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      <title>Epistemologia Feminista by Luana Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista</link>
      <description>Exposição por Anand Luchetti, Joselito Soares, Luana Rodrigues e Wallace de Sousa, para a disciplina de Teoria da História - UFRN - 2022</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-10 18:20:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Do que se trata a Teoria da História? 🧐</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2041048669</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo <mark>Rüsen</mark> (2001), a teoria da história é, sinteticamente, a reflexão mediante a qual o pensamento histórico se constitui como especialidade científica. Ela se insere como matriz disciplinar e sistematiza as concepções fundamentais do pensamento histórico, tornando possível a ciência da história como disciplina especializada. Se refere, basicamente, à <mark>escrita da história</mark>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 19:35:08 UTC</pubDate>
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         <title>E quanto às Epistemologias Marginais? 👀</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2041052704</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Segundo Ângela Cristina Borges</mark> e <mark>Flávio Senra</mark> (2020), as práticas epistêmicas anti-hegemônicas confrontam o monismo epistemológico e o imperialismo da razão moderna. Provenientes das margens da sociedade, as epistemologias marginais criticam a ordem mundial na qual é composta por um centro voltado ao capital e disposta em uma estrutura hierárquica racial, epistêmica, cultural e de gênero, na qual compromete imensamente a pluralidade do mundo contemporâneo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 19:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ao que se refere este Padlet? 😲</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2041067976</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, visitante! Aqui será apresentada uma breve pesquisa através da disciplina de Teoria da História, que busca transmitir uma boa compreensão sobre a função da Teoria da História, sobre as Epistemologias Marginais e, mais especificamente, sobre a Epistemologia Feminista. Será traçada a relação entre a Epistemologia Feminista e as formas de contribuição à Teoria da História e, além disso, traremos mulheres e obras importantes àqueles que se interessarem pela questão da Epistemologia Feminista em si ou o Feminismo em geral. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 19:46:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Epistemologia Feminista 👩‍🏫</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2043134831</link>
         <description><![CDATA[<div>Como uma das epistemologias marginais, a epistemologia feminista busca criticar o monismo epistemológico, inserindo-se da questão de gênero. Segundo <mark>Patricia Ketzer</mark> (2017), a Epistemologia Feminista surgiu como um campo de pesquisa da Epistemologia Social, preocupando-se em investigar o papel do gênero nas diversas atividades epistêmicas. Sendo conclusivo a existência do preconceito de gênero nas atividades epistêmicas, a Epistemologia Feminista o elucida e o questiona.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 20:22:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ketzer aponta: 👇</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2044036702</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>As mulheres não foram somente ridicularizadas no decorrer da história da Filosofia, tendo sua capacidade intelectual menosprezada, mas também os conceitos epistemológicos foram construídos a partir de estereótipos de masculinidade, como o conceito de razão e de objetividade (LLOYD, G., 1984, 1995; LLOYD, E., 1995; ROONEY, 1991). Conceitos esses que servem a uma dupla função: epistemológica e política (LONGINO, 2012, p. 511). Esses conceitos influenciam diretamente todo o ideal de cientificidade, que é pautado em cima de ambos.&nbsp;(2017, p. 98)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 20:48:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>De que forma a Epistemologia Feminista pode auxiliar na escrita de uma história mais democrática? 🤔</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2044043327</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher possui uma visão diferente, em termos de experiência histórica e cultural, da masculina, que segundo Rago (1998) se caracteriza na "construção miúda, gestão do detalhe, que se expressa na busca de uma nova linguagem, ou na produção de um contradiscurso". Isso mostra que a mulher, apesar da mesmíssima capacidade intelectual, de interpretação e de conhecimento, possui um olhar diferenciado daqueles que tiveram suas ideias supervalorizadas durante toda a história. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-12 21:01:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Autoras, discussões e leituras sobre Feminismo 💖</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 16:21:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Djamila Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das mais conhecidas ativistas feministas negras do Brasil, sendo mestra em filosofia política. Duas de suas obras são recomendadas aqui para aprofundamento nas pautas feministas e raciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 16:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Obras recomendadas:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 16:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Simone de Beauvoir</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma importantíssima escritora e intelectual feminista e existencialista, com grande foco em debates sociais. Para essa apresentação, uma obra em específica foi escolhida para recomendação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 16:42:54 UTC</pubDate>
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         <title>Obra recomendada:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 16:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>Papo sobre Feminismo - Rita Von Hunty</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp;Rita Von Hunty, em si, não tem uma biografia.<strong> </strong>A persona drag queen criada pelo professor Guilherme Terreri Lima Pereira poderia ser descrita com uma senhora de meia-idade dos anos 50. Entretanto no presente: conta com uma audiência de mais de 700 mil pessoas no Youtube.<br>&nbsp;Guilherme, a mente por trás de Rita Von Hunty, também possui uma história incrível. Formado em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), o criador da drag comunista mais famosa do Brasil é um acadêmico de mão cheia.<br>Através de sua didática incrível, do carisma e das referências impecáveis, Rita Von Hunty derruba estereótipos de gênero, do próprio mundo drag, da política, da academia e da própria internet.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:03:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“A igualdade de gênero pressupõe uma sociedade justa para meninos e meninas” - por Ana Luiza Basílio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2047174264</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O conceito de gênero é muito importante para a construção do que a gente entende ser justiça social, porque ele trata do caráter fundamentalmente social das diferenças que são atribuídas às mulheres e aos homens.&nbsp;<br>De uma maneira geral, as pessoas têm uma tendência a imaginar que as diferenças entre mulheres e homens, ou sobre o que é ser mulher e o que é ser homem, são naturais. As pessoas imaginam que&nbsp; é possível depositar uma série de expectativas em relação a esse comportamento ou às atitudes desses indivíduos, baseados no sexo biologicamente definido, sendo comum falas como “ah, mas isso é porque ela é mulher” ou “isso é porque ele é homem. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:26:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gênero, identidade de gênero e sexualidade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os estudos de gênero nascem no bojo dos estudos feministas e apontam para esse caráter social das diferenças entre mulheres e homens. Esses estudos avançam, a partir da reivindicação das mulheres. Então o debate se amplia para a questão da sexualidade, no qual se pauta a não existência de algo “natural”. Aí também se evidencia que a sociedade também constrói seu discurso sobre sexo e sexualidade,&nbsp; considerando uma forma das pessoas serem e se relacionarem – a heterossexual.&nbsp;<br>&nbsp;Agora, discutir gênero não quer dizer que você vai ter que abordar tudo isso, necessariamente, em todas faixas etárias. Você pode centrar as discussões no caráter social das diferenças. A confusão é que as pessoas acham que quando estamos falando de gênero, estamos falando necessariamente de sexualidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:34:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Igualdade de gênero e cotidiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2047200745</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a gente pensa na casa, na família, no lugar da pessoa que cuida, percebemos nitidamente que as expectativas em torno do comportamento das crianças estão atreladas aos papeis de gênero. Por exemplo, se na casa temos uma menina e um menino, vamos ser mais tolerantes ao mau comportamento do menino, porque isso é próprio dele. Já a menina provavelmente será punida se apresentar o mesmo tipo de conduta.</div><div>Esse modelo estabelecido que temos do que é ser homem e ser mulher acaba incidindo em tudo na vida de uma pessoa, desde seu modo de sentar, ao quanto se come. Já reparou como ficamos surpresos quando uma mulher come bastante?</div><div>Por isso, a importância que, desde cedo, as crianças tenham acesso a outros repertórios. Se não corremos o risco dela passar a vida se culpando por não ser a menina do vestido rosa, caso ela se reconheça fora dos discursos oficiais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:44:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gênero e família</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2047221353</link>
         <description><![CDATA[<div>No começo, elas são princesas. Logo, logo, "donas de casa". Essa é uma das consequências perversas de uma educação machista. O que pais e mães podem fazer para criar seus filhos com igualdade? <br><br>Conheça a campanha <a href="https://www.youtube.com/hashtag/desafiodaigualdade">#desafiodaigualdade</a> em www.desafiodaigualdade.org</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:58:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O apagamento da produção intelectual das mulheres, notadamente mulheres negras, nos ambientes escolares e acadêmicos. O caso de Maria Firmina dos Reis, Beatriz Nascimento e Virgínia Bicudo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2050788719</link>
         <description><![CDATA[<div>Vocês conhecem&nbsp; autoras que tratem do feminismo negro? Saibam que as mulheres citadas acima&nbsp; foram intelectuais cujas produções sofreram apagamentos nos seus campos de atuação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 13:11:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Abolicionista, negra e feminista: conheça Maria Firmina dos Reis, a primeira romancista do Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2050794552</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Maria Firmina dos Reis faleceu em 1917, pobre e cega, no município de Guimarães-MA. Infelizmente, muitos dos documentos de seu arquivo pessoal se perderam e até o momento não se tem notícia de nenhuma imagem sua digna de credibilidade. A propósito, circula na internet uma foto da escritora gaúcha Maria Benedita Borman, pseudônimo "Délia", como se fosse da autora maranhense. A escultura reproduzida nesta página foi elaborada a partir de retrato falado colhido pelo biógrafo da autora.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 13:14:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Nascimento e a invisibilidade negra na historiografia brasileira: mecanismos de anulação e silenciamento das práticas acadêmicas e intelectuais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2050827106</link>
         <description><![CDATA[<div>Problematizar<br>o reconhecimento da obra interdisciplinar(historiografia,cinema e poesia) de Beatriz Nascimento passa, necessariamente, pelo protagonismo das mulheres negras e pelas pesquisas e reflexões daquelas que chegaram ao ensino superior. O que chama a atenção é que esse reconhecimento, em curso, ainda não sensibilizou a historiografia brasileira.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.seer.ufrgs.br/aedos/article/viewFile/96888/56712" />
         <pubDate>2022-02-16 13:29:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A negra psicanálise: por que o legado de Virgínia Bicudo permanece oculto?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2050845696</link>
         <description><![CDATA[<div>Virgínia Bicudo não é apenas a primeira mulher não médica a se tornar psicanalista no Brasil, mas a primeira psicanalista brasileira, que nascida negra, tornou-se sem cor, para recuperar sua negritude como experiência de escuta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 13:38:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>REFERÊNCIAS 🔎</title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2053870470</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Teoria da História:<br>RÜSEN</mark>, Jörn. Tarefa e função de uma teoria da história. In: <strong>Razão Histórica</strong>: teoria da história: os fundamentos da ciência histórica. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001. Cap. 1, p. 25 – 45.<br><mark>Epistemologias Marginais:</mark><br><mark>BORGES</mark>, Ângela C., &amp; <mark>SENRA</mark>, F. (2020). <strong>Epistemologias marginais</strong>: Ciências da Religião em perspectiva descolonizadora e intercultural | Marginal epistemologies: Science of Religion in a decolonizing and intercultural perspective. <em>Reflexão</em>, <em>45</em>, 1-16. Disponível em: <a href="https://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/reflexao/article/view/4909">https://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/reflexao/article/view/4909</a>. Acesso em: 25 nov. 2021.<br><mark>Epistemologia Feminista:</mark><br><mark>KETZER</mark>, Patricia. <strong>Como pensar uma Epistemologia Feminista? </strong>Surgimento, repercussões e problematizações. Argumentos Revista de Filosofia, Fortaleza, ano 9, n. 18, p. 95-106, jul./dez. 2017. Disponível em: <a href="http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/32159">http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/32159</a>. Acesso em: 27 nov. 2021. <br><mark>RAGO</mark>, Margareth. <strong>Epistemologia feminista, gênero e história.</strong> PEDRO, Joana; GROSSI, Miriam (orgs.). Masculino, feminino, plural. Depto. De História – UNICAMP, Florianópolis: Ed. Mulheres, 1998. Disponível em: <a href="http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/32159">http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/32159</a>. Acesso em: 27 nov. 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 18:49:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rlluana94</author>
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         <description><![CDATA[<div>A reflexão e relação de teoria e prática das mulheres e outros grupos que compõem epistemologias marginais, serem mais inseridos e valorizados na construção do conhecimento histórico, só o enriquece. Essas epistemologias rompem com a visão histórica linear evolutiva e enfatiza a historicidade dos conceitos e a coexistência de temporalidades múltiplas (RAGO, 1998).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 19:01:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rlluana94</author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2053903858</link>
         <description><![CDATA[<div>Que o feminismo pode auxiliar na verdadeira ampliação do estudo histórico, contribuindo para sua sistemática, de modo que a pluralidade do mundo seja valorizada em todos os sentidos, principalmente no fazer histórico; que todas as ancestralidades, culturas e visões de mundo sejam enxergadas e, principalmente, que o gênero não seja usado de forma a validar pensamentos, teorias e pesquisas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 19:07:16 UTC</pubDate>
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         <title>Se você se interessou, se liga aqui! 😍</title>
         <author>rlluana94</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 19:11:51 UTC</pubDate>
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         <title>OS SONS DO SILÊNCIO: HISTÓRIA, GÊNERO E FEMINISMO.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A tradição do silêncio dos sujeitos marginalizados se estendeu para o campo de pesquisas da história, promovendo o apagamento e/ou ocultamento da produção letrada de autoria feminina, baseados na naturalização dos pressupostos e das determinações de valor implicados na construção dos cânones literários e historiográficos embasados nas raízes patriarcais da sociedade e no pensamento branco europeu que dominou as discussões historiográficas por muitos anos. <br>Além disso, a questão de gênero torna-se mais problemática porque permanece inevitavelmente cruzada com os marcadores de raça e de classe social. A mulher de cor,&nbsp; “é invisível no mundo dominante dos homens brancos e no mundo feminista das mulheres brancas”.<br>A interseção entre raça, classe e gênero cria “seres impossíveis”, na expressão de Maria Lugones: “mulheres não brancas, negras, mestiças, indígenas ou asiáticas são impossíveis porque não são nem mulheres burguesas europeias, nem machos negros ou indígenas” (OLIVEIRA apud LUGONES 2014, p. 942). <br><br><br><br>&nbsp;OLIVEIRA, M. da G. de. Os sons do silêncio: interpelações feministas decoloniais à História da historiografia. <strong>História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography</strong>, Ouro Preto, v. 11, n. 28, 2018. DOI: 10.15848/hh.v11i28.1414. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1414. Acesso em: 17 fev. 2022.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 20:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de leitura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 20:42:54 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de leitura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2054066263</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A escritora trouxe a público a narrativas de ficção: <em>Úrsula,</em> de 1859, seguramente o primeiro romance publicado por uma mulher negra em toda a América Latina - e primeiro romance abolicionista de autoria feminina da língua portuguesa -, no qual aborda a escravidão a partir do ponto de vista do Outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 20:49:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indicação de leitura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2054077957</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;conto "A escrava", de 1887, texto abolicionista empenhado em se inserir como peça retórica no debate então vivido no país em torno da abolição do regime servil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 20:57:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indicação de leitura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rlluana94/episfeminista/wish/2054082243</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O volume de poemas <em>Cantos à beira-mar</em>, cuja primeira edição é de 1871, traz textos marcados por forte inquietação e por uma subjetividade feminina por vezes melancólica diante da realidade oitocentista marcada pelos ditames do patriarcado escravocrata e representada como <em>problema</em> perante a sensibilidade da autora.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:00:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:07:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-02-17 21:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Nascimento - Entrevista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Entrevista com a historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista pelos direitos humanos, Beatriz Nascimento gravada após a Marcha do Movimento Negro em 1988. A entrevista concedida com exclusividade a Enugbarijô Comunicações teve imagens de Ras Adauto, entrevistas de Januário Garcia e Vik Birkbeck. O video foi digitalizado e re-editado por Filó Filho o Acervo Cultne em 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cinco fatos sobre Beatriz Nascimento </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-02-17 21:16:08 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de Leitura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento”, de Alex Ratts, Instituto Kuanza e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2006.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:20:30 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de Leitura - É PRECISO DAR NOME: REFLEXÕES SOBRE A CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DO INTELECTUAL NO BRASIL A PARTIR DE VIRGÍNIA LEONE BICUDO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:36:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Virginia Leone Bicudo: Uma História de Luta, Resistência e Pioneirismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 21:42:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-02-17 21:46:24 UTC</pubDate>
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