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      <title>DAC GEO Margarida Gomes e Tomás Vicente by Tomás Vicente</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-03 12:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mourões de Rossio ao Sul do Tejo</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1973128286</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Localização<br></strong><br>Localizam-se na <strong>margem esquerda do Rio Tejo no extremo Norte do Rossio ao Sul do Tejo</strong> e as suas <strong>coordenadas GPS são:&nbsp; 39º 26' 59.6'' N&nbsp; 008º 11' 30,4'' W</strong><br><br><strong>História<br></strong><br>Os <strong>mourões</strong>, também conhecidos como "<strong>Cais de Abrantes</strong>" ou "<strong>Ponte das Barcas</strong>", são um conjunto de <strong>16 pilares</strong> não sabendo muito bem quando foram construídos, mas que estão datados como tendo<strong> origem em 1811</strong>. Estes pilares pertenciam à antiga e já não existente Ponte das Barcas. A sua função era de servirem de suporte a vários ancoradouros que permitiam a ligação entre as duas margens do rio Tejo, através de<strong> barcos</strong>, <strong>canais</strong>, <strong>pontões</strong> e <strong>pontes lançadas</strong>, permitindo assim o transporte de pessoas e mercadorias de uma margem à outra.<br><br><strong>Caraterísticas Arquitetónicas<br></strong><br>Os <strong>pilares</strong> dos <strong>mourões </strong>são caixas inclinadas e talhadas, de forma a poderem dar uma imagem de que os mesmos vão ficando cada vez maiores. Estes, estão orientados para o Rio Tejo de forma a servirem de<strong> quebra-mar</strong>. Ao nível das faces, as maiores são escavadas em profundidade e ao lado umas das outras de forma a seguirem uma<strong> linha em H</strong>. Estas vão aumentando cada vez mais até chegarem a uma altura de <strong>5 metros</strong>, altura esta que é nivelada para que se possa sustentar a rampa e a plataforma. Os mourões são constituídos na superfície que se pode ver por <strong>xisto irregular e</strong> alguns<strong> vestígios</strong> de <strong>argamassa</strong>.<br><br><strong>Informações importantes</strong><br>Os mourões, são um marco histórico-cultural e foram considerados <strong>Património Imóvel de Interesse Público pelo decreto Lei 251/70 de 3 de junho de 1970,</strong> devido à sua <strong>raridade</strong> e <strong>persistência</strong>.<br><br><strong>Webgrafia<br><br></strong>http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73847/<br>https://www.visitarportugal.pt/santarem/abrantes/rossio-sul-tejo/mouroes<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-03 23:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ermida de São Lourenço</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1975321277</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Localização<br></strong><br>Localiza-se <strong>junto ao Parque Urbano de São Lourenço, na união das freguesias de Abrantes ( São Vicente e São João) e Alferrarede</strong>, distrito de Santarém, com as seguintes <strong>coordenadas GPS: 39º 28' 93.4'' N 8º 12' 93.4 W.<br></strong><br><strong>História<br></strong><br>O nome desta capela evoca dois santos, <strong>São Lourenço e Santa Catarina</strong>, embora seja o primeiro a dar-lhe o nome. Apesar da <strong>primeira referência à construção desta capela ser de 1430, a sua atual construção tem origem no séc. XVI, por volta de 1569</strong> no reinado de D. Sebastião. Por se encontrar num local isolado, terá sido construído um hospital frente a esta, destinado a acolher as vítimas da Peste Negra, que na altura se espalhava pela vila. E durante algum tempo passou a ser a sede da paróquia de São Vicente de Abrantes.<br>As festas em honra de São Lourenço ainda são festejadas hoje em dia.<br><br><strong>Caraterísticas Arquitetónicas<br><br></strong>Este monumento tem especial importância pelo seu portal e pinturas que se encontram no seu interior referentes à vida de Cristo, da autoria do Mestre de Abrantes, Cristóvão Lopes e de outros pintores seus conhecidos.<br><strong>Apresenta uma planta longitudinal, composta por uma nave retangular e uma capela-mor de planta quadrada e dois anexos com caraterísticas do estilo Manuelino.</strong><br>No seu interior apresenta uma abóboda estrelada e um altar-mor, com um painel de, azulejos, onde sobressaem representações do emblema de Santa Catarina.<strong><br></strong>Alguns dos seus elementos confirmam a sua <strong>origem quinhentista, como a arquivolta redonda do portal decorada com esferas com a Cruz de Malta inscrita</strong>, assim como os <strong>pináculos cónicos </strong>que quase já não existem e os arcos em asa-de-cesto na fachada principal. No entanto <strong>também existem elementos de origem árabe como o pórtico e o contraforte</strong>, que terão ficado do edifício anterior à sua construção.<br><br><strong>Informações Importantes<br></strong><br>A Ermida é um monumento <strong>classificado como Imóvel de Interesse Público, por Decreto Lei 129/77 de 29 de setembro de 1977.</strong><br><br><strong>Webgrafia<br><br></strong>http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1878<strong><br></strong>http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73847/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-05 00:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Tejo</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1987142498</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Localização<br></strong><br><strong>O Rio Tejo é o maior rio da Península Ibérica e o 2º maior rio de Portugal.</strong> No concelho de Abrantes, ele atravessa algumas localidades como Alvega, Concavada, Mouriscas, Pego, Rossio ao Sul do Tejo e Tramagal.<br><br><strong>História</strong><br><br>Os Romanos chamaram-lhe <strong><em>Tagus</em></strong> e foi nele que começou a maior aventura dos Portugueses, os Descobrimentos e também a onda que devastou Lisboa em 1755. Desde sempre o Tejo teve uma grande importância na história de Abrantes, como na Reconquista Cristã ou nas Guerras Francesas, pois era uma barreira natural difícil de ser ultrapassada pelo inimigo. Além de também ter tido sempre uma importância turística e de lazer na região.<br><br><strong>Características</strong><br><br><strong>Nascente</strong> - Serra de Albarracín, em Espanha a 1593 m de altitude.<br><strong>Foz</strong> - Lisboa, assinalada pelo farol do Bugio<br><strong>Extensão</strong> - Tem no total 1007 km, sendo que 275 km são em Portugal.<br><strong>Principais Afluentes</strong> - Rio Zêzere, Rio Sorraia e Rio Ocreza, entre outros.<br><strong>Barragens</strong> - Castelo de Bode (Zêzere), Fratel e Belver.<br><br>I<strong>nformações importantes<br><br>O Tejo é um património natural de grande importância no nosso concelho e a ideia de o elevar a Patrimônio&nbsp; da Humanidade já foi discutida na Câmara de Abrantes e até na própria Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo .<br><br></strong>A área da bacia hidrográfica do Rio Tejo é de 80 600 km<sup>2</sup>, dos quais 1/3 se situa em Portugal. Perto da sua foz existe o chamado Mar da Palha, uma grande bacia situada no Estuário do Rio Tejo, o maior da Europa Ocidental com 320 km<sup>2</sup>. <br><br>O Tejo também serviu sempre de inspiração a poetas como Fernando Pessoa nos seus famosos versos " O Tejo é mais belo que o rio que corre na minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre na minha aldeia..."<br><strong><br>Webgrafia<br></strong><br>http://arquivopessoa.net/textos/3555<br>https://www.centerofportugal.com/pt/destination/abrantes-2/<br>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/noticias/abrantes-camara-quer-candidatura-do-rio-tejo-a-patrimonio-da-humanidade-c-audio<br>https://jornalpovodeportugal.eu/2017/11/25/e-se-o-rio-tejo-estiver-ja-morto/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-11 23:31:49 UTC</pubDate>
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         <title> Fonte de São José</title>
         <author>margaridasofiapouseirogomes</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1988514889</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>&nbsp;Localização</strong><br><br>Localiza-se na<strong> União de Freguesias de Abrantes (São João e São Vicente) e Alferrarede </strong>e está situada num pequeno largo, perto de uma escadaria <strong>mesmo à entrada de Alferrarede</strong>. Pertence à Rota dos Cântaros e Cantos, que faz parte das fontes dos concelhos de Abrantes, Mação, Sardoal, Constância e Gavião.&nbsp; &nbsp;<br><br><strong>&nbsp;História<br></strong><br><strong>Esta fonte foi construída em 1791 </strong>e recuperada por duas vezes, em 1865 e 1993. A situação ribeirinha de Abrantes levou a que as suas águas das suas fontes fossem sempre de pouca qualidade. Antigamente não existia água potável para o abastecimento público e este ficava dependente das muitas cisternas particulares que sempre ali existiram. Dentro das fontes de água de qualidade destacava-se a Fonte de São José, só que esta até ao séc. XIX encontrava-se longe do centro da cidade. No entanto esta fonte acabou por ser absorvida pelo crescimento da cidade e atualmente está enquadrada por estradas locais e casas de construção. <br><br><strong>Caraterísticas Arquitetónicas</strong><br><br><strong>De origem barroca, esta fonte apresenta caraterísticas arquitetónicas clássicas e forma popular,</strong> que terá sido&nbsp; construída para realçar uma bica tradicional. Possui espaldar alto em forma de sino, com a data de 1791 inscrita no frontão. Na pequena porta de ferro onde está colocada a bica está escrita uma quadra popular sobre as suas águas datada de 1993, colocada pela Junta de Freguesia de Alferrarede. A fonte e o muro que a envolve são caiados e rematados com uma moldura destacada a azul.<br><strong><br>Informações Importantes</strong><br><br><strong>Foi classificada como IM de interesse municipal por Decreto Lei de 8 de setembro de 2001</strong>. Este monumento possui uma imagem que representa <em>São José e o Menino</em>, já destruída e que foi colocada num lugar vazio no frontão. Esta imagem foi feita num painel de azulejos com data de 1992, colocada pela Junta no ano seguinte, na mesma época em que a fonte foi restaurada.<br><br><strong>Webgrafia<br></strong><br>https://www.allaboutportugal.pt/pt/abrantes/monumentos/fonte-de-sao-jose<br>http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71556<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-12 15:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Oliveira do Mouchão</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1988518618</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Localização</strong><br><br>A Oliveira do Mouchão localiza-se em<strong> Cascalhos, na freguesia de Mouriscas</strong>, no concelho de Abrantes e as suas <strong>coordenadas GPS são: 39º 28' 23.5'' N 8º 04' 51.3'' W.</strong><br><br><strong>História</strong><br><br>Esta Oliveira de história milenar, considerada a<strong> árvore mais antiga de Portugal, com mais de 3350 anos</strong> (com uma margem de erro de 2%) é contemporânea de muitos povos de entre deles Celtas, Iberos, Lusitanos, Romanos e Árabes que já se acolheram nela e se alimentaram das suas azeitonas.<br><strong><br>Características</strong><br><br>Da espécie<strong> Olea europaea L. var. europaea,</strong> esta oliveira apresenta uma <strong>altura de quase 8 m</strong>, sendo o tronco oco, rugoso, com nódulos e cavidades. Apresenta 1112 cm de perímetro na base, 652 cm de perímetro médio ao nível do peito, 320 cm de altura do tronco e uma forma muito peculiar. Estando adaptada aos climas mediterrânicos, é uma árvore resistente e por isso ainda hoje apresenta frutos dos quais ainda se produz o azeite.<br><strong><br>Outras informações importantes</strong><br><br>Sendo considerada<strong> Património Natural de Portugal,</strong> a Oliveira do Mouchão está <strong>classificada como arvoredo de interesse público desde 2/1/2007</strong> e é um dos seres vivos mais antigos de Portugal, fazendo parte do Ranking do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas), e Árvores Monumentais de Portugal.<br><br> As suas células iniciais há muito que já não existem, mas o processo de regeneração celular desta continuou e fê-la existir até aos dias de hoje. Para conservar esta magnífica árvore esta está <strong>protegida por lei </strong>e em <strong>2020 ficou em 2º lugar no concurso "Tree of the Year".<br></strong><br><strong>Webgrafia<br><br></strong>https://andarilho.pt/2021/05/31/oliveira-do-mouchao-a-mais-antiga-em-portugal/<strong><br></strong>http://cm-abrantes.pt/index.php/pt/dossiers-comunicacao/1218-oliveira-do-mouchao<br>https://www.portugaldenorteasul.pt/11385/oliveira-mais-antiga-de-portugal-nasceu-ha-3350-anos<br>https://respiranatureza.com/2019/04/17/oliveira-do-mouchao-uma-arvore-milenar/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-12 15:45:17 UTC</pubDate>
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         <title>Museu Metalúrgica Duarte Ferreira</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1988744996</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Localização</strong></div><div><strong><br></strong>Localiza-se na freguesia de <strong>Tramaga</strong>l, concelho de Abrantes, as suas<strong> coordenadas GPS são: 39º 27' 34.1'' N 8º 14' 51.5'' W.</strong><br><br><strong>História<br><br></strong>Este museu conhecido como <strong>Museu MDF foi inaugurado a 1 de maio de 2017 </strong>e tem no seu interior uma história de mais de 1 século, desde o ano de 1879, data em que Duarte Ferreira ergueu a sua primeira forja até 1997, data da extinção da Metalúrgica Duarte Ferreira.<br><br><strong>Características</strong></div><div><br>O Museu foi construído nas antigas instalações dos escritórios da MDF e dentro deste há <strong>espaços de exposição e com documentos referentes a esta tão importante indústria metalúrgica</strong>, não só do concelho de Abrantes, mas também de Portugal. Muitos dos bens e documentos que estão em exposição no interior deste museu foram doados pelo grupo Diorama.<br><br><strong>Informações importantes<br><br>O museu MDF contém um importante património material e imaterial do concelho de Abrantes</strong>, deixado pelo expoente máximo da metalurgia do séc. XX, a Metalúrgica Duarte Ferreira.<br>No dia 25 de maio de 2018 recebeu o prémio de <strong>"Melhor Museu Português do Ano"</strong>, atribuído pela associação Portuguesa de Museologia. Também no dia 11 de maio de 2019 na XIV Gala Antena livre e Jornal de Abrantes recebeu o <strong>Galardão Cultura </strong>que distingue personalidades e instituições da região. A 25 e 27 de setembro representou o munícipio de Abrantes e Portugal na conferência "The Best in Heritage "2019.<strong><br><br>Webgrafia<br><br></strong>http://cm-abrantes.pt/index.php/noticias/858-museu-metalurgica-duarte-ferreira-em-tramagal<br>http://cm-abrantes.pt/index.php/pt/2014-12-09-17-52-11/museu-mdf<br>https://www.mediotejo.net/tramagal-museu-da-metalurgica-duarte-ferreira-honra-memoria-e-quer-acrescentar-valor-a-economia-local-cfotosvideos/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-12 17:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Romana de Alferrarede</title>
         <author>tomassaobentovicente</author>
         <link>https://padlet.com/tomassaobentovicente/hc2frhvmrvbnsep4/wish/1989118985</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Localização</strong><br><br>Esta ponte do tipo represa localiza-se na <strong>União das Freguesias de Abrantes (São João, São Vicente e Alferrarede)</strong>, na estrada que liga Alferrarede ao Sardoal a seguir à povoação de Olho de Boi, na localidade de Entre Ribeiras, em terrenos agrícolas da Quinta do Bom Sucesso. Está rodeada por azinheiras e canaviais. E recentemente a sua fachada não é muito visível, as suas <strong>coordenadas GPS são: 39º 29' 18.9'' N 8º 07' 41.2'' W.</strong><br><br><strong>História<br><br></strong>Sem ter uma data de construção verdadeiramente conhecida, deduz-se que a estrutura da ponte seja de <strong>origem Romana</strong> e que terá sido construída entre os<strong> sécs. I a IV.</strong> Já a parte da estrutura da represa terá sido construída no séc. XVI no reinado de D. Filipe II, pelos arquitetos Juan Bautista Antonelli e Leonardo Turriano, aproveitando as estruturas romanas já existentes.<br><br><strong>Características Arquitetónicas</strong><br><br>Também conhecida como<strong> Ponte de Olho de Boi ou Ponte dos Mouros</strong>, esta ponte é constituída por uma muralha dupla paralela de pedra xistosa e calcária unida com argamassa, com uma espessura de cerca de 8,5 m, 55 m de comprimento e cerca de 10 m de altura e encontra-se sobre a Ribeira de Alferrarede suportada por rochas existentes nas duas margens da mesma. Numa das suas extremidades encontra-se um moinho com duas rodas.<br><br><strong>Informações Importantes</strong><br><br>Esta ponte é um marco histórico e cultural, <strong>considerada Imóvel de Interesse Público pelo Decreto Lei de 29 de setembro de 1977.</strong><br><br><strong>Webgrafia<br><br></strong>https://www.allaboutportugal.pt/pt/abrantes/monumentos/ponte-romana-de-alferrarede-ponte-dos-mouros<br>http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3387<br>http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/69748<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-12 20:48:52 UTC</pubDate>
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