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      <title>Análise do livro: &quot;Revolução Francesa explicada à minha neta&quot;. by Leonardo Sartório</title>
      <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux</link>
      <description>Esse padlet faz parte de uma atividade avaliativa, da disciplina de História II, lecionada pela Professora Cláudia da Silva Ferreira, do Instituto Federal do Espírito Santo - Campus Piúma.
Componentes do Padlet:
Guilherme Taylor, Gustavo Longue, Joyce Lyrio, Leonardo Sartório e Mirella Carvalho.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-13 19:12:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-08 16:08:06 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Livro: &quot;A Revolução Francesa explicada à minha neta&quot;.</title>
         <author>leonardosartorio</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1522431142</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Resumo e sinopse: A Revolução Francesa "foi, e continua sendo, a base para uma enorme esperança, a esperança de mudar o mundo, eliminando as injustiças, em nome das luzes da razão e não de um fanatismo cego. Como ela se inscreveu na história num momento determinado da evolução das forças econômicas, sociais e culturais, sabemos que seu êxito teve origem na união das aspirações da burguesia e das classes populares. E, por causa disso, percebe-se bem tudo que fica faltando: a conquista da igualdade pela mulher, a ratificação do fim da escravidão, mas, sobretudo, a eliminação das desigualdades sociais, no momento mesmo em que, ao desferir o golpe derradeiro no feudalismo, ela estabelece as bases sobre as quais irá progredir a sociedade liberal, do século XIX até os dias de hoje."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 19:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do momento histórico</title>
         <author>guitaylo1</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1541707915</link>
         <description><![CDATA[<div>Resultado de uma crise política, econômica e social, o povo francês estava cada vez mais furioso com o seu rei, Luís XVI. A revolução começa em 1789, marcado pela proclamação dada por membros do terceiro estado, logo começou a tomada da bastilha. A bastilha era o local onde ficavam os presos inimigos do rei, a tomada da prisão pela população parisiense marcou o início da Revolução Francesa, lá tinha o estoque de pólvora e armas, usaram a pólvora para continuar a revolução e espalhar o fervor revolucionário pelo país. Em uma tentativa de fuga o rei foi capturado e preso junto com a família por traição, condenados a sentença de morte na guilhotina, sendo decapitado em uma praça. A revolução foi encerrada na França quando Napoleão Bonaparte tomou o poder do país.<br>(Guilherme e Gustavo)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:56:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo histórico:</title>
         <author>joyce280403</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1544194298</link>
         <description><![CDATA[<div>    De 1789 até o ano de 1804, O resultado é simultaneamente uma síntese e uma análise profunda dos dez anos cruciais da revolução (1789 a 1799), que permite percorrer este labirinto rico de significados para todo o Ocidente. Trata-se de um período que modificou significativamente o quadro político e social da França, houve a derrubada do Antigo Regime, dominado pelo clero e pela nobreza, e a instauração de um mundo em que a burguesia passou a dar as cartas, fortalecendo uma sociedade liberal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:04:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 6: O Diretório: Terminar a Revolução?</title>
         <author>joyce280403</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1544250084</link>
         <description><![CDATA[<div>Explica-se a "segunda fase" da Revolução que vai de 1795 a 1799, o objetivo foi encerrar a revolução: para alguns, por um retorno a ordem que preserve as conquistas; para outros, por uma volta ao passado. Os sans-culottes parisienses impacientes com a miséria e escassez que havia retornado em 1795, rebelaram-se exigindo uma Constituição democrática mas foram desarmados e esmagados e assim sendo o fim do movimento popular em massa. Diante disso, tanto Paris como no restante do país, desencadeou-se um movimento de reação contrarrevolucionária chamado de Terror Branco, tendo á frente um bando de jovens assassinando patriotas. Nisso, foram elaboradas a Constituição do ano III (1795) e duas assembleias: Conselho dos Quinhentos e Conselho dos Anciãos que dividiam a tarefa de produzir as leis, a solução foi a prática de golpes de Estado. A autoridade do Estado foi comprometida pois os impostos não foram pagos, nem os salários e ocorre uma grande onda de assaltos na zona rural; os dirigentes do Diretório ficaram com uma reputação medíocre e com isso lutaram em duas frentes, á esquerda tinham os jacobinos democratas que organizou a "conspiração dos iguais". Após o esforço do ano II dando vitória aos soldados, o Diretório herdou uma situação melhor diante dos países vizinhos, desejava atacar a Alemanha e acabou sendo atacada pela Itália. Os exércitos franceses encontraram-se degastados, desestimulados e mal pagos e então o Exército da Itália foi confiada ao general Bonaparte e assim revela seu gênio militar no Vale do Pó com uma série e brilhantes vitórias contra os austríacos. Fortalecidos com suas vitórias, Bonaparte desprezou as ordens do Diretório e criou a República Cisalpina negociando um acordo diretamente com os austríacos que reconhecia como "república irmã". Nos países europeus atingidos pelo impacto da Revolução, reações variaram de acordo com o momento, a proximidade ou distância, e as próprias condições. A queda da Bastilha foi comemorada e a França revolucionária surgiu como uma grande esperança, sempre fieis ao ideal revolucionário, os "jacobinos" europeus constituíram uma minoria em muitos lugares por vezes que eram perseguidos antes de serem executados. Nos lugares em que implantou "repúblicas irmãs", a França não teve o controle dos governos exportando sua constituição e suas instituições, com tudo isso que podia representar de avanços em termos de direitos; mas essa liberdade controlada misturada as violências da guerra, da ocupação e dos saques podia ter no sabor amargo. Os jacobinos locais colocados na posição de colaboradores dos franceses, geralmente tiveram uma tarefa "heroica", mas é nessas condições que a novas ideias germinaram nesses países: a Itália, por exemplo onde a aspiração a unidade nacional e desabrochar no século seguinte com <em>Resorgimento </em>(Renascimento). Entre a população humilde da cidade e do campo em geral bastante dependente de seus senhores mas também do ambiente religioso, o que predomina na maioria dos casos foi a reação de resistência. A sensação de que as resistências também estavam ganhando sobretudo na zona rural, onde a autoridade do Estado era toda vez mais fraca e contestada, com essa ameaça, o sentimento revolucionário parece que despertou e em 1799 as eleições as assembleias deram a vitória à esquerda que expulsou os membros do diretório que estava no poder. De volta à França, Bonaparte é visto como salvador por todo uma facção mas também por um grande número de capitalistas, ele por sua vez prepara um golpe de estado,  um golpe de estado militar que acontece no dia 9 de novembro de 1799, após os deputados são afastados e ele assume o cargo de primeiro cônsul. um poder que ele vai consolidar entre 1800 e 1804 até se tornar imperador. Na Itália, associam os anos revolucionários aos da dominação napoleônica, até 1815, o que chamam de Era Napoleônica. O que significa que Bonaparte deu continuidade ao movimento revolucionário, ele consolidou conquistas fundamentais em detrimento daquilo que era a principal conquista, a liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os principais personagens:</title>
         <author>leonancatrinque</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1545415263</link>
         <description><![CDATA[<div>    Os principais personagens do livro: Os personagens que mais se destacam no livro são o avô e a neta, que, na verdade, o avô explica o passo a passo da revolução francesa a neta, tendo como outros personagens "mais" citados no livro, como: Rei Luís XVI, Bonaparte (imperador), Maria Antonieta (rainha), Robespierre (jurista), e os sans-culotte (foram grupos políticos, formados por: trabalhadores e principalmente comerciantes).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 19:41:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 2: Por que a Revolução aconteceu?</title>
         <author>leonancatrinque</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1545616650</link>
         <description><![CDATA[<div>    O rei Luís XVI estava sob total poder, porém durante 2 séculos nunca foram organizados as: administrações em seu governo, nessa ocasião os seus proprietários se responsabilizavam, às vésperas da revolução sua resistência se manifestou contribuindo para a crise do regime e o desencadeamento da revolução. havendo problemas financias, como: tributos sobre o 3° estado vindo de maneira injusta para as pessoas, haviam impostos pedidos do rei, principalmente no sal pois era de muita necessidade na época. Houve um apoio do rei à colônia inglesa que gerou uma grande dívida&nbsp; a França, o rei não conseguiu implantar reformas e não apoiou os ministros, então Luís XVI, contou com o apoio dos príncipes, com duas assembleias de notáveis e a corte da justiça. a população estava ao seu favor considerando os defensores da liberdade contra o absolutismo do rei, mas o povo estava enganado e em 1789 notaram que os pedidos e os enganos vinham então pediram uma reunião dos Estados gerais, conseguindo o direito de manifestação, e começaram a fazer queixas, como: pagar impostos, porém controlados. vários deputados apresentaram ordens em Versalhes contra o rei, e o rei foi contra todos, reunindo sua tropa na capital, e o povo defendia os deputados em Versalhes; O rei preparava um golpe, "bastilha" em que o rei prendia quem o contrariava ele, mas teve a queda em 14 de julho de 1789. Os deputados foram ameaçados do golpe da força real. o rei não quer se separar da sua corte, com isso durante 4 anos ele enriquecer o seu poder, dizia-se não gostar do sangue em assassinatos. O país encontra-se dividido em esperança e medo. medo: dos poderosos que fugiram, um pânico acontece no dia 14 de julho conhecido como: O Grande medo. Pensaram que os bandidos viriam, mas nada aconteceu porém no dia seguinte o rei dirige -se a Paris onde foi recebido pelo prefeito, que lhe da um enfeite com as cores: Branca, Vermelho, mas a maior parte Azul.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 20:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 4: A queda da monarquia.</title>
         <author>guitaylo1</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1546111846</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é só a religião que faz a Revolução se desencaminhar, é injusto acusar os revolucionários de haver cometido mais do que um excesso lamentável, um enorme erro. Na verdade, nesse momento a chamada contrarrevolução já está ativa e organizada: os príncipes e nobres que partiram para o exterior conspiravam contra o novo regime organizando complôs no interior do país, apoiados pelos reis da Europa monárquica. É o caso, por exemplo, da Prússia, do imperador (da Áustria e do Santo Império Romano-Germânico, atual Alemanha), cunhado de Luís XVI por parte da irmã, Maria Antonieta, rainha da França, que era odiada e chamada de “austríaca”, e sobre quem recaía a suspeita de influenciar o marido.<br><br></div><div>&nbsp;Havia uma porção de motivos para não se gostar dela, e a suspeita não estava errada. Desde o início contrários à Revolução, o rei e a rainha decidiram fugir, ajudados por uma rede de aristocratas: tendo partido no dia 20 de junho de 1791, deveriam alcançar a fronteira do país para, com o auxílio dos outros soberanos, organizar a reconquista da França. Mas foram reconhecidos durante a viagem, e foram conduzidos a Paris. Trata-se de uma crise importante que marca uma virada na história da revolução.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Luís XVI era tão burro a ponto de se deixar prender. Ele era, antes de tudo, um guloso. A família real escapando à noite do palácio pelos subterrâneos, todos disfarçados, em uma carruagem bem lenta. Depois o rei se atrasa comendo na hospedaria. E aí são reconhecidos e detidos pelo patriota Drouet. Muitos se puseram a especular: e se o rei não fosse tão guloso? E o que teria acontecido se a fuga tivesse dado certo? Existe na Revolução um movimento geral que reduz a importância dos acontecimentos propriamente ditos. Pode-se considerar que, de um modo ou de outro, a crise teria explodido. Os “políticos” da Assembleia ficam perplexos: bem no momento em que eles estavam acabando de redigir a Constituição, o rei falta seu compromisso! Eles restabelecem a relação com o fugitivo e o recolocam no trono, pois ele deverá dar sua aprovação ao texto deles. Porém, a cólera da população aumenta; para muitos, a imagem do rei está comprometida, e do lado dos patriotas ganha corpo o projeto de destroná-lo para estabelecer uma república. Os clubes de Paris lançam uma petição: quando ela é apresentada no dia 17 de julho de 1791, as autoridades atiram nos manifestantes. Objeto de disputa de moderados e democratas que se reúnem no Clube dos Jacobinos e o controlam, o movimento revolucionário se divide entre os que desejam prosseguir a marcha da Revolução e os que desejam terminá-la. Quando a nova Assembleia se reúne no dia 1 de outubro de 1791, todos se veem diante de uma decisão crucial: que opção escolherá a Assembleia? A paz ou a guerra? Isso porque o imperador, o rei da Prússia e a czarina da Rússia haviam percebido o quanto era perigoso o exemplo revolucionário da França. Depois de Varennes, eles multiplicam as ameaças; a França está dividida: o rei e os contrarrevolucionários defendem a guerra, pois esperam que o país seja facilmente conquistado; os moderados hesitam, pois sentem que se trata de uma armadilha. É no Clube dos Jacobinos que se enfrentam duas personalidades do movimento revolucionário: Brissot, jornalista e deputado, que assume na Assembleia a liderança dos “brissotistas” contra Robespierre, democrata respeitado. O primeiro prega a guerra, para desmascarar a traição do rei e assegurar a expansão francesa na Europa; o segundo adverte contra os riscos da aventura. Quem leva a melhor na tribuna é Brissot: no dia 20 de abril de 1792, Luís XVI encaminha, por intermédio de seus ministros, a declaração de guerra ao imperador, que receberá o apoio do rei da Prússia (e da Rússia).&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Como era de se esperar, o início da guerra foi desastroso. A França estava dividida. Por causa da emigração, o exército real havia perdido a maioria de seus oficiais, estava desorganizado, e os batalhões de voluntários ainda eram inexperientes. As fronteiras foram ameaçadas e em pouco tempo invadidas. A situação era dramática: os tumultos multiplicavam-se pelo país; acusavam-se os aristocratas, os emigrantes e os padres. O rei usava de artimanhas: em um dia se cercava de ministros jacobinos, para despedi-los no dia seguinte; os amigos de Brissot não sabiam para que lado se voltar, enquanto o povo endurecia suas posições. Batalhões de “federados” partiram de Marselha e de outros lugares em direção a Paris para montar um acampamento e defender a capital; vieram a pé, mas vieram cantando! A canção que os provençais entoavam eternizou-se: é a Marselhesa, que exalta a liberdade e a pátria: “Avante, filhos da pátria, o dia glorioso chegou...”. Em julho de 1792, houve uma proclamação nas praças públicas: “a pátria corre perigo”. Quando os exércitos inimigos penetraram profundamente no Norte e no Leste da França, a raiva voltou-se contra o rei. A população de Paris tentara, intimidá-lo no dia 20 de junho de 1792, invadindo seu palácio. A segunda tentativa deu certo: no dia 10 de agosto de 1792, os federados, os soldados da Guarda Nacional e os revolucionários sitiaram o palácio real das Tulherias, que era defendido pelos guardas suíços. Embora tenham permanecido fiéis ao rei, esses soldados profissionais foram massacrados. Mas o ataque também fez muitas vítimas entre os patriotas. A monarquia constitucional foi derrubada pela força porque nunca aceitou, a Revolução.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Luís XVI e a família ficaram presos à espera do julgamento do rei. Uma monarquia de mais de mil anos chegava ao fim. Em primeiro lugar, o povo é que sai vitorioso. Ele estava presente desde a Queda da Bastilha, e até antes. Mas agora ele está mais preparado e organizado, consciente de sua força. O sans-culotte parisiense se vê como representante do povo mobilizado em defesa da Revolução. Os sans-culotte usavam piques (uma lança com ponta de metal). Não havia fuzil em quantidade suficiente. O sans-culotte confiava nessa arma para defender sua liberdade e a dos outros. Ele é um militante que à noite participa das assembleias de bairro (as sessões), lê os cartazes e os jornais, o que não o impede de ser um bom pai de família e trabalhador. Há um bom número de burgueses nessas assembleias, e também assalariados, mas pelo menos metade dos participantes, é composta por artesãos e pequenos comerciantes independentes. O sans-culotte está comprometido com a liberdade, a igualdade, a solidariedade e a virtude. Ele ama a pátria e luta pela democracia, que ele quer exercer diretamente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 01:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 5: A Primeira República.</title>
         <author>gustavoribeirolongue</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1546127982</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Derrubada a realeza, em 1791 a ideia de república havia sido debatida e pouco acreditada por muitos patriotas. Em 1792 a Assembleia Legislativa se divide para preparar sua sucessão recebendo o nome de Convenção sendo uma assembleia eleita pelo sufrágio universal, ou seja, por todos os homens adultos.<br>&nbsp; &nbsp; A nova assembleia se divide em dois grupos rivais após a vitória da França contra os Prussianos, muitos deputados do centro chamado de ''Planície'' relutassem em tomar uma posição. Tendo então a iniciativa por parte dos girondinos, simplificando: os que eram da esquerda passaram a ser da direita. Com medo de serem ultrapassados pelo movimento popular dos sans-culottes em Paris, os burgueses mais importantes decidiram então que queriam encerrar a Revolução e suas conquistas. Durante a revolução após a captura do rei Luís XVI, foi disputado entre os partidários da Montanha que defendiam a execução do rei e os girondinos que defendiam apenas a prisão do rei, mas foi decidido que o rei seria executado por ter traído o seu país e se correspondido com os inimigos. Em 21 de janeiro de 1793 o rei Luís XVI foi decapitado na guilhotina e isso traria sérias consequências.</div><div>&nbsp;Após a fase de derrotas do exército francês, Inglaterra, a Holanda e Espanha se juntaram aos inimigos formando a primeira coalizão, em Vendéia no Oeste do país surge uma grande guerra civil. A nova Assembleia, a Convenção, organiza um comitê de Salvação Pública do qual fazem parte os dirigentes da Montanha, Danton e Robespierre (que defendia a democracia e do discurso para resolver as coisas). O governo retoma controle do país, deputados são enviados para todas as regiões, agiam com severidade abusando do poder aplicando uma política de terror para reprimir aqueles que são contra a Revolução, depois do rei, a Rainha Maria Antonieta, aristocratas, negociantes ricos, padres e pessoas da região em conflito, foram todos condenados à guilhotina junto com os outros milhares de acusados de traição. Havia também a crise para a população que sofria por não terem onde morar, a alta dos preços e a miséria.<br>&nbsp; &nbsp; A Convenção modificou a maneira de medir superfícies e os volumes, criando então o sistema métrico que seria uma medida universal válida para todos.<br>&nbsp; &nbsp; Houve um movimento contra os padres no interior que se espalhou pelo país, assim abdicando os padres, cerca de 20 mil, o processo de descristianização era levado por militantes revolucionários progressistas que defendiam medidas políticas e sociais radicais. Na Convenção, Robespierre e seu grupo não eram da mesma opinião, pois recusaram o ateísmo assim então continuando a ser deísta. Robespierre conseguiu aprovar na Convenção o reconhecimento da imortalidade da alma. Os exércitos republicanos retomaram a ofensiva e a ordem foi restabelecida na França, foi necessário controlar o movimento popular dos sans-culottes, suprimir suas assembleias e afastar seus líderes mais destacados, os hebertistas que foram acusados de conspiração e executados. Para conseguir isso, Robespierre teve apoio dos Indulgentes, um grupo que considerava que a Revolução tinha ido longe demais. O mais famoso deles, Danton, acabou sendo julgado pelo Tribunal Revolucionário e depois executado, o Terror só cresce e cada vez mais aumentando o número de vítimas. Saint-Just escreve ‘‘A Revolução está paralisada’’<br>    Uma conspiração contra é preparada, poucos eram fiéis a ele, sua prisão é decretada, com seus partidários, ele é guilhotinado no dia 10 de Termidor, desaparece então um importante personagem e todo o período da Revolução chega ao fim.</div><div><br>Robespierre</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 01:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico:</title>
         <author>carvalhomirella2004</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1546483370</link>
         <description><![CDATA[<div>    A história que é contada no livro é sobre a revolução francesa, período que durou 10 anos (1789-1799). Nesse período, a França passou por profundas modificações políticas, sociais e econômicas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; A revolução francesa foi um dos acontecimentos mais importantes na história revolucionária, que derrubou o antigo regime, o absolutismo, criando um novo modelo de sociedade que se espalhou por todo o ocidente.&nbsp;<br>    O Iluminismo foi um movimento intelectual contra o absolutismo, as práticas econômicas mercantilistas e os privilégios do clero e da nobreza, esse movimento se propagou entre os franceses e inspirou a revolução francesa.&nbsp;<br>    Em 1799, a alta burguesia se aliou ao general Napoleão Bonaparte, que deu o golpe do 18 brumário e assumiu a França, recuperando a estabilidade política e o desenvolvimento econômico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 03:14:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre o autor do livro: Michel Vovelle.</title>
         <author>leonardosartorio</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1548162629</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Michel Vovelle foi um historiador modernista francês, especialista nos séculos XVII e XVIII, e em particular da Revolução Francesa.<br>&nbsp; &nbsp; Nasceu em 6 de feverreiro de 1933, em Gallardon, e morreu na Comuna francesa de Aix-en-Provence, no dia de 6 de outubro de 2018 aos 85 anos de idade.<br>    Apesar de sua proximidade ao materialismo histórico, de inspiração marxista, desde a década de 1990 contribuiu para reabilitar o papel histórico do ator individual, até então menos valorizado pela atenção que se punha nas estruturas econômicas e sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 15:39:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Publicado pela Editora Unesp.</title>
         <author>leonardosartorio</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1548900153</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O livro foi publicado pela Editora Unesp em 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 18:49:55 UTC</pubDate>
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         <title>Local: onde o avô e a neta estão?</title>
         <author>leonardosartorio</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1548914775</link>
         <description><![CDATA[<div>    A Gabrielle (neta) mora em Pisa, na Itália, e foi passar suas férias na França. Já na França, ela dedicou algumas horas, com seu avô, para examinar a Revolução Francesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 18:54:50 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 1: Revolução Francesa: uma revolução diferente das outras.</title>
         <author>leonardosartorio</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1548943690</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; No primeiro capítulo a neta e o avô estipulam como funcionará a metodologia da explicação. E ambos chegam em um consenso: esquema de perguntas e respostas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;As perguntas começaram com o básico, como por exemplo: "Vovô, o que é uma revolução?". As respostas, em nenhuma das perguntas, eram vazias, curtas, ou diretas. O avô faz questão de explicar cada detalhe, sem deixar passar nada.<br>&nbsp; &nbsp; Nesse capítulo, a avô deixa a seguinte frase: Alphonse Aulard, um historiador que viveu há mais de cem anos, escreveu: "Para compreender a Revolução Francesa é preciso amá-la". Primeiro vamos tentar compreendê-la; de pois veremos se, no final do jogo, nós a amamos. Você descobrirá a resposta lendo o livro, prometo que não conto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 19:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3: Uma monarquia constitucional. </title>
         <author>carvalhomirella2004</author>
         <link>https://padlet.com/leonardosartorio/hhhki8zntt54skux/wish/1550515739</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís XVI deixa de ser um rei absoluto, e agora terá que respeitar a constituição. Os Estados Gerais se transformaram em uma Assembleia Nacional Constituinte.&nbsp;<br>Na noite de 4 de agosto de 1789, a nobreza se apresentou à tribuna da Assembleia para abrir mão de seus direitos, devido a revolta em que os camponeses tacaram fogo em documentos que fixavam pagamentos de impostos. Assim o feudalismo foi abolido do reino, foi o fim da sociedade hierarquizada.&nbsp;<br>No dia 6 de outubro de 1789, foi trazida de Versalhes a família real, que ficaram em Paris, no Palácio das Tulherias. A assembleia Nacional se reuniu ali perto e começou a ter as suas primeiras experiências políticas.&nbsp;<br>Diante todos esses acontecimentos, a França se torna um país com novos princípios.&nbsp;<br>Com uma crise econômica e política, a bastilha foi tomada por uma multidão, no dia 14 de julho de 1790, o rei Luís XVI convocou a Assembleia de Estados Gerais para discutir soluções para a crise francesa. Logo depois da queda da bastilha, em 28 de agosto de 1789 a declaração dos direitos do homem e do cidadão foi aprovada, isso teve um grande impacto na história da humanidade, pois não só os franceses de 1789, mas sim de todos os países em todas as épocas. Em 1788 a Declaração dos Direitos afirma “ninguém pode ser importunado por causa de suas opiniões, mesmo as religiosas”, pois no Regime Antigo a liberdade religiosa era proibida.&nbsp;<br>No século XIX, foi consagrada a “liberdade, igualdade e fraternidade”, um terceiro termo foi acrescentado em 1848, por ocasião da Segunda República.&nbsp;<br>Os deputados reconstruíram a miscelânea de esferas administrativas, judiciais e financeiras. O sistema era bastante descentralizado e delegava o poder aos cidadãos.&nbsp;<br>A tortura foi abolida e os suplícios do Antigo Regime foram proibidos. Guilhotin fez com que a guilhotina fosse adotada para acabar com o sofrimento inútil da tortura. Robespierre era um deputado que exigia que a pena de morte fosse abolida, mas ele era uma voz isolada.&nbsp;<br>Foi proclamada a igualdade tributária e estabelecida novas contribuições sobre a propriedade da terra, os bens mobiliários e o comércio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 21:05:57 UTC</pubDate>
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