linguísticas ou geográficas, esses países se aliarem pois possuem semelhanças econômicas, eles passam por um processo de industrialização constante, de modernização da economia e da infraestrutura e de reforma política.<br><br>O papel da Rússia sempre foi muito importante no BRICs porque possuía uma economia muito forte em relação aos outros países emergentes, esse papel foi muito debatido pois muitos não consideram a Rússia como emergente.<br><br>Guilherme Cardoso Camara - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:51:09 UTC</pubDate>
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         <title>Paraguai</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Paraguai apresenta uma participação destacável no Mercosul - bloco econômico que foca na redução de tarifas alfandegárias e na abertura de mercados -, repercutindo uma imagem positiva, que atraiu investimentos e a atenção da União Europeia e EFTA. De modo que trouxe diversos benefícios para o país: fortalecimento da competitividade da produção nacional, aumento do comércio intrazona e extrazona, consolidação da democracia e ajustamento dos quadros administrativos. Vale destacar que mais de 50% do comércio internacional do Paraguai se realiza com o Mercosul, e quase o total das exportações com valor acrescentado se realizam ao Mercosul.&nbsp;</div><div><br></div><div>Marina Rihs Matos Wang - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Bélgica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Bélgica é uma monarquia constitucional federal em que o monarca é o chefe de Estado e o Primeiro-Ministro é o chefe de governo num sistema multipartidário. Sua capital é Bruxelas e faz parte da zona euro. Os poderes de decisão não estão centralizados, estando repartidos em três níveis de governo: o governo federal, três comunidades linguísticas e três regiões. Do ponto de vista jurídico, são todas iguais, mas têm competências e responsabilidades em domínios diferentes. Juntamente com a cidade do Luxemburgo e Estrasburgo, Bruxelas é uma das três sedes oficiais das instituições europeias.<br>A Bélgica tem 21 deputados no Parlamento Europeu.<br>Os montantes pagos pela Bélgica para o orçamento europeu contribuem para financiar programas e projetos em todos os países da UE, ajudando, por exemplo, a construir estradas, subsidiar a investigação e proteger o ambiente.<br><br>Sabrina Ribeiro- 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 17:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>França</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lineassis32/hiq7fo4d6tv29zh3/wish/1682632013</link>
         <description><![CDATA[<div>A França tem 24 membros no Comité das Regiões Europeu, a assembleia da UE que reúne representantes locais e regionais. Este órgão consultivo é convidado a pronunciar-se sobre propostas legislativas, a fim de garantir que as mesmas têm em conta o ponto de vista das regiões da UE.&nbsp;<br><br>A França também comunica com as instituições europeias através da sua representação permanente em Bruxelas. Enquanto «embaixada de França na UE», a sua principal tarefa é assegurar a defesa dos interesses e a prossecução das políticas do país a nível da UE, de forma tão eficaz quanto possível.&nbsp;<br><br>A contribuição de cada país da UE para o orçamento da UE é calculada de forma equitativa, de acordo com os meios do país. Quanto mais importante é a economia do país, maior é a sua contribuição e vice-versa.<br>&nbsp;O orçamento europeu não tem como objetivo redistribuir a riqueza, mas antes dar uma resposta às necessidades dos europeus no seu conjunto.&nbsp;<br><br>Dados de 2018 sobre a França:&nbsp;<br><br>• Total da despesa da UE em França – 14,778 mil milhões de euros<br>&nbsp;(equivalente a 0,61 % da economia francesa)&nbsp;<br><br>• Contribuição total para o orçamento da UE – 20,573 mil milhões de euros<br>&nbsp;(equivalente a 0,85 % da economia francesa)&nbsp;<br><br>Os fundos pagos para o orçamento europeu pela França contribuem para financiar programas e projetos em todos os países da UE, ajudando, por exemplo, a construir estradas, subsidiar a investigação e proteger o ambiente.<br><br>RYAN MARLEN COSTA 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:01:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia</title>
         <author>isabellekristinelima</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Grécia é um dos 28 Estados-membros da União Europeia e é também pertencente à Zona do Euro. Tem como capital e maior cidade Atenas, com 4 milhões de habitantes. O país inteiro tem quase 11 milhões, sua língua oficial é o grego e sua adesão à UE aconteceu no dia 1º de janeiro de 1981.&nbsp;<br><br>A Grécia exporta principalmente óleos de petróleo, medicamentos e azeite para países como a Itália, a Eslovênia e a Alemanha; e suas importações provêm sobretudo da Alemanha, da Itália e da Rússia.&nbsp;<br><br>!No ano de 2011, uma grave crise econômica se instaurou na União Europeia. Essa situação, embora não tenha um início propriamente marcado, é fruto dos impactos que os países do bloco europeu sofreram com a crise de 2008 dos Estados Unidos. O que ficou conhecido como “Estouro da Bolha Imobiliária”, no mercado interno dos EUA, causou ondas de instabilidade pelo mundo todo, principalmente aos maiores parceiros econômicos.&nbsp;<br><br>O país mais afetado pela crise europeia foi a Grécia, cuja dívida estava em torno de 300 bilhões de euros (ou um pouco mais de 1 trilhão de reais). Parte deste gasto é devido à grande quantidade de dinheiro público gasto na manutenção das atividades básicas do Estado, além do aumento do salário de funcionários do governo.&nbsp;<br><br>Quando a crise chegou, o país foi fortemente impactado. Por esse motivo não somente a Grécia como também outros países viram-se forçados a diminuir seus gastos públicos e aumentar as taxas de juros como uma medida que busca pagar boa parte do prejuízo estatal. O ato de aumentar a taxa de juros freia ainda mais o consumo, embora seja positivo em certa medida para a recuperação econômica do país, pois permite que o governo tenha mais dinheiro em caixa ao reduzir a inflação – porém, a população sai prejudicada nessa decisão. O volume de empregos decresce, por exemplo, tendo em vista que as altas taxas de juros inviabilizam novos investimentos por parte dos empresários e vale ressaltar que a decisão de aumentar as taxas de juros é extremamente impopular dentro da política e tomada em último caso.&nbsp;<br><br>Caso a Grécia viesse a abandonar o Euro ela voltaria a usar nacionalmente o Dracma, moeda utilizada pela última vez em 2001, quando foi substituída pelo Euro. A nova moeda seria muito desvalorizada em relação ao Euro e ao Dólar: estimativas indicam que 1 Euro teria um valor aproximado de 340 Dracmas, um valor muito baixo e muito positivo para a recuperação econômica. Com a moeda desvalorizada, seria possível que os principais produtos nacionais – como os derivados de petróleo e os manufaturados – tivessem mais credibilidade internacionalmente, pois o baixo valor de mercado faria com que fossem comprados mais facilmente, melhorando a economia do país e ajudando a impulsionar a economia grega. No entanto, o bloco europeu não deseja abandonar a união monetária e acalmou os investidores que viam uma possibilidade de prejuízo na divisão, descartando a ideia de que países iriam abandonar a moeda.&nbsp;<br><br>A organização estabeleceu um limite de 325 bilhões de euros, que é o máximo de dinheiro que a Grécia poderá dever, e isto deve impedir que o governo grego levante dinheiro nos mercados no futuro próximo. A situação da Grécia continua instável. O FMI, embora tenha nutrido um relacionamento complicado com o país, tenta ajudá-lo a se reerguer da crise que não só coloca em risco a Grécia, mas diversos outros países da União Europeia.<br><br><br>Isabelle</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Itália</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lineassis32/hiq7fo4d6tv29zh3/wish/1682646240</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1957, a Itália foi um membro fundador da Comunidade Econômica Europeia (CEE), que posteriormente se tornou a União Europeia (UE) em 1993.<br>Itália é uma república parlamentar, que conta com um chefe de governo, o primeiro-ministro, nomeado pelo Presidente, e um chefe de Estado, o Presidente. O Parlamento é constituído por duas câmaras: a Câmara dos Deputados e o Senado da República. O país está dividido em 20 regiões. Destas, cinco têm um estatuto especial de autonomia, que lhes permite adotar legislação sobre algumas questões de caráter local.<br>Comércio e economia<br>Em 2018, os principais setores da economia italiana foram o comércio grossista e retalhista, os transportes, os serviços de alojamento e restauração (21,4 %), a indústria transformadora (19,4 %), e a administração pública, a defesa, a educação, a saúde e os serviços sociais (16,6 %).<br><br>56 % das exportações italianas destinam-se a outros países da UE (Alemanha – 13 %, França – 10 %, Espanha – 5 %). Das exportações para fora da UE, 9 % destinam-se aos Estados Unidos e 5 % à Suíça.<br><br>No que respeita às importações, 59 % provêm de países da UE (Alemanha - 17 %, França - 9 %, Países Baixos e Espanha - 5 % cada). Das que provêm de países terceiros, destacam-se as importações provenientes da China (7 %) e as dos Estados Unidos (4 %).<br>Os fundos pagos para o orçamento europeu pela Itália contribuem para financiar programas e projetos em todos os países da UE, ajudando, por exemplo, a construir estradas, subsidiar a investigação e proteger o ambiente.<br>Diogo Silva Ramalho 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Venezuela Mercosul</title>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 2006, a Venezuela havia entrado com um pedido de ingresso como membro permanente do Mercosul (Mercado Comum do Sul), buscando uma maior integração em termos comerciais, econômicos e políticos com os demais membros efetivos do bloco: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. No ano de 2012, o ingresso dos venezuelanos foi efetivado, o que gerou profundas discussões sobre as possibilidades envolvidas na entrada da Venezuela no Mercosul. O governo paraguaio, mais especificamente o senado desse país, sempre se opôs à entrada dos venezuelanos no bloco, principalmente em função das divergências políticas.<br>Talvez o grande problema existente nos debates sobre as vantagens e desvantagens da permanência da Venezuela no Mercosul esteja na raiz ideológica dos debatedores. Pensadores mais conservadores acusam os governos de Chávez e Maduro de serem antidemocráticos.<br>Em termos econômicos, a entrada da Venezuela aumenta o potencial energético do Mercosul, pois os venezuelanos estão entre os maiores produtores e exportadores de petróleo do mundo. A Venezuela é uma grande importadora de alimentos e produtos industrializados,&nbsp; propiciando uma oportunidade para o mercado exportador do cone sul.</div><div>Os pontos negativos apontados envolvem,&nbsp; a política externa acirrada da Venezuela e suas relações com os Estados Unidos.<br>Para uma avaliação mais concreta sobre a entrada da Venezuela no Mercosul, será preciso aguardar e analisar como serão os próximos anos, no sentido de observar como se estabelecerão as relações comerciais. Há indícios de que os venezuelanos possam não aceitar certos acordos em implementar a Tarifa Externa Comum (TEC) em relação a determinados produtos, incluindo o petróleo, o que poderá ser considerado um grave problema. De toda forma, para uma melhor conclusão sobre o tema, será preciso que cientistas políticos e economistas deixem de lado suas visões ideológicas e analisem o tema de forma mais imparcial.<br><br></div><div>* <em>A Venezuela foi </em><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/suspensao-venezuela-mercosul-2016.htm"><em>suspensa</em></a><em> do Mercosul em dezembro de 2016.<br><br>Lara Crysostomo- 301<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:14:57 UTC</pubDate>
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         <title>Peru</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Mercosul (Mercado Comum do Sul) é um bloco econômico bastante importante&nbsp; para a América Latina, o qual tem países membros e países observadores. Formado por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e outros países, foi criado oficialmente em 1991, na tentativa de aumentar a oferta de emprego e renda, melhorar a produtividade e intensificar as relações econômicas entre as nações.<br>O Peru faz parte dos Estados Associados ao Mercosul. Os Estados Associados são aqueles membros da ALADI com os quais o Mercosul subscreve acordos de livre comércio, é que posteriormente solicitam ser considerados como tais. Os Estados Associados estão autorizados a participar nas reuniões de órgãos do Mercosul que tratem temas de interesse comum.<br><br>Stheffani Krysttal - 301</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>China </title>
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         <description><![CDATA[<div>CHINA, BRICS&nbsp;<br><br>Inicialmente o Brics era denominado apenas por BRIC pois era composto pelo Brasil, pela Rússia, India e China, porém em 2011 a África do Sul aderiu-se ao grupo e assim a letra S (South Africa) foi integrada ao acrônimo.<br><br>BRICS é uma expressão da multipolarização da ordem internacional, ou uma nova bipolarização, dado o dinamismo da economia chinesa.<br><br>Alguns acontecimentos do século XXI demonstram como, cada vez mais, o mundo caminha para uma multipolarização, apesar de os EUA manterem em alguns aspectos, superioridade absoluta, como na seara militar. Justamente por esse motivo, ao tratar de BRICS, se faz necessário enfatizar e ressaltar a grande assimetria de capacidade da China – em termos econômicos e de inserção internacional – diante dos outros países que compõem o grupo.&nbsp;<br><br>O BRICS é de grande importância para a China em termos de inserção internacional, pois permite que Pequim conteste a ordem internacional liderada pelos EUA de modo pacífico, não direto e dentro das regras das economias de mercado. Isso é fundamental para o país e seu planejamento de ascensão na cena mundial harmoniosa da forma menos conflituosa possível.&nbsp;<br><br>A visão exposta por Pequim é que há um desequilíbrio em favor dos países ricos, e que isso deve ser corrigido. Assim, essas iniciativas de cooperação capitaneadas pela China, além do BRICS e outros países emergentes, visam justamente lançar bases para uma multipolarização da ordem internacional. A China assim, vai aumentando a sua influência e ainda satisfaz uma demanda crescente por infraestrutura e projetos de desenvolvimento econômico. Exemplo disso foi a criação Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) e do Arranjo Continente de Reservas (ACR). Essas duas novas instituições financeiras criadas pelo BRICS possibilitou uma maior solidez para essa articulação político-diplomática. Por sua capacidade econômica, Pequim vem ampliando seu papel financiador ao redor do globo.<br><br>Anna Luisa Marques Prates </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 18:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Austrália</title>
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         <pubDate>2025-04-22 10:37:35 UTC</pubDate>
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