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      <title>Educação e tecnologias contemporâneas by Monique Helen</title>
      <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr</link>
      <description>Criado como arquivo das atividades propostas da disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 14:20:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-29 18:47:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Um pouco sobre mim...</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3392959279</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Meu nome é Monique Helen Santos Santana, sou estudante do 7º semestre de Pedagogia na Universidade Federal da Bahia (UFBA).  </p><p><br/></p><p>Tenho me dedicado a investigar o papel da tecnologia na educação, o que me levou a integrar o grupo de pesquisa Didática Intercultural e Tecnologias (Didatec). Nele, desenvolvi um estudo intitulado "Levantamento de Programas e Projetos sobre Fake News e Deepfakes na Rede Estadual de Ensino de Salvador<strong>"</strong>, com o objetivo de mapear iniciativas relacionadas a essa temática e analisar suas concepções didáticas.  </p><p><br/></p><p>Atualmente, não posso mais participar do grupo devido a incompatibilidade de horários com meu trabalho, mas sinto grande falta das discussões e das propostas de leitura que enriqueciam minha formação acadêmica e pessoal.  </p><p><br/></p><p>Fora do âmbito universitário, sou uma entusiasta da cultura em suas múltiplas expressões: tenho um gosto musical eclético, que vai do clássico ao contemporâneo; sou uma ávida leitora, encontrando na literatura tanto prazer quanto ferramentas para reflexão; e, nas horas vagas, dedico-me a jogos eletrônicos, que considero uma forma interativa de narrativa e aprendizagem.  </p><p><br/></p><p>Na disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas, busco aprofundar meus conhecimentos sobre a aplicação pedagógica de ferramentas digitais, bem como discutir os desafios impostos pela era digital na educação. Meu objetivo é compreender como integrar esses recursos de maneira crítica e eficaz na prática docente, contribuindo não apenas para o combate à desinformação, mas também para a formação de cidadãos mais reflexivos e conscientes.  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 15:26:32 UTC</pubDate>
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         <title>Fake News e Educação: Desafios e Caminhos para a Formação do Pensamento Crítico  </title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3395102939</link>
         <description><![CDATA[<p>As fake news, embora não sejam um fenômeno novo, adquiriram novas características com o avanço das tecnologias de informação e comunicação (TIC). Segundo Santaella (2018), “as tecnologias da informação e comunicação são frequentemente moldadas pelos usuários de maneiras inesperadas, muitas vezes com intenções maliciosas”. Isso contribui para que a desinformação se propague rapidamente e alcance um grande número de pessoas. <br><br>Gomes e Dourado (2019) destacam que as fake news alteram ou inventam fatos, sendo amplamente disseminadas nas mídias sociais e impactando a percepção pública da realidade. Além disso, a propagação da desinformação pode criar incerteza, alimentar a polarização social e influenciar processos democráticos (Almeida; Doneda; Lemos, 2018). No contexto político, Oliveira e Gomes (2019) afirmam que "a desinformação representa uma ameaça à democracia, pois distorce debates públicos e compromete a tomada de decisões informadas". <br><br>A escola tem um papel essencial na formação do pensamento crítico dos alunos. De acordo com Fantin e Rivoltella (2021), "em uma sociedade cada vez mais protagonizada pelas mídias, tecnologias e seus aplicativos, é importante lidar com essa ideia de dispositivo do ponto de vista educativo e pedagógico". Para isso, a integração da educação midiática no currículo escolar é fundamental. Araujo e Latgé (2022) reforçam essa ideia ao defenderem que a escola deve capacitar os alunos para reconhecerem estratégias de manipulação e identificarem conteúdos falsos. </p><p><br></p><p>Além disso, Resende (2022) destaca que o combate à desinformação exige uma abordagem multidisciplinar, combinando educação, regulação das plataformas digitais e conscientização social. <br><br>Diante desse cenário, é essencial que a tecnologia seja integrada de forma eficaz nas práticas pedagógicas, promovendo o letramento digital e a construção do pensamento crítico. Como educadores, precisamos refletir: </p><p><br></p><blockquote><p>Quais estratégias podemos adotar para preparar nossos alunos para identificar fake news?</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:48:16 UTC</pubDate>
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         <title>Educação para todos ou para poucos?</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3397756504</link>
         <description><![CDATA[<p>O acesso à educação no Brasil é um direito garantido pela Constituição, mas será que é, de fato, uma realidade para todos? No vídeo <em>"A educação e a desigualdade no Brasil"</em> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/kAsv-mXL4iI">https://youtu.be/kAsv-mXL4iI</a>), somos confrontados com uma dura verdade: a educação pública brasileira, apesar dos avanços, ainda reflete profundas desigualdades sociais. Essas desigualdades são evidenciadas pelas pesquisas do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://CETIC.br">CETIC.br</a> (2023), que revelam que, em 2022, apenas 31% dos domicílios brasileiros possuíam computador portátil (como notebooks), e somente 11% tinham tablets. Como, então, podemos falar em igualdade de oportunidades educacionais quando a tecnologia – ferramenta essencial no mundo contemporâneo – continua sendo um privilégio?</p><p><br></p><p>Durante a pandemia da COVID-19, essa lacuna digital se tornou ainda mais evidente. O <em>Painel TIC COVID-19</em> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://CGI.br">CGI.br</a>, 2021), citado no vídeo <em>"Desigualdade educacional e pandemia"</em> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hnrm5RuhpAw">https://youtu.be/hnrm5RuhpAw</a>), mostrou que milhões de estudantes enfrentaram dificuldades significativas para acompanhar as aulas online, seja pela ausência de dispositivos, seja pela má qualidade da conexão à internet. Essa realidade nos obriga a refletir: estamos preparando nossos jovens para um futuro digital ou apenas perpetuando o ciclo histórico de exclusão e invisibilidade?</p><p><br></p><p>A situação se torna ainda mais preocupante quando lembramos que o <em>Marco Civil da Internet</em> (INTERVOZES, 2018) prevê o acesso universal à rede como um direito. Contudo, como mostra o vídeo <em>"Por que o acesso à internet é tão desigual no Brasil?"</em> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/bGY63h0xV4I">https://youtu.be/bGY63h0xV4I</a>), há uma grande discrepância entre o que está na lei e o que se vive na prática. Como podemos exigir que nossos estudantes sejam competitivos em um mercado cada vez mais tecnológico se não lhes oferecemos as condições mínimas para isso?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 23:36:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão digital: é só acesso ou algo maior?</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3414198268</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura do texto de Bonilla e Pretto (2011) me fez refletir sobre como usamos os termos “exclusão” e “inclusão” digital sem pensar muito no que eles significam. Será que dar acesso à internet e ensinar o básico de informática realmente transforma a vida das pessoas?</p><p><br></p><p>Os autores mostram que a inclusão digital, da forma como é feita, muitas vezes é superficial. Ensinar alguém a usar o computador não garante participação real na sociedade digital. Falta conexão com a cultura, com a política e com a educação de verdade.</p><p><br></p><p>E mais: incluir pra quê? Pra consumir ou pra transformar? Eles defendem uma inclusão que permita às pessoas produzirem, se expressarem e ocuparem os espaços digitais como sujeitos ativos.</p><p><br></p><p>Vamos pensar juntos: que tipo de inclusão digital faz sentido pra nossa realidade e para nossos alunos?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 17:18:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Você sabe o que é Software Livre?</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3418372162</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa tirinha brinca com os sistemas operacionais, mas por trás do humor, há uma reflexão importante sobre liberdade digital e educação crítica.</p><p><br></p><p><br></p><p>Software livre é aquele que você pode usar, estudar, modificar e compartilhar livremente. E isso tem tudo a ver com educação, autonomia e cidadania!</p><p><br></p><p>Quer entender mais?</p><p><br></p><p>Software Livre e Educação: uma relação em construção – Maria Helena Bonilla explica como essa ideia vai além da técnica: é também uma questão ética e política.</p><p><br></p><p>A luta pela liberdade do conhecimento – Sérgio Amadeu mostra por que o software livre é uma alternativa à lógica de mercado e de controle.</p><p><br></p><p>Movimentos colaborativos e educação – Bonilla e Pretto falam sobre o poder das redes colaborativas na escola.</p><p><br></p><p>BONILLA, Maria Helena Silveira. Software Livre e Educação: uma relação em construção. PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 32, n. 1, 205-234, jan./abr. 2014</p><p>BONILLA, Maria Helena. Software livre e formação de professores: para além da dimensão técnica. In: FANTIN, Monica; RIVOLTELLA, Pier Cesare (orgs.). Cultura Digital e escola: pesquisa e formação de professores. Campinas, SP: Papirus, 2012</p><p>SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2004</p><p>PRETTO, Nelson DE Luca; SILVEIRA, Sergio Amadeu da (Orgs.). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologia do poder. Salvador: EDUFBA, 2008</p><p>LEAL, Ondina Fachel; SOUZA, Rebeca Hennemann Vergara. Do regime de propriedade Intelectual: estudos antropológicos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010 (cap. 4, 5 e 7)</p><p>BONILLA, Maria Helena Silveira; PRETTO, Nelson De Luca. Movimentos colaborativos, tecnologias digitais e educação. Em aberto. v. 28, n. 94, p. 1-240, jul./dez. 2015.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 00:57:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Licenciamento e Inclusão nos Recursos Educacionais Abertos (REA)</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3442417450</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Recursos Educacionais Abertos (REA) representam uma mudança importante na forma como pensamos o ensino e o acesso ao conhecimento. Mais do que conteúdos gratuitos, eles promovem a inclusão ao permitir que professores e alunos possam adaptar, remixar e compartilhar materiais de acordo com suas realidades.</p><p><br/></p><p>Segundo Santana, Rossini e Pretto (2012), os REA ajudam a reinventar práticas pedagógicas, pois “não fazem somente parte dessa expansão [tecnológica], mas são verdadeiramente propulsores de novas configurações de ensino e aprendizagem”. Esse potencial se amplia quando pensamos na questão do licenciamento.</p><p><br/></p><p>Paranaguá e Branco (2009) lembram que o conhecimento deve ser tratado como um bem público, e não como algo restrito por barreiras comerciais. Já Leal e Souza (2010) mostram, do ponto de vista antropológico, como o regime tradicional de propriedade intelectual pode dificultar a circulação do saber, reforçando desigualdades sociais e educacionais.</p><p><br/></p><p>Pretto e Silveira (2008) destacam que as redes digitais possibilitam novas formas de colaboração e produção de conteúdo, rompendo com o modelo verticalizado da transmissão do saber. Nesse contexto, os REA, com licenças abertas, não apenas democratizam o acesso, mas empoderam quem ensina e quem aprende.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>LEAL, Ondina Fachel; SOUZA, Rebeca Hennemann Vergara. Do regime de propriedade intelectual: estudos antropológicos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010.</p><p><br/></p><p>PARANAGUÁ, Pedro; BRANCO, Sérgio. Direitos autorais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.</p><p><br/></p><p>PRETTO, Nelson de Luca; SILVEIRA, Sergio Amadeu da (Orgs). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologia do poder. Salvador: EDUFBA, 2008.</p><p><br/></p><p>SANTANA, Bianca; ROSSINI, Carolina; PRETTO, Nelson De Luca (Orgs). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas. Salvador: EDUFBA/Casa da Cultura Digital, 2012.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 21:47:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Enfrentando Deepfakes: integridade da informação em tempos de desordem digital</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3480785075</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A mesa “Enfrentando deepfakes: como promover a integridade da informação na desordem informacional?”, apresentada no FIB15 e transmitida pelo canal do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://NIC.br">NIC.br</a> no YouTube, trouxe reflexões urgentes sobre um dos fenômenos mais perigosos da era digital: os conteúdos manipulados por inteligência artificial que parecem reais, mas não são.</p><p><br/></p><p>A moderadora Júlia Caldeira abriu o painel com uma provocação importante:</p><p><br/></p><p>“Mesmo usuários com alto nível de letramento digital não conseguem identificar o que é falso ou verdadeiro” (Caldeira, 2025).</p><p><br/></p><p>O pesquisador Lauro apresentou casos como o deepfake de Donald Trump sendo preso e alertou que, segundo a Freedom House, 16 países já foram afetados por deepfakes com fins maliciosos. Ele destacou:</p><p><br/></p><p>“A acessibilidade e a gratuidade dessas ferramentas tornam o problema ainda mais grave” (Lauro, 2025).</p><p><br/></p><p>Um exemplo impactante foi o uso de deepfake para simular o letreiro de Hollywood em chamas, desviando bombeiros de um incêndio real.</p><p><br/></p><p>A mesa também abordou impactos em diferentes níveis:</p><p><br/></p><ul><li><p>Desinformação política e polarização</p></li><li><p>Riscos à segurança pública</p></li><li><p>Violação de direitos de imagem</p></li><li><p>Fragilidade das instituições democráticas</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Fica claro que a resposta às deepfakes não pode ser apenas técnica. É preciso educação midiática, regulação e cooperação internacional.</p><p><br/></p><p>Assista à mesa completa aqui:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/live/3YUf7vRr8p4?si=-HDphRkbWBFfGsSA">https://www.youtube.com/live/3YUf7vRr8p4?si=-HDphRkbWBFfGsSA</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 20:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>Plataformização da Educação: o que está em jogo?</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3516302553</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A educação brasileira vive um processo acelerado de plataformização, em que grandes empresas como Google e Microsoft fornecem soluções “gratuitas” para escolas e universidades, como o Google Workspace for Education. Mas o que parece avanço tecnológico esconde riscos importantes: controle de dados, vigilância e dependência tecnológica.</p><p><br></p><p>Segundo Parra et al. (2018), o uso dessas plataformas não é neutro: envolve infraestruturas privadas, modelos de negócio baseados na economia de dados e influência sobre decisões pedagógicas. Pretto et al. (2021) alertam que, durante a pandemia, esse processo se intensificou sem debate público, enfraquecendo a soberania educacional.</p><p><br></p><p>O <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://CGI.br">CGI.br</a> (2023) reforça que a educação não pode ser refém de corporações. É preciso garantir infraestruturas públicas e políticas de proteção de dados. A plataformização afeta não só o ensino, mas também os direitos trabalhistas (Oliveira, 2019; 2020), a autonomia docente e o combate à desinformação (Intervozes, 2019; 2020).</p><p><br></p><p>O Manifesto sobre a Vigilância na Educação denuncia esse cenário como parte do capitalismo de vigilância (Souza, 2023), em que estudantes e professores tornam-se dados. É urgente discutir que educação queremos e quem controla os meios digitais.</p><blockquote><p><br></p><p>“Educação é direito, não produto. Plataformas não podem ser o novo currículo oculto.”</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 22:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia na educação: políticas públicas e os velhos desafios de sempre</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3516303625</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Desde os anos 1990, o Brasil tenta aproximar educação e tecnologia com diferentes programas: TV Escola, ProInfo, Banda Larga nas Escolas, UCA (Um Computador por Aluno), entre outros. Apesar de boas intenções, muitas dessas iniciativas esbarraram na falta de infraestrutura, pouca formação para professores e descontinuidade das ações.</p><p><br/></p><p>Autores como Bonilla e Pretto (2000) já chamavam atenção para o risco de repetir velhas práticas com ferramentas novas. Ou seja: mudar a tecnologia sem mudar a pedagogia não adianta. Cysneiros (1999) chamou isso de “inovação conservadora” — quando a tecnologia entra na escola, mas tudo continua igual.</p><p><br/></p><p>A Unesco (2023) também questiona: a tecnologia está realmente a serviço da educação ou a serviço de interesses econômicos? Muitos estudos mostram que o discurso sobre “inclusão digital” não corresponde ao que acontece de fato nas escolas, principalmente as públicas (Silva, 2014; Passos, 2017).</p><p><br/></p><p>Um exemplo marcante foi o Projeto UCA. Distribuiu computadores, gerou expectativas, mas enfrentou problemas estruturais e acabou sendo descontinuado (Quartiêro et al., 2015). O mesmo aconteceu com o TV Escola, que tinha potencial, mas ficou preso a um modelo tradicional de ensino via televisão (Rocha, 2005).</p><p><br/></p><p>No fim das contas, o problema não é a tecnologia em si, mas como ela é pensada e usada. Políticas públicas precisam ser bem planejadas, com foco na formação de professores, participação das comunidades escolares e garantia de acesso real. Senão, seguimos repetindo promessas sem resultados concretos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 22:39:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3516303625</guid>
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         <title>Formação de professores e tecnologias: não basta saber usar, é preciso saber por quê</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3516304379</link>
         <description><![CDATA[<p>Falar em tecnologia na educação sem falar em formação de professores é ignorar a base de qualquer mudança real na escola. Desde os anos 2000, muita coisa foi dita, tentada e escrita sobre isso. Mas os desafios continuam: falta tempo, infraestrutura, valorização e, principalmente, formações que façam sentido para a prática docente.</p><p><br></p><p>Maria Helena Bonilla (2011, 2012, 2016) destaca que não basta ensinar o professor a “usar o computador”. A formação precisa ser crítica, conectada à realidade da escola, e não focada apenas em dominar ferramentas. Ela também defende o uso de software livre, como uma forma de romper com o domínio das grandes empresas e ampliar a autonomia pedagógica.</p><p><br></p><p>A pesquisa de Silva (2014) mostra que muitas formações ainda têm um discurso bonito sobre inclusão digital, mas pouco diálogo com o dia a dia real dos professores. Isso se repete em várias experiências relatadas em dissertações da UFBA, como as de Oliveira (2013), Soares (2011) e Halmann (2006): falta continuidade, acompanhamento e escuta.</p><p><br></p><p>Nos contextos rurais, o desafio é ainda maior. Bonilla e Halmann (2011) mostram como professores do campo enfrentam falta de acesso, mas também como a tecnologia pode fortalecer novas dinâmicas pedagógicas e transformar realidades, quando usada com propósito.</p><p><br></p><p>No fim das contas, como diz Pretto (2002), a formação de professores exige rede: colaboração entre educadores, escolas, universidades e políticas públicas. Ninguém ensina sozinho. E ninguém aprende tecnologia de forma isolada.</p><p><br></p><p>Tecnologia não é neutra. Por isso, formar professores para o uso crítico, criativo e coletivo das TICs é um passo essencial para que a educação digital seja, de fato, transformadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 22:42:21 UTC</pubDate>
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         <title>Uso dos Memes em Sala de Aula como Ferramenta Didática</title>
         <author>moniquehelennn</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehelennn/hbzx0bcy19puvcyr/wish/3516305059</link>
         <description><![CDATA[<p>Os memes, inicialmente definidos por Richard Dawkins (1976) como unidades de transmissão cultural, evoluíram na era digital como formas de comunicação crítica, rápida e visual. Atualmente, são amplamente utilizados entre os jovens nas redes sociais e representam uma linguagem acessível, dinâmica e potente para o processo educativo.</p><p><br></p><p>Por que usar memes na educação?</p><p><br></p><ul><li><p> Estão presentes no cotidiano dos estudantes (nativos digitais).</p></li></ul><ul><li><p>Estimulam o pensamento crítico, a leitura de mundo e a intertextualidade.</p></li><li><p>Facilitam o engajamento com conteúdos escolares.</p></li><li><p> Promovem ensino interdisciplinar e aprendizagem significativa.</p></li><li><p>Trabalham linguagem verbal e não verbal.</p></li><li><p>Desenvolvem multiletramentos e cultura visual.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Quer saber mais? </strong></p><p><strong>Acesse o Museu dos Memes:</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.museudememes.com.br/">www.museudememes.com.br</a></p><p><br></p><p>Reflexão final:</p><blockquote><p><br></p><p>“Os memes não são meras piadas: são construções sociais, políticas e pedagógicas que expressam, com humor e criticidade, a realidade vivida pelos estudantes.”</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 22:44:26 UTC</pubDate>
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