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      <title>Meu padlet diferenciado by Maiave Lima</title>
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      <description>Criado com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-21 18:21:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maiavelima167</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As tecnologias Digitais na Formação de Professores<br></strong><br></div><div>Maiave de Souza Almeida<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>A palestra ministrada pelo professor Bruno Westermann no evento do CONPEX  aborda as questões da tecnologia na formação de professores e quais os benefícios ela pode trazer para essa formação no período de pandemia que a humanidade está vivendo. Para que essa formação aconteça de forma precisa os professores devem ter orientações que os capacite e que possa ser relevante para o ensino-aprendizagem. É necessário que as tecnologias sejam naturalizadas no cotidiano dos professores e dos alunos. <br><br></div><div>Utilizar aplicativos que estejam ao alcance de professores e alunos é um fator importante nesse processo de naturalização da tecnologia. Utilizando assim a tecnologia como uma ferramenta a favor do professor para que alcance o ensino-aprendizagem dos seus alunos e que seja um ensino de forma leve. São vários os aplicativos, sites e programas que estão expostos pela internet. Mas que nem todos tem acesso a esses recursos. Então se torna necessário a busca por funções tecnológicas que busque o alcance de todos. E que o professor esteja sempre aberto para atender as necessidades dos seus educandos.<br><br></div><div>Um dos assuntos que foi discutido pelo professor Bruno durante o evento e que é de suma importância nesse processo de formação do professor é sobre as informações que estão expostas na internet de forma errada. As famosas fake News. É preciso orientar os alunos e estar bem orientado como professor também, sobre sites que passam informações que não são verdadeiras e quais as consequências que essas informações podem trazer durante o processo de ensino-aprendizagem. Pois nem tudo que está exposto na internet é verdadeiro. <br><br></div><div>É preciso adquirir habilidades  que possa identificar quando um conteúdo que está na internet é bom e quando o conteúdo é ruim. É necessário ficar sempre atentos as essas questões que fazem total diferença nessa busca de conhecimento. As atividades, metodologias e didáticas que podem ser desenvolvidas usando as tecnologias são diversas. Utilizar ferramentas que envolvam seus alunos de forma leve e descontraída é muito importante. <br><br></div><div>Deixar os alunos a vontade e deixar que seus alunos se envolva com as tecnologias no processo de ensino-aprendizagem no cotidiano deve ser de forma dinâmica. Por exemplo, o aluno pode utilizar da ferramenta que está ao seu alcance para desenvolver suas atividades no seu momento de disponibilidade. Pois, essa é uma das imensas vantagens que a tecnologia disponibiliza. <br><br></div><div>Portanto, é considerado que a tecnologia seja uma aliada na formação e no conhecimento que ela transcende aos professores e alunos. Saber escolher os recursos tecnológicos, buscar aprender novos métodos de ensino nunca saiu de moda na educação.  </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><strong>Referência: </strong>ASTECNOLOGIAS Digitais na Formação de Professores. Realização de Bruno Westermann. Coordenação de Edineiram. S.I, 2020. (92 min.), color. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=aHNkRVBywn0&amp;feature=youtu.be. Acesso em: 26 nov. 2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 18:28:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maiavelima167</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ARTIGO OPINATIVO DA AULA INAUGURAL DA PROFESSORA VANI KENSKI<br></strong><br></div><div>       Maiave de Souza Almeida</div><div> <br><br></div><div><br></div><div>Cultura digital e as mudanças na formação (Profª Vani Kenski).<br><br></div><div>Com base no que foi discutido pela Profª Vani Kenski na aula inaugural, estamos vendo uma nova fase no mundo todo. Ninguém ficou de fora das mudanças que vem acontecendo. E não há uma cartilha de todas as situações que iremos passar ainda. Em meio a essas mudanças que estamos vivendo, o ensino educacional sofreu algumas adaptações de ensino. Pode-se dizer que a tecnologia nesse momento é a ferramenta principal para que o ensino educacional funcione, mesmo com muitas dificuldades que estamos encontrando, pois é algo novo, mas não é estranho,  afinal, estamos na era digital, e podemos nos adaptar a essa nova fase, hoje em dia é muito raro uma pessoa não possuir um aparelho tecnológico, as pessoas se comunicam através de aplicativos de redes sociais, e pensando nessa analogia por quê não buscar fazer uma educação possível através do acesso a internet. Não devemos parar, e como futuros profissionais da educação, temos uma responsabilidade social, política e de passar conhecimentos que transcende toda realidade. Temos o dever e a obrigação de nos adaptar às novas formas de ensino.<br><br></div><div>Ter aula presencial sem sair de casa é a referência dessa vez, parece ser estranho,  mas esse método já vem sendo utilizado por muitos profissionais na área da educação. E esse método de ensino faz pontos que se interligam, e que o mundo todo está vivendo isso, e até parece ser algo comum, pois está acontecendo no mundo todo. Passamos de uma cultura analógica para uma cultura digital, ou seja, estamos sendo mediados por um comando digital, e esse processo já vem sendo devolvido já faz tempo.<br><br></div><div>Mas mesmo com essa tecnologia o processo educacional ainda é baseada no processo analógico como foi citado pela professora Vani, ainda temos que continuamos com as avaliações, com as atividades, com os professores nos mediando, lendo e escrevendo textos como se estivéssemos em uma sala de aula, porém nessa nova fase fazemos tudo isso em casa ou em qualquer lugar que estivermos. Por isso o  conhecimento da cultura digital é algo que valoriza o novo, o atual, aquilo que está por vir. Mas é preciso compreender bem essas duas realidades. E a Professora Vani Kenski explica muito bem como deve ser compreendido essas duas realidades através dos seus tópicos de mudança na formação.<br><br></div><div>Que mudanças na formação ela pontua? Acesso: garantir a docência pelos meios possíveis. Fluência: começar pelos recursos que conhece/domina. Planejamento: Articulação entre: Objetivos, atividades, Conteúdos/Avaliações. Tempo: Mais assíncrono e menos síncrono. Pensamento empático: Compreender o ponto de vista, emoção e contexto dos outros. Compaixão. Motivação para ajudar e garantir condições para aprender.  Interações: recursos digitais, didática, humana. Colaboração: espírito de equipe.  Presença: Feedbacks e participação. Os processos formativos exigem presença e participação. Diferença entre: Ensino online presencial/ Ensino EAD. Aprendizado Contínuo. Portanto, se essas estratégias forem desenvolvidas no ensino online, grandes são as chances de irmos além. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 18:30:50 UTC</pubDate>
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         <title>Áudio opinativo  </title>
         <author>maiavelima167</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 18:38:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maiavelima167</author>
         <link>https://padlet.com/maiavelima167/hfravopb9vzn0nl2/wish/1036585454</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CIBERCULTURA POR PIERRE LEVY<br></strong><br></div><div>Maiave de Souza Almeida<br><br></div><div><br></div><div>Esse artigo tem como base pontuar os pontos mais interessantes dos vídeos solicitados pela Professora Valnice na disciplina de Tecnologia da Informação e Comunicação, por Pierre Levy sobre cibercultura.<br><br></div><div>Quando Pierre Levy fala sobre Ciberculturaele, ele se refere justamente as novas práticas e novos costumes que surgem justamente com a adoção e a inserção no nosso cotidiano dessas novas tecnologias. Por exemplo, quando utilizamos de recursos tecnológicos, como enviar uma mensagem por e-mail ou fazer uma vídeo chamada, quando compartilhamos conteúdos em redes sociais estamos usufruindo dessa nova cultura, que ele denomina de cibercultura.<br><br></div><div>E quando pensamos em rede, internet, Pierre Levy destaca nos vídeos três características que são fundamentais para compreendermos toda dinâmica e funcionamento do que se chama internet. Primeiro Pierre Levy deixa muito claro que a internet obedece a uma lógica que da interconexão. O que significa dizer que, quando um sujeito está na rede, ele está conectado a outros sujeitos. E automaticamente esses sujeitos estão conectados entre si.<br><br></div><div>Outra característica que é ele pontua é a formação de comunidades. Pierre Levy fala que da mesma forma que o indivíduo esta atuando no mundo real, físico, em sociedade, o indivíduo tamanho pode estar atuando dessa mesma forma através da rede. Na internet existe essa possibilidade de comunicação com várias culturas e de forma dinâmica. Indivíduos que podem criar suas próprias comunidades, e compartilhar dos seus interesses comuns.<br><br></div><div>A terceira característica que Pierre Levy fala é da inteligência coletiva no cyber espaço. Ele fala que a inteligência coletiva se processa da seguinte forma: na medida em que as pessoas vão acessar a internet, e aparece com um perfil em uma determinada rede social, ele não está apenas indo acessar, mas também está indo levar a sua bagagem de conteúdo, cultura para outras pessoas. <br><br></div><div>Além disso, o sujeito tem há possibilidade de na internet acessar conteúdos que são extremamente variados e que antes só estariam disponíveis nos livros em bibliotecas ou nas próprias aulas na escola. Essa inteligência coletiva que ele destaca se refere as possibilidade ampla de compartilhamento de conteúdos que estão à disposição e que estão sendo acrescentados e agregados novos conteúdos todos os dias. <br><br></div><div>Pierre também destaca que não há produção de conhecimento sem autonomia. Pois para navegar e distribuir conteúdos, conhecimentos é preciso saber ler e escrever. Pois para Pierre Levy a internet deve ser utilizada como a democratização do saber. E, além disso, que a internet deve ser uma aliada da educação.<br><br></div><div><strong>Referência: </strong>RODA Viva | Pierre Lévy. S.I: Roda Viva, 2001. (90 min.), color. Legendado. As teorias do filósofo francês sobre cibercultura e inteligência coletiva são os temas centrais desta entrevista.<br><br></div><div>PIERRE Lévy - mesa redonda Unisinos. Coordenação de Celso Candido. S.I: Tv Unisinos, 2000. (95 min.), color. Mesa Redonda com Pierre Lévy A EDUCAÇÃO NA ERA DO CONHECIMENTO (français/português).<br><br></div><div><strong> </strong>PIERRE Lévy no Senac São Paulo: Diálogos sobre Inteligência Coletiva. Realização de Pierre Levy. São Paulo: Senac, 2014. (101 min.), color.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 18:42:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maiavelima167</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>GLOBALIZAÇÃO POR MILTON SANTOS</strong><br>Maiave de Souza Almeida<br> <br>Esse breve artigo opinativo tem como objetivo relacionar as informações compreendidas pelos vídeos assistidos sobre globalização pela perspectiva de Milton Santos.<br>O mundo global visto do lado de cá é um documentário que fala sobre diversos assuntos que englobam a globalização e a perspectiva de Milton Santos sobre esse assunto. O documentário inicia com uma frase muito interessante de Jean Paul Sartre, é preciso explicar por que o mundo de hoje, que é horrível, é apenas um momento do longo desenvolvimento histórico, e que a esperança sempre foi uma das forças dominantes das revoluções e das insurreições. E eu ainda sinto a minha esperança como minha concepção de futuro.<br>Essa mensagem mostra logo de início uma reflexão de onde tudo começou, onde começou o processo de globalização. E o documentário retrata onde tudo começou no Brasil, o primeiro olhar de globalização vem das primeiras viagens e conquistas, os imersos territórios conquistados não estavam desocupados e mais de 2 mil línguas foram extintas durante o processo de colonização.<br>A primeira globalização do colonialismo se caracterizou pela ocupação territorial. A segunda globalização começa no fim do século 20, marcada pela fragmentação dos territórios. O século 20 é marcado pelas revoluções tecnologias, a famosa busca por um mundo melhor. Mas essa revolução não trouxe benefícios para todos, se analisamos bem, o que era humanizado passou a ser algo de consumo fundamentalista.<br>Milton traz essa visão do consumo fundamentalista. Para ele a globalização não chegou para todos. E de fato não chegou, e dos frutos da globalização e a tecnologia. A tecnologia trouxe muitos benefícios para o cotidiano das pessoas, uma vez que a sociedade tem acesso a uma série de produtos e serviços que facilitam a sua vida.<br> Mas a globalização junto com a tecnologia gerou, por exemplo, a falta de desigualdade entre os países e essas diferenças vem crescendo de forma significativa. Existe uma grande desigualdade econômica, tecnológica e social entre vários países, e ao longo do tempo o processo de globalização tem contribuído de maneira direta para o aumento em massa da pobreza.<br>Com a tecnologia avançada no mercado de trabalho a mão de obra manual é deixada de lada e isso acaba gerando desemprego em todo o mundo.  Gerando assim um grande índice de desemprego. Em uma fala de Milton no documentário mostra que o desemprego é algo natural.<br>Na visão de Milton, a globalização deveria ser algo mais solidário, sem desigualdades, sem preconceitos e não excludente como é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 18:47:53 UTC</pubDate>
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