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      <title>Mulheres Revolucionárias da America Latina by caravana artes</title>
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      <description>Todas as mulheres representadas fazem parte da história da revolução da américa latina, graças a elas podemos moldar o nosso futuro, escrevendo, pintando, lutando, pilotando, reformando, votando, defendendo, ministrando, criando para além do que os olhos possam ver, e reforçando que somos fortes como Margaridas! </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-01 18:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Comandanta Ramona </title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Comandanta Ramona era o nome de guerra da oficial mais famosa do Exército Zapatista de Libertação Nacional, uma organização autônoma indígena revolucionária com sede no estado de Chiapas, no sul do México.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 19:08:21 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia González</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lélia Gonzalez foi uma intelectual, autora, ativista, professora, filósofa e antropóloga brasileira. É uma referência nos estudos e debates de gênero, raça e classe no Brasil, América Latina e pelo mundo, sendo considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 15:53:35 UTC</pubDate>
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Marielle Franco
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         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marielle Francisco da Silva, conhecida como Marielle Franco, foi uma socióloga, ativista e política brasileira. Era filiada ao Partido Socialismo e Liberdade, e elegeu-se vereadora do Rio de Janeiro para a Legislatura 2017-2020, durante a eleição municipal de 2016, com a quinta maior votação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 15:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>
María Remedios del Valle
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         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>María Remedios del Valle foi uma soldado afro-argentina que participou da Guerra da Independência da Argentina. Foi uma das chamadas "filhas de Ayohúma", aquelas que assistiram o derrotado exército de Manuel Belgrano na Batalha de Ayohúma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 16:02:10 UTC</pubDate>
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         <title> Anastácia</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Anastácia, escrava sofrida, misto de luta e bravura, resistência e doçura. Sua história é contada em versões orais e escritas, registros sobre uma linda mulher que não cedeu aos apelos sexuais do seu senhor, sendo amordaçada e estuprada. A luta de Anastácia tornou-se um exemplo e até hoje sua força inspira a resistência de muitos e muitas devotas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://mpabrasil.org.br/noticias/anastacia-simbolo-da-via-crucies-das-mulheres-negras-da-escravidao-aos-dias-atuais/" />
         <pubDate>2025-04-10 16:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca Andrade</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sua história é de determinação inabalável, marcada por um número impressionante de medalhas e Campeonatos Mundiais, todos conquistados ao superar <strong>três lesões devastadoras do LCA</strong>. Apesar de enfrentar contratempos que teriam paralisado muitas carreiras, o espírito inabalável de Andrade impulsionou-a ao topo da glória da ginástica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 16:11:13 UTC</pubDate>
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         <title>María Elena Moyano</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>María Elena Moyano Delgado foi uma organizadora comunitária afro-peruana e mãe cujo assassinato pelo Sendero Luminoso (Caminho Brilhante) provocou um clamor público trazendo atenção ao seu trabalho e à situação das mulheres economicamente marginalizadas. &nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.blackpast.org/global-african-history/maria-elena-moyano-delgado-1958-1992/" />
         <pubDate>2025-04-10 16:19:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tereza de Benguela</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tereza de Benguela é, assim como outras heroínas negras, um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional, que, nos últimos anos, devido ao engajamento do movimento de mulheres negras e à pesquisa ou ao resgate de documentos até então não devidamente estudados, na busca de recontar a história nacional e multiplicar as narrativas que revelam a formação sociopolítica brasileira.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ufrb.edu.br/bibliotecacecult/noticias/220-tereza-de-benguela-a-escrava-que-virou-rainha-e-liderou-um-quilombo-de-negros-e-indios" />
         <pubDate>2025-04-10 16:22:28 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Felipa</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p> Nasceu na Ilha de Itaparica, ganhadeira, pescadora e habilidosa capoeirista, ela teve uma importante atuação na luta que estabeleceu a independência do Brasil na Bahia. Os movimentos contra a submissão à coroa portuguesa já se davam nesta região no início de 1822 e após a proclamação da Independência do Brasil em 7 de setembro do mesmo ano, houve resistência dos portugueses&nbsp; que não aceitavam a separação política.&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62353785" />
         <pubDate>2025-04-10 16:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>Panmela Castro</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>A artista nasceu e foi criada na Penha, Rio de Janeiro, onde iniciou seus grafites, em 2005, tratando temas relacionados à violência doméstica, igualdade de gênero, corpo feminino em diálogo com a paisagem urbana , direitos das mulheres, entre outros assuntos que costumam abordar de modo autobiográfico relacionados à alteridade como crítica cultural feminista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 16:34:17 UTC</pubDate>
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         <title> Tainá Lima</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Criola, artista visual natural de Belo Horizonte, reflete em sua arte a tríade: ancestralidade, espiritualidade e natureza. Formada em Moda pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, se expressa a partir de texturas e padronagens e tem como base as subjetividades da mulher preta e os grafismos de matrizes afro-brasileiras. Na sua prática artística, busca representar personagens com geometrias sagradas em cores vibrantes que traduzem suas vivências enquanto artista afrodiaspórica. Pinta nas ruas desde 2012 e apresenta murais de grandes formatos ao redor do mundo, além do Brasil, França, Bielorússia e Estados Unidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 16:38:36 UTC</pubDate>
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         <title> Nathê</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aos 26 anos, a pernambucana Natália Carvalho Ferreira, ou apenas Nathê, é grafiteira, educadora social e ativista. Formada em Licenciatura em Artes Visuais pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), iniciou sua carreira no grafite por influência de mulheres da área.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>JLo Borges</title>
         <author>coletivocaravanadasartes</author>
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         <description><![CDATA[<p>A grafiteira<strong> </strong><a rel="noopener noreferrer" href="https://www.instagram.com/jloborges/"><strong>JLo Borges</strong></a><strong>,</strong> de 30 anos, é moradora de Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro. Formada em História, chegou a fazer também sete períodos de Letras e trabalha na área de comunicação da <strong>Rede Nami</strong>, uma ONG que usa as artes urbanas para promover o direito das mulheres. Como artista visual e grafiteira, suas obras pautam o sexo lésbico, a violência lesbofóbica e a rejeição desse mesmo corpo lésbico pelo patriarcado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:12:03 UTC</pubDate>
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         <title>Bertha Lutz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Bertha Lutz foi uma cientista, política e líder feminista brasileira que, ao longo do século XX, destacou-se na luta pelos direitos das mulheres, sendo fundamental para a conquista do voto feminino no Brasil e pioneira na promoção da igualdade de gênero e da inclusão feminina na ciência e na política. Influenciada pelo feminismo europeu, liderou o movimento sufragista no Brasil, fundando em 1922 a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, que foi crucial para a conquista do voto feminino em 1932.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 13:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sanité Bélair</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sanité Bélair foi uma soldado e revolucionária haitiana, tenente do exército de Toussaint Louverture, uma das poucas mulheres a lutar pela independência do país. Apelida pelos companheiros de luta de "tigresa", hoje é considerada uma heroína nacional no Haiti.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 13:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Celina Guimarães</title>
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         <description><![CDATA[<p>Celina Guimarães Viana foi uma professora brasileira e primeira eleitora de que se tem registro oficial e inequívoco, no Brasil, ao votar em 5 de abril de 1928 na cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte.</p><p>O protagonismo de Viana no que tange à participação feminina no processo político brasileiro não pode ser elencado como um fator isolado. "Não foi uma conquista individual, mas resultado de estratégia, articulação política e avanço do movimento feminista no país", avalia a  socióloga e cientista política Joyce Martins, professora na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 14:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Frida Kahlo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Frida Kahlo</strong> foi umas das mais importantes pintoras mexicanas do século XX, e destacou-se por ser uma artista singular. Com uma produção bastante autobiográfica, Frida retratava temas e angústias pessoais.</p><p>Entretanto, sua obra acabou comunicando-se e inspirando diversas mulheres, de forma que a artista se tornou um símbolo para o movimento feminista.</p><p>Embora tenha tido uma vida muito conturbada, desde a saúde e relacionamentos, ela era dona de um espírito revolucionário e militou no partido comunista mexicano. Lutou pelos direitos das mulheres e valorizou muito a cultura indígena do povo andino, sendo também referência na cultura latino americana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 14:11:13 UTC</pubDate>
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         <title>Sônia Guajajara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sônia Bone de Sousa Silva Santos, mais conhecida por seu nome indígena Sônia Guajajara, tem 50 anos e é uma liderança indígena extremamente conhecida no país, atualmente ocupando o cargo de Ministra dos Povos Indígenas no Brasil. Ela tem desempenhado uma defesa extremamente ativa dos direitos indígenas, lutando contra ameaças à demarcação de terras indígenas e lutando contra o desmatamento que afeta as comunidades indígenas no país. Não só isso, ela também tem participado de debates nacionais e internacionais para dar visibilidade às questões indígenas.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 14:21:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rigoberta Menchú Tum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Ativista dos direitos humanos guatemalteca nascida em Chimel, pequeno povoado localizado ao norte da Guatemala, Prêmio Nobel da Paz (1992) que de origem de uma família de camponeses índios e pobres, mostrou ao mundo a antiga cultura Maia-Quichéo. Cresceu trabalhando na fazenda familiar, ou nos altiplanos do norte onde a família dela viveu, ou na costa de Pacífico onde adultos e crianças iam colher café nas grandes plantações. Ainda adolescente foi envolvida em atividades de reforma sociais promovidas pela Igreja católica, e destacou-se no movimento de propriedade das mulheres Desenvolveu uma intensa atividade em defesa dos povo s indígenas, e, em 1992, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Graças ao seu trabalho, recebeu reconhecimento mundial e vários doutorados&nbsp;<em>honoris causa</em>. Em 1993, foi escolhida pelas Nações Unidas como Embaixadora da Boa Vontade para o Ano Internacional dos Povos Indígenas. Atualmente é promotora da Década Internacional dos Povos Indígenas, por mandato da Assembleia Geral, e assessora pessoal do diretor-geral da Unesco. Realiza extensa atividade cívica na Guatemala, onde é citada como presidenciável.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 14:30:01 UTC</pubDate>
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         <title>Zilda Arns</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Zilda Arns foi uma médica, sanitarista, intelectual e filantropa brasileira fundadora da Pastoral da Criança, uma das principais entidades responsáveis pela redução da taxa de mortalidade infantil no Brasil, além do Estado."</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 17:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>Elvia Carrillo Puerto</title>
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         <description><![CDATA[<p>Elvia Carrillo Puerto foi uma figura pioneira na defesa dos direitos das mulheres e do progresso social. Destacou-se como líder do movimento feminista mexicano do início do século XX por desafiar as normas sociais e destacar a importância da igualdade de gênero em um mundo dominado pelos homens.</p><p>Como fundadora do Partido Feminista Revolucionário, suas principais iniciativas se concentraram no sufrágio feminino, educação, autonomia econômica e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Seu trabalho como educadora incluiu aulas sobre higiene, controle de natalidade e planejamento familiar, o que teve um impacto significativo na melhoria da saúde e da qualidade de vida das mulheres mexicanas. Seu legado perdura como um legado de coragem e determinação, inspirando futuras gerações de mulheres no México.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:19:54 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Auxiliadora da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A artista mineira Maria Auxiliadora nasceu na cidade de Campo Belo, no ano de 1935, mas se mudou para São Paulo ainda criança. Atuou como empregada doméstica durante um longo período de sua vida, mas sempre teve afinidade com a arte, embora só tenha se dedicado exclusivamente à pintura aos 32 anos. Através de mostras que reveem os termos “primitivo” e “ingênuo”, questionando visões paternalistas e preconceituosas, parte do programa recente do MASP é voltado para uma compreensão maior sobre artistas autodidatas como Maria Auxiliadora, que fazem parte da história da arte brasileira. A técnica usada por ela para pintar é muito singular e foge de preceitos acadêmicos. Sua pintura é marcada por cores vibrantes e relevos sobre a tela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:25:52 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Perón</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Eva Perón entrou para a história como uma das principais figuras políticas de toda a América Latina. Seu nome está presente nas grandes cidades da Argentina, na fachada do Ministério da Saúde de Buenos Aires e na nota de 100 pesos. Sua trajetória também foi retratada em inúmeros documentários, filmes e se tornou até musical na Broadway.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:29:32 UTC</pubDate>
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         <title>Sóror Juana Inés de La Cruz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sóror Juana Inés de la Cruz</strong> foi uma religiosa católica nascida no atual México durante o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://humanidades.com/br/epoca-colonial/">período colonial</a>, ou seja, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://humanidades.com/br/vice-reinado-da-nova-espanha/">vice-reinado da Nova Espanha</a>. Foi uma <strong>importante poeta, dramaturga e pensadora</strong>, membro americano da literatura da Era de Ouro Espanhola e uma das figuras literárias mais proeminentes das Américas na época.</p><p>×</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:37:48 UTC</pubDate>
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         <title>Esperanza Brito de Martí</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Esperanza Brito de Martí</strong> (1932 - 16 de agosto de 2007) foi uma jornalista mexicana, feminista e ativista dos direitos reprodutivos. Foi diretora da revista <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="wl" href="https://www.wikiwand.com/en/articles/Fem_(magazine)"><em>Fem</em></a> por quase 30 anos e escreveu como correspondente para diversos jornais e revistas. Seu jornalismo foi agraciado com o Prêmio Nacional de Jornalismo "Juan Ignacio Castorena y Visúa". Ela era uma defensora dos direitos à contracepção e ao aborto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:45:37 UTC</pubDate>
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         <title>Margarida Maria Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Margarida Maria Alves nasceu em 5 de agosto de 1933, em Alagoa Grande, Paraíba.&nbsp;Foi trabalhadora rural e rendeira, e atuou no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, sendo a primeira mulher a presidir a entidade.&nbsp;</p><p>Lutou pelos direitos básicos dos trabalhadores rurais, como carteira de trabalho assinada, férias e regulamentação da jornada de trabalho.&nbsp;</p><p>Foi assassinada em 12 de agosto de 1983, aos 50 anos, com um tiro no rosto, em frente à sua casa, na presença do marido e do filho.&nbsp;O assassinato de Margarida Alves teve grande impacto no movimento sindical e na luta pelos direitos das mulheres no campo.&nbsp;A Marcha das Margaridas, um evento anual que reúne milhares de mulheres do campo em Brasília, é realizada em sua homenagem.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:54:58 UTC</pubDate>
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         <title>Lenora de Barros</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Lenora de Barros é artista visual e poeta. Iniciou sua carreira na cidade de São Paulo, onde vive e trabalha atualmente. Formada em linguística pela Universidade de São Paulo na década de 1970, Lenora inicialmente explorou a palavra em forma de texto. Suas primeiras obras podem ser colocadas no campo da “poesia visual”, associada à poesia concreta da década de 1950.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 18:59:12 UTC</pubDate>
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         <title>Nise da Silveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nise Magalhães da Silveira</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_M%C3%A9rito_Cultural">OMC</a> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Macei%C3%B3">Maceió</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_fevereiro">15 de fevereiro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1905">1905</a> — <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)">Rio de Janeiro</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_outubro">30 de outubro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1999">1999</a>) foi uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina">médica</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psiquiatria">psiquiatra</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileira</a>. Reconhecida mundialmente por sua contribuição à psiquiatria, revolucionou o tratamento mental no Brasil por meio da arte, livre expressão e afetividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 11:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>Clarice Lispector</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Chaya Pinkhasivna Lispector</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_M%C3%A9rito_Cultural">OMC</a> (em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_ucraniana">ucraniano</a>: Хая Пінкасiвна Ліспектор; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romaniza%C3%A7%C3%A3o_(lingu%C3%ADstica)">romaniz.</a>: <em>Chaya Pinkhasivna Lispector</em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a>; nascida em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chechelnyk">Chechelnyk</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oblast_de_Vin%C3%ADtsia">Oblast de Vinítsia</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_da_Ucr%C3%A2nia">República Popular da Ucrânia</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/10_de_dezembro">10 de dezembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1920">1920</a> — falecida no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro">Rio de Janeiro</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)">RJ</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_dezembro">9 de dezembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1977">1977</a>),<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a> mais conhecida profissionalmente como <strong>Clarice Lispector</strong>, foi uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritora</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalista">jornalista</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ucranianos">ucraniana</a> de origem <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeus">judaica</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_judeus_na_R%C3%BAssia">russa</a> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Asquenazes">asquenaz</a>), <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Naturaliza%C3%A7%C3%A3o">naturalizada</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileira</a> e radicada no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a> Autora de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance">romances</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conto">contos</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensaios">ensaios</a>, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX">século XX</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a> Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Epifania">epifania</a> de personagens comuns em momentos do cotidiano. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 11:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Bartolina Sisa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Filha de José Sisa e Josefa Vargas, Bartolina Sisa nasceu por volta de 1750 na comunidade indígena de Q'ara Qhatu (<em>Caracoto,</em> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_castelhana">espanhol</a>), uma aldeia na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Real_Audi%C3%AAncia_de_Charcas">Real Audiência de Charcas</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vice-Reino_do_Peru">Vice-Reino do Peru</a>. Ela ainda era criança quando sua família se mudou para a província de Sica Sica, onde comercializava <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coca">folhas de coca</a> e trabalhava na produção de têxteis.Assim como outros camponeses da região, ela percorria o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Altiplano_andino">altiplano</a> vendendo os artigos produzidos por sua família. Também em Sica Sica vivia Julián Apaza, mais tarde conhecido como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%BApac_Katari">Túpac Katari</a>, com quem ela se casaria e teria quatro filhos. </p><p>Em 1780, indígenas principalmente dos povos aimarás e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Qu%C3%ADchuas">quíchuas</a>, liderados por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%BApac_Amaru_II">Túpac Amaru II</a>, rebelaram-se contra os governantes coloniais do vice-reinado do Peru. Durante a revolta, Bartolina Sisa recebeu um importante papel de liderança à frente de um exército de cerca de 40 mil insurgentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 12:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Dadá (cangaceira)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sérgia Ribeiro da Silva Chagas, conhecida pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alcunha">alcunha</a> de Dadá, nasceu em 25 de abril de 1915, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bel%C3%A9m_do_S%C3%A3o_Francisco">Belém do São Francisco</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pernambuco">Pernambuco</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dad%C3%A1_(cangaceira)#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a></p><p>Dadá teve sete <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filho">filhos</a> com o cangaceiro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corisco">Corisco</a>, com quem foi <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento">casada</a> durante anos, e todos eles nasceram entre os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandacaru">mandacarus</a>. Ela mesma fazia os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parto">partos</a>. Os filhos foram entregues a parentes, para que fossem criados. O primeiro filho de Dadá nasceu no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sert%C3%A3o_nordestino">sertão</a>, quando ela tinha 17 anos. Teve 34 <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Neto">netos</a>.</p><p>Dadá passou a viver em Salvador, lutando para ver a legislação que assegura o respeito aos mortos fosse cumprida - e a tétrica exposição do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Antropol%C3%B3gico_Est%C3%A1cio_de_Lima">Museu Antropológico Estácio de Lima</a>,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dad%C3%A1_(cangaceira)#cite_note-12"><sup>[12]</sup></a> localizado no prédio do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_M%C3%A9dico_Legal_Nina_Rodrigues">Instituto Médico Legal Nina Rodrigues</a> tivesse fim. Só a 6 de fevereiro de 1969, no governo <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Viana_Filho">Luiz Viana Filho</a>, foi que os restos mortais dos cangaceiros puderam ser inumados definitivamente - tendo, porém, o museu feito moldes para expor, em substituição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 12:19:49 UTC</pubDate>
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