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      <title>O ser humano e o ambiente (3º ano manhã) by </title>
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      <description>Criado para reunir notícias sobre a relação entre o homem e o ambiente</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-20 11:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>Muvuca de sementes: O método de plantio que ajuda a restaurar áreas devastadas da Amazônia</title>
         <author>cadriele</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1337355087</link>
         <description><![CDATA[<div>A Rede Amazônica detalha sobre a técnica que pode salvar um ecossistema, tornando espaços degradados semelhantes com o que eram antes de serem destruídas pelo desmatamento. O plantio direto de um "mix" de sementes nativas, como jatobá, tamboril, baru e sumaúma, pode restaurar trechos degradados e salvar um ecossistema como a Amazônia. Somado a isso, o método gera renda às comunidades locais e serve de opção ao produtor rural que desmatou mais do que a lei permite, e precisa repor parte da vegetação dentro da propriedade.<br> A metodologia: muvuca combina adubação verde, sementes nativas e areia, resultando em uma mistura que vai desenhar a estrutura da floresta. Diferente dos outros métodos de reparo, é mais barata, pode ser feita com maquinários agrícolas distintos ou manualmente. Além disso, a manutenção e o tempo gastos são menores. A quantidade de grãos precisa ser grande. Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), que faz restauração através desse tipo de semeadura, uma muvuca compõe pelo menos 90 quilos de sementes de até 120 espécies para cada hectare que será recuperado.<br>Depois de feito o diagnóstico ambiental, a empresa ou pessoa interessada na recomposição de parte de um bioma específico faz contato com um fornecedor de sementes. A demanda, então, é repassada aos coletores que buscam dentro das florestas as espécies necessárias para fazer a muvuca. Formada por comunidades indígenas, agricultores familiares, viveiristas e pessoas que moram em municípios do Mato Grosso, a Rede de Sementes do Xingu é uma dessas pontes que ligam empresas e organizações aos coletores. O Instituto Socioambiental, por exemplo, é um dos parceiros da associação.<br>Fonte: G1 notícia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 11:52:36 UTC</pubDate>
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         <title>Governo do Pará combate o desafio histórico de crimes ambientais e promove o desenvolvimento socioeconômico a partir do Plano Estadual Amazônia Agora</title>
         <author>merybarros</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1337746124</link>
         <description><![CDATA[<div>Por: Mery Dienne Barros <br> O dia 21 de março é a data escolhida para celebrar o Dia Internacional da Floresta, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação da cobertura verde no planeta. Nesse contexto, o Estado do Pará, na Amazônia, tem uma importante função na defesa da maior floresta tropical do mundo e que abriga um amplo mosaico de biodiversidade. Essa grandiosidade se reflete também em desafios históricos no combate aos crimes ambientais; promoção do desenvolvimento sócioeconômico, tratados, atualmente, pelo Governo do Estado, com base no Plano Estadual Amazônia Agora.<br> “O Plano traz uma visão global sobre meio ambiente, com foco na melhoria de vida das pessoas que vivem da floresta e dentro dela, sem esquecer da visão macro, pensando em uma economia sustentável, que reduza a emissão de gases do efeito estufa. Uma das metas do PEAA é alcançar o patamar de emissão líquida zero até 2036, por exemplo”, explica o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O`de Almeida.<br> Para colocar em prática essa estratégia, o Governo do Estado montou uma linha de ação dentro do PEAA, que trabalha quatro eixos: Comando e Controle (combate aos crimes ambientais), Regulariza Pará (regularização fundiária e ambiental), Territórios Sustentáveis (apoio à produção rural) e o Fundo da Amazônia Oriental (captação de recursos da iniciativa privada), este último é uma estratégia para que as ações tenham fôlego próprio e não dependam exclusivamente de recursos públicos.<br> Outra importante questão dentro desse plano, é a integração das Secretarias Estaduais, que trabalham de maneira coordenada dentro das próprias atribuições para dar vazão as demandas. Fazem parte da estrutura organizacional do PEAA: Semas, Iterpa, Sedeme, Emater, Ideflor Bio, Sedap, Adepará e Segup.<br> Segundo o titular da Semas, os primeiros passos do Plano Amazônia Agora, já apresentaram resultados expressivos com os instrumentos do Territórios Sustentáveis, por exemplo, que já realizou a regularização fundiária e ambiental de mais de 100 propriedades na região do Xingu e as ações da Força Estadual de Combate ao desmatamento, por meio da Operação Amazônia Viva: “A Amazônia Viva tem reduzido o desmatamento no Pará, com a presença constante das equipes integradas, compostas por policiais civis e militares, bombeiros, peritos e fiscais da Semas, que somando as nove operações já conseguiram colocar em proteção quase 140 mil hectares de terras e interditaram 44 garimpos ilegais. Para se ter idéia, nos dois últimos meses, janeiro e fevereiro, a redução no desmatamento foi superior a 90%, em relação ao mesmo período do ano passado”, acrescentou  Mauro O`de Almeida.<br> <strong>Apoio à produção rural é fundamental</strong><br> Como a questão da degradação florestal não passa apenas pela capacidade repressiva, o diálogo e o apoio a produção rural tem importante destaque no Plano, com ações da Emater que tem já atende o público agricultor familiar, quilombola, pescador, indígena, extrativista, entre outros. O papel do órgão é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Pará. São mais de 70 mil famílias atendidas regularmente, em todos os 144 municípios paraenses.<br> A partir dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), a Emater possibilita o acesso por parte do público atendido à capacitação, crédito rural e a várias políticas públicas disponíveis para o meio rural paraense, com ações inovadoras que contribuem para a melhoria da vida coletiva e das relações entre a natureza e a sociedade local.<br> “A Emater é o braço operacional do estado, estamos em todos os municípios, melhorando a produtividade, implantando novas tecnologias, injetando recursos através da internalização de projetos de créditos, trabalhando junto com a Semas a regularização ambiental seja na emissão de Cadastro Ambiental rural (CAR), e também no Programa de Recuperação de Áreas (PRA). O lema da empresa é o produzir sem desmatar, e produzir com qualidade”, enfatiza a presidente da Emater, Cleide Amorim.<br> <strong>Recuperar áreas degradadas é prioridade</strong><br> Além de impedir a derrubada da floresta também é fundamental pensar na recuperação de áreas que já foram afetadas pela ação do homem. Por isso o PEAA também necessita da expertise do IDEFLOR-Bio, que é uma autarquia estadual cujas funções envolvem a gestão das florestas públicas estaduais, a recuperação de áreas florestais degradadas e o desenvolvimento de projetos de conservação da biodiversidade. De acordo com a presidente do Ideflor - Bio , Karla Bengtson em números, o Instituto faz a gestão de cerca de 24.676.569,82 milhões de hectares em áreas de floresta, o que equivale a aproximadamente 20% do território estadual.<br> Quanto as Unidades de Conservação – A maior parte desse território – 21,4 milhões de hectares, equivalentes a 18% do território paraense – são ocupados pelas 26 Unidades de Conservação estaduais, sendo 10 de proteção integral e 16 de uso sustentável explica a diretora de gestão e unidades de conservação Socorro Almeida.                                     <br><br>Fonte: https://agenciapara.com.br/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:19:17 UTC</pubDate>
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         <title>Secretarias de Meio Ambiente de MT e Goiás estreitam relação para aprimorar ações de preservação e fiscalização.</title>
         <author>sviviane</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1338032059</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: Viviane Carvalho de Sousa. </strong><br><br>A secretária de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, visitou a sede da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad-GO) nesta sexta-feira (19.02), com o objetivo de fortalecer a cooperação de informações, e a parceria com o Estado vizinho no Projeto Juntos Pelo Araguaia.</div><div>Acompanhada de uma equipe técnica da Sema-MT, a gestora foi recebida pela secretária do órgão ambiental de Goiás, Andrea Vulcanis, para conhecer de perto o trabalho desenvolvido quanto aos sistemas de licenciamento, outorga de recursos hídricos, segurança de barragens e fiscalização.</div><div>"Mato Grosso e Goiás estão construindo história na cooperação, primeiro com o nosso projeto do coração do Brasil, Juntos Pelo Araguaia, que damos mais um passo hoje. E iniciamos mais uma nova etapa, que é a integração e cooperação das boas práticas, daquilo que tem dado certo. Goiás é uma inspiração para Mato Grosso, e nós queremos também ser uma inspiração para Goiás", explica a secretária Mauren Lazzaretti.<br>A gestora ressaltou que o trabalho conjunto entre os Estados têm foco na sociedade, no desenvolvimento sustentável, e que as boas práticas ambientais certamente irão refletir em todo o Brasil, e no mundo - que observa as políticas públicas ambientais do Brasil. </div><div>Lançado em 2019, o Juntos pelo Araguaia está investindo R$ 2,8 milhões na recuperação de áreas degradadas às margens do rio, que passa pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Na primeira etapa, o projeto é executado em 16 municípios goianos e 12 mato-grossenses.</div><div>A secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás, Andrea Vulcanis, agradeceu a visita, e destacou a afinidade na condução do desafio de preservar o Cerrado, bioma que está presente nos dois territórios estaduais, e no projeto de recuperação do Araguaia. </div><div>"É um grande prazer estarmos juntas, com as nossas equipes, pensando gestão ambiental de forma conjunta e equilibrada. Agradeço à secretária e sua equipe pela visita técnica, com quem temos o Juntos Pelo Araguaia, nosso grande projeto em comum, o maior do mundo de recuperação de bacia hidrográfica. Nosso grande compromisso agora é ir a Mato Grosso conhecer as inovações que estão sendo promovidas lá", avalia.</div><div>Participaram da agenda a Secretária Adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos, Lilian Ferreira dos Santos; o superintendente de Recursos Hídricos, Luís Noqueli; e o superintendente de Licenciamento, Valmi Lima.<br><br>http://www.mt.gov.br/-/16536856-secretarias-de-meio-ambiente-de-mt-e-goias-estreitam-relacao-para-aprimorar-acoes-de-preservacao-e-fiscalizacao</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 14:06:50 UTC</pubDate>
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         <title>Meio Ambiente e o homem: uma relação de interdependência</title>
         <author>islireis</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1339089931</link>
         <description><![CDATA[<div>O ser humano e o meio ambiente tem uma relação dependente, um depende do outro para a sobrevivência. É do meio ambiente que retiramos diversas fontes de sustento.<br>O homem se afastou do mundo natural como se não fizesse parte dele, mas faz. Com a era tecnológica, com todo o processo industrial a humanidade conseguiu contaminar o ar que respira, a água que bebe, o solo que produz alimentos, os rios, destruir florestas, habitats e os animais. Todas essas destruições colocam em risco a sobrevivência dos próprios seres humanos.<br>O maior problema do planeta hoje, é entender e resolver a relação - Homem X Terra, para que consiga viver em harmonia e em equilíbrio com o planeta.<br>É importante haver um processo participativo e sustentável, cada um fazendo a sua parte e respeitando o ciclo de cada ser. As técnicas adquiridas pelo homem devem servir para proteger o planeta, cuidar dos resíduos gerados e não para destruir a vida.<br>Deve existir respeito à grandeza da natureza, reverência à Terra, caso contrário não será possível evitar a sua e a nossa destruição.<br>Fonte: Meio Ambiente<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:02:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sjamile</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1339308868</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Jamile Ribeiro Cabral de Sousa<br><strong>Descoberta a orquídea mais feia do mundo:</strong><br> <em>Dezenas de outras espécies foram reveladas, incluindo uma planta tipicamente brasileira.</em><br> Cientistas anunciaram recentemente a descoberta de 156 tipos de plantas e fungos. Um terço da lista é composto de orquídeas, entre as quais está a chamada “orquídea mais feia do mundo”, além de cogumelos e espécies brasileiras. <br> <br> Um achado interessante foi de um tipo de cogumelo crescendo entre árvores perto do aeroporto de Heathrow, em Londres. O nome dado foi Cortinarius heatherae, uma <br> homenagem à esposa do pesquisador responsável pela descoberta, chamada Heather. <br> De acordo com uma dos cientistas envolvidos no trabalho, o conhecimento humano sobre fungos é muito menor do que sobre plantas e animais; daí a importância de estudos como este. Estima-se que duas mil espécies de plantas e fungos sejam descobertas anualmente. <br> Dezenove orquídeas novas foram descobertas na ilha de Nova Guiné, conhecida por sua diversidade biológica. Além disso, uma orquídea encontrada em Madagascar foi apontada como “a mais feia do mundo”, até agora desconhecida. <br>Fonte:  https://veja.abril.com.br/ciencia/descoberta-a-orquidea-mais-feia-do-mundo/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:39:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sosnar</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1339936230</link>
         <description><![CDATA[<h1>Qualidade dos rios na Mata Atlântica melhorou com isolamento social</h1><div><br></div><div>Qualidade dos rios na Mata Atlântica melhorou com isolamento social - Monitoramento da SOS Mata Atlântica feito em mais de 100 pontos mostra que diminuição de lixo despejado no ambiente e de poluição liberada por veículos durante a pandemia influenciou qualidade das águas.A condição de rios e córregos que cortam a Mata Atlântica apresentou uma tendência de melhora durante o primeiro ano de pandemia. Entre março de 2020 e fevereiro de 2021, um monitoramento feito em 130 pontos de coleta apontou que a diminuição do lixo e o isolamento social contribuíram para esse cenário, mostra um relatório da Fundação SOS Mata Atlântica publicado nesta segunda-feira (22/03), Dia Mundial da Água.<br><br>"Com a diminuição do fluxo de pessoas nas ruas, diminuiu a quantidade de resíduos que a gente chama de poluição difusa, que é o lixo que as pessoas jogam na rua e vai parar nos rios", comenta Gustavo Veronesi, coordenador do projeto Observando os Rios da fundação.<br><br>Com menos carros em circulação, outro reflexo do isolamento social, a poluição emitida por veículos acompanhou a queda. "A fuligem dos carros, a poluição atmosférica que cai nos rios quando vem a chuva, os resíduos de pneus que ficam no asfalto também diminuíram bastante neste período", adiciona Veronesi. Além disso, obras de esgoto levaram à melhora da qualidade principalmente do rio Tietê em São Paulo, aponta.<br><br>Dos 130 pontos analisados, distribuídos por 64 cidades espalhadas pelos 17 estados cobertos pela Mata Atlântica, a maioria apresentou qualidade regular da água (73,1%). Em 16,9% deles, a condição é ruim, e 10% têm boa qualidade – no período anterior, esse índice foi de 5%.<br><br>Apesar da tendência de melhora, não foram identificados trechos com qualidade ótima. Por outro lado, o monitoramento não encontrou nenhum corpo d'água no outro extremo da classificação. "Talvez essa seja a grande notícia. Infelizmente, sempre há algum ponto que está numa situação pior do que ruim, ou seja, péssima, o que não ocorreu neste ano", pontua Veronesi.<br><br>Na comparação com o período anterior (2019-2020), os indicadores mostraram que a qualidade melhorou em dez pontos e manteve a estabilidade em outros dez, conclui o relatório com base em 95 pontos fixos de monitoramento em que é possível estabelecer essa relação.<br><br>"O resultado do monitoramento mostra uma coerência com os fatores que afetam a relação da ação do homem com a saúde ambiental", comenta Arisvaldo Vieira Mello Junior, professor na área de recursos hídricos na Universidade de São Paulo (USP) sobre o impacto do lixo e esgoto.<br><br>Urgência do saneamento básico<br><br>Ao mesmo tempo que indica um ganho modesto de qualidade, o relatório destaca efeitos diretos da falta de saneamento básico em algumas regiões do bioma.<br><br>Com mais pessoas trabalhando de casa durante a pandemia, o consumo de água aumentou nas residências e, consequentemente, o volume de esgoto gerado. Em São Sebastião, litoral paulista, onde muitos paulistanos se refugiaram neste período, houve uma piora na qualidade do rio Boiçucanga, por exemplo. Em toda a cidade, estima-se que 60% da população esteja ligada à rede de esgotamento sanitário.<br><br>Segundo a SOS Mata Atlântica, o agravamento da crise econômica também se refletiu nos rios. Em trechos do rio Tietê na cidade paulista de Itaquaquecetuba, moradias precárias foram construídas nos últimos meses por pessoas que, sem opção, passaram a ocupar o local. Logo, a qualidade das águas do entorno piorou com o despejo de mais resíduos. A mesma situação foi observada em pontos do rio Capiberibe, em Pernambuco.<br><br>"Os rios nos dizem tudo. Eles contam o que as pessoas fazem no entorno, o cuidado que elas têm com o lugar onde vivem", comenta Veronesi sobre o cenário.<br><br>Influência de agrotóxicos e da floresta<br><br>Em regiões com lavouras, os rios do entorno não reagiram bem, mostra o relatório. A explicação está no uso de agrotóxicos, que ficam no solo e escorrem para os cursos d'água com a chuva. "São poluentes persistentes, é uma situação de extremo alerta. Rio é água, que é fundamental para a vida, para a agricultura", afirma Veronesi.<br><br>É o caso de pontos do rio Tietê monitorados em Biritiba Mirim, cidade paulista de apenas 32 mil habitantes considerada um cinturão verde devido à produção agrícola, onde a qualidade é comprometida.<br><br>Dentre os 13 trechos monitorados que apresentaram qualidade considerada boa, a proximidade a unidades protegidas ou mata nativa mostrou ser um diferencial. Entre eles estão os rios Pratagy, em Alagoas; Biriricas, no Espírito Santo; pontos dos rios Tietê e Jundiaí, em São Paulo.<br><br>"Isso mostra a importância das unidades de conservação para a preservação ambiental. E a deficiência do manejo ambiental proveniente da coleta e tratamento de esgoto em todas as áreas, seja nas metrópoles seja nas cidades menores", comenta Mello Junior.<br><br>Água e futuro<br><br>Com uma área original de 1,3 milhão de km2, a Mata Atlântica é o bioma mais destruído desde a chegada dos portugueses ao Brasil. Atualmente, restam apenas 12,4% dessa vegetação, distribuída pelo território onde vivem cerca de 70% da população brasileira.<br><br>O monitoramento anual da Fundação SOS Mata Atlântica compreende nove bacias hidrográficas e inclui rios importantes como o Tietê, São Francisco, Parnaíba, Jaguaribe e Capibaribe.<br><br>Para a fundação, a melhora definitiva da qualidade dos rios e córregos no bioma depende de investimentos firmes em saneamento e proteção da vegetação nativa. "Além disso tudo, há a urgência climática, que é tão tenebrosa quanto a pandemia. Com secas mais severas haverá menos água nos rios, que ficam com menor capacidade de se regenerarem e de dissolver poluentes", alerta Veronesi.<br><br>Para Mello Junior, que coordena uma pesquisa sobre análise de risco e vulnerabilidade da disponibilidade hídrica sujeita a mudanças climáticas, as alterações no clima adicionam variáveis que tendem a piorar o quadro.<br><br>"Esse é um assunto que precisa ser mais bem estudado. Mas já é observado em regiões do país períodos de seca mais prolongada e de chuvas mais intensas, os chamados extremos climáticos. Isso traz reflexos não só na disponibilidade de água, mas na conservação de biomas, da fauna e flora aquática", complementa.<br>Autor: Nádia Pontes</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:47:10 UTC</pubDate>
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         <title>Um fundo para salvar a Amazônia compatível com o crescimento econômico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1340890313</link>
         <description><![CDATA[<div>João Victor Gonçalves Barbosa<br><br> Há uma semana, a Amazônia peruana perdeu uma de suas defensoras. Estela Casanto, líder Asháninka, foi assassinada supostamente por enfrentar as máfias que traficam terras. Este é um dos estragos deixados por um modelo econômico que destrói a natureza para prosperar. Com a ideia de romper essa dicotomia, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançou um fundo durante sua Assembleia Anual de Governadores, reunida desde quarta-feira de maneira virtual para debater como sair da encruzilhada deixada pelo novo coronavírus na região.<br>“Uma Amazônia saudável e pujante que aproveite seu capital natural de forma sustentável pode ser um motor para o desenvolvimento de nossos povos mais vulneráveis”, disse Mauricio Claver-Carone, presidente do BID, durante o lançamento da iniciativa que terá 20 milhões de dólares (cerca de 109,82 milhões de reais) em capital semente do organismo.<br>A iniciativa surge a pedido de sete dos oito países amazônicos, com exceção da Venezuela. Na última Cúpula do Pacto de Letícia —um chamado liderado pela Colômbia para proteger a Amazônia— foi solicitado ao BID que lançasse esse fundo com o objetivo de fomentar modelos de desenvolvimento mais sustentáveis nesse ecossistema latino-americano.<br>“Nosso desafio é garantir que o capital humano, as riquezas naturais e o incomparável patrimônio cultural dos países amazônicos sejam valorizados”, disse Claver-Carone. “A boa notícia é que existe vontade política e interesse do setor privado em promover modelos de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos para os territórios amazônicos”. Do ato virtual participaram os presidentes da Colômbia, Iván Duque, e do Brasil, Jair Bolsonaro; bem como líderes do setor privado e autoridades do setor público dos países envolvidos.<br> Na opinião do presidente brasileiro, a iniciativa é motivo de orgulho para seu país, apesar das críticas que pesam sobre ele pelo aumento do desmatamento da floresta brasileira. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no ano passado o desmatamento atingiu sua maior cifra desde 2008: 11.088 quilômetros quadrados. “O desenvolvimento sustentável e o fim do desmatamento ilegal dependem de agregar valor à economia amazônica e de melhorar a qualidade de vida da população local”, disse Bolsonaro em um vídeo transmitido na sessão. “Estou convencido de que esta será mais uma oportunidade para nossos países se unirem em torno de uma causa nobre e comum”.<br>Por sua vez, Duque associou a proteção da região amazônica ao futuro de toda a humanidade. “A maior ameaça que temos hoje é a mudança climática.” “Tudo o que fizermos pela Amazônia deve estar dentro do grande esforço para enfrentar seus efeitos.” Além disso, colocou sobre a mesa a importância de prevenir e punir “comportamentos criminosos e fraudulentos que muitas vezes afetam” esse ecossistema.<br>Especificamente, a iniciativa se concentrará em quatro áreas interligadas. A primeira é a bioeconomia, que combina proteção ambiental e produção econômica. Esta é complementada pela segunda, que são os novos modelos de agricultura e pecuária sustentável, já que os modelos atuais promovem a degradação das florestas. Para que isso funcione, a terceira é a conectividade dentro da região amazônica e com o resto do mundo, e a quarta é a inclusão das populações locais que ainda enfrentam graves desigualdades.<br>Em seus seis milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia é o lar de mais de 30 milhões de pessoas. Destas, 1,5 milhão são indígenas que, apesar de defenderem a natureza desde tempos ancestrais, continuam sofrendo perseguições, discriminação e até assassinatos.<br>Para Alexandra Moreira, secretária-geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, que coordenará estreitamente o fundo com o BID, é urgente enfrentar essas desigualdades a partir da ineficiência que elas trazem. “A desigualdade não é apenas um resultado, mas também um fator determinante do funcionamento da economia.” “As políticas em favor da igualdade também contribuem para gerar sistemas econômicos mais favoráveis à inovação, ao aumento da produtividade e ao aprendizado”.<br>A partir do capital semente do BID espera-se acrescentar mais de 1 bilhão de dólares por meio de parceiros privados e outros doadores, como o Fundo Global para o Meio Ambiente. Para Carlos M. Rodríguez, diretor deste último, é preciso prestar atenção nas falhas do mercado que o tornam incompatível com a proteção da floresta amazônica e com o desenvolvimento de uma nação. “Temos que entender a necessidade de fazer uma transição deste sistema econômico neoclássico que só aspira ao crescimento ilimitado sem o reconhecimento dos limites planetários, para um sistema circular.”<br>Nesse sentido, o ministro do Meio Ambiente do Peru, Gabriel Quijandría, destacou que a pandemia de covid-19 é a oportunidade de repensar esses modelos e ideias pré-existentes. “Para os ambientalistas, o verbo sempre foi: o modelo da Amazônia deve mudar. E para os que vêm da finança: é possível?”. “Estamos em um momento em que os dois verbos coincidem.”<br> https://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/um-fundo-para-salvar-a-amaz%c3%b4nia-compat%c3%advel-com-o-crescimento-econ%c3%b4mico/ar-BB1eOReq</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 02:10:15 UTC</pubDate>
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         <title>Os impactos do isolamento social no meio ambiente     (Por Jornalismo -18 de maio de 2020) </title>
         <author>brasilfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1344977442</link>
         <description><![CDATA[<div>Cerca de um terço da população global ainda se mantém em quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus. O confinamento de cerca de 2,8 bilhões de pessoas foi uma estratégia aplicado pelos países mais afetados para evitar a aceleração dos casos de COVID-19 e a medida varia em grau de intensidade de região para região.<br><br></div><div>Mas, em uma perspectiva global, essa transformação dramática no cotidiano e no estilo de vida da população causou uma série de impactos ao planeta. Alguns são positivos, outros nem tanto. Veja como a natureza vem respondendo, em curto e médio prazo, à pandemia histórica que enfrentamos agora.<br><strong>Melhor qualidade do ar<br></strong><br></div><div>Imagens captadas pelos satélites da NASA mostram a visível diminuição da poluição atmosférica ao redor do mundo. Com a parada de diversas fábricas e a diminuição abrupta dos meios de transportes individuais e públicos, as emissões de dióxido de carbono chegaram a diminuir em até 25% na China, de acordo com estudos realizados pelo Cefet-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais).<br>Para além da necessidade de imagens coletadas de fora da Terra, a diminuição da poluição do ar permitiu cenas incríveis, como na Índia. Pela primeira vez em 30 anos, seus moradores, livres da densa nuvem escura de poluição, puderam <a href="https://twitter.com/Rajesh18Gandhi/status/1246339578929111040/photo/1">observar a olho nu</a> grande parte da Dhauladhar, cordilheira que faz parte do Himalaia.<br><br></div><div>Estima-se que o agravamento de doenças causadas pela poluição do ar seja responsável por 50 mil mortes todos os anos no mundo, segundo o Cefet. <br><strong>Despoluição das águas<br></strong><br></div><div>A Itália foi um dos países que mais sofreu com a pandemia do coronavírus na Europa. Por isso foi forçada a tomar algumas das mais rígidas medidas de confinamento e distanciamento social para evitar novas mortes ocasionadas pelo COVID-19. Durante essa fase triste e dramática para o país, algo inusitado aconteceu. Em Veneza, uma de suas cidades turísticas mais bela se mais visitadas, as águas dos canais´, normalmente turvas, ficaram mais <a href="https://twitter.com/b8taFPS/status/1239863383354224641?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1239863383354224641&amp;ref_url=https%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2Fmundo%2Fquarentenas-e-restricoes-reduzem-poluicao-na-italia-china-e-em-ny%2F">límpidas e claras</a> e foi possível observar os peixes que ali habitam.<br><strong>Aumento dos resíduos sólidos<br></strong><br></div><div>A diminuição de algumas atividades e serviços significa o aumento de outras. Com o confinamento doméstico exigido pela quarentena, além dos esforços dos serviços de saúde no enfrentamento do novo coronavírus, houve um aumento de 15% a 20% na geração de resíduos sólidos no Brasil, segundo levantamento da Abrelpe (Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).<br><br></div><div>Este problema pode ser amenizado e combatido pela sociedade civil e empresas e serviços neste momento delicado. Caso não haja confirmação de casos de COVID-19 na residência, o lixo doméstico pode ser separado de acordo com a composição dos materiais e destinado a reciclagem.<br><br></div><div>Já as empresas precisam cumprir as leis ambientais e o <a href="https://conteudo.vgresiduos.com.br/plano-de-gerenciamento-de-residuos-solidos">gerenciamento de resíduos sólidos</a>, como determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Os procedimentos podem ser facilitados com a ajuda de ferramentas, como o software de gestão da <a href="https://www.vgresiduos.com.br/gerenciamento-de-residuos/">VG Resíduos</a>, startup especializada em boas práticas de gestão ambiental para empresas.<br><br></div><div><strong>Maior circulação de animais<br></strong><br></div><div>Com menos pessoas circulando pelas ruas e realizando suas atividades cotidianas, os animais estão se sentindo mais seguros para aumentar seu perímetro de circulação nas zonas urbanas.<br><br></div><div><br></div><div>No Reino Unido, por exemplo, as cabras selvagens podem ser vistas <a href="https://www.youtube.com/watch?v=bMUlppJbbI8">andando tranquilamente</a> pelos bairros e até nos jardins das casas.<br><br></div><div>Já no Brasil, mais especificamente no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, <a href="https://twitter.com/antoniotabet/status/1250907864102768640">macacos</a> são flagrados brincando do lado de fora dos prédios e na piscina de condomínio.<br>Apesar de inusitada, essas cenas devem ser vistas com cautela, pois simbolizam uma mudança no comportamento de espécies antes distanciadas do convívio com a população.<br><br>https://www.jornalcontabil.com.br/os-impactos-do-isolamento-social-no-meio-ambiente/</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 19:57:12 UTC</pubDate>
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         <title>Dia Internacional da Floresta quer maior consciência sobre recursos naturais</title>
         <author>karlaemanuelly</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1345894496</link>
         <description><![CDATA[<div>Governo do Pará combate o desafio histórico de crimes ambientais e promove o desenvolvimento socioeconômico a partir do Plano Estadual Amazônia Agora<br>O dia 21 de março é a data escolhida para celebrar o Dia Internacional da Floresta, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação da cobertura verde no planeta. Nesse contexto, o Estado do Pará, na Amazônia, tem uma importante função na defesa da maior floresta tropical do mundo e que abriga um amplo mosaico de biodiversidade. Essa grandiosidade se reflete também em desafios históricos no combate aos crimes ambientais; promoção do desenvolvimento sócioeconômico, tratados, atualmente, pelo Governo do Estado, com base no Plano Estadual Amazônia Agora.<br><br></div><div>“O Plano traz uma visão global sobre meio ambiente, com foco na melhoria de vida das pessoas que vivem da floresta e dentro dela, sem esquecer da visão macro, pensando em uma economia sustentável, que reduza a emissão de gases do efeito estufa. Uma das metas do PEAA é alcançar o patamar de emissão líquida zero até 2036, por exemplo”, explica o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O`de Almeida.<br><br></div><div>Para colocar em prática essa estratégia, o Governo do Estado montou uma linha de ação dentro do PEAA, que trabalha quatro eixos: Comando e Controle (combate aos crimes ambientais), Regulariza Pará (regularização fundiária e ambiental), Territórios Sustentáveis (apoio à produção rural) e o Fundo da Amazônia Oriental (captação de recursos da iniciativa privada), este último é uma estratégia para que as ações tenham fôlego próprio e não dependam exclusivamente de recursos públicos.<br><br></div><div>Outra importante questão dentro desse plano, é a integração das Secretarias Estaduais, que trabalham de maneira coordenada dentro das próprias atribuições para dar vazão as demandas. Fazem parte da estrutura organizacional do PEAA: Semas, Iterpa, Sedeme, Emater, Ideflor Bio, Sedap, Adepará e Segup.<br><br></div><div>Segundo o titular da Semas, os primeiros passos do Plano Amazônia Agora, já apresentaram resultados expressivos com os instrumentos do Territórios Sustentáveis, por exemplo, que já realizou a regularização fundiária e ambiental de mais de 100 propriedades na região do Xingu e as ações da Força Estadual de Combate ao desmatamento, por meio da Operação Amazônia Viva: “A Amazônia Viva tem reduzido o desmatamento no Pará, com a presença constante das equipes integradas, compostas por policiais civis e militares, bombeiros, peritos e fiscais da Semas, que somando as nove operações já conseguiram colocar em proteção quase 140 mil hectares de terras e interditaram 44 garimpos ilegais. Para se ter idéia, nos dois últimos meses, janeiro e fevereiro, a redução no desmatamento foi superior a 90%, em relação ao mesmo período do ano passado”, acrescentou  Mauro O`de Almeida.<br><br></div><div><strong>Apoio à produção rural é fundamental<br></strong><br></div><div>Como a questão da degradação florestal não passa apenas pela capacidade repressiva, o diálogo e o apoio a produção rural tem importante destaque no Plano, com ações da Emater que tem já atende o público agricultor familiar, quilombola, pescador, indígena, extrativista, entre outros. O papel do órgão é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Pará. São mais de 70 mil famílias atendidas regularmente, em todos os 144 municípios paraenses.<br><br></div><div>A partir dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), a Emater possibilita o acesso por parte do público atendido à capacitação, crédito rural e a várias políticas públicas disponíveis para o meio rural paraense, com ações inovadoras que contribuem para a melhoria da vida coletiva e das relações entre a natureza e a sociedade local.<br><br></div><div>“A Emater é o braço operacional do estado, estamos em todos os municípios, melhorando a produtividade, implantando novas tecnologias, injetando recursos através da internalização de projetos de créditos, trabalhando junto com a Semas a regularização ambiental seja na emissão de Cadastro Ambiental rural (CAR), e também no Programa de Recuperação de Áreas (PRA). O lema da empresa é o produzir sem desmatar, e produzir com qualidade”, enfatiza a presidente da Emater, Cleide Amorim.<br><br></div><div><strong>Recuperar áreas degradadas é prioridade<br></strong><br></div><div>Além de impedir a derrubada da floresta também é fundamental pensar na recuperação de áreas que já foram afetadas pela ação do homem. Por isso o PEAA também necessita da expertise do IDEFLOR-Bio, que é uma autarquia estadual cujas funções envolvem a gestão das florestas públicas estaduais, a recuperação de áreas florestais degradadas e o desenvolvimento de projetos de conservação da biodiversidade. De acordo com a presidente do Ideflor - Bio , Karla Bengtson em números, o Instituto faz a gestão de cerca de 24.676.569,82 milhões de hectares em áreas de floresta, o que equivale a aproximadamente 20% do território estadual.<br><br></div><div>Quanto as Unidades de Conservação – A maior parte desse território – 21,4 milhões de hectares, equivalentes a 18% do território paraense – são ocupados pelas 26 Unidades de Conservação estaduais, sendo 10 de proteção integral e 16 de uso sustentável explica a diretora de gestão e unidades de conservação Socorro Almeida.                                       <br><br></div><div><strong>Restauração florestal e renda –</strong> 22 novos viveiros de mudas foram instalados em municípios paraenses, nos últimos tempos . Conforme o diretor de desenvolvimento da cadeia florestal , Kleber Perotes , os viveiros têm capacidade para a produção de mais de 1.876.225 milhões de mudas com destaque para: Açaí, Cacau, Cupuaçu, Pupunha, Muruci, Paricá, Andiroba, Cumaru, Maranhoto e atendem cerca de 700 agricultores familiares em todas as regiões de integração do Estado. Esses viveiros são parte de uma das missões do Ideflor-bio: a recuperação de áreas florestais degradadas ao longo do território estadual.<br><br></div><div>A utilização das mudas de Açaí e Cacau nos arranjos de Sistemas Agroflorestais vem materializando a contribuição do Instituto para expansão e verticalização dessas duas importantes cadeias produtivas no Estado, tanto que o Pará já se consolidou como o maior produtor de cacau do país, ultrapassando a Bahia, com 144 mil toneladas produzidas em 2020, o que corresponde a 52% do total produzido em todo o País.<br><br></div><div>“O caminho para alcançarmos a sustentabilidade é longo e luta contra uma cultura de desmatamento histórica, na qual o território amazônico era estigmatizado pela derrubada da floresta atrelada ao desenvolvimento econômico, mas com o trabalho que estamos fazendo, percebemos que é possível virar essa chave e entender que a floresta representa mais lucro às comunidades quando ela está de pé”, conclui o secretário Mauro O´de Almeida.<br>Disponível em: https://agenciapara.com.br/noticia/25968/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:51:27 UTC</pubDate>
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         <title>ISOLAMENTO SOCIAL MUDA A DINÂMICA DO MEIO AMBIENTE DURANTE A PANDEMIA</title>
         <author>samandal</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1347425020</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Por Caroline Marques Maia, Luciane Borrmann e Vinícius Nunes Alves, editado por Germana Barata<br></strong><br></div><div><em>Benefícios momentâneos ao meio ambiente durante a pandemia não indicam, necessariamente, que a natureza está sendo restaurada dos estragos causados por humanos.<br></em><br></div><div>Diminuição da poluição atmosférica em grandes cidades, águas mais limpas, passagem incomum de animais silvestres em centros urbanos, praias vazias com tartarugas desovando em massa. Essas e outras consequências da redução da circulação humana e o seu impacto no meio ambiente têm sido noticiadas durante a pandemia e são importantes para reflexões sobre as questões ambientais no planeta. Mas será que apenas efeitos benéficos estão ocorrendo no meio ambiente em função do distanciamento social? “Alguns animais podem se beneficiar de forma mais imediata, como aves voltando a nidificar em certas áreas ou peixes reocupando canais outrora poluídos, mas mesmo a natureza dando mostras de reparos, isso não significa dizer que esteja se recuperando”, pondera a bióloga Lilian Hoffmann.<br><br></div><div>Pela primeira vez em cerca de 80 anos, a montanha Dhauladhar, que faz parte da cordilheira do Himalaia, pôde ser avistada novamente na Índia. Esse fenômeno ocorreu devido à queda da poluição atmosférica pela diminuição da produção nas fábricas e o trânsito reduzido na quarentena. Na China, essa redução chegou a 25% desde o início da pandemia, sendo que o isolamento social no país pode ter salvo entre 50 e 75 mil pessoas da morte devido à poluição, de acordo com a <a>Universidade Stanford</a>.<br><br></div><div>Para Evangelina Vormittag, médica e doutora em patologia e saúde ambiental da Universidade de São Paulo (USP), conhecida como “Dra. Poluição”, essas reduções de poluição ilustram o quanto se polui o ar diariamente e como o menor consumo favorece um futuro mais saudável e mais sustentável. A médica afirma que “o benefício de um ar menos poluído é imediato para a saúde da população, não apenas para aqueles com doenças respiratórias, mas também para doenças cardiovasculares, principalmente quando se trata de grupos mais sensíveis como crianças e idosos”.<br><br></div><div>Segundo <a>relatório</a> da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018, a poluição do ar foi responsável por 320 mil mortes nas Américas e 51 mil no Brasil por ano. “Enfermidades como asma e infarto são acentuadas pela baixa qualidade do ar e isso tem custos econômicos (perda de produtividade e custo de internação) que podem ser mensurados em estudos científicos de poluição atmosférica sobre a saúde”, avalia Evangelina.<br><br></div><div>E não é apenas a poluição atmosférica que reduziu nos últimos meses. As águas do rio Ganges no Norte da Índia – um dos rios mais poluídos do mundo – estão ficando mais limpas, como noticiou em abril o jornal indiano <a>India Times</a>.&nbsp; Mesmo os canais de Veneza na Itália, famosos por seu mau cheiro, estão com as águas mais <a>claras e nítidas</a> por falta de circulação de barcos, fenômeno que foi relatado pelo <a>G1</a> em março. Até as vibrações que as atividades humanas diárias causam na crosta terrestre diminuíram com o isolamento social, permitindo que os dispositivos sísmicos detectem outros movimentos menores com sinais mais claros, <a>noticiou</a> a revista científica <em>Nature</em>.<br><br></div><div><strong>Vantagens para a fauna<br></strong><br></div><div>Locais antes dominados pela presença humana agora estão dando passagem para animais silvestres como onças-pardas, coiotes e perus nos Estados Unidos, javalis na Espanha, leopardos em vários locais da Índia, cervos no Japão, todos exemplos das recentes aparições registradas em área urbana. E não é apenas a visita desses animais em locais bem urbanizados que tem sido notada. Em Fort Lauderdale, em Miami, a Veneza americana, as águas mais claras possibilitam que os caranguejos no seu habitat natural possam ser observados.<br><br></div><div>A fauna ainda está se beneficiando de outras formas por causa da redução na circulação de pessoas durante a pandemia. Um bom exemplo são as notícias, como da revista <a><em>Veja</em></a>, sobre tartarugas marinhas desovando em massa nas praias vazias, inclusive no Brasil. Até mesmo animais cativos estão sendo favorecidos. Depois de quase 10 anos de tentativas de acasalamento sem sucesso, o zoológico vazio de Hong Kong registrou esse ato ocorrendo naturalmente entre um casal de pandas, algo que pode ser vantajoso para a conservação dessa espécie.<br><br></div><div>Apesar desses efeitos aparentemente otimistas para a fauna, resta a dúvida se todos eles são mesmo saudáveis para os animais. “Muitos animais que visitam as ruas podem estar atrás de comida, por exemplo, entrando em contato com resíduos descartados, e podem acabar se contaminando”, aponta Lilian, que é doutora em Biologia Animal e bolsista do Programa Arquipélago e Ilhas Oceânicas.<br><br></div><div><strong>Só impactos positivos?<br></strong><br></div><div>Existe também um outro lado sobre as consequências da pandemia atual para o meio ambiente. Segundo a <a>Agência Internacional de Energia (AIE)</a>, se grandes empresas petrolíferas e políticas econômicas usarem o atual recesso econômico como pretexto para desacelerar a transição para a energia limpa, a redução das emissões globais de carbono que estão ocorrendo neste ano não ajudarão a combater as mudanças climáticas. Por exemplo, na Arábia Saudita houve grandes quedas nos preços do <a>petróleo</a>, o que está fazendo o país aumentar sua produção em parceria com a Rússia.<br><br></div><div>O próprio isolamento social, apesar de diminuir o consumo de energia no segmento industrial, tende a aumentar as contas de energia nas residências. Segundo a Agência Brasil, a despesa do consumo residencial de energia elétrica pode aumentar em até <a>20%</a>, e as estimativas do Ministério de Minas e Energia indicam que os gastos com o gás natural podem subir até <a>23%</a>.<br><br></div><div>Em um período que os holofotes estão voltados principalmente para a crise da saúde, o Brasil está caminhando para “compensar” a queda na emissão de gases de efeito estufa pela redução de atividades de transporte e de indústrias com uma tendência de aumentar o desmatamento. Como a própria vegetação “sequestra” gás carbônico, o desmatamento resulta em mais gás carbônico (CO<sub>2</sub>) na atmosfera.<br><br></div><div>Segundo relatório recente do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Seeg) realizado pelo <a>Observatório do Clima</a>, <em>“</em>as emissões de carbono devem aumentar até 20% em 2020 devido ao grande aumento do desmatamento”<em>. </em>Isso ocorre principalmente na Amazônia desde 2019, com a gestão do ministro do meio ambiente Ricardo Salles, já denunciado por improbidade administrativa, tanto pelo <a>Ministério Público do Estado de São Paulo</a> quanto pela Associação dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Asibama-DF) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).<br><br></div><div>“Alguns políticos e outros tomadores de decisão se aproveitam do momento de dificuldade de acompanhamento da sociedade para executar ações maléficas ao coletivo, tais como aumento na exploração de minérios, aprovação de legislação inadequada ou ainda destituição de decretos e portarias de proteção de biodiversidade, culturas indígenas e quilombolas. Isso acaba desfazendo resultados de grandes lutas passadas para a proteção de ecossistemas, biodiversidades e culturas”, destaca Camila Domit, bióloga do Centro de Estudos do Mar (UFPR).<br><br></div><div>Há ainda a ameaça de aumento de ações ilegais que prejudicam o ambiente e a fauna quando o foco da população e dos governantes está na manutenção das necessidades básicas e na busca de soluções para a pandemia. “Atividades ilícitas proliferam em épocas de pouca ou nenhuma fiscalização, e pode-se ver isso em atividades como desmatamento, garimpo, tráfico de animais silvestres, caça e pesca ilegal”, aponta Lilian. Um exemplo disso é a associação criminosa voltada para o desmatamento e o garimpo ilegais em terra indígena no Mato Grosso, que foi descoberta e apreendida pela <a>Polícia Federal</a> recentemente com mandados de prisão dos envolvidos, e busca e apreensão das ferramentas.<br><br></div><div><strong>Aumento no volume de descartáveis<br></strong><br></div><div>Outro impacto negativo é o aumento da quantidade de lixo descartável usado em alimentos e, principalmente, em hospitais. A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais <a>(Abrelpe)</a> calculou em março que no país poderia ter um expressivo aumento de geração de resíduos sólidos domiciliares (15 a 25%) e de hospitalares em unidades de atendimento à saúde (10 a 20 vezes).<br><br></div><div>No Brasil, a capital paulista recentemente suspendeu a <a>lei de proibição</a> de materiais plásticos para comercialização de alimentos, supostamente pelas embalagens ajudarem na higienização e na prevenção da doença. Além disso, máscaras e luvas usadas pelas pessoas para proteção estão sendo descartados incorretamente à céu aberto nas ruas, gerando ainda mais poluição no ambiente, inclusive nos próprios oceanos. “A maior parte do lixo que chega às praias vem das cidades e como continua sendo produzido muitas vezes sem destino adequado, continua um problema, afetando negativamente a biodiversidade”, conclui Camila.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>A experiência globalizada do isolamento social ilustra que a cultura de produção e consumo têm impactos sobre meio ambiente e fauna. E mesmo os efeitos positivos da pandemia podem ser apenas um alento temporário, mas não a solução para os problemas que a civilização humana causa na natureza, como superexploração e poluição ambientais, e extinção em massa de espécies.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 11:57:48 UTC</pubDate>
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         <title>HORA DO PLANETA TRAZ O DESAFIO DE PENSAR NO MEIO AMBIENTE PÓS - PANDEMIA.</title>
         <author>kedimasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna</strong>: Kédima Nolêto De Sousa <br>&nbsp; &nbsp; A exploração indiscriminada dos recursos naturais acarreta impactos negativos ao meio ambiente, o que põe em xeque a qualidade de vida dos seres humanos e dos animais. Para falar sobre ações que podem reduzir as mudanças climáticas, ocorre, neste sábado (27), a Hora do Planeta. O titular da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Ceará (Sema), Artur Bruno, diz que o festival trará o desafio de pensar no meio ambiente pós-pandemia do novo coronavírus em todo o Brasil.<br>Nesta edição, por causa do surto novo coronavírus, o Hora do Planeta ocorrerá na internet, nas redes sociais da organização não governamental WWF-Brasil, a partir das 8h30 até 20h30, quando todos são convidados a apagar as luzes de casa. Entre os temas debatidos nos 13 painéis, mudanças climáticas e derramamento de óleo nas praias do Nordeste brasileiro.<br>Esperançoso de que a sociedade se torne mais consciente quanto as ações que desenvolve em prol do meio ambiente, Artur Bruno deseja que durante o período de isolamento social as pessoas reflitam sobre o que estão fazendo de bom ou de ruim para o planeta. Do contrário, afirma, haverá mudanças climáticas, elevando significativamente as temperaturas em várias regiões, o que pode causar derretimento de geleiras, avanço do mar e erosão do solo.<br>“Os cientistas avisam que, se não mudarmos o nosso comportamento, estaremos caminhando para um planeta com crises bem piores que a de agora. Se as pessoas não tiverem a visão de que fazemos parte da natureza e não somos donos dela, continuaremos tendo situações como a que estamos vivendo agora. É um momento de grande reflexão para que possamos mudar o cotidiano“, explica.<br><strong>Desenvolvimento sustentável</strong><br>Artur Bruno destaca que o Governo do Estado tem priorizado o desenvolvimento sustentável dos municípios cearenses, lutando pela preservação dos recursos naturais. Um exemplo, de acordo com o secretário, foi a criação dos parques naturais, como o Parque Estadual do Cocó, maior área verde da cidade, há quase três anos.<br>O titular da Sema acrescenta que o governador Camilo Santana também criou outras áreas de conservação e vem fazendo um programa em parceria com a iniciativa privada de reflorestamento, e tem buscado priorizar as energias renováveis. “Somos um dos maiores estados quando se fala em investimentos em energias eólica e solar, gás natural renovável. O Ceará é uma referência quando se fala em meio ambiente”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>As influências do ser humano no meio ambiente e seus reflexos no âmbito jurídico .
</title>
         <author>avieira33</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1348504038</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Miqueias Aranha de Queiroz, Bacharel em Direito pela ESTÁCIO – FAMAP, Especialista em Direito Ambiental pela UNINTER, Técnico em Segurança Pública, Policial Militar e Presidente da Comissão Permanente de Licitação do INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E DE ORDENAMENTO TERRITORIAL DO AMAPÁ - IMAP.<br><br>RESUMO: O ser humano é o único ser capaz de determinar o seu próprio destino de maneira racional. O planeta Terra pede socorro. A crise energética e de recursos naturais, especialmente hídricos, já é uma realidade. A mudança de comportamento em busca da sustentabilidade não é uma escolha, mas uma questão de sobrevivência. O presente artigo busca, por meio de pesquisa bibliográfica, realizar um estudo do desenvolvimento histórico da legislação ambiental internacional e dos marcos que a impulsionaram, além das influências no âmbito nacional, principalmente no que tange ao conteúdo constitucional nesse aspecto. Para tanto, buscar-se-á a análise da ação do homem e sua evolução no ambiente do qual também é parte integrante e não mero interventor, com a finalidade de entender como se deu o surgimento dos diplomas legais então vigentes e de que forma influenciam a comunidade internacional na busca da manutenção de um meio ambiente equilibrado para as presentes e futuras gerações, bem como quais os critérios de aplicação do modelo de desenvolvimento sustentável.<br>Nos últimos anos, grande ênfase vem sendo dada aos diversos problemas enfrentados pelo meio ambiente. As catástrofes ambientais ocorridas recentemente revelam que o planeta Terra está em um processo de transformação constante, porém, acelerado pela própria ação do ser humano.</div><div>A degradação ambiental realizada pelo homem é incessante, mesmo se forem analisados os primórdios de sua existência, pois, o simples processo de sobrevivência deste ser no ambiente degrada. No entanto, a partir do desenvolvimento intelectual do ser humano, abriu-se um mundo de oportunidades para a melhoria da sua qualidade de vida neste planeta, culminando em um desenvolvimento tecnológico inimaginável, o que, por via de consequência, aumentou exponencialmente tal degradação.</div><div>A Revolução Industrial alavancada no século XVIII não mostra simplesmente o aumento da capacidade do homem de produzir em larga escala, mas também de degradar o ambiente em que vive. Alie-se a este fator o crescimento da população mundial e juntamente com ela, o consumismo exacerbado, advindo do próprio sistema capitalista.</div><div>Tal exploração do planeta tomou dimensões maiores no período moderno com duas grandes guerras, além de inúmeras menores, mas relevantes, ocorridas entre diversas nações, pela busca de poder.Os fatores acima descritos mostram que em um período pequeno da existência humana no planeta Terra, tendo como base a própria idade deste, muitos foram os danos a ele causados, sem um mínimo de cuidado com as possíveis consequências.</div><div>Mas as consequências da ação do homem no planeta e o próprio termo degradação ambiental vêm sendo discutidos há pouco tempo. Isto se deve ao fato de que tais temas somente começaram a ter pauta quando o ser humano passou a sentir de forma concreta tais consequências. Buraco na camada de ozônio, efeito estufa, aquecimento global, derretimento das calotas polares, enchentes, tsunamis, terremotos, extinção de espécies animais, diminuição de recursos hídricos e energéticos, são exemplos dos transtornos aos quais a comunidade mundial passou a se atentar com um foco ambientalista.</div><div>A partir do século XIX, com o surgimento de algumas organizações mundiais, constituídas por representantes de diversos países, o meio ambiente passou a fazer parte das discussões. A preocupação com o planeta veio à tona a partir de um critério de sobrevivência humana, fazendo parte na atualidade de muitos diplomas legais no âmbito nacional e internacional.</div><div>Desta forma, a ação do homem no meio em que vive trouxe inúmeras mudanças no seu modo de vida, nas quais, a princípio, somente era observado o caractere benéfico, sem olhar para os malefícios criados ao Planeta.</div><div>Hoje, pregam-se modelos de desenvolvimento aliados à observância de critérios de preservação ambiental, com um olhar para o futuro, como é o caso do modelo de desenvolvimento sustentável. Porém, muito do que já se causou ao meio ambiente é irreversível, bem como a ação do homem ainda é devastadora.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 15:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Calotas polares derretem seis vezes mais rápido do que nos anos 1990</title>
         <author>acarlosferreira00</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1349027870</link>
         <description><![CDATA[<div>As calotas polares na Groenlândia e na Antártica estão derretendo seis vezes mais do que nos anos 1990, de acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Segundo o estudo, se não houver baixas na emissão de carbono, pode acontecer um grande aumento no nível do mar, que deixaria aproximadamente 400 milhões de pessoas expostas a inundações costeiras até o final do século 21. Na década de 2010, foram perdidas 475 bilhões de toneladas de gelo anualmente, seis vezes maior que os 81 bilhões perdidos por ano na década de 1990. O ano de maior pico de derretimento de gelo foi em exatamente em 2010, após um ciclo climático natural que levou a uma temporada de verões extremamente quentes.<br>Segundo a previsão mais recente do IPCC, o aumento médio do nível do mar em 2100 é de 53 cm. Porém, é sugerido pelo estudo que se as tendências atuais de emissão de poluentes continuarem, os oceanos subirão mais 17 cm adicionais. "Cada centímetro da elevação do nível do mar leva a inundações costeiras e erosão costeira, interrompendo a vida das pessoas em todo o planeta", disse o professor Andrew Shepherd, da Universidade de Leeds. Quase todo degelo da Antártica da Groenlândia surgiram do aquecimento do oceano. Com isso, o fluxo glacial acelera, jogando mais icebergs no oceano. Isso colabora com um terço do aumento do nível das águas do mar. Pouco menos da metade vem da expansão térmica da água quente do oceano e um quinto de outras geleiras menores. Segundo Shepherd, as calotas de gelo demoraram cerca de 30 anos para reagirem as mudanças climáticas. Após a reação, mesmo que as emissões de carbono fossem interrompidas hoje, seria inevitável desacelerar a ação. Porém, isso compensaria os danos que já estão em curso, resultando em menos danos ao planeta futuramente.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2020/03/11/calotas-polares-derretem-seis-vezes-mais-rapido-do-que-nos-anos-1990.htm" />
         <pubDate>2021-03-24 16:57:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1349027870</guid>
      </item>
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         <title></title>
         <author>Luma06</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350247587</link>
         <description><![CDATA[<h1>Leis estimulam invasão de terras e desmatamento na Amazônia, aponta estudo</h1><div>....<br>Luma Santos de Freitas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/amp/s/revistagloborural.globo.com/amp/Noticias/Sustentabilidade/noticia/2021/03/leis-estimulam-invasao-de-terras-e-desmatamento-na-amazonia-aponta-estudo.html" />
         <pubDate>2021-03-24 21:38:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350247587</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pandemia e Meio Ambiente ✨</title>
         <author>mikaelacelestino</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350348368</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de pandemia para a Covid-19, diversas tentativas de conter a disseminação do vírus foram propostas e implementadas, como, por exemplo, o isolamento social da população. A baixa atividade humana dos últimos meses gerou uma série de consequências e impactos, e, no tangente ao meio ambiente, muitas das mudanças foram positivas.&nbsp;<br><br><br><br><br>O professor do Programa de Pós-graduação em Ecologia, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Fabrício Alvim Carvalho, afirma que as medidas de quarentena são positivas não só para a sociedade, mas para a fauna e flora silvestres. “É nítida a diminuição da exposição humana à poluição ambiental; consequentemente, diminui-se também os problemas respiratórios relacionados. De certa maneira, também é positivo para a fauna silvestre, igualmente exposta a essas elevadas concentrações de gases.”<br><br>O Conselho Central de Controle de Poluição da Índia (CPCB) verificou uma mudança significativa na qualidade do ar, que melhorou cerca de 33% entre os dias 16 e 27 de março. O país, com aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, segue a política de quarentena desde o dia 22 de março. Possíveis explicações para a queda da poluição são a considerável redução no tráfego de automóveis e a inatividade de indústrias. Uma das maiores consequências ocorreu no norte do país, onde moradores conseguem ver o Himalaia – a 200 quilômetros de distância – pela primeira vez em 30 anos, além de também relatarem mais estrelas visíveis. &nbsp;<br><br>Queda nos níveis de NO2 e CO2<br>O fenômeno, no entanto, não é exclusivo da Índia. Imagens de satélite mostram que a pandemia do coronavírus está temporariamente diminuindo níveis de poluição do ar ao redor do mundo. Especialistas apontam a quarentena como o evento de maior escala já registrado em termos de redução de emissões industriais. A Agência Espacial Europeia (ESA) detectou ainda uma redução de dióxido de nitrogênio (NO2), composto químico que contribui para a poluição atmosférica e para a chuva ácida. O NO2 é resultado de emissões de carros e outros processos industriais, podendo, entre outras coisas, causar problemas respiratórios.<br>Ceticismo<br>Por outro lado, o professor de Engenharia da UFJF, Cézar Henrique Barra, salienta a existência também de impactos ambientais negativos. “O maior deve ser na produção de alimentos. As pessoas estão em casa, consequentemente consumindo mais comida, água, energia, serviços como comunicação, e gerando muitos resíduos. Creio que a geração de lixo seja o segundo impacto mais considerável. Em contrapartida, o ar está mais limpo e até a água dos rios pode melhorar; um freio necessário para uma sociedade imediatista e egocêntrica.”&nbsp;<br><br><br><br><br>Essas mudanças ambientais, no entanto, são de teor temporário. São alterações de curto prazo, dependentes do que está acontecendo atualmente, sem uma garantia de durabilidade, conforme explica Carvalho. “Tenho uma visão muito cética e realista quanto aos problemas ambientais da humanidade. Eu não acredito, enquanto especialista, que essa pandemia será o suficiente para romper esse paradigma de consumo exagerado, que é a principal causa de degradação da natureza”, observa.<br><br>“Essa quarentena é pura e simplesmente uma imposição forçada por um problema de saúde pública. Isso é muito momentâneo e, assim que a pandemia acabar, as coisas voltam ao normal” (Fabrício Carvalho)<br><br>“É óbvio que uma pequena parte da sociedade, com mais informação e um pouco mais de consciência ambiental, vai diminuir seu padrão de consumo. Mas, para o geral, é algo momentâneo. Não há o que se comemorar em médio ou longo prazo, pois, ao contrário de uma possível paralisação por uma questão de conscientização ou uma súbita revolução da consciência ambiental e de políticas de sustentabilidade, essa quarentena é pura e simplesmente uma imposição forçada por um problema de saúde pública. Isso é muito momentâneo, e assim que a pandemia acabar, as coisas voltam ao normal.”</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-24 22:24:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350348368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A relação íntima do ser humano com a água.</title>
         <author>silvaamanda3</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350427718</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A água é o elemento que permite o surgimento da vida como a conhecemos. Entenda como essa substância básica é crucial para a história do homem.<br><br>No princípio era a areia. O vento e as intempéries castigavam as dunas, e ao castigá-las, poliam a face dos grãos de areia, deixando-os arredondados. A areia foi coberta pelo vulcanismo, pela glaciação e por milhares de anos de atividade geológica. Esmagada pelas camadas do solo, a areia foi transformada em um tipo de rocha, a que chamaram arenito, e o arenito tem absorvido a água do solo desde então. Assim foi feito o Aquífero Guarani. Nele está a água, e a água é a vida dos homens.<br>O primeiro dos livros da Bíblia, o Gênese, descreve o surgimento do mundo por meio da vontade criadora de Deus. Porém, antes mesmo de proferir o famoso "Faça-se a Luz", o espírito Divino já pairava sobre a superfície das águas. Já o hinduísmo narra que Vishnu, divindade responsável pela manutenção do universo, descansava sobre as águas antes da criação dos ciclos cósmicos. Por isso, um dos seus nomes é Narayana, que significa "o que está sobre a água"<br>Narrativas como essas revelam que a ligação do homem com a água é muito mais profunda do que a mera urgência biológica, e se projeta sobre a religião, a filosofia, a economia, a política e as mais distintas expressões da atividade humana. Na atualidade, a ênfase dos assuntos relacionados à água gira em torno da sua progressiva escassez e deterioração em diferentes regiões do globo, e dos transtornos de ordem ecológica e social que podem decorrer desse desequilíbrio. Diante de um cenário tão pouco animador, existe uma perspectiva que ainda inspira otimismo: o Aquífero Guarani.<br><strong>Grandeza continental</strong><br><br>O Aquífero Guarani tem esse nome em virtude da sua distribuição geográfica, praticamente a mesma dos índios da etnia guarani, que ocupavam vastos territórios da América do Sul. Cabe lembrar, entretanto, que outros países costumam utilizar também outros nomes para o aquífero. No Brasil, ele é constituído pelas formações geológicas Botucatu (majoritariamente), Guará e Piramboia. No Uruguai, por exemplo, as formações Botucatu e Guará são denominadas Formação Tacuarembó.<br><br>Considerado um dos maiores reservatórios subterrâneos de água doce do planeta, o Guarani é um aquífero transfronteiriço, que se estende por mais de um milhão de quilômetros quadrados e abrange os territórios de 4 países: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. É sob as terras brasileiras, porém, que se concentra a maior parte da sua extensão, que invade cerca de 840 mil quilômetros quadrados ao longo de 8 estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.&nbsp;<br><br>Ao contrário do que se pensava inicialmente, o Aquífero Guarani não constitui um oceano subterrâneo de água doce praticamente inesgotável. Atualmente, já se sabe que ele consiste em um conjunto heterogêneo de formações geológicas, cujo volume e a qualidade das águas podem variar largamente. Além disso, o título de maior aquífero do mundo é bastante controverso. Apesar das dimensões continentais do Guarani, há aquíferos na África com praticamente o dobro da sua extensão. De acordo com Heitor Francischini, biólogo formado pela UFSCar e mestrando em Geociências pela UFRGS, "É importante lembrar que, quando o Aquífero se formou, os continentes da América do Sul e da África estavam unidos. Ou seja, alguns aquíferos atuais da África são homólogos ao Guarani em sua origem". E a enorme extensão é uma dessas semelhanças.<br><br>A classificação baseada apenas no tamanho, todavia, é um dado pouco relevante. O fator que realmente determina a importância e a grandeza de um aquífero para a sociedade é seu potencial para abastecimento e uso humano. Nesse sentido, embora as características do Guarani não sejam tão fabulosas quanto suspeitado a princípio, ele representa, sim, um recurso natural de inestimável valor, já que se alastra por uma das regiões de maior atividade econômica e concentração populacional da América Latina.<br>Ao contrário do que se pensava inicialmente, o Aquífero Guarani não constitui um oceano subterrâneo de água doce praticamente inesgotável. Atualmente, já se sabe que ele consiste em um conjunto heterogêneo de formações geológicas, cujo volume e a qualidade das águas podem variar largamente. Além disso, o título de maior aquífero do mundo é bastante controverso. Apesar das dimensões continentais do Guarani, há aquíferos na África com praticamente o dobro da sua extensão. De acordo com Heitor Francischini, biólogo formado pela UFSCar e mestrando em Geociências pela UFRGS, "É importante lembrar que, quando o Aquífero se formou, os continentes da América do Sul e da África estavam unidos. Ou seja, alguns aquíferos atuais da África são homólogos ao Guarani em sua origem". E a enorme extensão é uma dessas semelhanças.<br><br>A classificação baseada apenas no tamanho, todavia, é um dado pouco relevante. O fator que realmente determina a importância e a grandeza de um aquífero para a sociedade é seu potencial para abastecimento e uso humano. Nesse sentido, embora as características do Guarani não sejam tão fabulosas quanto suspeitado a princípio, ele representa, sim, um recurso natural de inestimável valor, já que se alastra por uma das regiões de maior atividade econômica e concentração populacional da América Latina.<br><strong><em>A cidade de Ribeirão Preto, que conta com mais de meio milhão de habitantes, abastece 100% do seu município com água retirada do Guarani. A cidade está sobre uma das zonas de afloramento do aquífero, frequentes também nas regiões ao centro-sul do país, como o sul de Goiás, Triângulo Mineiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com uma grande reserva de água doce sob o solo, as cidades dessas regiões não ficam reféns de outras fontes como rios e lagos para abastecer sua população.</em></strong><br><br><br>Tão importante quanto sua localização estratégica, as características geológicas do aquífero constituem um fator fundamental para sua possibilidade de uso nas atividades humanas. Considerado um aquífero do tipo poroso, a estrutura das rochas do Guarani atua como uma espécie de filtro natural, absorvendo a água que infiltra através do solo e purificando-a lentamente. Além disso, essas rochas porosas, que absorvem a água infiltrada como uma esponja, são recobertas por uma espessa camada de basalto, uma rocha impermeável que protege o aquífero de possíveis contaminações. Assim, graças ao derramamento basáltico que ocorreu sobre a região do Guarani, a maior porção dele permanece vedada embaixo da terra, o que contribui para preservar a pureza das suas águas.<br><br>Isso não significa, porém, que o Aquífero Guarani seja imune aos impactos ambientais causados pelo homem. Segundo Francischini, a poluição e a contaminação da água subterrânea é um grave problema para o consumo humano, sobretudo nas áreas de recarga (locais onde as rochas do aquífero encontram a superfície). "Pesticidas, herbicidas e fertilizantes usados nos latifúndios onde as rochas sedimentares afloram, além de lixões e esgoto não tratados nessas regiões, são os principais agentes poluidores."<br><br>Além dos riscos de poluição, a excessiva extração das águas do aquífero pode comprometer a renovação dos seus recursos e a infraestrutura das cidades. "A recarga natural do Aquífero não é tão rápida quanto a retirada da água. Isso pode causar esgotamento dos recursos hídricos e rebaixamento dos níveis do solo", explica Francischini. Recentemente, pesquisadores descobriram que a idade das águas do Guarani chega a 600 mil anos. Isso significa que o líquido que hoje é retirado pelo homem começou a penetrar no solo em direção ao aquífero 600 mil anos atrás. E significa também que, se o homem esgotar esse manancial, a reposição do mesmo volume de água, com a mesma qualidade, só se concluirá daqui a outros 600 mil anos.<br><br>Ao contrário do que se pensa, a água é um recurso não renovável na escala humana, em decorrência do tempo necessário (alguns milhares de anos) para a renovação de alguns ciclos. A água é sempre a mesma, mas sua renovação é lenta. O homem, ao contrário, se modifica sempre, e suas gerações se sucedem incrivelmente rápido. Esse descompasso faz com que as comunidades humanas ameacem o equilíbrio dos recursos hídricos.<br><br><strong><em>A água disponível da natureza, hoje, é a mesma que esteve presente nos primórdios do planeta, há 4,5 bilhões de anos. O mesmo líquido que sai das nossas torneiras é aquele que encubou o desenvolvimento dos primeiros organismos unicelulares, que inundou as pegadas dos dinossauros e que matou a sede dos nossos ancestrais nas cavernas.</em></strong><br><br>Por outro lado, isso não equivale a dizer que os aquíferos não podem ser utilizados pela sociedade. O potencial do Guarani é gigantesco, e a demanda de água das populações instaladas nas suas áreas de ocorrência é muito grande para que ele não seja empregado em benefício humano. O fator chave nesse impasse é a gestão correta dos seus recursos.<br><br>No Brasil, estima-se uma taxa de 40% de desperdício da água desde o momento em que ela é captada até sua distribuição. Isso sem mencionar o desperdício na hora do consumo doméstico e industrial e a contaminação dos mananciais.<br><br>É indispensável a elaboração de políticas que regulem o manejo sustentável e o tratamento de efluentes, e promova medidas para estimular a redução do consumo e o reaproveitamento dos recursos. Alinhado a esses propósitos, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai assinaram um acordo com o intuito de gerir a exploração do Guarani. O tratado de gestão compartilhada de águas subterrâneas prevê a soberania desses países no uso do recurso hídrico, e propõe medidas estratégicas para preservar o aquífero e responsabilizar quem contaminar as suas águas.<br><strong><br></strong><strong><em>Embora não disponha da mesma atenção da mídia e não seja tão estudado pelos pesquisadores, o Aquífero Alter do Chão, situado na região Norte do Brasil, pode acumular incríveis 85 mil quilômetros cúbicos de agua, quase o dobro do volume estimado do Guarani. Estima-se que a soma da agua desses 2 aquíferos daria para abastecer a população do mundo inteiro ao longo de 200 anos.</em></strong><br><br>Mas o gigantesco potencial dos aquíferos, e particularmente do Guarani, dadas as suas características continentais, não se restringe à sua importância ecológica e social. Os aquíferos representam também uma singular fonte de poder.<br><br>https://www.acidadeon.com/mundodosbichos/meioambiente/NOT,0,0,1594153,a-relacao-intima-do-ser-humano-com-a-agua.aspx<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 23:05:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O ser humano e o meio ambiente</title>
         <author>geovanap</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350752135</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das definições de Sustentabilidade mais aceitas no mundo é a do Relatório Brundtland, de 1987: "(...) desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das gerações vindouras satisfazerem as suas próprias necessidades". Por mais que eu use amplamente essa definição no meu trabalho e reconheça sua importância como pontapé inicial da reflexão maior sobre a Sustentabilidade, confesso que tenho várias críticas a ela.<br>A começar pela posição de que o homem é o centro de tudo e que a satisfação das nossas necessidades é o objetivo mais importante desta discussão: a visão utilitária do meio ambiente para nos servir da forma que nos for conveniente. Muitas vezes esquecemos que nós somos parte da Natureza. Por mais que tenhamos características que nos diferenciam dos outros seres vivos que compõe o meio ambiente, isso não nos dá o direito de usá-lo como bem entendemos.<br>Os padrões de produção e consumo da nossa sociedade hoje colocam uma pressão enorme no meio ambiente. Se todos os seres humanos consumissem como os norte-americanos, precisaríamos de quatro planetas em termos de recursos naturais. O Brasil anda assustadoramente na mesma direção dos Estados Unidos, tanto nos padrões de produção e consumo, como nos impactos negativos decorrentes deles: alto índice de endividamento, consumismo visto como lazer, hábitos alimentares excessivos, que acarretam em epidemias como obesidade infantil, hipertensão, stress. Fora os impactos socioambientais como devastação e desmatamento, poluição, exploração de mão de obra barata, enfim, a lista é imensa.<br>Nesse cenário, a reconexão das pessoas com o meio ambiente é fundamental. Afinal, somos parte dele, e tudo o que fazemos está interligado nesse grande e complexo sistema que se chama Planeta Terra. Inevitavelmente. E felizmente. O chamado efeito borboleta.<br><br>Vivemos um momento único na história da humanidade, em que temos a oportunidade de construir uma sociedade baseada em valores e princípios, respeitando toda a diversidade, peculiaridade e complexidade de todas as formas de vida. Um grande desafio, mas que tem tudo a ver com a nossa própria existência.<br>http://www.brasilpost.com.br/mariana-martinato/o-ser-humanoeo-meio-ambiente_b_5420657.html?utm_hp<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 01:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Docente analisa efeitos da ação humana e seus impactos no meio ambiente</title>
         <author>ferreirar2</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350881752</link>
         <description><![CDATA[<div>Como medir o impacto da ação antrópica como mecanismo causador de pandemias? Quanto de culpa tem o ser humano na ocorrência de desastres e catástrofes ambientais? Essas e outras questões nortearam a análise feita pela docente Ione Matos, do campus Governador Valadares da Universidade Federal de Juiz de Fora. Para a professora do Departamento de Ciências Básicas da Vida, “doenças como AIDS, febre hemorrágica decorrente do vírus Ebola e, mais recentemente, a Covid-19 resultam, em grande parte, da destruição de ecossistemas naturais”.<br><br></div><div>Para embasar suas considerações, Ione cita os <a href="https://www.oeco.org.br/colunas/marc-dourojeanni/coronavirus-uma-interpretacao-ecologica/">estudos do entomologista</a> Marc Dourojeanni, professor da Universidade Nacional Agrária de Lima, no Peru. O pesquisador afirma que “a principal causa da pandemia atual é a alta densidade da população humana, cujos indivíduos e atividades transbordam sobre o que resta da natureza mais ou menos natural. Basta lembrar o que acontece nas florestas tropicais ou nos mares”. E completa: “mais de 70% das doenças novas e emergentes que infectam seres humanos se originaram em animais. Os patógenos desses animais, cada vez mais escassos devido à caça e à destruição de seus ecossistemas, em busca de novos hospedeiros, atravessam a fronteira entre animais e humanos e se espalham rapidamente. Além disso, os animais selvagens que são forçados a viver em habitats degradados ou antropogênicos têm alimentação inadequada ou insuficiente e saúde debilitada, portanto, são mais propensos a serem afetados por vírus e, quando consumidos ou manipulados, infectam seres humanos”.<br><br></div><div>No mesmo sentido, Ione comenta a relação entre o pangolim, mamífero semelhante ao tatu-bola, e o novo coronavírus. Segundo artigo publicado na <a href="https://www.nature.com/articles/s41591-020-0820-9">revista científica Nature</a>, o pangolim seria o elo mais provável do vírus Sars-Cov-2, causador da COVID-19, entre morcegos e humanos. “O morcego é um mamífero voador e reservatório natural para diferentes vírus, não sendo uma exceção para o coronavírus. É importante ressaltar que o problema não são os morcegos, e sim o desequilíbrio e destruição de habitats naturais. No anseio para se expandir, a humanidade invade o terreno alheio — e traz problemas de lá”.<br><br></div><div><strong>O que a pandemia tem a nos ensinar?<br></strong><br></div><div>Para a professora, a chegada do novo coronavírus ao planeta pode desencadear mudanças no trato do homem com a natureza. “Acredito que a pandemia vai nos alertar sobre a responsabilidade que devemos ter com o meio ambiente. Se não nos conscientizarmos dessa responsabilidade, vamos viver dias muito mais difíceis daqui para frente. Acho que educação é o caminho para resolver essa questão, e acredito, sim, que a humanidade vai melhorar seus costumes”. Como ensinamento a ser aprendido ao final dessa experiência, que já dura meses, Ione destaca: “A lição é que precisamos urgentemente controlar o consumo desenfreado, não negar os fatos e a ciência, e que não existe uma separação. Estamos todos interligados através da consciência e da inteligência universal; nossos atos impactam na vida do planeta”.<br>Para contribuir com a preservação da natureza, a docente reforça atitudes já conhecidas, porém pouco praticadas pela sociedade, tais como o desenvolvimento da agricultura sustentável, a proteção aos habitats selvagens, o investimento em energias renováveis, a mudança de hábitos de consumo exagerados e a cobrança dos órgãos públicos para uma efetiva conservação do meio ambiente. “A Covid-19 é uma consequência de constantes agressões naturais causadas, principalmente, por intervenções humanas. Portanto, outras pandemias podem ser deflagradas se não houver mudanças na relação do ser humano com a natureza”.<br>https://www2.ufjf.br/noticias/2020/07/02/docente-analisa-efeitos-da-acao-humana-e-seus-impactos-no-meio-ambiente/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 02:10:43 UTC</pubDate>
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         <title>EXXON VALDEZ: NESTE DIA, EM 1989, ACONTECIA UM DOS MAIORES DESASTRES ECOLÓGICOS DA HISTÓRIA
Há 32 anos, um erro na condução de um superpetroleiro resultou em uma enorme tragédia no Alasca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350926674</link>
         <description><![CDATA[<div>A tragédia acabou por matar milhares de animais - Divulgação/Alaska Resources Library and Information Services<br>A tragédia acabou por matar milhares de animais - Divulgação/Alaska Resources Library and Information Services<br><br>Um imenso desastre ambiental chocou a todos em março de 1989. Era madrugada do dia 24, uma sexta-feira, quando um navio da grande petroleira Exxon se chocou com um bloco de gelo.<br><br><br>A embarcação havia partido pouco antes do Porto de Valdez, no Alasca, sob o comando do capitão Joseph Hazelwood. Entretanto, não era ele quem conduzia o superpetroleiro&nbsp; Exxon Valdez, de 330 metros de comprimento, no momento da colisão.<br><br>Conforme divulgado pelo Acervo O Globo, naquela madrugada, o homem decidiu beber uísque em sua cabine e, por isso, deixou o navio nas mãos de seu subordinado, um homem que não tinha habilitação para conduzir embarcações naquele ambiente.<br><br><br>O desastre<br>O porto de Valdez era o ponto terminal de um oleoduto de 1.200 quilômetros de extensão e que atravessava o Estreito Príncipe William, um local habitado por diversas espécies de animais. Infelizmente, aquele dia ficaria marcado na história após um erro de manobra cometido pelo terceiro imediato do capitão Hazelwood.<br><br><br>O resultado do vazamento de petróleo foi devastador - Crédito: Divulgação<br>&nbsp;<br><br>Assim, 36 mil toneladas de petróleo que estavam no Exxon Valdez acabaram por se espalhar pelo mar de modo que, em oito semanas, a imensa mancha de petróleo já havia atingido uma área de 750 quilômetros de extensão, deixando as praias com uma espessa camada de piche.<br><br><br>O evento provocou a morte de muitos animais, incluindo pássaros, lontras, peixes e baleias. Foi o maior desastre ecológico da história dos Estados Unidos.<br><br>Repercussão e mobilização<br>As imagens de milhares de animais mortos gerou grande impacto na mídia e muitos ecologistas criticaram o ocorrido. Exigiram medidas de reparação de danos. Assim, a Exxon se viu pressionada a mobilizar 11 mil pessoas para realizar uma limpeza do ambiente.<br><br>No total, 1.400 barcos e 85 aviões foram utilizados durante a operação. Também bombas de sucção e bactérias devoradoras de petróleo foram formas encontradas para agilizar o processo.<br>&nbsp;<br><br>Na época, também os biólogos se prontificaram a limpar as penas das aves e alimentar lontras com lagostas. O trabalho custou 1 bilhão de dólares e foi finalizado seis meses após o início do processo.<br><br>O que dizem os moradores locais<br>De acordo com o Correio Brasiliense, com informações da Agência France-Presse em 2014, o estado do Alasca nunca se recuperou totalmente do desastre, de modo que famílias de pescadores se viram completamente perdidas. A economia foi totalmente abalada e muitos passaram a ter problemas financeiros, além de que houve aumento do consumo de álcool, de divórcios e até mesmo de suicídios.<br><br><br>A verdade é que, mesmo após tantos anos, a revolta dos moradores com o ocorrido ainda é a mesma.&nbsp;<br><br>"Ainda hoje há muita amargura", disse Steve Rothchild em entrevista a agência. Ele é membro de uma associação que monitora, até 2014, monitorava as atividades petroleiras na baía de Príncipe William.<br><br><br>&nbsp;De inicio, a justiça determinou que a companhia pagasse cinco bilhões de dólares aos 32.000 moradores e pescadores da região. Mas, no ano de 2008, o valor foi reduzido para 500 milhões. Contudo, de acordo com Rothchild, "após o julgamento, a população recebeu apenas alguns centavos e não os dólares que merecia".<br><br>https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/exxon-valdez--um-dos-maiores-desastres-ecologicos-da-historia.phtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 02:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>O homem e o ambiente: interações e impactos</title>
         <author>mariakarolinne</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350982382</link>
         <description><![CDATA[<div>A interação existente entre o homem e o meio ambiente tem variado com o decurso do tempo. Os povos primitivos associavam a natureza como sinônimo de Deus. No antropocentrismo clássico predominava a concepção de que o mundo natural era objeto de satisfação das necessidades humanas. A visão mais recente é da relação de interdependência homem-natureza. Portanto, houve “uma mudança no ângulo visual com que o ser humano enxerga o meio ambiente”&nbsp;<br>A manipulação ambiental no tempo e no espaço deu origem a um imensurável desequilíbrio ecológico. Os motivos são variados, desde o anseio de bem-estar, segurança até a busca por lucro. Desta forma, o homem não só pode transformar seu nicho, mas alterar os mecanismos do sistema terrestre.</div><div>A preocupação com a preservação ambiental tem se acentuado. É imperativo a conscientização sobre as consequências da falta de adoção de ações públicas que promovam a preservação da dignidade da pessoa humana e a preservação da biodiversidade.<br>A conexão das características da terra é significativa, porque é impossível compreender qualquer aspecto natural de maneira isolado. Logo, há uma interdependência das partes que formam o conjunto. Em suma, é da interação entre os fatores bióticos e abióticos que resulta a proteção, abrigo e a conservação de todas as formas de vida.</div><div>Dado este panorama, o meio ambiente está diretamente associado a dignidade da pessoa humana, esculpido no artigo 1º, inciso III, da Constituição Federal de 1988. A característica difusa e o tratamento de direito fundamental dado ao meio ambiente configura conteúdo essencial para garantir a sadia qualidade de vida e manutenir o equilíbrio do ecossistema. Portanto, configura uma dimensão ecológica da dignidade humana, ou seja, uma matriz fundante&nbsp;<br>O solo possui equilíbrio dinâmico com outros fatores naturais, como clima, topografia, biota e o tempo. Qualquer mudança nessas variantes pode afeta-lo. Ademais, ele está suscetível às modificações impostas pela intervenção humana. O constante pisar em uma trilha sobre um gramado provoca a compactação do solo, diminui a infiltração e o predomínio de plantas rasteiras, consequentemente pode ocasionar erosões. Se o esforço humano fosse reduzido, o estado original do solo e da vegetação poderia ser recuperado. Desta forma, a intensidade da ação humana pode desestabilizar o sistema natural e a magnitude da alteração que ele sofre pode exceder a capacidade de resiliência ambiental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 02:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Planta da cannabis é usada para fabricar máscaras biodegradáveis na França</title>
         <author>larafreitas5</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1350994535</link>
         <description><![CDATA[<div>“Pelas suas características, o cânhamo possui propriedades que dispensam a adição de outros produtos, como cola ou aglutinante. A filtração e a respirabilidade são feitas sem a adição de nenhum produto” , explica à AFP Stephanie Gauvenet, diretora da fábrica Géochanvre, em Lézinnes.<br><br>A start-up francesa, especializada em desenvolvimento sustentável e feltro vegetal, desenvolveu há meses a ideia de compor uma máscara de cânhamo, uma planta cujas flores dão cannabis. Suas fibras são amplamente utilizadas em roupas e feltros.<br><br>A máscara biodegradável foi validada pela Direção-Geral das Forças Armadas, que indica um desempenho de filtragem de 89%. Mais de 1,4 milhão de unidades já foram vendidas, a partir de € 0,65 cada.<br><br>O uso de máscara é obrigatório em várias regiões da França, em todos os espaços abertos e fechados para pessoas a partir de 11 anos de idade. As únicas exceções, em Paris, são para quem vai correr ou andar de bicicleta.<br><br>“Fabricamos 5.000 por dia”, indica Gérald Bayette, diretor comercial da Géochanvre. “Somos a única máscara biodegradável hoje na França e na Europa. Temos clientes belgas, suíços e italianos”, completa.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-25 02:55:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bycarolcastroo</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1352259291</link>
         <description><![CDATA[<div>Sistemas naturais e a intervenção do homem.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-25 11:28:19 UTC</pubDate>
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         <title>COMO A NATUREZA EVOLUIRIA SEM NÓS </title>
         <author>luisa204</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1356351196</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem várias teorias em desenvolvimento sobre o que poderia levar os humanos a serem extintos, mesmo que seja improvável que, de repente, o humano desaparecera da face da Terra. A relação entre o homem e o meio ambiente ficaria mais aparente.No entanto, se imaginarmos o desaparecimento súbito dos humanos, poderíamos explorar como a Terra ficaria sem a vida humana. &nbsp; homem e o meio ambiente: como a natureza evoluiria sem nós?<br>Existem várias teorias em desenvolvimento sobre o que poderia levar os humanos a serem extintos, mesmo que seja improvável que, de repente, o humano desaparecera da face da Terra. A relação entre o homem e o meio ambiente ficaria mais aparente.<br>No entanto, se imaginarmos o desaparecimento súbito dos humanos, poderíamos explorar como a Terra ficaria sem a vida.<br>O escritor e jornalista Alan Weisman entrevistou, durante anos, diversos especialistas para escrever seu livro chamado “O Mundo Sem Nós“. A pergunta primordial foi: o que aconteceria ao nosso planeta – e cidades, indústrias, natureza – se os humanos fossem extintos?<br>Na pesquisa de Weisman, a primeira modificação imediata e drástica aconteceria nas cidades, por causa da repentina falta de manutenção humana.<br>Sem pessoas para operar bombas que desviam as chuvas e o aumento da água subterrânea, os metrôs de grandes cidades como Londres e Nova York inundariam completamente. E em poucas horas.<br>Assim também, sem supervisão humana, falhas em refinarias de petróleo e usinas nucleares não seriam controladas.Provavelmente, isso resultaria em incêndios massivos, explosões nucleares e precipitação nuclear devastadora.<br>Sob o mesmo ponto de Provavelmente, isso resultaria em incêndios massivos, explosões nucleares e precipitação nuclear devastadora.<br>Sob o mesmo ponto de vista, deixaríamos para trás montanhas de resíduos. Todo o lixo que jogamos, incluindo plásticos, provavelmente persistiria até milhares de anos depois da extinção humana.<br>Isso teria efeitos na vida selvagem que só agora começamos a entender. vista, deixaríamos para trás montanhas de resíduos. Todo o lixo que jogamos, incluindo plásticos, provavelmente persistiria até milhares de anos depois da extinção humana.Isso teria efeitos na vida selvagem que só agora começamos a entender.<br>https://socientifica.com.br/relacao-homem-e-o-meio-ambiente/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 08:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>SEAMA Realizou ação em comemoração ao Dia Mundial da Água.</title>
         <author>annaisabella1</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1359198147</link>
         <description><![CDATA[<div>Para celebrar o Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAMA) do Município de Campo Mourão, realizou durante toda a semana diversas campanhas de Educação Ambiental, conscientização, preservação e sensibilização sobre nosso bem mais precioso: a água.<br><br></div><div>As atividades em torno da data é uma forma de chamar a atenção sobre a importância da água e mostrar que todos podem ajudar a construir um mundo sustentável a partir do conhecimento, da mudança de hábitos e do compromisso dos nossos deveres como cidadãos.<br><br></div><div>Para encerrar a semana, a Secretária Municipal da SEAMA, Shelly Miriam Fernandes Nogueira, acompanhada da Engenheira Ambiental Ana Cláudia Milani e o Marcelo Cruz, técnico em Química da Sanepar, realizaram o plantio de mudas de árvores, tanto na nascente do Rio do Campo (localizada no distrito de Piquirivaí – Rio que abastece Campo Mourão), quanto em alguns trechos do leito do rio, visando a preservação da mata ciliar e do manancial que abastece toda a população de Campo Mourão.<br><br>“Vamos desenvolver um trabalho importante no Rio do Campo e conscientizar a população quanto ao cuidado e preservação da água, para que possamos realizar o consumo consciente. Estamos estudando alguns projetos e ações de conscientização e educação ambiental, inclusive envolvendo as escolas municipais, para alinharmos e corrigirmos algumas situações encontradas. Preservar a natureza é uma responsabilidade de toda a população.”, informa a secretária.<br><br></div><div>O Técnico em Química da Sanepar, destacou também, a importância do Rio do Campo para o município: “É um rio com várias nascentes durante o seu percurso, e para que ele possa continuar o abastecimento de água no município, precisa da nossa proteção, do nosso cuidado. Sendo assim, toda e qualquer ação que vise a sua preservação é fundamental, e a Sanepar está à disposição para parcerias com o município”, concluiu.<br><br></div><div>Olhar com responsabilidade para nossos recursos hídricos é fundamental para a saúde e o bem estar de todos.<br><br>Por <a href="https://tasabendo.com.br/usuarios/redacao/"><strong>Redação Tasabendo</strong></a> em 26 de março, 2021 às 12:34<br>Disponível em:&nbsp;<br> https://tasabendo.com.br/geral/seama-realizou-acao-em-comemoracao-ao-dia-mundial-da-agua/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 00:29:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>soaresj1</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1360245622</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AQUECIMENTO GLOBAL E A EXTINÇÃO DE ESPÉCIES</strong></div><div><br></div><div>BIOLOGIA</div><div>O aquecimento global está intimamente relacionado com a extinção de espécies, e isso se deve ao fato de o aumento da temperatura desencadear doenças e falta de alimento.</div><div><br></div><div>O aquecimento global pode ser definido como um processo em que há o aumento da temperatura média dos oceanos e da camada de ar próxima à superfície da Terra. Esse processo pode ocorrer como consequência de fenômenos naturais e também de atividades humanas. A ação humana é responsável por elevar a emissão de gás carbônico, um composto que provoca o aumento do efeito estufa.</div><div><br></div><div>O aquecimento global desencadeia efeitos graves para o nosso planeta, tais como: derretimento das calotas polares, desaparecimento de ilhas e de regiões costeiras, além do aumento de eventos climáticos extremos, como tempestades e ondas de calor. Outro problema que merece atenção, e já pode ser notado atualmente, é a extinção de espécies de animais e plantas.</div><div><br></div><div>→ Extinção de espécies</div><div><br></div><div>De acordos com relatórios do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC), 30% das espécies do planeta correm o risco de desaparecer caso a temperatura global do planeta aumente 2ºC. Apesar de parecer uma mudança pequena, é suficiente para afetar diretamente várias espécies, principalmente aquelas que são sensíveis às condições ambientais, como anfíbios e fitoplâncton.</div><div><br></div><div>Assim, houve uma queda drástica, por exemplo, no número fitoplânctons. Segundo alguns especialistas, isso ocorre por causa do aumento da temperatura das águas do mar. Esse aumento deixa a coluna de água estratificada em algumas regiões, o que dificulta a chegada de nutrientes ao fitoplâncton. Essas modificações no mar afetam toda a cadeia alimentar, uma vez que o fitoplâncton é a base dessas cadeias.</div><div><br></div><div>Não podemos esquecer de citar o símbolo maior do aquecimento global e de seu impacto na natureza: os ursos polares. Esses animais estão fortemente ameaçados, pois habitam em uma área que está sofrendo intenso degelo e, por isso, ocorreu uma redução de sua área de caça, onde eles geralmente capturavam suas presas, que sobem para respirar em espaços entre o gelo e água. Diminuindo a área de caça, reduz-se a capacidade de conseguir comida e, consequentemente, os ursos morrem. Alguns cientistas destacam ainda que essa situação causou um aumento na ocorrência de canibalismo entre esses seres.</div><div><br></div><div>Um caso bastante peculiar envolve algumas espécies de sapos tropicais. Segundo a WWF Brasil, mais de 70 espécies de sapos desses locais estão morrendo em decorrência da ação de fungos que se desenvolvem melhor com temperaturas mais elevadas. Isso mostra que o aquecimento global pode desencadear também o risco de doenças causadas por alguns parasitas.</div><div><br></div><div>Os problemas não param por aí. Se o aquecimento global desencadeia a elevação do nível do mar e consequente redução das áreas costeiras, um outro grupo de animais pode ser afetado: as tartarugas marinhas. Esses animais necessitam de locais adequados para colocarem seus ovos, assim, o aquecimento afeta sua reprodução. Além disso, como o sexo é determinado pela temperatura da areia, aumentos de temperatura podem afetar a proporção entre machos e fêmeas.</div><div><br></div><div>De certa forma, todas as espécies são influenciadas pelo aumento de temperatura, uma vez que a extinção de apenas uma afeta toda a cadeia alimentar e o equilíbrio do ecossistema. Dessa forma, é fundamental que comecemos a apresentar atitudes mais corretas com o meio ambiente a fim de garantir um planeta saudável para as futuras gerações.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>Os ursos polares são um exemplo de espécie afetada pelo aquecimento global<br><br>De : https://m.brasilescola.uol.com.br/biologia/aquecimento-global-extincao-especies.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 18:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>Povos indígenas são os melhores guardiões  de florestas da América Latina-sao-os-melhores-guardioes </title>
         <author>joaopedro244</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1360247726</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos indígenas e tribais são os melhores guardiões das florestas da América Latina e do Caribe - estima relatório da FAO publicado nesta quinta-feira (25), que destaca sua capacidade de reduzir as taxas de desmatamento, de perda de biodiversidade e de evitar emissões de CO2 .<br>As taxas de desmatamento na América Latina e no Caribe "são significativamente mais baixas em territórios indígenas e tribais, onde os governos reconheceram formalmente os direitos coletivos à terra", conclui o relatório Governança Florestal por Povos Indígenas e Tribais, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e do Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e do Caribe (FILAC). O relatório foi elaborado com base em mais de 300 estudos publicados nas últimas duas décadas e destaca que, nos territórios coletivos titulados, as populações evitaram entre 42,8 milhões e 59,7 milhões de toneladas métricas (MtC) de emissões de CO2&nbsp;<br>Os povos indígenas e tribais e as florestas em seus territórios desempenham papéis vitais na ação climática global e regional e no combate à pobreza, à fome e à desnutrição", destacou ainda. Melhorar a segurança nesses territórios é uma forma eficiente e econômica de reduzir as emissões de carbono, alerta o relatório, que defende que os governos invistam em projetos de fortalecimento do papel que os Povos Indígenas desempenham na governança das florestas, reforcem os direitos territoriais comunais, compensem as comunidades indígenas pelos serviços ambientais que prestam e facilitem o manejo florestal comunitário. Mas seu papel de proteção "está cada vez mais em risco, em um momentão.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-27 18:54:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>coelhov</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/hd7gg4sbrv143pit/wish/1365526505</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A VULNERABILIDADE DA NATUREZA<br>A natureza vem sendo utilizada como um elemento infinito, passível de extração a todo&nbsp;<br>momento, servindo de matéria-prima para o desenvolvimento. A elevação da densidade demográfica&nbsp;<br>nos centros urbanos, as condições ambientais e a qualidade da saúde decrescem, como a utilização&nbsp;<br>desenfreada de água potável, falta de saneamento, aumentando casos de doenças. O rescimento populacional nas grandes cidades traz o aumento da exploração dos recursos naturais,&nbsp;<br>desmatando áreas para moradia, antropizando rios devido a sua utilização, além da explosão do&nbsp;<br>sistema industrial.&nbsp;<br>A Revolução Industrial teve sua parcela no desmerecimento do natural, empregando uma&nbsp;<br>economia baseada na propriedade privada do capital, dividindo o contexto social em dois grupos que&nbsp;<br>vão gerir o desenvolvimento, sendo os proprietários (donos do capital) e os empregados, que foram a&nbsp;<br>base para o sucesso econômico desse movimento. Ainda segundo o autor, a sociedade&nbsp;<br>moderna vem passando pela terceira revolução industrial, que assim como as demais, vem embebida&nbsp;<br>na concentração do capital.&nbsp;<br>A modernização das técnicas da agricultura com a utilização de fertilizantes e agrotóxicos,&nbsp;<br>apoiadas por programas governamentais, contribuiu para a degradação ambiental. A Revolução Verde&nbsp;<br>iniciou em 1950 nos Estados Unidos e na Europa, sendo caracterizado como um período em que a&nbsp;<br>agricultura passava para uma configuração capitalista, ocasionando em destruição de florestas,&nbsp;<br>diminuição da biodiversidade genética, erosão do solo e poluição dos recursos ambientais, incluindo&nbsp;<br>os utilizados na alimentação.<br>A ideia da Revolução Verde foi vendida como benéfica para o meio ambiente e sustentável. A partir do final da Segunda Guerra Mundial, no qual os Estados Unidos já&nbsp;<br>apresentavam estabilidade na produção tecnológica na agricultura, reduzindo o incentivo para&nbsp;<br>práticas tradicionais, esse conceito de inovação tecnológica começou a ser difundido pelo mundo. As novas técnicas utilizadas atingiram tanto os produtores do campo,&nbsp;<br>quanto os das cidades, utilizando agrotóxicos e implantação da monocultura como a base para que a&nbsp;<br>atividade seja rentável. Nesse contexto, as práticas e forma de manejo do solo artesanais foram ficando&nbsp;<br>em desuso, tidas como antiquadas, além de não produzir em grande escala.<br>Outro problema ambiental que cresceu fortemente, foi a poluição do ar principalmente nos&nbsp;<br>grandes centos urbanos, com a utilização de automóveis e a presença de polos industriais. Cada pedaço do solo urbano é agregado um capital, impulsionando a disputa territorial, para&nbsp;<br>uso e ocupação, demonstrando poder.<br>Fora os problemas em que o homem é atingido diretamente, tem-se a intensa devastação&nbsp;<br>ambiental, que pode ocorrer por diversas finalidades, mas que vai influir na dinâmica do próprio meio&nbsp;<br>ambiente. A capacidade de suporte é um conceito frequentemente encontrado quando o assunto é a&nbsp;<br>problemática da poluição ambiental, demonstrando que a preocupação é apenas quando o descaso&nbsp;<br>ambiental afeta a existência do homem na terra. Poucas vezes a existência dos demais organismos é&nbsp;<br>levada em consideração, apenas quando a não existência desses organismos influencie diretamente na&nbsp;<br>vida do homem, como aconteceu no caso das abelhas, que são fundamentais polinizadoras e realizam&nbsp;<br>um importante serviço ecossistêmico .&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-29 19:19:40 UTC</pubDate>
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