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      <title> Portfolio Ádila Lima by ÁDILA LIMA SOUZA</title>
      <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr</link>
      <description>Relato das atividades desenvolvidas na disciplina de Estagio 2, Pré e durante pandemia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:32:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém.</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paulo Freire</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 13:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA: ESTUDO DE CASO ETNOGRÁFICO</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília, [S.l], v. 25, n. 2, p. 167-180, 2001. <br><br>Elisabeth -  Marcia Martucci, possui graduação em Biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos(1972), mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(1980) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos(1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. Atuando principalmente nos seguintes temas: Conhecimento prático, Bibliotecário de referência.<br>A autora faz uma abordagem dos conceitos, princípios e técnicas do estudo de caso etnográfico, com base em referencias teóricos acerca da pesquisa qualitativa ou interpretativa. O texto se encontra dividido em três tópicos, os quais se identificam como: Alguns princípios da pesquisa interpretativa, As microculturas e a pesquisa etnográfica e O estudo de caso etnográfico.  Este tipo de investigação procura compreender e retratar a particularidade e a complexidade de um grupo natural ou microcultura, a partir dos significados subjetivos de seus atores, coletados em seu contexto ecológico, por meio de observação participante, entrevistas e narrativas escritas.<br>Com base em citações de teóricos renomados nos questionamentos sobre a qualitativa de pesquisa, foram explicitados vários pressupostos sobre a natureza da sociedade humana e sobre as ciências sociais, os quais segundo a autora devem ser explanados para a compreensão teórica e metodológica de seus diferentes tipos de estudo. Este texto refere-se, especificamente, ao estudo de caso etnográfico, e abarca fundamentos essenciais para sua contextualização na visão interpretativa de pesquisa, través destes pensamentos, nos mostrar suas perspectivas e como a sociedade é vista.<br>Nesse sentido, entre tantos celebres autores, destaquei algumas falas, as quais julguei importantíssimas no que tange o assunto. A começar, Haguette (1995, p.36-37) diz que sociedade humana ou a vida em grupo é vista como consistindo de pessoas que interagem, ou seja, pessoas em ação que desenvolvem atividades diferenciadas que as colocam em diferentes situações. <br>Além disso, Zabalza (1994, p.22-23) expõe que a hermenêutica descreve três componentes como configuradores do processo de penetração compreensiva num evento, a partir da qual se aborda o fato, a precompeensão, a compreensão atual e a interpretação.<br>Bem como, Bogdan; Biklen (1994, p.47-51) esclarecem que a abordagem qualitativa de pesquisa enfatiza a descrição, a indução, a teoria fundamentada. Ou seja, a pesquisa pode ser de campo, indutiva, descritiva ou até mesmo de significações.<br>Em relação as microculturas, Erickson (1986, p.121) diz que a pesquisa procura responder as seguintes questões1) O que está acontecendo, especificamente, na ação social que ocorre neste campo particular? 2) Que significados essas ações têm para os atores envolvidos no momento em que ocorrem? 3) Como os acontecimentos estão organizados em padrões de organização social, e quais são os princípios culturais que conduzem a vida cotidiana?  <br>Acerca do estudo de caso etnográfico, vale a pena ressaltar a parte em que Lüdke; André (1986, p.17) nos ensina que o estudo de caso possui sete características que se sobrepõem às características gerais da pesquisa qualitativa: visam à descoberta; enfatizam a “interpretação em contexto; buscam retratar a realidade de forma completa; usam uma variedade de fontes de informação; permitem generalizações naturalísticas; procuram representar os diferentes pontos de vista presentes numa situação social e utilizam uma linguagem científica mais acessível, isto é, num estilo mais informal, narrativo, ilustrado por figuras de linguagem, citações, exemplos e descrições.<br>Um outro ponto importante falado no texto também é que para a coleta de dados, três técnicas de pesquisa são fundamentais em estudos de caso etnográficos que são: observação participante, entrevista e textos escritos pelos sujeitos<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 14:33:32 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA : ESTÁGIO E DOCÊNCIA: DIFERENTES CONCEPÇÔES</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/949780287</link>
         <description><![CDATA[<div>Lima, M. S., &amp; Pimenta, S. (2006). ESTÁGIO E DOCÊNCIA: DIFERENTES CONCEPÇÕES. <em>Poíesis Pedagógica</em>, <em>3</em>(3 e 4), 5-24.<br><br></div><div>Selma – Garrido Pimenta possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1965), mestrado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979) e doutorado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985). Atualmente é Professor Titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - FE - USP. Coordena o GEPEFE - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação do Educador desde 1989, junto ao programa de Pós Graduação em Educação - FEUSP. Foi coordenadora do Programa de Pós Graduação em Educação na FE-USP (1997/99) e Diretora da FE-USP (2002 - 2005). </div><div>Atualmente é Pró Reitora de Graduação da USP (2005 - 2009). Atuou como Membro do Comitê de Avaliação da área de Educação junto à CAPES (2001-2003). É Membro do GT Didática da ANPEd - Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Educação, do qual foi coordenadora (1996 - 1999) e representou-o como Membro do Comitê Científico da ANPEd (por quatro anos). Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, didática, pedagogia e pesquisa educacional. As pesquisas mais recentes são no campo da Pedagogia Universitária e Docência no Ensino Superior. É Pesquisador 1 A CNPq.- Informações coletadas do Lattes em 20/10/2019</div><div>Maria do Socorro - Lucena Lima é doutora em Educação na área de Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Universidade de São Paulo - USP (2001) com Pós-doutorado em Educação junto ao Departamento de Metodologia de Ensino e Educação Comparada na Universidade de São Paulo-USP (2007), com Estágio na Universidade do Minho-Portugal. Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará - UFC (1995), Graduada em Letras (1971) e em Pedagogia (1978) pela Universidade Regional do Cariri - URCA. Integra o quadro de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação-PPGE da Universidade Estadual Estadual - UECE, na linha Docência no Ensino Superior e na Educação Básica. Foi Professora Visitante na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB 2017-2019. Pertence ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Formação de Educadores - GEPEFE e Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Formação do Educador e ELOSS - Educação e Cooperação Sul - UNILAB. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Didática e Estágio Curricular Supervisionado, trabalho docente, práticas escolares, docência no ensino superior e formação continua e professores. -Informações coletadas do Lattes em 26/10/2019.</div><div><strong> O artigo traz uma discussão acerca da formação de professores e pedagogos a partir da relação teoria e prática presente nas atividades de estágio e revelam preocupações e indagações pelas autoras a respeito das tais práticas. O texto se divide em quatro subtítulos, os quais abordam etapas como propostas metodológicas para a identidade do professor, que são: a pratica como imitação de modelos; a prática como instrumentalização técnica; o que entendemos por teoria e pratica;</strong> o estágio superando a separação teoria e prática.<strong> Nesse sentido de superar esta visão dicotômica, o estágio, segundo as autoras, não é visto como conteúdos curriculares, mas um instrumento pedagógico que contribui para a superação desta dicotomia teoria e prática.</strong></div><div>Na primeira parte, as autoras trazem uma crítica à prática como imitação de modelos, considerada de modo tradicional da atuação docente, como artesanal e ainda presente em nossos dias. Pressupondo dessa concepção, a realidade do ensino como imutável a medida em que os alunos que frequentam a escola também são. Idealmente, segundo a tradição, não existem as transformações históricas e sociais decorrentes dos processos de democratização do acesso, que trouxe para a escola novas demandas e realidades sociais, com a inclusão de alunos até então marginalizados do processo de escolar e de transformação da sociedade, de seus valores. </div><div>Ao valorizar as práticas e os instrumentos tidos tradicionalmente como modelos eficientes, a escola resume seu papel de ensinar em: se os alunos não aprendem, o problema é deles, de suas famílias, de sua cultura divergente daquela valorizada pela escola. Resumindo o estágio a observar os professores em aula e a imitar esses modelos, sem proceder a uma análise crítica fundamentada teoricamente e legitimada na realidade social em que o ensino se processa.</div><div> Na segunda abordagem a pratica se resume a instrumentalização técnica. Desse modo, a atividade de estágio  reduzida à hora da prática, ao como fazer, às técnicas a ser empregadas em sala de aula, ao desenvolvimento de habilidades específicas do manejo de classe, ao preenchimento de fichas de observação, diagramas, fluxogramas. As oficinas pedagógicas que trabalham a confecção de material didático e a utilização de sucatas ilustram essa perspectiva. Muito utilizadas e valorizadas, têm por objetivo auxiliar os alunos no desempenho de suas atividades na sala de aula, podendo ser desenvolvidas sob a forma de cursos ministrados por estagiários, muitas vezes como cursos de prestação de serviço às redes de ensino, obras sociais e eventos, o que acaba submetendo os estagiários como mão-de-obra gratuita e substituindo os profissionais formados.<br><br></div><div>Na terceira parte elas aponta conceitos e teorias sobre o que entendemos sobre teoria e pratica, na perspectivas de alguns autores, como também pelo senso comum e que para uma melhor compreensão se faz necessário distinguir o sentido de teoria da pratica. Por fim, as autoras falam do estágio superando a separação teoria e prática e o subdivide em dois aspectos: O estágio: aproximação da realidade e atividade teórica, ou seja, considera-se que a finalidade do estágio é a de propiciar ao aluno uma aproximação à realidade na qual atuará. Em contrapartida, defendem uma nova postura, uma redefinição do estágio que deve caminhar para a reflexão, a partir da realidade. O segunda as aspecto apontado foi o estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio. Com isso, abre perspectivas para a valorização da pesquisa na ação dos profissionais, colocando as bases para o que se convencionou denominar o professor–pesquisador de sua prática. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 14:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>Folder da Pré Jornada Pedagógica</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>Das discussões que ocorreram durante a jornada vale a pena destacar a fala da  Prof. Dr. Alda Pepe sobre a BNCC e os novos currículos escolares na tentativa de garantia de aprendizagem e desenvolvimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 14:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>JORNADA PEDAGÓGICA - UM BREVE RELATO</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os professores durante a jornada pedagógica falou da luta por seus direitos , reivindicando-os. Uma das pautas já discutida no primeiro momento e não menos importante, foi a valorização dos professores, destacando a resistência  sobre a visão mercantilista a que se submete a educação, bem como a necessidade de autonomia das escolas. Houve importantes participações, a saber : a professora Alda Pepe, Elaine de Souza (do Conselho Municipal), Luiz Walter de Lima (do Conselho Estadual de Educação) e Paulo Roberto (Secretário de Educação), os quais trouxeram valiosas contribuições.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 14:58:36 UTC</pubDate>
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         <title>RODA DE CONVERSA COM NADA MAIS NADA MENOS QUE &#39;&#39;ONAIDE MENDONÇA&#39;&#39;</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ficamos agraciados com a  notícia de que a Professora Doutora Onaide Mendonça teria aceitado ao convite da nossa professora Nandyara, mentora da nossa disciplina de Estágio dos anos iniciais, para participar desta roda de conversa. Foi um momento de grande valia, creio que para todos nós. Criadora do método sociolinguístico, ela fala do passo a passo de  como aplicá-lo na prática da sala de aula, fala também da sua experiência no chão da escola, motivo pelo qual desenvolveu o método e da sua inspiração em Paulo Freire.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 03:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UM POUCO SOBRE O MÉTODO SOCIOLINGUÍSTICO DE ALFABETIZAÇÃO, CONFORME RESENHA DE ONAIDE MENDONÇA</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/950859888</link>
         <description><![CDATA[<div>Para atender à demanda de alfabetização eficaz, o Método<br>Sociolinguístico propõe uma reinvenção da alfabetização infantil. Este trabalho<br>entende Método como sistematização, organização do trabalho docente. É “Sócio”,<br>porque desenvolve efetivamente o diálogo no contexto social de sala de aula, e é<br>“Linguístico” por trabalhar conteúdos específicos da língua: a codificação e<br>decodificação de letras, sílabas, palavras, texto, contexto, e desenvolver as<br>habilidades para ler e escrever como: a direção da leitura, o uso dos instrumentos<br>de escrita, organização espacial do texto, suportes de texto etc.<br>Esta proposta está fundamentada no Método Paulo Freire de alfabetização  que, após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico,  revelando-se muito produtivo. Esse trabalho está fundamentado na linguística com suas técnicas de desenvolvimento da competência fonológica no conhecimento das  correspondências grafo-fonêmicas, para o domínio da leitura e da escrita e de seus  usos sociais, e, sem se esquecer do lúdico, subsidia a transformação da  consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica, sonho do saudoso  mestre Paulo Freire</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 03:14:52 UTC</pubDate>
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         <title>Investigando a Cultura Escolar - Entrevista com a coordenadora da Escola Municipal Celi de Freitas    </title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/950913082</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A coordenadora explica ser uma professora em desvio de função que teve seu nome indicado pelo quadro de professores da escola com o intuito de impedir que outra profissional assumisse o cargo apenas por indicação política. Ela relata que não se sentia preparada para assumir o cargo mas que isso nunca a impediu de desempenhar bem a função dando o melhor de si (afirmativa que se reflete positivamente na opinião docente quando questionados sobre sua gestão).</div><div><br>Questionada sobre as maiores dificuldades enfrentadas ao assumir a gestão escolar, a profissional apontou a infraestrutura e o descompromisso familiar com o fazer educativo como os maiores problemas a serem trabalhados, explicando que o processo de desconstrução da ideia de que a educação é dever único e exclusivo da escola com os pais é uma atividade constante e muito trabalhosa. Juntamente a isto, ela destacou também as limitações relacionadas aos recursos para trabalho, que “se distanciam demais da realidade da escola particular” segundo sua opinião. No início do ano letivo, a escola recebe uma verba que ela busca administrar do melhor modo possível afim de comprar materiais que durem a longo prazo para servir de suporte aos professores em sala de aula, cedendo aos alunos que não possuem condições de adquirir o próprio material.</div><div><br>Uma informação de extrema relevância e que chamou atenção de todos no momento da entrevista, foi uma estratégia de controle organizada pela coordenadora para ter acesso a informações compactadas e objetivas sobre todos os alunos de cada turma. Ela distribui fichas mensais a cada professora com o objetivo de recolher informações sobre o andamento escolar de cada um, dificuldades em matérias específicas, dificuldades de aprendizagem, problemas pessoais e/ou familiares etc. Informações que segundo ela a ajudam a elaborar um plano de ação personalizado para cada criança mantendo assim o foco naqueles que mais precisam. </div><div><br>Todos os professores são acompanhados regularmente e passam seus planos de aulas semanais para que a coordenadora avalie o que está sendo trabalhado e se as disciplinas estão atendendo a proposta curricular e ao objetivo pedagógico da escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 03:54:46 UTC</pubDate>
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         <title>Observação da Escola Municipal Celi de Freitas (Pré pandemia)</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/953171790</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola Ginásio Municipal Dr. Celi de Freitas, segundo informação que a unidade nos obteve, foi fundada no ano de 1966. Localizada na Av. José Moreira sobrinho s\n bairro Jequiezinho na cidade de Jequié-Bahia. A origem do seu nome advém de um médico, empresário e político da cidade. É notável que a escola necessita de alguma melhorias em sua estrutura física como a cobertura no pátio, pois este caracteriza-se como local central de entretenimento para as crianças, ele também é utilizado para as aulas de educação física e constitui-se como o espaço mais amplo para desenvolver eventos, atividades motoras, jogos, brincadeiras e projetos da escola, podemos considerar a organização estética do pátio mediana, por não ter área verde, parquinho, cobertura etc.<br>Neste sentido, fizemos uma observação no dia 16 de março para analisarmos, além da estrutura física, o cotidiano da escola. Observamos que no turno vespertino, a chegada dos ônibus inicia-se às 12:45. São 2 ônibus para as rotas: Eldorado, baixa do Bonfim, giro rápido, parque do sol, tropical, cachoeirinha...há crianças que chegam de moto táxi, sozinhas. O porteiro controla o fluxo de entrada com uma porta aberta. <br>Percebemos que neste turno, a escola possui um aluno cadeirante. Logo, no que se refere a acessibilidade, o pátio possui uma rampa de acesso um tanto inclinada e não conta com piso tátil, possui também um banheiro adaptado que assim como os outros 03 banheiros, sendo um feminino e o outro masculino e um dos funcionários, necessitando de reforma, podendo assim dizer que a escola realmente necessita de reparações que contemplem os direitos dos alunos. Além disso, a escola possui 02 extintores, o ambiente é amplo e iluminado, e as portas das salas são decoradas.<br><br></div><div>A cozinha da unidade escolar é outro espaço que necessita de ajustes na infraestrutura, pois nela é feito os alimentos para servir as crianças e apesar de fazer a higienização adequada a estrutura física está danificada. O cardápio tem acompanhamento do nutricionista, Para as crianças que têm alergia, é feito algo a parte. A armazenagem dos mantimentos não perecíveis é feita em um armário de cimento (tipo prateleira) e os demais alimentos são refrigerados em 01 freezer grande de 02 portas.<br><br></div><div>Acerca dos recursos tecnológicos, notamos que a instituição não tem sala de informática, nem biblioteca. O que pudemos destacar é que mesma possui 01 Datashow, 01 notebook, 01 microfone, 02 televisores e 03 caixas de som.  A unidade funciona nos horários matutino das 7h30min às 11h30min e no vespertino das 13h às 17h, tendo a dinâmica do recreio iniciada às 9h 30min e término às 10h, referente ao turno matutino e no vespertino das 15h às 15h30min. Atualmente atende alunos nas etapas de ensino do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 17:07:02 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA DO FILME:O ALUNO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/956819234</link>
         <description><![CDATA[<div>Baseado em fatos reais, o filme conta a historia de um queniano que lutou para estudar aos 84 anos de idade. Maruge lutou pela liberdade de seu país, foi preso e torturado. Em 2003, após ouvir um comunicado do governo sobre um programa de “Educação para todos”, decidiu se matricular em uma escola primária. Na ocasião, Maruge tinha 84 anos. O filme “O Aluno” é baseado na história real de Kimani Maruge Ng’ang’a, que, com o sonho de aprender a ler e escrever, lutou para entrar e permanecer na escola acostumada a receber crianças. A história do idoso alfabetizado ao lado de crianças ganhou repercussão nacional e provocou a revolta de alguns moradores da região. Falecido em 2009, Maruge foi a pessoa mais velha a se matricular em uma escola primária, de acordo com o Guinness Book. Devido ao seu empenho e conquistas, o queniano foi convidado para fazer um discurso na sede da ONU, em Nova York, sobre o poder da educação. A história do herói queniano foi gravada no Great Rift Valley, no Quênia, e exibida pelo Netflix. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 16:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>PRODUÇÃO DO JAMBOARD COM  ASPECTOS PRINCIPAIS DO FILME : O ALUNO</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-24 17:44:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JUSTIFICATIVA DO PROJETO</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O presente trabalho é um instrumento produzido na disciplina de Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na referida disciplina temos a oportunidade de atuar em campo, no ambiente escolar da Educação Básica, dentro da sala de aula, que é o momento no qual assumimos a regência de classe. O estágio é mais do que um aspecto curricular imposto; ele é o momento do licenciando inserir-se na realidade da escola, conhecer a prática docente. Neste período é preciso cumprir um cronograma de atividades. Uma das atividades a ser desenvolvida para o estágio é o projeto de intervenção. Dessa forma, este projeto representa uma atividade a qual visa atender a alguma necessidade que a unidade escolar apresenta para os/as estagiários/as.<br><br></div><div>Nesta perspectiva, participamos de uma reunião na escola-campo, junto aos docentes, a coordenadora pedagógica e a diretora, para conhecer as propostas que elas elegeram importantes para o tema do projeto. Assim, a comunidade da Escola Municipal Dr. Celi de Freitas optou em trazer para o projeto o tema “Música”, acreditando ser necessário trabalhar com essas temáticas, por entender a importância de apresentar a música popular brasileira às crianças, dar acesso a outro tipo de reproduções sonoras, sem esquecer de suas experiências musicais cotidianas.<br><br></div><div>Entretanto, sabemos que atualmente as crianças escutam muitas músicas com temas diversos, trazidas pela televisão, rádio, família e até mesmo no ambiente escolar. Nosso projeto tem como motivação recuperar músicas mais poéticas, que proporcionam reflexão, melodia, apresentando aos estudantes um pouco da música popular brasileira e toda sua história. Também buscaremos localizar em músicas que eles já conhecem, mensagens de sonhos, de superação. Fazer com que os estudantes desenvolvam consciência crítica, a partir da música. De modo que através das intervenções musicais consigamos nos aproximar da realidade social destas crianças, que se cruzam com outras experiências e temáticas que recorrentemente surgem na atualidade, além de propor uma metodologia didática que vai ao encontro da necessidade dos estudantes em desenvolver a leitura e a escrita.<br><br></div><div>Desta forma, as intervenções propostas serão feitas com base nos diversos gêneros textuais, uma vez que os textos se caracterizam por apresentarem um conjunto de elementos específicos. Para a execução das atividades de alfabetização e letramento foram selecionados alguns gêneros textuais, como música, poesia e biografia.<br><br>Diante disso, é esperado que o projeto anual que a escola propõe venha a atender as demandas do alunado e sua relevância ao abordar o tema “Música”. Assim como os outros gêneros, a música também nos possibilita buscar desenvolver a alfabetização e letramento, pois são processos indissociáveis. A música é, cada vez mais, considerada uma ferramenta de ação pedagógica, usada para alfabetizar, resgatar a cultura e ajudar na construção do conhecimento das crianças.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 14:59:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>OBJETIVOS DO PROJETO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/975880588</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>OBJETIVO GERAL</strong></div><div>Desenvolver o gosto pela apreciação musical, de maneira a ampliar a sua cultura, por meio da leitura e interpretação de letras de músicas infantis.<br><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br></strong>Valorizar as músicas infantis no cotidiano da sala de aula;</div><ul><li>Ouvir, cantar, ler e interpretar as letras das músicas infantis;</li><li>Ampliar o repertório cultural, contribuindo para o desenvolvimento da oralidade, da leitura e da produção escrita;</li><li>Resgatar o hábito de cantar músicas na sala de aula.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 15:04:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Após 7 meses de resistência, a UESB resolve aderir ao ensino remoto!</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/980726686</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:18:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nosso primeiro contato com o Classroom</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/980788845</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:30:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SEQUÊNCIA DIDÁTICA – INTERVENÇÃO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/980814765</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TEMA: </strong> MÚSICA BOA NA ESCOLA<br><br></div><div><strong>GÊNERO TEXTUAL: </strong>  POESIA</div><div><strong><br>PALAVRA GERADORA: </strong>VESTIDO</div><div><br></div><div><strong>OBJETIVOS:</strong></div><ul><li><br>Participar os alunos em situações que envolvam a comunicação oral, onde eles possam conhecer e interessar-se por diferentes gêneros literários;</li><li>Participar os alunos em situações de escrita, onde seja oportunizado avanços no processo de leitura e escrita;</li><li>Promover a escuta de diferentes textos, atribuindo-lhes significado a partir da leitura realizada pela professora, permitindo assim que a criança conheça as características que são peculiares;</li><li>Favorecer o uso de estratégias de leitura;</li><li>Proporcionar através de atividades individuais e coletivas, relações entre as partes “faladas” (oral) e “lidas” (escrita).</li><li> Identificar o alfabeto: as consoantes e as vogais;</li><li>    Aprender a escrita da palavra VESTIDO;</li><li><strong>  </strong> Estabelecer relações entre grafemas e fonemas;</li><li> Interpretar a palavra geradora VESTIDO, por meio da escrita;</li><li>  Formar  novas  palavras, a partir  das  famílias  silábicas  das  sílabas  da  palavra VESTIDO;</li><li>  Compreender o gênero textual poesia, suas características e usos sociais;</li><li>Compreender o gênero textual Música e, suas características e usos sociais</li></ul><div><br></div><div><strong> PRIMEIRO MOMENTO:<br></strong><br></div><ul><li>Rotina da escola</li><li>Assistir ao vídeo da música ”Aquarela” de Toquinho  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xT8HIiFQ8Y0">https://www.youtube.com/watch?v=xT8HIiFQ8Y0</a></li><li>Perguntar se conseguem identificar o gênero musical e falar sobre suas características.</li><li>Perguntar o que entenderam da letra da música<br><br></li></ul><div><strong>SEGUNDO MOMENTO:<br></strong><br></div><ul><li>Recitação da poesia: ‘’O vestido de Laura”, de Cecília Meireles apresentada em cartaz.</li><li>Perguntar se conseguem identificar o gênero textual e falar sobre as características da poesia </li><li>Perguntar sobre o que acharam da poesia, um breve diálogo:</li><li>todas as meninas gostam ou podem usar vestido? Quem aqui gosta de usar vestido ou não e porque?</li><li>todas as meninas conseguem ter vestidos tão belos quanto o de Laura?<br><br></li></ul><div><strong>TERCEIRO MOMENTO:<br></strong><br></div><div>1)   Leitura do alfabeto (Letra bastonada maiúscula);</div><div>2)      Apresentação da palavra geradora: <strong>VESTIDO;</strong></div><div>3)      Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra <strong>VESTIDO</strong>?</div><div>4)      Reconhecimento das letras individuais que formam a palavra geradora;</div><div>5)  Apresentação das famílias silábicas:<br><br></div><div> <strong> VESTIDO<br></strong><br></div><div>     Análise: VES-TI-DO<br><br></div><div>VE - VA - VI - VU - VO - VÃO <br><br></div><div>    ES - AS - US - IS - OS - ÃOS  	<br><br></div><div>TE - TA - TI - TU - TO - TÃO<br><br></div><div>   DE - DA - DI - DU - DO - DÃO<br><br></div><div>A - E - I - O - U - ÃO <br><br></div><div>6)     Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora; </div><div>7) Registro das novas palavras criadas no caderno;</div><div>8)   Socialização das palavras criadas no quadro;<br><br></div><div><strong>QUARTO MOMENTO<br></strong><br></div><div>Aplicação das atividades por nível de escrita conforme constam nos anexos e apêndices e a realização do jogo com a palavra geradora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOGO: CARTELINHA DE PALAVRAS </title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/980915369</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo: formar palavras dissílabas e trissílabas (caso seja acrescentada uma terceira argola).<br>Regra: A depender da criatividade do professor, podem ser organizadas atividades competitivas (em grupos, para ver qual grupo forma o maior número de palavras) ou colaborativas (um colega ajudando o outro para conseguirem formar o maior número possível de palavras). <br>É importante que essa atividade seja sempre acompanhada do registro das palavras que as crianças descobrirem na aula.<br>Material: tampa de garrafa pet, cordão, sílabas impressas, cartolina ou tabela de ovo para fazer o fundo e cola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:56:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ATIVIDADE - NÍVEL PRE SILÁBICO</title>
         <author>201520584</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste primeiro nível, a criança começa perceber que a escrita representa aquilo que é falado. Ela tenta se aventurar pela escrita e por meio da reprodução de rabiscos e desenhos. Ainda não consegue relacionar as letras, com os sons da língua falada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 19:24:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE - NÍVEL SILÁBICO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/981443754</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse nível a criança começa a perceber a correspondência entre as letras daquilo que é falado. Interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma, cada sílaba representa uma letra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 19:39:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE - NÍVEL SILÁBICO- ALFABÉTICO </title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/981559629</link>
         <description><![CDATA[<div>Começa a compreender que as sílabas possuem mais que uma letra (fará a transição de ora utilizar uma letra para cada sílaba, ora reconhecer os demais fonemas das palavras e passar a empregá-los). Mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:08:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE - NÍVEL ALFABÉTICO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/982246153</link>
         <description><![CDATA[<div>Já consegue reproduzir adequadamente todos os fonemas de uma palavra, caracterizando a escrita convencional. Domina, enfim, o valor das letras e sílabas. Escrevendo-a sem ausências, mas ainda há alguns desvios de ortografia, como: casa = caza, cidade = sidade; pois a sonoridade do s/z e c/s são idênticas, por exemplo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:18:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SÍNTESE - FUNDAMENTOS DO MÉTODO SOCIOLINGUÍTICO</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/982324828</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:03:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÕES SOBRE O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL</title>
         <author>201520584</author>
         <link>https://padlet.com/201520584/hesz5bikf7sd63xr/wish/987536281</link>
         <description><![CDATA[<div>Em março de 2020, as nossas aulas presenciais foram suspensas porque nos deparamos com uma pandemia mundial. Com o isolamento social vieram as incertezas e apreensões de como e quando voltaríamos para a nossa vida "normal". Após 7 meses de&nbsp; reuniões e resistências , a UESB resolve-se aderir ao ensino remoto emergencial. Qual a impressão que tive desta experiência? Bem, a principio, achei que seria super leve e daria conta tranquilamente. Porem, como aluna descemestralizada,&nbsp; me deparei com demais disciplinas além desta e TCC e tudo se tornou muito mais intenso: ansiedade, angustia, sensação de que não iria dar conta . A cerca da disciplina de estagio, o ponto positivo foi que para além das teorias e metodologias, tivemos que aprender a lidar com as tecnologias da informação, as quais muito nos ajudaram com suas ferramentas de trabalho. Entretanto, penso que para os discentes que não tiveram e/ou não puderam, ter a oportunidade de estar em algum outro vinculo de estagio, seja ele remunerado ou não, assim como eu tive, não tiveram a completude de relacionar&nbsp; teoria e pratica, foco desta disciplina,&nbsp; preparando-nos para sermos bons profissionais na área da educação. Graças a estes&nbsp; programa de assistência estudantil, criado pelo Governo do Estado, pude estar no chão da escola,&nbsp; primeiro&nbsp; o PIBID, logo depois o PARTIU ESTÁGIO e em seguida o CIEE,&nbsp; os quais por conta de vencimentos de contratos não pude dar continuidade, preparando-nos para o mercado de trabalho. Tive a experiência de&nbsp; estar sozinha com a turma em sala de aula quando o professor regente faltava. Enfim, diferente de um emprego tradicional, o estágio permite ao aluno uma experiência de aprendizado, na qual, situações e práticas da profissão, possibilita ao graduando desenvolver suas habilidades e competências da área de atuação escolhida. Para concluir, sou grata aos professores por terem tentado nos dar o melhor que puderam em cima&nbsp; das limitações que o ensino online&nbsp; nos disponibilizou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 14:08:30 UTC</pubDate>
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