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      <title>Horto de plantas medicinais, alimentícias e condimentares da FCTS - HEMAC by Projeto Horto</title>
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      <description>Coordenação: profa. Paula Melo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Artemisia camphorata</em><strong><br>Nomes populares:</strong> Alcanfor, cânfora-das-hortas, canforinha, canfrinho e macelinha canforada.<strong><br>Origem: </strong>América do Sul, Brasil<strong><br>Composição: </strong>Óleos essenciais, derivados de cânfora (submetida a uma série de reações, desdobra-se em: borneol, isso-borneol, canfano, cimol carvacrol, quinona de cânfora, ácido canfórico).<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: <br>Propagação: </strong>divisão de touceiras ou caules que tenham raízes<strong><br>Adubação: </strong>Preparar o local onde ela será cultivada incorporando ao solo bastante composto orgânico ou esterco de gado bem curtido<strong><br>Habitat: </strong>aprecia solo rico em matéria orgânica.<strong> <br>Época de colheita: </strong>60 e 125 dias após o transplante<strong><br>Condições de manejo: </strong>As sementes podem ser semeadas diretamente no local definitivo ou podem ser semeadas em sementeiras ou pequenos vasos, transplantando as mudas quando estiverem grandes o bastante para serem manuseadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: toda a planta<br>Indicação: </strong>dores musculares, contusões, picadas de insetos, problemas respiratórios</div><div><strong>Propriedades medicinais:</strong> analgésica, antiinflamatória, calmante, descongestionante, sedativa, anti-reumático</div><div><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> infusão e alcoolatura <strong><br>Posologia: </strong>Uso interno: tomar o chá, após estar morno, podendo tomar até 3 vezes ao dia, por duas semanas.&nbsp;</div><div>Uso externo: Após 10 dias de repouso, utilizar a alcoolatura na área que tenha dores musculares, picadas de insetos, distúrbios neurológicos e cardíacos, feridas, contusões e hemorragia uterina.</div><div><strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Uso não indicado em gestantes, lactantes e crianças. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>não documentadas</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS.&nbsp;</div><div><br>Trabalho do IF de Minas Gerais. https://www2.muz.ifsuldeminas.edu.br/plantasmedicinais/p26.html</div><div><br>Plantas medicinais: Curso de plantas medicinais. Coord. Haraguchi, Linete Maria Menzenga e Carvalho, Oswaldo Barretto de. São Paulo: Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem, 2010.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Laurus nobilis</em> L.</p><p><strong>Nomes populares:</strong> Louro, loureiro-ordinário, loureiro-dos-poetas, louro-comum, laurel (Inglês).</p><p><strong>Origem:</strong> Originário da Ásia menor, região mediterrânea.</p><p><strong>Composição:</strong> Óleo essencial com geraniol, cineol, eugenol, linalol, terpineno, pineno, costunolide e deacetillaurebiolide, taninos, açúcares e pectinas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> Estação de clima mais ameno.</p><p><strong>Propagação: </strong>Sementes ou mudas produzidas a partir de estacas do caule.</p><p><strong>Adubação: </strong>Adubação com esterco de gado bem curtido, esterco de galinha ou composto orgânico, quando necessário.</p><p><strong>Habitat: </strong>No Brasil, prefere regiões de clima temperado, solos ricos em matéria orgânica, bem drenados e com boa luminosidade.</p><p><strong>Época de colheita:</strong> A colheita é feita quando as folhas estiverem bem desenvolvidas, em qualquer época do ano. As folhas devem ser secas à sombra e em local ventilado e, logo após, guardadas em sacos de papel, pano ou vidro; os frutos devem ser colhidos quando estiverem bem maduros.</p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Requer clima ameno, sem secura estival ou geadas prolongadas</p>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e frutos.</p><p><strong>Indicação:</strong> Atividade protetora da mucosa gástrica, anti-inflamatório, antioxidante, digestivo, flatulências, cólicas, astenias, dores reumáticas, estados gripais.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão e Decocção.</p><p><strong>Posologia: </strong>Infusão: 1 colher (sobremesa) de folhas picadas para 1 xícara de água fervente. Tomar 1 xícara antes das refeições.</p><p><strong>Decocção para uso externo:</strong> 5 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 litro de água. Ferver por 10 minutos.</p><p><strong>Contraindicação/precaução:</strong> Contraindicada na gravidez (abortiva), lactação, em crianças menores de 6 anos, gastrite, úlceras gástrica ou duodenal, colite ulcerativa, doença de Chron, hepatopatias, epilepsia e doença de Parkinson. Em altas doses ou com uso muito frequente, pode causar gastrite e úlceras na mucosa digestiva e é uma espécie com potencial alergênico na pele.</p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong> Nao encontrado.</p>]]></description>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>CARVALHO, A. F. Produção comercial de plantas medicinais. Viçosa, MG: CPT, 1999, 78p.</p><p>&nbsp;</p><p>CORRÊA JÚNIOR, C.; SCHEFFER, M. C; MING, L. C. Cultivo agroecológico de plantas medicinais,condimentares e aromáticas. 1 ed. Brasília, DF: MDA, 2006, 75p:il.</p><p>&nbsp;</p><p>LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais do Brasil. Nova Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2002, 544p:il.</p><p>&nbsp;</p><p>SeTIC-UFSC. (n.d.). Horto didático de Plantas Medicinais do Hu/CCS. UFSC. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/louro/">https://hortodidatico.ufsc.br/louro/</a></p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong><em>Tropaeolum&nbsp;majus</em>&nbsp;L.<strong><br>Nomes populares:</strong>Capuchinha; Flor de chagas.<strong><br>Origem:</strong>Originária da América do Sul, mais precisamente das regiões do México e Peru.<strong><br>Composição:</strong>Glicosinolatos, Terpenóides, vitamina C,&nbsp;carotenóides, ácidos orgânicos (ácidos málico&nbsp;e&nbsp;clorogênico),&nbsp;flavonóides&nbsp;(glicosídeos da quercetina e&nbsp;isoquercetina), sais minerais rico em sulfato de potássio.</p><p><strong>Caracteristicas da espécie:</strong> As plantas são herbáceas, com rápido crescimento e floração permanente. As folhas são arredondadas e as flores vistosas, com cores que variam do amarelo-claro ao vermelho. É amplamente utilizada como planta ornamental, melífera e comestível, desde as folhas até as sementes.</p>]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>Pode ser plantada durante todo ano, preferencialmente nos meses mais quentes. A flor não tolera temperaturas muito baixas ou geadas.<strong><br>Propagação: </strong>Através de mudas ou sementes.<strong><br>Adubação: </strong>Em canteiros, ricos em matéria orgânica e bem drenados.<strong><br>Habitat:</strong>Nativa das regiões montanhosas do México e Perú.<strong><br>Época de colheita:</strong>50 dias após o plantio, podendo ser estendida por meses. No caso de colheita de folhas e flores, recomenda-se que as plantas sejam podadas. No caso de colheita exclusiva de flores, parte da planta mais apreciada e procurada para ornamentação de pratos, a colheita deve ser feita diariamente enquanto ainda se apresentam tenras.<strong><br>Condições de manejo:</strong>A incidência de luminosidade é muito importante no local do cultivo. Tem de ter, pelo menos, 4 horas de exposição direta ao sol para que a capuchinha floresça bem. Se adapta bem a ambientes parcialmente sombreados.</p>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888251</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folhas, flores e frutos.<strong><br>Indicação:</strong>Tem como indicação para uso popular expectorante, antiescorbútica, diurética, tônica, depurativa, aperiente e para infecções do sistema respiratório e urinário. Também é usado como antimicótico, analgésico e contra queda de cabelos. Para dor de garganta costuma-se comer as flores frescas. Toda a planta é considerada comestível. Os frutos verdes são consumidos como substituto da alcaparra, quando maduros são usados como laxantes.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:</strong>Infusão<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>3 folhas grandes para 1 xícara de água. Tomar 2 a 3 vezes ao dia. Infusão de flores e folhas para uso externo.<strong><br>Contra indicação/ precaução:</strong>Evitar seu uso em grávidas, lactantes e em pessoas com úlceras gastrointestinais. Não administrar em crianças pequenas nem em pacientes com hipotireoidismo. Em alguns casos pode causar dermatite de contato.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong>Não encontrado.</p>]]></description>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888252</link>
         <description><![CDATA[<p>AURUM, C. <strong>Jardim Aurum - capuchinha</strong>. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.colegioaurum.com.br/jardim-aurum/capuchinha">https://www.colegioaurum.com.br/jardim-aurum/capuchinha</a>&gt;. Acesso em: 8 abr. 2024.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Capuchinha - Instituto Federal Catarinense - Campus Camboriú</strong>.</p><p>Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.camboriu.ifc.edu.br/relogiomedicinal/capuchinha/">https://www.camboriu.ifc.edu.br/relogiomedicinal/capuchinha/</a>&gt;. Acesso em: 8 abr. 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>SETIC-UFSC. <strong>Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS</strong>.</p><p>Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/capuchinha/">https://hortodidatico.ufsc.br/capuchinha/</a>&gt;. Acesso em: 08 abr. 2024.</p><p>NUNO, R. et al. <strong>Equipe Técnica Neide Botrel</strong>. [s.l: s.n.]. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/160988/1/foldercapuchinha.pdf">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/160988/1/foldercapuchinha.pdf</a>&gt;. Acesso em: 8 abr. 2024.</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888255</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Tetradenia riparia</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Pau-de-incenso, limonete, pluma-de-névoa, incenso, umuravumba<strong><br>Origem: </strong>África<strong><br>Composição:</strong> Rica em óleo essencial,&nbsp; Terpenos (monoterpenos, diterpenos e sesquiterpenos) e flavonoides.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888256</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera<strong><br>Propagação: </strong>Estaquia<strong><br>Adubação:</strong> Deve-se realizar a adubação com material orgânico ou inorgânico antes do período de floração.<strong><br>Habitat: </strong>Regiões Tropicais<strong><br>Época de colheita: </strong>No período de inverno<strong><br>Condições de manejo:&nbsp;</strong>Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Não tolera solos encharcados, aos quais é muito sensível.</div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888257</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas<strong><br>Indicação: </strong>Auxiliam no tratamento de dor de estômago, febre, diarreia e dor de cabeça. Além disso, ajuda no tratamento de abscessos dentais, angina, celulite, malária, gastroenterite e apresenta ação repelente<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão<strong><br>Posologia: </strong>Adultos:&nbsp; Tomar 150 ml da infusão 1 vez ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>O uso da falsa mirra pode causar irritação na pele ou alergia. Além disso, quando ingerida pode causar diarreia, irritação nos rins ou batimentos cardíacos acelerados. Contra indicado para mulheres grávidas ou em amamentação.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>A planta não apresenta interações medicamentosas ou alimentícias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888258</link>
         <description><![CDATA[<div>1. PRATO, Raquel. Pluma-de-névoa Tetradenia riparia. [S. l.]: Jardineiro.net, 2016. Disponível em: https://www.jardineiro.net/plantas/pluma-de-nevoa-tetradenia-riparia.html. Acesso em: 14 abr. 2022.<br><br></div><div>2. CANOVAS, Raul. Tetradenia riparia. [S. l.], 31 ago. 2016. Disponível em: http://www.jardimcor.com/catalogo-de-especies/tetradenia-riparia/. Acesso em: 13 abr. 2022<br><br></div><div>3. TUA SAÚDE. Mirra: para que serve e como usar. [S. l.]: Tua saúde, 2021. Disponível em: https://www.tuasaude.com/mirra/. Acesso em: 13 abr. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Kalanchoe&nbsp;daigremontiana.<strong><br>Nomes populares:</strong>: <strong>&nbsp;</strong>Mãe-de-milhares, Aranto, Calanchoê, Planta-chapéu-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; mexicano, Planta-jacaré, Espinha-do-diabo, Planta-panda, Planta-maternidade.<strong><br>Origem:</strong>África, Madagascar.<strong><br>Composição:</strong>Planta herbácea, suas folhas são opostas, estreitas, pontiagudas, serrilhadas, suculentas, de formato longo a lanceolado e com comprimento entre 15 a 20 centímetros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:<br>Propagação:</strong> Brotamento.<strong><br>Adubação:</strong> Matéria orgânica.<strong><br>Habitat:</strong> Sol pleno ou meia-sombra, substratos próprios para cactos e suculentas, leve, arenoso e drenável.<strong><br>Época de colheita:<br>Condições de manejo: </strong>A irrigação deve ser esparsa, permitindo que o substrato seque entre as regas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888264</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folhas.<strong><br>Indicação: </strong>Lesões, feridas, cólica renal, febre e diarreia.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão.<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>Para preparar o chá é preciso de 200 ml de água e 2 a 3 folhas secas, levar ao fogo e deixar ferver por cerca de três minutos. Após esse tempo, desligue o fogo e ainda deixe descansar por alguns minutos. Por fim, é necessário coar e servir.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>A planta&nbsp;não é recomendada&nbsp;para quem busca realizar o&nbsp;uso prolongado com fins de emagrecimento.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888266</link>
         <description><![CDATA[<p>PATRO, R.&nbsp;<strong>Mãe-de-milhares</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jardineiro.net/plantas/mae-de-milhares-kalanchoe-daigremontiana.html">https://www.jardineiro.net/plantas/mae-de-milhares-kalanchoe-daigremontiana.html</a>&gt;. Acesso em: 21 de maio. 2024.</p><p>RABELO, B.&nbsp;<strong>Aranto: o que é, para que servir e como consumir</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/estilo-de-vida/meio-ambiente/aranto-o-que-e-para-que-serve-e-como-consumir-1.3362595">https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/estilo-de-vida/meio-ambiente/aranto-o-que-e-para-que-serve-e-como-consumir-1.3362595</a>&gt;. Acesso em: 21 de maio. 2024.</p><p>MAGALHÃES, DS et al. ANÁLISE FITOQUÍMICA DA Kalanchoe daigremontiana.&nbsp;<strong>Cadernos Macambira</strong>&nbsp;, v. 4, pág. 12–13 de 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>Copaifera langsdorffii.<strong><br>Nomes populares: </strong>caobi, copaíba-vermelha, copai, copaíba-clara, copaíba-marimari, copaíba-preta, copaúva, cupaúba, óleo, óleo-amarelo, óleo-branco, óleo-copaíba, óleo-de-copaíba, pau-d' óleo, pau-de-óleo.<strong><br>Origem: </strong>Brasil, Venezuela, Guianas e Colômbia.</div><div><strong>Composição: </strong>&nbsp;Madeira: alto teor de lignina.&nbsp;<br>Sementes: apresentam um polissacarídeo constituído de glucose, xilose e galactose e compostos fenólicos cumarínicos.&nbsp;<br>Óleo: constituído por uma mistura de diterpenos (ácido copálico) e compostos sesquiterpênicos, principalmente o b-cariofileno, a-bergamopteno, a-himachaleno, b-selineno; e outros compostos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888270</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:</strong> todo o ano<strong><br>Propagação: </strong>por meio de sementes, pois estacas dessas espécies são difíceis de enraizar.</div><div><strong>Adubação: </strong>No plantio recomenda-se usar 15 litros de esterco de curral ou de composto orgânico; ou 5 litros de esterco de galinha já curtido, mais 150 gramas de superfosfato misturados na terra retirada dos primeiros 20 centímetros da cova. Para manutenção adubar anualmente com composto orgânico, cerca de 6 quilos, mais 30 gramas de NPK 10-10-10.&nbsp;</div><div><strong>Habitat: </strong>Espécie exigente de luz, ocorrendo tanto em áreas de solo fértil e bem drenado como em áreas de solo muito pobre, ácido e álico. As temperaturas médias variam entre 17ºC a 27ºC.</div><div><strong>Época de colheita: </strong>os frutos amadurecem de junho a agosto.<strong><br>Condições de manejo: </strong>mudas de raiz nua não apresentam bom pegamento no campo. Recomenda-se um sombreamento de 50% para as mudas em viveiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888271</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Madeira: é indicada em construção civil, como vigas, ripas, dentre outros.</div><div>Óleo: extraído por meio de incisões ou perfurações feitas no tronco.</div><div><strong>Indicação: </strong>problemas pulmonares como tosses e bronquites, disenteria, incontinência urinária, cistite e leucorréia, para uso adulto ou pediátrico. Também como antisséptico em feridas, eczemas, na psoríase e urticária, e como cicatrizante de pequenas irritações do couro cabeludo. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>óleo da copaíba são usados na forma de chá.<strong><br>Posologia: </strong>O uso local se faz sob a forma de fricções e aplicações sobre ferimentos e úlceras. Internamente na forma de gotas diluídas em chás ou água.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>&nbsp;não encontrados.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>não encontrado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888272</link>
         <description><![CDATA[<div>CARVALHO, Paulo Ernani Ramalho. Espécies arbóreas brasileiras. 2014.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888275</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Hibiscus sabdariffa</em> L.</p><p><strong>Nomes populares</strong>: Rosela, azedinha, quiabo azedo, hibisco e vinagreira</p><p><strong>Origem: </strong>Originária da África</p><p><strong>Composição: </strong>vitaminas A e C, ferro, fósforo, ferro, proteínas, ácido málico, ácido tartárico, flavonoides, antocianidinas e compostos fenólicos</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888278</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>O ideal para seu cultivo é um clima quente e úmido. Em regiões mais frias, pode ser cultivada apenas durante os meses mais quentes do ano.<strong><br>Propagação:</strong>Através de sementes<strong><br>Adubação:</strong>Mensalmente, acrescente no vaso mistura de terra mais adubação orgânica (50%), 200 ml a cada 5 litros do volume de vaso<strong><br>Habitat:<br>Época de colheita:</strong>A colheita das folhas pode iniciar entre 60 e 90 dias. A floração inicia em 5 ou 6 meses, desde que as condições de fotoperíodo sejam adequadas. Cada cálice é colhido aproximadamente três semanas após a abertura de sua flor<strong><br>Condições de manejo:</strong>Sempre retirar as plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes. Sempre manter o solo úmido. Exige iluminação solar direta.A época do plantio influencia o rendimento dos cálices por planta, sendo outubro o mês mais adequado para obtenção de maior produtividade</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e cálice </p><p><strong>Indicação: </strong>Remineralizante, laxante, diurética, anti-inflamatória, antioxidante, antipirética, antianêmica, analgésica, hipotensora, hepatoprotetora, estomáquica e uricosúrica</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Chás e sucos</p><p><strong>Posologia: </strong>Chá feito com 1 colher de sopa de planta seca para cada xícara de água (150 mL)</p><p><strong>Contra indicação/ precaução: </strong>Quando consumida em excesso ou usada na forma de chás ou infusões pode causar efeitos colaterais como dor ou desconforto no estômago, excesso de gases intestinais ou prisão de ventre.</p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Pode diminuir muito a pressão arterial, principalmente em pessoas que utilizam remédios para pressão alta.<strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888280</link>
         <description><![CDATA[<p>ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. Rosario, Argentina: Corpus Libros, 2004.</p><p><br></p><p>DRESCHER, L. (coordenador). Herbanário da Terra: Plantas e Receitas. Laranja da Terra, ES: ARPA (Associação Regional dos Pequenos Produtores Agroecológicos), 2001. p. 113.</p><p><br></p><p>LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2.ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.</p><p><br></p><p>SILVA JUNIOR, A.A.. Essentia herba – Plantas bioativas. Florianópolis: Epagri, 2003.pgs. 266-280.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:<br>Propagação:<br>Adubação:<br>Habitat:<br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888287</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp;<br>Indicação:<br>Forma farmacêutica preferencial:<br>Posologia:&nbsp;<br>Contra indicação/ precaução:<br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></div>]]></description>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888288</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Chenopodium ambrosioides</em>&nbsp; L.&nbsp;</div><div><strong>Nomes populares: </strong>Erva de Santa Maria, mastrunço, mestruz, lombrigueira, quenopódio, ambrosia-do-méxico, erva-das-cobras, erva-do-formigueiro, caacica. No Norte do Brasil, um dos nomes populares dessa erva é mastruço ou mastruz; já no sul, o nome mastruço refere-se comumente a outra planta, a <em>Coronopus didymus</em> L.</div><div><strong>Origem: </strong>México e América Central, sendo também encontrado na América do Sul.<strong><br>Composição:&nbsp; </strong>Ácidos (butírico, salicílico, tartárico, vanílico, ferúlico, cítrico, succínico, palmítico, oleico e linoleico); flavonóides (quercetina e campferol), quenopodina, histamina, matérias resinosas e pépticas, saponinas, urease, triacontil álcool, santonina, betaína, ambrosídeo, chenopodiosídeos A e B, kaempferol rhamnosídeo. Seu óleo essencial é muito utilizado, contendo ascaridiol, cineol, p-cimeno, salicilato de metila, cânfora, limoneno, silvestreno, α e β-pineno, geraniol, p-cimol, mirceno, felandreno, terpineno, metadieno, aritasona, safrol, entre outros terpenos. É também rico em vitaminas (ácido ascórbico, niacina e tiamina) e minerais (cálcio, fósforo, especialmente rico em Na, K, Mg e Zn).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>Nasce espontaneamente em lavouras, terrenos baldios, hortas e jardins, principalmente na estação das chuvas.<strong><br>Propagação:<br>Adubação:</strong>É necessário estar em solo fértil e fazer regas regulares até a formação da planta<strong><br>Habitat: </strong>Desenvolve-se melhor em zonas temperadas, solos arenosos e férteis.<strong><br>Época de colheita:</strong>A colheita deve ser feita no início da floração, aproximadamente 3 meses após o plantio.<strong><br>Condições de manejo:</strong>É necessário estar em solo fértil e fazer regas regulares até a formação da planta</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888293</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Todas as partes da planta, sendo mais comum o uso de sua parte aérea e seus frutos.<strong><br>Indicação: </strong>Sua principal ação é como vermífuga, com grande ação anti-helmíntica e amebicida. Também é útil contra parasitoses de pele, escabiose <br>(piolhos) e nematoides. Seu uso tradicional também se estende ao tratamento da recuperação de ossos e contusões, com grande ação cicatrizante. Possui ação contra reumatismo, sinusite e bronquite. É também uma PANC (Planta Alimentícia Não Convencional) e uma espécie com grande potencial terapêutico, estando na Relação de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>&nbsp;Sua infusão pode ser utilizada tanto interna quanto externamente. Também é comum a ingestão do suco feito com suas folhas, adicionando-se leite ou não. É possível fazer compressas com suas folhas para os casos de contusão. O óleo essencial também tem grande ação terapêutica, sendo utilizado apenas externamente.<strong><br>Posologia: </strong>Para ação antiparasitária e para gripes, resfriados, bronquite e sinusite: preparar suco com 3 colheres de chá das folhas secas em 1 copo de água ou leite, tomar em jejum durante cinco dias; preparar infusão com uma colher de sobremesa de folhas secas em uma xícara de água, tomar 2 xícaras ao dia por 10 dias. Para parasitoses de pele, utilizar infusão em banhos.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>É contra indicado para gestantes (por ser uma planta abortiva), lactantes, crianças de até 3 anos, pessoas com doenças hepáticas, renais e auditivas. Seu óleo essencial em altas doses possui grande toxicidade, sendo os sintomas mais comuns: náuseas, vômitos, depressão do SNC, lesões hepáticas e renais, surdez, transtornos visuais, convulsões, coma e insuficiência cardiorrespiratória. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não há relatos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888294</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><em>Dysphania ambrosioides</em></strong><strong> (L.) Mosyakin &amp; Clemants</strong>, Fitoterapia Brasil. Disponível em: https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/dysphania-ambrosioides. Acesso em 19 de Abril de 2022.</h1><div><br><strong>Erva de Santa Maria</strong><em>, </em>Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS. Disponível em: https://hortodidatico.ufsc.br/erva-de-santa-maria/. Acesso em 19 de Abril de 2022.<br><br><strong>Índice Terapêutico Fitoterápico</strong>: ITF, 1 ed, Petrópolis, RJ, EPUB, 2008.<br><br>Kasali, F.M. et al. <strong>Ethnomedical uses, chemical constituents, and evidence-based pharmacological properties of </strong><strong><em>Chenopodium ambrosioides</em></strong><strong> L.: extensive overview.</strong> Future Journal of Pharmaceutical Sciences, 7, 153, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888296</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Eugenia uniflora </em>L.<strong><br>Nomes populares: </strong>Pitanga , pitangueira<strong>.<br>Origem: </strong>Centro<strong> </strong>do Brasil ao norte da<strong> </strong>Argentina<strong>.<br>Composição: </strong>0,88% de nitrogênio (N); 0,09% de fósforo (P); 0,84% de potássio (K); 0,25% de cálcio (Ca); 0,06% de magnésio (Mg) e 0,06% de enxofre (S).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888298</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>mês de maio até o final do inverno<strong>.<br>Propagação: </strong>semente<strong> <br>Adubação: </strong>a<strong> </strong>cada três meses com farinha de osso.<strong><br>Habitat: </strong>floresta semidecidual<strong> <br>Época de colheita:</strong>duas vezes ao ano ,nos meses de março à abril,e na época de outubro à janeiro.<strong><br>Condições de manejo: <br>É </strong>necessário que o pé de pitanga<strong><br></strong>esteja plantado em terra úmida, e<br>que esta seja misturada com o adubo<br>nos primeiros 15 cm da superfície na<br>abertura da cova.<br>Deve ser irrigada muitas vezes<br>durante os 10 primeiros<br>dias,principalmente se for em clima<br>muito quente.<br>A propagação pode ser por sementes<br>ou estaquia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>folhas.<strong><br>Indicação: </strong>auxiliar no alívio sintomático da diarréia leve não infecciosa.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:<br> </strong>Chá , 4 a 5 vezes ao dia em casos de diarréia.<strong><br>Posologia: <br>Uso interno:<br> </strong>Tomar meia xícara de chá 4 a 5 vezes ao dia em casos de diarréia.<br><strong>Uso externo: <br></strong>óleo essencial <strong><br>Contra indicação/ precaução: <br></strong>Gestação, lactação e menores de 18 anos .<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:<br> </strong>Pode ser usada no preparo de sucos e geleias .</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888304</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/2021-fffb2-final-2.pdf/@@download/file/2021%20FFFB2%20final.pdf<br><br>INSTITUTO BRASILEIRO DE<br>FLORESTAS.Pitanga.Disponível em :<br>https://www.ibflorestas.org.br/lista-de-<br>especies-nativas/pitanga-2/acesso em<br>17 de abril de 2022.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888307</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Plantago major L.</em><strong><br>Nomes populares: </strong><em>tansagem, tranchagem, transagem, sete-nervos</em><strong><br>Origem: Planta nativa da Europa<br>Composição: </strong>Contém mucilagens de ácidos urónicos (3 a 6%), pectinas, glucosídeos iridóides, taninos, ácido cafeico e seus ésteres e derivados do ácido cinâmico (acteósido), ácido silícico livre e combinado, cumarinas, vários ésteres osídicos de ácido cafeico. Possui sais de potássio (até 0,5%), enzimas, saponinas, vitamina C, flavonoides e ácidos orgânicos, alcalódes, trepenoides, esteroides. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888308</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: Entre setembro e dezembro<br>Propagação: por sementes ou mudas<br>Adubação: </strong>ela prefere os úmidos e férteis, assim é utilizado esterco curtido e torta de mamona antes do plantio.  <strong><br>Habitat: </strong>Fácil de se adaptar em diferentes regiões, a tanchagem tem capacidade de se multiplicar até espontaneamente, inclusive em jardins, gramados, pomares, beiras de estradas e junto a muros. Contudo, a planta se desenvolve mais intensamente em áreas abertas com solos cultivados ou pastagens sob clima temperado.<strong><br>Época de colheita: </strong>s folhas são colhidas a partir do terceiro mês após o transplante de mudas, na pré-floração, com cerca de três a quatro cortes anuais. As sementes são colhidas quando as espigas estiverem bem desenvolvidas e começando a ter uma coloração avermelhada para marrom. <strong><br>Condições de manejo:&nbsp;</strong>&nbsp;Indica-se 30 x30 centímetros. Faça o transplante quando as mudas tiverem de três a quatro folhas definitivas em vasos ou em canteiros preparados com 3 a 5 quilos por metro quadrado de esterco curtido de curral, ou 1,5 a 3 quilos por metro quadrado de torta de mamona aplicados de 15 a 20 dias antes do plantio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888309</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: folhas e sementes<br>Indicação: </strong>No Brasil é considerada diurética, antidiarreica, expectorante, hemostática e cicatrizante, sendo empregada contra infecções das vias respiratórias superiores, bronquite crônica e como auxiliar no tratamento de úlceras pépticas.&nbsp; As sementes são utilizadas como laxante e depurativas enquanto as folhas são empregadas internamente no tratamento da diarreia. Utilizada para tratar afecções de pele (acne e cravos), queimaduras e picadas de insetos. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: infusão de folhas ou sementes. <br>Posologia: </strong>Uso interno: como laxante e depurativo: infusão das sementes, preparado adicionando-se água fervente em um copo contendo uma colher de sopa de sementes deixadas em maceração durante a noite;<br>Contra infecções das vias aéreas, fazer gargarejo de seu chá, 2 a 3 vezes por dia (2 colheres de sopa das folhas picadas para 1 xícara de chá de água fervente).<br>Para dores de garganta tomar 3 x ao dia a infusão de 1 colher de sopa de folhas picadas para 1 xícara de chá de água fervente.<br>Uso externo: cataplasma preparado com folhas amassadas, misturado com glicerina e aplicado sobre feridas, queimaduras e picadas de insetos;</div><div><strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>As sementes não devem ser administradas na presença de obstruções do trato gastrointestinal.<br>Evitar o uso em gestantes</div><div><strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:&nbsp;</strong>No seu trajeto pelo intestino, as sementes podem interferir com a absorção de outros fármacos (glucosídeos cardiotônicos, derivados cumarínicos, vitamina B12, carbamazepina, sais de lítio, cálcio, cobre, magnésio e zinco), por este motivo deve-se ter precaução de não administrá-la junto a algum outro tratamento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888310</link>
         <description><![CDATA[<div>Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS. https://hortodidatico.ufsc.br/tansagem/</div><div>Arnous, A. H., Santos, A. S., &amp; Beinner, R. P. C. (2005). Plantas medicinais de uso caseiro-conhecimento popular e interesse por cultivo comunitário. Revista espaço para a saúde, 6(2), 1-6.</div><div>FOUYER, Antonio Carlos Gomes. Uso terapêutico das plantas medicinais: indicação popular x indicação com subsídio científico. 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong>Guazuma ulmifolia Lam.<strong><br>Nomes populares:</strong>mutamba; mutamba-preta; guaxima-macho; cabeça-denegro; periquiteira; chico-magro, envireira; pau-de-bicho; mutambo; camacã; paude-motamba; embireira; mutamba-verdadeira; amoreira; algodão; araticum-bravo; coração-de-negro; guaxima-torcida; maria-preta; marolinho; umbigo-de-caçador e umbigo-de-vaqueiro.<strong><br>Origem:</strong>Nativamente do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico">México</a> ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a><strong><br>Composição:</strong> Compostos fenólicos, taninos e flavonoides, saponinas, mucilagens, alcaloides, triterpenos e esteroides.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>Setembro a dezembro.<strong><br>Propagação:</strong>A propagação da espécie pode ser feita a partir de sementes ou de estruturas vegetativas. As plântulas se desenvolvem rapidamente em viveiro, estando prontas para serem repicadas em tubetes ou saquinhos após trinta dias da semeadura.<strong><br>Adubação:</strong>Recomenda-se diferentes formulações em tubetes, como a mistura de 80% de húmus de minhoca com 20% de casca de arroz carbonizada; 60% de húmus com 20% de casca de arroz carbonizada e 20% de vermiculita fina; ou 100% de esterco de gado curtido. Em três meses as mudas podem atingir altura de 38 cm. As plantas são mantidas em viveiro de 14 a 16 semanas ou até atingirem de 25 a 30 cm de altura. Podem ficar expostas a pleno-sol ou a 60% de sombreamento e é recomendado o transplantio no começo das chuvas.<strong><br>Habitat: </strong>A espécie ocorre em faixas de temperatura média acima de 24 °C e altitudes inferiores a 400 m. Habita solos de textura arenosa com pH superior a 5,5. Em condições de solos compactos o desenvolvimento é mais lento e apresenta tolerância a secas temporárias.<strong><br>Época de colheita:</strong>Os frutos devem ser coletados assim que apresentarem cor marrom, com sinais de abertura, ou se estiverem no chão por pouco tempo. Para a secagem das sementes, os frutos devem ser levados ao sol, o que facilita a abertura completa e a subsequente liberação das sementes.<strong><br>Condições de manejo:</strong>Por sua auto-ecologia, a mutamba é apta para plantios homogêneos a pleno sol; nesse sistema, na América Central, verificou-se que aos 12 meses já ocorria fechamento de copas, em espaçamento 2 m x 2 m. A mutamba também pode ser plantada em plantio misto, com espécies secundárias. Apresenta brota vigorosa da touça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Casca, folhas, madeira, frutos.<strong><br>Indicação:</strong>Propriedades adstringente, depurativa, cicatrizante, antisséptica, diaforética, antissifilítica, desobstruente do fígado e sudorífica.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Extrato, tintura, óleo, loção<strong><br>Posologia:&nbsp;<br>Contra indicação/ precaução: </strong>Não foi encontrado.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não foi encontrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888316</link>
         <description><![CDATA[<p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/335014026_Mutamba_-">https://www.researchgate.net/publication/335014026_Mutamba_-</a> <em>Guazuma</em>ulmifolia_Lam. </p><p><br></p><p>ERNANI, P.; CARVALHO, R. Mutamba Guazuma ulmifolia. [s.l: s.n.]. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPF-2009-">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPF-2009-</a> 09/42548/1/Circular141.pdf.</p><p><br></p><p> PEREIRA, G. A. Mutamba (Guazuma ulmifolia Lam.) fruit as a potential source of natural bioactive and high added-value compounds : Fruto mutamba (Guazuma ulmifolia Lam.) como uma potencial fonte de compostos bioativos naturais e de alto valor agregado. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1157292">https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1157292</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Mentha pulegium</em><strong><br>Nomes populares: Poejo</strong>-das-Hortas, <strong>Poejo</strong>-Real, Menta-Selvagem, <strong>Poejo</strong>-do-Brejo, Hortelã-de-Folha-Miúda.<strong><br>Origem: Originária da Ásia, Europa e Arábia.&nbsp;<br>Composição:&nbsp;</strong>Óleos essenciais: a pulegona é o constituinte principal (60 a 90%); seguidos de mentona, isomentona, 3-octanol, piperitenona e trans-isopulegona.</p><p><br></p><p>Flavonóides: diosmina e hesperidina. E ácido rosmarínico.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: Entre fevereiro e Junho<br>Propagação: por sementes, estaquia ou mudas<br>Adubação: </strong>o poejo gosta de solos ricos em matéria orgânica, leves e bem drenados com um pH entre 5,0 a 6,5.<strong><br>Habitat: </strong>o poejo adapta-se bem a climas amenos e húmidos, com muita luminosidade e meia sombra. Não tolera geadas severas pelo que deve plantar poejo num local abrigado.<strong><br>Época de colheita: </strong>pode ser feita a partir dos dois meses após ter feito a plantação, após o início da floração. Para tal, corte os galhos floridos, logo abaixo das flores. Nesta altura, os ramos devem ter pelo menos 20 cm de comprimento.<strong>&nbsp;<br>Condições de manejo:&nbsp; É necessário no mínimo 10cm de profundidade ao transplantar ou plantar as sementes, sendo necessário também no mínimo 15cm de espaçamento entre sementes e mudas.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:<br>Propagação:<br>Adubação:<br>Habitat:<br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888322</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: folhas, talos e flores<br>Indicação: </strong>usado para dispepsia flatulenta, cólica menstrual, resfriado, menstruação atrasada. Topicamente é usado em erupções cutâneas, formigamento e gota.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: Infusão<br>Posologia: </strong>1-4 g da erva (folhas, talos e flores), na forma de infusão, 3x ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: Mulheres gravidas ou pessoas com problemas renais. <br>Interação medicamentosa ou com alimentos: pode ser associado ao guaco em tratamento de vias respiratórias. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888323</link>
         <description><![CDATA[<div>Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS. https://hortodidatico.ufsc.br/poejo/</div><div>CORTEZ L. E. R; JACOMOSSI. E; CORTEZ D. A. G. Levantamento das plantas medicinais utilizadas na medicina popular de Umuarama, PR. Arq. Ciênc. Saúde Unipar. 3(2): 97 -104, 1999.</div><div>GONÇALVES, Vera Regina Nuñes. Espécies utilizadas na medicina popular no município de Dom Pedrito sob os nomes vernáculos de" Garupá"," Guaçatumba" e" Poejo". 2016.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Bauhinia forficata </em>Link.<strong><br>Nomes populares: </strong>Pata-de-vaca, unha-de-boi, unha-de-vaca, pezuña de vaca, mororó, caauba, bauínia, capa-de-bode, casco-de-burro, casco-de vaca, ceroula-dehomem, miriró, mororó, pata-de-boi, pata-de-veado, unha-de-anta. <strong><br>Origem: </strong>América do Sul<strong><br>Composição:&nbsp;</strong>Alcaloides (trigonellina [N-metilbetaína do ácido nicotínico]), fitosteróis (β-sitosterol), flavonóides (quercetina e derivados, rutina, campferol e derivados, astragolina e caempferitrina), quinonas (bainiona), taninos (flobatênicos e perogálico), mucilagens, terpenoides, antocianidina, substâncias fenólicas, colina, ácidos orgânicos, minerais, aminoácidos e pinitol.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888335</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera. É recomendado que as sementes colhidas sejam plantadas o mais rápido possível.<strong><br>Propagação: </strong>Principalmente por semente. Também é possível a propagação por estacas de brotações de raízes e de cepas.<strong><br>Adubação: </strong>Esterco ou adubo orgânico.<strong> </strong>Pode-se preparar o<strong> </strong>substrato na proporção de solo, areia e esterco em 3:2:1, ou terra argilosa, terra arenosa e adubo orgânico em 1:1:1.<strong><br>Habitat: </strong>Regiões Sul e Sudeste do Brasil, estando muito presente no Cerrado e na Mata Atlântica.<strong><br>Época de colheita: </strong>As sementes devem ser coletadas durante a primavera, quando os frutos apresentam cor marrom escura e ainda estão presos à planta. Já as folhas, recomenda-se que sejam colhidas antes do florescimento e pelo período da manhã. Além disso, a sabedoria popular indica a colheita na lua cheia, o que pode nos orientar quanto a época de colheita não só das folhas, como também das flores.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Solo bem profundo, fértil e drenado, sendo a <em>Bauhinia f.</em> uma espécie que não é exigente quanto à irrigação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888336</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas (principalmente), flores, casca.<strong><br>Indicação: </strong>Hipoglicemiante, antimicrobiana, anti-inflamatória, antioxidante, anticoagulante e antifibrinogênica (capaz de atuar neutralizando a coagulação induzida pelo veneno de cobras das famílias <em>Bothrops </em>e <em>Crotalus</em>), diurética, depurativa, tônica.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Chá (infusão de folhas e flores, decocção da casca)<strong><br>Posologia: </strong>1 colher de sopa de folhas, cascas ou flores picadas para 150 ml de água. Tomar 2 a 3 xícaras por dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Grávidas e lactantes. Pacientes que já fazem uso de medicação hipoglicemiante devem evitar o uso desta espécie. Em um estudo, sugere-se que o uso crônico desta espécie pode levar ao hipotireoidismo e ao bócio endêmico.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Pode potencializar o efeito hipoglicemiante de medicamentos de tal classe terapêutica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888337</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><em>Bauhinia forficata </em></strong><strong>Link</strong>, Fitoterapia Brasil. Disponível em: https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/bauhinia-forficata. Acesso em 19 de Abril de 2022.</h1><div><br>Domingos, A. H. et al. <strong>Plantas Medicinais:</strong><em> </em>patas-de-vaca. Série Produtor Rural, 60. Piracicaba: ESALQ/USP, 2016.</div><div><br><strong>Índice Terapêutico Fitoterápico</strong>: ITF, 1 ed, Petrópolis, RJ, EPUB, 2008.<br><br>Nogueira, A. C. O. et al. <strong>Revisão do Gênero </strong><strong><em>Bauhinia</em></strong><strong> Abordando Aspectos Científicos das Espécies </strong><strong><em>Bauhinia forficata</em></strong><strong> Link e </strong><strong><em>Bauhinia variegata</em></strong><strong> L. de Interesse para a Indústria Farmacêutica</strong>. Revista Fitos, 7, 2, 2012.<br><br><strong>Pata-de-vaca</strong><em>, </em>Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS. Disponível em: https://hortodidatico.ufsc.br/pata-de-vaca/. Acesso em 19 de Abril de 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Lavandula officinalis</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Alfazema, Lavanda, Lavandula, Nardo<strong><br>Origem: </strong>Parte ocidental do Mediterrâneo<strong><br>Composição:&nbsp;</strong>Princípio amargo, essência, cumarina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888339</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera<strong><br>Propagação:</strong> sementes e estacas de ramos novos.<strong><br>Adubação: </strong>esterco de animal curtido, húmus ou matéria orgânica, incorporados a 30 centímetros de profundidade. <strong><br>Habitat: :&nbsp; </strong>Solo leve, rico em nutrientes, bem drenado e com pH 6,7-7,3.<strong><br>Época de colheita:&nbsp;</strong></div><blockquote><strong>Folhas:</strong> no início da floração, depois de um ano do plantio.<br><strong>Flores: </strong>no início da floração, antes de sua abertura completa.<br><br></blockquote><div><strong><br>Secagem: Flores:</strong> na sombra, em local bem ventilado, ou no secador, com temperatura máxima de 30ºC.<br><strong>Folhas:</strong> na sombra, em local bem ventilado, ou no secador, com temperatura máxima de 35ºC.<strong><br></strong><br></div><div><strong><br>Condições de manejo: Folhas e Flores: </strong>Em recipientes de vidro ou sacos de papel ou plástico transparente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888340</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Flores<strong><br>Indicação: </strong>Analgésica, Anti-séptica, Antiemética, Antiespasmódica, Antiinflamatória, Antiperspirante, Aromática, Calmante, Carminativa, Cicatrizante, Desodorante e Tônica.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: <br>Posologia: </strong>&nbsp;Infusão:&nbsp; 150 mL do infuso, três vezes ao dia e preferencialmente uma dose de 150 mL antes de deitar-se.<br>Tintura: tomar 2 a 4 mL da tintura, diluídos em 50 mL de água, três vezes ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>&nbsp;Efeito colateral: Sonolência.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>nao deve ser utilizado junto a<strong> </strong>medicamentos com efeito sedativo, hipnótico e anti-histamínico.</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888343</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/alfazema</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888345</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Phyllanthus niruri;</em></p><p><strong>Nomes populares: </strong>Erva-pombinha, erva-de-bombinha, arrebenta-pedra e</p><p>erva-de-quebrante;</p><p><strong>Origem: </strong>América;</p><p><strong>Composição: </strong>As partes aéreas de <em>Phyllanthus niruri</em> apresentam lignanas, alcalóides,</p><p>triterpenos e flavonóides. A semente possui óleo fixo, contendo ácido linolênico, compostos flavônicos, triterpenóides derivados do lupeol e esteróides.</p><p>- Alcalóides: nor‐securinina, securinina, filocrisina e filantina.</p><p>- Flavonóides: Quercetina, quercetol, quercitrina , rutina, catequina, gallocatequina, niruriflavona, cianidina, antocianidina, astragalina, dentre outros.</p><p>- Lignanas: Nirtetralina, hipofilantina, lintetralina, dentre outros.</p><p>- Ácidos fenólicos: Salicilato de metila, ácido protocatecuico, ácido salicílico, dentre outros.</p><p>- Taninos: Ácido gálico, corilagina, ácido elágico, elagitanina, dentre outros.</p><p>- Terpenos: Limoneno, p-Cimeno e lupeol.</p><p>- Ácidos fenólicos: Ácido 1-cafeoil-5-feruloilquinico , ácido 4-sinapoilquinico , ácido 5 -p-coumaroilquinico, dentre outros. -Furanocumarinas: Isopimpinelina (Toxico).</p><p>- Saponinas: Diosgenin, nirurisideo e β-glucogalina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Todas as partes da planta, folhas, caules, raízes;</p><p><strong>Indicação: </strong>Tratamento de urolitíase, doença conhecida popularmente como pedras</p><p>nos rins ou cálculo renal, prevenção da litíase, dos cálculos renais. Efeito uricosúrico, provoca a eliminação de ácido úrico pela urina, contribuindo à prevenção de crises de gota. Possui propriedades analgésicas contra dor neurogênica e inflamatória, além de efeitos antiespasmódicos devido à inibição da contração da musculatura lisa do ureter, propiciando uma facilitação na eliminação de cálculos renais;</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Preparação Extemporânea (Infuso) da planta toda (folhas, raízes e caules);</p><p><strong>Posologia: </strong>Usar o chá preparado por infusão com 3 g de droga vegetal (planta seca) em 150 mL de água, até 3 vezes ao dia, e a tintura, de 1 a 3 mL em água, até 3 vezes ao dia.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>Os indivíduos que têm hipertensão sob controle,</p><p>mulheres grávidas ou em período de amamentação e pessoas que enfrentam distúrbios da tireoide, é contraindicado o uso da planta;</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou com Alimentos: </strong>Não encontrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888349</link>
         <description><![CDATA[<p>Samali, A.*, Florence, D. T., Odeniran, O. A. and Cordelia O.N. Evaluation of chemical constituents of Phyllanthus Niruri. African Journal of Pharmacy and Pharmacology. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://academicjournals.org/journal/AJPP/article-full-text-pdf/902B06636490.pdf">https://academicjournals.org/journal/AJPP/article-full-text-pdf/902B06636490.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://academicjournals.org/journal/AJPP/article-full-text-pdf/902B06636490.pdf.">.</a> Acesso em 30/10/2023.</p><p>&nbsp;</p><p>K. Narendra, J. Swathi, K. M. Sowjanya, A. Krishna Satya. Phyllanthus niruri: A Review on its Ethno Botanical, Phytochemical and Pharmacological Profile. Department of Biotechnology, Acharya Nagarjuna University, Nagarjuna Nagar. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/profile/A-Satya/publication/259758390_Phyllanthus_niruri_A_">https://www.researchgate.net/profile/A-Satya/publication/259758390_Phyllanthus_niruri_A_ Review_on_its_Ethno_Botanical_Phytochemical_and_Pharmacological_Profile/links/54268c a20cf2e4ce94070dfb/Phyllanthus-niruri-A-Review-on-its-Ethno-Botanical-Phytochemical-an d-Pharmacological-Profile.pdf.</a> Acesso em 30/10/2023.</p><p>&nbsp;</p><p>Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS. UFSC. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/quebra-pedra/">https://hortodidatico.ufsc.br/quebra-pedra/</a>. Acesso em 30/10/2023</p><p>&nbsp;</p><p>MARQUES, Luis C.; Phyllanthus niruri (Quebra-Pedra) no Tratamento de Urolitíase: Proposta de Documentação para Registro Simplificado como Fitoterápico. Universidade Bandeirante de São Paulo. Programa de Mestrado Profissional em Farmácia. São Paulo, SP, Brasil, 2013. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/19182/2.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/19182/2.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/19182/2.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y.">.</a> Acesso em: 30 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>Victor Alves de Oliveira; Virleny Maria Alves de Oliveira; Thayse Wilma Nogueira de Oliveira; Andressa Nathanna Castro Damasceno; Claudiane Batista de Sousa; Thaís Rodrigues Nogueira; Thais Alves Nogueira; Sabrina Almondes Teixeira; Alciene Pacheco da Silva; Stella Regina Arcanjo Medeiros; João Marcelo de Castro e Sousa; Felipe Carneiro Cavalcante Silva; Gilmara Peres Rodrigues. Aspectos atuais sobre a utilização da Phyllanthus niruri(quebra-pedra) no tratamento da litíase renal. Revista Eletrônica Acervo Saúde/Electronic Journal Collection Health | ISSN 2178-2091. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1386/790">https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1386/790</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1386/790.">. Acesso em: 31 out. 2023.</a></p><p>&nbsp;</p><p>Bruna Juliane de Melo; Vanessa Lima Gonçalves Torres; Rozi Zanoni da Silva. POTENCIAL DIURÉTICO E HIPOTENSOR DAS PLANTAS: Equisetum arvense, Phyllanthus niruri e Petroselinum crispum: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Visão Acadêmica, Curitiba, v.23 n.2, abr. - jun. /2022 - ISSN 1518-8361. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufpr.br/academica/article/download/80127/46270">https://revistas.ufpr.br/academica/article/download/80127/46270</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufpr.br/academica/article/download/80127/46270.">. Acesso em: 31 out. 2023</a></p><p>&nbsp;</p><p>SOUSA, J. A. DE et al. Adubação orgânica e densidade de plantio na produção de quebra-pedra. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br">www.infoteca.cnptia.embrapa.br</a>, 2019.</p><p>&nbsp;</p><p>Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. </strong>2a Edição. Brasília: Anvisa, 2021.</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em><br></em></strong></p><p><strong><em>&nbsp;</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Thymus vulgaris</em> L.<strong><br>Nomes populares: </strong>timo.<strong><br>Origem: </strong>mediterrâneo, da Ásia menor e<strong> </strong>do<strong> </strong>Norte da África<strong>.<br>Composição: </strong>Composição química</div><div>Óleos essenciais (os fenóis, principalmente o timol, constituem 25 a 70% destes óleos). Outros componentes incluem carvacrol, canfeno, sabineno, beta-Pineno, 1,8-cineol, linalol, borneol, geraniol, geranil acetato, sesquiterpino e álcool.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>final do inverno<strong> <br>Propagação: </strong>semestes<strong><br>Adubação</strong>: apenas uma vez por ano , preferencialmente nos meses de outono<strong>.<br>Habitat: </strong>regiões de planície<strong><br>Época de colheita: </strong>meses de dezembro e janeiro.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Deve ser plantado em solo arenoso e bem drenado, e em locais que recebam pelo menos quatro horas de<br>luz solar todos os dias.Neste caso,<br>plante-as em uma sementeira e,<br>quando as mudas atingirem 10 cm de<br>altura, transplante-as para o local<br>definitivo. Quando o tomilho estiver<br>com 15 cm, os ramos já podem<br>começar a ser podados e usados na<br>culinária.<br>Corte-os com uma tesoura e jamais<br>arranque apenas as folhas, pois isso<br>danifica a planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos:</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada</strong>: partes aéreas.<strong><br>Indicação:</strong> <br>Inflamações do trato digestivo<br>insuficiência cardíaca<br>Gestação.<br>Lactação<br>Crianças com menos de 6 anos<br>de idade<br>Durante o período pós-<br>cirúrgico, pois ele pode<br>retardar a coagulação do<br>sangue.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: chá<br>Posologia: <br></strong>Uso<strong> </strong>interno:<br>Chá: preparar com uma colher pequena<br>de chá por xícara de água fervente.<br>Tomar no máximo 3 xícaras ao dia.<br>Uso externo:<br>Cosmética: em loções refrescantes e<br>tônicos de limpeza, age como<br>estimulante e anti-séptico.<br>Loções para feridas difíceis de curar e<br>para anginas, clarear manchas de acnes<br>e infecções cutâneas;<br>No couro cabeludo o chá (por cerca de<br>15 minutos) em casos de queda de<br>cabelos .<strong><br><br>Contra indicação/ precaução: </strong>enterocolites, gestação, insuficiência cardíaca.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>utilizado<strong> </strong>na culinária como tempero<strong>.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888355</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Thymus_vulgaris.htm<br><br>Carretero, ME, &amp; Ortega, T. Plantas<br>Medicinais com Atividade Expectorante:<br>Tomilho. 9 pp. Departamento de<br>Farmacologia. Faculdade de Farmácia,<br>Universidade Complutense de Madri.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888359</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Solidago chilensis Meyen</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Arnica, espiga-de-ouro, arnica-do-campo, arnica-silvestre, erva-de-lagarto, macela-miúda, rabo-de-rojão, erva-lanceta, entre outros.<strong><br>Origem: </strong>Nativa da América do Sul <br><strong>Composição: </strong>&nbsp;Parte aérea:<strong> </strong>quercitrina, flavonoide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido cafeico etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888360</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Qualquer época do ano<strong><br>Propagação: </strong>Sementes e estacas com rizoma<strong><br>Adubação:</strong> Fertilizantes e adubo orgânico<strong><br>Habitat: </strong>As espécies do gênero ocorrem em solos superficiais retidos em arenito, entre fendas de rochas, onde a retenção de água por um período mais longo se torna difícil.<strong><br>Época de colheita: </strong>Agosto e outubro - entre a estação de seca para chuvosa (Outono)<strong><br>Condições de manejo:&nbsp; </strong>Sem restrições, mas possui um certo nível de toxicidade quanto ao uso interno (principalmente para o fígado), mas o manuseio deve ser cuidadoso e sempre lavando as mãos depois de tocá-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888362</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>&nbsp;Folhas e flores</div><div><strong>Indicação: </strong>&nbsp;Auxiliar no tratamento de contusões, distensões e erupções cutâneas provocadas por picada de insetos, nos casos de equimoses e hematomas. E no alívio dos sintomas decorrentes de contusões, entorses e dores musculares localizadas.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Preparação extemporânea (chá), tintura, gel e pomada.<strong><br>Posologia</strong>: Chá - <strong>&nbsp;</strong>preparar por infusão, considerando a proporção&nbsp; (flor 2g / Água q.s.p. 100 mL), durante 10 a 15 minutos. Utilizar a droga vegetal seca e rasurada. Aplicar na forma de compressa, de duas a três vezes ao dia.<br>Tintura -&nbsp; aplicar 2,5 mL na forma de compressa embebida, de três a quatro vezes ao dia.<br>Gel e Pomada -&nbsp; aplicar uma fina camada, de duas a três vezes ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução:</strong>&nbsp; Uso pediátrico acima de 12 anos e uso adulto. É considerada tóxica, portanto, é contraindicado o uso interno.<strong> </strong>&nbsp;Assim como para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação e às espécies da família Asteraceae (WHO, 2007). Também na gestação e lactação. Não utilizar em doses acima das recomendadas. Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não encontrado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888363</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. <strong>Formulário de fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira</strong>. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2ª ed., p. 43-45, 2021.<br>PORTAL SÃO FRANCISCO.<strong> Arnica.</strong> Disponível em:&lt;https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/arnica&gt;. Acesso em: 10/04/22.<br>ESPAÇO INTERATIVO DE CIÊNCIAS. <strong>Arnica Brasileira. </strong>Disponível em:&lt;https://eic.ifsc.usp.br/arnica-brasileira/#:~:text=No%20Brasil%2C%20a%20prolifera%C3%A7%C3%A3o%20desta,de%20sementes%20de%20outras%20plantas.&amp;text=A%20parte%20utilizada%20s%C3%A3o%20as,secar%20(pode%20ser%20armazenada).&gt;. Acesso em: 10/04/22.<br>UNIRIO.<strong> Solidago chilensis Meyen. </strong>Disponível em:&lt;http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/solidago-chilensismeyen#:~:text=Solidago%20chilensis%2C%20conhecida%20como%20arnica,Portugal%2C%20Porto%20Rico%20e%20Peru.&gt;. Acesso em: 10/04/22.<br>PPMAC - Portal de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares. Arnica-brasileira. 2012. Disponível em: &lt;https://www.ppmac.org/content/arnica-brasileira&gt;. Acesso em 10/04/2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888364</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888365</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>Pode ser plantada o ano todo. </p><p><strong>Propagação: </strong>A propagação é realizada por estaquia. Adubação: Deve se usar meio quilo de esterco para covas de 15x15 cm. </p><p><strong>Habitat: </strong>É classificado como vegetação de dunas internas e planícies, ocorrendo em dunas móveis, semifixas e fixas, planícies arenosas próximas à praias ou junto com dunas e lagunas. Assim é considerada tolerante à salinidade e com potencial para ser utilizada em regiões de solos salinos. (RESOLUÇÃO 261-CONAMA, 1999). </p><p><strong>Época de colheita:</strong> A colheita deve ser realizada a partir de 3 meses, após o plantio no campo, preferencialmente depois das 10 horas. Entre os meses de março e novembro. <strong>Condições de manejo: </strong>Retira-se da planta matriz ramos de 20 cm de comprimento contendo 3 gemas. Duas gemas são inseridas em sacos plásticos contendo solo, areia e esterco (3:2:1), e a outra gema composta por 1 par de folhas cortadas ao meio, deverá permanecer fora do substrato. As mudas são mantidas em viveiro (sombrite 50%) por 60 dias, e posteriormente são transferidas para local definitivo. O plantio deve ser realizado a pleno sol, em covas de 15x15 cm, adubadas com ½ kg de esterco. O espaçamento deve ser de 30 cm entre as plantas e 40 cm entre linhas</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folha e inflorescência.<strong><br>Indicação:</strong>Como auxiliar no alívio da febre desde que situações graves tenham sido descartadas por um médico.Também é indicada como debridante e ccatrizante de feridas(uso tôpico).<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Uso oral e uso tôpico.<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>Tomar 150 ml do infuso de três a seis vezes ao dia, o preparo consiste em fazer a infusão durante 5 minutos de 0,4 a 0,6 gramas de folha e inflorescência para 150ml de água. Gel 10% do infuso.<strong><br>Contra indicação/ precaução:</strong>Uso contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Ao persistirem os sintomas durante o uso do fitoterápico, um médico deverá ser consultado. O uso é contraindicado durante a gestação, lactação e para menores de 18 anos, devido à falta de dados adequados que comprovem a segurança nessas situações. O uso contínuo por via oral não deve ultrapassar 30 dias. Não utilizar em doses acima das recomendadas. Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>O extrato de Alternanthera brasiliana apresenta capacidade de exercer interferência sobre a atividade antibacteriana de antibióticos, seja através de um efeito antagônico ou sinérgico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>ARAUJO, D. de; ONOFRE, S. B. AÇÃO DO EXTRATO HIDROALCOÓLICO DE Alternanthera brasiliana (L.) O. KUNT., (AMARANTHACEAE) SOBRE A ATIVIDADE DE ANTIMICROBIANOS UTILIZADOS NA TERAPÊUTICA. SaBios-Revista de Saúde e Biologia, [S. l.], v. 6, n. 1, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/sabios/article/view/679">https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/sabios/article/view/679</a>. Acesso em: 28 mar. 2024. </p><p><br></p><p>BRASIL. Formulário de fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2ª ed., p. 37-38, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/2022-fffb2-">https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/2022-fffb2-</a> versao-13-mai-2022.pdf. Acesso em: 28 mar. 2024. </p><p><br></p><p>Uchôa, Amanda Dias de Araújo; PERFIL FITOQUÍMICO E AVALIAÇÃO DA BIOATIVIDADE: ANTIOXIDANTE E ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS DE FOLHAS DA Alternanthera brasiliana (L.) KUNTZE (AMARANTHACEAE). 2014. Tese (grau de Mestre em Bioquímica e Fisiologia) - Universidade Federal de Pernambuco. Recife, Pernambuco, 2014. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12103/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20">https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12103/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20</a> Amanda%20Dias%20de%20Ara%c3%bajo%20Uch%c3%b4a.pdf. Acesso em: 28 mar. 2024.</p><p><br></p><p> Fitoterapia Brasil. Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/alternanthera-brasiliana">https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/alternanthera-brasiliana</a>. Acesso em: 28 mar. 2024. </p><p><br></p><p>Rocha, Bruna Nery. PROPAGAÇÃO E GENOTOXIDADE DE Alternanthera brasiliana (L.) KUNTZE (AMARANTHACEAE). 2013. Tese (grau de Mestre em Agrobiologia) - Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, Rio Grande do Sul, 2013. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/4876/ROCHA%2c%20BRUNA%20NERY.pdf">https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/4876/ROCHA%2c%20BRUNA%20NERY.pdf</a> ?sequence=1&amp;isAllowed=y. Acesso em: 28 mar. 2024. </p><p><br></p><p>PEREIRA, Ana Maria Soares. Manual prático de multiplicação de plantas medicinais. Farmácia da Natureza, 2011.</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Ruta graveolens</em> L<strong><br>Nomes populares: </strong>Arruda-fedorenta, ruta-de-cheiro-forte, arruda-aromática.<strong><br>Origem: </strong>Sul da Europa e Mediterrâneo<strong><br>Composição: </strong>Ácido cáprico, ácido caprílico, ácido láurico, ácido mirístico, ácido palmítico, ácido isovalérico, ácido salicílico, ácido tânico, alcalóides, aldeído, benzaldeído, cineole, cumarina, fenol, guaiacol, rutina e vanilina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>&nbsp;Temperaturas amenas, crescendo bem em temperaturas entre 4° C e 30° C.<strong><br>Propagação: </strong>Por sementes, touceiras ou estaquia.<strong><br>Adubação: </strong>A arruda tolera muito bem solos arenosos, com cascalhos e pedregulhos.</div><div>Para o caso de plantio em vasos, é muito importante oferecer um bom sistema de drenagem para a planta</div><div><strong>Habitat: <br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888371</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp;<br>Indicação:<br>Forma farmacêutica preferencial:<br>Posologia:&nbsp;<br>Contra indicação/ precaução:<br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888372</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Nome científico: </strong><em>Catharanthus roseus</em>&nbsp; (L.)G.Don.<strong><br>Nomes populares: </strong>Boa-noite, boa-tarde, flor-de-todo-ano, lavadeira, vinca-de-gato, vinca-rósea, vinca-de-madagascar; vinca mayor, pervinca tropical, flor del sapo (Espanha).<strong><br>Origem: </strong>É originária da África, Ilha de Madagascar<strong><br>Composição:&nbsp;</strong>Alcalóides bisindólicos, alcalóides indólicos monoterpênicos, falovoides, ácidos fenólicos, além de pigmentos flavônicos e antociânicos, ácido pirocatéquico, vincosídeos.<br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888376</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Ano todo<strong><br>Propagação: </strong>Se propaga por sementes através da polinização das abelhas e borboletas, também por estaquia. <br><strong>Adubação:</strong> Adubar com esterco bovino a cada 3 meses, já ajuda a planta a se desenvolver bem. Entretanto, se ver que ela está florescendo pouco ou não está, coloque um adubo de NPK 4-14-8 para floração. <strong><br>Habitat: </strong>Com preferência a locais com climas quentes, é pouco exigente quanto ao solo, mas o ideal é um solo bem drenado com pH entre 5,5 e 6,0 com fertilidade média. <br><strong>Época de colheita:</strong> Após dois meses de plantio com a maior área foliar média. <strong><br>Condições de manejo: </strong>Após a germinação pode ser transplantada com cuidado para não ferir as raízes, sendo necessário um espaçamento entre 25 e 60cm.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos </title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888377</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e raízes<strong><br>Indicação: </strong>Esta planta tem alguns usos populares em seu país de origem, porém, o uso mais importante é feito pela medicina moderna quando extraiu e isolou os alcalóides, usados para tratar vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama e câncer de pulmão, câncer de útero, melanomas, e linfoma de Hodgkin e não Hodgkin. Pela medicina Ayurveda, é muito utilizada para tratamento da malária e contra doenças de pele, picadas de inseto, diarreia, hipertensão e, principalmente, diabetes. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Extrato das folhas e raízes. <strong><br>Posologia: </strong>Doses clinicas usuais de com concentração de 0,4 M. <strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Pode apresentar risco de toxicidade, então uso com a orientação de um profissional da saúde. É contraindicado para mulheres grávidas ou em processo de amamentação. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>A bromelaína, presente em <em>Ananas comosus</em> aumenta o efeito da vincristina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888378</link>
         <description><![CDATA[<div>ALMAGRO, Lorena; FERNÁNDEZ-PÉREZ, Francisco; PEDREÑO, Maria. Indole Alkaloids from Catharanthus roseus: Bioproduction and Their Effect on Human Health. Molecules, [s.l.], v. 20, n. 2, p.2973-3000, 12 fev. 2015.<br><br></div><div>PUNIA, Sandeep et al. CATHARANTHUS ROSEUS: A MEDICINAL PLANT WITH POTENT ANTI-TUMOR PROPERTIES. International Journal Of Research In Ayurveda &amp; Pharmacy, [s.l.], v. 5, n. 6, p.652-656, 13 dez. 2014.<br><br>LORENZI, H.; MATOS,F. J. A. ,Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2002.<br>FALCÃO V, Manuel.&nbsp; ESTUDO DE EXTRAÇÃO DE C. roseus E PRODUÇÃO DE NANOPARTÍCULAS PARA LIBERAÇÃO DE VIMBLASTINA.&nbsp; Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2016. <br><br>FERREIRA M, Manuela. Avaliação das Características de Crescimento e Desenvolvimento da Vinca (<em>Catharanthus roseus</em>) em relação á adubação e época de colheita. Lavras - MG, 2003.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888383</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Artemisia vulgaris </em>L.<strong><br>Nomes populares:</strong> artemísia-verdadeira, artemísia comum, erva-de-fogo, erva-de-são-joão, flor-de-são-joão, artemigem, anador, absintoselvagem, entre outros.<strong><br>Origem: </strong>É nativa da Europa, Ásia e Norte da África. Mas também naturalizada na América do Norte.<br><strong>Composição: </strong>Possui como compostos majoritários as lactonas sesquiterpênicas, acetilenos, óleos essenciais (eucaliptol), tujona, tanino, rutina, ácido hidroxibenzóico e ácido cafeico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888384</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Durante todo o ano.<strong><br>Propagação: </strong>&nbsp;Fruto-semente ou rizoma/raiz (caule que cresce horizontalmente por baixo do solo).<strong><br>Adubação: </strong>Adubo orgânico (compostagem, humos de minhoca, etc).<strong><br>Habitat: </strong>Zonas temperadas.<strong><br>Época de colheita: </strong>Outono.<strong><br>Condições de manejo:</strong> O manejo deve ser cuidadoso e sempre lavando as mãos depois de tocá-la. Recomenda-se espaçamento entre mudas de de 35x30cm. Pode ser plantada em qualquer época do ano e se adapta aos diferentes climas do existentes no Brasil. Porém, se desenvolve melhor em clima temperado, acompanhado de adubo orgânico e regas regulares. A depender da luminosidade que recebe, pode chegar a 1m de comprimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888385</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Partes aéreas e raízes.<strong><br>Indicação: </strong>Auxilia na regulação do ciclo menstrual; ação calmante, antiparasitária, analgésica e antioxidante; alívio de cólicas estomacais, do intestino e útero, e também da prisão de ventre; combate os sintomas de "empanzinamento"; proteção contra acometimentos hepáticos (fígado) e estímulo de suas funções; tônico do sistema circulatório.&nbsp;</div><div><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão.&nbsp;</div><div><strong>Posologia: <br></strong>Uso interno - Para a infusão recomenda-se 1 colher de chá da parte aérea seca para cada 150mL de água. Abafar, manter em descanso por ao menos 5 minutos e coar. Tomar 150 mL do infuso, logo após o preparo, de uma a duas vezes ao dia.<br>Uso externo - Utiliza-se o infuso (dos rizomas/raízes) para massagens no couro cabeludo, auxiliando no crescimento capilar.<br><strong>Contra indicação/ precaução: </strong>Não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade a artemísia; gestantes e/ou lactantes. Em alguns indivíduos pode causar dermatite quando em contato com a pele. Não fazer uso acima das doses recomendadas. Suspender o uso frente a efeitos adversos, e consultar um médico.</div><div><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não encontrado.</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888386</link>
         <description><![CDATA[<div>FRAGOSO, Thaís. <strong>Análise do uso medicinal do gênero artemisia no Brasil com base em fatores tradicionais, científicos, políticas e patentários para subsidiar o programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos</strong>. Fundação Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/11122/1/21.pdf. Acesso em 13 abr. 2022.&nbsp;<br><br></div><div>OLIVEIRA, M.I. et al. <strong>Características biométricas, anatômicas e fisiológicas de Artemisia vulgaris L. cultivada sob telas coloridas</strong>. Rev. Bras. Pl. Med., Botucatu, v.11, n.1, p.56-62, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbpm/a/x6Vz7v7HD7mMC9JY7rPJ88q/?lang=pt#. Acesso em 13 abr. 2022.&nbsp;<br><br></div><div>PLANTAMED. <strong>Artemisia vulgaris L.</strong> - ARTEMÍSIA. 28 set. 2020. Disponível em: https://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Artemisia_vulgaris.htm. Acesso em 13 abr. 2022.</div><div><br>SIGRIST, Sergio. <strong>Artemísia</strong>. PPMAC, 19 set. 2012. Disponível em: https://www.ppmac.org/content/artemisia. Acesso em 13 abr. 2022.</div>]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888391</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Calêndula officinalis L.</em><strong><br>Nomes populares: </strong>&nbsp;Calêndula , Margarida, Maravilhas, Boas-noites e Belas-noites. <strong><br>Origem: </strong>África central.<strong><br>Composição: </strong>Óleo essencial, carotenoides, triterpenos, esteroides, saponinas, ácidos fenólicos, flavonoides e antocianinas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888392</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong>Época de plantio: </strong>meses de julho a agosto.<strong><br>Propagação: </strong>por sementes, por dormência e por semeadura.<strong><br>Adubação: </strong>Deve ser equilibrada, fundamental para a obtenção de plantas saudáveis e produtivas. É importante assegurar o desenvolvimento da calêndula incorporando adubação nitrogenada. A adição ao solo de nitrogênio e de fósforo, na forma de ureia e de superfosfato triplo, possibilita a obtenção de plantas mais altas e maior produção de flores.<strong><br>Habitat: </strong>&nbsp;Mediterrâneo e Ilhas Canárias.<strong><br>Época de colheita:</strong> deve ser feita quando as flores estiverem plenamente abertas.<strong><br>Condições de manejo:</strong> locais com sol pleno são indicados para a calêndula, que deve ter (pelo menos) quatro horas de exposição direta aos raios solares. Quanto ao clima, a flor adapta-se bem aos diferentes climas e tolera o frio – só não resiste à temperatura extrema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Parte utilizada: </strong>flores secas.<strong><br>Indicação: </strong>Uso externo como anti-inflamatório, cicatrizante e antisséptico. Para o tratamento de lesões da pele e mucosas, promovendo a cicatrização e modulando os possíveis focos inflamatórios. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão;<strong><br>Posologia: </strong>aplicar na área afetada três vezes ao dia a formulação contendo 10% da tintura. Creme ou pomada: aplicar na área afetada três vezes ao dia nos casos de eczemas ou uma vez ao dia nos casos de feridas a formulação contendo 10% do extrato glicólico.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Alérgicos e sensíveis a algum componente do remédio, grávidas, mulheres que estão amamentando. Não deve ser aplicado em crianças sem supervisão de um especialista.&nbsp;</div><div>
<strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888396</link>
         <description><![CDATA[<div>
<br>SILVA, E. J. R.; AGUIAR, F. J. S.; GONÇALVES, E. S.; SOUSA, I. M V.; DIMECH, G. S.; FRAGA, M. C. C. A.; COELHO, M. C.O. C.; WANDERLEY, A. G. Avaliação do tratamen- to subcrônico com o extrato hidroalcoólico de Calendula officinalis L. sobre os parâmetros bioquí- micos e hematológicos em ratas Wistar. Brazilian Journal of Pharmacognosy, v. 15, p. 88-93, 2005.</div><div><br></div><div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmacopeia Brasileira. 5. ed. v. 2, p. 714, Brasília, DF: ANVISA, 2010.</div><div><br></div><div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1. ed. Brasília, DF: ANVISA, 2011, 126p.</div><div><br></div><div>&nbsp;BLUMENTHAL, M.; GOLDBERG, A.; BRINCKMANN, J. (Ed.). Herbal medicine: expanded Commission E monographs. Austin, TX: American Botanical Council, 2000.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888399</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>&nbsp;<em>Cymbopogon citratus. </em>DC<strong><br>Nomes populares: </strong>&nbsp;<strong>Capim</strong>-santo, <strong>capim</strong>-limão, <strong>capim</strong>-cidró e <strong>capim</strong>-cidreira. <strong><br>Origem: </strong>Sudoeste asiático, com variantes em regiões tropicais.<strong><br>Composição:&nbsp; </strong>Com folhas longas (até 1,5 m de comprimento) e lanceoladas, de coloração verde-pálida e cortante ao tato. As epidermes em secção paradérmica, apresentam células de paredes espessas e ondulosas com formatos alongados, os estômatos possuem células oclusivas em “halteres” e os tricomas tectores são unicelulares. Dentre as inclusões celulares, destacam-se o óleo essencial nas células parenquimáticas e o amido no parênquima do mesófilo. As fibras e células possuem paredes pontuadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888400</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Na primavera, nas primeiras chuvas.<strong><br>Propagação: </strong>Mudas. Vegetativamente, por meio dos perfilhos.<strong><br>Adubação: </strong>Plantio em solo de região menos úmida e com temperatura entre 21-26ºC. Percebe-se maior aceitação ao adubo orgânico, como esterco bovino.<strong><br>Habitat: </strong>Solo descampado, comum em áreas com mais exposição ao sol.<strong><br>Época de colheita: </strong>De 3-4 meses após o plantio, no período da manhã ou em dia com a temperatura mais amena, visando conservar o óleo essencial da planta.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Cultiva preferencialmente em zona sombreada. Atentar-se para o uso de EPI ao manuseá-lo, evitando cortes na pele. Priorize podas regulares, a fim de favorecer folhas saudáveis. Dê preferência por adubo orgânico, como esterco bovino, e evite solos enxarcados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888401</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e rizoma.<strong><br>Indicação: </strong>Tem indicação popular para<strong> </strong>decocto ou infuso como calmante, febrífugo, antiespasmódico, diurético, depurativo do sangue, tratamento de hemorroidas, pressão alta, problemas nervosos, distúrbios de fígado, má digestão, enjoos e diarreia. Porém os estudos apontam evidência no uso como ansiolítico natural.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Decocto ou infuso, sendo possível o seu uso como tintura.<strong><br>Posologia: </strong>Uso interno e/ou externo: infusão ou decocção: 20g de folhas trituradas em 600 mL de água, filtrar e tomar 3 a 4 xícaras ao dia. <strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Estudos apontam para a toxicidade em uso abusivo, bem como para a observação em mulheres gestantes, dada a correlação abortiva.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Medicamentos anti-hipertensivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888402</link>
         <description><![CDATA[<div>BOTSARIS, A. S. <strong>As fórmulas mágicas das plantas</strong>. 3. ed., Rio de Janeiro: Nova Era, 2002. p. 300.<br><br>CARVALHO, A. C. B.; SILVEIRA, D. Drogas vegetais: uma antiga nova forma de utilização de plantas medicinais. <strong>Brasília Médica</strong>, v. 47, p. 218-236, 2010.<br><br>MATOS. F. J. <strong>Plantas Medicinais</strong>: guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no nordeste do Brasil. 3. ed. Fortaleza: Imprensa Universitária UFC, 2007, p. 394.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Aloe vera</em>. L.<strong><br>Nomes populares: </strong>Aloé, <strong>babosa</strong>, <strong>babosa</strong>-grande, <strong>babosa</strong>-medicinal, erva-<strong>babosa</strong>, aloé-do-cabo, caraguatá-de-jardim<strong><br>Origem: </strong>Noroeste da África, subespontânea na zona do Mediterrâneo. <strong><br>Composição: </strong>Há a presença de&nbsp; polissacarídeos mucilaginosos, destacando-se os glicomananos e mananos. Pode-se encontrar em nenor quantidade polissacarídeos de alto PM aloérido, constituído por glicose, manose e arabinose. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888405</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Recomenda-se o plantio em estações menos chuvosas e com baixa umidade do ar.<strong><br>Propagação: </strong>Por separação de brotos laterais<strong><br>Adubação: </strong>Pode-se utilizar adubo sintético, porém é uma planta que pouco exige adubação, quando necessário, resíduos orgânicos, como esterco ou cascas de arroz já são o suficiente.<strong><br>Habitat: </strong>Lugares secos e áridos.<strong><br>Época de colheita: </strong>Após o plantio deve-se esperar por até 12 meses para o primeiro corte.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Regar em intervalos médios, evitar zonas sombreadas permanentes e realizar poda de ervas/plantas adjacentes. A literatura aponta que casos de alergia ao manuseio, recomendando o uso de EPI.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Gel (parte mucilaginosa), látex (suco, exsudato ou acíbar).<strong><br>Indicação: Popularmente é indicada para </strong>É indicada como para hemorróidas inflamadas, contusões, entorses e dores reumáticas, além de ser muito usada pelas mulheres para o trato dos cabelos, benefício explorado pela indústria. A literatura aponta benefícios no uso como cicatrizante em casos de queimaduras e ferimentos superficiais da pele.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Unguento, extrato e gel.<strong><br>Posologia: </strong>&nbsp;Gel mucilaginoso incolor de babosa, de 10-70g ou&nbsp; Gel base q.s.p. 100g.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Alérgicos devem evitar contato tópico ou ingestão. A literatura aponta contra indicação para lactantes e pessoas alérgicas.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Se em excesso, pode apresentar efeito sinérgico com fármacos hipoglicemiantes (antidiabéticos), bupropiona, lorpromazina, fluoxetina e propanolol, com aumento no risco de hipoglicemia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888408</link>
         <description><![CDATA[<div>ALONSO, J.R. <strong>Tratado de fitomedicina</strong>: bases clinicas &amp; farmacológicas. Buenos Aires: Isis, 1998.<br><br>LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. <strong>Plantas medicinais no Brasil</strong>. 2 ed. Nova Odessa: Plantarum, 2008. <br><br>PEREIRA, A. M. S. et al. <strong>Formulário fitoterápico farmácia da natureza</strong>. 2. ed. Ribeirão Preto: Bertolucci. 2014. p. 407.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Plectranthus barbatus </em>Andrews<strong><br>Nomes populares: </strong>Boldo - Africano<strong><br>Origem: </strong>Continente Africano<strong><br>Composição: </strong>Compostos fenólicos, flavonoides e alcaloides</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888411</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: Todo o ano<br>Propagação: Estaquia<br>Adubação: </strong>&nbsp;A cultura se desenvolve melhor em solos porosos e bem drenados e não requer solos muito férteis, no entanto a adubação orgânica e inorgânica pode maximizar o crescimento da planta.<br><strong>Habitat: </strong>Clima Tropical<strong><br>Época de colheita: </strong>Após 6 meses do plantio <strong><br>Condições de manejo: </strong>Não tolera solos encharcados e climas gélidos, preferindo regiões de solos ácidos. Colhidas apenas folhas adultas, antes da floração.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888412</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas<strong><br>Indicação: As</strong> propriedades terapêuticas do boldo são muito conhecidas no tratamento de problemas digestivos e dor de estômago.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão<strong><br>Posologia: </strong>Tomar de 2 a 3 vezes ao dia antes ou após as refeições.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade ao boldo. Grandes doses ou uso prolongado do boldo brasileiro causam irritação gastrointestinal e elevação da pressão arterial.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong>&nbsp; Pacientes que estiverem utilizando metronidazol ou dissulfiram, medicamentos depressores do SNC, antihipertensivos, digoxina, antiarrítmicos e moduladores da tireoide não deve, fazer uso do boldo-brasileiro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888413</link>
         <description><![CDATA[<div>1. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. Brasília, 2011.<strong><br></strong><br></div><div>2. CORDEIRO, Sandra. <em>Plectranthus barbatus</em> Andrews. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2020. Disponível em: http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/plectranthus-barbatus-andrews. Acesso em: 1 abr. 2022. </div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong>: Arrebidaea chica Verlot. </p><p><strong>Família botânica: </strong>Bignoniaceae<strong><br>Nomes populares:</strong>Carajurú, capiranga, cipó cruz, grajirú, crajurú, guarajurupiranga, pariri, piranga, calajouru, karajura, krawiru.<strong><br>Origem: </strong>Região Amazônica<strong><br>Composição:</strong>Ácido anísico, carajurina, taninos, ferro assimilável e cianocobalamina</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>O cultivo do crajiru pode ser realizado em áreas tropicais e subtropicais, preferencialmente em solos bem drenados e ricos em matéria orgânica. Ele geralmente prospera em locais com boa luminosidade, mas também pode tolerar sombra parcial. O espaçamento recomendado para o plantio é de cerca de 2 a 3 metros entre as plantas. É importante manter o solo úmido, sem encharcamento, durante o período de crescimento. Além disso, a poda pode ser necessária para controlar o crescimento e promover uma melhor produção de folhas e flores.<strong><br>Propagação: </strong>A propagação é feita através de estacas de ramos lenhosos e herbáceos, com cerca de 20 cm de comprimento.<strong><br>Adubação: </strong>Para adubar o crajiru, é utilizado fertilizantes orgânicos ou compostos ricos em matéria orgânica, como esterco curtido ou compostagem. A aplicação pode ser feita de forma parcelada ao redor da planta, evitando o contato direto com o caule. O adubo pode ser aplicado a cada três meses durante o período de crescimento ativo da planta.<strong><br>Habitat: </strong>Crajiru é nativo da região amazônica e geralmente é encontrado em áreas de floresta úmida tropical. Ele cresce naturalmente em locais com boa umidade e sombra parcial, muitas vezes ao longo de margens de rios ou em áreas de vegetação secundária. Essa planta é adaptada às condições do habitat amazônico, onde pode se desenvolver em solos bem drenados e ricos em matéria orgânica.<strong><br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong>Para semear o crajiru, coloque as sementes em solo leve e bem drenado, cobrindo-as com uma fina camada de terra. Mantenha o solo úmido até a germinação, que ocorre em cerca de 2 a 3 semanas. Quando as mudas estiverem prontas, transplante-as para o local definitivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folhas<strong><br>Indicação:</strong>As folhas exibem propriedades anti-inflamatórias, especialmente em infecções uterinas.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:</strong>Algumas comunidades aplicam uma infusão das folhas para tratar conjuntivite aguda, enquanto para picadas de insetos, utilizam uma pasta em forma de cataplasma.<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>O chá feito com as folhas ajuda a tratar problemas do fígado, estômago e intestino, combatendo diarréias, leucemia e auxiliando na limpeza de feridas. Além disso, é útil no tratamento de anemias.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Não encontrado<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888419</link>
         <description><![CDATA[<p>CIENTÍFICO, N. Crajiru (Arrebidaea chica Verlot) Princípio ativo: Ácido anísico, carajurina, taninos, ferro assimilável e cianocobalamina. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 2024. </p><p>LIMA, I. Crajiru: para que serve e quais os benefícios dessa planta. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 2024.</p><p> RIGO, R. Pesquisa analisa ação anti-inflamatória do Crajiru - CONFAP — Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. CONFAP — Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa - Agência de Notícias do CONFAPCONFAP — Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, , 29 set. 2017. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 202</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Equisetum arvense </em>L.<strong><br>Nomes populares: </strong>Cavalinha.<strong><br>Origem: </strong>Europa.<strong><br>Composição:</strong> Alto teor de minerais, principalmente sílicio, e outros compostos como saponinas, flavonoides, ácidos orgânicos, taninos, alcaloides e triglicerídeos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Outono é a estação ideal, no entanto, é possível realiza-lo durante todo o ano. <strong><br>Propagação: </strong>Por meio de sementes ou mudas (produzidas a partir da divisão de touceiras). <strong><br>Adubação: </strong>Adubação orgânica com boa umidade/retenção de água.<strong><br>Habitat: </strong>Zonas próximas a linhas de água. <strong><br>Época de colheita: </strong>A parte aérea deve ser colhida antes que tenha ocorrido a formação das flores (estruturas semelhantes a espigas que ficam no topo dos caules).<strong><br>Condições de manejo: </strong>Cultivo com espaçamento de 30x30cm entre cada planta. Não é exigente quanto ao solo. O clima mais favorável para a planta é o temperado, não se adaptando bem aos extremos de temperatura e aprecia zonas de meia-sombra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Partes aéreas.<strong><br>Indicação: </strong>Principalmente como diurético, mas também possui ação anti-inflamatória, cicatrizante, digestiva, hipoglicemiante (controle dos níveis de glicemia), remineralizante (reposição/adição de minerais ao organismo), hipotensora (diminuição da pressão arterial) e antioxidante.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão, decocção e/ou extrato fluido. <strong><br>Posologia: <br></strong>Uso interno (infusão ou decocção) - Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos. Tomar 150 mL, de três a quatro vezes ao dia, respeitando a dose máxima diária de 3 a 12g da planta inteira. O preparado do decocto também pode ser aplicado com auxílio de um algodão sobre pequenas lesões superficiais de pele, sem número específico de vezes ao dia.&nbsp;</div><div>Uso externo (extrato fluído) <strong>- </strong>Com a fórmula que utiliza álcool etílico 25%, tomar de 1 a 4 mL diluídos em 50 mL de água, três vezes ao dia. Com a fórmula que utiliza álcool etílico 31,5%, tomar 0,7 mL diluídos em 50 mL de água, três vezes ao dia.</div><div><strong>Contra indicação/ precaução: </strong>Contraindicado para menores de 12 anos. Não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade a qualquer componente da cavalinha; gestantes e/ou lactantes. Contraindicado para pacientes cardíacos, renais e/ou com obstrução das vias urinárias. Não fazer uso acima das doses recomendadas. Suspender o uso frente a efeitos adversos, e consultar um médico.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>O uso de seus extratos é capaz de inibir a enzima CYP1A2, sendo possível a interferência com fármacos metabolizados por essa via.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888424</link>
         <description><![CDATA[<div>A CIENTISTA AGRÍCOLA. T<strong>udo o que deve saber sobre a cavalinha e como cultivá-la</strong>. 12 nov. 2020. Disponível em: https://acientistaagricola.pt/como-cultivar-cavalinha/#:~:text=Normalmente%2C%20a%20altura%20do%20ano,5m%20entre%20plantas%20na%20linha. Acesso em 12 abr. 2022.<br><br></div><div>BRASIL. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira</strong>. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Brasília: Anvisa, 2ª ed., p. 77-80, 2021.<br><br></div><div>BRASIL. <strong>Memento Fitoterápico: </strong>Farmacopeia Brasileira. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Brasília: Anvisa, 1ª ed., p. 40-41, 2016.<br><br></div><div>MELLO, Melissa; Budel, Jane. <strong>EQUISETUM L. (EQUISETACEAE)</strong>: UMA REVISÃO. Cadernos da Escola de Saúde, Curitiba, 9: 1-15, 2013. Disponível em: http://www.gege.agrarias.ufpr.br/plantastoxicas/arquivos/equisetum%20giganteum.pdf. Acesso em 12 abr. 2022.&nbsp;<br><br></div><div>VAZ, Ana Paula; JORGE, Marçal. <strong>Cavalinha</strong>. Embrapa Pantanal, 2006. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CPAP/56568/1/FOL80.pdf. Acesso em 12 abr. 2022.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico:<br>Nomes populares:<br>Origem:<br>Composição:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:<br>Propagação:<br>Adubação:<br>Habitat:<br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp;<br>Indicação:<br>Forma farmacêutica preferencial:<br>Posologia:&nbsp;<br>Contra indicação/ precaução:<br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888433</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>&nbsp;<em>Baccharis trimera</em> (Less.) DC.<strong><br>Nomes populares:</strong>&nbsp; Carqueja, <strong>carqueja</strong>-amarga, <strong>carqueja</strong>-amargosa, <strong>carqueja</strong>-doce, vassourinha, três-espigas, bacanta, cacaia, cacália amarga, confamina, iguape, tiririca-de-balaio e vassoura.<strong><br>Origem:</strong> América do Sul (nativa da região amazônica, principalmente do Brasil)<strong><br>Composição: </strong>&nbsp;Regio-seletiva - parte aérea são predominantemente: flavonóides (hispidulina, rutina, eupatorina, luteolina, nepetina, etc.), diterpenos (bacrispina, etc.), lactonas diterpênicas do tipo trans– clerodano (malonil clerodanos), estigmasterol, óleo essencial composto por á-pineno, â-pineno, canfeno, limoneno, acetato de carquejilo, carquejol, â-ocimeno, ledol e uma saponina derivada do ácido equinocístico.<br>No sistema radicular são: diésteres terpênicos relacionados com o carquejol.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888434</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Estações da primavera e do verão (setembro a janeiro).<strong><br>Propagação:</strong> Por sementes, estaquia (estacas) - mudas com os ramos e raízes da carqueja, capazes de gerar a nova planta. E divisão de touceira ou rizoma - realiza-se o corte subterrâneo dos rizomas, gerando dessa maneira novas plantas. <strong><br>Adubação: </strong>&nbsp;Sol pleno, preferencialmente em solo fértil e que seja enriquecido com material orgânico (fertilizantes e adubos),&nbsp; deve ser regada regularmente em intervalos periódicos.<strong><br>Habitat: </strong>&nbsp;Adapta bem a vários tipos de solo, crescendo abundantemente em regiões de campos e pastagens. Por ser uma planta perene e nativa de campos de altitude, suporta ambientes abertos, onde há vento e uma certa escassez de água.<strong><br>Época de colheita: </strong>6 meses após o plantio <strong><br>Condições de manejo: </strong>Sem restrições, pois possui baixa toxicidade, mas cuidadosamente e sempre lavando as mãos depois de tocá-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888435</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Caule modificado (folhas)<strong><br>Indicação: </strong>&nbsp;Como auxiliar no alívio de sintomas dispépticos - melhora a digestão, combate os gases, dor ou desconforto na parte superior do abdômen, sensação de queimação no estômago, inchaço abdominal, etc.</div><div><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Decocção, mas também por<strong> </strong>&nbsp;técnicas de secagem do material vegetal e preparo de tintura.<strong><br>Posologia: </strong>&nbsp;Infusão: em uma xícara (150ml), coloque 1 colher (sopa: 5g) de hastes picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tomar 2 a 3 xícaras por dia. <br>Decocção:&nbsp; tomar 150 mL do decocto, logo após o preparo, de duas a três vezes ao dia. Tomar 30 minutos antes das refeições (LORENZZI &amp; MATOS, 2008; PEREIRA et al., 2017) <br>Secagem do material vegetal e tintura:&nbsp; tomar de 3 a 9 mL da tintura, diluídos em 50 mL de água, duas vezes ao dia (CARVALHO &amp; ALMANÇA, 2003; PEREIRA et al., 2014). <strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>&nbsp;Contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação e às espécies da família Asteraceae, durante a gestação, lactação e para menores de 18 anos. No caso do usa da tintura, deve ser restrito no máximo, a duas semanas (GRANCE et al., 2008; RODRIGUES et al., 2009). Pode causar hipersensibilização, hipotensão arterial ou distúrbios digestivos, quando em uso prolongado. Uso por tempo maior que 3 meses, pode provocar leucopenia (baixo nível de glóbulos brancos no sangue). <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Evitar o uso concomitante com anti-hipertensivos e hipoglicemiantes.&nbsp; O uso da carqueja concomitantemente a inibidores da síntese de proteína (tetraciclina, cloranfenicol e netilmicim) também acarreta uma interação agonista (Betoni, 2006).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888437</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. <strong>Formulário de fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira. </strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2ª ed., p. 45-47, 2021.<br>MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. <strong>Carqueja</strong>. Embrapa. Corumbá - MS, 2006.<br>SALA DE IMPRENSA.<strong> CPQBA desenvolve cultivar de carqueja</strong>. Portal Unicamp - Universidade de Campinas. São Paulo, 2007. Disponível em: &lt;https://www.unicamp.br/unicamp_hoje/ju/fevereiro2007/ju349pag09.html&gt; Acesso em: 23 de março de 2022.<br>KARAM, T.K.; DALPOSSO, L.M.; CASA, D.M.; DE FREITAS, G.B.L. Carqueja (<em>Baccharis trimera</em>): utilização terapêutica e biossíntese. <strong>Rev. Bras. Pl. Med., Campinas</strong>, v.15, n.2, p.280-286, 2013.<br>PORTAL AMAZÔNIA. <strong>Carqueja, a planta medicinal que auxilia na regulação da pressão arterial</strong>. Redação do Portal Amazônia, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação + Curiosidades</title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Lippia alba</em> (Mill.) N.E. Br.<strong><br>Nomes populares: </strong>Erva-Cidreira de arbusto, lípia, cidreira-brasileira, erva-cidreira, chá-de-tabuleiro, salva-limão, melissa ou falsa-melissa, alecrim ou alecrim do campo, sálvia, dentre diversos outros. <strong><br>Origem: </strong>Nativa da América do Sul.<strong><br>Composição: </strong>Possui como compostos majoritários o linalol, o limoneno, a carvona e o citral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Aceita variadas condições climáticas/de estação, exceto territórios com frequentes geadas. No entanto, recomenda-se o plantio em épocas quentes e ensolaradas pois nelas tem seu desenvolvimento acelerado. <strong><br>Propagação: </strong>Por sementes ou estacas. A forma de propagação mais simples é por meio da segunda opção, bastando inserir a estaca (medindo cerca de 20cm) cortada com a base em ângulo diretamente na área definitiva, em solo revolvido e espaçamento de 1m para cada planta. Enterrar aproximadamente 10cm no solo (metade da estaca). <strong><br>Adubação: </strong>Não é exigente quanto a fertilidade solo, mas tem preferência naqueles com bom teor de matéria orgânica e umidade.<strong><br>Habitat: </strong>Encontrada na natureza às margens de rios e riachos e ao longo de costas litorâneas. <strong><br>Época de colheita: </strong>O primeiro corte dos ramos está liberado aos seis meses de vida, ou quando estiverem com 1m de altura. O corte, no entanto, deve ser realizado a 20 centímetros do nível do solo. As próximas colheitas podem ser feitas a cada quatro meses durante o ano inteiro. A partir de uma moita, é possível obter cerca de 50 estacas.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Apresenta manejo simples, rápida colonização e florescer o ano todo. Não possui registro de problemas graves com pragas e doenças. Demanda pouco espaço para seu desenvolvimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e flores. <strong><br>Indicação: </strong>Alívio de ansiedade leve; antiespasmódico; e antidispéptico. Os efeitos calmante, digestivo e analgésico (em especial, dores musculares e reumáticas) são os mais popularmente conhecidos, no entanto, é indicada também para ação expectorante, antiasmática, afecções da pele e/ou mucosas, dentre outras. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão. Recomenda-se de 0,4 a 0,6g das folhas e flores secas para cada 150ml de água, abafar, manter em descanso por ao menos 5 minutos e coar.</div><div><strong>Posologia: </strong>&nbsp;Uso adulto. Tomar 150 ml do infuso, logo após o preparo, de duas a três vezes ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade a Erva-Cidreira Brasileira; gestantes e/ou lactantes; menores de 18 anos. Deve ser evitado por indivíduos com gastrite e/ou úlcera gastroduodenal. A utilização deve ser cautelosa em indivíduos que possuam pressão baixa. Não fazer uso acima das doses recomendadas. Suspender o uso frente a efeitos adversos, e consultar um médico.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Pode potencializar o efeito de fármacos com ação sedativa e/ou com ação depressora do SNC. Devido ao uso da mesma via metabólica do citocromo P450, o uso concomitante com paracetamol pode aumentar a toxicidade dessa droga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888444</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. <strong>Formulário de fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira</strong>. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2ª ed., p. 117-118, 2021. <br><br>CAMILLO, Flávia.<strong> Lippia alba (Mill.) N.E. Br. ex Britton &amp; P. Wilson uma espécie nativa promissora para a introdução em programas nacionais de plantas medicinais e fitoterápicos</strong>. Revista Fitos, Rio de Janeiro, Supl, 1-62, p. 21- 24, 2016. Disponível em: https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/download/480/pdf/2275#:~:text=A%20investiga%C3%A7%C3%A3o%20fitoqu%C3%ADmica%20identificou%20uma,et%20al.%2C%202006). Acesso em 1 abr. 2022. <br><br><strong>LIPPIA ALBA (MILL.) N.E. BR. EX BRITTON &amp; P. WILSON</strong>. Unirio, [s.d.]. Disponível em: http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/lippia-alba-mill-n-e-br-ex-britton-p-wilson. Acesso em 1 abr. 2022. <br><br>MATHIAS, João. <strong>Como plantar Lippia alba</strong>. Globo Rural, 15 maio 2017. Disponível em: https://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-plantar/noticia/2017/05/como-plantar-lippia-alba.html. Acesso em 1 abr. 2022.</div>]]></description>
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         <title>Botância</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Hebanthe eriantha</em>. Também conhecida como<em> Pfaffia paniculata</em>.</p><p><strong>Nomes populares: </strong>Ginseng brasileiro; Fáfia; Paratudo; Raiz da Vida</p><p><strong>Origem:</strong> nativa da região alagada das ilhas de Porto Rico, Paraná, Brasil.</p><p><strong>Composição química: </strong>Principalmente fitoesteróides, terpenoides e saponinas, como: ácido fáfico, sitosterol, estigmasterol, fafosídeos A, B, C, D, E e F. Também foi encontrada da antraquinona aloína.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888446</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>O plantio pode ser feito o ano inteiro, no litoral, e a partir da</p><p>primavera, no planalto;</p><p><strong>Propagação: </strong>A produção de mudas pode ser feita através de sementes ou segmentos</p><p>nodais;</p><p><strong>Adubação: </strong>A adubação básica consiste na aplicação de 10t/ha de composto orgânico</p><p>ou cama-de-aviário;</p><p><strong>Habitat</strong>: É uma planta medicinal da Mata Atlântica brasileira e nativa de todas as regiões brasileiras.</p><p><strong>Época de Colheita:</strong> A colheita inicia a partir do primeiro ano, se os níveis de</p><p>β-ecdisona estiverem acima de 0,7%.</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>As sementes apresentam um baixo índice de pureza (30% a</p><p>35%) devido ao elevado índice (65% a 70%) de sementes mortas e chochas. No entanto, o índice de germinação de sementes viáveis é cerca de 93% a 95%, sendo que a emergência ocorre em cerca de quatro dias, à temperatura de 25<sup>°</sup>C. Um grama de sementes contém cerca de 6.200 a 6.300 sementes. A semeadura pode ser feita diretamente em tubetes plásticos, bandejas de isopor ou saquinhos plásticos contendo substrato organo-mineral. As mudas podem ser produzidas em abrigos com cobertura plástica e tela plástica com 50% a 70% de sombreamento. Mudas oriundas de sementes apresentam crescimento inicial mais lento do que mudas obtidas por estaca, porém geram raízes menos ramificadas. Utilizam-se também segmentos de nós dos caules para o enraizamento tipo estaquia. As melhores estacas são aquelas semilenhosas, com dois nós, ou estacas de colo, com peso superior a 6g. Podem ser obtidas mudas de apenas um nó, porém são menos vigorosas e tardias. As estacas são postas a enraizar em cinza de casca de arroz, sob telado com 70% de sombra ou em áreas sombreadas. A rizogênese ocorre em cerca de oito dias e o índice de enraizamento das estacas é de 100%. Plantas oriundas de estacas dão origem a mudas mais uniformes. As mudas são repicadas para o campo no espaçamento de 1 x 0,4m, 20 a 30 dias após a semeadura ou estaquia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>&nbsp;Raiz</p><p><strong>Indicação: </strong>Adaptógeno,<strong> </strong>Antimicrobiano, antioxidante, anti-inflamatório, estimulante sexual, antiprotozoário, ansiolíticos, antidiabética, antienvelhecimento, anti-tumorais, afrodisíacas, auxiliar no tratamento da diabete e do reumatismo, na regularização das funções hormonais e sexuais e como bioenergético</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>ECápsula de Droga Vegetal obtida das raízes; Tintura da Raiz (1:10); ou extrato seco.</p><p><strong>Posologia: </strong>Capsula de<strong> </strong>extrato seco: até 500 mg ao dia; Cápsula de droga vegetal 300mg, até 3x dia. Rasura: 10g da raiz em 1L de água. Tomar dois copos por dia.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>não encontrado</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou com Alimentos: </strong>Nos antidepressivos, da classe dos</p><p>inibidores da enzima monoamina oxidase – MAO ocorreu à interação dos fitoterápicos à base de ginseng, causando aos usuários sintomas como: cefaleia, insônia e tremores. O uso conjunto dos fitoterápicos com os estrogênios mostrou um aumento da atividade estrogênica, que resultou em mastalgia e sangramento menstrual excessivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888451</link>
         <description><![CDATA[<p>Alvim, N. R., Cunha, K. C. T. da, Cortez, L. E. R., Bazotte, R. B., Marques, L. C., &amp; Cortez, D. A. G. (2008). Efeitos biológicos da &lt;em&gt;Pfaffia glomerata&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Spreng.&lt;/em&gt;) &lt;em&gt;Pedersen&lt;/em&gt; e da &lt;em&gt;Pfaffia paniculata&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Martius&lt;/em&gt;) &lt;em&gt;Kuntze&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Amaranthaceae&lt;/em&amp;gt;). <em>Acta Scientiarum. Biological Sciences</em>, <em>21</em>, 349-352. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v21i0.4441">https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v21i0.4441</a></p><p>&nbsp;</p><p>RATES, S. M. K.; GOSMANN, G. Gênero Pfaffia: aspectos químicos, farmacológicos e implicações para o seu emprego terapêutico. Revista Brasileira de Farmacognosia, v. 12, n. 2, p. 85–93, dez. 2002. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0102-695X2002000200005">https://doi.org/10.1590/S0102-695X2002000200005</a></p><p>&nbsp;</p><p>CAVALCANTI, A. et al. Revista de Enfermagem | FW | v. 8 | n. 8 | p. [s.l: s.n.]. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://core.ac.uk/download/pdf/233900862.pdf">https://core.ac.uk/download/pdf/233900862.pdf</a>&gt;. Acesso em: 25 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/RAC/issue/download/129/273">https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/RAC/issue/download/129/273</a></p><p>Pereira et al., <strong>Formulário Fitoterápico da Farmácia da Natureza.</strong> Editora Bertolucci: Brasília, 2014.</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:<br>Propagação:<br>Adubação:<br>Habitat:<br>Época de colheita:<br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp;<br>Indicação:<br>Forma farmacêutica preferencial:<br>Posologia:&nbsp;<br>Contra indicação/ precaução:<br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></div>]]></description>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888458</link>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico:</strong><strong><em> </em></strong><em>Zingiber officinale Roscoe</em></div><div><strong>Nomes populares: </strong>&nbsp;Gengibre, mangarataia, mangaratiá. <strong><br>Origem: </strong>&nbsp;Sudeste Asiático. <strong><br>Composição:&nbsp;</strong>&nbsp;Óleos essenciais (gigerona, zingibereno, falandreno, canfeno, cineol, broneol e citral) e carboidratos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong> O plantio deverá ser feito nos meses de outubro a dezembro, em sulcos com profundidade de 15 cm, conforme o tamanho dos rizomas-sementes. Os espaçamentos recomendados são: 1,0 m entre linhas x 0,20 m entre plantas. Recomenda-se distribuir os rizomas ao longo dos sulcos, com espaçamento entre si de 20 cm e posicionados transversalmente, para que as novas brotações cresçam perpendicularmente ao sulco. Em seguida, cobrir os rizomas com uma camada fina de solo. <strong><br>Propagação: </strong>&nbsp;Propaga-se através de gomos, que são pedaços de rizoma, com 1 a 2 brotos.&nbsp; Pode ser cultivado em vasos grandes ou direto no solo.<strong><br>Adubação: </strong>&nbsp;O solo ideal é o argilo-arenoso rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,0; com boa drenagem. <strong><br>Habitat: </strong>&nbsp;Herbácea anual. Adapta-se bem em climas tropical e subtropical, mas tem se adaptado também em regiões mais frias. <strong><br>Época de colheita: </strong>&nbsp;A sua colheira deve ser feita quando as folhas estiverem amareladas, 7-10 meses após o plantio. <strong><br>Condições de manejo: </strong>&nbsp;Evitar o encharcamento de água na cultura. Após a colheita mudar o local de plantio para evitar queda nas próximas produções.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888469</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>&nbsp;Rizoma (raiz). <strong><br>Indicação: </strong>Indicado para rinite, faringite, laringite,&nbsp; alergias respiratórias, asma, bronquite, amigdalite, sinusite (uso externo). Enjoo de movimento, vômitos e gases intestinais.<br>Indicado também para problemas reumáticos (uso externo) e cólicas.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>&nbsp;Decocção, infusão, pó, extrato fluído, tintura, xarope e alcoolato. <strong><br>Posologia: </strong>&nbsp;<br>Infusão: Tomar&nbsp; 150 mL de 2 a 4 vezes ao dia.&nbsp;<br>Tintura: tomar 2,5 mL da tintura diluída em 75 mL de água, uma a três vezes ao dia ou 1,5 a 3,0 mL diariamente.&nbsp;</div><div>Em casos de cinetose em adultos e crianças com mais de 6 anos: 0,5 g, 2 a 4 vezes ao dia.</div><div>Dispepsia: 2 a 4 g da droga vegetal ou extrato seco.</div><div><strong>Contra indicação/ precaução: </strong>&nbsp;Contra indicado para pessoas com cálculos biliares, irritação gástrica e hipertensão arterial. Não é indicado para crianças, grávidas e mulheres em amamentação. Pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes devem consultar o médico antes da utilização. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>O gengibre pode afetar o tempo de sangramento e parâmetros imunológicos, devido a sua capacidade de inibir a tromboxano-sintetase e por atuar como agonista da prostaciclina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888470</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. Brasília, 2011. 126 p<br>&nbsp;<br>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 1 ed. Brasília, 2016. 110-112p.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888473</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888474</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico</strong>: <em>Foeniculum vulgare Miller.</em></p><p><strong>Nomes populares:&nbsp;</strong> Funcho, erva-doce, erva-doce-de-cabeça, falsa-ervadoce, falso-anís, funcho-bastardo, funcho-comum, funcho-doce, funchoitaliano, funho-vulgar, fiolho, anís, cilantrillo, hinojo. &nbsp;</p><p><strong>Origem:</strong> nativa da Europa e amplamente cultivada em todo o Brasil.&nbsp; </p><p><strong>Composição: </strong>Erva aromática, de 40-60 cm de altura, folhas inferiores alargadas de até 30 cm de comprimento e superiores mais estreitas, com pecíolo alargado como bainha que envolve o caule, compostas pinadas, com folíolos reduzidos a filamentos. Flores pequenas, hermafroditas, de cor amarela, dispostas em umbelas compostas por 10-20 umbelas menores. Os frutos são oblongos, compostos por dois aquênios de cerca de 4 mm de comprimento.<strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888475</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> Junho a outubro.&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Propagação</strong>: sementes.&nbsp;</p><p><strong>Adubação: </strong>esterco de gado, esterco de aves ou composto orgânico.&nbsp; </p><p><strong>Habitat: </strong>Adapta-se bem em diversos climas, com preferência para regiões temperadas com verões quentes, não resistindo às geadas. Vegeta bem em locais com luz solar direta e solos profundos, não muito argilosos, férteis e bem drenados.</p><p><strong>Época de colheita:</strong> 100 dias após a implantação da cultura.&nbsp;</p><p><strong>Condições de manejo:</strong> Os frutos devem ser colhidos antes do amadurecimento total, devido às perdas na época da maturação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888476</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>fruto. A base da haste é empregada na culinária.<strong><br>Indicação:</strong> cólicas, distensão abdominal e flatulência. Externamente os frutos e folhas são utilizados para perfumar o hálito. É também aromática e comestível.&nbsp;<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>Uso interno: Infusão de uma colher (sopa) de folhas 3x ao dia, ou uma colher de chá de frutos esmagados para uma xícara (150ml) de água fervente 3x ao dia. Como expectorante em crianças, utilizar na forma de xarope.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Não se recomenda o óleo essencial de funcho em grávidas, mulheres em amamentação e crianças pequenas, nem em pessoas com antecedentes de epilepsia ou convulsões. Para as infusões não haveria contraindicações. &nbsp;<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Estudos em ratos evidenciaram a interação com o antibiótico ciprofloxacina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888477</link>
         <description><![CDATA[<p>Formulário de fitoterápicos. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Gov.br">Gov.br</a>, 2024. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulariofitoterapico/2024-fffb2-1-er-3-atual-final-versao-com-capa-em-word-2-jan2024.pdf">https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulariofitoterapico/2024-fffb2-1-er-3-atual-final-versao-com-capa-em-word-2-jan2024.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/2024-fffb2-1-er-3-atual-final-versao-com-capa-em-word-2-jan-2024.pdf">.</a> Acesso em: 07/04/24.</p><p><br></p><p>Horto didático de plantas medicinais do HU/CSS. Hortodidatico, 2020.</p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/funcho/">https://hortodidatico.ufsc.br/funcho/.</a> Acesso em: 07/04/24.</p><p>Emprapa, 2006. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/812784/1/FOL87.pdf">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/812784/1/FOL87.pdf.</a> Acesso em: 07/04/24.</p><p><br></p><p>Como cultivar funcho: tudo o que deve saber para ter sucesso. A cientista&nbsp;&nbsp; agrícola, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acientistaagricola.pt/como-cultivar-">https://acientistaagricola.pt/como-cultivar-</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acientistaagricola.pt/como-cultivar-%20%20%20%20%20%20funcho/#:~:text=O%20per%C3%ADodo%20indicado%20para%20semear,horta%20%20para%20iniciar%20este%20cultivo">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acientistaagricola.pt/como-cultivar-%20%20%20%20%20%20funcho/#:~:text=O%20per%C3%ADodo%20indicado%20para%20semear,horta%20%20para%20iniciar%20este%20cultivo">funcho/#:~:text=O%20per%C3%ADodo%20indicado%20para%20semear,horta %20para%20iniciar%20este%20cultivo.</a> Acesso em: 07/04/24. &nbsp;</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888478</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888480</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos</em></p><ul><li><p><em>Heptaphyllus:</em><strong><em> </em></strong>Diz-se das folhas que são formadas de sete folíolos.</p></li></ul><p>Tem Como Sinônimo</p><ul><li><p><em>Bignonia heptaphylla Vell.</em></p><ul><li><p><em>Handroanthus avellanedae var. paullensis (Toledo) Mattos</em></p></li><li><p><em>Handroanthus eximius (Miq.) Mattos</em></p></li><li><p><em>Handroanthus impetiginosus var. lepidota (Bureau) Mattos</em></p></li><li><p><em>Tabebuia avellanedae var. paulensis Toledo</em></p></li><li><p><em>Tabebuia eximia (Miq.) Sandwith</em></p></li><li><p><em>Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo</em></p></li><li><p><em>Tabebuia impetiginosa var. lepidota (Bureau) Toledo</em></p></li><li><p><em>Tabebuia ipe (Mart. ex K.Schum.) Standl.</em></p></li><li><p><em>Tecoma curialis Saldanha</em></p></li><li><p><em>Tecoma eximia Miq.</em></p></li><li><p><em>Tecoma impertiginosa var. lepidota Mart.</em></p></li><li><p><em>Tecoma impetiginosa var. lepidota Bureau</em></p></li><li><p><em>Tecoma ipe Mart. ex K.Schum.</em></p></li><li><p><em>Tecoma ipe var. desinens Sprague</em></p></li></ul></li></ul><p><br></p><p><strong>Nomes populares: </strong>Ipê-roxo, pau- d’arco.<strong><br>Origem: </strong>: Nativa- Árvore nativa da Mata Atlântica e dos climas tropicais e subtropicais do Brasil. <strong><br>Composição:&nbsp;</strong></p><ul><li><p>&nbsp;Flavonoides;</p></li><li><p>Saponinas;</p></li><li><p>Cumarinas;</p></li><li><p>Naftoquinonas;</p></li><li><p>Antraquinonas;</p></li><li><p>Ácido oleico;</p></li><li><p>&nbsp;Lapachol&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>É interessante ser cultiva em épocas chuvosas, porém pode ser cultivada em todas as épocas do ano. <strong><br>Propagação:&nbsp;</strong></div><ul><li>Propagação sexuada: por meio de sementes retiradas de suas bagas secas</li><li>Propagação<strong> </strong>vegetativa: sendo necessário conhecimento de técnicas: como Estaquia (Pequenas estacas de caule, raiz ou folha) ou Enxertia.&nbsp;</li></ul><div><strong>Adubação: </strong>Consegue se adaptar em diferentes tipos de solo, assim não sendo necessário adubá-la com frequência. Mas pode ser adubada com <strong>Adubo orgânico (Esterco) bem curtido. <br>Habitat: </strong>Floresta Estacional Semidecidual e Decidual Floresta Ombrófila Densa e Mista<strong><br>Época de colheita: <br></strong>Setembro - Novembro<strong><br>Condições de manejo:&nbsp;<br></strong>Utilizada em reflorestamentos para recuperar áreas degradadas, uso de sua madeira para diversas funções como vigas, instrumentos musicais e também é usada para&nbsp; aplicação medicinal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888482</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Casca<strong><br>Indicação: </strong>O ipê é um fitoterápico com ação anticancerígena, antifúngica, antibacteriana e anti-inflamatória. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: <br></strong>O uso mais comum é na forma de chá, feito por infusão da entrecasca seca e pulverizada. Mas pode ser encontrada em formas de cápsulas, tintura e pomadas. <strong><br>Posologia:&nbsp; <br></strong>Via oral: Para fazer o chá de ipê-roxo leve um litro de água ao fogo. Após começar a ferver, adicione duas colheres de sopa de casca da árvore ipê-roxo e desligue o fogo. Deixe a mistura tampada descansar por dez minutos. Consuma de duas a três xícaras por dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução:<br></strong>Não se tem conhecimento de intoxicação com o uso medicinal do ipê roxo, porém esta planta é contra indicada na gravidez, pois alguns estudos envolvendo o Lapachol, seu principal princípio ativo, referem embriotoxidade, e também abortos e malformações congênitas. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:<br></strong>Devido a sua propriedade anticoagulante, o Ipê Roxo não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos que apresentam a mesma atividade farmacológica, devido ao poder aditivo.<br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888484</link>
         <description><![CDATA[<div>Lohmann, L.G. 2020. <strong>Handroanthus in Flora do Brasil</strong> 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: &lt;http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB114073&gt;. Acesso em: 02 set. 2021<br><br></div><div>CNCFlora. <strong><em>Handroanthus heptaphyllus</em></strong><strong> in Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.</strong>2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em &lt;http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Handroanthus heptaphyllus&gt;. Acesso em 2 setembro 2021.<br><br></div><div>JANUÁRIO, Sonia Regina; SILVÉRIO-LOPES, Sandra. O poder terapêutico do Ipê Roxo e seu uso na terapia complementar ao tratamento de neoplasias. <strong>Revista Brasileira de Terapias e Saúde. </strong>V. 5, n. 1, p. 9–14, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.7436/rbts-2014.05.01.02<br><br></div><div>MINISTÉRIO DA SAÚDE. MONOGRAFIA DA ESPÉCIE TABEBUIA AVELLANEDAE ( IPÊ ROXO ) Brasília. V. 5, 2014.&nbsp;<br><br></div><div>OLIVEIRA, Maria Cristina De <em>et al.</em> <strong>3 - Manual de Viveiro e Producao de Mudas - Espécies Arbóreas Nativas do Cerrado</strong>. 2016.&nbsp;<br><br></div><div>SIMÕES, INGRIDH. ENXERTIA ENTRE ESPÉCIES DO GÊNERO Handroanthus. 2017.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888485</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Passiflora incarnata</em> L.<strong><br>Nomes populares: </strong>Maracujá, flor da paixão.<strong><br>Origem: </strong>Américas Tropical e Subtropical.<strong><br>Composição:&nbsp;</strong>Os constituintes químicos são fitosteróis, heterosídeos cianogênicos, alcalóides indólicos (menos de 0,03%), flavonoides (di-C-heterosídeos de flavonas até 2,5%, vitexina e apigenina) e cumarinas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Plantio nos meses mais próximos do verão, entre fevereiro a maio.</div><div><strong>Propagação: </strong>A propagação geralmente é feita através de sementes. As sementes podem secar no interior dos frutos ou serem colhidas e colocadas em um recipiente de vidro ou louça para fermentar. <strong><br>Adubação: </strong>A adubação orgânica é uma prática importante para manter o solo produtivo. Vale lembrar que o sucesso da adubação depende tanto da quantidade adequada aplicada, quanto da época e localização do corretivo e dos fertilizantes.<strong><br>Habitat: </strong>Os solos mais indicados são os arenosos ou levemente argilosos, profundos e bem drenados. A faixa de temperatura média anual adequada é de 20 a 32°C, sendo considerada ótima a faixa de 23 a 27°C. Necessita de cerca de 800 a 1.700 mm de chuva por ano, bem distribuídos.&nbsp;</div><div><strong>Época de colheita: </strong>&nbsp;O período de colheita varia de 6 a 9 meses. Plantios efetuados nos meses mais próximos do verão, permitem início de colheita mais precoce (6 meses). O maracujazeiro tem longo período de safra. Os frutos de maracujá amarelo quando maduros caem ao chão, deste modo o ponto de colheita é determinado pela coleta dos frutos.</div><div><strong>Condições de manejo:&nbsp;</strong>O cultivo a pleno sol é fundamental, sendo que baixa luminosidade durante o inverno ou sombreamento excessivo causado por nebulosidade durante o verão ou por competição entre plantas, reduz drasticamente o florescimento e a produção, com maior proporção de ramos ao invés de folhas, flores e frutos, além de causar menor crescimento relativo do sistema radicular. Os ventos frios afetam o florescimento, diminuindo o vingamento dos frutos. Os ventos quentes e secos retiram a umidade do solo e das plantas, causando o murchamento das folhas. Ventos fortes dificultam a polinização das flores pelas mamangavas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas.</div><div><strong>Indicação: </strong>Ansiolítico e sedativo leve.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Planta fresca (in natura), droga vegetal (encapsulada), extrato fluido e tintura.</div><div><strong>Posologia: </strong> Oral. Para adolescentes e adultos: infusão da droga vegetal - 1-2 g em 150 mL de água fervente, tomar 1-4 vezes por dia (10 a 15 minutos após o preparo).<br>Droga vegetal encapsulada – 0,5-2 g, 1-4 vezes por dia.</div><div>Extrato fluido (1:1 em álcool etílico 25%) - 0,5 a 1,0 mL, 3 vezes ao dia. </div><div>Tintura (1:8 em álcool 45%) - 0,5 a 2,0 mL, 3 vezes ao dia. A posologia recomendada para adultos é de 3-5 vezes ao dia, e para adolescentes de 3 vezes ao dia. </div><div>A dose do extrato seco deverá corresponder à posologia das formas acima descritas.</div><div><strong>Contra indicação/ precaução: </strong>Seu uso é contraindicado durante a gravidez. Não utilizar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.</div><div><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Esse fitoterápico potencializa os efeitos sedativos do pentobarbital e hexobarbital, aumentando o tempo de sono de pacientes. Há indícios de que as cumarinas presentes na espécie vegetal apresentam ação anticoagulante potencial e possivelmente interagem com a varfarina. O uso desse fitoterápico associado a drogas inibidoras da monoamino oxidase (isocarboxazida, fenelzina e tranilcipromina) pode potencializar o efeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário fitoterápico da Farmacopeia Brasileira. Brasília, 2021. 145-147 p</div><div> </div><div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 1 ed. Brasília, 2016. 71-74p. </div><div><br></div><div>LIMA, A. de A. A pesquisa no Brasil com a cultura do maracujá. Embrapa Mandioca e Fruticultura-Documentos (INFOTECA-E), 1994.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>Mikania glomerata<strong><br>Nomes populares: </strong>Cipó-Caatinga, Coração-de-Jesus e Erva de Cobra.<strong><br>Origem: </strong>América do Sul<strong><br>Composição: </strong>sesquiterpenos e diterpenos, estigmasterol, flavonoides, cumarinas, resinas, taninos, saponinas, guacosídeos e ácido clorogênico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:&nbsp; </strong>fim do inverno e começo da primavera<strong><br>Propagação: </strong>feita por estacas, posta a dificuldade de coleta de sementes.<strong><br>Adubação: </strong>esterco de gado bem curtido, de aves ou composto orgânico, quando necessário.<strong><br>Habitat: </strong>margens dos rios, crescendo espontaneamente em matas primárias, capoeiras, capoeirões, orla de matas, terrenos de aluvião, várzeas sujeitas a inundações e possui boa adaptação ao cultivo doméstico. <strong><br>Época de colheita:</strong> fim do inverno e começo da primavera.<strong><br>Condições de manejo:&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp; <br>Indicação: </strong>alivia quadros de tosse, asma, bronquite e de mais doenças da via respiratória, devido ao seu composto cumarínico, também auxilia na redução de edemas e de peso, devido à ação anti-inflamatória da planta.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:&nbsp; </strong>xarope<strong> <br>Posologia: </strong>Adultos: ingerir 1 colher de sopa (15 mL – equivalente a uma dose de 1,323 mg de cumarina) – 3 vezes ao dia. Crianças maiores de 5 anos: A <strong>posologia</strong> sugerida é ingerir ½ da dose (7 mL – equivalente a uma dose de 0,617 mg de cumarina) – 3 vezes ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>contraindicado para pessoas com doenças hepáticas, gestantes, lactantes e crianças com menos de dois anos.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>extratos secos de Guaco poderão interagir, sinergicamente “in vitro”, com alguns antibióticos como tetraciclinas, cloranfenicol, gentamicina, vancomicina e penicilina<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888500</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Agência Nacional de Vigilância<br>Sanitária.vFormulário fitoterápico da<br>Farmacopeia Brasileira. Brasília, 2011. 126 p.<br><br>CZELUSNIAK,Farmacobotânica. K. E. etal. fitoquímica e farmacologia do Guaco: revisão considerando mikania glomerato Sprengel e Mikania laevigata Schulyz bip. ex Baker. Rev. Bras. PI. Med., Botucatu, Guarapuava, v. 14, n. 2, p. 400- 409, 2012.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Occimum basilicum</em></p><p><strong>Nomes populares:&nbsp; </strong>Manjericão, manjericão toscano, manjericão italiano, basilicão</p><p><strong>Origem: </strong>Sudoeste Asiático e da África Central</p><p><strong>Composição química:</strong> Os óleos essenciais, principalmente os monoterpenos. desempenham são os principais compentes ativos da espécie, podendo variar de acordo com a variedade (a planta apresenta quimiotipos). Entre os componentes do óleo essencial, com destaque para o linalol, conferindo um aroma doce e floral, o eugenol, proporcionando um toque picante reminiscente do cravo, e o metil-chavicol, adicionando nuances anisadas. Variedades específicas podem conter também cinamato de metila, conferindo um aroma semelhante à canela. Além dos óleos essenciais, o manjericão contém compostos fenólicos, como taninos, conhecidos por suas propriedades antioxidantes, e flavonoides, que também contribuem para as propriedades biológicas da planta. Vitaminas, incluindo A, C e do complexo B, assim como minerais como cálcio, fósforo e ferro, complementam a composição nutricional. Recomenda-se o uso de variedade rica em 1,8 cineol e linalol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>É uma erva anual que geralmente é cultivada durante a primavera e o verão em muitas regiões.</p><p><strong>Propagação: </strong>Pode ser propagado de várias maneiras, sendo as mais comuns a partir de sementes e por meio de estacas.</p><p><strong>Adubação: </strong>No preparo das mudas as sementes são inseridas nos sacos com substrato solo, areia e esterco na proporção 3:2:1 e transferida para viveiro (sombrite 50%) onde deverão permanecer durante 60 dias, de modo geral 80% das estacas enraízam. Logo após esse período as mudas devem ser transferidas para o local definitivo em covas, medindo 20x20 cm, adubada com ½ kg de esterco.</p><p><strong>Habitat: </strong>Em seu estado selvagem, a planta ancestral do manjericão é originária de regiões tropicais da Ásia, como Índia, Malásia e Indonésia. No entanto, devido à sua popularidade como erva culinária, o manjericão é cultivado em uma variedade de climas e ambientes. O manjericão, quando cultivado como planta ornamental ou culinária, não possui um habitat selvagem específico, pois foi domesticado e adaptado para crescer em condições variadas.</p><p><strong>Época de Colheita: </strong>O manjericão pode ser colhido assim que as plantas atingirem um tamanho suficiente. Em geral, você pode começar a colher as folhas quando a planta tiver cerca de 15 a 20 centímetros de altura. A colheita do manjericão geralmente é mais abundante durante a primavera e o verão, quando as plantas estão em sua fase de crescimento mais ativa. Em climas mais quentes, onde o manjericão pode ser cultivado durante grande parte do ano, a colheita pode ocorrer ao longo de várias estações. O manjericão pode começar a produzir flores à medida que amadurece. No entanto, a produção de flores pode afetar o sabor das folhas. Para manter um sabor mais concentrado, muitas pessoas preferem colher antes que a planta floresça.</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>O manjericão prospera em solo bem drenado, rico em matéria orgânica, com um pH entre 6,0 e 7,5. Requer pelo menos 6 horas de luz solar direta diariamente. A rega deve manter o solo consistentemente úmido, evitando encharcamento. Fertilize durante a estação de crescimento, evitando excesso de nitrogênio. Plante com espaço adequado e pratique a poda para um crescimento compacto. Proteja contra geadas, monitore doenças e pragas regularmente, e colha as folhas regularmente, evitando colher mais de um terço da planta de uma vez.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e sumidades floridas.</p><p><strong>Indicação:</strong> antisseptica e analgésica usada como auxiliar em casos de feridas na boca e infecção de garganta. Ação broncodilatadora e descongestionante, utilizada como auxiliar em grupes e resfriados.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Preparação extemporânea <strong>(</strong>Infusão) e tintura (1:10).</p><p><strong>Posologia: </strong>Infusão:<strong> </strong>0,4-0,6g de droga vegetal em 150 mL de água, até 2 vezes ao dia. Tintura: 1-3 gotas/kg, divididas em 3 vezes ao dia, diluída em água.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução:</strong> É contraindicado durante a gestação, na lactação e em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade a quaisquer componentes da planta.</p><p><strong>Interação Medicamentosa: </strong>Não há dados, relatos</p>]]></description>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>MAGGIONI, M. S. et al. Desenvolvimento de mudas de manjericão (Ocimum basilicum L.) em função do recipiente e do tipo e densidade de substratos. <strong>Revista Brasileira de Plantas Medicinais</strong>, v. 16, n. 1, p. 10–17, mar. 2014.</p><p>BLANK, A. F. et al. Caracterização morfológica e agronômica de acessos de manjericão e alfavaca. <strong>Horticultura Brasileira</strong>, v. 22, n. 1, p. 113–116, mar. 2004.</p><p>LUZ, J. M. Q. et al. Teor, rendimento e composição química do óleo essencial de manjericão sob doses de cama de frango. <strong>Horticultura Brasileira</strong>, v. 27, n. 3, p. 349–353, set. 2009.</p><p>PAIVA, E. P. DE et al. COMPOSIÇÃO DO SUBSTRATO PARA O DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE MANJERICÃO (Ocimum basilicum L.). <strong>Revista Caatinga</strong>, v. 24, n. 4, p. 62–67, 14 set. 2011.</p><p>‌ DE CASSIA, R. et al. <strong>Documentos 136</strong>. [s.l: s.n.]. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/900892/1/DOC11004.pdf">https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/900892/1/DOC11004.pdf</a>&gt;.</p><p>Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais / Ana Maria Soares Pereira ... [et al.]. - Ribeirão Preto: universidade de Ribeirão Preto – UNAERP, 2011 280 p.</p><p>&nbsp;</p><p>‌1. TAVARES, José Caetano. Plantas medicinais: Uso Orientações e Precauções. Thieme Revinter Publicações, Rio de Janeiro. 3. Ed, 2018.</p><p>Mohamad Hesam Shahrajabian, Wenli Sun &amp; Qi Cheng (2020) Chemical components and pharmacological benefits of Basil (Ocimum basilicum): a review, International Journal of Food Properties, 23:1, 1961-1970, DOI: 10.1080/10942912.2020.1828456‌</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Brugmansia suaveolens.</em><strong><br><br>Nomes populares: </strong>Saia-branca; trombeteira; datura; trombeta de anjo; trombeta-cheirosa; trombeta branca; trombeta-rosa; zabumba branca; cartucheira; sete-saias; babado; copo de leite; aguadeira; estrela-de-anjo. <strong><br><br>Origem: </strong>planta indígena originária das Américas Central e do Sul, mais especificamente do México.<br><strong><br>Composição: </strong>alcalóides tropânicos (como atropina, hioscina, escopolamina), compostos fenólicos, esteróides, terpenóides, taninos, glicosídeos, antraquinônicos, saponinas, triterpenos, flavonoides glicosilados, aminas, carboidratos, óleos essenciais, dentre outros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:</strong> pode ser realizado o ano todo.</div><div><br></div><div><strong>Propagação:</strong> sementes ou estaquia (plantio de estacas de caule, raizes ou folhas, com 25 a 30cm de comprimento).&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Adubação:</strong> mistura entre proporções iguais de adubo animal de curral/esterco de curral, areia e composto orgânico.</div><div><br></div><div><strong>Habitat:</strong> regiões tropicais, florestas pluviais tropicais/florestas úmidas, margem de rios,&nbsp; beira de riachos, várzeas úmidas. Preferencialmente em solos humosos (férteis e ricos em matéria orgânica), sobretudo, os ricos em nitrogênio.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Época de colheita:</strong> assim que a planta estiver com flores e folhas bem desenvolvidas, com medidas em torno de 20 a 30cm e 22 a 26cm de comprimento, respectivamente. Como seu rebrote é rápido, as colheitas ocorrem de três a quatro vezes no ano.</div><div><br></div><div><strong>Condições de manejo:</strong> aprecia bastante o combo calor e umidade. Deve ser cultivada em solo fértil, arenoso, rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,0, adubações anteriores a floração, podas após a floração e rega em intervalos regulares. Capaz de tolerar geadas e frio não intenso, podendo claro, haver atraso no ciclo e redução na produção. Em questão de luminosidade, o ideal é plantá-la em local que receba sol a maior parte ou em todo o dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>flores, folhas e raizes. <br><strong><br>Indicação: </strong>possui efeito/atividade analgésica, antinociceptiva (capacidade de reduzir sensibilidade à dor), relaxante muscular, cardioativa, nematicida (capacidade de eliminar nematóides parasitas), anticonvulsionante, antisasmática, antiespasmódica, broncodilatadora e anti-histamínica. Podendo ser indicada para tratamento da Doença de Parkinson, da síndrome pré-menstrual (TPM), da hipotensão arterial, da epilepsia e de dores crônicas e/ou intensas. <strong><br><br>Forma farmacêutica preferencial:</strong> infusão.<br><strong><br>Posologia:</strong> o chá deve ser ingerido de uma a duas vezes ao dia, na quantidade de, no máximo, meia colher de sobremesa de flores para uma xícara de água do infuso. Deixar descansando tampada de 10 a 15 minutos, no caso de flores e folhas, e várias horas no caso de raizes. Após isso, basta coar e ingerir.<br><br>Observação: começar em doses menores que a máxima, afinal, cada indivíduo é singular, e talvez essa seja desnecessária e até mesmo prejudicial. <br><strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>não deve ser usada por crianças, gestantes, lactantes, cardíacos ou hipertensos. <br><strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>não há relatos, no entanto, por sua potência farmacológica mesmo em doses adequadas, é altamente recomendável que antes de iniciar o uso, procure um médico e converse sobre a possibilidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>AUTOR DA PRÓPRIA SAÚDE. Saúde Pelas Plantas - Trombeta de anjo [Parkinson, asma, dores, fraqueza cardíaca]. 19 set. 2016. Disponível em: &lt;https://youtu.be/mOdg31caKf0&gt;.&nbsp; Acesso em 7 ago. 2021.</div><div><br></div><div>CARACTERÍSTICAS e cultivo da Trombeta-dos-anjos (Datura suaveolens). PlantaSonya. Disponível em: &lt;https://www.google.com/url?q=http://www.plantasonya.com.br/toxicas-e-venenosas/caracteristicas-e-cultivo-da-trombeta-dos-anjos-datura-suaveolens-2.html&amp;source=gmail&amp;ust=1628553802667000&amp;usg=AFQjCNFze4MUpIxcGlYD-dpbFaiH9Dn2NQ&gt;. Acesso em 7 ago. 2021.&nbsp;</div><div><br></div><div>LUNARDI, Juliana et. al. Trombeteira - dos rituais à industrialização. Agropec. Catarin., v. 20, n.2, jul. 2007. Disponível em: &lt;https://gnomobioativo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Trombeteira.pdf&gt;. Acesso em 7 ago. 2021.&nbsp;</div><div><br></div><div>MONTANUCCI, Cleuza. Caracterização botânica, avaliação da germinação de sementes e regeneração de plantas de Brugmansia suaveolens (Wild.). Bercht. &amp; J. Presl. Universidade Estadual do Oeste do Paraná: mestrado em Agronomia, Marechal Cândido Rondon, Paraná, 2011. Disponível em: &lt;http://tede.unioeste.br/bitstream/tede/1407/1/Cleuza_Montanucci_2011&gt;. Acesso em 7 ago. 2021.</div><div><br></div><div>PARKER, Alexander. O uso popular das flores de Brugmansia suaveolens (g. don.), solanácea, com finalidade terapêutica, investigação experimental do mecanismo de ação da atividade antinociceptiva. Fundação Universidade Federal do Rio Grande: mestrado em Enfermagem, Rio Grande, 2006. Disponível em: &lt;http://repositorio.furg.br/bitstream/handle/1/2753/alexander.pdf?sequence=1&gt;.&nbsp; Acesso em 7 ago. 2021.</div><div><br></div><div>SILVA, Eduardo et. al. Consumo de Brugmansia suaveolens (Trombeta de Anjo) e perturbação psíquica. Research, Society and Development, v. 10, n. 1, jan. 2021. Disponível em: &lt;https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/11&gt;.&nbsp; Acesso em 7 ago. 2021.</div><div><br></div><div>SILVA, Eli. Alterações comportamentais em ratos administrados com preparações da Datura suaveolens. VITALLE, Rio Grande, 7: 33-47, 1995. Disponível em: &lt;https://periodicos.furg.br/vittalle/article/download/7128/4636&gt;.&nbsp; Acesso em 7 ago. 2021.&nbsp;</div><div><br></div><div>SOUZA, Glenda; PORTELA, Camila; MARQUES, Delcio. O uso da espécie Brugmansia suaveolens (Solanaceae) como ornamental e na medicina popular. Scientia Naturalis, Rio Branco, v.1, n. 1, p. 171-180, 2019. Disponível em: &lt;https://periodicos.ufac.br/index.php/SciNat/article/download/2377/1382&gt;.&nbsp; Acesso em 7 ago. 2021.</div><div><br></div>]]></description>
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         <title>Vídeos interessantes sobre a planta</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><a href="https://youtu.be/x3RrpC9NqOU">https://youtu.be/x3RrpC9NqOU</a></li><li><a href="https://youtu.be/mOdg31caKf0">https://youtu.be/mOdg31caKf0</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Mentha spicata </em>L</p><p><strong>Nomes populares: </strong>Hortelã-verde, Hortelã-comum, Menta, Hortelã, Hortelã-das-hortas, Hortelã-dos-cozinheiros, Hortelã-dos-temperos</p><p><strong>Origem</strong>: Região do Mediterrâneo, planta é encontrada naturalmente em várias regiões da Europa, Ásia e norte da África.</p><p><strong>Composição: </strong>a espécie apresenta vários terpenóides, entre eles os monoterpenos mentol, mentona, carbona, limoneno e cineol. A composição dos óleos essenciais pode variar de acordo com as condições de cultivo e da variedade. <em>Mentol</em>: É um dos componentes mais proeminentes e responsáveis pelo aroma refrescante da hortelã. O mentol é usado em produtos como balas, pastas de dente e produtos para cuidados respiratórios. / <em>Menthona</em>: É um composto encontrado em óleos essenciais de hortelã e contribui para seu aroma característico. &nbsp;<em>Carvona</em>: Outro componente presente no óleo essencial de hortelã, que contribui para seu sabor refrescante. &nbsp;<em>Limoneno</em>: Encontrado nos óleos essenciais de várias plantas, incluindo a hortelã, e tem um aroma cítrico. &nbsp;<em>Cineol </em>(ou eucaliptol): Contribui para as propriedades expectorantes e anti-inflamatórias da hortelã.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>Embora possa ser plantada em qualquer época do ano, o melhor momento é na primavera ou no outono.</p><p><strong>Propagação: </strong>A reprodução pode ser realizada por sementes de empresas produtoras de semente, por estacas retiradas da parte área da planta ou por estolões.&nbsp; As estacas são preparadas a partir de ramos tenros, com 8 cm de comprimento, deixa-se 2 pares de folhas na parte terminal da estaca.</p><p><strong>Adubação: </strong>No preparo das mudas as sementes são inseridas nos sacos com substrato solo, areia e esterco na proporção 3:2:1 e transferida para viveiro (sombrite 50%) onde deverão permanecer durante 60 dias. Logo após esse período as mudas devem ser transferidas para o local definitivo em covas, medindo 15x15 cm, adubada com ½ kg de esterco.</p><p><strong>Habitat: </strong>É originária da Europa até a Ásia Meridional. Entretanto é adaptada em várias regiões do mundo. A hortelã spicata geralmente prospera em áreas de clima temperado a subtropical. Essa planta prefere locais com bastante luz solar, mas também pode crescer em áreas parcialmente sombreadas.</p><p><strong>Época de Colheita: </strong>As folhas podem ser colhidas a partir das 10 horas da manhã, depois de 90 dias após o transplante em campo. A segunda colheita como as demais podem ser realizadas com intervalos de 90 dias. A cultura deve ser renovada a cada dois anos. O corte é realizado com tesouras de poda na altura de 5 cm acima do solo. A sabedoria popular recomenda que a colheita das partes aéreas das plantas seja realizada na lua cheia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Depende da região, alguns usam a planta inteira, outros usam as folhas e o caule</p><p><strong>Indicação: </strong>Indicado para o tratamento problemas digestivos como: diarreia, indigestão, fraqueza intestinal, flatulência e dor abdominal; problemas respiratórios como: gripe, resfriado, tosse e sinusite; também indicado no tratamento de febre, obesidade, dor de cabeça, artrite, diabetes e icterícia. Além disso, também é usado como antídoto pelos iranianos e como cicatrizante e vermífugo no Brasil</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: Preparação extemporânea (Infusão)</strong></p><p><strong>Posologia:</strong> infusão: 1,5 a 3 gramas em 150 mL de água. Tomar três vezes ao dia;</p><p>Pó: 1 a 2 gramas, três vezes ao dia;</p><p>Tintura: 2 a 3 mL, três vezes ao dia;</p><p>Extrato fluido: 15 a 30 gotas, três vezes ao dia.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>A hortelã deve ser evitada por pessoas com refluxo grave ou hérnia de hiato, além de grávidas, mulheres a amamentar e crianças com menos de 5 anos</p><p><strong>Interação Medicamentosa: </strong>Não há relatos</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ganesan Mahendran, Sanjeet Kumar Verma, Laiq-Ur Rahman, os usos tradicionais, fitoquímica e farmacologia da hortelã (Mentha spicata L.): Uma revisão, Revista de Etnofarmacologia, Volume 278, 2021, 114266, ISSN0378-8741, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.jep.2021.114266">https://doi.org/10.1016/j.jep.2021.114266</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Salvia officinalis</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Sálvia<strong><br>Origem: </strong>Oriente Médio e Mediterrâneo<strong><br>Composição:&nbsp; </strong>alcaloides, óleos essenciais, ácidos graxos, glicosídeos cardiotônicos, flavonóides, saponinas, cumarinas, e terpenos.</div>]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>por estaquia o ano todo, e por sementeira em Março e Abril.<strong><br>Propagação: </strong>mudas, sementes ou estacas.<strong><br>Adubação: </strong>deve ser cultivada em solos ricos em matéria orgânica<strong><br>Habitat: </strong>vasos, canteiros ou jardineiras.<strong><br>Época de colheita: </strong>podem ser colhidas desde a Primavera ao Outono.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Caso seja usado o método de plantio por sementes, é necessário preparar o berço de plantio para recebê-las. Se forem plantadas por mudas, é indicado deixar um espaçamento de 20 cm x 20 cm de cada cova para um melhor desenvolvimento. Porém, é preciso atentar-se de que, independente do método de plantio, é necessário adubar e irrigar o solo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888527</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas<strong><br>Indicação: </strong>distúrbios digestivos, desordens intestinais, distúrbios cognitivos, suor excessivo, inflamações na mucosa da boca e faringe, inflamação na pele e lesões na pele.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão<strong><br>Posologia: </strong>Uma xícara de chá três vezes ao dia<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>pessoas que tenham alergia a esta planta medicinal. Além disso, também não deve ser usada na gravidez, e por lactantes<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>pode interferir, se tomada simultaneamente com agentes hipoglicemiantes e anticonvulsivantes. Também pode potencializar os efeitos sedativos de barbitúricos e benzodiazepínicos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>CEZARIO, B.; ALCANTARA, A. Sálvia: como cultivar a planta rica em substâncias benéficas à saúde. Revista casa e jardim, globo, 2021. Disponível em:<a href="https://revistacasaejardim.globo.com/amp/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/10/salvia-como-cultivar-planta-rica-em-substancias-beneficas-saude.html">https://revistacasaejardim.globo.com/amp/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/10/salvia-como-cultivar-planta-rica-em-substancias-beneficas-saude.html</a>. Acesso em: 29 de jul de 2022.</div><div><br>CPT. Horta: como plantar Sálvia (Salvia officinalis). Disponível em:<a href="https://www.cpt.com.br/artigos/horta-como-plantar-salvia-salvia-officinalis">https://www.cpt.com.br/artigos/horta-como-plantar-salvia-salvia-officinalis.</a> Acesso em: 29 de jul de 2022.<br><br></div><div>GHORBANIA, A.; ESMAEILIZADEH, M. Pharmacological properties of Salvia officinalis and its components. <a href="https://www.sciencedirect.com/journal/journal-of-traditional-and-complementary-medicine/vol/7/issue/4">Volume 7, Issue 4</a>, October 2017, p. 433-440.&nbsp;</div><div><br></div><div>REIS, M. Sálvia: para que serve e como fazer o chá. Tua saúde, 2022. Disponível em: <a href="https://www.tuasaude.com/salvia/amp/">https://www.tuasaude.com/salvia/amp/</a>.</div><div>Acesso em: 29 de jul de 2022.</div><div><br></div><div>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Sálvia-Real, 2020. <a href="https://hortodidatico.ufsc.br/salvia-real/">https://hortodidatico.ufsc.br/salvia-real/</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Plectranthus amboinicus</em>;</p><p><strong>Nomes populares: </strong>malvarisco, malvariço, hortelã-da-folha-graúda, hortelãgrande, hortelã-da-folha-grossa, hortelã-de-folha-graúda, hortelã-da-Bahia, malva-do-reino, malva-de-cheiro, orégano e orégano-francês;</p><p><strong>Origem:</strong> Ásia Oriental. Amplamente distribuída pela América;</p><p><strong>Composição química: </strong>A espécie apresenta flavonoides, como apigenina, crysoeriol, cirsimarítina, luteolina quercetina, salvigenina, taxifolina. Também apresenta açúcares redutores, ácidos triterpênicos, taninos, grupos aminos e esteróides triterpênicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>A <em>Plectranthus amboinicus</em> pode ser plantada durante todo o</p><p>ano em regiões de clima tropical e subtropical. Em regiões com clima mais frio, o plantio é recomendado na primavera e no verão, quando as temperaturas são mais amenas;</p><p><strong>Propagação: </strong>A propagação da <em>P. amboinicus</em> pode ser feita por meio</p><p>de sementes, estacas ou divisão de touceiras. No caso das sementes, é recomendado o plantio em substrato úmido e depois transplantar as mudas para recipientes individuais. As estacas devem ser retiradas de ramos saudáveis e plantadas em substrato úmido, garantindo a formação de raízes. A divisão de touceiras também é uma opção, onde as mudas são retiradas da planta mãe e transplantadas para novos locais. Uma última observação importante, o ambiente em que ela for plantada deve estar úmido, mas não encharcado, pois isso pode apodrecer suas raízes;</p><p><strong>Adubação:</strong> <em>P. amboinicus</em> é uma planta que aprecia solos bem</p><p>drenados e ricos em matéria orgânica. A adubação pode ser feita com matéria orgânica compostada, como esterco bovino ou de aves, ou utilizando fertilizantes de liberação controlada contendo nutrientes essenciais, como nitrogênio, fósforo e potássio. Preferencialmente manter um pH entre 6,0 a 7,5. Além disso, a planta requer exposição solar parcial ou sombra, uma vez que a luz solar direta intensa pode queimar suas folhas delicadas;</p><p><strong>Habitat: </strong><em>P. amboinicus</em> é nativa da Ásia Oriental, porém a planta é</p><p>encontrada em regiões tropicais e subtropicais em regiões como África e América do Sul. Ela é comumente cultivada em jardins, vasos e canteiros, preferindo locais com boa luminosidade, mas que não recebam sol direto durante todo o dia;</p><p><strong>Época de Colheita:</strong> As folhas da <em>P. amboinicus</em> podem ser colhidas a</p><p>qualquer momento, desde que a planta esteja saudável e vigorosa. No entanto, para garantir a melhor qualidade das folhas, é recomendado colhê-las durante o período de floração, quando seu aroma e sabor estão mais intensos;</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>&nbsp;<em>P. amboinicus</em> requer alguns cuidados específicos para um bom desenvolvimento. Ela prefere ambientes com temperaturas entre 18°C e 31°C, sendo tolerante a variações dentro desses limites. A planta aprecia solos úmidos, mas não encharcados, e deve ser regada regularmente, evitando o acúmulo de água em seu substrato. Além disso, a planta deve ser periodicamente podada para estimular um crescimento saudável e harmonioso, a podagem pode ser realizada a cada 60 dias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas;</p><p><strong>Indicação: </strong>A principal indicação é para o tratamento de afecções do trato respiratório. Atividade antimicrobiana, analgésica, anti-inflamatória, antibacteriana e inseticida. Também contra doenças do trato respiratório, age como antitussígeno e expectorante, combate infecções, agem contra furúnculos e em casos de otite, ainda em casos de epilepsia;</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Preparação Extemporânea (Infuso ou maceração).</p><p><strong>Posologia: </strong>Infusão de 4 folhas frescas em 200 mL de água, até 3 vezes ao dia.</p><p>Infusão de 4 folhas frescas em 200 mL de água, até 3 vezes ao dia.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>Os que utilizam Anticoagulantes devem evitar o uso</p><p>combinado com medicamentos contendo boldo, pois geraria uma inibição da agregação plaquetária;</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou com Alimentos: </strong>Não usá-lo quando estiver fazendo</p><p>tratamento com metronidazol ou dissulfiram; evitar o uso de medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) e também com alguns Anti-Hipertensivos.<strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888532</link>
         <description><![CDATA[<p>GURGEL, A. P. A. D. A importância de Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng como alternativa terapêutica métodos experimentais. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3510/1/arquivo6107_1.pdf">https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/3510/1/arquivo6107_1.pdf</a>. Acesso em: 14 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>BEZERRA, P. ; BANDEIRA, M.A.; MAGALHÃES, P.J.C.. Caracterização da composição química do óleo essencial de Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. ANAIS DO ENCONTRO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS. Campinas, Galoá, 2017.</p><p>&nbsp;</p><p>Autores: Prof. Dr. Uma Rani Sinniah, Dr. Greetha Arumugam, Dr. Mallappa Kumara Swamy. Título: Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng: Botanical, Phytochemical, Pharmacological and Nutritional Significance. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mdpi.com/1420-3049/21/4/369">https://www.mdpi.com/1420-3049/21/4/369</a>. Acesso em 12/10/2023.</p><p>&nbsp;</p><p>KUMAR P, SANGAN S., KUMAR N. Plectranthus amboinicus: A review on its</p><p>pharmacological and pharmacognostical studies. American Journal of Physiology</p><p>Biochemistry and Farmacology. v. 10 n. 2 p. 55–62, 2020. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/340047480_PLECTRANTHUS_AMBOINICUS_A_REVIEW_ON_ITS_PHARMACOLOGICAL_AND_PHARMACOGNOSTICAL_STUDIES">https://www.researchgate.net/publication/340047480_PLECTRANTHUS_AMBOINICUS_A_REVIEW_ON_ITS_PHARMACOLOGICAL_AND_PHARMACOGNOSTICAL_STUDIES</a></p><p>&nbsp;</p><p>Autores: Prof. Sławomir Dresler, Prof. Magdalena Wójciak, Dr. Barbara Hawrylak-Nowak e Mrs. Maria Stasińska-Jakubas. Título: Comparative Effects of Two Forms of Chitosan on Selected Phytochemical Properties of Plectranthus amboinicus (Lour.). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mdpi.com/1420-3049/28/1/376">https://www.mdpi.com/1420-3049/28/1/376</a>. Acesso em 12/10/2023</p><p>&nbsp;</p><p>Autores: Dr. Renata Pascon, Mrs. Nara Santos, Dr. Bruna Mariane, Dr. João Henrique G. Lago, Prof. Marisi Soares. Título: Assessing the Chemical Composition and Antimicrobial Activity of Essential Oils from Brazilian Plants—Eremanthus erythropappus (Asteraceae), Plectrantuns barbatus, and P. amboinicus (Lamiaceae). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mdpi.com/1420-3049/20/5/8440">https://www.mdpi.com/1420-3049/20/5/8440</a>. Acesso em 12/10/2023.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong><em>Origanum vulgare L.</em><strong><br>Nomes populares:</strong>Orégano, orégão, Manjerona-silvestre/selvagem.<strong><br>Origem:</strong>Região mediterrânea, mais especificamente de regiões montanhosas do sul da Europa ao oeste da Ásia.<strong><br>Composição:</strong> Ácidos fenólicos (ácidos cafêico, rosmarínico, protocatecuico, ursólico e clorogênico); flavonóides (derivados do kaempferol, luteolol, apigenol, diosmetina, quercetina); óleo essencial (Timol, carvacrol, Y-terpeno, p-ameno, limoneno, dentre outros); taninos; resina.</p><p><strong>Caracteristica da planta:</strong> Herbácea perene, aromática, ereta, de hastes algumas vezes arroxeadas, medindo de 30-50 cm de altura. Folhas simples, esparso-pubescentes, de 1-2 cm de comprimento. Flores esbranquiçadas, róseas ou violáceas, dispostas em glomérulos e reunidos em inflorescências paniculadas terminais.<strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong>Primavera.<strong><br>Propagação:</strong>Sementes, mudas produzidas por estaquias e divisão de touceiras.<strong><br>Adubação:</strong>Mineral (responde positivamente à adubação nitrogenada), orgânica ou verde.<strong><br>Habitat:</strong>Desenvolve-se melhor em regiões quentes, principalmente aquelas de clima subtropical com forte luminosidade, sem exposição direta a ventos fortes e frios. Tem preferência por áreas de elevada altitude (aproximadamente 2000 m). Não adequa-se a alta umidade relativa do ar (ideal entre 60 e 65%), a geadas intensas, ou a temperaturas abaixo de 5 ºC.</p><p>Requer solo úmido, livre de metais pesados e resíduos químicos.<strong><br>Época de colheita:</strong>Recomenda-se a colheita no início da floração. Preferencialmente no fim do verão e começo do outono, em dias secos, pela manhã, logo após a evaporação do orvalho.<strong><br>Condições de manejo: </strong>Regar a área cultivada quando encontrar-se seca, manter o solo úmido porém não encharcado. Manter a área de cultivo toda coberta. Realizar o desbaste de plantas invasoras. Realizar o controle natural de pragas e doenças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folhas e flores.<strong><br>Indicação:</strong>Possui atividade antioxidante, antimicrobiana, anti-inflamatória, analgésica, antiespasmódica, antisséptica e vasoconstritora. Popularmente tem uso aromático e condimentar na preparação de alimentos.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:</strong>Óleo essencial, infusão.<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>Infusão de 1 a 2 gramas da erva seca em 150 mL de água. O chá pode ser tomado até três vezes ao dia.<strong><br>Contra indicação/ precaução:</strong>&nbsp;Em altas doses, o óleo essencial pode causar sonolência ou irritação (dermatite). O óleo essencial nunca deve ser ingerido. Tanto o óleo essencial quanto a infusão não são indicados para mulheres grávidas ou lactantes.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong>Não encontrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888541</link>
         <description><![CDATA[<p>Orégano. Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS, 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/oregano/">https://hortodidatico.ufsc.br/oregano/</a>. Acesso em 12 de abril de 2024. Origanum vulgare&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; L.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Unirio, 2020.&nbsp; Disponível&nbsp;&nbsp;&nbsp; em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/origanum-vulgare-l">https://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/origanum-vulgare-l</a>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acesso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; em&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12 de abril de 2024.</p><p>PRELA-PANTANO, A.; TERAMOTO, J.R.S.; FABRI, E.G. O cultivo e a comercialização de orégano. 2009. Infobibos, 2009. Disponível em:</p><p>&lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.infobibos.com/Artigos/2009_2/Oregano/index.htm">http://www.infobibos.com/Artigos/2009_2/Oregano/index.htm</a>&gt;. Acesso em 12 de abril de 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888544</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Kalanchoe pinnata;</em></p><p><strong>Nomes populares: </strong>folha-da-fortuna, coirama, coirama-vermelha, saião roxo;</p><p><strong>Origem: </strong>Madagascar, trópicos do Velho Mundo;</p><p><strong>Composição: </strong>Apresenta<strong> </strong>alcaloides, glicosídeos cardiotônicos (como bufadienolídeos), terpenos e flavonoides. Estudos mostraram a presença de flavonoides glicosilados como a quercetina-3-L ramnosídeo-L arabinofuranosídeo, quercetina-3 diarabinosídeo e kaempferol-3-glicosídeo, muitos alcanos C25-C35 (hentriacontano-n,-n triacontano predominando) e alcanóis C 26-C 34. Triterpenoides pentacíclicos, como α-amirina, bamirina e esteróis como sitosterol também já foram isoladas a partir da fração insaponificável. Além disso, há presença de outros compostos fenólicos como o ácido p-hidroxibenzóico e ácidos orgânicos como isocítrico e ácido cítrico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888545</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>A <em>Kalanchoe pinnata</em> pode ser plantada durante a primavera ou o verão, quando as temperaturas são mais amenas. O plantio no inverno não é indicado, pois a planta é sensível ao frio.</p><p><strong>Propagação: </strong>Pode ser obtida facilmente através de estaquia de folhas. Plantas arrancadas com ou sem raíz também dão boas mudas.</p><p><strong>Adubação: </strong>use um fertilizante equilibrado de cactos e suculentas durante a estação de crescimento (primavera e verão) a cada 4-6 semanas. Evite a adubação no outono e inverno.</p><p><strong>Habitat: </strong>ela prospera em locais com bastante luz solar indireta a direta. Prefira um local com pelo menos 6 horas de luz solar por dia. É importante garantir que o solo tenha boa drenagem para evitar o apodrecimento das raízes. Pode ser cultivada externamente ou internamente.</p><p><strong>Época de Colheita: </strong>As folhas da <em>Kalanchoe pinnata</em> podem ser colhidas em qualquer época, já que a planta mantém suas propriedades medicinais durante todo o ano. No entanto, é importante colher as folhas maduras, que são mais cheias e suculentas. As folhas podem ser colhidas conforme necessário.</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>O <em>Kalanchoe pinnata</em> pode ser cultivado em ambientes internos ou externos, desde que receba luz solar indireta a plena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas</p><p><strong>Indicação: </strong>Foram observadas as atividades anti-inflamatória, cicatrizante,</p><p>antialérgica, antiúlcera e imunossupressiva. Utilizada para o tratamento de várias condições de saúde, como abscessos bacterianos e edemas (inchaços), contusões, dores de cabeça, problemas pulmonares (asma e falta de ar), resfriado, hipertensão e cólicas menstruais.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial / Posologia: </strong>Apesar de inúmeros usos tradicionais, o uso interno desta planta é contraindicado sem o acompanhamento de um profissional habilitado. No uso externo pode ser utilizado na forma de cataplasma, sobre regiões de entorces e como cicatrizante, aplicando o suco ou o extrato sobre as regiões doloridas.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>Grávidas e lactantes deverão abster-se de seu uso</p><p>até melhores esclarecimentos de sua inocuidade. O uso interno (oral) é contraindicado.</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou com Alimentos: </strong>Não foram encontrados dados na literatura.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>FERREIRA, Raquel Teixeira. Mecanismos envolvidos com as atividades antinociceptiva, antiedematogênica e antiinflamatória do flavonoide majoritário das inflorescências de Kalanchoe pinnata (Lam.) Pers. (Folha da fortuna). 2016. 80 f. Tese (Programa Multicêntrico de Pós Graduação em Ciências Fisiológicas) - Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2016.</p><p>&nbsp;</p><p>PINHEIRO, Hiago Sousa et al. Avaliação do desenvolvimento e da produção de flavonoides de Kalanchoe pinnata (Lam.) Pers. (Crassulaceae) em diferentes condições de luz e nutrição. Revista Fitos, [S.l.], v. 10, n. 4, p. 404-416, maio 2017.</p><p>&nbsp;</p><p>SETIC-UFSC. Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/folha-da-">https://hortodidatico.ufsc.br/folha-da-</a>&gt;. Acesso em: 20 out. 2023.</p><p>‌MUNDOBOAFORMA, E. Folha-da-fortuna: benefícios e como usar. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mundoboaforma.com.br/folha-da-fortuna-beneficios-e-como-usar/">https://www.mundoboaforma.com.br/folha-da-fortuna-beneficios-e-como-usar/</a>&gt;. Acesso em: 20 out. 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Euphorbia tirucalli L.</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Graveto-do-cão, Almeidinha, Labirinto, Árvore-do-lápis, Cega olho, etc.<strong><br>Origem: </strong>Africana<strong><br>Composição: </strong>Açúcares redutores, alcaloides, fenóis, flavonoides, taninos, saponinas, esteroides, triterpenóides na fração etanólica e principalmente o éster de forbol (agente pro-cancerígeno)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera e Outono<strong><br>Propagação: </strong>Cortando e plantando os ramos<strong><br>Adubação: </strong>Solo argiloso e areia com boa drenagem. Fertilização uma vez a cada 2-3 meses. Adubo animal curtido e composto orgânico ou húmus de minhoca<strong><br>Habitat: </strong>Jardins desérticos e rochosos (solos pobres em nitrogênio e água)</div><div><strong>Época de colheita: </strong>Verão e Outono<strong><br>Condições de manejo: </strong>Cuidadosamente, deve-se evitar o "leite" produzido ao quebrar os galhos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Látex<strong><br>Indicação: </strong>O avelós (Euphorbia tirucalli) é uma planta de origem africana amplamente utilizada na medicina popular no tratamento de cânceres, úlceras, inflamações e verrugas. É considera- da uma planta tóxica, pois seu látex é corrosivo em contato com a pele e a mucosa.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Látex produzido pela planta diluído em água ou puro<strong><br>Posologia: </strong>De 8 a 10 gotas do látex em 1 litro de água filtrada (garrafada) ou 1 gota do látex na verruga <strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>O látex é altamente tóxico para humanos. Pode causar coceira intensa, queimaduras e cegueira temporária ao entrar em contato com os olhos. A ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Desaconselhável por ser uma planta tóxica</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>LIMA, Maria de Fátima Rocha de. Estudo Fitoquímico e Avaliação da Atividade Antioxidante de um extrato apolar de Euphorbia Tirucalli. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química Bacharelado) - Instituto de química, Universidade federal do Rio Grande do Norte, Natal - RN, 2017. Disponível em: &lt;/monografias.ufrn.br/handle/123456789/6222&gt;. Acesso em 05 de agosto 2021.<br><br>AVELAR, Karen Pereira Batista de. Estudo da Influência da temperatura na degradação termo-química da biomassa de avelós (euphorbia tirucalli Linn). Dissertação de Mestrado - Universidade Federal do Rio Grande do Norte -UFRN. Natal, 2013. Disponível em: &lt;https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/15856/1/KarenPBA_DISSERT.pdf&gt;. Acesso em 05 de agosto 2021.<br><br>FRANCO, Gabriela Bueno. Análise da expressão gênica em resposta ao tratamento com Euphorbia tirucalli (Aveloz) em carcinoma epidermóide de laringe. Dissertação para obtenção do título de Mestre em Genética - Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista. São José do Rio Preto, 2014. Disponível em: &lt;https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/122175/000811282.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y&gt;. Acesso em 05 de agosto 2021.<br><br>AVELOS. Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS - Universidade Federal de Santa Catarina. 2019. Disponível em: &lt;https://hortodidatico.ufsc.br/aveloz/&gt;.Acesso em 05 de agosto 2021.<br><br>TV RIO PRETO BURITIS. Conheça os benefícios da Avelós na medicina tradicional. 2017. (4:07 min.) Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=ELiDtV0W2Wg&gt;.Acesso em 05 de agosto 2021.<br><br>LTD., Glority Global Group. PictureThis. Aplicativo identificador de plantas. 2015. Disponível em: &lt;https://apps.apple.com/br/app/picturethis-plant-identifier/id1252497129&gt;. Acesso em 05 de agosto de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Plantações em larga escala vem há mais de 20 anos, sendo investigadas como fonte fotossintetizante geradora de biomassa para a produção de energia combustível, como substituto da gasolina ou carvão vegetal, inicialmente nos Estados Unidos e atualmente nos países árabes (VARRICCHIO et al., 2008)"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico</strong>: Stachys byzantina L.</p><p><strong>Nomes populares:</strong> peixinho, peixinho da horta, lambarizinho, orelha de coelho </p><p><strong>Origem:</strong> Turquia, Sudoeste da Ásia e Cáucaso. </p><p><strong>Composição:</strong> Láurico, Tridecíclico, Mirístico , Pentadecílico , Palmítico, Palmitoleico, Margárico, Esteárico, Oleico, Linoleico, α-Linolênico, Araquidônico, Dihomo-gamma-linolénico , Erúcico, Eicosapentaenoico, Tricosílico, Nervônico, alto teor de proteínas e minerais, potassio, carboidratos e lipídios.</p>]]></description>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> Pode ser cultivada em qualquer época do ano, desde haja humidade e solo fértil.<strong><br>Propagação:</strong> Apropagação é feita a partir da divisão de touceiras ou por estacas.<strong><br>Adubação:</strong>O substrato deve ser leve e bem drenado, enriquecido com matéria orgânica, como cama de frango ou esterco bovino. Recomenda-se, ainda, adubação com até 200 g/m2 de termofosfato.<strong><br>Habitat:</strong> Ideal que seja plantada em clima ameno. É resistente ao frio e não tolera climas muito quentes<strong><br>Época de colheita:</strong>A colheita pode ser feita cerca de 60 dias após o plantio, ou quando ultrapassar 10cm de altura.<strong><br></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:&nbsp;</strong>Folhas<strong><br>Indicação: </strong>Peixinho é uma planta rica em mineiras, com teores significativos de potássio, cálcio e ferro, além de ser uma ótima fonte de fibras. É uma planta alimentícia e pode ser consumida de diversas maneiras, como na produção de sucos, massas, sopas, omeletes, pode ser consumida também frita e empanada. Extratos de peixinho da horta demonstram também atividade antimicrobiana.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Nao encontrada.<strong><br>Posologia:&nbsp;</strong>Nao encontrada.<strong><br>Contra indicação/ precaução:</strong>Nao encontrada.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong>Nao encontrada.</p><p><strong>Curiosidade</strong>: O Peixinho da horta possui este nome por assumir gosto semelhante a peixe quando cozido. O peixinho da horta também é utilizado como planta ornamental. A planta possui uma aparência prateada em suas folhas, causada pela camada de “pelinhos” brancos em sua superfície.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888572</link>
         <description><![CDATA[<p>• BRITES B.R. perfil de ácidos graxos do óleo bruto e atividade anticâncer e antimicrobiana das folhas de Stachys byzantina K. Koch. Campo Grande: Programa de pós-graduação em saúde e desenvolvimento na região Centrooeste, Fundação Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, 2022, 56 páginas. </p><p><br></p><p>• REIS, D.T. Utilização da planta alimentícia não convencional (peixinho) na elaboração de biscoitos em diferentes concentrações. Brasília: Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, 2018, 39 páginas. Monografia</p><p><br></p><p>• JAMSHIDI M., GHARAEI FATHABAD E., ESLAMIFAR M. Antibacterial activity of some medicinal plants against antibiotics. Planta Medica. Conference: 59th International Congress and Annual Meeting of the Society for Medicinal Plant and Natural Product Research Antalya Turkey. Conference Publication: (var.pagings). 77 (12), 2011.</p><p><br></p><p>•<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/amp/s/revistacasaejardim.globo.com/google/amp/pais">https://www.google.com/amp/s/revistacasaejardim.globo.com/google/amp/pais</a> agismo/noticia/2023/07/peixinho-da-horta-como-cultivar-a-panc-com-sabor-depeixe-frito.ghtml</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica </title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Pelargonium graveolens</em><strong><br>Nomes populares:</strong> Malva-cheirosa, malva-rosa, gerânio-cheiroso<strong><br>Origem: </strong>sul da África<br><strong>Composição: α-pineno, monoterpenos (mirceno, limoneno, acetato de geranilo, citronelol), mentona, linalol, álcool terpênico geraniol, butirato de geranilo</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo </title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888575</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera e outono <strong><br>Propagação: </strong>estaquia<strong> <br>Adubação:</strong> no inverno<strong><br>Habitat: </strong>Originárias da região da África do Sul, com espécies australianas e neozelandesas, mas hoje espalhadas por todo o mundo. <strong><br>Época de colheita: </strong>A colheita, realizada manualmente por meio de corte das hastes, ocorre seis a sete meses depois da semeadura<strong><br>Condições de manejo: </strong>A estaquia pode ser plantada diretamente no solo, ou colocada em um copo com água para criar raízes e depois ser plantados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>folhas<strong><br>Indicação:</strong> Adstringente e cicatrizante da pele. Bactericida, fungicida e antivirótico. - Antisséptico da pele e atua no sistema urinário. Além de ser muito efetivo na melhora dos sintomas da TPM e menopausa. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Óleo essencial, infusão e macerado. <strong><br>Posologia: Uso interno</strong>: tomar 150 mL do infuso, após estar morno, podendo tomar até 3 vezes ao dia.&nbsp;</div><div><strong>Uso externo:</strong> Amassar as folhas e as flores secas de malva e adicionar uma pequena quantidade de água. Em seguida, aplicar na região afetada.&nbsp;</div><div><strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>Não utilizar em casos de hipertensão, arteriosclerose, arritmias, glaucoma, insuficiência renal e/ou hepática, antecedentes de distúrbios psiquiátricos, epilepsia e alcoolismo crônico e crianças.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>sem indicação</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>Horto didático de plantas medicinais do HU/CCS. https://hortodidatico.ufsc.br/malva-cheirosa//</div><div>.M.F Arrigoni-BlankS.A AlmeidaA.C.L OliveiraA.F Blank. <br><br>Micropropagação e aclimatização de gerânio (Pelargonium graveolens L.). • Rev. bras. plantas med. 13 (3) • 2011 • <a href="https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000300004">https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000300004</a>.&nbsp;</div><div><br>BARDOUX G. O grande manual da aromaterapia. Lazslo, Belo Horizonte, 2018. 1° ED.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>&nbsp;<em>Curcuma longa L.</em> <strong><br>Nomes populares: </strong>&nbsp;<strong>: </strong>açafrão, açafrão-da-terra, batatinha amarela, gengibre amarelo, açafrão-da-índia <strong><br>Origem: </strong>Originária da Ásia.<strong><br>Composição:</strong>&nbsp; curcuminoides, óleos voláteis (turmerona, zingibereno, bisaboleno, curcumenol, curlona, felandreno), ácido caprílico, polissacarídeos, resina, amido.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>O plantio é realizado no início do período chuvoso. O espaçamento mais indicado é <br>0,60 m entre linhas e 0,10 m entre plantas. <br>Recomendam-se 10 rizomas por metro de <br>sulco.<strong><br>Propagação: </strong>Nos cultivos <br>seguintes, basta reservar parte da produção <br>para servir como material propagativo.<strong><br><br>Adubação: </strong>&nbsp;Recomenda-se&nbsp; uma adubação orgânica complementar aos 30 dias após o plantio. <strong><br>Habitat: </strong>Desenvolve-se melhor em temperaturas de 20° a 30°<br>C. Pode ser cultivado até <br>1.500 m de altitude e necessita de pelo menos <br>1.500 mm de água por ano.<br><strong><br>Época de colheita: </strong>Cerca de sete a oito meses depois do <br>plantio dos rizomas, as plantas iniciam o pro-<br>cesso de maturação que pode ser observado <br>pelo amarelecimento e secamento da parte <br>aérea<strong><br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>&nbsp;: Rizoma <strong><br>Indicação: </strong>Anti-inflamatório,&nbsp; Anti-infeccioso, Antioxidante.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:&nbsp; </strong>Em pó <strong><br>Posologia: </strong>&nbsp;500 a 1000 mg ao dia <strong><br>Contra indicação/precaução: </strong>&nbsp;É contraindicado o uso durante a gravidez, lactação e para crianças menores que 4 anos de idade. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:&nbsp; </strong>Evitar o uso junto a anticoagulante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;ALONSO, J., Tratado de Fitofármacos y Nutracêuticos, Ed. Corpus, 2004. PHARMACOPÉIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, Companhia Editora Nacional, 1ª Ed, 1929. COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia, 2ª ed, Cejup.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong>&nbsp;<em>Borago officinalis </em>L.<br><strong>Nomes populares:</strong> Borago, Borragem, Chupa-mel, Borracha, Borraxa, Borracha-chimarrona, foligem.<br><strong>Origem: </strong>Região mediterrânea.<br><strong>Composição: </strong>Ácido gama-linolênico, taninos, açúcares, saponinas, resinas ealguns alcalóides. Mucilagens (flores), ácidos graxos (semente).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Primavera<br><strong>Propagação:</strong> Propagada por sementes que devem ser semeadas de preferência no local definitivo.<br><strong>Adubação: </strong>Esta planta é bastante tolerante quanto ao solo, com a condição de que seja bem drenado. Pode ser cultivada mesmo em solos pobres e pedregosos, mas para ser mais produtiva, o ideal é que o solo seja leve, bem drenado e fértil, especialmente rico em nitrogênio.<br><strong>Habitat: </strong>Vasos e jardineiras<br><strong>Época de colheita: </strong>As folhas devem ser colhidas preferencialmente antes da floração, pois é quando estão com o melhor sabor. As sementes são liberadas rapidamente quando os frutos estão maduros, assim pode ser difícil e trabalhoso colhê-las com eficiência, pois a floração pode se estender por meses.<br><strong>Condições de manejo:</strong> Use luvas quando estiver manuseando a planta, uma vez que os pelos dos caules são mais rijos e podem espetar as mãos. Algumas pessoas também podem ficar com a pele irritada ao manusear a planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: Folhas, caules, flores e sementes<br>Indicação: </strong>Uso Tópico como pomada ou óleo nas áreas da pele a serem tratadas. Uso oral para ser ingerido em forma de cápsulas, óleo, chá ou tintura.<br><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão<br><strong>Posologia: </strong>Ingerir uma cápsula ao dia, via oral. Decocção: 40g de folhas em 1 litro de água, ferver por um quarto de hora, coar, adoçar e beber em 2 ou 3 vezes durante o dia. Infusão: 15g de folhas e flores de borragem em 1 litro de água. Deixar macerar por três quartos de hora. Filtrar, adoçar com mel e beber o líquido em xícaras, na dose de 1 xícara a cada 2 ou 3 horas.<br><strong>Contra indicação/precaução:&nbsp;</strong></div><ul><li>náuseas;</li><li>dor de cabeça;</li><li>inchaço;</li><li>provocar distúrbios hepáticos;</li><li>intoxicação;</li><li>em homens desencadear problemas na próstata;</li><li>em mulheres grávidas, aborto.</li></ul><div><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong> Pacientes que estejam utilizando medicamentos com fenotiazina devem consultar o médico antes de utilizar medicamentos contendo óleo de borragem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>BULA do Borago officinalis: Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Borago officinalis com outros remédios?. <em>In</em>: <strong>Bula do Borago officinalis</strong>. [<em>S. l.</em>], 7 maio 2020. Disponível em: https://consultaremedios.com.br/borago-officinalis/bula. Acesso em: 13 out. 2021.<br><br>HORTA e Flores: Cultivo da Borragem. <em>In</em>: <strong>Horta e Flores</strong>. [<em>S. l.</em>], 17 set. 2015. Disponível em: https://www.hortaeflores.com/2015/09/cultivo-da-borragem-borago-officinalis.html. Acesso em: 13 out. 2021.<br><br>SABOR de Fazenda: Conheça o Borago, a flor da alegria. <em>In</em>: <strong>Sabor de Fazenda</strong>. [<em>S. l.</em>], 19 set. 2019. Disponível em: https://sabordefazenda.com.br/conheca-o-borago-a-flor-da-alegria/. Acesso em: 13 out. 2021.</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>O Projeto Horto de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares da FCTS foi inaugurado em 13 de julho de 2011 no Centro de Ensino Médio 04 da Ceilândia, posteriormente sendo trazido para o atual campus da Faculdade de Ceilândia.</p><p>O Horto possui uma área verde de 1.500m², com espécies de plantas nativas, exóticas e plantas alimentícias não convencionais.&nbsp;</p><p>A temática transversal do projeto é educação em saúde no contexto das plantas medicinais.&nbsp;</p><p>Semestralmente, o projeto reúne alunos de diferentes áreas do conhecimento de forma a realizar um trabalho interdisciplinar.</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Mentha sp<strong><br>Nomes populares: </strong>hortelã-de-leite, hortelã-das-cozinhas, hortelã-vulgar, alevante<strong><br>Origem:</strong>Europa e Ásia<strong><br>Composição: </strong>óleo essencial carvona, limoneno, 1,8-cineol, cis-hidrocarvona.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> Pode ser plantado em qualquer época do ano, possuindo a primavera e o outono como estações de preferência. </p><p><strong>Propagação:</strong> Semente, estaca ou divisão de touceira. Adubação: adubo orgânico, de preferência o esterco de curral bem curtido ou humos de minhoca. Sendo assim, o ideal é misturar 5 kg de esterco por metro quadrado. </p><p><strong>Habitat:</strong> O desenvolvimento da hortelã é bem melhor em solos úmidos, arenosos e ricos em matéria orgânica. Com pH em torno de 6 e 7. </p><p><strong>Época de colheita: </strong>20 dias após o cultivo. </p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Opte por plantá-lo sozinho em sua jardineira ou vaso, e não junto de outra espécie, pois o hortelã tem um comportamento invasor, graças as suas raízes e caules subterrâneos que crescem muito rápido e sorrateiramente por debaixo da terra, impedindo o crescimento das outras espécies. Se não tiver outra opção, uma dica é plantar a muda com um vaso menor dentro do outro vaso, o que vai ajudar a contê-lo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:</strong> Folhas </p><p><strong>Indicação:</strong> digestivo, vermífugo, analgésico e antiespasmódico. tratamento de diarreia, indigestão, fraqueza intestinal, resfriado, gripe, sinusite, dor de cabeça e flatulência. <strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>chá infuso, decocto, extrato fluido, tintura, xarope etc </p><p><strong>Posologia: </strong>infuso ou decocto a 5% de 50 a 200ml por dia. Extrato fluido de 2 a 10ml por dia. Tintura de 5 a 50 mL por dia. Xarope de 20 a 100ml por dia. </p><p><strong>Contra indicação/ precaução:</strong> deve ser evitada por pessoas com refluxo grave ou hérnia de hiato, além de grávidas, mulheres a amamentar e crianças com menos de 5 anos.</p><p><strong> Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong> Não registrado</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888596</link>
         <description><![CDATA[<p>SOUZA, Luciana de; MARTÍNEZ, Daniela G A. Nutrição funcional e fitoterapia. Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788595021297. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595021297/">https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595021297/</a></p><p><br></p><p>DATAPLAMT. <strong>ALEVANTE</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dataplamt.org.br/v3-novaversao-block/#/">https://www.dataplamt.org.br/v3-novaversao-block/#/</a>. Acesso em: 30 mai. 2024.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Anadenanthera peregrina</em><strong><br>Nomes populares: </strong>Angico Branco <strong><br>Origem: </strong>Árvore nativa das florestas tropicais da América do Sul, distribuída amplamente na Colômbia e em boa parte do Brasil<strong><br>Composição: </strong>Tanino na casca e lenho; flavonoide anadantoflavona, alcaloide bufotenina nas sementes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888607</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio: </strong>Colocar as sementes para germinar, logo que colhidas, em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-arenoso. Cobri-las com uma leve camada do substrato peneirado e arrigar duas vezes ao dia. Transplantar as mudas para canteiros individuais quando atingirem 3-5 cm.<strong><br>Propagação: </strong>&nbsp;a espécie pode ser propagada a partir de brotações de cepa.<strong><br>Adubação: </strong>Na aplicação direto no solo, recomendado usar 200 gramas para cada um metro quadrado.<strong><br>Habitat:<br>Época de colheita: </strong>os frutos amadurecem de junho a novembro, no Paraná, e de julho a novembro<strong><br>Condições de manejo:</strong></div>]]></description>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada:&nbsp; </strong>Cascas<strong><br>Indicação: </strong>Possui ação depurativa, adstringente, cicatrizante e emulsificante peitoral sendo muito indicada para: tosses, coqueluche,doenças sexuais, problemas uterinos, contusoes, reumatismo.<strong><br>Forma farmacêutica preferencial:<br>Posologia: </strong>Infusão<strong>: </strong>1 colher de sopa para 1L de agua.<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>O uso é contraindicado para crianças (absolutamente proibido para os menores de 6 anos), grávidas, lactantes e idosos ou todos aqueles que sofram de diarreia crônica.<strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.greenme.com.br/consumir/usos-beneficios/66378-angico-beneficios-e-propriedades-mas-para-que-serve/</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome cientifico: </strong><em>Rosmarinus officinalis</em> L. </p><p><strong>Nomes populares: </strong>Alecrim; erva- coada; flor-do-olimpo; rosmarinho.</p><p><strong>Origem: </strong>Nativas da região mediterrânea. </p><p><strong>Composição: </strong>&nbsp;Óleo volátil, flavonóides, Diterpenos fenólicos e quantidades elevadas de salicilatos.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:</strong> Entre os meses de setembro á novembro.<br><br><strong>Propagação: </strong>&nbsp;Sementes ou mudas produzidas a partir da divisão de touceiras ou ramos. <br><strong><br>Adubação: </strong>&nbsp;Adubação com esterco de gado bem curtido, composto orgânico ou esterco de galinha.<br>&nbsp;<strong><br>Habitat: </strong>&nbsp;matos secos e bosques esclerófilos, em rochedos costeiros e dunas fixas. Preferencialmente em solos de origem calcária.<br><strong><br>Época de colheita: </strong>A colheita do alecrim pode começar a ser feita a partir de 90 dias após o plantio. Contudo, o ideal é que a colheita ocorra apenas a partir do segundo ou terceiro ano de cultivo.<br><strong><br>Condições de manejo: </strong>Se adapta á locais ensolarados. não tolera excesso de umidade, mas precisa de irrigação uma vez ao dia. O pH do solo dever ser em torno de 6,5.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e flores<strong><br><br>Indicação: </strong>Cefaleias de origem digestivas, enxaquecas, dores reumáticas, contusões, repelente de insetos, anticancerígeno, antiespasmódico, aumenta a imunidade, tratamento de asma, antimicrobiano.<strong><br><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão.<br><br></div><div><strong>Posologia: </strong>&nbsp;Adicionar 2g em 150 mL de agua do infuso. Tomar 15 minutos após o preparo, três a quatro vezes entre as refeições.</div><div><br></div><div><strong>Contra indicação/precaução: </strong>&nbsp;Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. Não utilizar em gestantes. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim <strong><br><br>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não há relatos <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888617</link>
         <description><![CDATA[<div>LIMA, ÂNGELA (ed.). Índice Terapêutico Fitoterápico: Ervas Medicinais. 1. ed. Petrópolis: EPUB, 2008. 328 p. v. 1. ISBN&nbsp;<br><br></div><div>VAZ, A. P. A; JORGE, M. H. A. Alecrim. Corumbá, MS: Embrapa Pantanal, 2006. 1 p. (Plantas medicinais, codimentares e aromáticas). Folder Formato eletrônico. <br><br>HORTAS.INFOR. <strong>Como plantar alecrim</strong>. [<em>S. l.</em>]: HORTA.INFOR, 5 mar. 2013. Disponível em: https://hortas.info/como-plantar-alecrim. Acesso em: 21 jul. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome científico: </strong><em>Schinus terebinthifolia Raddi</em><strong><br>Nomes populares: </strong>pimenta-rosa, aroeira-vermelha, aroeira pimenteira, aroeira-mansa e aroeira-da-praia<strong><br>Origem:</strong> Natural da América do Sul<strong><br>Composição: </strong>Resinas, hidrocarbonetos terpênicos, ácido pirogálico, glicose, óleo essencial, alquil-fenóis,&nbsp; mono-, sesqui- e triterpenóides e outros fenóis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888620</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Época de plantio:</strong> Durante todo o ano<strong><br>Propagação: </strong>Sementes e estaquia (raiz e caule)<strong><br>Adubação:</strong> Pleno sol e substrato argiloso<strong><br>Habitat: </strong>&nbsp;Comum em beira de rios, córregos e várzeas, entretanto cresce também em terrenos secos e pobres. <strong><br>Época de colheita: </strong>Entre janeiro e julho (ou quando os frutos estiverem maduros após o plantio)<strong><br>Condições de manejo:</strong> O fruto quando verde, pode ser tóxico, o uso é recomendado apenas quando amadurecido (vermelho).&nbsp; Reflorestamento para recuperação ambiental, é uma das espécies mais procuradas pela avifauna. Além disso, o manejo deve ser cuidadoso e sempre lavando as mãos depois de tocá-la.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Parte utilizada: </strong>Casca do caule seca, folhas e fruto.<strong><br>Indicação: </strong>Cicatrizante, anti-inflamatória, antisséptica tópica. Também indicado contra cervicite e cervico-vaginite crônica. O uso das folhas na lavagem de feridas e úlcera e com ação anti-edema. Na forma de decocção em banhos de assento após o parto como anti-inflamatório e cicatrizante, ou como medicação caseira para o tratamento de doenças do sistema urinário e do aparelho respiratório, bem como nos casos de hemoptise e hemorragia uterina. Encontra-se na literatura o uso dos frutos como cicatrizante e anti-inflamatório, mas a eficácia não foi comprovada cientificamente. <strong><br>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Preparação extemporânea, decocto, tintura e gel. <strong><br>Posologia: </strong>&nbsp;O chá da casca é usado, em banhos com 25 g/L de água (Rodrigues, 1998). <br>"No ensaio clínico de Silva e colaboradores (2003) foram usados 10 bisnagas de um gel de extrato hidro alcoólico de 20 g da casca seca cada para aplicação intravaginal em 10 dias consecutivos. No ensaio clínico de Amorim e Santos (2003) foram usados bisnagas do gel contendo cada 300 mg extrato seco da casca para aplicação durante 5 a 10 dias. "<strong><br>Contra indicação/ precaução: </strong>&nbsp; Recomenda-se precaução no uso da planta para fins medicinais, devido às suas propriedades tóxicas. Deve ser cauteloso por causa da possibilidade do aparecimento de fenômenos alérgicos na pele e mucosas (Lorenzi e Matos, 2002).&nbsp; A resina do tronco em contato com a pele causa dermatite. <strong><br>Interação medicamentosa ou com alimentos:&nbsp;</strong>Sem relatos de interação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 15:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2764888622</link>
         <description><![CDATA[<div>EMBRAPA. <strong>Aroeira-Pimenteira Schinus terebinthifolius</strong>. Disponível em: &lt;https://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/1140197/1/Especies-Arboreas-Brasileiras-vol-1-Aroeira-Pimenteira.pdf&gt;. Acesso em 10/04/2022.<br>FIOCRUZ. <strong> Schinus terebinthifolius Raddi</strong>. Disponível em: &lt;https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/15842/2/34.pdf&gt;. Acesso em 10/04/2022.<br>APREMAVI.<strong> Aroeira-vermelha, uma pimenta aromática do Brasil.</strong> 2021. Disponível em: &lt;https://apremavi.org.br/aroeira-vermelha-uma-pimenta-aromatica-do-brasil/&gt;. Acesso em 10/04/2022.</div><div>FIOCRUZ. Possíveis interações medicamentosas de fitoterápicos e plantas medicinais incluídas na relação nacional de medicamentos essenciais do SUS: revisão sistemática.<strong> Revista Fitos. </strong>Disponível em: &lt;https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/811/992&gt; Acesso em: 10/04/2022.<br>PPMAC - Portal de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares. <strong>Aroeira-da-praia</strong>. 2015. Disponível em: &lt;https://www.ppmac.org/content/aroeira-da-praia&gt;. Acesso em 10/04/2022.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <author>phortofce</author>
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         <author>phortofce</author>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Varronia curassavica</em>. Outros:<strong> </strong><em>Cordia curassavica e Cordia verbenacea.</em></p><p><strong>Nomes populares: </strong>Erva-baleeira/ Cordia/ Maria-preta/ Salso-baleeiro / Café-do-mato/ Louro-salgueiro / Pau-de-bugre / Café-do-brejo</p><p><strong>Origem</strong>: brasileira</p><p><strong>Composição: </strong>Ela possui compostos como ácidos graxos, óleos essenciais (como o eucaliptol), flavonoides e taninos, oferecendo benefícios anti-inflamatórios e analgésicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:01:52 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: &nbsp;</strong>O plantio pode ser feito em qualquer época do ano, desde que haja chuvas/regas frequentes durante a fase de crescimento.</p><p><strong>Propagação: </strong>Por sementes ou por estaquia.</p><p><strong>Adubação: </strong>A erva baleeira responde bem à adubação com fósforo, potássio, nitrogênio, carbono, boro e manganês.</p><p><strong>Habitat:  </strong>Regiões litorâneas do Sudeste e Leste brasileiro.</p><p><strong>Época de Colheita: </strong>O momento ideal para a colheita é no início da emissão das espigas já com algumas flores abertas ou quando a planta estiver com 1 a 1,3 metro de altura.</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>Após cerca de dois meses, com 10 a 15 centímetros de altura, as mudas estão prontas para o transplante em covas (berços) de 15 a 20 centímetros de profundidade e com 0,5 metro de espaço entre si na linha. Transfira em dia nublado e faça irrigação abundante diariamente durante o primeiro mês.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:02:35 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: Folhas.</strong></p><p><strong>Indicação: </strong>Tendinite, Dores Musculares, Dores nas costas (Dorsalgia), Dor lombar (Lombalgia), quadros inflamatórios dolorosos associados a traumas de membros, torções (entorses) e contusões.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Óleo de Córdia (Extração da Droga com Óleo Vegetal); Creme contendo 0,5% de óleo essencial (0,5 g para 100g)</p><p><strong>Posologia: </strong>Pó: 200mg a 1.500 mg ao dia (fazer o cataplasma);</p><p>Rasura: 1 colher de sopa em 1 copo de água, 1 vez ao dia (fazer cataplasma).</p><p>Oleoso: Utilizar de 5 a 10%. </p><p>Interno: Máximo 10 gotas ao dia.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>Não recomendado o uso para gestantes, lactantes, pacientes hipersensíveis ou alérgicos. Pode ocorrer reações de hipersenbilidade ao óleo essencial.</p><p><strong>Interação Medicamentosa: </strong>Não há estudos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:03:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2831081415</link>
         <description><![CDATA[<p>BRASIL, Prefeitura Municipal de Campinas. Plantas Medicinais Cartilha. Campinas, SP. 2 ed. 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://saude.campinas.sp.gov.br/assist_farmaceutica/Cartilha_Plantas_Medicinais_Campinas.pdf">https://saude.campinas.sp.gov.br/assist_farmaceutica/Cartilha_Plantas_Medicinais_Campinas.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Anvisa. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 2ª ed., Brasília: Anvisa, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/ptbr/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico">https://www.gov.br/anvisa/ptbr/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico</a></p><p>&nbsp;</p><p>DA TERRA, C. Erva-baleeira. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cantinhodaterra.com.br/arquivos/20190731024913.pdf">https://www.cantinhodaterra.com.br/arquivos/20190731024913.pdf</a>&gt;. Acesso em: dez. 5DC.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:03:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:18:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2831089886</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Alpinia zerumbet</em></p><p><strong>Nomes populares: </strong>Alpínia, Azucena-de-porcelana, Cana-do-brejo, Cana-do-mato,</p><p>Cardamomo, Cardamomo-do-mato, Cardamomo-falso, Colônia, Cuité-açu, Falso-cardamomo, Flor-do-paraíso, Gengibre-concha, Helicondia, Lírio-de-santo-antônio, Louro-de-baiano, Jardineira, Macaçá, Macassá, Noz-moscada, Pacová, Paco-seroca e Vindi-caá.</p><p><strong>Origem: </strong>&nbsp;Sudeste da Ásia, países como Japão, Malásia e Taiwan.</p><p><strong>Composição:</strong><em> A. zebumbet</em> apresenta óleos essenciais, compostos fenólicos e flavonoides. Óleos essenciais: monoterpenos, e sequiterpenos como zerumbona e globulol. Compostos fenólicos: gingerol, paradol, gingereno, 6-gingerol, 8-gingerol e 10-gingerol. Flavonoides: quercetina, kaempferol e seus derivados. Esses compostos são conhecidos por possuírem atividade antioxidante e anti-inflamatória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:21:08 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2831090376</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio: </strong>Início da primavera.</p><p><strong>Propagação: </strong>As alpinias podem ser propagadas por sementes, filhotes aéreos ou por rizomas;</p><p><strong>Adubação: </strong>A adubação pode ser feita com composto orgânico, podendo ser usado</p><p>esterco curtido bovino, húmus de minhoca, pó de coco curtido, acompanhada de adubação química. Deve ser feita a adubação do solo por volta de 3 a 6 vezes ao ano;</p><p><strong>Habitat: </strong>Regiões tropicais, suas espécies, principalmente da floresta primária, com</p><p>média e baixa elevação, crescem em hábitats sombreados ou semi-sombreados, ricos em húmus e formam grupos com troncos de tamanhos que variam de 1-3m;</p><p><strong>Época de Colheita: </strong>A colheita de folhas de colônia para fins farmacêuticos pode ser</p><p>feita a qualquer hora do dia e as folhas verdes devem ser colhidas antes do florescimento. A espécie <em>Alpinia zerumbet</em> apresenta floração em todos os meses do ano, exceto junho e dezembro, proporcionando uma coleta bem distribuída de flores durante todo o ano. Os rizomas para plantio devem ser provenientes de cultivos com mais de três anos de idade, favorecendo o rápido crescimento e início de produção de hastes comerciais em um ano a um ano e meio.</p><p><strong>Condições de Manejo: </strong>As alpinias desenvolvem-se bem a pleno sol ou meia sombra,</p><p>que pode variar a 45 a 20%, obtidas através de telados especiais ou em cultivos intercalados com árvores de grande porte. A temperatura de cultivo considerada ótima varia de 21 °C a 32 °C e umidade relativa em torno de 80%. A irrigação deve ser feita por microaspersores ligados durante 1 hora por dia, sendo parcelado a cada 12 horas. Em épocas de ausência de chuva deve-se aumentar o tempo de irrigação em 20 minutos. Prefere solo orgânico e leve. O desbaste da touceira deve ser feito a cada seis meses e suas folhas desbastadas podem ser utilizadas para cobrir o solo, como biomassa<strong>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2831090594</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas;</p><p><strong>Indicação: </strong>A <em>Alphinia zerumbet</em> tem como principais propriedades farmacológicas os</p><p>efeitos: o chá apresenta ação como hipotensor (ou anti-hipertensivas) no seu uso como colônia; ansiolítico leve e diurético. Os óleos essenciais têm atividade antimicrobiana. Seu óleo essencial pode ser usado também no tratamento de pacientes com fibromialgia. Além disso, tem outras propriedades medicinais vermífugas, expectorante, anti-inflamatória, digestiva, calmante, no tratamento de dores de cabeça e úlcera e propriedade antitérmica relacionadas às folhas, flores e rizoma.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial / Posologia: </strong>a infusão 0,8g de droga vegetal (folhas), para 150 mL de água, 3 vezes ao dia é indicado para ansiedade leve e hipotensor.</p><p><strong>Contraindicação/Precaução: </strong>O chá deve ser armazenado em geladeira e não deve</p><p>ser ingerido coloração rósea. Deve ser usado com cuidado em portadores de diabetes ou que estejam utilizando hipoglicemiantes, em pessoas que apresentam desequilíbrio eletrolítico, hipotensão arterial e alergia prévia ao gengibre e à família Zingiberaceae. Pode aumentar a acidez gástrica e reduzir o efeito de antiácidos. Pode interagir com inibidores da bomba de prótons.&nbsp; Contraindicado alérgicos a planta da família Zingiberaceae, alérgicos em geral, portadores de cardiopatias, nefropatias, hepatopatias e outras doenças crônicas; recomenda-se não administrar a pacientes com hepatopatias e hipotensos.</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou </strong>com Alimentos: Pode agir como diurético, devendo ser utilizado com cuidado em pessoas em uso de medicamentos diuréticos. Também pode interagir com hipoglicemiantes e antiácidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:22:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/2831090767</link>
         <description><![CDATA[<p>F.F Barcelos, M.L Oliveira, N.P.B Giovaninni, T.P Lins, C.A Filomeno, S.Z Schneider, V.D Pinto, D.C Endringer e T.U Andrade. Estudo químico e da atividade biológica cardiovascular do óleo essencial de folhas de Alpinia zerumbet (Pers.) B.L.Burtt &amp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://R.M.Sm">R.M.Sm</a>. em ratos. Scielo. Revista das Plantas. Universidade Vila Velha, Departamento de Farmácia. Espírito Santos Brasil. Acesso em 22/10/2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rbpm/a/dQ9q4RJGWCS7HL9r9BpMfSg/?lang=pt#">https://www.scielo.br/j/rbpm/a/dQ9q4RJGWCS7HL9r9BpMfSg/?lang=pt#</a>.</p><p>A.J.C Correa, C.E Lima e M.C.C.D Costa. Alpinia zerumbet (Pers.) B. L. Burtt &amp; R. M. Sm. (Zingiberaceae): levantamento de publicações nas áreas farmacológica e química para o período de 1987 a 2008. Scielo. Revista das Plantas. Universidade Católica de Pernambuco. Acesso em 22/10/2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rbpm/a/MMRL3NrmMkcnPWWC67XXGgz/?lang=pt&amp;format=html#">https://www.scielo.br/j/rbpm/a/MMRL3NrmMkcnPWWC67XXGgz/?lang=pt&amp;format=html#</a></p><p>&nbsp;</p><p>CRUZ, Jefferson Diocesano. MPALANTINOS, Maria. OLIVEIRA, Laena Rebouças. BRANCHES, Tainara Garcia. XAVIER, Alexandre. SOUZA, Francisca Chagas. AGUIAR, Jaime P. Lopes. FERREIRA, José Luiz. SILVA, Jeffeson Rocha de Andrade. AMARAL, Ana Claudia Fernandes. Nutritional and chemical composition of Alpinia zerumbet leaves, a traditional functional food. ScienceDirect. Acesso em 22/10/2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0963996923009626">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0963996923009626</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0963996923009626.">.</a></p><p>&nbsp;</p><p>CASTRO, Karina Neoob de Carvalho. LIMA, David Fernandes. VASCONCELOS, Luciene Costa. SANTOS, Raimunda Cardoso. PEREIRA, Alitiene Moura Lemos. FOGAÇA, Fabíola Helena dos Santos. CANUTO, Kirley Marques. BRITO, Edy Souza. CALVET, Rodrigo Maciel. Composição química e eficácia do óleo essencial e do extrato etanólico de Alpinia zerumbet sobre Staphylococcus aureus. Scielo. Portal Embrapa. Acesso em 22/10/2023. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/156833/1/Arquivos-Ins-Bio.pdf">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/156833/1/Arquivos-Ins-Bio.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/156833/1/Arquivos-Ins-Bio.pdf.">.</a></p><p>&nbsp;</p><p>Horto Botânico. UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Acesso em 23/10/2023 <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.museunacional.ufrj.br/hortobotanico/herbaceas/alpinia.html">https://www.museunacional.ufrj.br/hortobotanico/herbaceas/alpinia.html</a>.</p><p>&nbsp;</p><p>BURTT, B. L. .Alpinia zerumbet (Pers.) B. L. Burtt &amp; R. M. Sm. (Zingiberaceae): levantamento de publicações nas áreas farmacológicas e química para o período de 1987 a 2008. Scielo, Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 12, n. 1, 2010. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S1516-05722010000100016">https://doi.org/10.1590/S1516-05722010000100016</a></p><p>&nbsp;</p><p>Alpinia zerumbet (Pers.) B.L. BURTT &amp; R.M. SM. Fitoterapia Brasil. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/alpinia-zerumbet">https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/alpinia-zerumbet</a> . Acesso em: 23/10/2023</p><p>&nbsp;</p><p>MELO, L.; XAVIER-FILHO, L. Efetividade do uso tópico do óleo essencial da Alpinia Zerumbet no tratamento de pacientes com fibromialgia. Rede Nordeste de Biotecnologia. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/3299/1/LORENA_ALMEIDA_MELO.pdf">&lt; https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/3299/1/LORENA_ALMEIDA_MELO.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p>Ruanny Karen Vidal Pantoja Portal; Osmar Alves Lameira; Fernanda Naiara Santos Ribeiro Rafael Marlon Alves de Assis. Gleiciane Rodrigues dos Santos. Avaliação Fenológica da Espécie Alpinia zerumbet(Pers.) Burtt &amp; Smith. Repository Open Access to Scientific Information from Embrapa. Amazônia, 2013. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://core.ac.uk/reader/45521110">https://core.ac.uk/reader/45521110</a>. Acesso em: 23 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>CANUTO, Kirley Marques; PEREIRA, Rita de Cássia Alves; RODRIGUES, Tigressa Helena Soares; BRITO, Edy Sousa de; LIMA, Ynayara Colares de; PIMENTEL, Flávio Araújo. Influência do Horário de Colheita das Folhas na Composição Química do Óleo Essencial de Colônia (Alpinia zerumbet). Embrapa Agroindústria Tropical, Fortaleza, CE, 2015. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/131683/1/BPD15006.pdf">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/131683/1/BPD15006.pdf</a>. Acesso em: 23 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>de Rezende, Maria Elvira; Mendes Jasmim, Janie; Fernandes de Sousa, Elias; Lima Thiébaut1, José Tarcísio; Cordeiro de Carvalho, Almy Junior; Maciel Pinheiro, Marcelo. Crescimento, florescimento e teores foliares de NPK em alpínia: influência da adubação e irrigação. Revista Ceres, vol. 53, núm. 310, noviembre-diciembre, 2006, pp. 569-578 Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, Brasil. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.redalyc.org/pdf/3052/305226675006.pdf">https://www.redalyc.org/pdf/3052/305226675006.pdf</a>. Acesso em: 23 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>FILHO, João Carlos Cezar de Albuquerque. Caracterização de espécies de alpina para uso como folhar e folhagem de corte. 2014. Tese (Pós-Graduação) - Universidade Federal Rural de Pernambuco. Recife, PE, 2014. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/bitstream/tede2/5553/2/Joao%20Carlos%20Cezar%20d">http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede/bitstream/tede2/5553/2/Joao%20Carlos%20Cezar%20d e%20Albuquerque%20Filho.pdf. </a>Acesso em: 23 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>OLIVEIRA, Cecília Carvalho de. Estudo toxicológico pré-clínico do extrato aquoso e do óleo essencial das folhas de alpinia zerumbet (pers.) Burtt &amp; Smith. 2008. Tese (PósGraduação) - Universidade Federal do Ceará. Fortaleza, CE, 2008. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/2255/1/2008_dis_ccoliveira.pdf">https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/2255/1/2008_dis_ccoliveira.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/2255/1/2008_dis_ccoliveira.pdf.">.</a> Acesso em: 23 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>BLANCO, Maria Cláudia Silva Garcia, (coord.) et. Al. Plantas Medicinais para Sistema Agroflorestal, Campinas, CATI, 2022. 68p. Ilus. 210cm (Documento Técnico). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cati.sp.gov.br/portal/themes/unify/arquivos/produtos-e-servicos/acervo-">https://www.cati.sp.gov.br/portal/themes/unify/arquivos/produtos-e-servicos/acervo- tecnico/PLANTAS_MEDICINAIS_SISTEMA_AGROFLORESTAL_2022.pdf.</a> Acesso em: 24 out. 2023.</p><p>&nbsp;</p><p>Instituto de Tecnologia do Paraná - TECPAR. Informações gerais sobre as características e o cultivo de plantas ornamentais. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/SBRT/pdfs/6783_17924.pdf">https://sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/SBRT/pdfs/6783_17924.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/SBRT/pdfs/6783_17924.pdf.">.</a> Acesso em: 24 out. 2023</p><p>&nbsp;</p><p>Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira</strong>, 2° Edição. Brasília: Anvisa, 2021.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-20 21:22:46 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong><em>Valeriana officinalis </em>L.</p><p><strong>Nomes populares</strong>: Valeriana, baldriana, erva-de-são-jorge, erva-de-amassar, erva-de-gato, valeriana-menor, valeriana-selvagem, valeriana-silvestre.</p><p><strong>Origem</strong>: Europa e Ásia. Naturalizada na América do Norte.</p><p><strong>Composição química</strong>: Óleos voláteis, ésteres, sesquiterpenos, Iridóides, Valtratos, Alcalóides piridínicos, Esteróides.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 06:35:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3049759007</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> De fevereiro a maio.</p><p>&nbsp;<strong>Propagação</strong>: Acontece por meio de sementes ou mudas feitas por meio da separação das touceiras.</p><p><strong>Adubação</strong>: Na terra do canteiro já destorroada e revolvida em até 20 cm, adicionar composto orgânico e húmus de minhoca na proporção de 3:1, incorporando bem.</p><p><strong>Habitat</strong>: É uma planta que cresce bem em solos muito soltos, arenosos e bem úmidos. Esta não suporta a seca e seu tipo de habitat natural corresponde às florestas da Europa Central e da Europa Oriental.</p><p><strong>Época de colheita</strong>: A colheita dos rizomas é feita no outono com a planta de 2 anos de idade.</p><p><strong>Condição de manejo</strong>: O solo deve ter bom teor de matéria orgânica, pH neutro e úmido. É recomendada exposição solar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 06:36:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3049759303</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada</strong>: Rizoma, raiz.</p><p><strong>Indicações</strong>: Ansiolítica, antiespasmódica, hipnótica, indutora do sono (sedativa), antidepressiva, anticonvulsivante, antimicrobiana, antioxidante, relaxante, hipotensiva, analgésica.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão, tintura, extrato.</p><p><strong>Posologia</strong>: Dosagem para adultos: Rizoma/raiz secos – 1 a 3 g, na forma de infusão ou decocção, até 3x/dia. Tintura – 3 a 5 ml (1:5; etanol 70%), até 3x/dia ou 1 a 3 ml, de uma a várias vezes ao dia. Extrato – Quantidade equivalente a 2 a 3 g de droga vegetal, de uma a várias vezes ao dia.</p><p>&nbsp;<strong>Contraindicação</strong>: Durante a gravidez e lactação deve ser evitado devido à falta de estudos sobre a segurança durante esses períodos. Não é recomendado (até 2 horas) antes da condução de veículos ou operação de máquinas e não ingerir álcool junto com a valeriana, pois pode potencializar o efeito.</p><p><strong>Interação medicamentosa: </strong>Recomenda-se evitar a medicação simultânea de barbitúricos e outros sedativos, devido ao potencial de sedação excessiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 06:36:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3049760048</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>BARNES, Joanne. <strong>Fitoterápicos</strong>, 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.</p><p>&nbsp;</p><p>MORELLI, Miriam Regina Stumpf. <strong>Guia de produção para plantas medicinais, aromáticas e flores comestíveis.</strong> Porto Alegre, Cidadela, 2010.</p><p>&nbsp;</p><p>Brasil. Agência Nacional de Vigilância sanitária. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira</strong>. 2° Edição. Brasília, ANVISA, 2021.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 06:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Alternanthera brasiliana L.</p><p><strong>Nomes populares: </strong>Perpétua-do-brasil, sempre-viva, terramicina. </p><p><strong>Origem:</strong> É uma planta nativa do Brasil. </p><p><strong>Composição: </strong>Ácidos fenólicos: gálico, caféico, clorogênico, cumárico, ferúlico, 4-ácido hidroxibenzóico, 2,5-ácido diidroxibenzóico e ácido glicosídeo diidroxibenzóico; Betacianinas: amarantina, isoamarantina, betanina e isobetanina; Fitosteróis: β-sitosterol, stigmasterol e spinasterol; Flavonoides: rutina, vitexina, kaempferol, apigenina, quercetina, luteolina e orientina</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:02:05 UTC</pubDate>
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         <title>BOTÂNICA</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong> Nome científico:</strong> Lavandula dentata Nomes populares: lavanda - francesa. alfazema e lavanda brasileira. </p><p><strong>Origem:</strong> É nativa da França e do Mediterrâneo ocidental, e também é encontrada na Ilha de Cabo Verde, na Índia, nas Ilhas Canárias, no norte da África, na região do Mediterrâneo e no sul da Arábia. Cresce em solos rochosos e matagais nas regiões áridas do Mediterrâneo ou do Saara. </p><p><strong>Composição:</strong> Contém predominantemente linalol, que confere seu aroma característico, além de cânfora, cineol, borneol, geraniol e outros compostos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:17:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:18:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>Pode ser plantada na primavera ou no outono, quando as temperaturas estão mais amenas. Em solo ou em vasos, preferencialmente em áreas externas. Suas flores e folhas podem compor arranjos frescos e secos. </p><p><strong>Propagação:</strong> Pode ser propagada facilmente por estacas durante a primavera ou o outono. As estacas devem ter cerca de 10-15 cm de comprimento e devem ser plantadas em solo bem drenado com uma mistura de areia e substrato de boa qualidade. Mantenha o solo úmido, mas não encharcado, e as estacas devem enraizar em algumas semanas. </p><p><strong>Adubação: </strong>A adubação pode ser feita no início da primavera, utilizando um fertilizante balanceado para promover um bom crescimento e desenvolvimento da planta. </p><p><strong>Habitat: </strong>Quanto ao habitat, é nativa do Mediterrâneo e prefere crescer em locais com pleno sol e solo bem drenado. Ela é uma planta resistente à seca e tolerante ao calor, tornando-a ideal para regiões com verões quentes e secos. É comumente cultivada em jardins, canteiros e vasos, onde suas folhas fragrantes e flores roxas podem adicionar beleza e aroma ao ambiente. É importante protegê-la do frio intenso, pois não é tão resistente à geada quanto outras variedades de lavanda. </p><p><strong>Época de colheita: </strong>A colheita das flores geralmente ocorre na primavera ou no verão, quando as flores estão completamente abertas e apresentam o máximo de aroma e óleos essenciais. As flores são colhidas manualmente e podem ser secas para uso posterior em chás, sachês, óleos essenciais, entre outros produtos. </p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Requer podas regulares para incentivar o crescimento e a ramificação da planta. Além disso, é importante controlar pragas e doenças, como pulgões, ácaros e fungos, por meio de medidas preventivas e uso de produtos fitossanitários adequados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:22:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:</strong> A parte utilizada são as inflorescências. </p><p><strong>Indicação:</strong> O principal uso da lavandula é para quadros de ansiedade leve e insônia. </p><p><strong>Posologia:</strong> Infusão 1-2g de inflorescências / 150 mL de água, até 3x dia, principalmente antes de dormir. </p><p><strong>Precauções: </strong>Causa sonolência, deve-se ter cuidado ao operar máquinas e dirigir. Verificar a monografia de Lavandula angustifolia, do formulário de fitoterápicos, pois são espécies próximas. </p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Pode interagir com medicamentos sedativos, antidepressivos ou hipotensores, potencializando os seus efeitos. Recomenda-se cautela ao utilizar simultaneamente com outros medicamentos ou suplementos. Não são conhecidas interações com alimentos específicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:23:43 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografias</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3049801060</link>
         <description><![CDATA[<p>C.M. Bona, I.R. Biasetto, M. Masetto, C. Deschamps, L.A. Biasi. Influência do tipo e tamanho de estaca no enraizamento de Lavandula dentata L. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S1516-05722012000100002">https://doi.org/10.1590/S1516-05722012000100002</a>. Acesso em 01/04/2024. </p><p><br></p><p>M.A.M. Masetto, C. Deschamps, A.F. Mógor, H.R. Bizzo. Teor e composição do óleo essencial de inflorescências e folhas de Lavandula dentata L. em diferentes estádios de desenvolvimento floral e épocas de colheita. Link: Teor e composição do óleo essencial de inflorescências e folhas de Lavandula dentata L. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000400007">https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000400007</a>. Acesso em 01/04/2024. </p><p><br></p><p>ALVES, Barbara. Óleo essencial de Lavanda (Lavandula angustifolia) no tratamento da ansiedade. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/coqui/TCC/Monografia-TCC-Barbara.pdf">https://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/coqui/TCC/Monografia-TCC-Barbara.pdf</a>. Acesso em: 01/04/2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 07:24:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 15:04:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <pubDate>2024-10-07 15:07:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <pubDate>2024-10-07 18:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico</strong>: <em>Taraxacum officinale weber</em></p><p><strong>Nomes populares</strong>: Dente-de-leão, dente-de-leão-dos-jardins, serralha, taraxaco, chicória-silvestre, alface-de-cão, alface-de-coco, soprão, salada-de-toupeira, amargosa, amor-dos-homens, chicória-louca, pára-quedas, radite-bravo. </p><p><strong>Origem</strong>: Europa e Ásia.</p><p><strong>Composição química</strong>: Inulina (2% nas raízes); Resinas; Derivados Terpênicos: sitosterol e estigmasterol; Flavonoides; Vitaminas A, B1, C, PP e D; Princípio Amargo: taraxacina; Ácidos: cafêico, cítrico, ácido palmítico, feniloacético, p-hidroxibenzóico; Glicosídeo: taraxacosídeo; Potássio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:10:30 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> &nbsp;A estação da primavera é o melhor momento. Assim, pode-se colher folhas saudáveis no final do verão ou no meio do outono. A planta se desenvolve ainda melhor se estiver em regiões acima de 25ºC.&nbsp;</p><p>&nbsp;<strong>Propagação</strong>: Sua&nbsp;<strong>reprodução é feita por sementes,</strong> comumente&nbsp;<strong>disseminadas pelo vento</strong>, mas também é possível multiplicar a planta por&nbsp;<strong>divisão da raiz,</strong> que produz rebentos com facilidade se estiver em terra adubada.</p><p><strong>Adubação</strong>: O mais indicado é plantá-la em uma terra fértil, rica em nutrientes e em matéria orgânica. Além disso, é preciso investir no pH do solo, que deve ser entre 5 e 6,8.&nbsp;Desenvolve-se melhor em&nbsp;<strong>solo bem drenado</strong>, onde a água não fique empoçada.</p><p><strong>Habitat</strong>: Essa espécie cresce e se desenvolve melhor em clima temperado ou subtropical. Apesar de ser muito forte e resistente, não se adapta em ambientes frios e com sol constantes. Um ambiente meia-sombra com temperatura acima de 25ºC é o melhor cenário falando de clima e temperatura.</p><p><strong>Época de colheita:</strong> A colheita do dente-de-leão pode ser feita 90 dias após o plantio. A<strong>&nbsp;</strong>raiz de dente-de-leão<strong>&nbsp;</strong>só pode ser colhida aproximadamente 1 ano após o plantio. No caso das flores, que podem ser utilizadas para fazer chás.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Condição de manejo</strong>: &nbsp;É preciso retirar outras plantas invasoras que estiverem no mesmo espaço, para não disputarem recursos e nutrientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:10:42 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157581936</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada</strong>: Folhas e raízes.</p><p><strong>Indicações</strong>: &nbsp;Efeito diurético, aumenta a secreção dos sucos gástrico e salivar, estimula a liberação de bile da vesícula biliar e do fígado, e atua como laxativo leve. Os resultados do consumo mostraram melhora na icterícia, hepatite e inflamação do ducto biliar. A raiz do dente-de-leão foi utilizada com sucesso no tratamento da colite inespecífica crônica, produzindo alívio da dor abdominal, constipação e diarreia. Possui atividade anti-inflamatória e anti-nociceptiva através da inibição da produção de óxido nítrico e atividade antioxidante.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão, tintura, decocção e extrato de folhas e raízes e folhas cruas.</p><p><strong>Posologia</strong>: Decocção: (raíz): tomar ½ copo 3 vezes ao dia; Infusão: (folhas): 500 mL por dia; Tintura: (raíz): ½ colher diluída com 100 mL (água) 3 vezes ao dia; Para distúrbios da função digestiva (estomacal, hepática, biliar, intestinal e prisão de ventre) e como diurético, é recomendado seu extrato alcoólico, preparado amassando-se em pilão 2 colheres de sopa de raízes e folhas picadas e deixando em repouso por 3 dias em 1 xícara de chá de álcool de cereais a 75% administrando 1 colher de chá diluída em um pouco de água antes das principais refeições.&nbsp;Pode-se também empregar na forma de decocção, fervendo por 5 minutos, e tomando de 2 a 3 xícaras diárias.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Contraindicação</strong>: <strong> </strong>&nbsp;Evitar o uso da planta por gestantes ou lactantes, pois os efeitos não são conhecidos. Pessoas com cálculos biliares, inflamações na vesícula ou obstrução do trato gastrointestinal também não devem utilizá-la. Contra-indicado para menores de 2 anos.&nbsp;Pessoas que utilizam medicamentos como anti-hipertensivos, antidiabéticos e diuréticos devem ter atenção ao início de sintomas de hipoglicemia, hipotensão e desidratação com o uso concomitante da planta com as medicações.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Interação medicamentosa: </strong>Agentes antidiabéticos: podem potencializar os efeitos desses agentes, causando hipoglicemia. Agentes anti-hipertensivos: possível efeito hipotensor aditivo ou sinérgico.&nbsp;Diuréticos: podem potencializar as perdas de líquido e eletrólitos. O aumento da toxicidade do lítio durante tratamentos antidepressivos pode ocorrer pela depleção do sódio devido ao efeito diurético da planta.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:10:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157582219</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Brasil. Agência Nacional de Vigilância sanitária. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira</strong>. 2° Edição. Brasília, ANVISA, 2021.</p><p>CUNHA, A. P.; SILVA, A. P.; ROQUE, O. R. <strong>Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia.</strong> Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003. p. 602-603.&nbsp;</p><p>FETROW, C. W.; AVILA, J. R. <strong>Manual de Medicina Alternativa para o Profissional</strong>. Rio de Janeiro, RJ: Editora Guanabara Koogan S.A., 2000. p. 251-253.&nbsp;</p><p>KINUPP, F. V.; LORENZI, H. <strong>Plantas alimentícias não convencionais (PANC) no Brasil.</strong> 1ª ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2014.</p><p>ALONSO, J.; <strong>Tratado de fitofármacos e nutracêuticos.</strong> 1ª ed. São Paulo: AC Farmacêutica, 2016.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:11:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157596434</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157598795</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Clitoria ternatea L.</em> <br><strong>Nomes populares: </strong>Cunhã, Clitória, Ervilha cordofan, Ervilha borboleta, Palheteira, Ervilha azul&nbsp; <br><strong>Origem: </strong>Originária da Ásia<br><strong>Composição: </strong>Compostos fenólicos, flavonoides, saponinas, taninos e esteroides&nbsp;apresentaram-se como compostos majoritários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> A melhor época para semeadura é no início até o meio da estação chuvosa. Preferência por solo úmido e neutro, porém é bem adaptada a uma variedade considerável de tipos de solo em uma faixa de pH de 5,5 até 8,9 e solos calcários. Sobrevive tanto em condições de muita chuva quanto longos tempos de seca. <br><strong>Propagação: </strong>A planta é propagada por sementes e se autopropaga prontamente e se espalha sob condições favoráveis ​​por sementes lançadas vigorosamente das vagens secas deiscíveis. O crescimento inicial da planta a partir da semente é rápido em condições quentes e úmidas. O crescimento das plantas estabelecidas ocorre principalmente nos ápices do eixo principal e nos ramos axilares; muito poucos novos brotos surgem do nível do solo.<br><strong>Adubação: </strong>Adubação Fosfatada ou Verde. <br><strong>Habitat: </strong>Originário de habitats ensolarados, também pode tolerar sombra moderada. Ocorre em pastagens, florestas abertas, arbustos, vegetação ribeirinha e locais perturbados em toda a sua distribuição natural. <br><strong>Época de colheita: </strong>Folhas compostas e arredondadas. Flores azuis com o centro branco (mais comuns e valorizadas), as quais surgem principalmente na&nbsp;primavera e verão. Frutos em forma de vagem e deiscentes, ou seja, quando maduros disparam as sementes ao ar. <br><strong>Condições de manejo:</strong> Precisa ser cultivada com auxílio de tutor, sejam arames, treliça ou bambu, pois tem crescimento em espiral ao redor do suporte (não possui gavinhas). É uma planta parceira do jardim, pois suas raízes fazem associação com microrganismos e têm a capacidade de fixar nitrogênio no solo, ou seja, são adubos verdes. Prefere solo rico em matéria orgânica e levemente úmido. Uma vez por ano pede uma boa poda de manutenção.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:22:00 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Flores <br><strong>Indicação:</strong> Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais:&nbsp;é considerada uma planta medicinal e comestível por completo, porém o que faz mais sucesso são suas flores devido seu poder de pigmentação. A infusão é refrescante, febrífuga, ansiolítica, fortalecedora da memória e auxilia em quadros de menopausa, principalmente os calores decorrentes dela. As flores podem ser consumidas cruas ou cozidas e têm certo poder de pigmentar a comida. Por conta disso, tem feito muito sucesso na gastronomia, mixologia e no universo dos chás. <br><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Sólida e líquida. <br><strong>Posologia:</strong> Usar uma grama em 500 ml de líquido. <br><strong>Contra indicação/precaução: </strong>Contraindicado para pessoas alérgicas à planta&nbsp;<em>Clitoria ternatea L.</em>. <br><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157599609</link>
         <description><![CDATA[<p>Nutrir. Feijão-borboleta (Clitoria ternatea). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.nutrir.com.vc/horta/Cternatea.pdf">http://www.nutrir.com.vc/horta/Cternatea.pdf</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>Bambuí. Jornada científica 2012: Zootecnia. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bambui.ifmg.edu.br/jornada_cientifica/2012/resumos/zootecnia/53.pdf">https://www.bambui.ifmg.edu.br/jornada_cientifica/2012/resumos/zootecnia/53.pdf</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>Diversitas Journal. Compostos fenólicos, flavonoides, saponinas e atividade antimicrobiana do extrato hidroalcoólico de Clitoria ternatea L. (Fabaceae). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://diversitasjournal.com.br/diversitas_journal/article/download/635/603/2200#:~:text=Compostos%20fen%C3%B3licos%2C%20flavonoides%2C%20saponinas%2C,compostos%20t%C3%AAm%20com%20atividade%20antimicrobiana">https://diversitasjournal.com.br/diversitas_journal/article/download/635/603/2200#:~:text=Compostos%20fen%C3%B3licos%2C%20flavonoides%2C%20saponinas%2C,compostos%20t%C3%AAm%20com%20atividade%20antimicrobiana</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>Sabor de Fazenda. Feijão-borboleta (Clitoria ternatea). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sabordefazenda.com.br/produto/feijao-borboleta-clitoria-ternatea/#:~:text=m%20de%20comprimento.-,Folhas%20compostas%20e%20arredondadas.,disparam%20as%20sementes%20ao%20ar">https://sabordefazenda.com.br/produto/feijao-borboleta-clitoria-ternatea/#:~:text=m%20de%20comprimento.-,Folhas%20compostas%20e%20arredondadas.,disparam%20as%20sementes%20ao%20ar</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>The Ferns. Clitoria ternatea. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tropical.theferns.info/viewtropical.php?id=Clitoria+ternatea">https://tropical.theferns.info/viewtropical.php?id=Clitoria+ternatea</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>PictureThis. Clitoria ternatea. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.picturethisai.com/pt/wiki/Clitoria_ternatea.html">https://www.picturethisai.com/pt/wiki/Clitoria_ternatea.html</a>. Acesso em: 15 maio 2024. <br><br>Flores e Folhagens. Feijão-borboleta (Clitoria ternatea). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://floresefolhagens.com.br/feijao-borboleta-clitoria-ternatea/">https://floresefolhagens.com.br/feijao-borboleta-clitoria-ternatea/</a>. Acesso em: 15 maio 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:22:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:35:04 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico</strong>: Withania somnifera Dunal.</p><p><strong>Nomes populares:</strong> Ashwagandha, ginseng indiano, cereja do inverno.</p><p><strong>Origem:</strong>Índia e África.</p><p><strong>Composição:</strong> Ricas em alcalóides e esteróides lactonas em uma classe chamados de withanolídeos. 12 alcalóides, 35 withanoloides e vários sitoindosides a partir desta planta foram isolados e estudados. Grande parte da atividade farmacológica da ashwagandha tem sido atribuída a dois principais witanolídeos: witaferin A e D.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:35:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo </title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Cultivo:</strong> Originária de áreas áridas,deve ser cultivada de preferência a pleno sol ou com sombra parcial,o solo das plantas deve ser deixado secar completamente entre irrigações,</p><p><strong>Época de plantio: </strong>O fruto vermelho brilhante é colhido no outono, são secos e recolhido as sementes, são a melhor maneira de propagar o Ginseng Indiano. Deixar as sementes&nbsp; em GA3 por 48 horas. Plantar as sementes em Substrato Plantamundo ou perlita, e irão germinar em&nbsp; 14-21 dias com temperaturas acima de 20° C.</p><p><strong>Propagação: </strong>Mantenha o substrato úmido nas primeiras semanas (como numa mini estufa), mas depois de um mês a umidade deve ser diminuída para evitar o desenvolvimento de fungos.</p><p><strong>Adubação:</strong> Solo de preferência alcalino, as plantas crescem melhor quando o pH do solo é de 7,5 a 8,0. Recomendamos fertilizar uma vez por mês com fertilizante.</p><p><strong>Habitat:</strong> Família Solanácea, cresce cerca de dois metros de altura. Encontrada na África, na região do mediterrâneo, e na Índia.</p><p><strong>Época de colheita:</strong> Primavera.</p><p><strong>Condições de manejo:</strong> Cultivada em vasos, água demais fará apodrecer as raízes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:35:22 UTC</pubDate>
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         <title>Usos </title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:</strong> Raízes.</p><p><strong>Indicação:</strong>Tônico; Adaptógeno; Antioxidante; Anticancerígeno; Revitalizante; Reduz os efeitos colaterais da rádio e quimioterapia contra o câncer; Rejuvenescedor; Estimulante sexual; Propriedades calmantes; Beneficia o sistema nervoso, a memória, a concentração e o tecido muscular.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Tintura: 10g de droga vegetal/100 mL de Etanol 70%</p><p><strong>Posologia: </strong>As doses variam de 300 a 1.000 mg de Ashwagandha por dia do extrato à 2,5% de withanolídeos. Dependendo da aplicação, as doses podem ser divididas de 1 a 3 tomadas ao dia.</p><p><strong>Contra indicações/ precauções:</strong> Doses grandes podem causar dor de estômago, diarreia, vômitos e, em casos raros, problemas hepáticos. Não é segura para gestantes e lactantes, pois ela pode aumentar o risco de ter aborto espontâneo e seus efeitos sao passados para o bebe durante a amamentaçao.</p><p>Interação medicamentosa ou com alimentos:</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:35:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157621065</link>
         <description><![CDATA[<p>- SHANE-MCWHORTER, Laura . Ashwagandha. Manual MSD, 12023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/">https://www.msdmanuals.com/pt-br/</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p><p>-Ginseng Indiano (Withania somnifera - Ashwagandha) &gt; Sua saúde &gt; Dose Certa Farmácia. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dosecertafarmacia.com.br/sua-saude/produtos/ginseng-indiano-withania-somnifera-ashwagandha">http://dosecertafarmacia.com.br/sua-saude/produtos/ginseng-indiano-withania-somnifera-ashwagandha</a>&gt;. Acesso em: 19 jul. 2024.</p><p>-PLANTAMUNDO. MANUAIS DE CULTIVO - PLANTAMUNDO: Ginseng Indiano - Ashwagandha (Withania somnifera). Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://manuaisdecultivo-plantamundo.blogspot.com/2013/06/ginseng-indiano-ashwagandha-withania.html#:~:text=Cultivo%3A%20A%20Withania%20somnifera%20deve">https://manuaisdecultivo-plantamundo.blogspot.com/2013/06/ginseng-indiano-ashwagandha-withania.html#:~:text=Cultivo%3A%20A%20Withania%20somnifera%20deve</a>&gt;. Acesso em: 19 jul. 2024.</p><p>- Pereira, A.M.S, et al. Formulário de Fitoterápicos da Farmácia da Natureza. São Paulo: Editora Bertolucci, 2014.</p><p>-Withania somnifera Dunal. [s.l: s.n.]. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infinitypharma.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Ashwagandha-Ginsensg-Indiano.pdf">https://www.infinitypharma.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Ashwagandha-Ginsensg-Indiano.pdf</a>&gt;. Acesso em: 19 jul. 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:35:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157625635</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:38:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Piper Betle L. </p><p><strong>Nomes populares:</strong> areca-catechu, palmeira-betel, noz-de-betel </p><p><strong>Origem:</strong> Ásia-Tropical </p><p><strong>Composição:</strong> Óleos Essenciais: Eugenol, chavibetol, safrol Alcalóides: Piperina Flavonoides e Tânicos: Contribuem para propriedades terapêuticas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157626242</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>Primavera </p><p><strong>Propagação:</strong> Estacas (clonagem vegetativa) </p><p><strong>Adubação: </strong>Orgânica rica em nitrogênio; deve ser aplicada regularmente para manter a fertilidade do solo </p><p><strong>Habitat:</strong> Ambientes úmidos e sombreados, solos bem drenados e férteis </p><p><strong>Época de colheita: </strong>Primavera/Verão </p><p><strong>Condições de manejo: R</strong>egar a cada 2-3 semanas; necessita de luz solar parcial</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Usos </title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157626433</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas </p><p>Indicação: antiproliferação; anticâncer; neurofarmacológico; analgésico; antioxidante; antiulcerogênico; hepatoprotetor; anti fertilidade; antibacteriano; e antifúngico </p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Óleos essenciais e extratos </p><p><strong>Posologia: </strong>Uso tradicional: Para mastigar, geralmente uma folha de Betel é usada junto com outros ingredientes. A dosagem é tradicional e cultural, não havendo uma recomendação médica padronizada. </p><p><strong>Infusão:</strong> Algumas práticas tradicionais usam infusões feitas com folhas de Betel, mas a dosagem varia. Um exemplo comum seria infundir uma ou duas folhas em água quente por 5-10 minutos e consumir a infusão uma ou duas vezes ao dia. </p><p><strong>Extratos: </strong>Em preparações mais concentradas, como extratos ou tinturas, a dosagem deve ser indicada por um profissional de saúde, pois a concentração dos princípios ativos pode variar muito. </p><p><strong>Contraindicações/Precauções: </strong>Uso prolongado ou excessivo pode levar a riscos de câncer oral, especialmente quando combinado com noz de areca e cal. Não recomendado para grávidas e lactantes sem supervisão médica. </p><p>Interações medicinais ou alimentares: Pode interagir com medicamentos anticoagulantes e anti-inflamatórios; consultar um médico antes de usar se estiver tomando outros medicamentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:39:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157626708</link>
         <description><![CDATA[<p>Betelvine ( Piper betle L.): Uma visão abrangente de sua etnofarmacologia, fitoquímica e atributos farmacológicos, biomédicos e terapêuticos. Disponível em:Betelvine (Piper betle L.): Uma visão abrangente sobre sua etnofarmacologia, fitoquímica e atributos farmacológicos, biomédicos e terapêuticos - PMC (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://nih.gov">nih.gov</a>) Piper betle L. Disponível em: Piper betle L. (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://worldfloraonline.org">worldfloraonline.org</a>) Enciclopédia de plantas &gt; Bétele. Disponível em: Bétele (Piper betle) - PictureThis (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://picturethisai.com">picturethisai.com</a>) PlantNet, Flora mundial Piper betle L. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://identify.plantnet.org/pt-br/k-world-flora/species/Piper%20betle%20L./data">https://identify.plantnet.org/pt-br/k-world-flora/species/Piper%20betle%20L./data</a> BiodiversidadeAll: Piper betle. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.biodiversity4all.org/taxa/347653-Piper-betle">https://www.biodiversity4all.org/taxa/347653-Piper-betle</a> Pesquisador do ICB participa de estudo que comprova ação antibactericida de planta indiana. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ufmg.br/online/arquivos/027495.shtml#:~:text=A%20medicina%20aiurv%C3%A">https://www.ufmg.br/online/arquivos/027495.shtml#:~:text=A%20medicina%20aiurv%C3%A</a> 9dica%20j%C3%A1%20utilizava,no%20tratamento%20das%20infec%C3%A7%C3%B5es% 20bactericidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:39:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157640205</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157640535</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Aloe arborescens Mill</em>.</p><p><strong>Nomes populares:</strong> Babosa, babosa-folha-fina, aloe-candelabro.</p><p><strong>Origem:</strong> É uma planta originária da África.</p><p><strong>Composição:</strong> O principal constituinte é a N,N’-trimetilenoureia (10,56%), seguido por xantina (8,57%), 4-hexil-1-(7-etoxicarbonil-heptil)biciclo[4.4.0]deca-2,5,7-trieno (7,10%) e indol (5,03%). Outros compostos em menor quantidade são ácido decanóico, 10-bromo-, éster trimetilsilil (1,63%), cicloexanona, 2,6-dietil (1,91%), ácido ciclopropanobutanóico, 2-[[2-[[2-[(2-pentilciclopropil)metil]ciclopropil]metil]ciclopropil]metil]-, éster metílico (1,94%) e 1,7-Dioxa-10-tia-4,13-diazaciclopentadeca-5,9,12-triona (1,95%). (MALIEHE, et al., 2023)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:48:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157640673</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>O plantio deve ser realizado nos meses<strong> </strong>de<strong> </strong>janeiro, fevereiro, setembro, outubro, novembro e dezembro.</p><p><strong>Propagação:</strong> Multiplica-se por divisão de brotos laterais (perfilhos) que nascem ao redor da planta-mãe, pois a propagação por sementes é muito lenta, e nem sempre é possível a obtenção de sementes.</p><p><strong>Adubação: </strong>Deve se usar substrato solo, areia e esterco (3:2:1).</p><p><strong>Habitat: </strong>Não é uma planta exigente quanto ao solo, desde que este seja drenado e permeável (arenoso e areno-argiloso). Entretanto, não se desenvolve bem em solo ácido. Deve ser plantada em área a pleno sol, mostra-se resistente ao clima seco e não tolera geada.</p><p><strong>Época de colheita: </strong>A colheita deve ser realizada nos meses de março, abril, maio, junho, julho e agosto. Deve-se colher as folhas de plantas adultas, com idade superior a um ano, que não estejam floridas, em qualquer horário do dia. Retirar as folhas maiores localizadas na parte inferior da planta, junto ao tronco. Faz-se o corte da folha utilizando um instrumento afiado, deixando as folhas centrais para a planta se renovar. A mucilagem é retirada da folha imediatamente após a colheita para que não ocorra oxidação e escurecimento da mucilagem, o que compromete a qualidade do fitoterápico.</p><p><strong>Condições de manejo: </strong>o plantio, em horta medicinal, deve ser realizado em covas rasas (10 cm) com espaçamento de 0,5m entre linhas, a pleno sol. A planta precisa ser irrigada diariamente ou em dias alternados no estabelecimento da cultura (três meses), depois deste período a irrigação deve ser espaçada para uma vez por semana ou a cada 15 dias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157640922</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:</strong> Parênquima da folha fresca (mucilagem), sem a casca.</p><p><strong>Indicação:</strong> Como cicatrizante nos casos de ferimentos leves, desordens inflamatórias na pele, incluindo queimaduras (de 1º e 2º grau), escoriações e abrasões. Possui atividade antimicrobiana, antisséptica, antialérgica e imunomoduladora.&nbsp; (BRASIL, 2021)</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Uso externo.</p><p><strong>Posologia:</strong> Gel mucilaginoso incolor de babosa de 10 a 70 g para 100g de gel base q.s.p. Aplicar o gel nas áreas afetadas, de uma a três vezes ao dia. Para o preparo, transferir o gel mucilaginoso para recipiente adequado, incorporar ao gel base e misturar até homogeneização completa. Para a obtenção do gel mucilaginoso fresco, primeiramente lavar as folhas frescas com água e uma solução de hipoclorito de sódio a 1,5%. Remover as camadas exteriores da folha, incluindo as células pericíclicas, e utilizar apenas o gel translúcido e incolor, presente no interior das folhas. Cuidados devem ser tomados para não rasgar a casca verde, que pode contaminar o gel com exsudato de folha, de coloração amarelada. O gel mucilaginoso pode ser estabilizado por pasteurização em temperatura entre 75 °C e 80 °C durante menos de 3 minutos. O gel fresco das folhas pode ser usado puro ou incorporado ao gel base até homogeneização completa (BRASIL, 2021).</p><p><strong>Contraindicação/precaução: </strong>Uso adulto. Uso contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação e às plantas da mesma família. Ao persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado. O uso é contraindicado durante a gestação, lactação e para menores de 18 anos, devido à falta de dados adequados que comprovem a segurança nessas situações. Houve relatos de dermatite de contato e sensação de dor tipo queimação na pele lesionada ou ferida, consequente à contaminação com derivados antracênicos. Um caso de dermatite de contato disseminada foi relatado após a aplicação em paciente com dermatite de estase. Dermatite de contato e urticária bolhosa também foram relatados. Os compostos antraquinônicos podem ser tóxicos quando ingeridos em altas doses. Não utilizar em doses acima das recomendadas. Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico. (BRASIL, 2021; LORENZI &amp; MATOS, 2008)</p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não encontrado. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:48:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157641104</link>
         <description><![CDATA[<p>CARNEIRO, Heleno Lupinacci. <strong>Lista de plantas por nomes populares. </strong>IFSULDEMINAS - Campus Inconfidentes, Minas Gerais, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.ifs.ifsuldeminas.edu.br/index.php/plantas-medicinais/plantas-medicinaisplantas-nome-popular">https://portal.ifs.ifsuldeminas.edu.br/index.php/plantas-medicinais/plantas-medicinaisplantas-nome-popular</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p><p><strong>Plantas Medicinais. </strong>Secretaria Municipal de Subprefeituras, São Paulo- SP, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/noticias/?p=30142">https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/noticias/?p=30142</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p><p>COUTO, Mery Elizabeth Oliveira. <strong>Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares. </strong>Embrapa, Pelotas, RS, 2006. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/33576/1/documento-157.pdf">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/33576/1/documento-157.pdf</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p><p>DIENSTMANN, Estela Regina Baumhardt. <strong>PLANTAS COM INDÍCIOS DE TOXICIDADE UTILIZADAS COMO MEDICINAIS NO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL</strong>. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal do Rio Grande do sul. Porto Alegre, RS, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/134288/000794608.pdf?sequence=1">https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/134288/000794608.pdf?sequence=1</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p><p>BRASIL. <strong>Lista de Ornamentais</strong>, 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/recursos-geneticos-1/lista-de-ornamentais">https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/recursos-geneticos-1/lista-de-ornamentais</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p><p>PEREIRA, Ana Maria Soares. Manual prático de multiplicação de plantas medicinais. <strong>Farmácia da Natureza</strong>, 2011.</p><p>MATOS, Francisco José de Abreu; LORENZI, Harri. Plantas Medicinais no Brasil Nativas e Exóticas. <strong>Instituto Platarum de Estudos da Flora</strong>, 2008,<strong> </strong>(2th edição).</p><p>BRASIL. <strong>Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira</strong>, 2ª edição. Brasília, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/arquivos/2021-fffb2-final-c-capa2.pdf">https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/arquivos/2021-fffb2-final-c-capa2.pdf</a>. Acesso em: 24 maio 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:48:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157643977</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:50:50 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157644134</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> tagete lucida. </p><p><strong>Nomes populares: </strong>Estragão mexicano, pericón e erva-das-bruxas. </p><p><strong>Origem: </strong>México e américa central </p><p><strong>Composição:</strong> Possui óleos essenciais, como o eugenol, terpinoleno e metilchavicol, além de compostos fenólicos e flavonoides.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:50:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157644256</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>Primavera e outono. </p><p><strong>Propagação: </strong>Sementes. Adubação: Recomenda-se a adubação com um fertilizante NPK (que contenha nitrogênio, fósforo e potássio) 10-10-10, aplicado a cada 4-6 semanas durante a estação de crescimento ativa da planta. </p><p><strong>Habitat</strong>: solos bem drenados e com boa luminosidade solar. </p><p><strong>Condições de manejo: </strong>A planta requer podas regulares para estimular o crescimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:51:03 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e flores. </p><p><strong>Indicação:</strong> Ação digestiva, antifúngica e calmante. </p><p><strong>Posologia:</strong> Infundir 1 a 2 colheres de chá (aproximadamente 1 a 2 gramas) de folhas secas em 200 ml de água fervente por cerca de 10 minutos. Consumir 1 a 2 xícaras por dia. Usado tradicionalmente para suas propriedades digestivas e antiespasmódicas. </p><p><strong>Precauções: </strong>• Não deve ser utilizada por mulheres grávidas ou lactantes, uma vez que pode afetar o sistema nervoso central e causar contrações uterinas. • Pessoas com histórico de alergias ou sensibilidade a plantas da família Asteraceae, como a margarida e o girassol, devem evitar o uso. • O uso excessivo pode causar efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, tonturas e dores de cabeça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:51:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157644666</link>
         <description><![CDATA[<p>Revista cubana de plantas medicinais. Estudios preliminares para el establecimiento del cultivo de Tagetes lucida Cav. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://scielo.sld.cu/scielo.php?pid=S1028-">http://scielo.sld.cu/scielo.php?pid=S1028-</a> 47962010000100005&amp;script=sci_arttext. Acesso em 13/07/2024. </p><p>Revista cubana de plantas medicinais. Momento óptimo de plantación y de cosecha en Tagetes lucida Cav. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://scielo.sld.cu/scielo.php?pid=S1028-">http://scielo.sld.cu/scielo.php?pid=S1028-</a> 47962011000200009&amp;script=sci_arttext. Acesso em 13/07/2024. </p><p>Journal of Ethnopharmacology. Antidepressant-like effects of Tagetes lucida Cav. in the forced swimming test. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378874108004510">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378874108004510</a>. Acesso em 13/07/2024. </p><p>G. Pérez-Ortega a b, M.E. González-Trujano a, G.E. Ángeles-López a, F. Brindis a e, H. Vibrans d, R. Reyes-Chilpa c. Tagetes lucida Cav.: Ethnobotany, phytochemistry and pharmacology of its tranquilizing properties. Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S037887411630040X">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S037887411630040X</a>. Acesso em 18/08/2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 18:51:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157684845</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:19:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157685196</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong><em>Silybum marianum</em><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="msocomanchor" href="#_msocom_1">[1]</a>&nbsp; (L.) Gaertn</p><p><strong>Nomes Populares:</strong> Cardo-mariano, Cardo-leiteiro,Cardo-santo, cardo-de-santa-Maria</p><p><strong>Origem:</strong> Nativo da região do Mediterrâneo, incluindo a Europa, a Ásia Menor e o Norte da África.</p><p><strong>Composição:</strong></p><p>Silimarina (mistura de flavonolignanas); Silibina; Silicristina; Silidianina; Ácidos graxos (linoleico, oleico); Fitosteróis</p><p>Nome científico deve estar em itálico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:19:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157685316</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de Plantio:</strong> Primavera ou outono, dependendo da região climática.</p><p><strong>Propagação:</strong> Por sementes.</p><p><strong>Adubação:</strong> Preferencialmente com adubo orgânico. O solo deve ser bem drenado e rico em matéria orgânica.</p><p><strong>Habitat: </strong>Solo bem drenado, áreas abertas e ensolaradas. Tolerante à seca.</p><p>Época de Colheita: Geralmente no final do verão ou início do outono, quando as sementes estão maduras.</p><p><strong>Condições de Manejo:</strong></p><p>Manter o solo levemente úmido.</p><p>Remover ervas daninhas.</p><p>Monitorar pragas e doenças.</p><p><strong>Parte Utilizada:</strong> Sementes</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157685439</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Indicação:</strong>Anti-ictérico, hepatoprotetor, antioxidante, anti-hemorrágico, antipsórico, anticolesterolêmico e colagogo</p><p><strong>Forma Farmacêutica Preferencial:</strong>Extrato seco,Tintura,Cápsulas,Infusão.</p><p><strong>Posologia:</strong>Infusão:3 - 5 g em 100 mL de água fervendo, 2 - 3 vezes ao dia, antes das refeições.</p><p>Extrato seco: 200-400 mg de silimarina por dia.<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="msocomanchor" href="#_msocom_1">[1]</a>&nbsp;</p><p>Cápsulas: conforme orientação do fabricante ou profissional de saúde.</p><p><strong>Contraindicações/Precauções:</strong></p><p>Alergia a plantas da família Asteraceae/Compositae.</p><p>Gravidez e lactação (consultar médico).</p><p>Pode causar distúrbios gastrointestinais leves.</p><p><strong>Interação Medicamentosa ou com Alimentos:</strong></p><p>Pode interferir com medicamentos metabolizados pelo fígado.</p><p>Consulte um profissional de saúde antes de usar em conjunto com outras medicações.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:19:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157686264</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;</strong></p><p>●&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TAVARES, Dr. José Caetano. Plantas Medicinais: Uso, orientações e precauções. Terceira edição. ed. atual. Rio de Janeiro – RJ: [s. n.], 2018.</p><p>●&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; BITTENCOURT , Wanderley José Mantovani. Farmacologia aplicada. Porto Alegre - RS: [s. n.], 2020.</p><p>●&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; BLUMENTHAL, M.; GOLDBERG, A.; BRINCKMANN, J. Herbal Medicine: Expanded Commission E Monographs. Newton: Integrative Medicine Communications, 2000.</p><p>●&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Tradução de European Union herbal monograph on Silybum marianum (L.) Gaertn., fructus (EMA/HMPC/294187/2013).</p><p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:20:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157694581</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157694677</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome Científico:</strong> <em>Centella asiática L</em></p><p><strong>Nomes populares:</strong> Centela, centela-da-ásia, centela-asiática, hidrocótila, cairu-su, pé-de-cavalo, pata de elefante, pata-de-cavalo, corcel, pata-de-mula, pata-de-burro, cairuçu-asiático, erva-de-tigre.</p><p><strong>Origem: </strong>Nativa da Ásia</p><p><strong>Composição: </strong>Rica em triterpenos como ácido asiático e ácido madecássico, além de flavonoides, fenóis, aminoácidos, ácidos graxos, vitaminas e minerais</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:25:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157694816</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio:</strong> Pode ser cultivada durante todo o ano em climas tropicais e subtropicais</p><p><strong>Propagação: </strong>Por sementes, estacas ou divisão de touceiras</p><p><strong>Adubação: </strong>Adubação regular com composto orgânico</p><p><strong>Habitat: </strong>Ela prospera em solos bem drenados e ricos em matéria orgânica, priorizando um ambiente com luz indireta ou sombra parcial.</p><p>Época de colheita: A colheita da Centella asiática pode ser feita aproximadamente 2 a 3 meses após o seu crescimento. É realizada manualmente, idealmente antes da planta florescer, para garantir a concentração máxima de compostos ativos.</p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Para um manejo eficiente da Centella asiatica, é fundamental proporcionar solo bem drenado e rico em matéria orgânica, luz indireta a sombra parcial, e realizar irrigação regular e adubação orgânica para promover crescimento saudável</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:25:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada:</strong> Folhas</p><p><strong>Indicação: </strong>Ação cicatrizante, anti-inflamatória, antioxidante; melhora na saúde da pele e na produção de colágeno; melhora na circulação; redução da ansiedade e melhoria do humor.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial: </strong>Infusão/Uso tópico</p><p><strong>Uso Tópico: </strong>Possui ação antibiótica e cicatrizante, sendo recomendado para o tratamento de diversas condições dermatológicas. Sua administração interna é indicada para eczemas, úlceras varicosas, hematomas, rachaduras na pele, varizes e celulites. Deve ser utilizado três vezes ao dia para obter melhores resultados. Além disso, a aplicação externa é eficaz no tratamento de celulite e na redução de gordura localizada.</p><p><strong>Infusão</strong></p><p><strong>Posologia: </strong>O chá de Centella asiática deve ser preparado na proporção de 1 colher de sopa de folhas secas para cada 500 ml de água. Deve-se ferver a água, acrescentar a planta e desligar o fogo. Em seguida, tampar a panela e deixar a mistura descansar por 10 a 15 minutos. Deixar esfriar e beber de 2 a 3 vezes por dia.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Contra indicação/precaução:</strong> Não utilizar em casos de gravidez, lactação, gastrite ou úlcera. Podem causar reações alérgicas.</p><p>Interação medicamentosa ou com alimentos: A centela pode interagir com a dexametasona e fenilbutazona.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:25:45 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157695194</link>
         <description><![CDATA[<p>MELO, J. G. DE et al. Qualidade de produtos a base de plantas medicinais comercializados no Brasil: castanha-da-índia (Aesculus hippocastanum L.), capim-limão (Cymbopogon citratus (DC.) Stapf ) e centela (Centella asiatica (L.) Urban). Acta Botanica Brasilica, v. 21, n. 1, p. 27–36, mar. 2007.</p><p>&nbsp;</p><p>8 benefícios da Centella asiática para a saúde (e como usar). Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/beneficios-da-centelha-asiatica/#:~:text=O%20ch%C3%A1%20de%20Centella%20asi%C3%A1tica">https://www.tuasaude.com/beneficios-da-centelha-asiatica/#:~:text=O%20ch%C3%A1%20de%20Centella%20asi%C3%A1tica</a>&gt;.</p><p>&nbsp;</p><p>‌<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://CONSULTAREMEDIOS.COM.BR">CONSULTAREMEDIOS.COM.BR</a>. Centella asiática: bula, para que serve e como usar | CR. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://consultaremedios.com.br/centella-asiatica/bula">https://consultaremedios.com.br/centella-asiatica/bula</a>&gt;.</p><p>&nbsp;</p><p>ADMIN. Centella Asiatica: Guia Completo Desta Planta. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://guiadecomoplantar.com/centella-asiatica-guia-completo-desta-planta">https://guiadecomoplantar.com/centella-asiatica-guia-completo-desta-planta</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:25:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> Anthemis tinctoria (Cota tinctoria) </p><p><strong>Nomes populares:</strong> Camomila amarela; Camomila dourada; Margarida dourada; Camomila dos tintureiros; </p><p><strong>Origem:</strong> Ásia ocidental, Europa. </p><p><strong>Composição:</strong> Lactonas sesquiterpênicas, flavonóides e óleos essenciais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:30:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>Em clima subtrópico (mediterrâneo), semear entre fevereiro e maio ou pré-cultivar em vasos de janeiro a maio. Em clima temperado, semear entre abril e maio ou pré-cultivar em vasos entre março e maio. </p><p><strong>Propagação: </strong>Sementes ou estaquia. </p><p><strong>Adubação: </strong>Preparar o solo com estrume animal temperado. É recomendado incorporar biochar e farinha de rocha primária. </p><p><strong>Habitat: </strong>Preferencialmente desenvolve-se em solos secos, bem drenados e em pleno sol. Tolera solos pobres e clima seco. Não se adapta bem em solos argilosos e pesados. A espécie é principalmente encontrada em prados áridos e margens de estradas. </p><p><strong>Época de colheita: </strong>Aproximadamente 100 dias após a plantação. </p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Requer boa drenagem e exposição direta ao sol. A remoção das flores gastas é recomendada a fim de prolongar a floração durante o verão; remover a folhagem promove a floração de ramos basais. Atenção ao comprimento dos ramos (pode exigir estaqueamento) e a pragas (pulgões, lesmas, caracóis e oídio).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157701618</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Todas as partes da planta, especialmente flores. </p><p><strong>Indicação:</strong> Possui atividade antiespasmódica, diaforética, emenagoga, emética e vesicante. Internamente, a infusão das flores (ou da planta inteira) é utilizada para alívio de enxaquecas, inflamação dos olhos e pele e auxílio na digestão. Externamente, é aplicado na água de banho, para tratamento de hemorróidas, ou na forma de cataplasmas, sobre picadas de insetos. Na indústria cosmética, os capítulos da planta são pulverizados e misturados à água para fabricação de pasta clareadora de cabelos; as flores têm uso industrial na fabricação de corantes de tecido. O óleo essencial e extratos solventes da camomila amarela possuem atividade citotóxica e antimicrobiana, possuindo potencial aplicação na indústria farmacêutica; o óleo essencial possui propriedade anti-inflamatória e cicatrizante, sendo indicado seu uso tópico na cicatrização de feridas e redução da irritação da pele, pode ainda proteger a pele dos radicais livres, graças a sua propriedade antioxidante.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Infusão, óleo essencial e cataplasma. </p><p><strong>Posologia: </strong>Uso interno (infusão) - uma colher de sopa de flores secas (3g) em uma xícara de água quente (150 ml), deixar em infusão por cerca de 10 minutos. A infusão (chá) pode ser consumida em até três vezes ao dia. Uso externo (óleo essencial)  recomenda-se a diluição de algumas gotas do óleo essencial em um óleo carreador, como o óleo de coco, e posterior aplicação sobre a área afetada. </p><p><strong>Contra indicação/precaução: </strong>Contra Indicada para pessoas alérgicas a plantas da família Asteraceae. Contraindicada para mulheres grávidas e lactantes. </p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos: </strong>Não encontrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:30:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157702437</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:31:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:54:52 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Symphytum officinale</em> L.</p><p><strong>Nomes populares: </strong>Confrei, consólida, orelha-de-burro, língua-de-vaca, erva-do-cardeal, leite-vegetal, erva-encanadeira-de-osso.</p><p><strong>Origem: </strong>Origem Europeia e Asiática.</p><p><strong>Composição: </strong>Alcalóides pirrolizidínicos, alantoínas, mucilagens, taninos, saponinas,</p><p>colina, açúcares, triterpenos, vitaminas, aminoácidos essenciais, esteroides, ácidos</p><p>orgânicos, ácido fólico.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:55:00 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157731662</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>De agosto a novembro. Se tiver condições satisfatórias de calor e umidade, o plantio pode ser realizado o ano todo.</p><p><strong>Propagação:</strong> Por mudas, divisão de touceiras ou pedaços de rizomas com 5 cm.</p><p><strong>Adubação: </strong>com esterco de curral bem curtido, esterco de aves ou composto orgânico, quando necessário.</p><p><strong>Habitat</strong>: Tem bom desenvolvimento em solos argilosos, soltos, profundos, levemente úmidos e com bastante matéria orgânica. Perfeitamente aclimatada na região Centro-Sul do Brasil.</p><p><strong>Época de colheita: A</strong> cada dois ou três meses, a partir do quarto mês de plantio, colhem-se as folhas, cortando-se toda a parte aérea da planta e prosseguindo durante todo o ano. A colheita do rizoma pode ser feita após o quarto ano de cultivo, após o plantio de inverno, ou após a renovação da lavoura.</p><p><strong>Condições de manejo: </strong>Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Caso o</p><p>acondicionamento for em pote, utilizar preferencialmente espátula para retirar o produto.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:55:09 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157731905</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Folhas e raízes.</p><p><strong>Indicação: </strong>Analgésica, antisséptica, antimicrobiana, antiartrítica, anti reumática, antidiarreica, anti-inflamatória, cicatrizante, expectorante, anti úlcera, anti-hemorrágica, anti-hipertensiva e no auxílio no tratamento decorrente de entorses e contusões.</p><p><strong>Forma farmacêutica preferencial:</strong> Pomada, Cataplasma, gel.</p><p><strong>Posologia:</strong> Infusão a 5% para gargarejos 2 a 3 vezes ao dia;</p><p><strong>Decocção:</strong> 4-5g de chá em 250 ml de água, para lavar feridas.</p><p>Extrato glicólico: Utilizar de 10-15% em cremes.</p><p><strong>Tintura: </strong>Uso tópico, de 10 a 20% em cremes, géis e loções.</p><p><strong>TM: </strong>Indicado somente para uso externo em concentração de até 10%.</p><p>Dose individual para formas farmacêuticas</p><p>semi sólidas (10% de extrato líquido) - aplicar uma fina camada 2 vezes ao dia.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Contraindicação/precaução:</strong> Não usar em crianças e adolescentes menores de 18 anos, gestantes e lactantes, em pele lesionada ou pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Devido às propriedades hepatotóxicas, não deve ser utilizado internamente (aplicar apenas na pele externa), não utilizar por mais de 10 dias nem em doses acima do recomendado.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos</strong>: Não encontrada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157732040</link>
         <description><![CDATA[<p>BARNES, J.; ANDERSON, L. A.; PHILLIPSON, J. D. Fitoterápicos. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 720p</p><p>FITOTERAPIA BRASIL. Symphytum officinale. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/symphytum-officinale">https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/symphytum-officinale</a>. Acesso em: 18 ago. 2024.</p><p>SeTIC-UFSC. (2020, August 1). Horto didático de Plantas Medicinais do Hu/CCS. UFSC. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hortodidatico.ufsc.br/confrei/">https://hortodidatico.ufsc.br/confrei/</a></p><p>MARTINS, E.R.; CASTRO, D.M.; CASTELLANI, D.C.; DIAS, J.E. Plantas Medicinais. Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG, 220p, 1994</p><p>SARTÓRIO, M.L.; TRINDADE, C.; RESENDE, P.; MACHADO, J.R. Cultivo orgânico de plantas medicinais. Ed.Aprenda Fácil, 258p, 2000.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:55:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157736931</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 19:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Coffea arabica L. </p><p><strong>Nomes populares:</strong> Café Origem: Etiópia </p><p><strong>Composição: </strong>Cafeína, ácidos fenólicos, alcaloides, óleos essenciais, ácido ferúlico, ácido cafeoilquníco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157738367</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Época plantio: </strong>A época de plantio do café se enquadra no período de primavera/verão, com plantios de outubro até março. Quanto mais tarde for o plantio, mais a planta de café pode sentir no seu desenvolvimento. </p><p><strong>Propagação: </strong>Se propaga por meio de sementes Adubação: Fontes de adubo para cafés recém-plantado normalmente incluem o: sulfato ou nitrato de amônio, superfosfato simples ou triplo e cloreto de potássio. </p><p><strong>Habitat:</strong> A temperatura ideal de cultivo varia de 18ºC a 23ºC. o regime de chuvas considerado ideal está na faixa de 1200 mm a 1500 mm anuais. O café é uma planta que apresenta maior dificuldade para se desenvolver em regiões no mesmo nível do mar, sendo que a recomendação é que a plantação ocorra em áreas entre 600 m e 1200 m de altitude. </p><p><strong>Época de colheita</strong>: 7 meses após o plantio </p><p><strong>Condições de manejo:</strong> solos bem drenados e aerados, ricos em nutrientes e matéria orgânica. É recomendável evitar solos argilosos muito pesados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157738465</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: </strong>Fruto </p><p><strong>Indicação:</strong> Compreende uma gama de funções, pode ser usada como antioxidante, aumento de força muscular, porém as principais indicações são para pessoas com sintomas de inquietação ou agitação que possuem transtornos mentais. </p><p><strong>Contraindicação: </strong>Gestantes, pessoas com menos de 12 anos e cardiopatas. </p><p><strong>Posologia:</strong> Varia de acordo com o problema a ser tratado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:01:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
         <link>https://padlet.com/phortofce/hgw8a6yvb7js53fc/wish/3157738576</link>
         <description><![CDATA[<p>Coffea arabica L. Fitoterapia Brasil. Disponível em .<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/coffea-arabica#:~:text=Suas%20principais%20indica%C3%A7%C3%B5es%20s%C3%A3o%3">https://fitoterapiabrasil.com.br/planta-medicinal/coffea-arabica#:~:text=Suas%20principais%20indica%C3%A7%C3%B5es%20s%C3%A3o%3</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:01:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>Botânica</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico: </strong>Aloysia citriodora palau </p><p><strong>Nomes populares: </strong>Erva-Luisa, Lúcia-Lima, verbena limão origem: América do Sul <strong>Composição: </strong>Neral, geranial, verbascosideo, terpenos, monoterpenos, quinonas, alcaloides, flavonoides, citral, alfa-tujona, limoneno, carveol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cultivo</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Época de plantio: </strong>maio </p><p><strong>Propagação: </strong>a propagação ocorre através de estacas ou sementes. </p><p><strong>Habitat: </strong>deve ser cultivada á sol pleno, com solo profundo e boa drenagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:09:57 UTC</pubDate>
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         <title>Usos</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Parte utilizada: f</strong>olhas e flores </p><p><strong>Indicação: </strong>a erva-luisa pode ser utilizada como sedativo leve. Forma farmacêutica preferencial: Infusão. </p><p><strong>Posologia: </strong>Infusão: para uma xícara colocar 1 colher de sopa de folhas e flores , verter água quente sobre as folhas , abafar 15 min. </p><p><strong>Contraindicação/precaução: </strong>O uso prolongado pode irritar o aparelho digestivo. O óleo essencial produz uterotonicidade, por isso é contraindicado durante a gravidez. A ação irritativa sobre as mucosas contraindica seu uso nos processos de gastrite, úlceras e lesões do sistema urinário. Não utilizar durante a lactação. </p><p><strong>Interação medicamentosa ou com alimentos:</strong> não encontrado</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>phortofce</author>
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         <description><![CDATA[<p>• FREDDO, Á.R. et al. Potencial do óleo essencial de erva-luísa (|Aloysia citriodoraPalau) no controle de|Fusariumsp.|in vitro. Revista Brasileira de Plantas Medicinais [online]. 2016, v. 18, n. 2 [Acessado 23 Junho 2024], pp. 558-562. Disponível em: . ISSN 1983-084X. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/1983-084X/15_223">https://doi.org/10.1590/1983-084X/15_223</a>. </p><p>•Bahramsoltani R, Rostamiasrabadi P, Shahpiri Z, Marques AM, Rahimi R, Farzaei MH. Aloysia citrodora Paláu (Lemon verbena): A review of phytochemistry and pharmacology. J Ethnopharmacol. 2018 Aug 10;222:34- 51. doi: 10.1016/j.jep.2018.04.021. Epub 2018 Apr 23. PMID: 29698776. </p><p>• CARVALHO, A. M. RODRIGUES, M. A. Estacaria de Aloysia citrodora Palau: ensaios de enraizamento em estufa sob diferentes condições. Revista de Ciências Agrárias, 2017, 40 (Especial): P. 50-58. e 4 Acc</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-07 20:10:13 UTC</pubDate>
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