<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>PRÁTICAS INFORMACIONAIS by Ranna Redlley</title>
      <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl</link>
      <description>Ranna Redlley Silva Oliveira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-20 03:17:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-12 00:29:31 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f5a5.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>1. Conceituado a Ciência da Informação</title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425409407</link>
         <description><![CDATA[<div>Taylor e Borko foram responsáveis por uma definição embrionária de Ciência da Informação, apontando-a como um campo derivado ou relacionado à Matemática, Lógica e Computação, dentre outros. De início, a área incorporou os postulados da Teoria da Informação – também conhecida como Teoria Matemática da Comunicação – para delinear seu objeto de estudo. Nesta, informação é definida como sinal passível de ser mensurado, tendo como principal território disciplinar para o seu alicerce as Ciências Exatas e Tecnológicas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1919505970/8dc83eb18125e19ff1f8333008de0e61/Diferen_a_entre_informa__o_e_conhecimento.jpg" />
         <pubDate>2022-12-20 03:34:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425409407</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2. Teoria da Informação</title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425411689</link>
         <description><![CDATA[<div>O propósito da teoria da informação é analisar a quantidade de informação que pode ser enviada de um emissor até um receptor, passando por um canal, como mínimo de ruído possível. As mensagens comportam-se, portanto, como sinais e são estudadas sob o viés do controle.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-20 03:39:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425411689</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3. Estudos de usuários</title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425413479</link>
         <description><![CDATA[<div>Dividem-se em duas abordagens: tradicional e alternativa, diferenciando-se por seu caráter quantitativo ou qualitativo (DERVIN; NILAN,1986).<br>Assim, conforme levantamento de Araújo (2013), das décadas de 1940 a 1960 os estudos de usuários desenvolveram-se numa perspectiva quantitativa e funcionalista, tendo como finalidade estudar as necessidades e os usos da informação no âmbito da comunicação científica. Além disso, cabe apontar uma presença marcante do Funcionalismo e do Behaviorismo<br>na composição da agenda dos estudos de usuários (LIMA, 1994), subsidiando tanto estudos com foco nos sistemas, como aqueles diretamente voltados aos indivíduos. Enquanto na primeira abordagem a informação é analisada objetivamente; na segunda, ela é estudada a partir<br>das representações mentais dos usuários (FIGUEIREDO, 1994; CHOO, 2006).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1919505970/26e35b3e75bc394f062ac70fa49bd9c4/pesquisa_de_satisfacao_pmisp_2011_672x372.jpg" />
         <pubDate>2022-12-20 03:42:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425413479</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4. Estudos de práticas informacionais</title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425414039</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudo das práticas informacionais demarca uma concepção de informação que leva a uma perspectiva intersubjetiva, vindo a preencher algumas das lacunas deixadas pelas abordagens tradicional e alternativa dos estudos de usuários. Intersubjetividade esta que passa a considerar tanto a relação entre os indivíduos, como entre estes e a informação em contextos socioculturais distintos.<br><br>Nesse sentido, vale destacar o papel de Savolainen (2007) ao introduzir uma perspectiva de análise que assinala a importância do contexto no qual o usuário está inserido. Para Savolainen, a noção de práticas informacionais abrange modos de identificar, buscar, avaliar e compartilhar informações através de construtos sociais com base nas necessidades e motivações dos próprios indivíduos.<br><br>Seguindo uma direção semelhante, Frohmann (2008) assinala que a Ciência da Informação se caracteriza como uma prática social e, por esse motivo, ao se debruçar sobre a relação entre usuário e informação deve considerar suas experiências, condições de trabalho e comunidades de que participa. Sob essa ótica, o conceito de práticas informacionais fortalece o desenvolvimento de abordagens socioculturais nos quadros teórico-metodológicos da área.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1919505970/fd7f67cf28d979b1491c805ceffeebeb/informacao_maior_patrimonio_01.jpg" />
         <pubDate>2022-12-20 03:43:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425414039</guid>
      </item>
      <item>
         <title>5. Teoria da prática</title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425416005</link>
         <description><![CDATA[<div>A Teoria da Prática é frequentemente caracterizada por destacar o embate entre agência (indivíduo) e estrutura (sociedade), interioridade (subjetividade) e exterioridade (objetividade).<br><br>Nesse sentido, a estrutura se caracteriza como dinâmica, formada por relações históricas e entendida como produto e produtora de ações, as quais são, ao mesmo tempo, condicionadas e condicionantes (THIRY-CHERQUES, 2006). O indivíduo é “socialmente configurado” (NOGUEIRA; NOGUEIRA, 2002), o que envolve desde gostos, hábitos, estilos de vida, héxis corporal e visões de mundo, dentre outras coisas, sendo cada uma delas construções produzidas tanto coletivamente, como individualmente.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-20 03:47:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425416005</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rannaredlleyy</author>
         <link>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425428015</link>
         <description><![CDATA[<div>A Teoria da Prática bourdieusiana auxilia a noção de práticas informacionais no entendimento de que as ações dos indivíduos não são conformadas, unicamente, por elementos objetivos, nem por aspectos agência e estrutura, interioridade e exterioridade, indivíduo e sociedade. Desse modo, oferece importantes contribuições teórico conceituais à Ciência da Informação ao reforçar a ideia de que a informação se constitui a partir de sua relação com o indivíduo, e deste com o mundo. meramente subjetivos, mas, sim, por um embate entre agência e estrutura, interioridade e exterioridade, indivíduo e sociedade.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-20 04:12:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rannaredlleyy/hclej4u9jhg3u8jl/wish/2425428015</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
