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      <title>Isabel, Hellena, Laura Bootz e Giulia_8ºA by Isabel Bertolini Ribeiro de Barros</title>
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      <description>Isabel, Hellena, Laura Bootz e Giulia 
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-27 10:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>Colonização e revoltas indígenas: Colonização </title>
         <author>1014111</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/451284493</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de anos após os primeiros contatos com os brancos, com a colonização espanhola eles  tomaram controle das aldeias indígenas, convocavam os nativos para diversas missoẽs para ajudá-los. Alguns deles as abandonaram  e outros se mantiveram longe.  A cultura e a liberdade dos povos dessa região começou a se perder pois, a quantia de missões começou a crescer, e isso fazia com que os nativos que iam para elas morriam ou ficavam muito doentes. E em 1671, um homem importante para a religião evangélica, chamado Biedma, começou a controlar o trânsito dos povos nos rios de maneira autoritária. </div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 10:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura material:</title>
         <author>1321861</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Ashaninka sempre tiveram canoas, casas, roçados e etc. Eles também sempre usaram roupas, feitas pelas mulheres. Os Ashaninka também usam um chapéu, que é feito com uma palha de palmeira de cocão e enfeitada com penas de Arara. E também usam  um tipo de colar confeccionado com várias espécies de sementes nativas.</div><div>Os instrumentos musicais, os Ashaninka destacam os tambores e a flauta. O tambor, é feito de madeira de cedro. Já o que eles usam para fazer as batidas nos tambores é  feita com baquetas confeccionadas em madeira ou com o osso de um macaco, geralmente o fêmur.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:00:09 UTC</pubDate>
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         <title>Nome e língua:</title>
         <author>1910621</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os Ashaninkas pertencem à família linguística Aruak, ou Arawak, juntamente com os Piro, Mat-singuenga, Amuesha, Nomatsinguen-ga, formando o conjunto pré-andino.</div><div>      Ao longo dos anos, os Ashaninkas foram identificados com diversos nomes como: Ande, Anti, Chuncho, Picolzone, Tamba, Campari, entre outros. Porém, são mais conhecidos pelo termo Kampa ou Campa. Essa era uma denominação não aceita por eles, por ser considerado um termo pejorativo, então, criaram o nome Ashaninka.  </div><div><em>       Ashaninka</em> é a autodenominação do povo e pode ser traduzida como 'meus parentes', 'minha gente', 'meu povo'. </div><div>       </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>Colonização e revoltas indígenas: </title>
         <author>1014111</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/451286712</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem existe algumas pessoas do povo Ashaninka, crianças e adultos. No fundo têm arvores e casas. As pessoas estão usando roupas e outros elementos culturais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rituais:</title>
         <author>1321861</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/451290110</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os Ashaninka, tanto a bebida feita de ayuaska como o ritual são chamados kamarãpi. Existe uma cerimônia que é sempre realizada à noite e pode durar até de madrugada. A comunicação entre os participantes é mínima e apenas os cantos rompe o silêncio da noite. Os Ashaninka são permitidos pelos Piyarentsi para se comunicarem com espíritos, agradecerem e homenagearem Pawa.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem - Nome e língua</title>
         <author>1910621</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453274442</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem, podemos ver pessoas aprendendo como usar o arco e flecha (como vimos no texto, as pessoas aprendem  partir da prática</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-02 21:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Colonização e revoltas indígenas: Primeiros contatos: </title>
         <author>1014111</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453308779</link>
         <description><![CDATA[<div>O povo Ashaninka já tinha tido breves contatos com os brancos, isso ocorreu no final do século XVI, quando eles estavam explorando  a Amazônia. O segundo foi 40 anos depois, com os jesuítas, que tinham a intenção de evangelizar as populações indígenas da Selva Central, mas eles se defenderam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-02 22:52:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Colonização e revoltas indígenas: Revoltas Indígenas: </title>
         <author>1014111</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453309422</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de anos vivendo em um regime autoritário que oprimia a cultura e liberdade dos povos indígenas, eles começaram a se impor e a partir disso, recuperaram a sua autonomia e cultura. Atahualpa viajou com um padre jesuíta, e em Gran Pajonal, pretende ajudar a expulsar os espanhóis da terras indígenas, então a informação se espalha até chegar nos nativos de Ashaninka, e rapidamente as missões são abandonadas. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-02 22:54:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Síntese da notícia: </title>
         <author>1014111</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453527499</link>
         <description><![CDATA[<div> <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Not%C3%ADcias?id=198330">https://pib.socioambiental.org/pt/Not%C3%ADcias?id=198330</a><br><br>Essa notícia diz que em 13 de abril de 2019, três crianças ashaninka desapareceram na fronteira do Peru com o Brasil. 15 policiais peruanos especialistas em resgate de pessoas com um helicóptero. As três crianças eram irmãs, um de 4, 8 e 12, que estavam retornando de uma aldeia na região de fronteira com o Brasil e indo para sua aldeia. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 10:40:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome e língua:</title>
         <author>1321861</author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453530019</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome e língua:                                             Em um site dos povos ashaninkas (onde os indígenas contam um pouco de suas experiências, atividades e curiosidades) conta que as crianças aprendem a língua assim que nascem. Além disso, eles também contam que a língua ashaninka não é um problema para o povo e apenas as pessoas que não foram criadas na aldeia tem mais dificuldade ou não sabem falar a língua. Nas escolas, as crianças aprendem através da prática, ensinando às crianças as atividades do dia a dia. As aulas são em língua ashaninkas, porém, as crianças também aprendem o português.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 10:47:47 UTC</pubDate>
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         <title>Localização:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453530972</link>
         <description><![CDATA[<div>Os grupos Ashaninka que estão hoje no Brasil, com cerca de 869 pessoas, são também nativos do Peru, tendo iniciado parte de suas migrações para o Brasil pressionados pelos caucheiros peruanos no final do século XIX (19). <br>A área de ocupação dos Ashaninka é estendida por um vasto território, desde a região do Alto Jurúa e da margem direita do rio Envira, em terras brasileiras, até as vertentes da cordilheira andina no Peru.</div><div>Segundo a CPI-AC, a população Ashaninka do rio Amônia representava, em 2004, um total de 472 indivíduos, ou seja, mais ou menos metade dos Ashaninka que vivem no Brasil. Mais de 80% dessa população vive hoje na aldeia.</div><div>No peru os dados, segundo as fontes e as datas das pesquisas, variam de 10 mil a mais de 50 mil indivíduos. Os autores apresentam o grupo como um dos maiores contingentes populacionais nativos da Amazônia peruana. De acordo com o censo de 1993 do Instituto Nacional de Estatística e Informática, o povo ashaninka, no Peru, soma 51.063 indivíduos distribuídos em 359 comunidades, constituindo a população nativa mais numerosa da Amazônia peruana. </div><div>Os povos Ashaninka são povos com características de grandes lutas pelas tradições e liberdade. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 10:50:39 UTC</pubDate>
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         <title>População:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1014111/hbywaip4bd06/wish/453535482</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Ashaninka são povos que estão em terras indígenas distintas e descontínuas, todas situadas na região do Alto Juruá. Estes povos vivem no estado do Acre, no Brasil ou No Peru, mas sua grande maioria vive no Peru. A família linguística deles é Aruak.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 11:03:15 UTC</pubDate>
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