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      <title>CAMINHOS PEDAGÓGICOS: Memórias, Experiências e Aprendizagens. by Marianna Lima</title>
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      <description>É caminhando que se faz o caminho!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:29:58 UTC</pubDate>
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         <title>Pensando em docência... Que tal falar em Estágio?</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/973785600</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ao pensar na qualidade de qualquer que seja a formação profissional, o estágio proporciona um momento ímpar de contato com a realidade da profissão em questão. No caso da educação, o estágio coloca o futuro professor, em contato direto com o contexto escolar, exigindo que o mesmo faça conexões entre teoria e prática.<br></strong><br></div><div><strong>A educação tem um papel crucial na formação de mentes humanas, por isso a mesma precisa ser encarada com seriedade e comprometimento, visando a formação de sujeitos da sociedade. <br></strong><br></div><div><strong>Desta forma, Pimenta e Lima (2004), fazem uma crítica às concepções tradicionais de estágio, que dissociam a teoria da prática. Para as autoras, a prática não deve ser meramente uma imitação de modelos, ou seja, o estagiário não deve ser um imitador do modelo que observa no estágio, mas precisa ter um olhar crítico, diante da realidade exposta, através do seu conhecimento teórico, a fim de superar as dificuldades encontradas.<br></strong><br></div><div><strong>O estágio, portanto, deve ser vivido como uma ponte para a práxis, ou seja, a prática docente iluminada, pensada, planejada, voltada para a formação de sujeitos críticos, em constante transformação.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 23:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Pesquisa e o seu papel, na construção do fazer pedagógico</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975087755</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Em Estudo de caso etnográfico, a autora Martucci descreve sobre a etnografia, uma forma de pesquisa qualitativa, a qual exige do pesquisador, delinear o seu objeto de pesquisa, ou seja, saber exatamente o que ele deseja ter como resultado, dentro de uma microcultura, na qual, valem as opiniões e experiências de seus participantes. Para tanto, neste tipo de pesquisa, são utilizadas diversas fontes de informação, bem como entrevistas, observações, documentos e, claro, a experiência do pesquisador, que vai, ele mesmo, coletar as informações no campo natural da pesquisa, buscando compreender como funcionam as situações vivenciadas pelas pessoas.<br>A obra de Martucci propõe a arte da pesquisa, as concepções do estudo e a qual se atribui, como também as análises das origens dos problemas vistos no campo escolar, dentro da problemática e claro, quais as referencias que o trabalho trará para embasar todos os argumentos e apontamentos regidos no trabalho de pesquisa.</strong></div><div><strong>Sendo assim, atribui ao conceito pertinente para o auto reconhecimento do ser pesquisador, nos graduandos que assumem em seu papel de estagiário em um determinado momento do curso uma investigação exploratória consistindo em conhecimentos a fim de obter um resultado satisfatório.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 11:00:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Se aproximando do contexto... A jornada Pedagógica.</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975135442</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fomos desafiados, pelas professoras de estágio, a participarmos da Jornada Pedagógica do município de Jequié, que teve início no dia 02 de maio de 2020. A proposta foi muito válida, uma vez que tivemos a oportunidade de conhecer mais de perto, as vivências, luzes e dificuldades encontradas no seio educacional desta cidade.<br></strong><br></div><div><strong>No primeiro dia, a abertura dos trabalhos, foi no Centro de Cultura. Lá, nos deparamos com um ambiente agradável, apresentações culturais, palestra sobre a BNCC e uma manifestação que nos impactou. <br></strong><br></div><div><strong>A manifestação foi feita por membros da APLB, com cartazes, gritando palavras de ordem, pedindo respeito e garantia dos direitos dos professores, como: garantia dos seus salários e gratificações, uma vez que o evento contou com a presença do secretário de Educação. Pudemos perceber ali, um espaço democrático, onde os professores fizeram história, na luta pelos direitos básicos da educação. <br><br>Estar presente neste evento, foi uma forma de me sentir inserida no contexto educacional, compreendendo algumas implicações, doçuras e amarguras da  profissão.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 11:26:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Adentrando no contexto escolar...</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975205677</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nos dias seguintes, a Jornada Pedagógica seguiu, em cada escola e nós fomos ao Lócus da nossa pesquisa, a Escola Municipal Joel Coelho Sá, o CAIC. Lá, pudemos conhecer a direção, coordenação e corpo docente. Participamos do momento de formação, sobre a BNCC e também da organização do ano letivo que estava iniciando.<br></strong><br></div><div><strong>Na oportunidade, fizemos parte do primeiro planejamento, juntamente com as professoras, escolhendo conteúdos, de acordo com o nível dos alunos, planejamos as primeiras semanas e conversamos um pouco sobre a nossa atuação no estágio.<br></strong><br></div><div><strong>Apesar do pouco tempo destinado à esse momento, como foi destacado pela coordenadora, foi possível, nestes dias, compreender a importância da formação continuada para os professores, é preciso se atualizar sempre e, como já foi destacado na primeira categoria, a prática é importante, mas a teoria ilumina a prática e essa relação é essencial para a qualidade do fazer pedagógico.<br><br>Participar deste momento, foi uma grande riqueza e aprendizado, pois pudemos perceber algumas implicações do cotidiano escolar daquela instituição, bem como participar de forma ativa, contribuindo com o planejamento.<br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 12:05:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mas.... Como funciona a escola?!</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975319482</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>É chegado o momento de observar a escola em suas primeiras semanas de aula! <br></strong><br></div><div><strong>- Por onde vamos começar?<br></strong><br></div><div><strong>- Vamos começar do começo, é claro! <br></strong><br></div><div><strong>- E qual é o começo da escola? <br></strong><br></div><div><strong>- O portão, né?!<br></strong><br></div><div><strong>Isso mesmo, iniciamos as nossas observações no portão da escola, onde pudemos perceber como as crianças chegam. Vimos que muitos alunos vêm com seus responsáveis a pé e outros de ônibus escolar, que fazem as linhas Tropical e Cachoeirinha. Na entrada da escola tem um porteiro e eles são recebidos pela professora que é responsável por fazer a organização em fila e separados por sala em frente da quadra para participarem do momento de oração e logo depois, encaminhados para suas salas com as suas respectivas professoras.<br></strong><br></div><div><strong>Logo após, passamos a observar a estrutura física da escola, algo tão importante de ser observado, uma vez que ela significa o espaço em que as crianças contam com as condições básicas para aprender e passam a maior parte do dia.<br></strong><br></div><div><strong>A Escola Municipal conserva a mesma desde quando foi criada, nos anos 90. Nela, se pode observar que a infraestrutura para acessibilidade não existe. Em relação aos espaços existentes, podemos destacar: uma biblioteca ampla e dividida em dois espaços ( lúdico e pesquisa), sala dos professores, cozinha com acesso restrito apenas para os funcionários do setor, refeitório bem arejado, um pátio amplo, uma sala de recurso multifuncional, sala da coordenação, sala do diretor onde também é instalada a mecanografia, uma secretária, depósito, quadra coberta porém sem manutenção na limpeza e pintura. <br></strong><br></div><div><strong>Sobre a ventilação, a estrutura da escola já facilita, pois ela foi construída com vários janelões. A limpeza ficou a desejar na quadra e, em relação à iluminação, nas salas de aula são bem claras por conter várias janelas, porém, nos corredores, têm baixa iluminação. Sobre a decoração, podemos destacar as salas de aulas, onde os professores ficam responsáveis tornando um ambiente bem lúdico. Em caso de emergência, a escola dispõe de extintores e saídas de emergência.<br></strong><br></div><div><strong>No que tange ao uso dos recursos<br>didáticos, ela dispõe de aparelhos audiovisuais, impressoras, livros e jogos<br>educativos.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 12:55:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ouvindo a voz da experiência....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975512800</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Sob a orientação da professora da disciplina de Estágio, Fizemos uma entrevista com a coordenadora pedagógica da escola, uma entrevista proveitosa, através da qual, aprendemos bastante com sua experiência evidenciada em suas respostas. <br><br>Esse tempo que ela tem, atuando na educação é interessante e necessário em suas tomadas de decisão, enquanto coordenadora pedagógica, uma vez que experiência pode ser entendida segundo Tardid (2005):  “...como um processo de aprendizagem espontânea que promove acúmulo de conhecimentos e certeza para lidar com diferentes situações de trabalho.” <br> Aqui, ela deixa evidente que acredita na importância da formação continuada para a prática educativa e, isso é essencial para uma coordenação, a fim de promover momentos de formação junto aos professores e assim, redimensionar a prática, sempre que necessário, e de acordo com Freire (1999): “Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. Agente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reﬂexão da prática.”<br><br>Desta forma, através desta proveitosa entrevista, podemos perceber o compromisso da coordenadora entrevistada com a aprendizagem dos alunos daquela escola. Ela demonstrou ser uma pessoa muito dedicada à sua profissão e à sua função na instituição e, principalmente, reconhece a sua insuficiência e a dos professores, destacando a  necessidade de estar sempre em formação. <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 13:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vamos falar de Método....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975546787</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>O artigo A Eficiência do Método Sociolinguístico de Alfabetização: Fundamentos, Práticas e Resultados, dos autores Onaide Mendonça e Olympio Mendonça, tem como objetivo principal, atender à demanda urgente de um cenário educacional desfavorável, conforme resultados de pesquisas recentes que apontam para o fracasso da alfabetização, em vista de contribuir para uma educação pública de qualidade.<br><br>descreve e fundamenta de maneira cuidadosa, cada passo do Método Sociolinguístico, ancorado na Teoria de Conhecimento de Paulo Freire, com as contribuições da Psicogênese da Língua Escrita, desenvolvido por Emília Ferreiro e Ana Teberosky.<br></strong><br></div><div><strong>A proposta dos autores, através do Método Sociolinguístico, é que a alfabetização seja reinventada, ou seja, tenha objetivos além da mera leitura e escrita sem instrução. Este método visa criar consciência crítica nos educandos, diante do contexto social em que estão inseridos, desenvolvendo a oralidade, por meio de discussões significativas, garantindo o domínio do sistema de escrita alfabético, de acordo com seus níveis de aprendizagem.<br></strong><br></div><div><strong>Desta forma, o Método Sociolinguístico é composto por quatro passos, denominados de Codificação, Descodificação, Análise e Síntese e Fixação da Leitura e da Escrita. No primeiro passo, o da codificação, é o momento de favorecer a oralidade, através de um aspecto da realidade, de acordo com os conhecimentos prévios dos estudantes. No segundo passo, a descodificação é considerada uma releitura da realidade e aprofundamento da palavra geradora, trazendo alguma reflexão crítica, por meio dos diversos tipos de textos. O terceiro passo, por sua vez, consiste na análise e na síntese da palavra geradora, é o momento de fazer o estudante descobrir que a escrita é a representação da fala, compreendendo o processo de composição e significado das palavras. No quarto passo, o da fixação da leitura e da escrita, é o momento de fazer uma revisão da análise e, através das famílias silábicas, formar novas palavras significativas.<br><br>Por fim, o casal Mendonça concluiu o artigo, ressaltando que nenhum método pode fazer milagres, é necessário ao alfabetizador, traçar metas e objetivos para organizar o trabalho dentro daquilo que se deseja alcançar. Os objetivos dos alfabetizadores devem estar de acordo com a consciência de seu papel como educadores e responsáveis pela transformação dos alfabetizandos, pois se não acontecer essa transformação, a escola continuará a “produzir analfabetos”.<br></strong><br></div><div><strong>Diante da discussão abordada pelos autores do artigo citado, vemos a urgência de buscar, da parte dos educadores, uma postura diferente acerca da importância de se traçar objetivos educacionais que visam construir, junto à comunidade escolar, um ambiente de respeito e zelo pelas realidades dos estudantes, para que aprendam de maneira significativa, aquilo que lhes é necessário para a vida, para serem os autores de suas histórias, desenvolvendo habilidades através, não só da leitura do mundo, mas das implicações linguísticas.</strong><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 13:57:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Frente a frente com a autora!</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/975651181</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>05 de novembro... O grande dia!<br></strong><br></div><div><strong><br>Finalmente, chegou o momento de descrever uma das experiências que vão ficar na história de cada um de nós da turma de pedagogia 2019.2 da UESB. A roda de conversa com a professora Onaide Mendonça foi um momento único de aprendizagem e, com certeza, de renovar as esperanças na educação.<br></strong><br></div><div><strong><br>Previamente, nos foi solicitado que fizéssemos a leitura do artigo e em seguida, sintetizá-lo. Depois, elaboramos perguntas para serem feitas à autora, ou seja, nós fomos bem preparados para o evento.<br></strong><br></div><div><strong><br> Embora já tendo contato com os textos da mesma e sabermos um pouco sobre o Método Sociolinguístico, ouvir a pessoa que escreveu, relatando as suas experiências de uma maneira tão singela e segura, me fez acreditar ainda mais na eficiência do método e o desejo de também ser a diferença, por uma educação pública de qualidade.<br><br>O que serve de aprendizado, é a vontade, de coração de ver pessoas aprendendo e superando as suas dificuldades, conquistando o seu lugar no mundo. Educação é também, um ato de amor pelo ser humano e a professora Onaide Mendonça demonstrou isso de uma forma tão suave!<br><br>O Sentimento não pode ser outro, a não ser GRATIDÃO por tudo e por tanto!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 14:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educar para a liberdade.... Uma Lição de Vida.</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981652252</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>No dia 19 de novembro, tivemos a oportunidade de expor as nossas percepções do filme “Uma Lição de Vida”, um filme baseado em fatos reais, que me impactou de forma significativa.<br></strong><br></div><div><strong><br>Ele retrata, o tempo todo, a importância da educação na vida das pessoas e o personagem principal, Maruge, entende essa importância e sente que não está tudo perdido, ainda há tempo de aprender a ler. A sua persistência diante dos “nãos” recebidos, nos ensina que não podemos desistir dos nossos objetivos nos obstáculos encontrados no caminho.<br></strong><br></div><div><strong><br>A superação dos obstáculos deve ser a nossa meta, sempre e principalmente diante de tantos percalços que ainda teremos de enfrentar no cenário da educação, assim como enfrentou a professora Jane no filme. Ela tinha convicção de que precisava ser firme em seu propósito e, passou a bater de frente com as pessoas que obtinham o poder das decisões nas mãos.<br></strong><br></div><div><strong><br>A principal mensagem que esse filme me trouxe é a de que educação é um ato político e quem assume o desafio de ser educador, deve estar consciente disso, pois a ação política exige que tomemos posições que envolvem a luta pelos direitos e que não podemos abrir mão deles. A luta pela inclusão deve ser a pauta principal da educação, uma vez que esta é direito de todos.<br></strong><br></div><div><strong><br>Enfim, o ato de educar só pode ser válido se a liberdade for a sua meta. Ensinar a ler e escrever para que os sujeitos sejam autores de suas histórias e não meros repetidores e reprodutores de um mundo desigual.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:34:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hora de produzir: A construção de um projeto.</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981869559</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Justificando....<br><br>O presente projeto de estágio, intitulado: “Minha Família, Meu Lar”, foi pensado após a participação na Jornada Pedagógica, junto aos professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental da Escola Professor Dr. Joel Coelho Sá, tendo como base o “Projeto da Família”, a ser realizado no mês de maio, também por ocasião do dia das mães, o projeto visa contemplar os diversos elos familiares existentes na realidade de cada estudante.<br></strong><br></div><div><strong>                      Além disso, a família tem um papel fundamental na educação das crianças e, juntamente com a escola, a torna mais eficaz e significativa e, como afirma (EVANGELISTA; GOMES, 2003), a aprendizagem não para enquanto a criança está em casa, mas ao contrário, é na família que a criança tem seu primeiro contato com o contexto social, tornando os conteúdos vistos na escola, um verdadeiro aprendizado para a vida.<br></strong><br></div><div><strong>            É importante lembrar que a turma na qual será aplicada este projeto, é uma turma de 1º ano, dos anos iniciais do Ensino Fundamental, ou seja, eles se encontram num processo de transição entre a Educação Infantil e o processo de alfabetização, momento ímpar e que necessita muita atenção, pois segundo Soares (1985, p. 20): “...alfabetização em seu sentido próprio, específico: processo de aquisição do código escrito, das habilidades de leitura e de escrita. ”. Ou seja, para que a alfabetização seja concretizada, é necessário dominar tais habilidades.<br></strong><br></div><div><strong>Segundo dados da ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização), divulgados pelo INEP em 2016, em avaliação realizada com alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental, podemos perceber o quanto a região nordeste e, de forma particular o estado da Bahia, carecem de atenção especial, pois no quesito LEITURA, a região conta com uma porcentagem de 69,15% de alunos, num nível considerado insuficiente e, na bahia, 72,70% estão neste nível e, no quesito ESCRITA, a região nordeste tem porcentagem de 50,83% dos alunos, em nível insuficiente, e a bahia, por sua vez, tem 54,83% dos alunos neste nível. Ou seja, os estudantes se encontram no último ano do ciclo de alfabetização, sem estarem num nível considerado suficiente para serem alfabetizados.    <br></strong><br></div><div><strong>           Nesta perspectiva, realizaremos a intervenção, ancoradas no método sociolinguístico, um método que, segundo (Mendonça, 2011), é diferenciado por seguir dois passos: “codificação” e “descodificação”, tem como objetivo transformar consciência ingênua em consciência crítica, através da “leitura do mundo” e, nos próximos passos, desenvolve a consciência silábica e alfabética, dominando correspondências entre grafemas e fonemas, através da Análise e Síntese e fixação da leitura e da escrita.<br></strong><br></div><div><strong>            Assim, percebe-se a importância de valer-se de um método que dê conta de trabalhar Alfabetização e Letramento ao mesmo tempo. Alfabetização, em seu conceito mais amplo, diz respeito ao processo de aprendizagem da leitura e da escrita e, Letramento, por sua vez, diz respeito ao desenvolvimento do uso competente da leitura e da escrita nos contextos sociais. Em outras palavras, letramento tem a ver com a leitura do mundo, aquilo que Freire (1989) tanto defendeu: “ A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, isso significa dizer que mesmo antes de uma criança ser alfabetizada, ela entende muita coisa do mundo no qual está inserida e este conhecimento é o que vai valer em toda sua trajetória de aprendizagem. <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 21:50:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que queremos?!</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981905083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Traçando objetivos....<br><br><br>OBJETIVO GERAL:<br></strong><br></div><div><strong>Aprofundar os conhecimentos básicos de leitura e escrita, criando condições nas quais as crianças percebam as diferenças existentes nas diversas configurações familiares, compreendendo a importância de cada uma, através do sentido das palavras a serem estudadas.<br></strong><br></div><div><strong><br> OBJETIVOS ESPECÍFICOS:<br></strong><br></div><div><strong><br>●     Reconhecer na família, um lugar de segurança, acolhimento e afeto;</strong></div><div><strong>●     Valorizar cada família, independente de sua configuração;</strong></div><div><strong>●     Favorecer um ambiente de respeito e cuidado mútuo;</strong></div><div><strong>●     Potencializar a prática de leitura, de maneira lúdica e prazerosa;</strong></div><div><strong>●     Motivar a participação, cultivando o protagonismo dos educandos;</strong></div><div><strong>●     Desenvolver no processo de apropriação do sistema alfabético de escrita e suas especificidades, através do método Sociolinguístico.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:05:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que faremos?</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981913922</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A construção de uma intervenção....<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>TEMA: FAMÍLIA É LUGAR DE CUIDADO<br></strong><br></div><div><strong>PALAVRA GERADORA: CUIDADO.</strong></div><div><br></div><div><strong><br>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><div><strong><br>●     Refletir sobre os cuidados necessários à prevenção do COVID - 19;</strong></div><div><strong>●     Perceber a importância de se ter bons hábitos de higiene;</strong></div><div><strong>●     Aprender a composição da palavra CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Identificar a quantidade de sílabas que compõem a palavra CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Estabelecer relação grafema / fonema.<br></strong><br></div><div><strong><br>PRIMEIRO MOMENTO: CODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><div><strong><br>●     Assistir ao vídeo: Turma do Nosso Amiguinho contra o Coronavírus”;</strong></div><div><strong>●     Motivar a reflexão sobre o vídeo, a partir das seguintes perguntas:</strong></div><div><strong>-       O vídeo fala sobre o que?</strong></div><div><strong>-       O que vocês sabem sobre o Coronavírus?</strong></div><div><strong>-       Quais são os cuidados que devemos ter para combater  o Coronavírus?<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>SEGUNDO MOMENTO: DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><div><strong>●     Apresentar um cartaz sobre a prevenção do Coronavírus;</strong></div><div><strong>●     A partir da leitura do cartaz, perguntar:</strong></div><div><strong>-       Por que é importante ter todos esses cuidados?</strong></div><div><strong>-       O que acontece com as pessoas que não têm os cuidados necessários?</strong></div><div><strong>-       Qual a importância da higiene para a saúde da nossa família?</strong></div><div><strong>●     Depois da reflexão, construir, junto com eles, um novo cartaz com título: CUIDADOS CONTRA O CORONAVÍRUS - de um lado, colocar: O QUE FAZER - e do outro lado, colocar: O QUE NÃO FAZER, pedir que as crianças colem as imagens em seus respectivos lugares.<br></strong><br></div><div><strong><br>TERCEIRO MOMENTO - ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><div><strong><br>●     Mostrar o alfabeto com letras bastão (maiúsculas e minúsculas);</strong></div><div><strong>●     Apresentar a palavra geradora CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Perguntar quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Identificar as letras que formam a palavra CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Fazer a separação das sílabas da palavra CUIDADO;</strong></div><div><strong>●     Apresentar as famílias silábicas:<br></strong><br></div><div><strong><br>CUI - DA - DO<br></strong><br></div><div><strong><br>U - E - O - A - I - ÃO<br></strong><br></div><div><strong><br>CO - CA - QUI - CU - QUE - CÃO<br></strong><br></div><div><strong><br>DÃO - DA - DO - DI - DU - DE<br></strong><br></div><div><strong><br>●     A partir das famílias silábicas, incentivá-los a formar novas palavras, chamando ao quadro para circular as sílabas da nova palavra;</strong></div><div><strong>●     Utilizar o recurso didático “Pescando Palavras” para fixar a formação das novas palavras, chamando cada um para pescar os peixes com as sílabas das palavras já escritas no quadro.<br></strong><br></div><div><strong><br>QUARTO MOMENTO: ATIVIDADE POR NÍVEL DE ESCRITA<br></strong><br></div><div><strong><br>●     Realizar com as crianças, a atividade por nível de escrita.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:09:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981934151</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <pubDate>2020-12-02 22:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Respeitando os níveis de escrita....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/981990583</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ao passarem pelo processo de alfabetização, é impossível que todas as crianças aprendam no mesmo tempo. É natural que em uma turma hajam diversos níveis de escrita e, ancorados nos estudos feitos por Emília Ferreiro e Ana Teberosky, que, ao se basearem na teoria de Piaget, temos bem definidos os níveis de escrita para auxiliar no momento de planejar as atividades para os alfabetizandos. É possível identificar, em que nível cada estudante se encontra, através do diagnóstico.<br></strong><br></div><div><strong>Os níveis de escrita são: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:49:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Nível pré-silábico</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/982039446</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>* Surgem as primeiras manifestações gráficas (desenhos, rabiscos etc);<br></strong><br></div><div><strong>* Não há correspondência som grafia;</strong></div><div><strong>* Realismo nominal (correspondência entre o objeto e a escrita).</strong></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 23:17:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade para o nível pré-silábico</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 17:02:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984619311</link>
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         <pubDate>2020-12-03 17:03:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Nível Silábico....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984621171</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>* O sujeito não se atem mais na construção global da palavra. Preocupa-se com as partes. Faz a análise das partes da palavra;<br></strong><br></div><div><strong>* Marcar o início da fonetização (valor sonoro a cada uma das letras que compõe a escrita);<br></strong><br></div><div><strong>* Descoberta da relação som – grafia. Não é apenas a letra inicial que tem valor sonoro, mas a palavra toda.<br></strong><br></div><div><strong>* Inicialmente a escrita silábica não apresenta correspondência sonora; Ex: para BONECA poderá grafar – IOD<br></strong><br></div><div><strong>* Posteriormente faz a correspondência entre a sílaba e a emissão oral.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 17:03:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade para o nível silábico</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984687044</link>
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         <pubDate>2020-12-03 17:16:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984688849</link>
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         <pubDate>2020-12-03 17:16:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Nível Silábico-Alfabético...</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>*  </strong><strong><em>O </em></strong><strong>sujeito acrescenta mais letras a cada sílaba oral.</strong></div><div><strong><br> * </strong><strong><em>Ainda não escreve com todas as letras.</em></strong></div><div><strong><br>  </strong><strong><em>Ex: MENINO – MIO (M=me; I=ni, O=no)</em></strong></div><div><strong><em>           BONECA – BEA (B=bo; E=ne; A=ca)</em></strong></div><div><strong><br> * Pensamos que a criança comeu letras ou usam mais letras do que as palavras requerem.</strong></div><div><strong><br> * O que está ocorrendo é um acréscimo de letras.</strong></div><div><strong>O sujeito aprende que é preciso acrescentar outras letras e prestar atenção ao som das letras. Ele está introduzindo mais letras do que as que necessitava antes em sua análise silábica</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 17:16:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade para o nível silábico-alfabético</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <pubDate>2020-12-03 17:18:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
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      <item>
         <title>O Nível Alfabético....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>* Consolidação da base alfabética;<br> <br> *  Faz correspondência entre fonema e grafema, ouvindo e registrando todos os sons que compõe a palavra, independente da convencionalidade da língua (ortografia).<br></strong><br></div><div><strong>*  Faz correspondência entre a palavra escrita e a palavra falada.</strong></div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade para o Nível Alfabético</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984800136</link>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/984816446</link>
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         <title>Brincando também se aprende!</title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Pescando Palavras:<br><br>O recurso didático “Pescando Palavras” tem o objetivo de fixar a formação das novas palavras, chamando cada um para pescar os peixes com as sílabas das palavras já escritas no quadro.<br></strong><br></div>]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <pubDate>2020-12-04 00:40:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Mariannaolima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Aprender em tempos difíceis...</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/990051929</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ao parar as atividades acadêmicas, por conta da pandemia, confesso que senti um alívio, pois não estava tendo tempo para dar conta de tudo, principalmente do estágio. Pensei que seria por um menor espaço de tempo (tipo uma greve), que seria suficiente para descansar e me organizar melhor, portanto fiquei tranquila.<br></strong><br></div><div><strong>Porém, ao se passarem três meses, uma angústia começou a me invadir. Saudade de tudo e de todos, muitas preocupações, como: E a UESB? Será que não vou conseguir me formar tão cedo? E o Estágio? As escolas não vão reabrir tão cedo...<br></strong><br></div><div><strong>Tais questionamentos, juntamente com as preocupações diante do cenário atual e tantas outras dificuldades enfrentadas, me deixaram desanimada e ansiosa. Conversava com algumas colegas mais próximas, mas na realidade, ninguém teria uma resposta... Só nos restava esperar.<br></strong><br></div><div><strong>Quando enfim, ao se passarem mais dois meses aproximadamente, recebemos o e-mail do Colegiado, comunicando sobre o retorno das aulas de forma remota. Confesso que me reascendeu uma esperança e uma vontade de começar logo os trabalhos. Sabia que não seria algo fácil, que seria algo muito novo, mas entendi que essa era a nossa única alternativa e confiei na competência dos professores, tendo certeza de que iria dar certo.<br></strong><br></div><div><strong>A proposta de estágio não nos deu a oportunidade de exercer a prática como esperávamos, mas nos trouxe o conhecimento de outras alternativas que, os professores que estão inseridos no contexto escolar atual estão tendo que aprender a ferro e fogo e, creio eu que o cenário educacional nunca mais será o mesmo. <br></strong><br></div><div><strong>Portanto, a minha experiência com o estágio remoto foi muito válida. Somando o empenho das professoras, com o meu esforço, pude compreender que precisamos sempre, estarmos abertos ao novo, ainda que esse novo seja desconfortável, é preciso persistir, visando um bem maior, que é a qualidade da formação.<br></strong><br></div><div><strong>Gratidão é a palavra que define este momento, em que todos nos encontramos exaustos, mas vencemos esta fase e os conhecimentos adquiridos, nos servirão para sermos agentes de transformação e inclusão, onde a vida nos colocar para atuarmos.<br>E... Para ilustrar o meu sentimento diante destas reflexões, deixo a letra da música de Titãs - Enquanto Houver Sol<br><br>Quando não houver saída<br>Quando não houver mais solução<br>Ainda há de haver saída<br>Nenhuma ideia vale uma vida<br></strong><br></div><div><strong>Quando não houver esperança<br>Quando não restar nem ilusão<br>Ainda há de haver esperança<br>Em cada um de nós<br>Algo de uma criança<br></strong><br></div><div><strong>Enquanto houver Sol<br>Enquanto houver Sol<br>Ainda haverá<br>Enquanto houver Sol<br>Enquanto houver Sol<br></strong><br></div><div><strong>Quando não houver caminho<br>Mesmo sem amor, sem direção<br>A sós ninguém está sozinho<br>É caminhando<br>Que se faz o caminho<br></strong><br></div><div><strong>Quando não houver desejo<br>Quando não restar nem mesmo dor<br>Ainda há de haver desejo<br>Em cada um de nós<br>Aonde Deus colocou<br></strong><br></div><div><strong>Enquanto houver Sol<br>Enquanto houver Sol<br>Ainda haverá<br>Enquanto houver Sol<br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 11:59:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Interfaces da Ideologia</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/996653266</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A ideologia é um conjunto de pensamentos e ações, utilizada por um grupo social, para levar outras pessoas a adotarem tais pensamentos e ações, de uma maneira que deturpada e cheia de intencionalidades. Socialmente falando, a ideologia utilizada pelas classes dominantes, escondem a verdade em seus discursos, fingindo serem bem-intencionados e preocupados com o bem de todos.<br></strong><br></div><div><strong>Atualmente, somos simplesmente influenciados pelas redes sociais. Há uma dimensão muito maior do que a gente imagina. As redes sociais são realidades atuais, mas as classes dominantes sempre encontraram uma maneira de fazer com que nós (classes populares trabalhadoras), fôssemos suas "marionetes", pois não só aceitamos esse tipo de manipulação, como também, reproduzimos seus discursos, legitimando as suas ações. <br></strong><br></div><div><strong>É incrível como o vídeo de Zizek faz esse link: A cegueira da ideologia é tão forte, que não queremos, não aceitamos de forma alguma, colocar os óculos para enxergarmos a realidade. Acreditamos ser aquela, a verdade absoluta e de fato, o melhor para as nossas vidas! iludidos, preferimos seguir presos à ideologia em questão, do que aceitar os riscos de uma verdadeira liberdade. Sim, falei RISCOS, porque buscar a liberdade, neste contexto, é "nadar contra a corrente", assumir uma postura diferente de tudo aquilo que a sociedade nos impõe, os falsos valores, o consumismo, o preconceito, o individualismo e por aí vai.<br></strong><br></div><div><strong>Porém, esses temas precisam ser debatidos entre nós, cientistas da educação, uma vez que já lidamos ou vamos lidar com mentes humanas: Temos o dever de propor a liberdade e, isso implica em assumir os riscos que ela nos traz!<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>O que vem a ser cultura?</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/996656429</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Para Thompson e Wolf, cultura é um corpo dinâmico e se dá, por meio das relações estabelecidas com o meio social em que o indivíduo se encontra inserido.<br></strong><br></div><div><strong>A cultura não é estática, ou seja, ela está em constante transformação e, tais transformações têm a ver com as influências da expansão capitalista, que cerca e muitas vezes, determina a vida de vários grupos sociais.<br></strong><br></div><div><strong>Através deste conceito, é possível compreender como os interesses capitalistas dos colonizadores impactaram na cultura do povo Tupinambá, levando-os a se reinventarem, para poder assim, sobreviverem!<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:01:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Compreendendo a Etnicidade</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/996697961</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Para Weber, o conceito de etnicidade vai além de apenas características ou crenças acumuladas por herança, ou seja, culturais ou raciais. Mas, ela perpassa pelo sentimento de pertença a um determinado grupo étnico, pelas crenças subjetivas de algo em comum.<br></strong><br></div><div><strong>Desta forma, de acordo com as relações que vão sendo feitas, os grupos étnicos vão se transformando, ganhando novas características e, ao mesmo tempo, tentando manter a tradição em alguns aspectos, conforme as circunstâncias sociais, bem como a expansão capitalista, determinam.<br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:24:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O sentido da Territorialidade</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/996758928</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O conceito de territorialidade vai além da simples demarcação de terra, ele se ampara nas relações que são estabelecidas na terra, relações culturais, religiosas e tem a ver com o pertencimento étnico. A terra, para os índios, é algo sagrado, lugar onde seus antepassados viveram e morreram e, ali eles devem permanecer e realizar as atividades, a fim de prover seu sustento e zelar pela tradição.<br><br>No filme "Terra Vermelha", essas relações aparecem de maneira evidente, com cenas impactantes, mostrando os conflitos existentes entre os senhores, proprietários das fazendas, que não compreendem a importância da terra para os índios e procuram expulsá-los a qualquer custo, seja comprando-os, seja matando-os.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:59:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os índios e a Educação....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/996785671</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Educação Indígena tem o papel de reafirmar as identidades étnicas, valorizar as suas línguas, ciências e garantir o acesso ao conhecimento às comunidades. Para tanto, é preciso banir das escolas, aquela imagem folclórica dos índios, a ideia de que eles se encontram extintos, mas oferecer-lhes o direito que é deles, por lei.<br></strong><br></div><div><strong> A LDB de 1996, por exemplo, visa garantir aos índios o acesso ao conhecimento baseado numa educação especializada, com programas e currículos específicos para a comunidade.<br></strong><br></div><div><strong>A língua materna indígena deve ser ensinada como a sua primeira língua e o português, com segunda língua e, o corpo docente das escolas devem incluir, cada vez mais, professores indígenas, para garantir às crianças as representações necessárias para manterem seu pertencimento às <br><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 03:17:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biografia da autora.....</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/997773008</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Me chamo Marianna de Oliveira Lima,😊<br>Tenho 28 anos,😉<br>Moro na cidade Ibirataia - Bahia,🏡<br>Cursando o VII semestre de Pedagogia na UESB de Jequié,📚<br>Trabalho na secretaria do Colégio Estadual de Ibirataia,💻<br>Catequista,⛪<br>Fui professora de Ensino Religioso na Educação Infantil, em Salvador,👩‍🏫<br>Apaixonada pela Educação, desde sempre e para sempre!!!😍<br><br>🦅"Águia Pequena que nasceu para as alturas..."🎵 </strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 12:21:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Escola e as Relações Étnico-Raciais...</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/997890441</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diante da lei 10.639/03, que prevê a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar, segundo Pereira, surgem implicações relacionadas aos aspectos estruturais da escola, como o currículo, a formação docente, material didático, minimização do problema racial, universo semântico pejorativo, distribuição desigual de estímulo e afeto e negação da diversidade racial na composição da equipe de professores. <br></strong><br></div><div><strong>Estas implicações são problemas, de acordo com a estrutura das escolas brasileiras atuais, que, mesmo com a lei, precisam ser enfrentados e superados de forma gradativa.<br></strong><br></div><div><strong>Sabemos que o currículo não é algo inocente e carrega com ele, intenções políticas e econômicas da classe dominante e prevê conteúdos que ainda estão bem distantes da real história do povo brasileiro e de como os negros passaram por essa construção.<br></strong><br></div><div><strong>Além disso, a formação dos professores está muito aquém para este ensino, o que o reduz ao silêncio, reproduzindo práticas excludentes. <br></strong><br></div><div><strong>O corpo docente, por sua vez, ainda conta com uma maioria branca, no qual, as crianças negras não se sentem representadas, uma vez que têm no professor, seu referencial.<br></strong><br></div><div><strong>Enfim, Gomes ressalta:<br></strong><br></div><div>[...]refletir a questão racial brasileira não é algo particular que deve interessar somente à pessoas que pertencem ao grupo étnico/racial negro. Ela é uma questão social, política e cultural de todos (as) os (as) brasileiros (as). [...] Enfim, ela é uma questão de humanidade (Gomes 2005ª, p. 51).<br><br><strong>Para finalizar, compartilho fotos dos museus que visitei em Ouro Preto - MG, destacando essa importância de conhecer a nossa história e compreender a relevância dos negros nessa configuração! Lá eu pude sentir o que nunca senti, através dos livros didáticos.<br><br>Museu casa guignard</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:10:29 UTC</pubDate>
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         <title>Museu da Inconfidência</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/997990331</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aninha e suas pedras</title>
         <author>Mariannaolima</author>
         <link>https://padlet.com/Mariannaolima/hdbqcn0ps4fcn6ej/wish/998002856</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Não te deixes destruir…<br> Ajuntando novas pedras<br> e construindo novos poemas.</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Recria tua vida, sempre, sempre.<br> Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Faz de tua vida mesquinha<br> um poema.</strong></div><div><strong>E viverás no coração dos jovens<br> e na memória das gerações que hão de vir.</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Esta fonte é para uso de todos os sedentos.<br> Toma a tua parte.</strong></div><div><strong>Vem a estas páginas<br> e não entraves seu uso<br> aos que têm sede.</strong></div><div> <br><br></div><div><strong>Cora Coralina<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:44:07 UTC</pubDate>
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