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      <title>PETER BROOK by Letícia Gabriella de Araújo Vale</title>
      <link>https://padlet.com/leticiavale/hf9bpziewhsjur9n</link>
      <description>Padlet sobre vida, obra e desenvolvimento da obra do encenador Peter Brook.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-05 12:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da biografia de Peter Brook</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diretor de teatro e cinema britânico (21/3/1925-). Um dos mais respeitados profissionais de teatro da atualidade. Nasce em Londres e estuda em Oxford. Começa a se interessar por teatro ainda na universidade, época em que é influenciado pelo trabalho de dramaturgos como Bertolt Brecht e Antonin Artaud. Propõe um teatro de caracterização psicológica dos personagens que torne visível a "invisível" alma humana.<br><br>Procura também imprimir caráter crítico e polêmico às montagens, substituindo a passividade do espectador pela participação do público no espetáculo. Faz sucesso a partir de 1955, quando dirige o ator Laurence Olivier na montagem de Titus Andronicus, de Shakespeare. A partir de 1962, torna-se co-diretor da tradicional Royal Shakespeare Company, ao lado de Peter Hall.<br><br>Nos anos 70, funda em Paris o Centro de Pesquisa Teatral, o qual dirige até hoje. Sua carreira é marcada por encenação de peças no circuito teatral nova-iorquino do West End e da Broadway, além de em Paris e Londres. Leva o teatro e a literatura para o cinema com A Sombra da Forca (1953), peça de John Gay, Moderato Cantabile (1960), romance de Marguerite Duras, e O Senhor das Moscas (1962), romance de William Styron. Em 1966 monta Marat-Sade, de Peter Weiss, cuja filmagem também dirige.<br><br>Em 1968 transfere-se para Paris e funda o Centro Internacional de Criação Teatral, no qual trabalha até hoje na direção de atores e em novas montagens. Seu último sucesso no cinema é o filme Marabharata, de 1995.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 12:13:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 12:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de teatro na visão de Peter Brook</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por volta de 1968, Peter Brook dizia que qualquer espaço vazio poderia ser tomado como um palco. Um homem cruzando esse espaço enquanto outro o observa seria o suficiente para instaurar uma situação teatral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 12:18:42 UTC</pubDate>
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         <title>Função do teatro na visão de Peter Brook </title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[Para Brook, o teatro tem a função de tornar visível o invisível e deve ser, fundamentalmente, experimental, humanista, livre e transformador, um ideal subjacente a todos os seus trabalhos teatrais.]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 12:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>O terno: Peter Brook e o teatro épico</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <pubDate>2020-11-05 12:43:34 UTC</pubDate>
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         <title>Encenação</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Brook segue uma forte disciplina e rigor e denota um grande sentido de responsabilidade criativa e estética. Podemos identificar este rigor quase militar, tanto em Mahabharata (1985), como em Hamlet (2000), através das marcações/corpos dos atores e da proposta cénica de todos os elementos que constituem a encenação. Tudo parece estar no lugar certo, da melhor maneira possível. Apesar de buscar sempre a simplicidade das suas propostas, Brook cria um ambiente claramente cerimonial em Mahabharata e transcendental em Hamlet.Em ambas as obras, identificamos a sugestão para o teatro sagrado através do forte envolvimento do espectador numa viagem cheia de possibilidades e descobertas intensas.Para Brook, o primeiro ensaio é “como a ação de um cego guiando outro”. No primeiro dia, o encenador pode expor todas as ideias de base, apresentar desenhos de cenários, figurinos, livros, fotografias, ou começar com ensaios de leituras. Pode falar, beber ou até mesmo brincar. Porém, o grande objetivo deste ensaio é conseguir chegar ao segundo. O segundo ensaio é diferente. Nele encontramos já “um processo em desenvolvimento”. Segundo Brook, tudo o que se faz num ensaio afeta o processo.É, por isso, importante criar um bom ambiente de trabalho e assimilar que o crescimento dos ensaios é, por si só, “um processo de desenvolvimento”. Durante o processo de trabalho, Brook demonstra grande flexibilidade e disponibilidade. Por vezes, concentra toda a atenção num ator, outras vezes concentra-se unicamente no coletivo. Não existe em Brook “trabalho individual”, pois entende que a sua principal função é sentir o ritmo do processo e observar todas as suas partes como um todo. Para ele, o processo de trabalho implica um tempo para debater ideias e esquecê-las, concentrar o trabalho na alegria, na espontaneidade sem preocupações com os resultados finais.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-05 12:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Peter Brook - The Suit</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <pubDate>2020-11-05 12:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Público na visão de Peter Brook</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[<div>Brook investigou e alternou seguidamente aberturas e experimentações na direção do público. Adotou constantemente tal dialética, movimento perpetuado com a finalidade de não “ficar jamais num só plano”, emprestando aqui sua formulação para explicar o que o atrai em Shakespeare. <br> Ele também deixa claro ao público que o seu teatro requer uma busca, o desejo. Sem qualquer compromisso efetivo, mas sem perder a ascese altiva. O teatro de Brook resta aberto, não se fecha a si mesmo e, diante dele, o espectador sente-se percebido como parceiro do palco. Brook funda seu trabalho nessa reciprocidade e compartilhamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 12:53:56 UTC</pubDate>
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         <title>Peter Brook em cena do filme &quot;Peter Brook: The Tightrope&quot; (2012), dirigido por seu filho, Simon Brook</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <pubDate>2020-11-05 12:56:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiavale</author>
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         <pubDate>2020-11-05 12:56:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ator na visão de Peter Brook</title>
         <author>leticiavale</author>
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         <description><![CDATA[<div>As audições para a escolha do elenco eram realizadas a partir de exercícios de improvisação que, a todo o momento, exigiam dos atores que mudassem seus pontos de vista e se adaptassem a novas situações quase que imediatamente. Era um método eficaz de saber o grau de abertura individual e a capacidade de adaptação de cada membro que se candidatava a fazer parte do grupo, o uso freqüente da improvisação<br>como um meio de criação e pesquisa coloca a figura do ator no centro de todo o processo.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-05 12:59:32 UTC</pubDate>
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