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      <title>Perturbação de Tourette by Diana Rocha</title>
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      <description>Projeto desenvolvido no âmbito da cadeira de Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais, lecionada pela docente Sara Monteiro</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Guião </title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Introdução</strong></p></li><li><p><strong>Contextualização Histórica da Perturbação </strong></p></li><li><p><strong>Caracterização da Perturbação de Tourette</strong></p><p>3.1. Definição de Tiques</p><p>3.2 Critérios de diagnóstico</p><p>3.3. Etiologia e epidemiologia</p><p>3.4. Prevalência</p><p>3.5. Desenvolvimento e curso</p><p>3.6. Fatores de risco e prognóstico</p><p>3.7. Comorbilidades</p><p>3.8. Diagnóstico diferencial</p></li><li><p><strong>Modelo Conceptual Explicativo</strong></p><p>4.1 Modelo cognitivo-comportamental</p><p>4.2 Modelo da inferência ativa</p></li><li><p><strong>Protocolo de Intervenção</strong></p><p>5.1 Terapias comportamentais</p><p>5.2 Farmacologia</p></li><li><p><strong>Estudo de caso</strong></p></li><li><p><strong>Conclusão</strong></p></li><li><p><strong>Referências bibliográficas</strong></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p>  No quadro clínico da perturbação de tique observam-se várias comorbilidades relevantes que podem impactar o funcionamento global do indivíduo, sendo a <strong>PHDA </strong>e a <strong>POC </strong>as mais frequentes. Indivíduos com PHDA podem apresentar um<strong><em> </em></strong>comportamento disruptivo, imaturidade social e dificuldades na aprendizagem, que afetam várias áreas da vida do mesmo. Já na POC, os sintomas obsessivo-compulsivos podem estar relacionados a simetria e ordem, a um nível mais agressivo, e resistência à farmacoterapia.</p><p>Existem, ainda, mais perturbações comórbidas como<strong> outras perturbações de movimento</strong>, <strong>perturbações mentais</strong>, como as depressivas ou bipolares e <strong>perturbações relacionadas com o consumo de substâncias</strong>.</p><p><br></p><p>(APA, 2023)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A etiologia da perturbação de tiques indica que crianças e adolescentes estão mais predispostos a manifestar tiques do que adultos, com uma prevalência de 4% a 12% durante o desenvolvimento. Existe também uma predisposição hereditária, e o género masculino é o mais propenso a obter este diagnóstico. Estima-se que a causa da perturbação de tiques se deve à convergência entre fatores genéticos, psicológicos, ambientais e neurobiológicos, pressupondo-se ainda que os tiques surjam devido a alterações nos sistemas dopaminérgico e serotoninérgico. Alguns fatores de risco são o stress psicossocial, hereditariedade, pré, peri e pós natais, lesões no sistema nervoso central e consumo de substâncias. Por fim, torna-se necessário ter em atenção que existem sistemas de classificação distintos entre países, sendo algo que altera a percentagem de existência desta perturbação nos mesmos.</p><p><br></p><p>(Metzger, et al., n.d.)</p><p>(Guariento, 2019)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A epidemiologia da perturbação de tiques indica que os primeiros sintomas surgem geralmente entre os 2 e os 15 anos, com maior severidade entre os 10 e 12 anos. Para além disso, os primeiros tiques são, por norma, motores e os tiques vocais que surgem, em média, 3 anos após os primeiros evidenciados e vão sofrendo alterações a cada 6 ou 12 semanas. Na idade adulta os tiques vão atenuando e apesar de haver a perceção que os tiques são involuntários, quanto mais velhos os indivíduos são, mais fácil é o controlo dos tiques. Contudo, quanto mais os suprimirem, mais intensos os tiques serão durante um momento de relaxamento.</p><p><br></p><p>(Metzger, et al., n.d.)</p><p>(Guariento, 2019)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Jacinta Marques</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>22 anos,</sup></p><p><sup>Viseu,</sup></p><p><sup>1º ano do Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia da Universidade de Aveiro</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Diana Magalhães</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>21 anos, </sup></p><p><sup>Viseu, </sup></p><p><sup>1º ano do Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia da Universidade de Aveiro</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Resende</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>21 anos,</sup></p><p><sup>Aveiro,</sup></p><p><sup>1º ano do Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia da Universidade de Aveiro</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Rita Martins</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>21 anos,</sup></p><p><sup>Braga,</sup></p><p><sup>1º ano do Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia da Universidade de Aveiro</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Perturbação de Tiques</title>
         <author>dianarocha665</author>
         <link>https://padlet.com/dianarocha665/hexvk1bw9x5rq45w/wish/3230039998</link>
         <description><![CDATA[<p>As perturbações de Tiques, <em>perturbações motoras do neurodesenvolvimento</em>, caracterizam pela <strong>presença de tiques motores e/ou vocais.</strong> </p><p>  Fatores como a duração, etiologia presumida e apresentação clínica contribuem para a definição de da perturbação de tiques específica: <em>Perturbação de Tourette, Perturbação de tiques Motores ou Vocais Persistente (crónica), Perturbação de Tiques Transitórios, perturbação de tiques com outra especificação e perturbação de tiques não especificada </em>(APA, 2023).</p><p>  Para a realização deste trabalho, o foco principal será a <strong><em>Perturbação de Tourette.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Perturbação de Tourette</title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p>   A Perturbação de Tourette caracteriza-se pela presença <strong>crônica e recorrente de múltiplos tiques motores</strong>, acompanhada de <strong>pelo menos um tique vocal</strong>. Importa salientar que <em>não é</em> necessário que todos os tiques se manifestem simultaneamente para que o diagnóstico seja estabelecido. </p><p>  A <strong>frequência</strong> e a <strong>intensidade</strong> dos <em>tiques</em> podem variar ao longo do tempo, no entanto, um critério essencial para o diagnóstico é a persistência dos sintomas por um período superior a um ano, a partir do surgimento do primeiro tique.</p><p><strong>Os sintomas têm início exclusivamente antes dos 18 anos. </strong>Para um diagnóstico preciso, é fundamental diferenciar a Síndrome de Tourette de outras condições que possam imitar seus sintomas, como o uso de substâncias ou outras doenças neurológicas. Dessa forma, é imprescindível descartar a possibilidade de que os tiques sejam causados pelos efeitos fisiológicos de substâncias ou por outras condições médicas.</p><p><br/></p><p>(APA, 2023)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dianarocha665</author>
         <link>https://padlet.com/dianarocha665/hexvk1bw9x5rq45w/wish/3230040000</link>
         <description><![CDATA[<p>  O diagnóstico diferencial da perturbação de tiques é fundamental para distinguir essa condição de outras perturbações motoras semelhantes, pois cada uma exige tratamentos específicos. </p><p>  Nas <strong>estereotipias motoras</strong>, os movimentos são rítmicos, previsíveis e repetitivos, proporcionando tranquilidade, enquanto os tiques surgem em idade mais avançada, são mais breves e precedidos por uma sensação premonitória. </p><p>  A <strong>coreia</strong> envolve movimentos rápidos e imprevisíveis em várias partes do corpo, agravando-se com movimentos voluntários e sem sensação premonitória. </p><p>  A <strong>distonia</strong> caracteriza-se por contrações sustentadas, resultando em posturas anormais, difíceis de suprimir e sem sensação premonitória.</p><p>  As <strong>discinesias paroxísticas</strong>, caracterizadas por movimentos involuntários episódicos desencadeados por esforço físico, têm episódios mais longos e menos facilmente suprimidos que os tiques. </p><p>  Já as <strong>mioclonias</strong> são movimentos involuntários rápidos e não rítmicos, que ocorrem durante o sono ou são exacerbados pelo movimento, sem possibilidade de supressão.</p><p>  No caso da <strong>perturbação obsessivo-compulsiva</strong>, as compulsões podem assemelhar-se a tiques complexos, mas procuram aliviar uma obsessão ou ansiedade, enquanto os tiques aliviam a sensação premonitória. Nas perturbações comportamentais focadas no corpo, como arrancar cabelo, os comportamentos são mais complexos e direcionados a objetivos específicos. </p><p>  Na <strong>perturbação funcional</strong>, “ataques de tiques” podem durar de 15 minutos a várias horas, o que é incomum nas perturbações de tiques típicas, que apresentam movimentos breves e intermitentes.</p><p><br></p><p>(APA, 2023)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dianarocha665</author>
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         <description><![CDATA[<p>American Psychiatric Association. (2023). Perturbações de Sintomas Somáticos e Perturbações Relacionadas. In Manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais <em>(5.a ed., Texto Revisto).</em> Lisboa: Climepsi Editores.</p><p><br/></p><p>Franklin, S. A., Walther, M. R., &amp; Woods, D. W. (2010). Behavioral interventions for TIC disorders. <em>Psychiatric Clinics of North America</em>, <em>33</em>(3), 641–655. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.013">https://doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.013</a></p><p><br/></p><p>Guariento, L. M. (2019). <em>Abordagem terapêutica da perturbação de tiques e obsessivo-compulsiva</em>. Clínica Universitária de Psiquiatria e Psicologia Médica. Faculdade de Medicina de Lisboa</p><p><br/></p><p>McGuire, J. F., Murphy, T. K., Piacentini, J., &amp; Storch, E. A. (2018). Introduction to treatment and management of youth with tourette Disorders and TIC disorders. In <em>Elsevier eBooks</em> (pp. 1–20). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/b978-0-12-811980-8.00001-7">https://doi.org/10.1016/b978-0-12-811980-8.00001-7</a></p><p><br/></p><p>Metzger, H., Wanderer, S. &amp; Roessner, V.; Versão em Português: Nathalia Teixeira Hatano, N. T.,&nbsp; Valente. À. S. &amp; Marques, M. (n.d.). <em>Transtornos de Tiques</em>. Tratado de Saúde Mental da Infância e Adolescência da IACAPAP.</p><p><br/></p><p>Parvizi-Wayne, D., &amp; Severs, L. (2024). When the interoceptive and conceptual clash: The case of oppositional phenomenal self-modelling in<em> </em>Tourette syndrome<em>.</em> <em>Cognitive Affective &amp; Behavioral Neuroscience,</em> 24(4), 660–680. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.3758/s13415-024-01189-6">https://doi.org/10.3758/s13415-024-01189-6</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 14:00:13 UTC</pubDate>
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