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      <title>Clonagem (12/05) do padlet Diário de aprendizagem by Francisca Brito</title>
      <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a</link>
      <description>Francisca Barja e Tiago Vieira 12ºA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-12 13:52:16 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O que é o Bowtie e como o usamos?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340292</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação feita por mim sobre o que é o Bowtie, como o usamos na 3ª sessão e em que contexto vai ser utilizado no projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que aprendi e que dificuldades senti nesta sessão?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340293</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que aprendi?</strong></p><p>  Nesta sessão fiquei a compreender melhor a elaboração de um poster científico com a ajuda da investigadora Clara!</p><p> Na verdade, nesta sessão elaborei um poster científico novo, já que o poster que eu tinha elaborado anteriormente não me agradava e estava mal estruturado.</p><p> </p><p><strong>Que dificuldades senti?</strong></p><p><strong> </strong>Durante a sessão senti bastantes dificuldades em trabalhar com a plataforma Galaxy e em organizar os ficheiros na mesma da maneira que o investigador João nos pediu. </p><p>Felizmente, recebi ajuda da minha colega Helena (que faz parte do meu grupo) que me explicou o modo como deveria organizar os ficheiros! Depois da sua ajuda consegui fazer o que nos foi pedido pelo investigador João e fiquei a compreender melhor o modo de uso da plataforma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3ª sessão </title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340294</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 22/03 tivemos a 3ªsessão do projeto rastreando agentes infecciosos a partir de dados de sequenciação.</p><p>A sessão foi dividida em duas partes, em que uma foi com a investigadora Clara e a outra com o investigador João.</p><p>  No início da sessão, a investigadora Clara deu-nos dicas para a elaboração do poster científico e ajudou-nos individualmente na estrutura do mesmo.</p><p>  Já com o investigador João, aprendemos a utilizar a ferramenta Bowtie na plataforma Galaxy e organizamos os ficheiros que nos foram atribuídos (que contêm a sequenciação com a informação genética de cada indivíduo) na mesma plataforma.</p><p>   É com estas sequências destes indivíduos que iremos trabalhar durante o decorrer do projeto, de modo a descobrir se estes possuem agentes infecciosos.</p><p>   </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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         <title>5ª sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340295</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://prezi.com/view/KgZiXkDUoy794QTES5qR/">https://prezi.com/view/KgZiXkDUoy794QTES5qR/</a>  &lt;- link da apresentação elaborada por mim sobre a 5ª sessão que decorreu a 17/04.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2287270631/17a244c3a967670ed2775d3edc32b522/Captura_de_ecr__2024_04_24_194449.png" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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         <title>Galaxy</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340296</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é o Galaxy?</strong></p><p><br></p><p>O galaxy é uma plataforma para trabalho científico que permite a integração e análise de uma grande quantidade de dados. Além disso, a plataforma visa tornar a biologia computacional acessível a investigadores que não têm experiência em programação de computadores ou administração de sistemas. O Galaxy torna a ciência reproduzível, isto é, facilita o compartilhamento de dados e resultados, facilitando aos investigadores a reutilização de trabalhos de outros a partir das suas publicações e torna desnecessária a instalação de outras ferramentas de software por parte dos usuários.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como fazer um poster cintífico?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340297</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://view.genial.ly/660725264dc08d0014f27770/presentation-poster-cientifico">https://view.genial.ly/660725264dc08d0014f27770/presentation-poster-cientifico</a> &lt;- Link da apresentação feita por mim sobre como elaborar um poster científico de acordo com as guidelines que me foram propostas pelos investigadores João e Clara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>proposta de poster científico</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340299</link>
         <description><![CDATA[<p>A estrutura do poster cientifíco que elaborei para o desenvolvimento do projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340299</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340300</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Esta publicação terá como objetivo conter o significado de algumas palavras ou expressões que utilizei durante o Diário de aprendizagem. </strong>(estará organizado por ordem alfabética)</p><p><br></p><p><strong>Apoptose</strong>- morte programada de células danificadas ou com algum tipo de erro.</p><p><br></p><p><strong>Artrite- </strong>doença que afeta as articulações diminuindo a amplitude de movimentos nas articulações afetadas</p><p><br></p><p><strong>Artrópode</strong>- são animais <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.biologianet.com/zoologia/invertebrados.htm">invertebrados</a> e de grande distribuição no planeta. São exemplos de artrópodes os insetos, crustáceos e aracnídeos.</p><p><br></p><p><strong>Atrofia muscular</strong>- é uma doença neuromuscular que atinge os neurônios motores, trazendo perda de volume de massa muscular e enfraquecimento dos músculos.</p><p><br></p><p><strong>Cefaleias</strong>- termo médico para designar dores de cabeça.</p><p><br></p><p><strong>Citoesqueleto</strong>- uma estrutura celular presente em células eucarióticas, responsável por garantir a forma e a movimentação celular.</p><p><br></p><p><strong>Cromossomas</strong>- molécula de DNA condensada, que carrega a informação genética.</p><p><br></p><p><strong>Flagelo</strong>- longo filamento delgado que se estende externamente à parede celular e que auxilia na movimentação da célula.</p><p><br></p><p><strong>Flebótomo-</strong> insecto relativamente parecido com um mosquito, mas mais pequeno.</p><p><br></p><p><strong>Gene</strong>- unidade de informação genética que ocupa um determinado locus de um cromossoma.</p><p><br></p><p><strong>Hemácias</strong>- também chamadas de glóbulos vermelhos, são células que estão presentes no sangue e são as responsáveis pelo transporte do oxigénio.</p><p><br></p><p><strong>Insuficiência renal</strong>- acontece quando os rins perdem a sua capacidade para filtrar o sangue e eliminar substâncias que podem ser tóxicas para o organismo.</p><p><br></p><p><strong>Membrana Citoplasmática</strong>-<strong> </strong>estrutura que delimita a célula,<strong> </strong>separando o meio intracelular do meio externo.</p><p><br></p><p><strong>Mialgias</strong>- termo médico para dor muscular.</p><p><br></p><p><strong>Organismos autotróficos</strong>- organismos capazes de sintetizar todas as substâncias necessárias para o seu metabolismo.</p><p><br></p><p><strong>Organismos heterotróficos</strong>- organismos incapazes de produzir as substâncias necessárias ao seu metabolismo, necessitando assim de obter matéria no exterior.</p><p><br></p><p><strong>Parasitismo</strong>- relação ecológica que ocorre entre espécies diferentes e causa prejuízo para um dos envolvidos.</p><p><br></p><p><strong>Patogenecidade</strong>- capacidade de um patógeno provocar alterações nos organismos hospedeiros infectados.</p><p><br></p><p><strong>Peptidoglicano</strong>- polissacarídeo ligado a péptidos presente na parede celular de procariontes.</p><p><br></p><p><strong>Períneo -</strong> também designado por pavimento pélvico, é o conjunto de músculos que se encontram na base da pélvis e que sustentam os órgãos pélvicos (bexiga, uretra, útero, vagina, reto, intestino e ânus).</p><p><br></p><p><strong>Período de incubação</strong>- tempo decorrido entre a exposição ao agente infecioso e o aparecimento de sintomas.</p><p><br></p><p><strong>Plasmídeos</strong>- pequena molécula circular de DNA, com capacidade de replicação autónoma do cromossoma bacteriano.</p><p><br></p><p><strong>Pressão Osmótica</strong>- é a pressão que se faz sobre a solução mais concentrada para impedir a passagem de solvente (no caso, a água) pela membrana citoplasmática, de uma solução mais diluída (interior da célula) para a mais concentrada.</p><p><br></p><p><strong>Pseudópodes</strong>- Projeção temporária da parede celular que permite, por exemplo, a captação de alimentos e a locomoção.</p><p><br></p><p><strong>Ribossoma</strong>- organelo responsável pela síntese de proteínas.</p><p><br></p><p><strong>Síntese Proteica</strong>- Processo no qual são sintetizadas (formadas) as proteínas.</p><p><br></p><p><strong>Úlceras cutâneas</strong>- lesões na pele.</p><p><br></p><p><strong>Vacúolos pulsáteis</strong>- estruturas que controlam a saída e entrada de água.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatite E</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340301</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é a Hepatite E?</strong></p><p><br></p><p>A Hepatite E é uma inflamação do fígado causada pelo vírus HEV.</p><p><br></p><p><strong>Como é transmitida?</strong></p><p><br></p><p>A Hepatite E pode ser transmitido via fecal-oral, isto é, dissemina-se quando algo contaminado com fezes ou urina de um indivíduo afetado é ingerido, por exemplo, água contaminada.</p><p>Após sua ingestão, o vírus é absorvido pelo trato gastrintestinal e entra na circulação sanguínea, atingindo o fígado, onde se multiplica, causando hepatite aguda.</p><p>Além disso, também pode ser transmitido pela ingestão de carne mal cozida contaminada, transfusão sanguínea com sangue contaminado com o vírus, ou ainda ser transmitido da mãe para o bebê durante a gestação.</p><p><br></p><p><strong>Sintomas:</strong></p><p><br></p><p>Os sintomas surgem normalmente entre 15 e 40 dias após o contato com o vírus. Em mulheres grávidas ou pessoas com o sistema imunitário fraco, os sintomas podem ser mais graves e causar complicações.</p><p>Os principais sintomas de hepatite E são:</p><ul><li><p>Febre;</p></li><li><p>Cansaço excessivo;</p></li><li><p>Perda do apetite;</p></li><li><p>Dor abdominal ou nas articulações;</p></li><li><p>Náuseas, vômitos ou diarreia;</p></li><li><p>Comichão pelo corpo;</p></li><li><p>Pele e olhos amarelados;</p></li><li><p>Urina escura e fezes claras;</p></li><li><p>Mal estar geral.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p><br></p><p>O tratamento da hepatite E geralmente envolve repouso, boa alimentação e hidratação, uma vez que é uma doença autolimitada, ou seja, é combatida pelo próprio sistema imunitário, ocorrendo a cura cerca de 6 semanas após a infecção inicial.</p><p>No entanto, pessoas com o sistema imunitário fraco e que desenvolvem hepatite crônica ou tenham coinfecção com o vírus da hepatite C ou A, pode ser indicado pelo médico o uso de medicamentos.</p><p><br></p><p><strong>Prevenção:</strong></p><p><br></p><p>Atualmente, apesar de existir uma vacina, disponível na China onde esta doença é mais comum, não está disponível em Portugal. Contudo, há algumas medidas que previnem a infeção:</p><ul><li><p>Um bom saneamento e higiene pessoal podem ajudar a prevenir a hepatite E.</p></li><li><p>Pessoas que viajam para países em que o saneamento não é o ideal podem diminuir o risco de infecção ao evitar beber água não tratada. Ferver e tratar a água com cloro inativa o vírus da hepatite E. </p></li><li><p>Cozinhar bem os alimentos também é uma medida importante para evitar esta doença.</p></li><li><p> Não devem ser consumidas bebidas alcoólicas, já que isso poderia danificar o fígado ainda mais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fibroma (informação relativa aos coelhos)</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340302</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é um Fibroma?</strong></p><p><br></p><p>É uma doença da pele em coelhos não muito difundida, causada por um vírus similar ao do mixomatose ( Rabbit fibroma virus) , mas muito menos nocivo. </p><p><br></p><p><strong>Transmissão:</strong></p><p><br></p><p>Acredita-se que a transmissão ocorra através da picada de artrópodes que possuem o vírus.</p><p><br></p><p><strong>Sintomas e desenvolvimento:</strong></p><p><br></p><p>Nos coelhos afetados aparecem nódulos sob a pele nas patas, o focinho ou ao redor dos olhos que não costumam estender-se. Nos recém-nascidos a infeção pode provocar tumores nos órgãos. O vírus do fibroma atua diretamente nas células epidérmicas e do tecido conjuntivo causando a formação de um tumor localizado com crescimento lento.</p><p><br></p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p><br></p><p>Atualmente, não há um tratamento nem prevenção para o fibroma já que se trata de uma doença autolimitada. Os fibromas podem permanecer durante 10-14 meses, regredindo após o desenvolvimento de anticorpos no coelho. Acredita-se que os animais estejam imunes á reinfeção após a regressão de um fibroma.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Webgrafia</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340303</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cvm.missouri.edu/diseases-of-research-animals-dora/rabbits/rabbit-shope-fibroma-virus/">https://cvm.missouri.edu/diseases-of-research-animals-dora/rabbits/rabbit-shope-fibroma-virus/</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10849859/">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10849859/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.michigan.gov/dnr/managing-resources/wildlife/wildlife-disease/wdm/rabbit-fibromatosis">https://www.michigan.gov/dnr/managing-resources/wildlife/wildlife-disease/wdm/rabbit-fibromatosis</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tiendanimal.pt/blog/doencas-da-pele-em-coelhos/">https://www.tiendanimal.pt/blog/doencas-da-pele-em-coelhos/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/doen%C3%A7as-hep%C3%A1ticas-e-da-ves%C3%ADcula-biliar/hepatite/hepatite-e">https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/doen%C3%A7as-hep%C3%A1ticas-e-da-ves%C3%ADcula-biliar/hepatite/hepatite-e</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/hepatite-e/">https://www.tuasaude.com/hepatite-e/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cuf.pt/saude-a-z/hepatite">https://www.cuf.pt/saude-a-z/hepatite</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.hospitaldaluz.pt/pt/dicionario-de-saude/hepatite-viral">https://www.hospitaldaluz.pt/pt/dicionario-de-saude/hepatite-viral</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1º momento de autoavaliação</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340304</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de 5 sessões do projeto Rastreando agentes infeciosos a partir de dados de sequenciação, deixo aqui a minha autoavaliação sobre o desenvolvimento do meu padlet ao longo do tempo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2287270631/0a67cb71247067f0f91c55687407eb52/AAVALDesenvProjeto_PADLET_2024__1_.docx" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Francisca</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340305</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, sou a Francisca, mais conhecida como Kika (ou Barja, como me chama a professora Natália) e sou do 12ºA.</p><p>Tenho 18 anos e quero ser veterinária!</p><p>Desde pequena que tenho uma paixão enorme pela Natureza e pelos animais, sobretudo pelos cães, daí a ter escolhido Ciências e Tecnologias com Biologia. Descobri que quero ser veterinária por causa da minha cadela chamada Flor. A Flor tornou-se um membro na família quando eu tinha apenas 6 anos, crescemos praticamente juntas, e a partir daí nunca mais nos largamos. Eu ia para um lado, ela ia comigo e é assim até hoje. Ela mostrou-me qual era a minha profissão de sonho quando descobrimos que ela era diabética e iria precisar de tomar insulina todos os dias, e foi aí que percebi que adorava ser eu a tomar conta dela e era isso que eu queria fazer para o resto da minha vida, dedicar-me aos animais! </p><p>Considero-me uma pessoa bastante alegre, apesar de ser um pouco envergonhada, com o tempo vou me abrindo. Além disso, considero-me bastante trabalhadora, estudiosa e acima de tudo atenta ao que me rodeia ( ouço tudo até quando não parece eu juro).</p><p>Relativamente ao trabalho estou com bastantes expectativas, não só por ser um tema que me interessa muito mas principalmente por saber que vou trabalhar com uma senhora que é veterinária :). </p><p>As minhas publicações irão estar a <strong>azul</strong>!</p><p><br></p><p><br></p><p> </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedido</title>
         <author>ccv1</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340306</link>
         <description><![CDATA[<p>Devem abrir espaço para comentários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é a Leishmaniose?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340307</link>
         <description><![CDATA[<p>A leishmaniose canina é uma doença parasitária grave do cão, causada por um protozoário (parasita microscópio), denominado Leishmania, que é transmitido por um flebótomo (insecto relativamente parecido com um mosquito, mas mais pequeno).</p><p>Em Portugal, a média da incidência de leishmaniose em cães é de cerca de 6% (6 em cada 100 cães estão infetados), chegando alguns distritos a atingir os 17%.</p><p>A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, é transmissível ao ser humano. Em Portugal, a transmissão ao Homem é rara e considerada acidental.</p><p>(Os gatos também podem desenvolver leishmaniose). Algumas raças, como é o caso do Pastor Alemão, do Boxer, do Doberman e Cocker Spaniel têm maior risco de desenvolver a doença. Quando se fala de leishmaniose canina, prevenir é definitivamente o melhor remédio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais os sintomas?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340309</link>
         <description><![CDATA[<p>Os sintomas da Leishmaniose Canina nem sempre são evidentes. Os principais sinais de alerta são: febre, queda do pêlo (em especial à volta dos olhos), perda de peso, atrofia muscular, feridas na pele </p><p>(formação de úlceras no bordo auricular e/ou entre os dedos), problemas nas unhas e, eventualmente, inflamação dos gânglios, do fígado ou do baço e perda de sangue pela via nasal.<br>Na verdade, os órgãos internos podem ser afetados, ocorrendo, por vezes, anemia, artrite, insuficiência renal grave( entre outros) , o que pode causar a morte do animal.</p><p>É importante ter a consciência de que, mesmo quando o animal sobrevive á doença, acaba por se tornar um doente crónico e que irá precisar de acompanhamento veterinário durante o resto da sua vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340309</guid>
      </item>
      <item>
         <title>como prevenir?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340310</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro passo para prevenir a leishmaniose deverá ser investir num diagnóstico precoce! Antes de vacinar o cão, é recomendado levá-lo ao veterinário para o submeter a testes e assegurar que este se encontra saudável: </p><p>Além disso é necessário ter algumas precauções como por exemplo:</p><ul><li><p>reduzir o habitat de flebótomos (mosquitos);</p></li><li><p>minimizar o contacto físico, mantendo os cães recolhidos ao entardecer e ao amanhecer (períodos em que os flebótomos estão mais ativos);</p></li><li><p>utilizar inseticidas (por exemplo: sprays, spot-on, coleiras repelentes, etc) e reduzir a intensidade luminosa em casa (os flebótomos voam em direção da luz)</p></li></ul><p>(Deve-se também evitar deixar portas e janelas abertas ou, em alternativa, utilizar mosquiteiras).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual é o nosso foco?</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340311</link>
         <description><![CDATA[<p>O nosso projeto tem como objetivo deixar claro se as proteções usadas pelos humanos na tentativa de combate aos UVs realmente tem alguma resistência ao efeito deletério da Radiação.</p><p><br></p><p>Para tal, iremos produzir meios de cultura em placas de Petri e inoculá-los com bactérias. De seguida, iremos fazer alguns testes com raios UV e alguns objetos protetores tais como lentes de óculos de sol e tecidos anti UV. A meta, é observar os resultados e entender se estes itens protegem ou não as bactérias da radiação. </p><p><br></p><br>Figura 2 - Mural de palmeiras, uma das proteções usada pelos humanos contra os raios solares (Fonte; https://www.goodvinil.pt/papel-de-parede/foto-mural-]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>elaboração do poster</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340312</link>
         <description><![CDATA[<p>Como referido anteriormente, na última sessão os investigadores informaram-nos de que agora teremos um agente infecioso em específico a ser explorado em cada grupo, que no meu caso são os vírus.</p><p>Deste modo, eu e o meu grupo estamos a desenvolver o póster científico dando ênfase aos vírus, sobretudo ao vírus da mixomatose, ao da Hepatite E e ao vírus do Fibroma. </p><p>De momento, estão a ser elaborados os resultados (ainda inacabados) com recurso a mapas (sobre os países que foram alvos de estudos e as respetivas espécies capturadas) e a tabelas produzidas no Excel, como é vísivel na figura que postei acima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340312</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Que doenças virais foram mais detetadas nas lebres em estudo?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340314</link>
         <description><![CDATA[<p>Relativamente aos resultados do projeto, é de notar que há três doenças virais que se destacaram:</p><ul><li><p><strong>A Mixomatose; </strong></p></li><li><p><strong>A Hepatite E</strong> causada pelo vírus <em>Lepus torque teno</em> vírus 2;</p></li><li><p><strong>O Fibroma</strong>;</p></li></ul><p>Como já falei sobre a mixomatose anteriormente, nas próximas publicações irei explorar um pouco sobre a Hepatite E e o Fibroma!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340314</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340315</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340315</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apresentação</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340316</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação feita por mim sobre a espécie que me foi atribuída.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://view.genial.ly/65fd7e0db364960015d9f8c2/presentation-lepus-europaeus" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340316</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lepus europaeus</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340317</link>
         <description><![CDATA[<p>Passado pouco tempo depois da 1ªsessão, foi nos atribuído (por email) a espécie com que cada um irá ficar para o projeto, tendo eu ficado com a lebre da espécie <em>Lepus Europaeus.</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340317</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Doenças que afetam as lebres</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340318</link>
         <description><![CDATA[<p>Há várias doenças que afetam as lebres e que podem até ser zoonoses (doenças provenientes de animais que afetam os humanos).</p><p>De entre estas doenças temos por exemplo: </p><ul><li><p>Tularémia;</p></li><li><p>Mixomatose.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340318</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tularémia</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340319</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é a Tularémia?</strong></p><p>A Tularémia é uma infecção causada pela bactéria <em>Francisella tularensis</em>.Esta doença tem vários tipos, sendo a Tularemia ulceroglandular a mais comum.</p><p><br></p><p><strong>Como é transmitida?</strong></p><p>É possivel adquirir Tularémia a fazer o seguinte:</p><ul><li><p>Manusear restos de animais infetados ou entrar em contacto com fezes e urina dos mesmos ( por ex. quando caçadores tiram a pele de coelhos/lebres ou quando talhantes, agricultores e técnicos de laboratório lidam com animais que possuíam a doença)</p></li><li><p>Ser mordido por uma carraça, moscardo, pulga ou outro inseto infetado, geralmente durante o verão.</p></li><li><p>Comer alimentos contaminados (como carne de coelho/lebre mal cozida)</p></li><li><p>Inalar partículas transportadas pelo ar que contenham a bactéria.</p></li></ul><p>A tularémia não é transmitida de pessoa para pessoa!</p><p><br></p><p><strong>Prognóstico</strong></p><p><br></p><p>Com tratamento adequado, quase toda pessoa se recupera. Sem tratamento, a taxa de mortalidade varia de 6% em pessoas com tularemia ulceroglandular chegando a 33% em pessoas com outros tipos de tularémia como a tipo tifoide, pneumônica ou septicêmica. A morte é geralmente o resultado de uma infecção grave como pneumonia, meningite, etc.</p><p>(As pessoas que sofrem de tularemia estão imunes à reinfecção).</p><p><br></p><p><strong>Sintomas</strong></p><p><br></p><p>O período de incubação é habitualmente de três a cinco dias (mas pode variar entre um e 21 dias). O início da doença é usualmente brusco, com febre (38-40ºC), cefaleias, arrepios de frio, rigidez da nuca, mialgias (predominantemente lombares) e sindrome tipo gripal.</p><p> A fase subsequente é caracterizada por suores, febre e arrepios de frio e perda de peso. </p><p>Na forma ulceroglandular, após a picada de um artrópode infectado a manifestação da doença consiste numa pápula cutânea no local de inoculação (picada), em simultâneo com sensação geral de mal-estar, enjoos,  tornando-se esta purulenta e ulcerada poucos dias após o seu aparecimento. A úlcera é mole e geralmente tem um carácter indolor. Tipicamente, um ou mais nódulos linfáticos aferentes podem tornar-se maiores e moles poucos dias após o aparecimento da pápula.</p><p><br></p><p><strong>Tratamento</strong> </p><p>A tularémia é essencialmente tratada com antibióticos, sendo a estreptomicina o antibiótico de eleição no tratamento de todas as formas de tularémia.</p><p><br></p><p><strong>Prevenção</strong></p><p><br></p><p>De modo a ivitar esta doença, devem ser tomados alguns cuidados como por exemplo:</p><ul><li><p>Não beber, tomar banho e nadar água não tratada que possa estar contaminada (pois a doença também se propaga pela água).</p></li><li><p>Procurar imediatamente carraças, já que  a transmissão da infecção geralmente requer que as carraças estejam agarrados por pelo menos 4 horas. Se encontrados, os carrapatos devem ser removidos imediatamente</p></li><li><p>Ao manusear animais potencialmente infetados como coelhos, lebre e roedores, as pessoas devem usar roupas protetoras (como luvas de borracha e máscaras faciais) porque pode haver bactérias presentes.</p></li><li><p>Cozinhar devidamente a carne destes animais antes de ser consumida.</p></li><li><p><br></p></li></ul><p>(Atualmente, não há nenhuma vacina disponível, mas uma está sendo avaliada).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340319</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Noticia sobre a tularémia</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340320</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a minha pesquisa sobre a tularémia, encontrei uma noticia que achei interessante sobre a presença da doença em Portugal e que preocupou o país no ano de 2005.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2005/08/16/sociedade/noticia/cacadores-alertam-para-presenca-de-doenca-transmissivel-aos-humanos-em-coelhos-e-lebres-1230636" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340320</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mixomatose</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340321</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é a Mixomatose?</strong></p><p>A mixomatose é uma das doenças mais graves que ataca os coelhos, quer os domésticos quer os silvestres, ocasionando grande mortalidade e propagando-se rapidamente.</p><p>Foi descoberta pela primeira vez na América do Sul, tendo chegado ao Reino Unido e disseminando-se rapidamente a partir daí pelo resto da Europa<br>É uma doença provocada pelo vírus <em>Myxoma</em> que afeta os coelhos/lebres e é veiculada por pulgas e por mosquitos que, através da picada, inoculam o agente no corpo do animal.</p><p>(Não é transmitida aos humanos).</p><p><br></p><p><strong>Como é transmitida?</strong></p><p><br></p><p>A transmissão ocorre essencialmente através de picada de mosquitos e pulgas que veiculam a doença dos coelhos silvestres para os coelhos domésticos. Mais raramente, pode transmitir-se por contato direto com animais infetados, provavelmente por via respiratória e por secreções oculares. Pode também transmitir-se através de gaiolas infetadas e operadores que podem passar o vírus de um animal para outro.</p><p><br></p><p><strong>Sintomas</strong></p><p><br></p><p>A mixomatose pode provocar quebra dos sistema imunitário o que favorece o aparecimento de infeções bacterianas, contribuindo para a morte dos animais. A doença manifesta-se por febre, que pode atingir 42ºC, apatia, anorexia, hemorragia cutânea, convulsões, inflamação mucopurulenta das pálpebras, secreções ocular e nasal com aspeto leitoso, nódulos subcutâneos na face, orelhas, pálpebras e períneo, edema da face e dos órgãos genitais, aumento do tamanho do baço e dos gânglios linfáticos. A morte ocorre normalmente cerca de 14 dias após o início dos sintomas. Nos casos hiperagudos, os animais podem morrer em 48 horas</p><p><br></p><p><strong>Tratamento</strong></p><p><br></p><p>Atualmente, ainda não existe um tratamento eficaz contra a mixomatose. Ocasionalmente, alguns coelhos menos afetados poderão recuperar.</p><p><br></p><p><strong>Prevenção</strong></p><p><br></p><p>Devem ser tomadas algumas medidas de modo a evitar a propagação desta doença, tais como:</p><ul><li><p>Desinfeção das instalações;</p></li><li><p>Colocação de redes mosquiteiras nas jaulas onde são colocados os animais de modo a evitar os insetos infetados;</p></li><li><p>Utilização de desinsetizantes eficazes contra mosquitos e pulgas;</p></li><li><p>Eliminação adequada dos cadáveres de animais afetados.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2287270631/dee4419718e91c199a9f1e0859bc375b/Myxoma_virus__transmission_electron_microscope_.jpg" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340321</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Noticia sobre a Mixomatose</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340322</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a minha pesquisa sobre a Mixomatose, encontrei uma noticia que achei interessante sobre a descoberta da presença da Mixomatose nas lebres em 2019, por parte de uma equipa do CIBIO (que até então se considerava restrita aos coelhos).</p><p>Esta noticia chamou-me á atenção já que apenas em 2019 foi descoberta a presença desta doença nas lebres. Além disso, trata-se de uma nova linhagem do vírus da doença que já tinha provocado um grande número de mortes nas populações de coelho-bravo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.up.pt/2019/06/12/equipa-do-cibio-inbio-identifica-virus-que-esta-a-matar-as-lebres-ibericas/" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340322</guid>
      </item>
      <item>
         <title>webgrafia </title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340324</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2005/08/16/sociedade/noticia/cacadores-alertam-para-presenca-de-doenca-transmissivel-aos-humanos-em-coelhos-e-lebres-1230636">https://www.publico.pt/2005/08/16/sociedade/noticia/cacadores-alertam-para-presenca-de-doenca-transmissivel-aos-humanos-em-coelhos-e-lebres-1230636</a></p><p>chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2023/07/Mixomatose.pdf">https://www.dgav.pt/wp-content/uploads/2023/07/Mixomatose.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rtp.pt/noticias/pais/coelhos-e-lebres-com-doenca-que-ataca-humanos-alerta-federacao-cacadores_n15163">https://www.rtp.pt/noticias/pais/coelhos-e-lebres-com-doenca-que-ataca-humanos-alerta-federacao-cacadores_n15163</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dica.madeira.gov.pt/index.php/2016-02-24-11-28-27/saude-animal/228-a-mixomatose">https://dica.madeira.gov.pt/index.php/2016-02-24-11-28-27/saude-animal/228-a-mixomatose</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.up.pt/2019/06/12/equipa-do-cibio-inbio-identifica-virus-que-esta-a-matar-as-lebres-ibericas/">https://noticias.up.pt/2019/06/12/equipa-do-cibio-inbio-identifica-virus-que-esta-a-matar-as-lebres-ibericas/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/tularemia">https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/tularemia</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340324</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4ª sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340328</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 12/04 tivemos a 4ª sessão do projeto rastreando agentes infecciosos a partir de dados de sequenciação.</p><p>Esta dividiu-se em 3 momentos, nos quais a primeira e última foi com o investigador João, e a do meio com a investigadora Clara.</p><p>Na primeira parte, o investigador João apresentou-nos algumas mudanças que foram feitas na plataforma Galaxy e a maneira de como íamos trabalhar daqui para a frente. De seguida, os dois <em>casestudys</em> foram separados em salas diferentes, onde a investigadora Clara, tal como na sessão anterior, nos deu algumas dicas para a elaboração póster científico assim como alguns exemplos.</p><p>Por fim, o investigador João  pediu que "corressemos" todos os indivíduos que nos foram atibuídos com a ferramenta Bowtie2 da mesma maneira que na sessão anterior, para que na sessão seguinte já tivéssemos resultados (pois esta ferramenta requer algum tempo para processar os dados completamente).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que aprendi e que dificuldades senti nesta sessão?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340329</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que aprendi?</strong></p><p><br></p><p>Durante esta sessão fiquei a compreender melhor a forma que os investigadores pretendem que se elabore o poster científico, mas sobretudo compreendi melhor o objetivo final do projeto.</p><p><br></p><p><strong>Que dificuldades senti?</strong></p><p><br></p><p>Nesta sessão em particular não senti grandes dificuldades, já que a ferramenta que utilizámos no Galaxy já nos tinha sido apresentada e explicada na sessão anterior. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340329</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1ª sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340330</link>
         <description><![CDATA[<p>A 21/02 foram-nos apresentadas informações mais detalhadas sobre o projeto que vamos desenvolver, nomeadamente como se vai proceder a pesquisa e o modo como vai ser usada. Assim, o projeto, que no total irá ter 10 sessões, foi divido em 3 fases: </p><p>1ª fase: Extração de informação de dados de WGS</p><p>2ª fase: Análise de dados obtidos</p><p>3ª fase: Divulgação de resultados alcançados</p><p>Além disso, ficamos a saber que o projeto sobre os animais, que inicialmente era mais focado na doença da Leishmaniose, vai abranger um grande número de doenças em animais selvagens e não apenas a Leishmaniose, passando a chamar-se Rastreando agentes infecciosos a partir de dados de sequenciação. Neste caso, iremos trabalhar mais precisamente com diferentes espécies de lebres.</p><p>Por fim, ainda nesta sessão, criamos os grupos com que vamos trabalhar, tendo eu ficado com a Inês Silva e a Helena Ferreira. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª Sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340331</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 01/03/2024 tivemos a 2ªsessão com os investigadores Clara e João.</p><p><br></p><p>Primeiramente foi-nos apresentado um tutorial sobre o funcionamento da plataforma Galaxy (plataforma que iremos utilizar para análise de dados no decorrer do projeto).</p><p>Além dissso, durante esta sessão o investigador João apresentou-nos várias técnicas que vão ser utilizadas em ambos os <em>case studys</em>. No caso do <em>case study </em>rastreando agentes infecciosos a partir de dados de sequenciação iremos utilizar o método Bowtie que consiste na leitura rápida de pequenas sequências de DNA.</p><p>O <em>case study</em> tem como propósito criar uma base de dados de sequências de DNA de indivíduos ( que no caso são em lebres em estudo) e tentar perceber se estes possuem doenças através de um genoma referencial.</p><p>No final da sessão, o investigador João apresentou-nos alguns modelos de posters científicos, assim como algumas regras que deverão ser cumpridas durante a execução do mesmo, visto que ao longo do projeto teremos que criar um poster científico individualmente.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340331</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que são os Raios UV?</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340332</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Raios UV sejam eles solares ou não, transmitem uma radiação chamada Radiação Ultravioleta.</p><p>A Radiação Ultravioleta é um tipo de radiação eletromagnética ionizante, ou seja, possui energia suficiente para ionizar átomos e moléculas removendo eletrões deles. Deste modo, pode causar danos ao material biológico como o DNA, e pode levar a mutações genéticas, cancro e outros tipos de problemas de saúde. O seu nome "ultravioleta" vem do facto da cor violeta ser a de maior frequência no espectro visível da luz.</p><p><br></p><p>Quanto à radiação UV solar, podemos considerar que existem 3 tipos de raios. Os UVA que têm comprimento de onda mais longo, penetrando mais facilmente a pele e estando estes raios presentes na maioria das lâmpadas dos solários. Os UVB que têm comprimento de onda intermédio, e entrando mais dificilmente na pele, são os principais causadores das queimaduras solares. E os UVC com comprimento de onda ainda mais curto e altamente energéticos.</p><p><br></p><p>A camada de ozono consegue absorver completamente a radiação UVC, parcialmente a radiação UVB e praticamente nada da radiação UVA.</p><p>Aplicações de Radiação Ultravioleta são visíveis por exemplo em: lâmpadas fluorescentes, clínicas de bronzeamento artificial, produção de vitamina D ou até na eliminação de dados em chips de memória de computador.</p><p><br></p><p>Para reduzir os efeitos desta Radiação, o ser humano tem como hábitos: usar protetores solares, usar óculos de sol e chapéus e permanecer na sombra seja de árvores ou de outras</p><p>estruturas.</p><p><br></p><p>(Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/fisica/radiacao-ultravioleta-uv.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/fisica/radiacao-ultravioleta-uv.htm</a> / <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecimentocientifico.r7.com/radiacao-ultravioleta/">https://conhecimentocientifico.r7.com/radiacao-ultravioleta/</a> , consultado a 10/03/24)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340332</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tiago</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340333</link>
         <description><![CDATA[<p>Hey, eu sou o Tiago (chamado muitas vezes por Vieira) e tenho 17 anos. </p><p>Sou um rapaz que normalmente tem muita dificuldade em falar sobre si mas vou dar o meu melhor! </p><p>Entrei para o curso de Ciências e Tecnologias pois não tinha grande ideia do que queria fazer da vida, e já que sempre me disseram que este seria o curso "com mais saídas", foi o curso que eu escolhi. Na verdade, desde sempre que gosto de Ciências Naturais (do 5º ao 9º ano) ou até de estudo do meio, e como tal, seguir este ramo da Ciência pareceu-me interessante. Escolhi a Biologia neste 12º ano pois é a área que mais me identifico e mais me sujeita curiosidade. Ainda não tenho grande ideia do que fazer depois deste ano, mas estou a tentar decidir e acho que amava fazer algo relacionado com animais, já que apesar de nunca ter tido um na minha vida, sempre os achei fofos e gostaria de ter uma maior ligação com eles. </p><p><br></p><p>Considero-me uma pessoa com um pouco de medo de se expor às situações, mas uma vez que as encaro, fico mais relaxado. Sou bastante ansioso e por isso tendo a estar sempre nervoso para a maior parte dos momentos, mas tenho tentado o meu melhor para conseguir ultrapassar este problema. Além disso, sou um pouco fechado com os outros mas quando sinto o "à vontade" com o próximo, sou o mais brincalhão possível. Sou uma pessoa muito "open-minded". </p><p><br></p><p>Gostaria de acrescentar que a minha vida não seria a mesma sem a música nem sem as minhas guitarras. </p><p><br></p><p>Quanto ao trabalho, estou bastante curioso para as experiências que irei enfrentar e espero conseguir aprender algo interessante. Vou dar o meu melhor!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O porquê desta escolha...</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340335</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, a professora apresentou ao nosso grupo várias hipóteses de trabalho e, definitivamente, esta foi a que se destacou. </p><p><br></p><p>A meu ver, é um projeto interessante já que os Raios UV (especialmente os Raios UV solares) estão em contacto connosco durante grande parte da nossa vida. Ao concluirmos este projeto, irá ser útil o facto de obtermos resultados que nos vão dar a perceber se os hábitos do ser humano combatem o efeito deletério da radiação ou não.</p><p>Efeito deletério: prejudicial à saúde e que pode destruir algo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340335</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Propósito desta secção</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340337</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta secção tem como objetivo explicar do que se tratam alguns termos referidos nos diferentes textos presentes neste padlet.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2306815374/3d6e70e7ac2d67f1f5e6ed13d3f8d16e/Afrebras_Como_funciona_o_desenvolvimento_e_a_producao_de_conhecimento.jpg" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340337</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esterilização</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340338</link>
         <description><![CDATA[<p>A esterilização é um processo que tem como objetivo destruir todas as formas de vida microbianas que possam contaminar materiais e objetos. São eliminados durante a esterilização organismos como vírus, bactérias e fungos.</p><p><br></p><p>Os métodos de esterilização podem ser divididos em físicos (vapor, calor e radiação) e químicos usando por exemplo um ácido.</p><p><br></p><p>No caso do nosso projeto, usamos uma placa de aquecimento e uma panela de pressão para tal!</p><p><br></p><p>(Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://kasvi.com.br/esterilizacao-quais-os-tipos-e-sua-importancia-na-saude/">https://kasvi.com.br/esterilizacao-quais-os-tipos-e-sua-importancia-na-saude/</a> , consultado a 16/03/2024)</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2306815374/20b0e48e0e0b83f91558be5fa6414f58/IMG_20240316_WA0017.jpg" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LB Agar</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340340</link>
         <description><![CDATA[<p>LB Agar é um pó desidratado para a preparação de caldos ou placas de agar, para o crescimento de bactérias ou leveduras em aplicações de biologia molecular.</p><p><br></p><p>Vai ser usado por nós para produzir os nossos meios de cultura, que iremos consequentemente inocular com bactérias.</p><p><br></p><p>(Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.biopremier.com/pt-pt/produtos/lb-agar-lennox-ptpt336">https://www.biopremier.com/pt-pt/produtos/lb-agar-lennox-ptpt336</a> , consultado a 16/03/2024)<br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2306815374/432f3ec7bf80dd6135e98ea4333fd92d/LB_Agar.webp" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meio de cultura</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340341</link>
         <description><![CDATA[<p>Os meios de cultura desempenham um papel fundamental na microbiologia. São preparações químicas, produzidas em laboratórios, e que fornecem os nutrientes necessários ao crescimento e desenvolvimento de microrganismos (como bactérias e leveduras) fora do seu meio natural.</p><p><br></p><p>Os microrganismos, tais como outros organismos vivos, necessitam de obter os nutrientes necessários à sua sobrevivência. Dada a diversidade e multiplicidade das necessidades metabólicas, os diferentes meios de cultura preparados em laboratório devem poder satisfazer as exigências nutricionais dos vários microrganismos, auxiliando o estudo, análise e identificação dos mesmos.</p><p><br></p><p>(Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia">https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia</a> , consultado a 16/03/2024 )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fita Parafilm</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340342</link>
         <description><![CDATA[<p>O Parafilm é uma película flexível, semi-transparente, inodoro, incolor, com ação aderente, resistente à água e próprio para a vedação de frascos, vidraçarias, placas de Petri, tubos de ensaio, tubos de cultura, provetas, erlenmeyers, béquer, balões, etc. Tem como função substituir ceras, parafinas e plásticos. É um bom material isolador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340342</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quais eram os objetivos? / Quais materiais foram utilizados?</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340344</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 22/02/2024, deu-se a primeira sessão deste projeto, da qual fazem parte os alunos Afonso Monteiro, Maria Ribeiro, Tânia Azevedo e Tiago Vieira (eu), todos do 12º A, juntamente com a professora Maria Natália Ferreira.  <br></p><p><br></p><p>Já que foi a nossa primeira sessão e ainda não tínhamos grande ideia de como se exerciam os procedimentos necessários, reservamos este dia para uma sessão de treino! <br></p><p><br></p><p>Os métodos que iriamos treinar seriam: </p><ul><li><p>Esterilização de materiais com uma panela de pressão </p></li><li><p>Produção de um meio de cultura com LB Agar </p></li><li><p>Plaqueamento </p></li><li><p>Inoculação de Bactérias  </p></li></ul><p><br></p><p>Neste caso, iriamos criar apenas 4 Placas de Petri com meios de cultura e inoculá-las com <em>Lactobacillus</em> (bactérias presentes no iogurte).  </p><p>Para tal, precisamos primeiro de ter a noção dos materiais que iriamos utilizar. </p><p><br></p><p><strong>Material utilizado</strong> </p><ul><li><p>Álcool etílico </p></li><li><p>LB Agar </p></li><li><p>1 Vareta </p></li><li><p>4 Ansas de inoculação </p></li><li><p>4 Placas de Petri </p></li><li><p>1 Panela de pressão </p></li><li><p>1 Placa de aquecimento </p></li><li><p>1 Espátula </p></li><li><p>Algodão </p></li><li><p>Matraz 100ml </p></li><li><p>1 Balança </p></li><li><p>2 Lamparinas </p></li><li><p>Fósforos </p></li><li><p>1 Caneta de acetato </p></li><li><p>1 Pega de material </p></li><li><p>1 Luva de cozinha </p></li><li><p>Iogurte </p></li><li><p>Fita parafilm </p></li><li><p>1 Termómetro </p></li><li><p>Papel de alumímio </p></li><li><p>Microondas </p></li><li><p>Água destilada </p></li></ul><p><br></p><p>No recipiente do LB Agar estava presente a indicação de que deveriam ser utlizados 35mg de LB Agar para cada 1L de água destilada, produzindo 1L de meio de cultura.</p><p>Sendo assim, decidimos produzir apenas 100ml de meio de cultura, utilizando 3,5mg de LB Agar e 100ml de água destilada.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340344</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esterilização dos materiais</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340345</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns dos materiais necessitam de ser esterilizados antes de serem utilizados. Isto garante que nenhuma forma de vida indesejada entre em ação! </p><p><br></p><p><em>Mais informações sobre de que se trata uma esterilização na coluna "Mas o que é (...)?". </em></p><p><br></p><ul><li><p>Para isso, colocamos alguma água na panela de pressão e colocamos esta sobre a nossa placa de aquecimento, que ligamos logo de seguida. </p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Inserimos alguns utensílios na panela, tais como o matraz, espátula, vareta e a pega de material. </p></li></ul><p><br></p><p>Esperamos algum tempo, e logo estava pronto!</p><p><br></p><p>Existe o caso das placas de Petri que não precisaram de passar por este processo já que teriam sido esterilizadas anteriormente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340345</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Produção de um meio de cultura com LB Agar </title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340346</link>
         <description><![CDATA[<p>Como referi anteriormente, nesta primeira sessão de teste decidimos produzir apenas 100ml de meio de cultura, usando 3,5mg de LB Agar. </p><p><br></p><p><em>Mais informações sobre de que se trata o LB Agar e o meio de cultura na coluna "Mas o que é (...)?". </em><br> </p><ul><li><p>O primeiro passo foi inserir 100ml de água destilada no matraz. <br> </p></li><li><p>De seguida, com ajuda da espátula e da balança, medimos os 3,5mg de LB Agar que iriamos precisar para a formação do meio. Após a sua medição, juntamos os mesmos com a água destilada no matraz. </p></li></ul><p> </p><p>Sabíamos que o próximo passo era dissolver bem aquela mistura e torná-la o mais homogénea possível e quase transparente.  </p><p> </p><ul><li><p>Para isso, o primeiro movimento foi agitar o matraz o máximo possível, até não existirem restos de LB Agar visíveis.  <br></p></li><li><p>De seguida, utilizamos o micro-ondas presente no laboratório para completar a dissolução do produto e ao mesmo tempo ajudar na sua esterilização. Sendo assim, colocamos o matraz no micro-ondas, e olhando com muita atenção esperamos que uma espécie de espuma subisse para rapidamente desligarmos o micro-ondas e retirarmos o matraz com ajuda da luva de cozinha. Após retirá-lo de dentro do micro-ondas, agitámo-lo o máximo possível e usamos a vareta para retirar qualquer depósito de LB Agar do fundo.  <br> <br>Repetimos este último procedimento várias vezes para que a mistura pudesse ficar como o desejado. <br> </p></li><li><p>De seguida, já com a mistura homogénea e bem dissolvida, usamos um termómetro para medir a sua temperatura e então aguardar que esta atingisse uma temperatura entre os 50º e 55º. </p></li></ul><p> </p><ul><li><p>Enquanto esperávamos, acendemos uma lamparina numa mesa para que o ambiente em volta pudesse ficar esterilizado.  <br> </p></li><li><p>Quando a mistura atingiu a temperatura alvo, distribuímo-la pelas 4 placas de Petri, agitámo-las ligeiramente para espalhar bem o meio pelas placas e fechamos estas rapidamente. <br> </p></li><li><p>Esperamos um pouquinho, e assim que o meio estava sólido, viramos as placas ao contrário. </p></li></ul><p> </p><p>Assim, temos o nosso meio de cultura pronto! <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340346</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Plaqueamento </title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340347</link>
         <description><![CDATA[<p>Agora já com o nosso meio de cultura pronto a ser utilizado, o próximo passo seria transferir as bactérias para o mesmo.</p><p><br></p><ul><li><p>Para isso, existem algumas técnicas de plaqueamento. Entre elas, está o método quadrante. </p></li></ul><p><br></p><p><em>Em anexo abaixo, é possível encontrar um power point sobre como fazer este processo. </em></p><p><br></p><ul><li><p>Para tal, usamos uma ansa de inoculação esterilizada anteriormente, de modo a conseguir captar as bactérias do iogurte e espalhá-las na placa. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340347</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Método Quadrante</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340348</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste Power Point está um pequeno resumo sobre como praticar este processo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340348</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inoculação</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340349</link>
         <description><![CDATA[<p>Com todas as etapas anteriores concluídas, esta última foi bastante simples. </p><p><br></p><ul><li><p>Apenas lacramos as placas de Petri com fita<em> Parafilm</em>, de forma a isolá-las e de seguida colocámo-las numa estufa a 37º, a temperatura ideal para o crescimento de bactérias. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340349</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que me levou a escolher este projeto?</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340350</link>
         <description><![CDATA[<p>Na apresentação dos projetos foi-nos proposta duas opções de trabalho: uma relacionada com a reconstrução do DNA mitocondrial a partir de dados genómicos e outra relacionada com a determinação da prevalência da Leishmaniose em espécies animais no meio selvagem.</p><p>Tendo em conta o meu fascínio pelos animais, não pensei duas vezes, optei de imediato pela segunda opção. Acresce, ainda, o facto de pretender vir a ser veterinária, tal como a investigadora, logo decidi que aquele trabalho era o ideal para mim e a minha curiosidade sobre o projeto aumentou a 200%!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340350</guid>
      </item>
      <item>
         <title>objetivo do projeto</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340351</link>
         <description><![CDATA[<p>O principal objetivo deste projeto é rastrear agentes infecciosos a partir de dados de sequenciação, isto é, iremos comparar o genoma de uma lebre em estudo com um genoma de referência (na plataforma galaxy) para perceber se o animal em estudo possui agentes infecciosos. </p><p><strong>Para isso, precisamos de saber que plataforma iremos utilizar, o que são agentes infecciosos e o que é o genoma!</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340351</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340352</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agentes infeciosos</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340353</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que são agentes infeciosos?</strong></p><p><br></p><p>Agentes patogénicos ou infeciosos são todos os organismos que causam algum tipo de doença.</p><p>Alguns exemplos de agentes infeciosos são:</p><ul><li><p>Vírus;</p></li><li><p>Bactérias;</p></li><li><p>Protozoários;</p></li><li><p>Fungos;</p></li><li><p>Vermes;</p></li><li><p>Priões.</p></li></ul><p>(Irei falar dos vírus, bactérias e protozoários já que são os mais comuns em animais).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340353</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vírus</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340354</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que são os vírus?</strong></p><p><br></p><p>São entidades<strong> não </strong>celulares que <strong>não </strong>produzem energia, logo não realizam funções metabólicas com autonomia e não possuem ribossomas. </p><p>Isto é explicado pelo facto de serem <strong>parasitas intracelulares obrigatórios,</strong> isto é, necessitam obrigatoriamente de<strong> </strong>uma célula hospedeira para se replicarem!</p><p><br></p><p><strong>Como são constituídos?</strong></p><p><br></p><p>São formados por material genético, DNA ou RNA, envolvidos por uma cápsula proteica e podem <strong>ou não</strong> exibir uma membrana lípica (normalmente derivada da membrana de células hospedeiras).</p><p><br></p><p><strong>Como atacam?</strong></p><p><br></p><p>Geralmente os vírus reprogramam as células hospedeiras de modo a trabalharem para si, ou seja, levam-nas a produzirem todos os seus componentes.</p><p>Em casos mais particulares transformam as células hospedeiras em células neoplásicas, isto é, células que podem evitar a apoptose e levar ao aparecimento de cancro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340354</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bactérias </title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340355</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que são as bactérias? </strong></p><p><br></p><p>As bactérias são organismos unicelulares procariontes, isto é, sem compartimentação interna e apresentam o seu DNA disperso no citoplasma.</p><p><br></p><p><strong>Como são constituídas?</strong></p><p><br></p><p>As bactérias possuem uma estrutura formada por:<strong> parede celular de peptidoglicano</strong> (fundamental para a proteção e patogenicidade) , <strong>membrana citoplasmática</strong>, <strong>ribossomas </strong>—(essencial na síntese proteica), <strong>material genético</strong> (que não é armazenado em um núcleo)</p><p>Algumas bactérias possuem outro tipo de componentes na sua estrutura, como: uma <strong>cápsula, plasmídeos e o flagelo</strong></p><p>(auxilia na sua deslocação). Todas elas estão relacionadas com alguma função para a sobrevivência da bactseria, por exemplo: proteção, reprodução e movimentação.</p><p><br></p><p><strong>Curiosidades</strong></p><p><br></p><p>Ao contrário do que a maioria da população pensa, apenas 1% das bactérias causam doenças no ser humano. Além disso, o número de bactérias no nosso organismo é igual ou maior ao número de células que possuímos. Na verdade, nós possuímos o microbioma, isto é, bactérias simbiontes  que nos ajudam a ter um funcionamento normal do nosso organismo como por exemplo: a digerir alimentos (os chamados probióticos) ou mesmo a prevenir o crescimento de bactérias potencialmente perigosas.</p><p><br></p><p><strong>Como atacam?</strong></p><p><br></p><p>As bactérias não possuem um método para atacar o nosso organismo, podem fazê-lo de maneiras diversificadas como por exemplo: quando acontece numa infeção urinária, um abcesso dentário ou uma unha encravada. Dá-se uma rutura local da nossa imunidade, que pode ser apenas uma barreira física, e que proporciona a infeção já que houve violação da nossa fisiologia normal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340355</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Protozoários </title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340356</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que são protozoários?</strong></p><p><br></p><p>Os protozoários são organismos <strong>eucariontes, unicelulares</strong> e, normalmente, <strong>microscópicos</strong>. Além disso, a maioria deles <strong>não são organismos autotróficos</strong>, uma característica importante que contribui para o parasitismo.</p><p><br></p><p><strong>Como são constituídos?</strong></p><p><br></p><p>Estruturalmente, a forma e a resistência apresentada por esses organismos deve-se à ação da <strong>membrana celular e do citoesqueleto</strong>. Os protozoários podem possuir <strong>estruturas responsáveis pela locomoção, como os cílios, flagelos e os pseudópodes</strong>. </p><p>Uma estrutura importante presente em alguns protozoários são os <strong>vacúolos pulsáteis</strong>, que agem para<strong> regular a pressão osmótica</strong>, principalmente nos organismos que habitam em águas salgadas.</p><p><br></p><p><strong>Como atacam?</strong></p><p><br></p><p>Tal como as bactérias, os protozoários não tem uma forma específica de nos atacar.</p><p>Dando um exemplo de uma doença causada por um protozoário, temos o caso da <strong>malária.</strong> O protozoário <em>Plasmodium</em> (protozoário da malária) atua da seguinte forma:<strong> </strong>uma vez dentro do organismo humano, o <em>Plasmodium</em> pode fixar-se no fígado ou nas células sanguíneas. Atacam principalmente as <strong>hemácias</strong>, rompendo-as, causam anemia e transtornos no fígado e no baço, além de efeitos neurológicos, podendo levar o indivíduo à morte.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340356</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Webgrafia</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340357</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/protozoarios/">https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/protozoarios/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/protozoarios">https://querobolsa.com.br/enem/biologia/protozoarios</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cnnportugal.iol.pt/antivirais/antibioticos/virus-ou-bacteria-as-diferencas-como-nos-atacam-e-o-que-temos-para-lhes-fazer-frente/20220125/61e17cb80cf2cc58e7dd189c">https://cnnportugal.iol.pt/antivirais/antibioticos/virus-ou-bacteria-as-diferencas-como-nos-atacam-e-o-que-temos-para-lhes-fazer-frente/20220125/61e17cb80cf2cc58e7dd189c</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-considera%C3%A7%C3%B5es-gerais/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias">https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-considera%C3%A7%C3%B5es-gerais/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias</a></p><p>Além destes sites recorri ao PowerPoint disponibilizado pela Prof. Natália sobre agentes patogénicos na plataforma Teams.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340357</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Genoma</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340358</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é o genoma?</strong></p><p><br></p><p>O genoma é o conjunto completo de genes existentes num organismo ou no conjunto de cromossomas diploides nas espécies eucarióticas.<br><br>O genoma humano é o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/%24codigo-genetico?intlink=true"><strong>código genético</strong></a> do Homem, ou seja, o conjunto dos genes onde está toda a informação relativa à composição e funcionamento do organismo e está dentro de cada uma das células.</p><p>O genoma humano está distribuído por pares de cromossomas, que, por sua vez, contêm os genes. Toda a informação é codificada pelo DNA (ácido desoxirribonucleico), que se organiza numa estrutura formada por quatro bases que se unem aos pares, a adenina com a timina e a citosina com a guanima. A ordem do alinhamento dos pares ao longo da cadeia corresponde à sua sequência.</p><p><br></p><p><strong>Porque é importante decifrar o genoma humano?</strong></p><p><br></p><p>Decifrar o genoma humano possibilita o conhecimento da causa da maioria das doenças. Assim, muitas delas podem ser diagnosticadas ou curadas. Também se pode prevenir o risco das doenças se manifestarem em determinadas pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340358</guid>
      </item>
      <item>
         <title>História do genoma humano</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340359</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de criar um mapa e, consequentemente, identificar a sequência do genoma humano surgiu em 1985, mas só em 2000 é que foram divulgados os primeiros resultados. O genoma humano foi decifrado por uma empresa privada norte-americana e por um consórcio público internacional e em 2001 foi divulgado o esquema quase completo.</p><p>Já em 2003, a sequenciação do genoma humano finalizada por um outro consórcio internacional de cientistas correspondia à sequenciação de todas as partes do genoma que não são altamente repetitivas.</p><p>Apenas em 2022, máquinas de sequenciação mais sofisticadas e novos métodos de análise computacional permitiram decifrar as partes do genoma humano que tinham sido descartadas como lixo e sequenciar na totalidade, sem falhas, o material genético de células humanas, de uma ponta à outra dos cromossomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340359</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Noticia sobre o Genoma Humano</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340360</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a minha pesquisa sobre o Genoma Humano, deparei-me com esta noticia publicada pelo Jornal de Noticias que achei bastante interessante.</p><p>Esta noticia chamou-me á atenção já que esclarece como foi sequenciado o Genoma Humano completa e corretamente, coisa que se pensava já ter sido feita em 2003, porém havia diversas falhas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/lusa/historico-agora-sim-cientistas-publicam-primeiro-genoma-humano-realmente-completo-14731935.html/" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340360</guid>
      </item>
      <item>
         <title>webgrafia</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340361</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dn.pt/lusa/historico-agora-sim-cientistas-publicam-primeiro-genoma-humano-realmente-completo-14731935.html/">https://www.dn.pt/lusa/historico-agora-sim-cientistas-publicam-primeiro-genoma-humano-realmente-completo-14731935.html/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.khanacademy.org/science/ap-biology/gene-expression-and-regulation/biotechnology/a/dna-sequencing">https://pt.khanacademy.org/science/ap-biology/gene-expression-and-regulation/biotechnology/a/dna-sequencing</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/%24genoma-humano">https://www.infopedia.pt/artigos/$genoma-humano</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://toolbox.eupati.eu/glossary/genoma/?lang=pt-pt">https://toolbox.eupati.eu/glossary/genoma/?lang=pt-pt</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340361</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lista de Etapas</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340362</link>
         <description><![CDATA[<p>Seguindo os meus apontamentos, as etapas seriam:</p><p><br></p><ul><li><p>Construir a caixa UV</p></li><li><p>Esterilizar materiais</p></li><li><p>Fazer o meio de cultura</p></li><li><p>Plaquear</p></li><li><p>Inocular</p></li><li><p>Fazer o bio ensaio</p></li><li><p>Observar os resultados e analisá-los</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Plano de Construção da Caixa</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340363</link>
         <description><![CDATA[<p>De início, estávamos com a ideia que iríamos fazer uma caixa UV. </p><ul><li><p>Para tal, iríamos precisar de:</p></li><li><p>Caixa de Madeira</p></li><li><p>Lâmpada UV</p></li><li><p>Material Elétrico</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Timings</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340365</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto aos timings, de início estabelecemos que iríamos usar:</p><p><br></p><ul><li><p>30 segundos</p></li><li><p>60 segundos</p></li><li><p>120 segundos</p></li><li><p>240 segundos</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material-teste e Quantidade de Placas</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340367</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto ao material teste, iríamos usar:</p><p><br></p><ul><li><p>Óculos de sol</p></li><li><p>Folha de árvore</p></li><li><p>Pedaço de t-shirt</p></li><li><p>Pedaço de guarda-sol de praia / Pedaço de boné</p><p><br></p></li></ul><p>Estabelecemos assim que iríamos usar 36 placas de Petri. (2 vezes cada teste; 4 testes pois usaremos 4 materiais; 4 timings por teste; 4 controlos; 2 * (4+4) + 4 = 36</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Organização de Informação</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340368</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta chamada ocorreu no dia 23 de fevereiro e teve como objetivo reunir toda a informação e planos que tínhamos até então para podermos nos situar e melhor distribuir tarefas. Sendo assim, acabamos por definir as etapas que iríamos seguir para efetuar o projeto com sucesso. Além disto, ficamos encarregues de cada um de nós fazer um protocolo de uma certa fase do trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Incubação</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340369</link>
         <description><![CDATA[<p>Definimos que deveríamos deixar as placas numa estufa a serem incubadas por volta de 12 horas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2306815374/8ade18e9dbc8abc60d7be8f49fda4604/petri_pixels.jpg" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cálculos de Produção</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340370</link>
         <description><![CDATA[<p>Calculamos que seria preciso produzir à volta de 500ml de meio de cultura.</p><p><br></p><p>Sendo assim, usaremos 500ml de água destilada e 17,5mg de LB Agar para a produção do meio de cultura necessário. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340370</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atribuição de Tarefas</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340371</link>
         <description><![CDATA[<p>Já no final desta chamada, ficamos cada um de nós com a missão de fazer o protocolo de uma respetiva fase do projeto. Eu fiquei com o protocolo da produção do meio de cultura.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340371</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caixa UV e Atualizações no plano</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340372</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 08/03/2024, deu-se a nossa segunda sessão presencial para o nosso projeto. Começamos o dia por receber a notícia que a nossa linda professora nos tinha comprado uma caixa UV, logo, seria menos uma etapa que teríamos de fazer, tendo assim mais tempo para nos focarmos em todo o resto.</p><p><br></p><p>Ainda assim, existiram algumas atualizações no plano de todo o trabalho. Foram elas:</p><p><br></p><p>Ao nível dos timings</p><ul><li><p>0 segundos</p></li><li><p>30 segundos</p></li><li><p>60 segundos</p></li><li><p>150 segundos</p></li><li><p>300 segundos</p></li></ul><p><br></p><p>Quantidade de Placas</p><ul><li><p> (2 vezes cada teste; 4 testes pois usaremos 4 materiais; 5 timings por teste; 5 controlos; 2 *<em> (4 </em>* 5) + 5 = 45</p></li><li><p>Porém, em prevenção, iremos usar 50 placas</p></li></ul><p><br></p><p>Quantidade de Meio de Cultura</p><ul><li><p>Iremos fazer 650ml de Meio de Cultura</p></li><li><p>Precisamos de 650ml de Água destilada</p></li><li><p>Precisamos de 23mg de LB Agar</p></li></ul><p><br></p><p>Material</p><ul><li><p>Em vez de usar matraz, iremos usar 3 frascos de vidro de 250ml cada um</p></li></ul><p><br></p><p>Suspensão de Bactérias</p><ul><li><p>Iremos fazer 75ml de suspensão de bactérias para haver suficiente e sobrar</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipo de bactéria</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340373</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi decidido que a bactéria usada como cúmplice para o nosso projeto seria a Escherichia coli. </p><p><br></p><p><em>Informações sobre este bicho estão presentes na coluna "</em>Escherichia coli<em>"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeiro momento de autoavaliação</title>
         <author>tiagofilipevieira2006</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340374</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2306815374/4fe67dd7e05f1eb3d77b378955cb4856/AAVALDesenvProjeto_PADLET_2024__1_.docx" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340374</guid>
      </item>
      <item>
         <title>6ª sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340375</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação em formato de vídeo elaborada por mim relativamente á 6ªsessão do projeto que decorreu no dia 24/04/2024</p>]]></description>
         <enclosure url="https://view.genial.ly/6632a7fd2da76c00145ec3fc/mobile-video-circulos-mobile" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Documento disponibilizado pelos investigadores</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340376</link>
         <description><![CDATA[<p>Além dos documentos utilizados na 6ªsessão que referi no vídeo, deixo outro documento que nos foi disponibilizado pela investigadora Clara para a 6ª sessão, apesar de ainda não ter sido usado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/document/d/10giJgJZnQpakXDtFeoYev_JdKHJ_I1GS/edit?usp=sharing&amp;ouid=111657310442682676797&amp;rtpof=true&amp;sd=true" />
         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340376</guid>
      </item>
      <item>
         <title>7ª sessão</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340377</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
         <link>https://padlet.com/franciscabarjadebrito/hbynyowog3egv16a/wish/2989340378</link>
         <description><![CDATA[<p>A 7ª sessão do projeto aconteceu no dia 03/05/2024.</p><p><br></p><p><strong>Como decorreu a sessão?</strong></p><p><br></p><p>A sessão começou com ambos os <em>casestudys</em> na mesma sala, já que o investigador João nos informou de que os pósteres científicos passarão a ser em grupo (de minímo 3 e máximo de 4 pessoas, todas da mesma turma) e que no <em>casestudy </em>em que faço parte irão haver 4 grupos, visto que existem 4 tipos de agentes infeciosos (vírus, bactérias, fungos e parasitas) diferentes e cada grupo irá ficar com 1 único agente infecioso.</p><p><br></p><p>Adicionalmente, o meu grupo ficou responsável pelos vírus, tendo em conta que somos 4 pessoas ( eu, a Inês Silva, a Andreia Costa e a Sofia Sampaio) e que os vírus possuem um "leque" mais variado de doenças.</p><p><br></p><p><strong>Que doenças causadas por vírus estão em estudo?</strong></p><p><br></p><p>No projeto estão em estudo as seguintes doenças causadas por vírus (e os respetivos agentes infeciosos):</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Doença hemorrágica dos coelhos</strong>-  Rabbit haemorrhagic disease (RHD);</p></li><li><p><strong>Mixomatose</strong><em>- Leporipox </em>virus ou Mixoma vírus;</p></li><li><p><strong>Febre por flebótomos</strong>- <em>Phlebovirus toscanaense, Massila phlebovirus, Phlebovirus </em>spp<em>;</em></p></li><li><p><strong>European brown hare syndrome virus</strong><em>- </em>Calicivírus<em>, </em>genus<em> Lagovírus;</em></p></li><li><p><strong>Hepatite E</strong><em>- Heperividae sp. (HEV), Lepus torque teno </em>vírus 2, Lepus polyomavirus;</p></li><li><p><strong>Fibroma</strong>- Rabbit fibroma virus </p></li></ul><p><br></p><p>Deste modo, os resultados que serão apresentados no póster estarão relacionados com as doenças acima referidas.</p><p>Por último, a investigadora Clara ajudou-nos a concluir a nossa introdução e a começar o parte dos Objetivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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         <title>Poster cintífico</title>
         <author>franciscabarjadebrito</author>
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         <description><![CDATA[<p>De momento, o nosso poster encontra-se deste modo, com a Introdução concluída.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 13:52:13 UTC</pubDate>
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