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      <title>História Indígena de Longa Duração by CavBrasil</title>
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      <pubDate>2020-09-29 14:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Pré Colonial</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 14:10:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>[...] De todo modo, sabe-se que, nos sítios arqueológicos, podem ocorrer diversos tipos de vestígios da materialidade de relações sociais no tempo e espaço, isto é, da cultura material em seu sentido mais amplo: artefatos em geral, como lascas líticas, fragmentos de vasilhas cerâmicas, arte rupestre, objetos de metal e outros materiais, estruturas arquitetônicas etc.; ecofatos, a exemplo de palmeirais, antigos quintais e pomares, e outras paisagens de origem antrópica; e biofatos, como sementes e ossos de animais que configuram restos de alimentação, bem como esqueletos humanos(FUNARI, 1988; RENFREW &amp; BAHN, 1998; EREMITES DE OLIVEIRA, 2012, 2015b). Por outro lado, para muitos povos indígenas podem existir lugares percebidos como sítios arqueológicos, os quais não possuem, necessariamente, esses tipos de evidências materiais, embora sejam percebidos como herança cultural.<br>Refiro-me, apenas para pontuar, a elementos da paisagem que são locais de moradia ou pontos protegidos ou construídos por seres sobrenaturais (morros, cachoeiras, nascentes de córregos etc.), assim compreendidos no contexto de cosmologias e temporalidades nativas. Exemplo disso são morros que ocorrem na Terra Indígena Ñande Ru Marangatu, percebidos pelos Kaiowá que ali vivem como associados à presença de certos “donos” ou guardiões, por vezes chamados em guarani de jára, como o Morro Teju Jagua, protegido por um ser com corpo de lagarto e cabeças de jaguares (EREMITES DE OLIVEIRA, 2016, p. 139). </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 11:07:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fontes de informação<br><br> - Terras ocupadas? Territórios? Territorialidades?, livro Terras Indígenas &amp; Unidades de Conservação da natureza o desafio das sobreposições (2004), Dominique Tilkin Gallois.<br>- “Os índios” e o futuro da sociodiversidade nativa contemporânea no Brasil, Carlos Alberto Ricardo. No livro A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus (1995)<br>- Site Povos Indígenas no Brasil (PIB)<br><br></div><ul><li><a href="http://www.mae.usp.br/"><strong>Site Museu de Arqueologia e Etnologia-MAE</strong></a></li><li><a href="http://www.itaucultural.org.br/arqueologia/">Site Arqueologia Brasileira - Itaú Cultural</a></li><li><a href="http://www.fumdham.org.br/">Site Fundação Museu do Homem Americano</a></li><li><a href="http://prodoclin.museudoindio.gov.br/images/conteudo/kaiabi-kawaiwete/kw_textos.pdf">Projeto de Documentação de Línguas Indígenas (Museu do Índio/Funai)</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 16:16:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 16:23:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>VOZES DO PURUS  - Voz para os povos da floresta [4K]<br>20 de abr. de 2018</div><div><br></div><div>O Instituto Mpumalanga, que desenvolve as metodologias da Caravana das Artes e do Vozes do Purus, está no Amazonas. A presença no norte do país não se trata exatamente de uma novidade nos últimos anos, quando foi firmado um compromisso de trabalho pela preservação das culturas do Médio Purus, com os povos Paumari e Apurinã. Esse novo encontro tem como objetivo o apoio ao quarto Campeonato da Língua, uma iniciativa dos indígenas pela manutenção da língua materna entre as comunidades.<br><br>A língua é a base de uma cultura. É na língua de um povo que os pensamentos se estruturam, logo sua importância é gigante quando falamos na preservação de costumes e tradições. “É um exemplo de ação da comunidade indígena para a manutenção daquilo que a gente considera arte, é cultura!”, afirma a professora Kity Canário, do Instituto Mpumalanga. Ela representa a instituição na Amazônia.<br><br>A arte é uma forma de comunicação em qualquer cultura, mas tem um valor imprescindível na cultura indígena. As pinturas, corporais ou não, as danças, as músicas e os rituais têm muito a dizer. Eles são comunicação, basta entendê-las como tal.<br><br>“A conversa com os anciões é importante nesse processo.  Eles mostram o que foi desenvolvido na própria língua e o vocabulário aumenta. É preciso entender a organização, a combinação de fonemas”, explica Kity, cuja a aproximação com os povos é tamanha que ela prefere a denominação de “parentes” ao falar dos indígenas.<br><br>Preservar a cultura é a bandeira de muitos povos que querem diminuir a influência da globalização nas comunidades indígenas, portanto uma simples conversa com os mais velhos se torna um movimento importante. “É a aproximação das faixas etárias. São passados valores importantes para nosso tempo, como o olhar para o meio ambiente, para a preservação e para a arte”, detalhou a professora.<br><br>É por isso que um campeonato criado em defesa da língua materna é de vasta relevância quando falamos de preservação. A presença o Instituto Mpumalanga confirma o comprometimento com a questão. “A importância de estar no campeonato é pelo valor da continuidade do Mpumalanga aqui. Com o trabalho no Médio Purus, como o Vozes do Purus e o trabalho com os professores, o trabalho com literatura. Tudo isso firma cada vez mais a parceria e desenvolve o trabalho que deixamos aqui”, explica Kity Canário.<br><br>O primeiro passo na região foi dado com Caravana das Artes e a Caravana do Esporte, que realizaram etapa em Lábrea, em 2015. Desde então, a presença das artes e do movimento alterou a maneira de pensar da comunidade e estabeleceu novos vínculos. O Vozes do Purus, um projeto que visa trabalhar a manutenção da cultura por meio de técnicas audiovisuais está empoderando os jovens da comunidade, ao passo que a Oficina Jovens Autores incentiva a comunicação textual. Professores indígenas também são capacitados a darem continuidade aos conceitos educacionais. Comunicar é preciso, e a arte é o caminho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 16:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>DIVERSIDADE LINGUÍSTICA</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente, há cerca de <strong>7 mil línguas</strong> faladas em todo o planeta!<br><br></div><div><strong>A maior parte dessas línguas é falada pelos povos indígenas.<br></strong>Você sabia que um número grande de idiomas está correndo risco de desaparecer?<br><strong>Cerca de 2680 estão ameaçados!</strong> Se as línguas deixam de existir, desaparecem com elas os sistemas de conhecimento que fazem parte do que chamamos de diversidade cultural. A língua é um dos elementos mais importantes da cultura de um povo.<br>A situação das línguas indígenas é um reflexo de como viveram e vivem os seus falantes. Se os idiomas indígenas estão hoje ameaçados é porque a vida dos povos indígenas e os seus direitos não têm sido respeitados pelos Estados e sociedades não indígenas. <strong>Um dos direitos humanos mais fundamentais é o direito de falar em seu próprio idioma</strong>. Em muitas regiões do mundo, esse direito não foi garantido aos povos indígenas.<br>No passado e no presente, muitos governos tentaram acabar com as línguas indígenas proibindo o seu uso, como aconteceu nas Américas durante a colonização. Ainda hoje, há países não reconhecem a existência de povos indígenas em seus territórios.<br>Isto quer dizer que não reconhecem os direitos humanos básicos destas populações, entre eles, o direito de ser diferente e viver segundo suas próprias tradições culturais. Infelizmente, ainda é muito comum que pessoas sejam discriminadas por falarem línguas indígenas. Por causa disso, muitos pais estimulam seus filhos a falarem somente as línguas oficiais do país para poupá-los de sofrimento e violência e, pouco a pouco, deixam de se expressar no idioma indígena, desvalorizando-o.<br><br></div><div><strong>Diversidade linguística no Brasil<br></strong>No Brasil, existem cerca de <strong>180 línguas indígenas</strong>. Essa riqueza cultural e linguística é desconhecida pela maior parte dos brasileiros que vê o Brasil como um país monolíngue, isto é, que fala somente uma língua. Mas o Brasil é um dos dez países mais <a href="https://mirim.org/linguas-indigenas/multilinguismo"><strong>multilíngues</strong></a> do mundo!<br><br></div><div><strong><em>Como fortalecer as línguas indígenas?<br></em></strong>Uma iniciativa importante para valorizar a riqueza linguística no país está sendo realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Instituto criou o <a href="http://portal.iphan.gov.br/indl"><strong>Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL)</strong></a> que tem como objetivo identificar, documentar, reconhecer e valorizar as línguas faladas pelos diferentes povos que vivem no Brasil.<br>A ideia é alertar os governantes e as sociedades em todo o mundo sobre a necessidade de <strong>valorizar os idiomas falados pelos povos indígenas </strong>e para isso é preciso que os países conheçam essa diversidade linguística e promovam os direitos linguísticos aos povos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 16:53:18 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade Linguística na Terra Indígena Yanomami</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/862631631</link>
         <description><![CDATA[<div>Na maior Terra Indígena no Brasil, a <a href="https://terrasindigenas.org.br/es/terras-indigenas/4016">Terra Indígena Yanomami</a>, localizada nos estados do Amazonas e Roraima, vive um dos grupos mais importantes para o patrimônio linguístico nacional: os <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami"><strong>Yanomami</strong></a>.<br>Lá são faladas seis línguas: <strong>yanomamɨ, sanöma, ninam, yanomam, ỹaroamë, yãnoma.<br></strong>O Iphan apoiou um projeto do ISA em parceria com a Hutukara Associação Yanomami que teve como objetivo fortalecer as línguas da <a href="https://mirim.org/linguas-indigenas/troncos-familias"><strong>família linguística</strong></a> faladas pelos Yanomami. Este projeto estudou a vitalidade desses idiomas e para descobrir isso buscou responder perguntas como:<br><em>As línguas estão sendo transmitidas entre as gerações?</em></div><ul><li><em>Qual o número de falantes?</em></li><li><em>Em que momento são usadas?</em></li><li><em>São ensinadas na escola?</em></li><li><em>São usadas nos postos de saúde que existem nas aldeias?</em></li><li><em>Existem materiais escolares feitos nas línguas indígenas?</em></li></ul><div>Este estudo sobre as línguas da família linguística yanomami revelou que <strong>quase todas as crianças yanomami (99%) começam a aprender as suas línguas antes do português</strong>.<br>Outra boa notícia é que nas escolas da Terra Indígena Yanomami os professores são todos falantes de línguas yanomami e fazem uso de sua língua de origem nas atividades escolares.<br>A língua yanomami mais falada no Brasil é o <strong>yanomam</strong> e tem cerca <strong>11.700 falantes</strong>, número alto se comparado com outras línguas indígenas faladas hoje no país.<br>O estudo também mostrou que as <strong>línguas yanomami mais ameaçadas </strong>são aquelas faladas por indígenas que vivem muito próximos de vilas, projetos de assentamentos e acampamentos de garimpeiros. A convivência mais intensa com os não indígenas está ameaçando a vitalidade de idiomas como o <strong>ninam, ỹaroamë e yãnoma</strong>. Há muitas maneiras de fortalecer as línguas yanomami, uma delas é produzir materiais didáticos nessas línguas e garantir que sejam ensinadas nas escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 16:55:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<h1>2019: o Ano Internacional das Línguas Indígenas</h1><div>2 de jan. de 2019</div><div><a href="https://www.youtube.com/channel/UCxXiasLNEA7gO3k22qRsaUA">Repórter Eco</a> - <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;v=Yjn12E8rEMI&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FReporterEco&amp;redir_token=QUFFLUhqbWZnS3pMbGRUOThTbmVEQW4zLUVweGVzQnV4QXxBQ3Jtc0ttZnhUcHVtV09uUG4yR291TlpyMkNCY25lTkZuSG9DcFBvbnlWMWtFWjZ4MmZ6TUdoQ1g4d3RaWDdKN01odnRKU3I4dWcyV0hvaXV0ZHdNRTZ5aHFvUm01UGM1QTZRQVY0SDZUX1pMQ0xoQnk0bVlfMA%3D%3D">https://www.facebook.com/ReporterEco</a></div><div>A ONU declarou 2019 o Ano Internacional das Línguas Indígenas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 17:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>Pela sobrevivência das línguas indígenas</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/channel/UCYhTgGdeaBbbZ-h_LVJ_6bw">Pesquisa Fapesp</a></div><div>Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da FFLCH-USP, fala sobre a atuação de pesquisadores que buscam evitar o desaparecimento de idiomas nativos no Brasil.<br>Saiba mais em: <a href="https://www.youtube.com/redirect?q=http%3A%2F%2Frevistapesquisa.fapesp.br%2F2018%2F11%2F19%2Fpela-sobrevivencia-das-linguas-indigenas%2F&amp;redir_token=QUFFLUhqbXJIVHdhS0h0S1JHU3JGdXdRbW1XZEM5VnM1UXxBQ3Jtc0tuS2l6Uk1IWDBYQXZab0lKZVU5U0luWF9PWmhDS1ZFUGprSzgxekJvS1h3Snh5em9oSTQ1RFdxUFhRQ2xMQXBtWmhzNk1HUTVwTmprNmFsQjBRQlFkY0lYbEI3VUxRTG1oNE0xNWtXRXdGZzd6RXd2WQ%3D%3D&amp;v=Jmch8s4O6s0&amp;event=video_description">http://revistapesquisa.fapesp.br/2018...</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 17:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Revitalização de línguas indígenas - A identidade de um povo</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>5 de set. de 2019<a href="https://www.youtube.com/channel/UCJ6C8SnKVME8ig84MYNwq8g"><br>Extensão e Cultura - Unicamp</a></div><div>O Brasil é um país multilíngue que nos dias atuais possui mais de 150 línguas nativas, as quais muitas sobrevivem com um número inferior a dez falantes, portanto sob o risco eminente de desaparecimento. Estima-se que mais de mil línguas foram extintas desde a chegada dos colonizadores.<br><br>A formulação de uma política linguística é imprescindível para a preservação das línguas originárias no Brasil, nessa linha, o grupo de pesquisa liderado pelo linguista e indigenista Wilmar Rocha D’Angelis, professor do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, atua com as comunidades Indígenas no processo de revitalização e documentação das línguas indígenas no Estado de São Paulo.<br><br>Esse trabalho vem sendo realizado desde de 2013, e conta com parceiros como, o grupo de pesquisa Indiomas, a ONG Kamuri e com a Funai da região e seus resultados podem ser observados em algumas comunidades indígenas, tais como a revitalização da Língua Nhandewa Guarani ou Tupi-guarani, o Kaingang Paulista que é um dileto em vias de extinção, o Krenak em SP, desmembrado de Minas Gerais e os Terenas, outra comunidade desmembrada do Mato Grasso.<br><br>Esse trabalho de revitalização dos quatro dialetos indígenas é feito por meio de oficinas nas aldeias e também por levantamento linguístico. Desse modo foram produzidas uma série de publicações com as comunidades envolvidas, são materiais impressos como gramática pedagógica, livro de textos, vocabulário e um dicionário.<br><br>Saibam mais em:<br><a href="https://www.youtube.com/redirect?q=https%3A%2F%2Fwww.proec.unicamp.br%2Fextensao48&amp;v=lGw5RT5X1Vw&amp;event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbUpZd0lvWS1sMU1qWV9hRjJta2d5eWRUX3o4UXxBQ3Jtc0ttVS14STNVb0JaTWNTbk14c21JMGllREVYckFNSml6c2VaUVhWY25vdFNsLU5ReWpWaDdhQ1p6RDJ5Rm9LV3Q5TDVVRlR1SDBvRnZyX0VmSklSa05BT05KY1ZnMldlRHA4UTU4VmZKLXBrbVRLWnoyZw%3D%3D">https://www.proec.unicamp.br/extensao48</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:24:16 UTC</pubDate>
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         <title>Mesa-redonda: As línguas indígenas no Brasil do Século XXI - Mesa 2</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/863152458</link>
         <description><![CDATA[<div>13 de jun. de 2019<br><a href="https://www.youtube.com/channel/UCt5H6DFGPM5ZW3vZuOIhlTA">Academia Brasileira de Letras</a>Academia Brasileira de Letras20,1 mil inscritosINSCREVER-SE</div><div>ABL realiza mesa-redonda sobre o tema 'As línguas indígenas no Brasil do Século XXI'<br>Mediação: Algemiro da Silva<br>Participações: Cacica Jurema Nunes de Oliveira, Aldeia guarani da Mata Verdade Bonita (Maricá),<br>Vanderlei da Silva e Representante da Aldeia Ara Hovy Py (Aldeia Céu Azul – Itaipuaçu)<br>Data: 11/06/2019</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Carneiro da Cunha: Cotidiano dos povos indígenas no Brasil atual</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div>6 de fev. de 2017</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>A questão indígena hoje - com Manuela Carneiro da Cunha</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/863172721</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:45:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/863175251</link>
         <description><![CDATA[A Livraria Tapera Taperá e a Ubu Editora convidam para conversa entre a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha e o jurista Samuel Barbosa sobre a atual (grave) situação dos direitos indígenas no país. O encontro se dará por ocasião do lançamento da nova edição do livro Cultura com aspas e outros ensaios, de Manuela Carneiro da Cunha, na coleção Argonautas da Ubu.

Sobre os convidados:

Manuela Carneiro da Cunha é antropóloga, docente na USP desde 1984, e reconhecida por seu ativismo em prol da causa indígena. Em 1967, formou-se em matemática pura na Faculté des Sciences, em Paris, e em seguida participou durante três anos dos seminários de Claude Lévi-Strauss. De volta ao Brasil em 1970, ingressou na pós-graduação em antropologia social da Unicamp, onde lecionou de 1972 a 1984. A partir de 1978 engajou-se na defesa dos direitos dos índios no Brasil. Foi cofundadora da Comissão Pró-Índio de São Paulo e como presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) – de 1986 a 1988 –, levou a instituição a desempenhar um papel fundamental no desenho e na aprovação do capítulo sobre os direitos dos índios na Constituição de 1988. Em 1994, se tornou “full professor” no departamento de antropologia da Universidade de Chicago, onde lecionou até 2009. Em 2004, deu a conferência anual Marc Bloch, em Paris, que está na origem do seu panfleto “‘Cultura’ e cultura”. Recebeu, entre outros, o Prêmio Érico Vanucci Mendes em 1992, a Médaille de Vermeil da Academia Francesa em 1993, a Ordem do Mérito Científico em 2002 e, em conjunto com Mauro W. B. de Almeida, foi agraciada em 2002 com o Prêmio Chico Mendes do Acre. Desde 2002, é membro da Academia Brasileira de Ciências. É autora dos livros "História dos Índios no Brasil" (Companhia das Letras, 1992), "Enciclopédia da Floresta: o Alto Juruá. Práticas e conhecimentos das populações", organizadora com Mauro W. B. de Almeida, (Companhia das Letras, 2002), "Negros, estrangeiros" (Companhia das Letras, 2012) e "Cultura com aspas" (Ubu, 2017). 

Samuel Rodrigues Barbosa possui graduação em Direito pela Universidade de São Paulo (1996), doutorado pela mesma (2002) e mestrado em Ciências da Religião-Antigo Testamento pela Universidade Metodista de São Paulo (2004). Foi bolsista do Programa de Formação de Quadros do Cebrap (1999-2000) e pesquisador do Projeto Temático "Direito e Democracia", desenvolvido no Cebrap com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Atualmente é professor doutor da Faculdade de Direito da USP, pesquisador do Núcleo Direito e Democracia (Cebrap). É Presidente do Instituto Brasileiro de História do Direito (IBHD). Realiza pesquisas em História da cultura jurídica, História constitucional."]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:46:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/863175251</guid>
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         <title>Conhecimento científico e conhecimentos tradicionais - Maria Manuela | Programa Cátedras FUNDEP/IEAT</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/historiaindigena/wish/863178639</link>
         <description><![CDATA[<div>IEAT UFMG<br>Programa Cátedras FUNDEP/IEAT<br>Conferência: Conhecimento científico e conhecimentos tradicionais<br>Palestrantes: Maria Manuela Carneiro da Cunha – Universidade de Chicaco (EUA) e Davi Kopenawa – Hutukara Associação Yanomami<br>Data: 06 de novembro de 2013<br>Local:  Faculdade de Educação da UFMG</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:47:03 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário Saberes Ameríndios_ primeiro dia/ Palestra com Manuela Carneiro da Cunha</title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/channel/UCRvELZS8GJJJm_hdu0j35Pw">Centro de Estudos Ameríndios USP</a></div><div>Palestra com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha intitulada "Que relação pode haver entre ciências acadêmicas e conhecimentos tradicionais?".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:49:15 UTC</pubDate>
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