<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Biologia do Conhecer nos estudos de emoções by Elecíntia Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7</link>
      <description>[Biology of knowing] Seminário 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-14 00:21:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-30 09:17:18 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f970.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Vamos trabalhar com narrativa visual? 😊                  (Podem ser usados desenhos, colagens, imagens retiradas da internet...)	Conforme a teoria de Humberto Maturana, citada por Rezende (2014): “As emoções transformam ações”. Na prática docente, na sala de aula, essa frase pode emergir de várias formas, a partir de diferentes contextos. 	Pensando nisso, compartilhe conosco uma narrativa visual, e explique como ela se relaciona à sua prática: busque pela apresentação de uma ação, no ambiente escolar, que pode ser transformada pelas emoções (positivas ou negativas). Caso não seja possível relacionar à sua prática pessoal, pode pensar de modo amplo, a partir de seus conhecimentos com relação à prática docente.</title>
         <author>elecintiamv</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1737883630</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/288055388/62c62f217056d2d04508198aa97e0d91/183091104_2883925745198556_3089102086214906883_n.jpg" />
         <pubDate>2021-09-14 01:44:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1737883630</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Minha sala de aula | weslen</title>
         <author>weslenpedrofonseca</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1748430752</link>
         <description><![CDATA[<div>Partindo do texto " Crenças, Cognição e Emoção no Ensino e na Aprendizagem de Línguas" (Aragão, 2010), eu tentei desenhar como eu enxergo a minha sala de aula, quais as minhas crenças, e como eu lido com os possíveis conflitos entre minhas crenças e meu estilo com relação as crenças e aos estilos dos alunos.&nbsp;<br><br>Eu, por exemplo, acredito muito num ensino de línguas voltado para a resolução de questões ou problemas sociais (a criação de uma conta no banco, andar de ônibus pela cidade, discutir o espaço para as mulher no mercado de trabalho, produzir um anuncio publicitário). A partir disso, eu envolvo os meus alunos, respeitando suas diferentes personalidades e estratégias de aprendizagem, em diferentes grupos, em diferentes atividades, para em conjunto chegar a resolver, ou avançar, nos debates sobre essas questões e problemas sociais.&nbsp;<br><br>Esse, é o meu ideal de sala de aula, mas nem sempre é o que acontece. Às vezes, eu me perco nessas linhas pontilhadas.&nbsp;<br><br>hahah<br><br>Bom trabalho, meninas. &lt;3</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1072606135/c145f1919e323a2c3e5b48ee0db3c27e/padlet_image_picker_file_2120dbf4_59cd_4778_9939_5bbb08cedcba.jpg" />
         <pubDate>2021-09-17 11:29:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1748430752</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A minha sala de aula / Camila</title>
         <author>cardosobcamila</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1756886713</link>
         <description><![CDATA[<div>Obrigada, Ana, pela indicação de leitura da dissertação de Thalita. Em um momento em que venho tentando conciliar a alta carga horária de trabalho em uma escola regular, com a dedicação necessária ao mestrado, é muito bom saber que não estou sozinha. Em muitos trechos, me identifiquei com os relatos (mesmo estando bem contextos diferentes, certos episódios são inerentes ao contexto escolar) e acredito que isso é essencial para nosso processo de autoconhecimento e aceitação. Em minha prática docente, a sala de aula é como uma janelinha, em que durante alguns momentos do dia o céu vai estar mais azul, brilhante... e em outros mais nebuloso, chuvoso. As diferentes emoções se desenvolvem a partir de cada um dos pontos que escrevi... e, como uma professora em processo de (auto)construção, descubro que aprender com a dor e com amor, pode fazer parte do processo. Para mim, é muito importante ler e discutir sobre todas as emoções e angústias de ser um professor-pesquisador, situação compartilhada por tantos alunos da pós =)</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1167737022/d93bdbe71efa953c2a0214c4f7bfcfea/up.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-21 12:06:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1756886713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O professor no processo de ensino/aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1758603358</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto de Aragão (2010) pude refletir muito sobre o papel fundamental do professor no sentido de acolher os alunos. Percebemos o quanto as crenças, as identidades construídas dos estudantes e do professor, e os estilos cognitivos sem imbricam no contexto de aprendizagem, e como podem otimizar ou atrapalhar o fluir das emoções em favor da aprendizagem.<br>Barcelos (2004) é citada quando Aragão fala sobre a importância da formação de professores, no sentido de prepará-los para lidar com a diversidade de crenças entre professores e alunos, bem como os conflitos que podem surgir a partir daí.&nbsp;<br>Na minha ‘tentativa de desenhar’, tentei ilustrar que o professor deve estar flexível e aberto para receber os alunos, do modo que são, com as crenças que têm, com as emoções que expressam, e estar atento sempre, prestar atenção nos estudantes e ‘percebê-los’, caso contrário, vai reproduzir suas crenças, seu estilo cognitivo, seguir seu planejamento habitual, independente das necessidades e expectativas do grupo.<br>Claro que a responsabilidade não é apenas do professor, o aluno também deve fazer esforços para que a aprendizagem flua. Contudo, professora que sou, penso que devemos nos ‘desformatar’ das nossas crenças, ter empatia e respeito pelo estudante e humildade para aceitar que existem outras formas de ensinar e aprender. Nem sempre temos o melhor modelo para todos os grupos e contextos. Além disso, com as tecnologias e multimídias, nosso padrão pode precisar ser repaginado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309473422/50fd046dbc4efb21024eaf8500a65776/66555A50_CFF7_4F9C_87F7_C56BCA1EB813.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-22 00:05:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1758603358</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Viviane - sala de aula</title>
         <author>vivianeteixeira4</author>
         <link>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1760013490</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá!<br>A partir da leitura do texto "Crenças, Cognição e Emoção no ensino de Línguas "(Aragão, 2010), fiz um esboço das principais emoções presentes na minha sala de aula. Acredito que seja importante normalizar os dias bons e ruins, assim como as emoções negativas e positivas. Dessa forma, na minha prática não me cobro por estar sempre feliz, acho importante entender a tristeza e saber ressignificar as experiências .&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1309126179/0656c2bd02a9f7d70ef13785a3d11c8e/242320351_1903152483179678_1748766646449113650_n.jpg" />
         <pubDate>2021-09-22 13:28:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elecintiamv/h9sl3oufpa9qh3y7/wish/1760013490</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
