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      <title>Alfabetização e Letramento II - Módulo I, Módulo II e Módulo III by Liliana Bazan</title>
      <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr</link>
      <description> Aqui foram publicados resumos de acordo com os conteúdos trabalhados ao longo do primeiro módulo. Serve de guia para estudos ou somente leitura.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-27 21:25:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-05 00:40:16 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title> Abordagem histórica dos conceitos e dos métodos de alfabetização e a função social e política da alfabetização</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3607200883</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização, antes vista apenas como o ato de aprender a ler e escrever, passou a ser compreendida como um processo social e cultural. Pesquisas de Ferreiro e Teberosky (1985) mostraram que a criança constrói hipóteses sobre a escrita, enquanto Paulo Freire (1989) defendeu a alfabetização como um ato político e de libertação, precedido da “leitura do mundo”. Historicamente, usaram-se métodos sintéticos (alfabético, fônico, silábico) e analíticos (globais), sendo hoje recomendadas abordagens integradas que articulem alfabetização e letramento (Soares, 2003). Assim, a alfabetização assume função social e política: possibilita acesso a direitos, participação crítica, inclusão e redução das desigualdades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:28:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> Métodos de alfabetização contemporâneos</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3607201051</link>
         <description><![CDATA[<p>Os métodos contemporâneos de alfabetização deixaram de ser apenas sintéticos ou globais para adotar abordagens integradas. Hoje, recomenda-se ensinar explicitamente o sistema alfabético (sons e letras) ao mesmo tempo em que se trabalham textos reais e práticas de letramento, por meio de projetos, sequências didáticas e palavras do universo do aluno. Essa “abordagem equilibrada” articula alfabetização e letramento, favorecendo a compreensão do uso social da escrita (SOARES, 2003; BRASIL, 2018).</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:29:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Psicogênese da língua escrita</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3607203441</link>
         <description><![CDATA[<p>A Psicogênese da Língua Escrita é uma abordagem que revolucionou a forma como entendemos o processo de alfabetização. Essa teoria foi desenvolvida por Emília Ferreiro, a partir dos estudos de Jean Piaget, e trouxe um novo olhar para a aprendizagem da leitura e da escrita.</p><p>Ao contrário da escola tradicional, que sempre esteve muito preocupada com métodos de ensino e com a transmissão de conteúdos prontos, Emília Ferreiro se dedicou a entender como as crianças constroem, por si mesmas, o conhecimento sobre a língua escrita. Ela mostrou que a criança não aprende a ler e escrever por repetição ou memorização, mas sim por meio de um processo ativo, em que formula hipóteses, testa ideias e reorganiza o que sabe.</p><p>Nos vídeos indicados, vemos que esse processo acontece em etapas. No início, a criança acredita que a escrita é uma representação gráfica qualquer como desenhos ou rabiscos. Aos poucos, ela começa a perceber que há uma relação entre o que se fala e o que se escreve, e passa a buscar sentido nas letras, nas palavras e nos textos. Esse caminho é cheio de descobertas, e os “erros” que ela comete são, na verdade, sinais de avanço e de construção de conhecimento.</p><p>A Psicogênese nos ensina que alfabetizar não é apenas ensinar a decodificar letras, mas permitir que a criança compreenda o funcionamento da linguagem escrita. Para isso, é essencial que o educador respeite o ritmo de cada aluno, valorize suas hipóteses e crie ambientes ricos em experiências com a leitura e a escrita.</p><p>Essa abordagem nos convida a abandonar práticas rígidas e a adotar uma postura mais investigativa e acolhedora. Em vez de corrigir o aluno, devemos escutá-lo, observar como ele pensa e ajudá-lo a avançar em suas descobertas. Afinal, aprender a ler e escrever é muito mais do que juntar letras  é construir sentido, é dar voz, é formar sujeitos críticos e criativos.</p><p><br></p><p>Vídeos sugeridos:</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=FLIF7TW2i7A&amp;t=261s">https://www.youtube.com/watch?v=FLIF7TW2i7A&amp;t=261s</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=sBA5NotQ1Lc&amp;list=PLxI8Can9yAHdJjh0DsBf-s7C4dj9w1Yk4&amp;index=6">https://www.youtube.com/watch?v=sBA5NotQ1Lc&amp;list=PLxI8Can9yAHdJjh0DsBf-s7C4dj9w1Yk4&amp;index=6</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=sBA5NotQ1Lc&amp;list=PLxI8Can9yAHdJjh0DsBf-s7C4dj9w1Yk4&amp;index=6">https://www.youtube.com/watch?v=sBA5NotQ1Lc&amp;list=PLxI8Can9yAHdJjh0DsBf-s7C4dj9w1Yk4&amp;index=6</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:35:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alfabetização na Perspectiva Histórico-Cultural e no Método Sócio-Linguístico</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3607206246</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização, sob novas lentes teóricas, deixa de ser vista como um simples processo técnico de decodificação de letras e sons. Ela passa a ser compreendida como uma prática social, profundamente conectada à realidade cultural e histórica dos sujeitos. Essa abordagem rompe com modelos tradicionais e propõe uma educação que valoriza o contexto de vida dos estudantes, suas experiências e suas formas de expressão.</p><p><strong> Perspectiva Histórico-Cultural</strong></p><p>Inspirada nas ideias de Lev Vygotsky, essa perspectiva entende o aprendizado como resultado das interações sociais. A linguagem ocupa papel central nesse processo, funcionando como instrumento de mediação entre o pensamento e o mundo. O desenvolvimento das funções simbólicas como o brincar, o desenhar e o imaginar prepara a criança para compreender que é possível representar a fala por meio da escrita. Assim, alfabetizar é criar práticas significativas que despertem o desejo de ler e escrever, respeitando o tempo e o percurso de cada sujeito.</p><p><strong> Método Sócio-Linguístico</strong></p><p>Baseado nas ideias de Paulo Freire, esse método propõe uma alfabetização conectada à realidade dos alunos. Para Freire, “é preciso ler o mundo antes de ler a palavra”. A escola deve ser um espaço de conscientização, onde o conhecimento escolar dialoga com o cotidiano dos estudantes. Alfabetizar, nesse sentido, é tornar a leitura e a escrita ferramentas de transformação social, promovendo o protagonismo dos alunos e valorizando seus saberes.</p><p><br></p><p>Ambas as abordagens colocam o sujeito no centro do processo de aprendizagem. Alfabetizar não é apenas ensinar a escrever palavras, mas ensinar a compreender a linguagem como prática viva, carregada de sentido, história e identidade. O papel do educador é ser mediador, alguém que acompanha, provoca e apoia, criando ambientes ricos em linguagem, escuta e expressão.</p><p> Alfabetizar na perspectiva histórico-cultural e sócio-linguística é formar sujeitos críticos, conscientes e capazes de transformar sua realidade. É ensinar com sentido, com afeto e com compromisso com a vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:43:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> ALFALETRAR de Magda Soares</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3607207521</link>
         <description><![CDATA[<p>A proposta ALFALETRAR, idealizada por Magda Soares, não se configura como um método fechado, mas como uma concepção de alfabetização que articula dois processos fundamentais: <strong>alfabetizar</strong> e <strong>letrar</strong>. Inspirada na Psicogênese da Língua Escrita e em teorias contemporâneas da linguagem, essa abordagem busca integrar o domínio do sistema alfabético com o uso social da língua escrita.</p><p>Magda Soares parte do princípio de que aprender a ler e escrever não se resume à decodificação de letras e sons. É preciso que a criança compreenda a função da escrita na vida cotidiana, reconhecendo seu valor comunicativo, expressivo e cultural. Por isso, o ALFALETRAR propõe práticas pedagógicas que envolvam textos reais, situações significativas de leitura e escrita, e atividades que façam sentido para os alunos.</p><p>A alfabetização, nessa perspectiva, deve ocorrer em ambientes ricos em linguagem, onde o educador atua como mediador, respeitando o ritmo de cada criança e estimulando seu envolvimento ativo com a leitura e a escrita. Ao mesmo tempo, o letramento é promovido por meio de experiências concretas com diferentes gêneros textuais, ampliando o repertório e a compreensão dos usos da língua.</p><p>Em resumo, o ALFALETRAR defende que alfabetizar com letramento é formar leitores e escritores capazes de atuar socialmente com a linguagem escrita, de maneira crítica, funcional e significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 21:47:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3610032218</link>
         <description><![CDATA[<p>FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1985.</p><p><br></p><p>FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1989.</p><p><br></p><p>SOARES, M. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.</p><p><br></p><p>BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 21:02:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 2</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3666607871</link>
         <description><![CDATA[<p>Objetivos a serem trabalhados:</p><ul><li><p>Aprofundar os conceitos trabalhados no módulo 1;</p></li><li><p>Pesquisar propostas didáticas pedagógicas para o ensino e aprendizagem da leitura e da escrita;</p></li><li><p>Analisar as práticas de ensino da leitura e escrita nos anos iniciais;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 22:49:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições das neurociências para o processo de alfabetização e letramento</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3666618673</link>
         <description><![CDATA[<p>As neurociências, que estudam o funcionamento do cérebro, têm oferecido importantes descobertas que ajudam a melhorar o processo de alfabetização e letramento das crianças. Compreender como o cérebro aprende a ler e escrever permite que educadores adotem práticas mais eficazes e respeitosas com o desenvolvimento infantil.</p><p><strong>O que as neurociências revelam sobre a aprendizagem da leitura e escrita:</strong></p><ul><li><p><strong>Desenvolvimento cerebral na infância:</strong> Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento das habilidades linguísticas. Estímulos como conversas, músicas, histórias e brincadeiras ajudam a fortalecer as conexões neurais ligadas à linguagem.</p></li><li><p><strong>Leitura é um processo construído:</strong> O cérebro humano não nasce programado para ler. A leitura exige a ativação de várias áreas cerebrais ao mesmo tempo — como as responsáveis pela visão, audição, linguagem e memória. Isso mostra que aprender a ler é um processo complexo e gradual.</p></li><li><p><strong>Importância da consciência fonológica:</strong> A habilidade de perceber e manipular os sons da fala (como rimas, sílabas e fonemas) é essencial para a alfabetização. As neurociências mostram que crianças que desenvolvem bem essa habilidade têm mais facilidade para aprender a ler.</p></li><li><p><strong>Respeito ao ritmo de cada criança:</strong> Nem todas as crianças aprendem no mesmo tempo ou da mesma forma. O conhecimento sobre o funcionamento cerebral reforça a importância de respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem, evitando comparações e pressões desnecessárias.</p></li><li><p><strong>Compreensão das dificuldades de aprendizagem:</strong> Condições como a dislexia, por exemplo, têm origem neurológica. As neurociências ajudam a identificar essas dificuldades mais cedo e a propor estratégias adequadas para apoiar essas crianças, sem rotulá-las ou excluí-las.</p></li><li><p><strong>Ensino mais eficaz e empático:</strong> Professores que conhecem os princípios das neurociências podem planejar atividades mais significativas, que estimulem o cérebro de forma positiva e respeitem o desenvolvimento emocional e cognitivo dos alunos.</p><p><br></p><p>As neurociências não substituem os saberes pedagógicos, mas os complementam. Elas oferecem uma base científica que ajuda a entender como o cérebro aprende, contribuindo para práticas pedagógicas mais humanas, inclusivas e eficientes. Ao unir ciência e educação, é possível promover uma alfabetização mais consciente, respeitosa e transformadora.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 23:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bases teóricas da alfabetização: contribuições de Piaget e Vygotsky</title>
         <author>maiaramoreiraaluno</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3666646655</link>
         <description><![CDATA[<p>A alfabetização é um processo complexo que envolve o desenvolvimento cognitivo, social e cultural da criança. As teorias de Jean Piaget e Lev Vygotsky oferecem fundamentos importantes para compreender como esse processo acontece e como pode ser melhor conduzido na prática pedagógica.</p><p>Jean Piaget acreditava que a aprendizagem ocorre por meio da ação da criança sobre o ambiente. Ela constrói o conhecimento de forma ativa, passando por estágios de desenvolvimento cognitivo. Na alfabetização, isso significa que a criança precisa explorar, experimentar e refletir para entender o sistema da escrita. Piaget valorizava a autonomia e o respeito ao ritmo de cada criança, defendendo atividades que estimulem a descoberta e o pensamento lógico.</p><p> Lev Vygotsky, por outro lado, via a aprendizagem como um processo social. Para ele, o conhecimento é construído por meio das interações com outras pessoas e com os instrumentos culturais, como a linguagem. Na alfabetização, Vygotsky destaca o papel do professor como mediador, que ajuda a criança a avançar por meio da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP)  ou seja, aquilo que a criança ainda não consegue fazer sozinha, mas pode aprender com apoio.</p><p>Piaget contribui com a ideia de que a criança aprende ao agir e pensar sobre o mundo, enquanto Vygotsky mostra que o aprendizado é impulsionado pelas relações sociais e pelo uso da linguagem. Juntas, essas teorias ajudam a construir práticas de alfabetização mais completas, respeitando o desenvolvimento individual e promovendo a interação significativa com o conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 23:35:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências Bibliográficas(  Módulo 2)</title>
         <author>maiaramoreiraaluno</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3666653292</link>
         <description><![CDATA[<p>Ausubel, D. P. (2002). Aquisição de Conhecimentos: Teoria da Aprendizagem Significativa.</p><p><br></p><p>Ferreiro, E. &amp; Teberosky, A. (1979). Psicogênese da Língua Escrita.</p><p><br></p><p>Oliveira, J. E. S. &amp; Santos, V. L. (2024). Contribuições da Neurociência para a Alfabetização: Uma Revisão Integrativa. Universidade Federal do Maranhão.</p><p><br></p><p>Piaget, J. (1976). A Psicologia da Criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.</p><p><br></p><p>Vygotsky, L. S. (1998).</p><p> A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 23:40:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 3</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3695246898</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Conhecer formas de organização do trabalho pedagógico: planejamento, metodologias, recursos, currículo, análise e elaboração de material didático, didática, avaliação nos Anos iniciais do Ensino Fundamental.</strong></p></li><li><p><strong>Pesquisar propostas didáticas pedagógicas para o ensino e aprendizagem da leitura e da escrita;&nbsp;</strong></p></li><li><p><strong>Analisar as práticas de ensino da leitura e escrita nos anos iniciais;</strong></p></li><li><p><strong>Conhecer as políticas para alfabetização</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 22:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>BNCC e Alfabetização</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3695251493</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Organização do Trabalho Pedagógico nos Anos Iniciais</strong></p><p><br/></p><p>A <strong>Base Nacional Comum Curricular (BNCC)</strong> estabelece que, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o trabalho pedagógico deve garantir o desenvolvimento das competências gerais e específicas, assegurando a alfabetização plena até o 2º ano e a consolidação do letramento ao longo dos ciclos seguintes. Para isso, a BNCC enfatiza a importância de <strong>planejamento intencional</strong>, metodologias diversificadas, uso de recursos variados e avaliação contínua, sempre considerando o estudante como protagonista do processo de aprendizagem.</p><p>Segundo <strong>Magda Soares (2020)</strong>, alfabetizar e letrar são processos indissociáveis: não basta ensinar o código escrito, é necessário inserir o aluno em práticas sociais de leitura e escrita. Isso implica que o planejamento pedagógico deve articular atividades que contemplem tanto o domínio do sistema alfabético quanto o uso funcional da linguagem em diferentes contextos. Assim, o professor precisa selecionar metodologias que favoreçam a construção de sentido, como rodas de leitura, produção de textos coletivos, jogos linguísticos e exploração de múltiplos gêneros textuais.</p><p>No livro <em>Práticas e Ambiente Alfabetizador</em>, destaca-se que o <strong>ambiente escolar</strong> deve ser rico em estímulos, com materiais didáticos variados (livros, cartazes, murais, recursos digitais) e situações reais de uso da linguagem. A organização do espaço e dos recursos pedagógicos é parte essencial do currículo, pois favorece a autonomia dos alunos e cria condições para que a leitura e a escrita sejam vivenciadas de forma significativa.</p><p>A <strong>didática</strong> nos anos iniciais, portanto, deve se pautar em metodologias ativas e lúdicas, que promovam a participação, a cooperação e o protagonismo infantil. O professor atua como mediador, organizando situações de aprendizagem que possibilitem a interação entre diferentes linguagens (oral, escrita, visual, digital).</p><p>A <strong>avaliação</strong> é compreendida como processo contínuo e formativo, voltado para acompanhar o desenvolvimento das competências e habilidades previstas na BNCC. Mais do que medir resultados, a avaliação deve orientar o planejamento, identificar avanços e dificuldades, e propor intervenções pedagógicas adequadas.</p><p>Em síntese, conhecer formas de organização do trabalho pedagógico nos anos iniciais significa compreender que:</p><ul><li><p>O <strong>planejamento</strong> deve ser intencional e articulado às competências da BNCC.</p></li><li><p>As <strong>metodologias</strong> precisam ser diversificadas, lúdicas e contextualizadas.</p></li><li><p>Os <strong>recursos</strong> devem incluir materiais impressos, digitais e culturais, ampliando o repertório dos alunos.</p></li><li><p>O <strong>currículo</strong> deve integrar alfabetização, letramento e letramento digital.</p></li><li><p>A <strong>elaboração de material didático</strong> deve considerar a realidade dos estudantes e promover práticas sociais da linguagem.</p></li><li><p>A <strong>didática</strong> deve valorizar a mediação, a afetividade e o protagonismo.</p></li><li><p>A <strong>avaliação</strong> deve ser contínua, diagnóstica e formativa, orientando novas práticas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 22:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta Pedagógica</title>
         <author>lilianacbazan01</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3695253026</link>
         <description><![CDATA[<p>O ensino da leitura e da escrita nos anos iniciais do Ensino Fundamental exige propostas didáticas que articulem alfabetização e letramento, conforme orienta a <strong>BNCC (2017)</strong>. A alfabetização deve ser garantida até o 2º ano, mas sempre integrada ao letramento, ou seja, ao uso social da leitura e da escrita em diferentes contextos. Nesse sentido, o trabalho pedagógico precisa ser planejado de forma intencional, com metodologias diversificadas e recursos que favoreçam o protagonismo dos alunos.</p><p>Entre as propostas mais relevantes, destacam-se as <strong>sequências didáticas com gêneros textuais</strong>, que permitem ao aluno compreender a função social da linguagem e produzir textos com intencionalidade. A leitura compartilhada de diferentes gêneros literários e informativos também é fundamental, pois amplia o repertório cultural e estimula a interpretação crítica. As <strong>rodas de leitura e de conversa</strong> são práticas que favorecem a oralidade, a escuta e a construção coletiva de sentidos, além de promoverem o diálogo entre escola e comunidade.</p><p>Outra proposta importante é o <strong>projeto de leitura e escrita</strong>, que organiza atividades em etapas progressivas: exploração de histórias, produção de textos coletivos e individuais, socialização das produções e reflexão sobre o processo. Essa metodologia valoriza o percurso do aluno e possibilita que ele vivencie a leitura e a escrita como práticas sociais reais.</p><p>O uso de <strong>recursos digitais</strong> também se apresenta como proposta didática contemporânea. Plataformas de leitura, blogs escolares e atividades com Chromebooks ou tablets permitem que os alunos desenvolvam o <strong>letramento digital</strong>, aprendendo a pesquisar de forma consciente, refletindo sobre os perigos da internet e utilizando a tecnologia como ferramenta de aprendizagem. Essa dimensão dialoga com autores como <strong>Magda Soares (2020)</strong>, que defende a necessidade de alfabetizar letrando, e com <strong>Buzato (2009)</strong>, que destaca o letramento digital como prática social que exige criticidade e responsabilidade.</p><p>Do ponto de vista metodológico, é essencial que o professor atue como mediador, organizando situações de aprendizagem que integrem leitura, escrita, oralidade e análise linguística. A <strong>avaliação</strong> deve ser contínua e formativa, acompanhando o desenvolvimento das competências e orientando novas intervenções pedagógicas. Como ressalta <strong>Paulo Freire (1989)</strong>, alfabetizar é também um ato político e cultural, em que “ler o mundo precede a leitura da palavra”. Assim, propostas didáticas precisam considerar não apenas o domínio técnico da escrita, mas também a formação crítica e cidadã dos estudantes.</p><p>Em síntese, as propostas didáticas para o ensino da leitura e da escrita devem:</p><ul><li><p>Incentivar a leitura de diversos gêneros textuais;</p></li><li><p>Estimular a produção escrita criativa e intencional;</p></li><li><p>Promover rodas de leitura e conversa;</p></li><li><p>Integrar recursos digitais e práticas de letramento digital;</p></li><li><p>Valorizar a cultura local e os interesses dos alunos;</p></li><li><p>Articular alfabetização e letramento como processos indissociáveis;</p></li><li><p>Garantir avaliação contínua e formativa.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-23 22:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC E ALFABETIZAÇÃO</title>
         <author>maiaramoreiraaluno</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3709352830</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) orienta que a alfabetização deve ocorrer preferencialmente até o 2º ano do Ensino Fundamental, garantindo que todas as crianças desenvolvam habilidades essenciais de leitura e escrita.</p><p>&nbsp;A alfabetização, segundo a BNCC, está integrada ao letramento, entendendo que aprender a decodificar não basta ,é necessário usar a língua em práticas sociais reais.</p><p>Autores como Magda Soares defendem que alfabetização e letramento são processos distintos, porém indissociáveis. </p><p>A autora propõe o conceito de “alfaletrar”, que consiste em articular, desde o início da escolarização, a aprendizagem do sistema de escrita com a participação dos estudantes em práticas sociais de leitura e escrita. Assim, a criança aprende o funcionamento do SEA (Sistema de Escrita Alfabética) ao mesmo tempo em que compreende para que se lê e para que se escreve.</p><p>A BNCC reforça essas ideias ao organizar habilidades que envolvem consciência fonológica, reconhecimento de letras, leitura de palavras, compreensão de textos e produção escrita com sentido. Autores como Emilia Ferreiro e Ana Teberosky contribuem ao demonstrar que as crianças constroem hipóteses sobre a escrita, sendo necessário oferecer situações variadas para que avancem nas fases da alfabetização. </p><p>Já Brian Street e Mary Kato destacam que o letramento envolve as práticas sociais do uso da língua, e não apenas a habilidade técnica de decodificar.</p><p>Além disso, Paulo Freire inspira a visão de uma alfabetização significativa, crítica e contextualizada, que valoriza a leitura do mundo antes da leitura da palavra. </p><p>Isabel Solé e Jolibert ampliam a discussão ao evidenciar a importância das estratégias de leitura, da compreensão textual e do contato com diferentes gêneros.</p><p>Em síntese, alfabetizar na perspectiva da BNCC significa integrar código e sentido, prática e reflexão, técnica e uso social.</p><p> O ensino precisa ser contextualizado, progressivo e centrado na criança, garantindo acesso à cultura escrita e formando leitores e produtores de textos competentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 00:36:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3709352830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (MÓDULO 3)</title>
         <author>maiaramoreiraaluno</author>
         <link>https://padlet.com/lilianacbazan01/hhsk2tqztab0hdlr/wish/3709369292</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>BRASIL.</strong> Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017.</p><p><strong>BRASIL.</strong> Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://basenacionalcomum.mec.gov.br/">https://basenacionalcomum.mec.gov.br/</a></p><p><strong>BUZATO,</strong> Marcelo El Khouri. <em>Letramento digital: aspectos sociais e possibilidades pedagógicas.</em> Campinas: Mercado de Letras, 2009.</p><p><strong>FERREIRO,</strong> Emilia; TEBEROSKY, Ana. <em>Psicogênese da Língua Escrita.</em> Porto Alegre: Artmed, 1999.</p><p><strong>FREIRE,</strong> Paulo. <em>A importância do ato de ler.</em> São Paulo: Cortez, 1989.</p><p><strong>FREIRE,</strong> Paulo. <em>A importância do ato de ler: em três artigos que se completam.</em> São Paulo: Cortez, 1989.</p><p><strong>JOLIBERT,</strong> Josette. <em>Formando crianças leitoras.</em> Porto Alegre: Artmed, 1994.</p><p><strong>KATO,</strong> Mary. <em>No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística.</em> São Paulo: Ática, 1990.</p><p><strong>SOARES,</strong> Magda. <em>Alfabetização e letramento.</em> São Paulo: Contexto, 2003.</p><p><strong>SOARES,</strong> Magda. <em>Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e escrever.</em> São Paulo: Contexto, 2020.</p><p><strong>SOARES,</strong> Magda. <em>Letramento: um tema em três gêneros.</em> Belo Horizonte: Autêntica, 1998.</p><p><strong>SOARES,</strong> Magda. <em>Práticas e ambiente alfabetizador.</em> Belo Horizonte: Autêntica, 2003.</p><p><strong>SOLÉ,</strong> Isabel. <em>Estratégias de leitura.</em> Porto Alegre: Artmed, 1998.</p><p><strong>STREET,</strong> Brian. <em>Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação.</em> Porto Alegre: Penso, 2014.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 00:46:35 UTC</pubDate>
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