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      <title>DEDICO by Thaylane Santana do Carmo</title>
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      <description>Aqui DEDICO minhas reflexões e contribuições referentes ao componente Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia- UFRB.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-12 03:52:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula 01: 24/02/2021- Saúde Cuidado e Qualidade de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 03:53:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>03/03</strong>- Em o Corpo Signico, Jaqueline Ferreira trás a perspectiva de como o corpo doente pode ser vista não só pelo ponto de vista médico com o surgimento de sintomas físicos. Apontado a simiologia médica para estudo dos sintomas e sinais, dand viés ao corpo signico sendo elemento norteador para o caminho tomado para um diagnóstico na esfera médica. Sendo o corpo uma construção de simbolismos marcados pela cultura, se dispõe de tambem um meio comunicador interno e externo, fronecendo equilibrio para os nossos sistemas. Assim,&nbsp; este possui limites que devem ser respeitados.<br>O texto nos faz refletir acerca de como devemos estar atentos as manisfestações do nosso templo interior, e como essas manifestações fazem daquilo o que somos enquanto seres humanos introduzido a uma sociedade cheia de preconceitoss e validações. Neste sentido, é de extrema relevância a consciência de que a medicina impõe características sobre os corpos e essas servem de segregadoras de outros<br><br>As Faces da morte/ Corpo sem vida com fé pública:&nbsp; A perícia Necroscópica do IML do RJ.<br>Mudança de estado<br>Zíbia Gasparetto<br>A vida precisa ser renovada. A morte é a mudança que estabelece a renovação. Quando alguém parte, muitas coisas se modificam na estrutura dos que ficam e, sendo uma lei natural, ela é sempre um bem, muito embora as pessoas não queiram aceitar isso. Nada é mais inútil e machuca mais do que a revolta. Lembre-se de que nós não temos nenhum poder sobre a vida ou a morte. Ela é irremediável.<br>O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza e a dor podem alcançar a alma de quem partiu e dificultar-lhe a adaptação na nova vida. Ele também sente a sensação da perda, a necessidade de seguir adiante, mas não consegue devido aos pensamentos dos que ficaram, a sua tristeza e a sua dor.<br>Se ele não consegue vencer esse momento difícil, volta ao lar que deixou e fica ali, misturando as lágrimas, sem forças para seguir adiante, numa simbiose que aumenta a infelicidade de todos.<br>Pense nisso. Por mais que esteja sofrendo a separação, se alguém que você ama já partiu, libere-o agora. Recolha-se a um lugar tranqüilo, visualize essa pessoa em sua frente, abrace-a, diga-lhe tudo que seu coração sente. Fale do quanto a ama e do bem que lhe deseja. Despeça-se dela com alegria, e quando recorda-la, veja-a feliz e refeita.<br>A morte não é o fim. A separação é temporária. Deixe-a seguir adiante e permita-se viver em paz.<br><br>"A morte é só uma mudança de estado.<br>Depois dela, passamos a viver em outra dimensão"<br><br><br><br>Cuidado e cura: Os setores da assistência a saúde.<br>O texto em questão trás á tona a assistência em saúde, facilitando&nbsp; esclarecimentos acerca de prognósticos e condutas terapeuticas. Subentende-se que saúde seja o estado de estar doente e poder sair do estado de adoecimento, o texto estabelece alguns tipos de assistencias voltadas ao campo de saude e doença. Assim sendo, a alternativa profissional relaciona-se aos serviços que podem ser estabelecidos pela rede hospitalar em que o paciente está inserdo, a Alternativa formal refere-se as abordagens terapêuticas&nbsp; ofertadas de maneira gratuita e por fim a Alternativa popular onde a partir do meio ao qual o indíviduo nesse caso paciente são desenvolvidas e práticas as terapeuticas de cura, levando em conta a particularidade do mesmo.<br>Cosmologia e Intermedicalidade: o campo religioso e a autoatenção às enfermidades entre os índios Munduruku do Amazonas, Brasil.<br><br>O texto fundamenta-se&nbsp; no trabalho etnográfico no Amazonas, baseado nas práticas e medidas de saúde permeadas na aldeia Kwatá dos índios Munduruku,práticas essas excedidas pelo modelo biomédico. Demonstra-se que um fator relevante no campo das práticas terapêutas dentro da aldeia, dá-se pela autoatenção uma das várias formas de atenção para as enfermidades que venham a ser apresentadas podendo ser implicitadas pelas vertentes advindas da biomedicina, do cristianismo, xamanismo, da umbanda e do espiritismo kardecista apontando as singularidades advindas do intinerário terapêutico dos índios Mundukuru, uma vez que estudos apontam que pessoas que buscam o meio religioso para conforto e saúde encontram nele processos que o intensificam na sua jornada singular. As práticas em saúde popular legitimam o que é mais nativo e ancestral na cultura brasileira, dando-nos o viés para olharmos acima da cultura, olhar o ser humano em si e sua vivência histórica na produção de serviços de atenção do cuidado e do saber indígena.<br>Itinerários terapêuticos projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde<br>O texto evidência as terapêuticas realizadas para controlar enfermidade e suas especificidades patológicas. Uma vez que, o indíviduo no contexto de saúde e doença se apropria de recursos e saberes na busca do alívio e da cura dos processos de saúde e doença. É necessário que haja a percepção das práticas focalizadas nas abordagens terapêuticas conduzindo uma multidisciplinaridade a fim de constituir&nbsp; ações para esses intinerários de cuidados chegue as pessoas e a seus processos internos.<br>[27/4 10:36 PM] Ane✨: Em o Corpo Signico, Jaqueline Ferreira trás a perspectiva de como o corpo doente pode ser vista não só pelo ponto de vista médico com o surgimento de sintomas físicos. Apontado a simiologia médica para estudo dos sintomas e sinais, dando viés ao corpo signico sendo elemento norteador para o caminho tomado para um diagnóstico na esfera médica. Sendo o corpo uma construção de simbolismos marcados pela cultura, se dispõe de também um meio comunicador interno e externo, fornecendo equilíbrio para os nossos sistemas. Assim,&nbsp; este possui limites que devem ser respeitados.<br>O texto nos faz refletir acerca de como devemos estar atentos as manifestações do nosso templo interior, e como essas manifestações fazem daquilo o que somos enquanto seres humanos introduzido a uma sociedade cheia de preconceitos e validações. Neste sentido, é de extrema relevância a consciência de que a medicina impõe características sobre os corpos e essas servem de segregadoras de outros</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 01:37:32 UTC</pubDate>
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         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>10/03 Mudança de Estado.</strong><br><em>Zíbia Gasparetto</em><br>A vida precisa ser renovada. A morte é a mudança que estabelece a renovação. Quando alguém parte, muitas coisas se modificam na estrutura dos que ficam e, sendo uma lei natural, ela é sempre um bem, muito embora as pessoas não queiram aceitar isso. Nada é mais inútil e machuca mais do que a revolta. Lembre-se de que nós não temos nenhum poder sobre a vida ou a morte. Ela é irremediável.<br>O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza e a dor podem alcançar a alma de quem partiu e dificultar-lhe a adaptação na nova vida. Ele também sente a sensação da perda, a necessidade de seguir adiante, mas não consegue devido aos pensamentos dos que ficaram, a sua tristeza e a sua dor.<br>Se ele não consegue vencer esse momento difícil, volta ao lar que deixou e fica ali, misturando as lágrimas, sem forças para seguir adiante, numa simbiose que aumenta a infelicidade de todos.<br>Pense nisso. Por mais que esteja sofrendo a separação, se alguém que você ama já partiu, libere-o agora. Recolha-se a um lugar tranqüilo, visualize essa pessoa em sua frente, abrace-a, diga-lhe tudo que seu coração sente. Fale do quanto a ama e do bem que lhe deseja. Despeça-se dela com alegria, e quando recorda-la, veja-a feliz e refeita.<br>A morte não é o fim. A separação é temporária. Deixe-a seguir adiante e permita-se viver em paz.<br><br>"A morte é só uma mudança de estado.<br>Depois dela, passamos a viver em outra dimensão"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 01:39:56 UTC</pubDate>
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         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>17/03- Cuidado e Cura: Os Setores da Assistência a Saúde.</strong><br>O texto em questão trás á tona a assistência em saúde, facilitando&nbsp; esclarecimentos acerca de prognósticos e condutas terapêuticas. Subentende-se que saúde seja o estado de estar doente e poder sair do estado de adoecimento, o texto estabelece alguns tipos de assistências voltadas ao campo de saúde e doença. Assim sendo, a alternativa profissional relaciona-se aos serviços que podem ser estabelecidos pela rede hospitalar em que o paciente está inserido, a Alternativa formal refere-se as abordagens terapêuticas&nbsp; ofertadas de maneira gratuita e por fim a Alternativa popular onde a partir do meio ao qual o indivíduo nesse caso paciente são desenvolvidas e práticas as terapêuticas de cura, levando em conta a particularidade do mesmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 01:42:34 UTC</pubDate>
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         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>24/03- Anexo a seguir...</div>]]></description>
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         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Antropologia da Saúde e da Doença.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 01:58:23 UTC</pubDate>
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         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>31/03- Cosmologia e Intermedicalidade.<br></strong>O texto fundamenta-se no trabalho etnográfico no Amazonas, baseado nas práticas e medidas de saúde permeadas na aldeia Kwatá dos índios Munduruku, práticas essas excedidas pelo modelo biomédico. Demonstra-se que um fator relevante no campo das práticas terapêuticas dentro da aldeia, dá-se pela autoatenção uma das várias formas de atenção para as enfermidades que venham a ser apresentadas podendo ser aplicadas pelas vertentes advindas da biomedicina, do cristianismo, xamanismo, da umbanda e do espiritismo kardecista apontando as singularidades advindas do itinerário terapêutico dos índios Mundukuru, uma vez que estudos apontam que pessoas que buscam o meio religioso para conforto e saúde encontram nele processos que o intensificam na sua jornada singular. As práticas em saúde popular legitimam o que é mais nativo e ancestral na cultura brasileira, dando-nos o viés para olharmos acima da cultura, olhar o ser humano em si e sua vivência histórica na produção de serviços de atenção do cuidado e do saber indígena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 02:01:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carmothaylane</author>
         <link>https://padlet.com/carmothaylane/hf4l1nicbawgmfi6/wish/1467167310</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>07/04- Itinerários terapêuticos projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde.</strong><br>O texto trás "evidências" as das terapêuticas realizadas para controlar enfermidade e suas especificidades patológicas. Uma vez que, o indíviduo no contexto de saúde e doença se apropria de recursos e saberes na busca do alívio e da cura dos processos de saúde e doença. É necessário que haja a percepção das práticas focalizadas nas abordagens terapêuticas conduzindo uma multidisciplinaridade a fim de constituir&nbsp; ações para esses intinerários de cuidados chegue as pessoas e a seus processos internos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 02:03:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>14/04- "O Médico Ferido- Omolu nos Labirintos da Doença." \ "Religião, Ritual e Cura."<br></strong>Atoto Obaluaê (Omolu).<br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br>É Atotô<br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br><br>Se você está sofrendo<br>no leito ou com frio e com dor<br>Com pipoca e com dendê<br>muita gente ele curou<br><br>Se seu corpo está ferido<br>e não pode mais suportar<br>Peça proteção á ele<br>que ele vai lhe ajudar!<br>OBALUAÊ!!!<br><br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br>É Atotô<br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br><br>Tenho segredo da vida<br>do começo e do fim<br>O meu senhor das palhas<br>tenha muita dó de mim<br><br>Na procissão das almas<br>que partem pro infinito<br>Ele vai mostrando á elas<br>outro mundo mais bonito!<br>Obaluaê<br><br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br>É Atotô<br>É Obaluaê<br>É Obaluaê<br>&nbsp;<br><strong>Xapanã - Ele É Curador</strong><br>Na pedra fria<br>No pé do morro<br>Dizem que mora<br>Um velho lá<br><br>Ele é curador<br>Ele é rezador<br>Ele é Xapanã<br>Ele vai me curar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 02:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>28/04- Racismo e Saúde.</title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Nesta data, foram apresentados seminários cujos textos trabalhados foram: Saude da População negra, um direito em busca de plena efetivação” e posteriormente o texto “O conceito de racismo institucional: aplicações no campo da saúde.”.<br>&gt;&gt;Post a seguir&lt;&lt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:28:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trago aqui uma imagem que fala por si só, e achei bem marcante e que trás percepções e recordações mediante as apresentações dos colegas.</div>]]></description>
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         <title>05/05- População LGBTQI+ e Saúde.</title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nesta aula fora abordada a temática&nbsp; População LGBTQI+ e saúde relacionadas aos artigos, e assim foi debatido a problemática em questão contando com um convidado por intermédio de uma das equipes. Questões&nbsp; essas sobre como o tratamento dado a esta população no tocante relacionado ao Sistema Único de Súde&nbsp; (SUS), Homofobia etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>19/05- População Negra e Covid-19: reflexões sobre o racismo e saúde.</title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trago um poema de Braúlio Bessa, que me tocou muito e nos faz refletir sobre a temática abordada e os seminários apresentados nesta aula.<br><em>Inumeráveis</em><br>Autor: Bráulio Bessa<br>Andre Cavalcante era professor&nbsp;<br>amigo de todos e pai do Pedrinho.&nbsp;<br>O Bruno Campelo seguiu seu caminho&nbsp;<br>Tornou-se enfermeiro por puro amor.&nbsp;<br>Já Carlos Antônio, era cobrador&nbsp;<br>Estava ansioso pra se aposentar.&nbsp;<br>A Diva Thereza amava tocar&nbsp;<br>Seu belo piano de forma eloquente&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.&nbsp;<br>Elaine Cristina, grande paratleta&nbsp;<br>fez três faculdades e ganhou medalhas&nbsp;<br>Felipe Pedrosa vencia as batalhas&nbsp;<br>Dirigindo Uber em busca da meta.&nbsp;<br>Gastão Dias Junior, pessoa discreta&nbsp;<br>na pediatria escolheu se doar&nbsp;<br>Horácia Coutinho e seu dom de cuidar&nbsp;<br>De cada amigo e de cada parente.&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.&nbsp;<br>Iramar Carneiro, heroi da estrada&nbsp;<br>foi caminhoneiro, ajudou o Brasil.&nbsp;<br>Joana Maria, bisavó gentil. E Katia Cilene uma mãe dedicada.&nbsp;<br>Lenita Maria, era muito animada&nbsp;<br>baiana de escola de samba a sambar&nbsp;<br>Margarida Veras amava ensinar&nbsp;<br>era professora bondosa e presente.&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.&nbsp;<br>Norberto Eugênio era jogador&nbsp;<br>piloto, artista, multifuncional.&nbsp;<br>Olinda Menezes amava o natal.&nbsp;<br>Pasqual Stefano dentista, pintor&nbsp;<br>Curtia cinema, mais um sonhador&nbsp;<br>Que na pandemia parou de sonhar.&nbsp;<br>A vó da Camily não vai lhe abraçar&nbsp;<br>com Quitéria Melo não foi diferente.&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.&nbsp; &nbsp;<br>Raimundo dos Santos, um homem guerreiro&nbsp;<br>O senhor dos rios, dos peixes também&nbsp;<br>Salvador José, baiano do bem&nbsp;<br>Bebia cerveja e era roqueiro.&nbsp;<br>Terezinha Maia sorria ligeiro&nbsp;<br>cuidava das plantas, cuidava do lar&nbsp;<br>Vanessa dos Santos era luz solar&nbsp;<br>mulher colorida e irreverente.&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.&nbsp; &nbsp;<br>Wilma Bassetti vó especial&nbsp;<br>pra netos e filhos fazia banquete.&nbsp;<br>Yvonne Martins fazia um sorvete&nbsp;<br>Das mangas tiradas do pé no quintal&nbsp;<br>Zulmira de Sousa, esposa leal&nbsp;<br>falava com Deus, vivia a rezar.&nbsp;<br>O X da questão talvez seja amar&nbsp;<br>por isso não seja tão indiferente&nbsp;<br>Se números frios não tocam a gente&nbsp;<br>Espero que nomes consigam tocar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>26/05- Encerramento do componente.</title>
         <author>carmothaylane</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram pontuados, os aspectos relacionados aos fatores&nbsp; contribuintes para a formação do componente durante o semestres bem como nossas expectativas atravéz de um aplicativo, no mais encerrou-se como um componente esclarecedor para mim.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:36:35 UTC</pubDate>
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