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      <title>&quot;Inocência&quot; - Visconde Taunay - 2A by Jussara Silva Campos</title>
      <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6</link>
      <description>Análise de certos aspectos da obra do Romantismo brasileiro </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-27 12:08:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-07-18 23:33:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Eduarda, Rayssa, Letícia, Vitória e Augusto.                                            ainda hoje no interior.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2206604715</link>
         <description><![CDATA[<div>Os capítulos 1, 2 e 3 do livro<strong> inocência</strong><del>,</del> <del>falam muito</del> TRAZEM ELEMENTOS VARIADOS <del>sobre o Regionalismo</del> que valorizaM o sertão<strong> M</strong>ato-grossense e territórios por onde passa <sub>[quem?]</sub>, onde no local ocorre queimada <sub>[parte solta]</sub>, com áreas <strong>que</strong> as cinzas do incêndio <strong>impesteiam</strong>, isso tem influência do clima tropical de savana, assim fazendo a diferenciação com os outros climas tropicais, onde o clima incentiva na vegetação a ser diferente.&nbsp; Há um ambiente seco, quente, com um lugares desertos. No decorrer <strong>do livro</strong>, ocorre uma comparação entre o&nbsp; cerrado <strong>Mato- Grossense</strong> com São Paulo e Minas Gerais. Os estados São Paulo e Minas Gerais <strong>tem</strong> cerrados com arbustos raquíticos enfezados e retorcidos, <strong>o</strong> <strong>Estados</strong> do Mato Grosso existem grandes árvores.Tem um vocabulário muito abrangente <sub>[essa palavra não faz sentido com o que puseram depois]</sub> já que é um livro escrito em um século&nbsp; diferente e em lugares do interior. <sub>[por que o ponto?]</sub> No qual aparece palavras como prosar, vosmecê, batendo fogo, entre outras <sub>[palavras transcritas devem vir entre aspas]</sub> . Costumes antigos do local, como chamar pessoas "desconhecidas" para dormirem em sua casa. <sub>[trecho solto] </sub>A casa é de quatro paredes de pau-a-pique, mal rebocada e uma cama de vento, característica de casas antigas do interior. A culinária são comidas típicas do sertão, entre elas <strong>feijãoa</strong> <strong>farda</strong>, erva <strong>a</strong> mineira, arroz de papa,&nbsp; farinha de milho torradinha, café com rapadura e lombo fresco de porco,<strong> onde podemos encontrar ???<br></strong><sub>[REFAÇAM A POSTAGEM DE FORMA MAIS ORGANIZADA, COM UMA REDAÇÃO MELHOR E AS CONSIDERAÇÕES QUE COLOQUEI]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 20:14:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eduarda, Rayssa, letícia, vitória e  Augusto.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2206619485</link>
         <description><![CDATA[<div><del>Eduarda, Rayssa, letícia, vitória e&nbsp; Augusto.</del><br>Os capítulos 1, 2 e 3 do livro inocência<mark>,</mark> falam muito sobre o <mark>R</mark>egionalismo que valoriza o sertão <mark>M</mark>ato-grossense e territórios por onde passa, onde no local ocorre queimada, com áreas que as cinzas do incêndio <mark>im</mark>pesteiam, isso tem influência do clima tropical de savana, assim fazendo a diferenciação com os outros climas tropicais, onde o clima incentiva na vegetação a ser diferente.&nbsp; <br>Há um ambiente seco, quente, com <del>um </del>lugares desertos. <br>No decorrer do livro, ocorre uma comparação entre o&nbsp; cerrado <mark>M</mark>ato<mark>- G</mark>rossense com São Paulo e Minas Gerais. Os estados São Paulo e Minas Gerais <del>tem</del> TÊM cerrados com arbustos raquíticos enfezados e retorcidos<del>, o</del> . NO Estado<del>s</del> do Mato Grosso existem grandes árvores.<br>Tem um vocabulário muito abrangente, já que é um livro escrito em um século&nbsp; diferente e em lugares do interior <sub>[vocabulário abrangente não por ser século diferente]</sub> <del>. No</del> , NO qual aparece palavras como prosar, vosmecê, batendo fogo, entre outras. <sub>[uso de aspas para as palavras]</sub><br>Costumes antigos do local, como chamar pessoas "desconhecidas" para dormirem em sua casa. <br>A casa é de quatro paredes de pau-a-pique, mal rebocada e uma cama de vento, característica de casas antigas do interior.<br>A culinária são comidas típicas do sertão, entre elas feijão a farda, erva <del>a</del> À mineira, arroz de papa,&nbsp; farinha de milho torradinha, café com rapadura e lombo fresco de porco, <del>onde</del> podemos encontrar ainda hoje no interior.<br><br><sub>[Faltou fazer ligação com o Romantismo]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 20:31:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Hanna Teixeira-Rafaella porto-Rayanne Lecticia Coutinho-Ana Clara França-Edrielli da Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2208067474</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo o <strong>autor</strong><sub> [tem que usar "narrador"] </sub><del>super </del>valoriza o Mato Grosso,apresentando diversos detalhes,como <strong>a cor do local </strong><sub>[revejam como escrever essa expressão]</sub>,a vegetação,o clima do sertão e a distância de um lugar até o outro <sub>[isso tudo aqui posto é o que negritei, mas cadê os elementos?]</sub>, ele faz isso com a intenção de fazer com que o leitor se sinta no lugar descrito.O escritor apresenta uma linguagem coloquial, utilizando palavras do vocabulário arcaico <sub>[seria arcaico ou regionalista? E cadê os exemplos que vão ser a argumentação?]</sub>. Os personagens <strong>tem</strong> costumes interioranos e simples <sub>[quais?]</sub>, além de <strong>possui</strong> um vocabulário regional e considerado ultrapassado <sub>[vocabulário regional ultrapassado???]</sub> nos dias atuais.<br><br><sub>[Na digitação, após qualquer sinal de pontuação é preciso ter um espaço]<br>[REFAÇAM A POSTAGEM]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 22:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Evellyn Nunes - Renan Donato - Deiber Eduardo - Gustavo Piol </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2208129836</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos capítulos 1, 2 e 3 do livro Inocência, há algumas características voltadas para o personagem masculino, mesmo só mostrando o sertanejo vagando sem destino pelo sertão. <br>O narrador detalha <del>muito bem</del> todas as características físicas dos personagens ao apresentá-los para os leitores, sempre deixando os personagens principais com um ar de um sujeito “forte”.<br>Uma característica do personagem masculino do nosso texto é ele estando sempre em um ambiente ríspido (sertão nordestino) é algo que o desafia diariamente durante toda sua vida.<br>O nosso personagem masculino tem um papel de herói na história principalmente por conta das suas habilidades adquiridas com pai que era um <mark>B</mark>oticário<sub> [não era o pai que era o boticário] </sub>e com elas<mark>,</mark> ajuda as pessoas do sertão nordestino. (algo que relaciona ainda mais com as características do herói romântico, que são as circunstâncias excepcionais).&nbsp;<br>Tem uma presença de lutas e dificuldades individuais quando o personagem fala sobre fatos do seu passado que podem o afetar até hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 23:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lillian - Juliana - Larissa - Sofia - Victor</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2208250727</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos capítulos 1, 2 e 3, as figuras masculinas, em específico o Viajante e <del>o</del> Cirino <sub>[o viajante e Cirino são duas pessoas diferentes?]</sub> , são idealizad<strong>os</strong> de<strong> forma misteriosa</strong><sub> [expressão equivocada]</sub>, <del>e</del> isso <del>se dá por conta do</del> PORQUE O texto não <del>citar muito sobre as</del> FAZ MUITAS DECLARAÇÕES SOBRE AS características físicas e&nbsp; psicológicas de Cirino e sim apenas sobre o que ele faz , o processo pra ele se tornar o que é <sub>[nessa passagem há o que se considerar]</sub>, que seria um boticário e o porquê de ele fazer <strong>???</strong> , e apesar <strong>de com o</strong> Viajante ser o contrário da outra figura masculina,<strong> onde </strong>é dito como ele age, sua aparência, que se trata de um homem em torno de seus vinte e cinco anos, com olhos negros, barba e cabelos cortados, chapéu, botas e uma vara, seu jeito de ser que era um homem distraído e pensativo, ou seus motivos de realizar suas viagens que era por sua descoberta de lugares novos onde ele mesmo os nomeava, o próprio texto <strong>trás</strong> a ideia de que ele é um homem misterioso e quieto.<br><sub>[REFAÇAM A POSTAGEM]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 01:43:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulos 4 e 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2213787628</link>
         <description><![CDATA[<div><del>No</del> O capítulo 4 mostra<del>m</del> animais que habitam no interior (porco, galinha e as características dos cães)<mark>,</mark> também fala<del>m</del> de vestuário, ou seja, como as pessoas se vestiam, muito até como nos dias de hoje em alguns lugares do interior, <sub>[PONTO]</sub> também vimos costumes como <del>o</del> Pereira convidando pessoas estranhas para sua casa, a casa dele na parte da frente é para hóspedes e a parte de trás onde sua família ficava, outro costume do interior, as pessoas colocavam galhos na estrada sinalizando qual caminho seguro para não se perder.<br><br><sub>[Faltou fazer menção ao estilo literário, a importância de trazer tais elementos detalhados na obra]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 15:40:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tamires Fernandes Santos, Júlia Moschen Girelli, Júlia de Souza Sacht e Ana Júlia dos Santos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2214152297</link>
         <description><![CDATA[<div>CAPÍTULOS 4 E 5<br><br>Nos capítulos IV e V, em específico o V (AVISO PRÉVIO) <sub>[vírgula]</sub> em uma conversa entre Cirino e Pereira,<del> Pereira</del> ESTE confirma para <del>Cirino</del> AQUELE que a mão de Inocência está comprometida, um casamento arranjado, labutado.<br><br><sub>[Onde está a tarefa? Analisar o tema a partir dos fatos, fazendo paralelo com o Romantismo]<br>[REFAÇAM A POSTAGEM]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 22:57:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anabelle, Mariana, Gabriel, Bernardo e Júlio. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2214195742</link>
         <description><![CDATA[<div>Capítulos 4 e 5<br><br>No capítulo 4, não há menção de relacionamento amoroso,<br>começamos a falar desse assunto no capítulo 5, onde Pereira cita que sua filha Nocência <sub>[o nome da moça não é assim]</sub>, <sub>[sem a vírgula]</sub> está prometida a casamento com Manecão, um homem "desempenado" e "trabucador", como diz Pereira.<br>Antigamente, era o pai quem escolhia um marido para a filha, então os relacionamentos eram com o pretendente escolhido e não por amor verdadeiro.<br>De início, Manecão não queria saber de casamento, mas quando viu Nocência, mudou de ideia na hora (devido a sua beleza estonteante).<br>Em um ponto do texto, Pereira alega que não gosta nem de pensar em ter que entregar sua filha nas mãos de um homem, mas finaliza falando que "filha casada é traste que não pertence mais o pai", ou seja, já entendeu que ela irá casar-se com Manecão e ponto final, já que é para o bem da mesma.<br><br><sub>[contaram história, mas não analisaram, o que deve ser feito traçando um paralelo com o Romantismo]<br>[REFAÇAM A POSTAGEM]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 00:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rayanne Lecticia- Hanna teixeira- Rafaella Porto- Ana Clara França- Edrielli da Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2215508752</link>
         <description><![CDATA[<div>No quarto capítulo, o livro apresenta um pouco do modo como as pessoas daquele lugar se vestem e alguns animais que lá habitam. Ressalta também algumas características da casa de Pereira, que era uma obra feita de terra amassada e grandes paus-a-pique, casarão vasto e baixo, coberto de sapé.<br><br><sub>[O que fizeram aqui foi uma síntese do capítulo, não uma análise]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 23:04:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulos 4 e 5 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2215559008</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesses capítulos, o personagem masculino está com uma presença muito forte da proteção <del>[qual personagem? É preciso dizer]</del>. Vimos isso no começo dos capítulos quando a casa <del>do</del> DE Pereira é descrita dando forma para um lugar grande com muitos detalhes, onde só mora <del>Pereira</del> ELE e sua filha, passando <mark>tbm</mark> uma ideia do homem da casa <del>para Pereira</del>, assim ele acaba carregando todas as responsabilidades sobre a sua grande casa e sobre sua filha.<br>Cirino cedeu sua casa para Pereira <sub>[não seria o contrário?] </sub>em troca de cuidados para sua filha, <del>onde, dentro de sua casa</del> MAS ele mostra <del>uma</del> desconfiança <del>por conta de</del> DEVIDO À sua grande preocupação com <del>sua</del> A filha, o que um pouco depois vira motivo para Pereira chamar Cirino para ter um conversa sobre confiança, mesmo se autodeclarando um homem amigo de todos e com coração enorme. <br>Durante o <del>decorrer do</del> capítulo essa proteção que Pereira tem sobre sua filha fica cada vez mais nítida, principalmente sobre suas relações amorosas, frases que <del>veem</del> VÊM sempre com um tom de superproteção, <del>é</del> E isso se enfatiza <del>mais ainda</del> quando <del>é citado</del> SÃO CITADOS os casamentos arranjados <sub>[no plural mesmo?]</sub> em uma conversa.<br><sub>[Faltou citar a relação dessas caracterizações com o Romantismo, objeto da atividade]</sub><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 00:08:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Clara Coser - Maria Eduarda Spelta - Matheus Louvem - Talita Franholz  - Adonias Andreatta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2215641901</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nos capítulos 4 e 5, observamos a presença de duas personagens femininas bem descritas e caracterizadas pela visão de Pereira. <br>No 4º capítulo conhecemos Maria Conga, uma mulher escrava dita ??? preta, velha e mal vestida. Podemos observar que a descrição nos remete à época em que a história se passa, tendo como normalidade a escravidão. No mesmo capítulo, Pereira apresenta de forma verbal sua filha, Inocência, a Cirino, e entra em contradição dizendo numa primeira vez que ela já era moça, e em seguida, corrigindo a si mesmo afirmando que a menina na verdade era apenas uma criança, de no máximo 15 anos e meio. Ele teve essa atitude pois tinha receio de que o médico se interessasse por sua filha. <sub>["interessar" não seria o verbo mais apropriado para essa questão]</sub><br>Já no capítulo 5, Pereira decide dizer a real idade de Inocência, afirmando que era <del>sim</del> moça<mark>,</mark> de 18 anos. Ainda assim, o pai esteve muito recluso a, de fato, mostrá-la para o médico Cirino. Ele diz que Inocência, por sua feição de traços finos e delicados, parece moça de cidade e que mesmo arisca é deveras bonita. <br>Também é citado na história que as mulheres que não se casavam ficavam juradas e fanadinhas <sub>[é preciso trazer o significado de palavras menos usuais no contexto atual]</sub>, e não deveriam nem piscar para outros homens, que já eram castigadas. <br><br><sub>[Não fizeram análise com o Romantismo]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 01:35:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Juliana- Larissa- Victor- Sofia- Lilian</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2215691752</link>
         <description><![CDATA[<div><del>O capítulo</del> <strong>Os capítulos</strong> 4 e 5 <del>fala</del> FALAM sobre a chegada <del>do</del> DE Cirino <del>a</del> À casa de Pereira. <del>e ao</del> AO longo do texto <del>foi ditando</del> FORAM SURGINDO as características dos personagens masculinos<del>, que no caso Pereira&nbsp; tem uma maior fala de características, tais características são descritas como,</del> PEREIRA É APRESENTADO COMO um homem muito bom de gênio, muito amigo de todos, muito acomodado (???) e com coração perto da boca, porém <del>com um grande defeito que é</del> MUITO desconfiado<del>, além de percebemos</del> . PERCEBEMOS TAMBÉM uma certa “grosseria” com a Maria Conga<strong><mark>,</mark></strong> que é uma escrava, <del>o que naquela época era normal de se ver</del>.<br>Pereira é pai de <del>Nocência</del> INOCÊNCIA, <del>e no texto também é</del> SENDO retratado como um “bom” pai, <del>que logo que sua filha criou corpo casou-a com um homem chamado Manecão, com medo de falecer e deixar a filha desamparada, pois foi criada sem mãe, Manecão tinha as seguintes características, um homem às direitas, desempenado e trabucador.<br></del><em><sub>[Repetiram o problema da postagem anterior: trouxeram elementos da narrativa sem fazer menção à composição do personagem masculino à luz do Romantismo, ou seja, não analisaram o tópico "personagem masculino", que é o objetivo da atividade]</sub></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 02:24:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os capítulos 1, 2 e 3 do livro inocência, trazem elementos variados sobre o Regionalismo que valorizam sertão Mato-grossense e territórios por onde o eu-lírico passa. Ao passar pelo sertão ele observa locais que ocorrem queimadas, com áreas que as cinzas do incêndio impesteiam, isso tem influência do clima tropical de savana, assim fazendo a diferenciação com os outros climas tropicais, o clima incentiva na vegetação a ser diferente.  Há um ambiente seco, quente, com um lugares desertos. No decorrer do livro, ocorre uma comparação entre o  cerrado Mato- Grossense com São Paulo e Minas Gerais. Os estados São Paulo e Minas Gerais tem cerrados com arbustos raquíticos enfezados e retorcidos, o Estados do Mato Grosso existem grandes árvores. É um livro escrito em um século  diferente e em lugares do interior, no qual aparece palavras como “prosar”, “vosmecê”, “batendo fogo”, entre outras. Também temos costumes antigos do local, como chamar pessoas &quot;desconhecidas&quot; para dormirem em sua casa, no qual não observamos isso nos tempos de hoje. A casa é de quatro paredes de pau-a-pique, mal rebocada e uma cama de vento, característica de casas antigas do interior. A culinária são comidas típicas do sertão, entre elas feijãoa farda, erva a mineira, arroz de papa,  farinha de milho torradinha, café com rapadura e lombo fresco de porco, podendo encontrar ainda hoje no interior.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2222210867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 17:39:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2222211086</link>
         <description><![CDATA[<div>Os capítulos 6,7 e 8 do livro&nbsp; inocência<mark>,</mark> trazem elementos sobre o regionalismo, principalmente o vocabulário “vosmecê”, “mochu”, “ferrado”, “Nocência”. Exalta a característica do local rural, no qual cita uma bela água do Ribeirão, céu estrelado, noite brilhosa. Utensílios muito usados no interior, como a cama da filha do Mineiro, era alta larga e feitas de tiras de couro. Juque&nbsp; fala mochu querendo&nbsp; dar a entender Monsieur (senhor em francês), mas como não era alfabetizado não sabia falar corretamente. Apresenta novamente uma cultura do interior a qual o&nbsp; Mineiro acolhe o Alemão e seu companheiro em sua casa<br><br><sub>[mesma questão da postagem anterior]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 17:40:07 UTC</pubDate>
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         <title>Anabelle, Mariana, Bernardo, Gabriel e Júlio.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2226236437</link>
         <description><![CDATA[<div>Capítulos 4 e 5<br>No capítulo 4, não há menção de relacionamento amoroso, já no capítulo 5, o relacionamento amoroso é visto quando Pereira cita que já prometeu sua filha Inocência a casamento com Manecão. No<mark> r</mark>omantismo, a entrega da mulher ao homem se via como uma regra. E os casamentos eram vistos mais como um contrato de interesse. <sub>[No Romantismo casamento por interesse???] </sub>Antigamente, era papel do pai escolher um marido para a filha, então os relacionamentos eram com o pretendente escolhido e não com um amor verdadeiro, tanto que os amores não eram correspondidos na maior parte do romantismo.<br>De início, Manecão não queria saber de casamento, mas quando viu Inocência, logo mudou de ideia, dando uma noção de que ele se encantou por sua beleza física, mas não houve um amor por parte dela (pelo menos não foi retratado na história até agora).<br>Em um ponto do texto, Pereira alega que não gosta nem de pensar em ter que entregar sua filha nas mãos de um homem, mas finaliza falando que "filha casada é traste que não pertence mais ao pai".<br>Afirmando que irá acontecer o casamento entre os dois.<br><br><sub>[Análise inadequada. Tinha que se falar sobre a concepção de amor e de casamento no Romantismo para depois fazer o paralelo com a situação da personagem Inocência, que vai em sentido totalmente oposto ao do estilo literário]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 01:19:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lilian - Juliana - Sofia - Victor - Larissa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No capítulo 6 temos um novo personagem masculino, <del>o</del> Tico<del>.</del> <del>Um</del> , um anão muito entanguido, embora perfeitamente proporcionado em todos os seus membros <sub>[se o trecho vem transcrito da narrativa, deve haver aspas]</sub>. Tinha o rosto sulcado de rugas, como se já fora entrado em anos, mas os olhinhos vivos e a negrejante guedelha mostravam idade pouco adiantado e com suas perninhas um tanto arqueadas. Seu traje era uma comprida blusa <mark>pardo</mark> sobre as calças, que provavelmente era de alguém bem mais alto, em sua cabeça trazia um chapéu de palha de carandá.<br>Ele fica na casa de <mark>nocência</mark> de duas a três ou mais semanas e depois dispara para casa da mãe, <sub>[ponto</sub>] ele é citado como uma espécie de cachorro de <mark>nocência</mark>.<br>NoS capítuloS 7 e 8 aparecem mais dois personagens masculinos, o Juque ( José ) e o Meyer ( alemão/ Mochu como O chamava Juque). Meyer era um alemão da Saxônia, <del>era</del> um homem <del>bastante</del> alto e esguio, com olhos de romancista, gázeos e esbugalhados, rosto redondo, juvenil, nariz pequeno e arrebitado, barbas compridas, grande bigode e cabelos loiros quase a brancos. Seu traje era de grandes botas, um paletó de alpaca muito folgado e chapéu de Chile desabado. <sub>[parágrafo]</sub> Meyer era um viajante <mark>zoologista</mark> que coletava insetos e depois os mandava para a Alemanha, <mark>provavelmente</mark> para serem estudados. Juque era carioca e vinha de muito longe acompanhando o alemão, era um homem de meia idade, com fisionomia vulgar e balorda, estúpida. Foram parar na casa de Pereira, foi feito um desvio em sua rota <del>por causa de</del> DEVIDO A um tronco estirado na estrada, e quando chegaram na casa foram hospedados por Pereira <del>e Cirino</del>. Logo após a despedida ????, Pereira lhe avisou que já se passara mais de meia noite, lhe avisando do remédio que Cirino tinha que dar a Inocência, logo foi dada a ordem para que pegasse um pouco de café e acordasse sua filha que estaria dormindo após o suador.&nbsp; Nos últimos parágrafos mostrou que José e Meyer dividiram uma rapadura com farinha de milho como refeição antes de dormirem.<br><sub>[Nenhuma análise, só narração da história]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 01:29:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Clara Coser - Maria Eduarda Spelta - Matheus Louvem - Talita Franholz  - Adonias Andreatta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2228389680</link>
         <description><![CDATA[<div>Já no início do capítulo 6, Pereira convida Cirino a visitar Inocência. Ao passarem por um laranjal, ele comenta que sua filha gosta muito daquele lugar e sempre coser debaixo do arvoredo, e a chama de esquisita. <br>Pereira conta o caso em que, quando criança, Inocência lhe disse que queria ter nascido princesa. Além de tal, comenta os modos que a jovem tem com os animais, como se os entendessem e amansassem. <br>Ao finalmente entrarem no quarto de Inocência, viram cair sobre si uma luz que iluminava seu rosto e corpo. <br>A jovem tinha um lenço vermelho atado por detrás da nuca, e apesar de bastante descorada e magra, sua beleza era deslumbrante.&nbsp; Seu rosto irradiava encanto e ingenuidade, e seu olhar era meigo e sereno. Também era seu nariz fino e um tanto arqueado; seus lábios pequenos e seu queixo torneado. Ao ser retirado um pouco do lençol que a cobria, seu colo ficou nu, e era de fascinadora alvura. Ressaltavam-se alguns sinais de nascença.&nbsp; <br>Após a consulta, Cirino pergunta a Inocência a respeito do lenço que usava na cabeça, e após sua recomendação de que o tirasse, a jovem acata e deixa à mostra seus cabelos negros, longos, que deviam bater abaixo da cintura e enrolados em tranças que davam voltas. <br>Os capítulos 7 e 8 não fazem menção a personagens femininas. <br><br><sub>[trouxeram bastantes características da personagem, mas não fizeram a associação com o Romantismo, objetivo da atividade]</sub><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 02:14:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>h4nn4t4lves</author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2228413347</link>
         <description><![CDATA[<div>No sexto e sétimo capítuloS, o autor enfatiza características rurais como quando descreveu detalhadamente as vestes do pedestre ???? (“vinha com grossa e comprida vara na mão rangendo”; “O seu traje era o comum em viagem: grandes botas, paletó de alpaca em extremo folgado, e chapéu-do-chile desabado.”) e principalmente os termos e vocábulos locais (“Mochu”; “Nocência”; “vosmecê”…). <br>Já no oitavo capítulo, o regionalismo se encontra em pronúncias diferentes de algumas gírias, <mark>onde</mark> <sub>[só se usa "onde" para fazer referência a lugar]</sub> o Alemão tem uma pronúncia e entendimento diferente das palavras.<br><br><sub>[Mesmo problema q a postagem anterior]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 02:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulos 6 A 8</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>,</div><div>NesseS capítuloS temos apresentações de novos personagens masculinos, como <del>o</del> Tico, um anão que<mark>,</mark> ao entender, trabalha <strong>???</strong> para Pereira. Tico, o anão<mark>,</mark> é caracterizado como uma pessoa mais velha, <del>Tico</del> QUE durante a história cuida da filha de Pereira, sempre A vigiando <del>ela por conta da</del> DEVIDO À superproteção que Pereira tem sobre sua filha.&nbsp;</div><div>São apresentados outros dois personagens<del>,</del> : Mochu, um homem alto e esguio, aparentemente novo, com barba e bigode escorridos<del>. E</del> <mark>, E</mark> Juque, um homem de meia-idade, fisionomia vulgar<del>, pelo</del> . PELO que indicava a forma com que ele fustigava o animal, não precisa ??? estar feliz com seu gênero de vida.<br><sub>[Novamente sem relação com o Romantismo. Nesse capítulo, em relação ao tema do grupo de vcs, seria necessário analisar o comportamento de Pereira em relação a Tico como "guardião" da filha]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 10:13:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juscampos47/hfiz09kex1vy9gj6/wish/2229302059</link>
         <description><![CDATA[<div>Capítulo 4<br>Antigamente, era costumeiro os pais arrumarem um casamento <del>arranjado</del> PARA <del>a </del>suas filhas, consequentemente<mark>,</mark> as colocarem em um relacionamento onde não havia sentimento. <br>Mesmo não querendo e tendo uma negação com o fato de Nocência<sub> [essa não é a forma correta do nome da personagem] </sub>se casar, Pereira aceita o fato, e define Manecão como “desempenado” e “trabucador”.<br>Após Pereira <del>contar o relatado</del> RELATAR a SITUAÇÃO Cirino, <del>o mesmo</del> ESTE ignora o fato e se encanta por <mark>Nocência</mark>, por sua beleza física. ????<br><br><sub>[E a análise com o Romantismo?]</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 00:59:47 UTC</pubDate>
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