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      <title>MOBY DICK, de Herman Melville by Paty Red</title>
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      <description>TRABALHO DO PARADIDÁTICO - VALOR 2.0 PONTOS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-10 03:42:46 UTC</pubDate>
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         <title>BEM-VINDOS!!!</title>
         <author>monitoriaredmeta</author>
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         <description><![CDATA[<div>POSTEM SEUS RESUMOS. NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR O NOME DE TODOS OS PARTICIPANTES E A TURMA. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 03:48:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do 19 Capítulo do livro Moby 🤬</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno:Maydson Borges de Morais Filho<br>Turma:1°CM</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:36:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sou o Sérgio do 1c, este é o resumo do capítulo 21 do livro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:36:41 UTC</pubDate>
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         <title>Complemento do Resumo do 19 capítulo do livro Moby 🤬</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Maydson Borges de Morais Filho<br>Turma: 1° CM</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:37:55 UTC</pubDate>
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         <title>O segundo dia - Capítulo 24</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Anna Cecília, Davi Oliveira, Felipe Zanon, Vivian Monteiro e Yasmin Holanda - 1CM<br><br>Já amanhecendo, com os vigias retomando ao seus postos, Ahab perguntou-lhes se estavam vendo algo, eles disseram que não, e Ahab mandou desdobrarem as velas e continuarem procurando pela Baleia.<br>Depois que as velas foram direcionadas ao vento, eles avistaram uma Baleia novamente, na tentativa de afirmar se era Moby 🤬 ou não, eles se aproximaram em alta velocidade.<br>Em seguida, Moby 🤬 foi a primeira a atacar dando meia-volta, investindo contra os botes e atirando-se neles aumentando cada vez mais sua velocidade, Ahab começou a gritar para que fossem em direção à cabeça da fera, para evitar os movimentos de sua cauda. A baleia acabou se embaraçando nos cabos dos arpões, tendo como situação mais perigosa o comandante Ahab havendo que cortar o cabo.<br>Depois da batalha, barcos e homens desapareceram num redemoinho, logo a baleia prosseguiu sua marcha. E mesmo machucado, Ahab não desistiu e percebeu a falta de um dos seus marujos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Moby 🤬 cap 19</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>participantes do grupo: Sarah Beatriz, Ana letícia, Maria fernanda, Maydsson, Julio, sérgio, eduarda.&nbsp;<br>turma: 1C</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 22, Encontro com Raquel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Letícia, Sarah pires, Manuella, Lara, Kamilly, Maria Victória, Luiza.<br>Em rota para o sudeste, passaram por uma ilhota rochosa povoada por focas gritadoras. Viram cachalotes, porém não se abalaram, Ahad só daria ordem aos vigias quando tivesse certeza que o jato era de Moby 🤬. Os porões cheios de óleo e o olhar do comandante totalmente virado para a baleia branca - e não o óleo que contia em si.<br>Um dia, um dos vigias adormeceu e caiu no mar ao se entregar sua tarefa monótona de observar o horizonte. Imediatamente, lançaram à água o salva-vidas - um barril velho amarrado ao navio. Mas aquele mesmo barril, apodrecido pela exposição do sol, encheu-se lentamente fazendo o vigia aos poucos dentro do mar. O primeiro homem que subiu ao mastro do Pequod para procurar a baleia foi tragado pelas profundezas.<br>Agora era preciso substituir a boia perdida, e como não havia nenhum barril bastante leve, Queequeg dirigiu-se até Starbuck e sugeriu que usasse o seu ataúde como salva vidas. Por mais "assustado" Starbuck estivesse, no final essa solução terminou sendo aceita.<br>Na perseguição por moby 🤬 um dos botes que se encontravam no mar se perdeu durante a busca, e&nbsp; nele estava&nbsp; o filho do capitão. Dois dias depois,&nbsp; encontraram um outro grande baleeiro o _Raquel_ , ao aproximar-se&nbsp; o capitão&nbsp; perguntou sobre seu filho perdido e o bote, mas não recebeu notícias alguma nem ajuda para a procura.<br>Alguns dias depois, o grupo finalmente chega ao local onde houve uma luta com a baleia e Ahab perdeu sua perna. Agora que a vingança estava cada vez mais perto, o capitão estava completamente fissurado em encontrar o Moby 🤬, sempre em alerta com qualquer movimentação no mar. Quase uma semana depois de ter encontrado Raquel, Ahab acordou em uma madrugada e mesmo com sono se recostou à amurada observando a linda paisagem marinha, até que avista um cachalote e alerta os marinheiros ao redor. Quando o dia clareou, não havia nada além do grande e liso mar. Ahab não confiava totalmente nos tripulantes, mas afirmou que ele verá o Moby 🤬 primeiro e que conseguirá a moeda de ouro. Assim ele teceu um tipo de cesto e ordenou q o içassem na polia de mastreação que acabará de mandar instalar. Enquanto vigiava, um falcão, dando voltas em sua cabeça, arrancou o chapéu do comandante e o levou para o imenso céu.<br>Mais dois dias passaram e o sopro de Moby 🤬 ainda não havia sido descoberto. Durante a rota, Ahab tinha um arpão que supostamente colocaria um fim na vida da baleia branca, porém, não foi bem o que aconteceu, ele foi subestimado, e no final, ainda não conseguiu conquistar sua honra.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-10 13:47:16 UTC</pubDate>
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         <title>Moby 🤬: capítulo 26 O salvamento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Henzo Mateus Felício Sales; Turma: 1cm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cap 24, Eduarda Borges de Souza, 1C.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1509281837</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao amanhecer Ahab foi a toda velocidade procurar Moby 🤬 "deixando atrás de si um sulco profundo e espumejante".<br>"Todos vimos a baleia erguer-se nos ares" formando uma uma montanha de gelo que rapidamente se desfez em névoa. Ahab que já deixava seu arpão pronto pra atirar, inquietamente torcia para que o " demônio" saltasse.&nbsp;<br>Segundos depois Ahab ordena que os marujos entrem nos botes, "com o se fossem impulsionandos por loucos furiosos" correm aos botes.&nbsp;<br>Moby 🤬&nbsp; furiosamente vai&nbsp; ao encontro dos tripulantes e Ahab cada vez mais inquieto da ordens para capturar o animal, rapidamente a baleia se joga contra os pequenos barcos, mas 🤬 preso entre as cordas do arpão fazendo que barcos e tripulantes desaparecessem no imenso azul do mar.&nbsp;<br>Quando o estrago já era grande, o grande animal seguiu seu caminho em meio aos destroços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 14:15:56 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno: Pedro Gustavo Moraes de Melo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiro ano C</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda Borges de Souza, 1C/Cap 24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1513760835</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao amanhecer Ahab foi a toda velocidade procurar Moby 🤬 "deixando atrás de si um sulco profundo e espumejante".<br>"Todos vimos a baleia erguer-se nos ares" formando uma uma montanha de gelo que rapidamente se desfez em névoa. Ahab que já deixava seu arpão pronto pra atirar, inquietamente torcia para que o " demônio" saltasse.&nbsp;<br>Segundos depois, Ahab ordena que os marujos entrem nos botes, "com o se fossem impulsionandos por loucos furiosos" correm aos botes.&nbsp;<br>Moby 🤬&nbsp; furiosamente vai&nbsp; ao encontro dos tripulantes e Ahab cada vez mais inquieto da ordens para capturar o animal, rapidamente a baleia se joga contra os pequenos barcos, mas 🤬 preso entre as cordas do arpão fazendo que barcos e tripulantes desaparecessem no imenso azul do mar.&nbsp;<br>Quando o estrago já era grande, o grande animal seguiu seu caminho em meio aos destroços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah torres, Julio Oliveira, Hanna, Amanda, Lathifa.  1c</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os vigias retomarem seu postos, ninguém viu nada, Pequod lançou-se no rastro da baleia ouviu- se gritos dizendo que ela está vindo em linha reta com a proa ( parte dianteira da embarcação) depois de um tempo ela saltou ele exclamou que mataria Moby 🤬 (Ahab), ela volta sendo a primeira a atacar,ele utilizou uma técnica que não teve efeito desejado, e então ela avançou contra os botes, Moby 🤬 se enrolou nos arpões puxando 3 botes.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O capitão perdeu seu arpão e sua perna foi danificada, e convenceu a tripulação a atacar novamente, não achando a baleia resolveram mudar o rumo, ao avistar, o capitão e Starburks se despedem,&nbsp; ela atacou as três canoas e só restou uma, a de ahab, Moby 🤬 saiu do campo de batalha.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Capitão o perseguiu e acertou um arpão, dois conseguiram se safar e um afundou a baleia então saltou contra o navios, Ahab foi arrastado ao fundo do mar, o navio então afundou e, por fim, de todos os tripulantes apenas um se salvou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:23:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1513876841</link>
         <description><![CDATA[<div>Melissa luiza 1c</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 15:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 6 Moby 🤬 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ALUNAS: Amanda Longuin, Luiza Camargo, Maria Eduarda Gomes, Maria Eduarda Barbary e Maria Clara Rodrigues.<br></strong><br></div><div><strong>Após Ahab se recolher, as danças permaneceram ate mais tarde, naquela noite silenciosa o único barulho que restava era da escora. Os marinheiros dormiram uns em cima dos outros na ponte, apenas Starbuck estava acordado, porém volta e meia um marinheiro gritava: “Morra, Moby 🤬”. Foi por volta de três horas da madrugada que o marinheiro ouviu um retorno do seu grito de guerra, Starbuck tremeu, foi procurar de onde poderia surgir aquele grito e detectou do fundo do navio. Se aproximou dos restantes dos marinheiros e perguntou se também haviam ouvido o ruído, ninguém ouviu nada. Ele continuou pensativo pois ninguém além dele ouvira o som, mas o capitão insistiu dizendo-lhes que o barulho era demoníaco. Não estou louco, nem estou sonhando, tem alguém no porão, pensava o capitão. Quando ele foi pro seu camarote teve a certeza que convencera seus homens a jurar morte a Moby 🤬. Mas ele não se sentia tranquilo, não até matar a baleia. Starbuck achava que não era justo abandonar o principal objetivo do cruzeiro só pra cumprir uma vingança pessoal que Pequod tinha, e que Peleg e Bildad não ficariam gostariam se Pequod chegasse em Nantucket com os barris de óleo vazios. E Pequod cogitou em deixar seus homens livres para matar as baleias, porque assim ele teria bastante óleo. Então Aham toda noite examinava seus mapas, afim de achar o ponto exato onde executaria a sua vingança. Quando era preciso, examinava seu livro de bordo, onde estava registrado onde havia matados baleias cachalotes.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 16:00:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amanda Beatriz, Anthony Jinkings, Isis Albuquerque e Ana Alice Teixeira; 1BM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1514191838</link>
         <description><![CDATA[<div>Os marinheiros encontravam-se no navio, na esperança de que a cachalote fosse dar as caras. Cansados de esperar, resolveram tirar um cochilo e, de repente, se assustam com a aparição inesperada do animal.&nbsp;<br><br>Os navegantes estavam desesperados, mas logo se preparam, em silêncio, para a captura da cachalote, que vinha a atacar com fortes esguichos. Antes que fosse muito tarde, os marítimos resolveram atacar com tudo que tinham antes que o animal viesse atacar e a missão falhasse.&nbsp;<br><br>A missão foi concluída com sucesso. O monstro, finalmente, estava morto após sofrer diversas convulsões e ser atingida no coração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 16:32:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Lorenzo, Felipe Duarte, Paulo vitor, Lucas frari  1AM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1514396941</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Os vigias recebem a noticia de ahab que aquele que anunciar a vista da baleia branca conhecida como Moby 🤬 recebera uma moeda de ouro e todos ficam entusiasmandos com a notícia e vão atrás da baleia. após terem visto a baleia, ficaram comentando sobre o tamanho e dando características para ela, alguns dos marinheiros com muito medo dela pois descobriram que não eram apenas lendas&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-11 17:12:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eyshila Dallety e Thainá Marinheiro; 1°B /Moby 🤬/
Capítulo 16 - Encontro com o &quot; Virgem”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Navegando pela suave brisa do Índico, velejando para leste a fim de chegar ao Pacífico, eles têm um encontro com navio alemão nomeado de "virgem". O capitão Derick (do "virgem") falou com o capitão Ahab, e logo este perguntou sobre Moby 🤬, mas o alemão, como deu a entender em suas respostas, era leigo acerca da baleia branca.&nbsp;<br>Após esse diálogo pouco satisfatório para Ahab, o capitão Derick pediu um pouco de óleo para iluminar à noite o seu camarote e a sala onde jantava, falou que há mais de dois anos não conseguia apanhar nem um peixe voador e agora se achava com as reservas completamente esgotadas. Após Derick pegar o seu pedido afastou-se sem dizer uma só palavra de agradecimento e mal chegou ao seu barco os vigias de ambos os navios puseram-se a gritar anunciando a presença de um bando de baleias. Num instante todos do virgem estavam na água e Ahab ordenou que suas quatro Canoas fossem lançadas imediatamente em perseguição aos cachalotes. Eram sete embarcações as quatro do "Pequod" (capitão Ahab) e as três do "virgem" (capitão Derick). Enquanto a tribulação do "Pequod" remava com ardor, insultavam uns aos outros mutuamente, cada grupo em seu idioma. Todos concentrados na perseguição da velha baleia que parecia enferma e cansada, após alguns minutos o capitão Derick vendo que ia perder a corrida ordenou que seus arpoadores a tirassem os arpões de qualquer maneira. Antecedendo se a qualquer ordem os arpoadores do "Pequod"arremessaram seus dardos que passaram assobiando aos poucos metros da cabeça do alemão e se cravaram no costado da baleia. Alcançada simultaneamente por três arpões a baleia lançou-se para frente no esforço excepcional mas a corrida durou apenas alguns minutos pois logo em seguida o monstro parou e começou a se debater perigosamente. Fugindo aos seus estertores, uma das baleeiras da tripulação de Ahab chocou-se brutalmente com o bote no qual se achava o comandante alemão atirando ao mar com todos os seus remadores. Depois de salvo Derick voltou ao virgem com os dois botes restantes enquanto o pessoal de Ahab matava baleia e a rebocava para seu navio.<br>Enquanto todos os tripulantes do "Pequod" riam felizes pela conquista e pela vitória o comandante Derick passou pelo comandante Ahab e gritou "Um dia nos encontraremos de novo! E, quando isso acontecer, faço votos para que vocês estejam em dificuldades! Eu é que vou rir! Passarei por longe, sem prestar Socorro, mesmo que vocês estejam sendo arrastados pela terrível Moby 🤬!" Quando Ahab ouviu essa maldição estremeceu e o sorriso zombeteiro desapareceu de seus lábios, a tripulação viu que ele respondeu mas o vento levou as suas palavras para longe dos ouvidos deles.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-11 17:30:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 17:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo - Capítulos 1 e 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1A<br>Alunos: Matheus Evangelista;<br>Luan Maia;<br>Bernardo Amorim;<br>João Ribeiro;<br>Anna Clara.<br><br>Moby 🤬 – Capítulo 1<br><br>A história inicia com Ismael, um homem apaixonado pelos mares e oceanos, que possuía o desejo de viajar para conhecer lugares novos e, com isso embarca numa jornada que resultaria na caça de uma baleia.<br>Em New Bedford ele 🤬 à procura de um local para ficar e encontra um pequeno estabelecimento, o estado do velho casarão era lastimável e situava-se em um ponto miserável, o dono da hospedaria, um homenzinho seco, sentado a traz do balcão, servia monotonamente bebida aos marinheiros, o mesmo lhe disse que a casa estava cheia, porém tal dono ofereceu um quarto dividido com um arpoador, Ismael aceitou a ideia sem nenhum entusiasmo e pediu algo para comer, já que estava morrendo de fome, sendo que a ceia foi razoável: carne, batatas e pudim.<br>O arpoador, após um longo tempo, chega ao quarto com uma vela e uma cabeça que não conseguira vender durante o dia, os aspectos físicos e a profissão do tal homem assustava Ismael, seu medo foi tanto que não teve coragem de cumprimentá-lo e explicar a situação.&nbsp;<br>Um pensamento passou na cabeça de Ismael de que talvez fosse melhor dormir com um canibal sóbrio do que um cristão bêbado. O canibal apagou o cachimbo docilmente e Ismael deitou-se ao seu lado. Acabou sendo uma das melhores noites de Ismael.<br>ALUNOS: Matheus Evangelista e Luan Maia.<br><br>Capítulo 4<br>O Pequod zarpou no mesmo dia do Natal, nos levando de encontro ao mar Atlântico com um clima de intenso frio no começo, mas que se tornou suportável a medida em que avançamos para o sul. Ao conviver com aqueles marinheiros, conheci toda tripulação e descobri que as principais manobras do navio eram dirigidas pelos três imediatos: Starbuck, Stubb e Flask.<br>&nbsp; &nbsp; Ouvi rumores sobre o capitão Ahab mas eu não havia o visto ainda, até que numa manhã menos fria, quando fui responder a chamada da manhã, vi o capitão de pé no castelo da popa com o olhar fixo no horizonte e exalando um ar intimidador. Daquele dia em diante víamos o capitão Ahab todos os dias, após observa-lo por um tempo descobri por que o chão do navio era todo furado com ofícios de 1,5 centímetro. A razão disso era a perna feita de osso do capitão que andava com certa dificuldade, procurando encaixar sua perna nos buracos para ter um bom apoio.<br>&nbsp; &nbsp; As noites no Pequod eram silenciosas mas certa noite o capitão Ahab estava inquieto na ponte com um andar agitado que fez com Stubb se aborrecesse e fosse questionar o capitão, nesse momento Stubb foi fuzilado com um olhar de ódio vindo do capitão que gritou expulsando Stub:<br>&nbsp;- Volte pra sua cova , seu imundo! Para baixo Cachorro!<br>-Não posso aceitar ser chamado de cachorro! - Insistia stubb<br>Ahab, enfurecido, avançou pra cima de Stubb, que mesmo sem temer o perigo mais diabólico, se rendeu, deixando o local somente com uma batida forte de portas.<br>Ahab, depois do incidente, murmurava sobre a vida, e olhando perdidamente o horizonte, o qual estava se despedindo tão brutalmente.<br>No dia seguinte, o comissário Dough Boy chama para o almoço, lá, guardavam os rancores e brigas pessoais para depois da refeição.<br>Todos esperaram para que o capitão os servisse, já que ele não consentia que ninguém passasse por cima de sua autoridade, ninguém se atrevia a se servir pessoalmente.<br>Quando os oficiais acabavam de comer, era a vez dos arpoadores, os quais, diferente dos oficiais, comiam fazendo algazarras e ruídos, Queequeg e Tashtego tinham um apetite enorme, e quando a carne custava a chegar, ameaçavam Dough Boy com uma faca, com gestos expressando degolamento.<br>Quando todos terminavam a refeição, iam para a ponte, onde passavam o resto do dia digerindo a comida.<br>No final do dia, só restavam o timoneiro e Ahab, o qual apontava a direção do leme, aproveitando o vento favorável.<br>Se percebia em Ahab, sinistros projetos de vingança contra um monstro imponderável e incerto, e assim Pequad rumava para o seu destino.<br>Alunos: João Ribeiro, Bernardo Amorim e Anna Clara.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-11 17:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo - Capítulo 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1A - Alunos: Rodrigo de Almeida, Lívia Giovanna, Yasmin Souza, Gabriel Valente.<br><br>Queequeg, que viria ser amigo de Ismael, andava com um arpão, tal qual levava para todos os lugares certo dia Ismael acordou e Queequeg estava em cima dele. Ao andar pela cidade, Ismael encontra Queequeg, onde lá se apresentou oficialmente pra Ismael e fez uma "cerimônia" de amizade. A simplicidade selvagem de Queequeg, impressionava Ismael. E Ismael teve a prova da bondade de Queequeg, quando ele dividiu seus 30 dólares com Ismael.<br>Queequeg contou que era de Kokovoko e desde pequeno tinha interesse de conhecer a terra dos cristãos, então um dia embarcou clandestinamente em um barco e foi parar em um vilarejo habitado exclusivamente por pescadores. Quando conseguiu um emprego de arpoador, passou a participar de inúmeras viagens de pesca Baleeira.<br>Ismael e Queequeg, certo dia embarcaram para Nantucket, lá comeram ótimos guisados de peixe. A dona da Taverna guiou eles para o quarto, onde antes de dormir Queequeg fez uma cerimônia e ofereceu ao seu deus, Ismael, sabendo que não adiantaria falar nada, ignorou e foi dormir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 17:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>RESUMO - CAPÍTULO 14</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cap 14&nbsp; André Luiz, Luiz Henrique, Rogério Andrade e Victor Hugo&nbsp; 1BMW&nbsp;<br><br>Dois navios se separaram do para o protagonista, assim fazendo o retorno do trabalho interrompido. No fundo do porão um grupo de marinheiro cortavam o corpo da baleia em tiras, a transformando em uma espécie de caldo grosso amarelado. Na popa outro pequeno grupo de marinheiros se ocuparam em desossar a cabeça, já Queequeg e Tashtego se dedicaram a arrancar os 42 dentes do cachalote. Sem nada o que fazer o protagonista ia de um lado ao outro&nbsp; observando o trabalho de outros marinheiro a fim de aprender uma melhor maneira de realiza-los. Como todos os navios de Nantucket ,o Pequod possuia o necessário para transformar o óleo das baleia capturadas, dois&nbsp; marinheiros com auxílio de dois pesados pedaços de madeira enchiam o recipiente de ferro que saiam para os barris de óleos destinados às lanternas e lampiões&nbsp; de todos os lugares do mundo,l. A baleia, portanto fornecia o seu próprio combustível. O trabalho prosseguiu pela noite, com as turmas de revezamento na Câmara de gordura, alguns marinheiros com seus rostos avermelhados pelas chamas do fogãoiam de um porao para o outro, rolando os barris vazios pelo assoalho, com o intuitos de enchê-los de azeite ainda quente e depois empilhá-los de maneira correta.<br>Quando nada mais havia para derreter, recolheram as cinzas e, misturando-as a um pouco de óleo não de todo frio, obtendo com elas poderosas lixas, nas quais nao resistiram a sujeira recebida naquelas ultimas horas. Em seguida, trataram limpar seus corpos, que estevam cobertos pof uma densa e acre camada de gordura. Já limpo eles tivetam direito a boas refeição e a vários goles de rum, quando acabaram poderam repousar em suas macas. No dia seguinte na hora do almoço os vigas dos mastros anunciadam a presença de baleias à frente do Pequod. Minutos mais tarde eles remavam vigorosamente na direção das sombras escuras que se moviam na superfície. Por ter olhos pequenos as baleias nao enxergavam a aproximação do inimigo. Atacando uma balei avistaram que no corpo dela havia um antigo arpão, assim surpreendendo os marinheiros, porem continuaram a sua tentativa com seu bote correndo velozmenta acabaram sendo&nbsp; surpreendendidos com a corda que se afroxou e a baleia subiu para respirar. A baleia tinha apenas buracos vazios&nbsp; nos olhos deixando o protagonista&nbsp; a dúvida o que teria acontecido com ela, assim percebendo a sua cegueira golpeou e corrou a corda que prendia a canoa.<br>Eles ficaram paralisados, apos esse episódio incomum voltaram para a refeição, Tashtego besuntou uma nova corda e prendeu seu arpão recém-fabricado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 17:53:32 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo Moby 🤬 capítulo 11 e 15</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No capítulo 11, “A primeira ceia”, houve o retorno dos botes,&nbsp; junto a baleia a qual carregavam, ao navio Pequod, guisados por lâmpadas penduradas nas cordas dos mastaréus Ahalo, o capitão, continuava a se atormentar por conta do Moby 🤬 ainda está vivo, e parecia não se importar com quantas baleias fossem mortas se uma delas não fosse a grande baleia branca.&nbsp;<br>A baleia morta foi presa no barco, a cauda na popa e a cabeça a proa. Stubb, se encontrava inquieto, em razão do seu desejo por seu prato favorito, carne de baleia, então pediu que daggo preparasse e servisse a ele.&nbsp;<br>Stubb não foi o único a desfrutar da baleia aquela noite, em segundo vários tubarões começaram a se agitar ao redor do animal morto e em pouco tempo o corpo do monstro estava marcado por centenas de crateras.&nbsp;<br>Logo temos a descrição do tubarão que chegar a ser perturbadora, a ponto de comparar, a sua mordida, com a cavidade feita por um carpinteiro, embora não seja raro vê-los reunidos cardumes, afinal passar o dia a dia em um navio baleeiro onde é liberado muitos rastros de sangue chega a ser comparável a um imã.<br>&nbsp;Após a colocação sobre o animal marinho, Stubb chamou o Velho Flecee ditando: “Velho Flecee, estás ouvindo o ruído dos tubarões devorando a baleia?. Anda vai dizer a esse diabos que podem comê-la a vontade , mas sem fazer tamanha algazarra”. Em seguida o Velho dialoga com os animalescos dizendo que o chefe está “danado” com eles, Stubb chega próximo a o seu cozinheiro e o corrige dando um tapa em seu ombro, assim o cozinheiro conversa novamente com os animais só que desta vez de forma delicada e educada.&nbsp;<br>Após este discurso educado, o Velho se irrita é diz ao senhor S que eles devem comer até se afogar, e assim desistem, ao final o Negro grita com os donos da algazarra e em seguida deseja boa noite ao seu parceiro dizendo o que quer de almoço para o dia seguinte.<br><br><br><br><br>Capítulo 15:<br>Alguns dias depois do acontecimento da baleia cega, os vigias viram cachalotes nas águas do oceano Índico. Era um grupo numeroso,sem esperar, Flask e Stubb desceram suas baaleiras para o mar. Com isso o que houve em seguida foi narrado aos gritos pelos vigias. No início eles pensavam que estava apenas uma confusão na zona da pesca, depois ficaram sabendo que as cordas das duas canoas acabaram de enredar-se, ambos puxado por uma baleia. Como acontecera com o animal cego, estava avançando diretamente para o navio, de frente com os botes que estavam em risco de se despedaçar, e com isso gritaram<br>&nbsp;-cortem a corda! Cortem a corda! Gritaram da amurada. E milagrosamente a baleia mergulhou sob a proa do barco. Após isso foram iniciados os trabalhos de corte só que em alto ritmo pois havia um número excepcional de tubarões que avançaram para abocanhar a baleia recém capturada. Mesmo sem a mandíbula inferior a cabeça da primeira baleia caçada por Stubb ainda estava pendurada.<br><br>A cabeça da baleia divide-se em duas partes principais: A inferior e a superior. Tashtego foi o encarregado de recolher a preciosa gordura. Ele subiu na cabeça da baleia e a abriu, coletando a substância até encher o tonel. Mas o selvagem caiu de cabeça pra baixo dentro do tonel e os perderam de vista. Em meio ao caos, Daggo, ordenou que içassem juntamente do balde, até a 🤬 que sustentava aquele pedaço agora transformado em sepultura. Porém, um dos ganchos que segurava a cabeça da baleia, soltou-se, fazendo com que Pequod caísse e estremecesse como pedra. Enquanto daggo tentava se equilibrar na 🤬, tashtego ia afundando cada vez mais. Tirando a roupa com rapidez, Queequeg pulou na água com intuito de salvar seu amigo. Pouco tempo depois, os dois estavam a salvos. Queequeg lutou com uma mão contra a onda, enquanto segurava com a outra o cabelo do índio. Depois do ocorrido, Queequeg contou a tashtego o que fizeram para salvar sua vida. Mergulhando a procura da cabeça que afundava lentamente, encontraram uma perna de tashtego, porém demoraria para puxar ele pela perna, então optaram por puxar pelo cabelo.&nbsp;<br>Queequeg foi felicitado pelos oficiais. O próprio Ahab, do seu jeito seco, o elogiou. Mas o selvagem não pareceu muito animado com seu êxito. Para ele era como uma espécie de rotina, nada fora do comum.<br><br>Grupo: Matheus Marcel, Danyele Cabreiro Lima, João Guilherme e Luiz Diego. 1BM</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-11 17:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunas : Anna Rebeca, Ana Luiza, Hellen, Giovanna, Carla Victória.<br>Turma: 1AM &nbsp;<br>Em uma viagem no barco Pequod , os amigos Queequeg e Ismael estavam espenhados em fazer uma rede de espadas, quando avistaram finalmente as baleias, os tripulantes se apressaram para alcançar os cachalotes (nome dado a espécie) e se dividiram em dois grupo. Uns embarcam nos escalares ,outros ficam no navio. Afinal iam todos embarcar nos escalares, quando cinco homens mistériosos e estranhos surgiram a bordo inesperadamente e com muita rapidez afrouxaram as amarras da embarcação surpreendendo a tripulação, mas continuaram com a caça lançando as baleeiras ao mar e remavam sem parar e com força, os cachalotes sentiam a perseguição e separavam-se uns dos outros. Ouviram um ruído enorme e avistaram um monstro(baleia) nadando sobre a água, era a chance perfeita, mas sentiram um impulso vindo de trás e se viram praticamente sentados dentro do mar ,submersos,&nbsp; a baleia conseguio escapar . Encharcados e com frio nada podiam fazer. Logo depois um barulho assustador chegou perto, e se jogaram em alto mar, avistando o barco Pequot novamente puderam se salvar. A pesca não deu certo e assim passaram vários dias elaborando planos para futuras caçadas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 18:14:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resumo do Capítulo 9</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>UM DRAMA DO MAR&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 1°BM</div><div>*Maria Vitória (Feitoza)*</div><div>*Isadora Zaffonato*</div><div>*Carla Cristina*</div><div>*Brenda Selhorst*</div><div><br></div><div>*(Carla Cristina/ pag. 91 a 93)* A Sudeste do cabo, quando navegávamos ao largo das longínquas ilhas de Crozet, surgiu uma vela no horizonte. Pouco a pouco o navio se aproximou, e pudemos ler o nome em seu casco: o Albatroz. Nos mastros tinham vigias, que gritaram quando nos avistaram. No navio, notamos os estragos do sol e da chuva em seu dorso. Talvez saiu da sua origem há vários anos e iniciava a viagem de volta. Sua tripulação se agrupara na amurada que dava para Pequod, tinha um aspecto miserável: barbas enormes e rudes, as roupas em molambos. Ahab, gritou: - Viram a baleia branca?</div><div>O comandante do Albatroz levou o porta-voz á boca para responder, mas um movimento desajeitado fez com que um instrumento caísse dentro da água. Tentou explicar alguma coisa, mas não era ouvido. -Siga em frente! Conserve o Pequod nesta rota.</div><div>Mal acabara de dar a ordem e outras velas surgiram no horizonte. Ahab ficou mais nervoso: ele queria a todo custo, informações de sua baleia branca; sabia que não dariam combate ao&nbsp; monstro dos mares, mas era possível que um deles a tivesse assinalado em algum local. O cabo da Boa Esperança é uma vasta porção de mar, uma encruzilhada que se encontram navios de toda parte. Aproximou-se o barco. Eu dirigia um dos mastros e pude ler o nome: Town-Ho. Na sua tripulação tinham polinésios. Para evitar confusões, Ahab, desceu um escaler, e nele embarcamos Ahab, Fedallah, Tastego, Queequeg e eu. A tripulação esbarrou diante de um homem tão teimoso quanto Ahab. Sabendo que a zona era propícia a pesca, o comandante do Town- Ho negou a dirigir-se para o porto mais próximo a fim de reparar o necessário. O barco prosseguiu viagem, com os marinheiros em maior número, revezando-se nas bombas que devolviam ao mar a água que entravam pelos porões. Uma tarefa que durava o dia e a noite. As baleias, não apareciam. Após muitos dias, o comandante alarmou-se com o volume de água que ameaçava o navio e decidiu mudar de rota, em busca de uma ilha para refúgio. Contava, com os homens no manejo das bombas. Tudo terminaria bem se não tivesse surgido um desentendimento entre dois de seus imediatos, cujos nomes eram Radney e Stelkit.</div><div>*(Isadora Zaffonato/ pag. 93 a 96)* Na proximidades uma briga, os homens pararam de manejar as bombas, mas Radney insulto-os&nbsp; mandando que recomeçassem o trabalho. Passando um tempo, retomou-se a briga, mas agora em um tom pior.</div><div>Radney ordenou que Stelki deveria lavar o chão da ponte. Logo se recusou pois era tão oficial quanto outro. A situação não ficou muito boa e por pouco não houve sangue. Em seguida Radney avançou contra Stelki, mas não houve nada porque alguns homens o agarraram.</div><div>Já com o conflito generalizado, apareceu o comandante, de arma em punho, quando deu um grito ordenando para que parassem as bombas e avisando que, se não voltassem a trabalhar iria botar todos em ferro.</div><div>Os homens então recomeçaram os trabalhos mas Stolki ainda desejava se vingar de Radney. Pegou então um pedaço de pau e avançou contra seu amigo, onde o mesmo estava distraído, quando estava prestes a bater, um dos vigias avistou uma baleia. Era Moby 🤬. Ao avistar aquele monstro de testa branca, todos se dirigiram aos escalares e imediatamente quatro embarcações foram lançadas ao mar. Radney então, o mais afoito se postara na proa de um dos barcos e dera ordens a seus homens para que se dirigissem em direção ao corpo do monstro. A ordem assim foi executada, mas, ao se aproximar da baleia, houve em acidente no qual Radney perdeu o equilíbrio e caiu na água espumejante. Em alguns segundos ainda se conseguia lhe ver nadando, tentando se afastar, mas a baleia voltou. Sendo assim, o animal o agarrou e mergulhou. Até que surgiu em sua boca, um trapo de pano vermelho; era um pedaço da camisa de Radney. E com isso, ela sumira no horizonte.</div><div>Depois dessa "aventura", continuara sua corrida em busca de porto. A tripulação ficou aterrorizada e não quiseram mais saber de caçar Moby 🤬; Principalmente Stelki pois a baleia já o vingara.</div><div>Ahab então, não se interessou nos detalhes, logo reuniu sua tripulação na ponte onde fez suas terríveis prédicas, onde basicamente desejava se vingar desse tal monstro.</div><div>&nbsp;Logo tomaram o rumo e foram para longe das ilhas Crozet, quando de repente, entraram nos&nbsp; vastos campos de brit, uma substância amarela na qual é dela que as baleias se alimentam, mas avistaram apenas cachalotes. Certa manhã, ouviram um grito de Daggoo, e logo sabiam que aquele grito representava a presença de algum monstro. Viram então uma massa branca, uma coisa qualquer; não era uma baleia, mas mesmo assim Daggoo gritava que era Moby 🤬.</div><div>Ahab correra então, custou um pouco até se decidir mas algo em seu instinto o alertava. E assim então começava uma perseguição a uma coisa.</div><div>A caça prosseguia, e aproximavam-vos do monstro. A massa branca reapareceu, ficaram deslumbrados e aterrorizados com o que viram, o espetáculo mais fenomenal que o oceano pudera oferecer aos seres humanos.</div><div>*(Brenda Selhorst/ pag. 97 e 98)*</div><div>O espetáculo mais fenomenal que o oceano já teve oportunidade de oferecer a seres humanos. Uma enorme massa, feita de polpa branca, de várias centenas de metros , alva como um creme de leite, flutuava no oceano, metade nuvem, metade espuma. Inúmeros braços, muito compridos, irradiavam-se de seu centro, ondulante e se contorcendo, como um bando de cegos que estendessem confusamente as mãos para agarrar tudo ao seu alcance. Era massa informe apenas e parecia ser a mais inverossímil criação da natureza ouvimos um surdo ruído de sucção e a massa desapareceu de novo. Starbuck, que olhava as águas com olhos atônitos, foi o primeiro a dizer alguma coisa: -Preferia ter encontrado Moby 🤬 e lutado com ela sozinho a encontrá-lo de novo, fantasma branco. -O que é aquilo,- perguntou flask. É o grande squid vivo, uma aparição que poucos pescadores vivos podem afirmar ter visto um dia! Quem o vê nunca volta à terra informou Starbuck. Todos o acompanhamos, em silêncio. Muitos marinheiros tinham a mesma impressão de starbuck. Associavam suas lendas e superstições a aparição daquele monstro branco ponto e quase todos consideravam a aparição como mau agouro. Os raros pescadores que tiveram o privilégio de ver aquele mesmo espetáculo nunca tiveram certeza de sua forma verdadeira natureza consta que é a coisa mais Espetacular do Oceano e se constitui no único alimento dos cachalotes como todos sabem, as baleias alimentam-se a superfície da água e qualquer pescador já.</div><div>Viu diversas delas correndo os mares, de boca aberta, devorando tudo o que encontram pela frente. Uma coisa é certa: quando perseguido e ferido pelos peões, o cachalote costuma vomitar o que comeu. O cachalote, ao contrário das outras espécies de baleia, possui dentes e consegue arrancar aquele tipo de alimento. Tratamos de verificar os arpões e as cordas, as cordas parecem ser mágicas, quando são apenas horríveis, originalmente, eram feitas de cânhamo mergulhado em alcatrão. À primeira vista, ela parece frágil, pois não tem mais de 1,5 centímetros de espessura, mas sabe-se que cada um de seus 51 fios pode suportar 50 quilos. No momento da caçada, ela 🤬 enrolada em círculos concêntricos num caixote de madeira na popa da canoa.&nbsp;</div><div>*(Maria Vitória (Feitoza)/ pag. 99 e 100)* Qualquer acidente pode provocar o despedaçamento do barco, por isso que todos os dias os marinheiros verificam se cada escaler tem o seu rolo de cordas em bom estado. O detalhe mais importante são as pontas da corda. De um lado, 🤬 a argola que se prenderá ao arpão, o qual será desfechado contra o corpo monstro. Na outra ponta, outra argola para servir de ponto de união em caso de perigo: amarra-se a corda de uma baleeira a outra, obtendo-se assim a segurança geral. A corda amarrada a três ou mais barcos, os pontos de resistência são bem maiores e mais facilmente se impede que a presa atinja as profundidades, o que levaria a tripulação a um mergulho fatal. Além disso, em cada barco, a corda passa através de tambores de madeira, ao longo de toda a amurada, de forma a permitir que cada remador fique preso a ela. Isso faz com que, no momento do perigo, todos participem realmente da sua caçada, pois o empurrão que o monstro desfere ao ser atingido provoca um tremendo impacto na carne de todos. É preciso estar habituado ao perigo e, sobretudo, desprezar muito a própria vida para suportar aquele estrangulamento que pode ser apenas o primeiro passo para o afogamento e a morte.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 18:22:27 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do capítulo 12 1BM Ana Luiza, Maria vitória wolter, rafhael ruiz e Ana Clara </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos mares do sul, quando o trabalho é de capturar um cachalote termina em hora avançada da noite.Essa tarefa exige mais tempo e maior empenho da tripulação.Afugentar os cachalotes é melhor com a ajuda das afiadas lanças. Stubb Mandou aumentar a iluminação e baixar os andaimes, ordenou então que três homens se arrumassem tendo início o interminável massacre dos tubarões.<br>A matança durou até o alvorecer, raros&nbsp; sobreviventes afastaram se deixando para traz os inúmeros cadáveres. A primeira providência para o corte foi baixar o andaime, a extremidade do cabo foi&nbsp; enrolado em torno do cilindro do cabrestarte . Suspendendo se sobre a baleia um enorme ganelho.&nbsp;<br>Armado de comprida pá, um marinheiro aproximou-se da amadura para preparar se para captar a baleia. Trata-se de um trabalho complicado. Todo corpo da baleia envolvido por uma camada de banha. aqui lhe permite viver em águas muito frias. Retirando a camada de gordura,Pra mim o primeiro gancho é preso a extremidade da espiral, que outro coloreste leva para o fundo de um grande porão vazio.<br>Estava terminando o trabalho do corte, o corpo decapitado da baleia ainda que tenha cor não perdeu muito volume.<br>Agora que a carniça se afaste do&nbsp; navio e seja envolvida pelo cardume de incansáveis tubarões.<br>Durante horas pudemos ver o horrível espetáculo, um triste funeral para uma rainha do oceano.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-11 18:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do capítulo 13 1BM. Rhanna, Kethely, Fernanda, Cibely e Helena</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No início do capítulo, o comandante Ahab apanhou a pá de corte e começou a gritar e bater na cabeça de uma baleia, alegando vingança e que nada disso bastava, pois o que realmente desejava era a cabeça de Moby 🤬 para vingar todo o mal que a mesma lhe fez.&nbsp;<br>Ahab estava realizando um juramento de que mataria Moby 🤬, quando o vigia gritou “Navio á vista, navio à vista!” e um momento depois, descobriu-se que o navio se chamava Jeroboão. Passando algum tempo, Jeroboão emparelhou-se ao Pequod e um bote foi arriado com vários tripulantes, mas estes se recusaram a ir a bordo, pois uma epidemia tinha se irrompido em seu barco e não queriam contaminar ninguém. Ahab perguntou ao homem que comandava o bote se ele tinha visto a baleia branca, o homem afirmou e disse que ela tinha matado um de seus oficiais.<br>Após ter contado sobre o ocorrido, Jeroboão perguntou à Ahab se ele pretendia caçar Moby 🤬, Ahab disse que sim e o capitão o aconselhou a evitar a baleia, mas Ahab rugiu e afastou-se da armadura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 20:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo capítulo 18 1BM. Rhanna, Kethely, Fernanda, Cibely e Helena.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Após duas ou três semanas navegando em mar calmo, Stubb e Ahab começaram a desconfiar da presença de cachalotes próximos a eles, devido ao forte odor que as mesmas exalavam. Isso foi confirmado com a aparição do sol, afinal os marinheiros passavam por um grande nevoeiro, o qual dificultava suas visões.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Pequod se aproximou dos cachalotes, porém são pegos de surpresa ao encontrarem uma outra navegação, a Botão de Rosa que era um navio francês. Então Stubb, na intenção de enganar os tripulantes, se comunica com o primeiro-piloto, que era o único dali que falava inglês, e 🤬 para que informasse o capitão francês de que ele iria envenenar todo o oceano se continuasse a rebocar as carcaças das baleias.<br>&nbsp; &nbsp;Com isso Stubb fez com que a navegação Botão de Rosa se retirasse do local, conseguindo assim extrair da baleia as riquezas que os franceses estavam atrás. Ele encontra uma boa quantidade do famoso âmbar cinzento, ultilizado em perfumarias para fixação de loções, o que lhe renderia&nbsp; pelo menos uns quinhentos dólares e guarda para vender quando acabasse as navegações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 20:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo Moby 🤬 - capítulos 3 e 8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1A</div><div>-Alícia&nbsp;</div><div>-Vitória</div><div>-Heloísa</div><div>-Hassan</div><div><br></div><div>CAPÍTULO 3</div><div><br></div><div>O terceiro capítulo se passa em volta de Ismael, a pedido de Iojo, procurando trabalho em algum navio. Ismael anda até o navio conhecido como "Pequod" e começa a conversar com o comandante para saber se poderia embarcar, após receber diversas perguntas a respeito de seu tempo de serviço e o por quê de querer embarcar, finalmente é aceito na embarcação. Os dois conversam sobre sobre o salário o qual Ismael receberia e ele aproveita a oportunidade para indicar um amigo (Queequeg) a embarcação, sendo aceito pelo comandante. Pedindo pelos documentos de Queegueg, Ismael inventa uma mentira sobre seu amigo ser da Igreja Congregacional, mentira essa que foi acreditada pelo comandante. Queequeg atira um arpão em um objeto no mar, falando ser uma baleia e garantindo seu lugar no barco. Depois de todos os objetos já guardados no barco, Ismael e Queequeg percebem marinheiros entrando no barco e são parados por um cara, falando sobre parar os marinheiros. Após ignorarem o cara, Queequeg e Ismael sobem a bordo, sem sinal dos marinheiros que subiram minutos antes. Por fim eles a âncora surge e vão de encontro a aventura que o mar os aguarda.</div><div><br></div><div>CAPÍTULO 8</div><div><br></div><div>Pequod já havia percorrido meio mundo, sempre aos lados do Atlântico Sul, indo por rotas diferentes e inusitadas. Ahab sempre contrariando as normas de navegação, errando de mar em mar. Pela região do rio Prata, em uma noite de luar, correram à amurada — devido ao anúncio de Fedellah que era o vigia encarregado de guardar os horizontes — e viram um jato prateado; aquele jato parecia um milagre nascido das águas.</div><div>Após o grito de Fedellah, os marinheiros dirigiram-se rapidamente para a amurada, Ahab atravessando a ponte de comando a passos largos, deu ordem para içar a vela do joanete, ordenou ainda que o timoneiro manobrasse o barco e mandou os vigias restantes para os dois mastros. O navio avançava sendo empurrado pelo vento para a posição desejada.</div><div>Apesar de ficarem o resto da noite com os olhos penetrantes grudados no mar, o jato luminoso não aparecera novamente.</div><div>Depois de uns dias, quando a estranha aparição ja estava sendo esquecida, o jato fora avistado novamente, no mesmo horário e cheio de mistério. Todos podiam vê-lo, mas ao se aproximarem demais com o navio, ele desapareceu de repente, não deixando rastros para onde fora.</div><div>Seguidas noites se passaram e o jato continuou reaparecendo. Surgia inexplicavelmente ao luar e desaparecia — misteriosamente — ao se aproximarem. Oculto a luz do dia, o tal branco fantasma parecia os convidar segui-lo.</div><div>Tinha uma espécie de superstição entre os marinheiros, eles diziam que esse jato prateado seria a presença do Moby 🤬. Quanto mais iam para o leste, perseguindo o branco fantasma, depois de muitas ondas, turbulentas ou não; começaram a aparecer aves de rapina — não eram de bom presságio aquelas aves ali — que só saiam do navio no nascer do dia, a tripulação já começara a perder as esperanças, pressentiam que estavam condenados à morte. No meio das ondas vorazes o&nbsp; jato continuava dirigindo com segurança a nova rota — assim enfrentando as piores tempestades. O Pequod estava a suportar uma enorme tempestade e Ahab sabia que qualquer deslize seria fatal, com seus olhos voltados para a direção da tormenta, a enfrentava com coragem e desafio.</div><div>Não havia alguém na proa — a qual se abatiam imensas massas de água. Todos ficavam amarrados à amurada, qualquer erro e seriam jogados mar afora.</div><div>Passado um tempo tudo se tranquilizou e todos viram que o destino deles era incerto e não estava sobre seu poder.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 20:55:03 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do capítulo 20 (O ataúde de Queequeg)
Alunos: Regis Gabriel, Jorge Murilo, Zeyl e Richard; Turma: 1cm</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaredmeta/hg1u3jx9hg0c7y49/wish/1515298153</link>
         <description><![CDATA[<div>Dias mais tarde, quando navegávamos o largo da ilha de Formosa, Starbuck bateu à porta de Ahab.<br>- Capitão, lá embaixo há um escapamento de óleo! Temos de subir o cabo e tirar a carga.<br>- Tá louco? Parar para mexer com um montão de barris velhos? Nunca!<br>- Tem que ser, capitão. Se não, perderemos o que nos custou um ano de trabalho.<br>- Saí daqui! - gritou Ahab. - Que se perca!<br>&nbsp;Mas Starbuck não saiu, continuando a insistir a salvação do óleo. No auge da irritação, Ahab pegou o mosquete guardado e ameaçou o piloto.<br>- O senhor me humilhou - disse Starbuck, ao afastar-se - Não irei me vingar. Mas tenho uma coisa para te dizer: que Ahab tenha cuidado consigo mesmo.<br>&nbsp;Depois de um tempo trancado em seu camarote, Ahab apareceu no convés e ordenou que esvaziassem o porão. Nos dias seguintes, toda a carga foi examinada, até descobrirem que o vazamento provinha de um único barril, depositando na parte mais baixa e obscura do porão.<br>&nbsp;Foi essa a ocasião que meu amigo Queequeg escolheu para cair com uma febre que quase o matou. Dias antes, eu o surpreendi em uma de suas mandingas. Além de seu ídolo, do qual não se separava, ele guardava num estojo de couro uns ossos de baleia, já gastos pelo uso. Com eles, fazia uma estranha reza, e logo depois, jogava-os ao chão. Conforme arrumava os ossos, o meu amigo decifrava o seu próprio destino. Certa tarde, depois de fazer a prece habitual e lançar os ossinhos, vi a cara metálica de Queequeg tornar-se mais dura.<br>Inquieto, perguntei-lhe se havia algum mau destino a caminho.<br>&nbsp;Ele me respondeu:<br>- Coisa ruim. Muito ruim. Queequeg vai morrer.<br>&nbsp;Pois foi justamente alguns dias mais tarde que ocorreu a doença. Depois de trabalhar removendo os barris de óleo para descobrir o vazamento denunciado por Starbuck, Queequeg pegou um tremendo resfriado que acabou por prostrá-lo na maca. Nenhum dos remédios foi capaz de aliviar o sofrimento de meu amigo. Ardendo a febre, ele delirava e se contorcia.<br>&nbsp;Um dia, em momento de provisória lucidez, Queequeg manifestou a Starbuck o desejo de ser lançado ao mar, após a sua morte, em uma pequena e estreita canoa, justamente do tamanho de seu corpo. Em sua terra natal, disse ele, os guerreiros mortos e embalsamados eram depositados numa embarcação semelhante, que se deixa ao sabor da corrente que os arrasta até os arquipélagos do céu.<br>&nbsp;Quando o carpinteiro terminou a tarefa, Queequeg pediu o esquife para junto de sua maca e instalou-se dentro dele, levando o seu pequeno deus Iojo, alguns biscoitos e um litro de água doce.<br>&nbsp;- Rarmai - disse em sua língua selvagem. O que quer dizer que o caixão era cômodo, servia ao seu propósito. Em seguida, fez um sinal para que o pusessem novamente na maca.<br>&nbsp;Quando parecia que Queequeg havia completado os preparativos para a sua morte, eis que surgi um milagre: restabeleceu-se de repente. E explicou que ainda não podia morrer, pois em meio à doença se lembrara de haver deixado uma obrigação por cumprir. Quando lhe perguntamos se viver ou morrer dependia de sua própria vontade, respondeu afirmativamente. Mas não permitiu que o ataúde fosse levado de volta à carpintaria. Fez dele a sua inseparável mala.<br>&nbsp;Deixamos Formosa para trás enquanto velejamos, e nos aproximávamos da costa oriental das ilhas do arquipélago japonês. Quem sabe Moby 🤬 não estaria entre os bandos de cachalotes que navegavam naquelas águas mansas? Tanto nós como o implacável Ahab tínhamos consciência de estar cada vez mais próximo do encontro fatal. O capitão desceu coxeando à oficina do ferreiro e ordenou:<br>&nbsp;- Perth, quero que me faças um arpão do melhor aço e que seja capaz de atravessar os ossos de mil baleias!<br>&nbsp;Ahab se pôs a acionar o fole, enquanto o ferreiro trabalhava.<br>- Vamos, vamos! Ao trabalho! Agora quero farpas, mais afiadas do que navalhas!<br>&nbsp;Quando chegou a hora de dar a têmpera, gritou o ferreiro:<br>&nbsp;- Nada de água! Esta ponta deverá receber uma têmpera especial e verdadeiramente da morte!<br>&nbsp;Ahab abriu com o canivete uma incisão em seu dedo polegar e deixou que o sangue escorresse sobre o ferro em brasa. E, enquanto a massa vermelha devorava o líquido vermelho, o capitão fez um gesto de bênção sobre o ferro, pronunciando:<br>- Eu te batizo em nome do Diabo...<br>&nbsp;Depois desse episódio, iniciamos a temporada da pesca nos mares japoneses. Os lucros foram imensos, pois os bandos de cachalotes se sucediam e num curto período conseguimos matar mais cinco animais adultos, cujo óleo deu para encher dezenas de barris. Nunca trabalhamos tanto como durante aquelas semanas.<br>&nbsp;Ahab ficava muito tempo na coberta, a devassar o horizonte luminoso, enquanto os marinheiros ansiosos se concentravam em torno do mastro, esperando com impaciência a hora de virar a proa do navio para o sul, em direção à linha do equador.<br>&nbsp;A ordem veio após um longo período de inútil observação. Descendo ao seu camarote, Ahab tomou o quadrante e voltou para o Sol, a fim de calcular a latitude. Em seguida, num repentino acesso de desvario, atirou o instrumento ao chão, pôs-se a pisoteá-lo, exclamando:<br>- 🤬 brinquedo! Brinquedo ridículo de almirantes! Podes me dizer o ponto onde me encontro, mas és incapaz de me responder onde se acha o Diabo branco!<br>&nbsp;Voltando-se para os marinheiros, ordenou:<br>- Virem o leme! Para o sul! Para o equador!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 21:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo-capítulo 1 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luiz Felipe Machado Ferreira&nbsp;<br>1A<br>Dentro do primeiro capítulo 1 o marinhero Ismael conta que, a alguns anos apos ele ficar sem dinhero ele escolher, ir para uma aventura no mar como casador de baleias, tendo escolido isso pelo fato de se sentir atraido pelo gicantesco animal, e com esta escolha ele partiu para nantucket, passando por new bedford, mas se entristeceu com o barco que se dirigia para nantuckt ter partido, por causa disso deveria achar um lugar para passar a noite, e encontrou mas era fora de seu orsamento,tendo isto ele procurou novamenteve, e achou um lugar que era velho e acabado, e como para quem não tem nada metade é o dobro ele aceitou, o lugar se chamava O Jato da Baleia, ou chegar perguntou au taberneiro peter coffins(que quer dizer caixão de defunto)se ele teria um quarto que o mesmo respondeu prontamente que não, so que coffins se lenbrou que havia um quarto que estava ocupado por um arpoador, e ofereceu para o Ismaeu falando que ele poderia dormir junto do arpoador, ismaeu aceitou e se preparou para dormir,o tempo passou pessoas vierão e forão e nem noticia do arpoador,ismaeu então foi falar com o taberneiro que falou que o arpoador era um homen de cor que comia carne crua e que estava tentando vender uma cabeça que conseguio na nova zelandia, isto asustou muinto ismaeu que com medo ficou paranoico com a figura do arpoador,coffins vendo o medo de ismaeu o reconfortou dizendo que o arpoador era um bom homem, ismaeu então tendo todas estas informaçoes foi tentar dormir novamente e não conseguio, até que o pensamento que o arpoador poderia passar a noite fora o acaumou, entretanto de repente surgiu o arpoador que comesou a adorar uma figura estranha e a fumar um cachinbo indigena,isto asustou muinto ismaeu que gritou por ajuda e foi atendido pelo taberneiro, que acaumou ambos até que fossem dormir</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:56:30 UTC</pubDate>
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