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      <title>Saúde Mental  by Witoria Ferreira</title>
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      <description>Boa sorte 🥴</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-27 00:27:30 UTC</pubDate>
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         <title>Esquizofrenia </title>
         <author>witoriaFerreiraENF</author>
         <link>https://padlet.com/witoriaFerreiraENF/hapwyn7z2dpywl4i/wish/2632858547</link>
         <description><![CDATA[<div>•Distúrbio multifatorial;</div><div>•Sintomas psicóticos;</div><div>•Abrange todos os povos e cultura em uma incidência semelhante;</div><div>•Ocupa o 3° lugar entre as doenças mais incapacitantes;</div><div>•Possui prevalência de 1 % na população mundial;</div><div>•Pode acarretar consequências individuais, familiares e socioeconômicas.</div><div><br><mark>CARACTERÍSTICAS&nbsp;</mark></div><div>Normalmente diagnosticada no final da adolescência ou início da vida adulta, onde raramente se manifesta na infância e em pessoas acima dos 50 anos;</div><div><br></div><div>•Incidência em homens (15 aos 25 anos) e mulheres (25 aos 35);</div><div><br></div><div>•São mais vulneráveis à morte por acidentes e causas naturais do que a população em geral;</div><div><br></div><div>•Dos acometidos por este distúrbio 50% tentaram o suicídio pelo menos uma vez na vida.</div><div><br></div><div><mark>Teorias biológicas&nbsp;</mark></div><div>•Fatores genéticos – Filhos de um dos pais com esquizofrenia tem 15% de risco, que aumenta para 35% se ambos os pais tiverem. Já gêmeos monozigotos tem 50% de risco</div><div><br></div><div>Fatores neuroanatômicos (anatomia cerebral)</div><div>• Ocorre ainda influências intrauterinas, como má nutrição, tabaco, álcool e outras drogas e o estresse como possíveis causas da patologia cerebral.</div><div><br></div><div>* Fatores neurobioquímicos&nbsp;</div><div>* &nbsp; Teorias psicossociais&nbsp;</div><div><br><mark>Fases</mark></div><div>* Fase I: Personalidade esquizóide - o sujeito apresenta-se indiferente as relações sociais e uma gama muito limitada de vivências e expressões emocionais. Nem todos os indivíduos com personalidade esquizóide evoluem para esquizofrenia.</div><div>* Fase III: Esquizofrenia - na fase ativa os sintomas psicóticos são proeminentes, sendo eles: Delírios, alucinações, fala desorganizada, comportamento catatônico ou muito desorganizado, sintomas negativos.</div><div>* &nbsp; Fase IV: Fase residual - os sintomas assemelham-se ao da fase prodômica, com embotamento afetivo e distúrbios do funcionamento do papel, principalmente.</div><div><br></div><div><mark>Sintomatologia</mark>&nbsp;</div><div>• Manifestações novas e já existentes,&nbsp; diferente dos sintomas negativos, que se manifestam pela ausência e pelos déficits comportamentais.</div><div><br></div><div>Sintomas positivos:</div><div>* &nbsp; Alucinações (auditivas, visuais olfativas, táteis e gustativas);</div><div>* &nbsp; Delírios (persecutórios, de grandeza, referência, controle ou influência e somáticos);</div><div>* &nbsp; Pensamento/fala desorganizado (dissociação, incoerência, associação por assonância, salada de palavras, neologismo, pensamento concreto, ecolalia, tangencialidade, circunstancialidade) Comportamento desorganizado;</div><div>* &nbsp; Comportamento sexual inadequado; Comportamento</div><div><br></div><div>Sintomas negativos:</div><div>•Embotamento afetivo (expressão facial inalterada, contato ocular deficiente, linguagemcorporal reduzida, incongruencia afetiva, resposta emocional diminuida);</div><div>* &nbsp; Pobreza da fala (respostas curtas e vazias, menor fluência da fala, menor conteúdo da fala);</div><div>* &nbsp; Abulia/apatia(incapacidade de iniciar atividades intencionais, pouco ou nenhum interesse por atividades do trabalho ou sociais); Anedonia ( ausência de prazer nas atividades sociais, diminuição do interesse sexual); Isolamento social</div><div><br></div><div><br></div><div><mark>INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM NA ESQUIZOFRENIA&nbsp;</mark></div><div><br></div><div>* História;</div><div>* &nbsp; Avaliação da aparência, comportamento motor e fala;</div><div>* &nbsp; Avaliação do humor e afeto;</div><div>* &nbsp; Avaliação do pensamento e da sensopercepção;</div><div>* &nbsp; Avaliação do autocuidado;</div><div>* &nbsp; Promoção da segurança e conforto;</div><div>* &nbsp; Estabelecimento da relação terapêutica;</div><div>* &nbsp; Utilização da comunicação terapêutica;</div><div>* &nbsp; Atenção a família</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 00:21:20 UTC</pubDate>
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         <title>Transtorno Depressivo Maior ou Depressão Grave</title>
         <author>witoriaFerreiraENF</author>
         <link>https://padlet.com/witoriaFerreiraENF/hapwyn7z2dpywl4i/wish/2632894601</link>
         <description><![CDATA[<div>•Trata-se de diferenciar os quadros graves de depressão dos quadros moderados e leves.</div><div><br>•A diferença não é apenas a intensidade da depressão. O episódio depressivo grave pode ou não ser acompanhado de sintomas como delírios e, mais raramente, alucinações e alterações da consciência do eu. Quando o delírio está presente, costuma ter um conteúdo de autoacusação: o paciente sente desprezo por si mesmo, acusa-se de erros, pecados, ou mesmo crimes que teria cometido, acredita que será punido seja pela ruína financeira, pela morte, pela doença, pela condenação eterna, ou qualquer outro castigo terrível. (BARLOW, 2009).<mark><br></mark><br>• Sentimento de tristeza, desânimo, inutilidade, culpa, vazio ou insignificância; • Sentir-se emocionalmente distanciado dos outros; • Afastar-se das pessoa<br><br><mark>SINTOMAS COMPORTAMENTAIS</mark> <br>•Expressão facial de desalento;<br> • Faz menos contato visual, olha para baixo; • Sorri com menos frequência; <br>• Movimentos, fala e gestos lentos. <br>• Choroso ou episódios espontâneos de choro; • Perda de interesse ou prazer em atividades usuais, incluindo sexo; <br>• Auto exclusão de atividades sociais.<br><br><mark>SINTOMAS COGNITIVOS <br></mark>• Dificuldade para pensar, concentrar-se e lembrar-se; <br>• Negativismo e pessimismo global;<br>&nbsp;• Pensamentos suicidas ou preocupação com a morte. Sintomas Físicos <br>• Mudanças no apetite resultando em significativa perda ou ganho de peso;<br>&nbsp;• Insônia, acordar muito cedo ou dormir demais;<br>&nbsp;• Dores vagas, mas crônicas;<br>&nbsp;• Diminuição do interesse sexual;<br>&nbsp;• Perda de energia física ou mental;<br>&nbsp;• Sentimentos gerais de ansiedade;<br>&nbsp;• Inquietação e desassossego<br><br><br><mark>TIPOS DE DEPRESSÃO</mark><br><br></div><div>•Melancólica:É caracterizada por uma lentificação geral e perda da capacidade de prazer ou de sentir emoções. A reversão do quadro pode levar semanas e o apoio psicoterápico é fundamental.</div><div>&nbsp;</div><div>•Atípica: Sua principal característica é a hiperatividade emocional, excesso de sono e de apetite.</div><div>&nbsp;</div><div>• Psicótica: Possui sintomas psicóticos como agravantes, quando há predomínio de delírios (com conteúdos coerente ou incoerente em relação ao humor). Mesmo com tratamento farmacológico a resposta é demorada e difícil.&nbsp;<br><br>•Sazonal: padrão de repetição de episódios depressivos, sempre na mesma época do ano, em especial em períodos frios ou chuvosos. Boa resposta terapêutica com fototerapia.</div><div>&nbsp;</div><div>•Distimia: Se caracteriza por um humor persistentemente deprimido que dura cerca de 2 anos. É uma depressão crônica de grau baixo . Pode até não haver grande prejuízo na vida funcional, mas pode continuar por vários anos desencado episódios de depressão maior.<br><br>•Depressão pós parto: Logo após a gestação e o parto, ocorre uma queda na produção de determinados hormônios. Com essa queda, as mulheres se tornam mais suscetíveis a pensar que não conseguirão desempenhar o papel de mãe. Além disso, o sentimento de extrema tristeza e ansiedade.&nbsp;</div><div><br><mark>TIPOS DE TRATAMENTO</mark><br>Psicoeducação, Fototerapia, Terapia familiar, Terapia comportamental e Psicoterapia. Inibidor seletivo de recaptação de serotonina, Antidepressivo, Ansiolítico e Antipsicótico<br><br><br></div><div><mark>VOCÊ SABIA?</mark></div><div>&nbsp;</div><div>• A depressão entre as mulheres tem íntima relação com as questões hormonais tipicamente femininas, em todas as idades. Os fatores sociais e econômicos adversos podem agravar e/ou explicar o aparecimento da depressão em algumas mulheres, já que, como se argumentou, elas são vítimas preferenciais da pobreza, estando,</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 00:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>Transtorno afetivo Bipolar </title>
         <author>witoriaFerreiraENF</author>
         <link>https://padlet.com/witoriaFerreiraENF/hapwyn7z2dpywl4i/wish/2632919942</link>
         <description><![CDATA[<div>O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é uma condição psiquiátrica que afeta o humor das pessoas, caracterizada por episódios de oscilação extrema entre dois polos: a depressão e a mania/hipomania. É um transtorno crônico e grave, com a possibilidade de sintomas psicóticos em alguns casos. O TAB tende a ser recorrente, com episódios depressivos ou maníacos que podem ser desencadeados por situações estressantes.<br><br><br><mark>CAUSAS</mark><br>Não há uma causa específica para esse transtorno. Contudo, há influência de fatores genéticos, alterações em algumas áreas do cérebro e nos níveis de neurotransmissores.<br><br>Possíveis Fatores: episódios recorrentes de depressão, estresse prolongado, medicamentos inibidores do apetite (anfetaminas e anorexígenos) e disfunções da tireoide (hipo e hipertireoidismo).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><mark>TIPOS</mark>&nbsp;<br><br></div><div>•Transtorno Bipolar Tipo I: Episódios intensos de mania e depressão, com riscos graves, como suicídio. Pode exigir internação.</div><div><br></div><div>•Transtorno Bipolar Tipo II: Episódios alternados de hipomania e depressão, com menor impacto no funcionamento do indivíduo.<br><br><br></div><div><mark>Transtorno Ciclotímico</mark><br> Versão menos intensa do transtorno bipolar. Alterações crônicas de humor e depressão, mas sem alcançar níveis de episódios maníacos ou depressivos graves. Varia entre sintomas mais leves de depressão e episódios hipomaníacos. Importante tratamento adequado para evitar a progressão para transtorno afetivo bipolar Tipo I ou II.<br><br><mark>Diagnóstico&nbsp;<br><br></mark><br></div><div>•A "Psicose Maníaco Depressiva" foi renomeada como "Transtorno Afetivo Bipolar".</div><div><br>•Nem todos os pacientes com Transtorno Afetivo Bipolar manifestam sintomas psicóticos.<br><br></div><div>•O diagnóstico é realizado clinicamente, levando em consideração os sinais e sintomas relatados pelo paciente, familiares ou amigos<br><br><mark>TRATAMENTO</mark>&nbsp;<br><br></div><div>O tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar envolve medicamentos e acompanhamento multidisciplinar.<br><br><mark>PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM <br><br></mark>•Melhorar a qualidade de vida do cliente;<br>•Regular o humor;<br>•Identificar possíveis origens para o sofrimento vivenciado e as principais fontes de estresse (gatilhos);<br>•Explicar à família/amigos que a pessoa precisa de apoio;<br>•Informar o cliente e seus familiares/amigos a respeito do transtorno;&nbsp;<br>•Avaliar risco de suicídio;<br>•Terapia em família, participação em grupos de apoio, psicoterapia, entre outros;<br>•Reflexão sobre autoconfiança e autoestima;<br>•Estabelecimento de um vínculo terapêutico de confiança e respeito;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 01:18:45 UTC</pubDate>
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         <title>Uso abusivo de substâncias psicoativas </title>
         <author>witoriaFerreiraENF</author>
         <link>https://padlet.com/witoriaFerreiraENF/hapwyn7z2dpywl4i/wish/2632948194</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Segundo a Organização Mundial de Saúde, droga é qualquer substância não produzida pelo organismo que tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus sistemas, produzindo alterações em seu funcionamento.<br><br><mark>DROGAS DEPRESSORAS DO SNC </mark><br>•Álcool;</div><div>•Barbitúricos (tiopental e fenobarbital);</div><div>•Benzodiazepínicos (diazepam, lorazepam, midazolam, clonazepam);</div><div>•Opióides (morfina, meperidina, heroína, codéina);</div><div>•Solventes ou inalantes&nbsp; (lança-perfume, cheirinho ou lolô, cola de sapateiro, éter.<br><br><mark>DROGAS ESTIMULANTES DO SNC</mark></div><div>•Anfetaminas (inibex, ecstasy, ice, ritalina);</div><div>•Cocaína (crack, merla e oxi).<br><br><mark>DROGAS PERTUBADORAS DO SNC</mark><br>•Maconha;</div><div>•Alucinógenos;</div><div>•Dietilamida do Ácido Lisérgico (LSD);</div><div>•Ecstasy (MDMA);</div><div>•Anticolinérgicos (trombeteira, zabumba).<br><br><mark>OUTRAS DROGAS</mark><br>•Tabaco;&nbsp;</div><div>•Cafeína;</div><div>•Esteróides anabolizantes.<br><br><mark>PADRÕES DE CONSUMO<br></mark>•Uso de drogas – (auto)administração&nbsp; de qualquer quantidade de SPA;</div><div>&nbsp;</div><div>•Abuso – padrão de uso que aumenta o risco de consequências prejudiciais para o usuário;</div><div>&nbsp;</div><div>•Dependência – tolerância, abstinência, desejo persistente, muito tempo gasto, perda de atividades importantes, uso continua apesar&nbsp; da consciência do problema.<br><br>•Tolerância - necessidade de um grande aumento na quantidade da droga para se obter o efeito desejado.</div><div>&nbsp;</div><div>•Abstinência - sintomas comportamentais, fisiológicos e cognitivos ocorrendo diminuição abrupta das concentrações sanguíneas ou teciduais da droga.<br><br><mark>FATORES DE RISCO </mark><br>•aspectos biológicos;</div><div>•cadeia genética;</div><div>•peculiaridades das relações interpessoais;</div><div>•interações familiares;</div><div>•oportunidades de contato ou convivência com a droga;</div><div>•sensações provocadas pelo efeito obtido com o uso da droga;</div><div>•cultura que cada um vive, ou seja, na especificidade de cada indivíduo.<br><br><mark>EFEITOS NO ORGANISMO</mark><br><br>•Níveis máximos de concentração ocorrem após 30 minutos do consumo;</div><div>•O organismo metaboliza e excreta uma dose por hora;</div><div>•Taxa de absorção elevada quando o estômago está vazio;</div><div>•Somente 10% do etanol são excretados diretamente pelos pulmões, urina, suor e a maior parte é metabolizada pelo fígado;</div><div>•Uma dose fornece aproximadamente 70 a 100Kcal.<br><br>USO CRÔNICO<br>•Inflamações no esôfago;</div><div>•Estômago;</div><div>•Fígado;</div><div>•Hepatite;</div><div>•Cirrose hepática;</div><div>•Pancreatite;</div><div>•Deficiências vitaminas;</div><div>•Demência e transtornos psiquiátricos;&nbsp;</div><div>•Câncer.<br><br><mark>Assistência de enfermagem </mark><br>•O enfermeiro como agente de mudança deve compreender o processo de comunicação demonstrando atitudes de sensibilidade, aceitação e empatia.</div><div>•Portanto o relacionamento terapêutico é de extrema importância.<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 01:44:17 UTC</pubDate>
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