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      <title>9º 12 Roda de Conversa - Memórias do Cativeiro by Jacqueline Aparecida</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-14 23:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>ORIENTAÇÕES:</title>
         <author>rpsegismundo2020ufu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá estudantes, esperamos que todas e todos estejam bem e com saúde! Após a exibição do documentário "Memórias do Cativeiro", pedimos que vocês realizem algum material contendo reflexões sobre o assunto discutido. Vocês podem deixar aqui algum texto, poesia, desenho, ou até o link de músicas que acreditam se relacionar com os temas presentes no documentário. Lembrando que nele somos convidados a pensar sobre as marcas da escravidão ao longo do tempo, através das falas de descendentes de escravizados. Contamos com a participação de vocês! Não esqueçam de COLOCAR NOME COMPLETO E TURMA. A atividade vai valer 5,0 pontos para a disciplina de História.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 01:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DO CATIVEIRO - IDENTIDADE E CIDADANIA NA PÓS-ABOLIÇÃO é a obra que faz uso mais extenso da história oral e das lembranças dos ex-escravos e seus descendentes depois da abolição. Com dezenas de depoimentos de escravos do antigo sudeste cafeeiro, onde viveu a maior parte dos últimos escravos do país, é dividido em duas partes: a primeira subdivide-se em &quot;História&quot;, &quot;Narrativa&quot; e &quot;Identidade&quot;; a segunda aborda o campesinato negro, a política e o trabalho no Vale do Paraíba após a abolição. Trata, ainda, das estratégias adotadas por famílias para contornar as limitações que o preconceito racial e a escravidão lhes impuseram para tornar-se parte da nação.Em fins do século XIX, a maioria dos brasileiros afrodescendentes já era livre. Mas todo cidadão &quot;de cor&quot; corria o risco de ser confundido com um escravo ou ex-escravo se não tivesse sua posição social largamente reconhecida. Por conta disso, tinha também se tornado norma de etiqueta silenciar sobre a cor das pessoas quando em situação formal de igualdade, como forma de evitar o estigma da escravidão. &quot;A verdadeira questão é saber como a cor foi apropriada como estigma do passado escravo e gerou mecanismos e discriminação social e racial que se mantiveram atuais por quase todo o século XX&quot;, explicam as autoras.Os depoimentos de MEMÓRIAS DO CATIVEIRO - IDENTIDADE E CIDADANIA NA PÓS-ABOLIÇÃO são frutos de pesquisas diferenciadas, que incluem o Acervo de Memória do Cativeiro, do Laboratório de História Oral e Imagem do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (Labhoi-UFF), a tese de Ana Maria Lugão Rios sobre a história familiar dos descendentes de libertos nas antigas áreas cafeeiras do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e as entrevistas feitas pela equipe do Labhoi sob coordenação de Hebe Maria Mattos.</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Resumo do vídeo<br>Nicolas Rezende Silva Martins 9° sala 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 22:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Minha visão sobre o documentário: Memórias do cativeiro </title>
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         <description><![CDATA[<div>(escolhi essa música porque acho que retrata bem as emoções desse povo que tanto sofreu, sou de uma religião de matriz africana, nós acreditamos que os Pretos velhos são escravizados que morreram e agora estão aqui para nossa ajudar e nos guiar, no documentário tem um momento em que eles são citados, e podemos perceber o quanto esse povo acredita e tem fé neles.)<br><br><br>&nbsp; &nbsp;Com esse documentário eu pude perceber o quão e importante aprendermos a história do nosso país, na minha visão nós deveríamos dar mais valor a esse povo que foi retirado de sua terra e que sofreu tanto na mão de pessoas maldosas.&nbsp;<br>&nbsp; E e sempre vai ser uma história emocionante e que deve ser lembrada, todos nós devemos entender e aprender sobre o lado de quem sofreu.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Separados de suas famílias e vendidos como uma mercadoria qualquer, sofredores de preconceito apenas por ter uma cor e uma cultura diferente, esse são os povos africanos que desde cedo sofreram apenas por serem quem são, tinham que fazer serviços pesados e eram maltratados, mal tinham o que comer e muitas vezes morriam de doenças, vivem em lugares mal arejados e eram tratados como bichos, essa era a realidade desse povo que foi arrancado de suas raízes. Muitas vezes sofriam na mão de seus senhores apenas por não por não obedecer uma ordem que nem deveria existir.<br>&nbsp; Muitas pessoas acreditam que os escravos se entregavam e não resistiam, mas não era bem assim, eles tinham uma resistência principalmente cultural, realizavam tipos de giras e praticavam uma dança ao som de tambores, essa era uma forma deles mostrarem que não importa o quanto sofrecem e o quanto fossem injustiçados eles nunca deixariam sua cultura. Os escravizados também fugiam e iam para lugares que chamamos de "quilombos", lugar onde eles se escondiam e viviam para não ter que voltar a servir seus senhores.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;O sofrimento e a dificuldade de vida, muitos escravos não chegavam nem ao 60 anos de idade, era difícil com tantas doenças e também com a vida que levavam, muitas escravas engravidavam e infelizmente criavam seus bebês com miséria, essa era a realidade de um povo que era tratado assim apenas por ser "diferente".<br>&nbsp; &nbsp;A abolição da escravatura foi um precesso demorado, onde várias leis que eram criadas não ajudavam a vida dos escravos, o Brasil já era um país atrasado quanto a isso, porém em 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei áurea, que libertava os escravos dessa vida tão sofrida.<br>&nbsp; &nbsp;Mesmo depois da abolição da escravatura a vida desse povo não ficou fácil, eles sofriam preconceito por sua cor e tinham dificuldade de arranjar emprego, os salários eram baixos e nunca conseguiam fica muito tempo em um serviço.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; E depois de tantos anos do fim da escravidão os pretos ainda sofrem com o preconceito enraizado da sociedade, e triste ver que depois de tanto tempo ainda não conseguimos aceitar esse povo que sofreu e ajudou nossos país a ser o que e hoje, infelizmente depois de tanto tempo as religiões de matrizes africanas ainda sofrem a intolerância religiosa apenas por suas crenças, e menso depois de tanto tempo e triste ver o quanto as pessoas ainda não evoluíram suas mentes e ainda carregam esse preconceito do passado. Por isso eu acho tão importante estudar história, ela serve para aprendermos a não cometer os mesmos erros do passado, e ela nos mostra a como melhorar o futuro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-19 18:33:33 UTC</pubDate>
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         <title>  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Jongo. <br></strong>O jongo chegou ao Brasil com os escravos africanos de origem bantu, vindos do Congo e de Angola, permanecendo presente entre aqueles que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar no vale do Rio Paraíba, entre São Paulo e Minas Gerais. Os outros escravos presentes respondiam, cantando alto e batendo palmas.</div><div>Jongo é a dança com o ritmo quente e envolvente, que ainda conserva a punga (toque de umbigo), é praticada ao som de tambores e para a sua realização é feita uma roda e um casal dança no interior desta.<br><br><br><strong>Preconceito religioso e cultural.</strong></div><div><br></div><div>A intolerância religiosa é o ato de discriminar, ofender e rechaçar religiões, liturgias e cultos, ou ofender, discriminar, agredir pessoas por conta de suas práticas religiosas e crenças. A religião foi um meio de demarcar o poder político e controlar a população. Houve, inclusive, um período em que os cristãos foram perseguidos e criminalizados no Império Romano. Hoje, o pensamento republicano e, em especial, a democracia impedem que, ao menos teoricamente, exista um vínculo direto entre Estado e religião, formando o que chamamos de Estado laico.<br>O preconceito cultura é o preconceito contra sua nacionalidade, tradições, crenças, costumes, hábitos. A antropologia dá o nome de etnocentrismo à atitude de considerar a sua própria cultura superior à de outra pessoa.</div><div><br><br><strong>Fim da escravidão.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>A escravidão era um sistema ou prática social em que os princípios do direito de propriedade aplicavam- se a determinados indivíduos, permitindo sua posse e comercialização.&nbsp;</div><div>O abolismo foi uma das principais causas para o processo de abolição maciça da escravidão em determinadas sociedades, contudo, diversos fatores incidem sobre a abolição desta prática, dentre elas, guerras civis, decretos do governo e processos históricos e políticos.</div><div>Embora todas as nações do mundo já tenham abolido a escravidão, ainda há persistência ilegal em manter essa prática. Em decorrência disso, foi criada uma classificação anual do índice global de escravidão.</div><div><br></div><div><br></div><div><strong>Reconhecimento dos quilombos.</strong></div><div><br></div><div>No período de escravidão no Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam, com outros com igual situação, em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade.</div><div>Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.</div><div><br><br><br>Aluna: Luanna Gabrielly Fernandes Rodrigues.<br>9º ano, sala 12.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 23:53:31 UTC</pubDate>
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         <title>O fim da escravidão </title>
         <author>cecilia7035331</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há 136 anos, o domingo de 13 de maio de 1888 amanheceu ensolarado no Rio de Janeiro, a capital do Império do Brasil. Era um dia de festa. A escravidão chegava ao fim por meio de uma lei votada no Senado e assinada pela princesa Isabel.<br><br>O Brasil era o último país da América a acabar com a escravidão. Ao longo de mais de três séculos, foi o maior destino de tráfico de africanos no mundo, quase cinco milhões de pessoas. Grande parte dos descendentes daqueles que chegaram também fora escravizada.<br><br>“Todos saímos à rua. Todos respiravam felicidade, tudo era delírio. Verdadeiramente, foi o único dia de delírio público que me lembra ter visto”, recordou cinco anos depois o escritor Machado de Assis, que participou das comemorações do fim da escravidão, no Rio<br><br>O jongo<br><br>O jongo é uma dança dos ancestrais, dos pretos-velhos escravos, que remete ao povo do cativeiro. A abolição da escravidão, em 1888, libertou os negros, mas não Ihes forneceu meios para ganhar o próprio sustento.<br><br><br>Cecilia Rodrigues Vieira&nbsp;<br>9°12<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 02:33:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias de um cativeiro&nbsp;<br><br><br>A escravidao foi uma coisa horrível que marcou nosso passado, foi muito triste e temos marcas disso ate hj,podemos ter ter uma referência sobre isso so de olhar o mercado de trabalho, que so de observar vemos que mais pessoas brancas que&nbsp; sao mais sucedidas,ou também com a violência com os negros hoje em dia igual passa nos jornais,na escravidao tinha várias fases, ex acha q quando os negros foram virando escravos eles aceitarão isso numa boa? Não ouve a resistência mais não adiantou pois o branco era mais forte e mais rico na época sendo assim tinha mais voz e era eles quem mandava,os escravos depois de vendidos nao veriam&nbsp; mais suas famílias pois cada um podia ser vendido pra homens diferentes e assim se separando, no passado a via uma coisa que eles gostavam de fazer q era as danças que ajudavam a se divertir um pouco como a do jongo que era uma cultura pra eles&nbsp;<br>Sabia q a religião deles ate hj e muito criticada tradada com preconceito? Pois e uma religao que nao a so deus e nossa senhora, mais também outros santos, e assim e diferencia da católica ou evangélica,e assim sendo considera uma religião meio errada ao olhos do povo, mais não&nbsp; podemos ser assim devemos respeitar e sempre entender o outro, agora que ja deu pra ter uma noção sobre esse passado, vamos lembrar sobre uma lei muito importante &nbsp;<br>A LEI AUREA que significa o fim da escravidao, as coisa não ficarão perfeitas depois disso não, ainda ouve muitas dificudade como trabalho achar as famílias perdidas,moradias e muito mais, claro depois de um tempo as coisas foram se ajeitando mais nunca que aquele povo teve ou chegou perto de ter a vida perfeita.dificuldades continuaram sabia que ainda a via escravos? Sim pois muitas gente ainda queria traficar escravos contra a lei então ate isso demorou pra acabar mesmo com essa lei q declarava o fim de tanto sofrimento&nbsp;<br><br>Tentei resumir pra ter uma noção sobre memória de um cativeiro,para q vocês entendam melhor como era o passado da quelas pessoas e o tanto que foi sofrido tudo aquilo<br><br>Ana Júlia Rodrigues Fernandes&nbsp;<br>9ano sala 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 03:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>Abolição da escravatura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>abolição da escravatura</strong> foi um dos acontecimentos mais marcantes da história do Brasil e determinou o fim da escravização dos negros no Brasil. A abolição do trabalho escravo ocorreu por meio da <strong>Lei Áurea</strong>, aprovada no dia 13 de maio de 1888 com a assinatura da regente do Brasil, a princesa Isabel. A abolição da escravatura foi a conclusão de uma campanha popular que pressionou o Império para que a instituição da escravidão fosse abolida de nosso país.<br>A abolição do trabalho escravo foi um assunto debatido em nosso país ao longo de todo o século XIX. Esse assunto já era discutido por algumas personalidades nos primeiros anos de nossa <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/independencia-brasil.htm">independência</a>, como José Bonifácio, e se arrastou ao longo de todo o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/brasil-monarquia.htm">período monárquico</a>. Mas o primeiro assunto que tomou real importância no cenário político de nosso país foi a proibição do tráfico negreiro.<br><br></div><div>O tráfico existia no Brasil desde meados do século XVI, porém, no século XIX, os ingleses começaram a pressionar, primeiramente, Portugal e, em seguida, o Brasil para que o tráfico negreiro fosse proibido aqui. A pressão inglesa fez o Brasil assumir compromissos com a proibição do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm">tráfico negreiro</a>, na década de 1820.<br><br></div><div>Esse compromisso resultou na <strong>Lei Feijó</strong>, de 1831, mas, mesmo assim, o tráfico negreiro continuou, desembarcando milhares de africanos todos os anos no Brasil. Em 1845, a Inglaterra, enfurecida com a postura permissiva do Brasil com o tráfico, decretou o <strong>Bill Aberdeen</strong>, lei que permitia às embarcações britânicas invadirem nossas águas territoriais para apreender os navios negreiros.<br><br></div><div>O risco de uma guerra entre Brasil e Inglaterra por conta do Bill Aberdeen fez com que fosse aprovada uma lei, em 1850, conhecida como <strong>Lei Eusébio de Queirós</strong>. Essa lei decretava a proibição definitiva sobre o tráfico negreiro no Brasil, mas permitia que os africanos que chegaram após a lei de 1831 continuassem como escravos. Com essa lei, a repressão ao tráfico negreiro foi efetiva e, de 1851 até 1856, “somente” 6900 africanos chegaram ao Brasil<strong>|1|</strong>.<br><br></div><div>Com a proibição do tráfico, foi iniciado um processo de transição, pois, uma vez que a fonte que renovava os números de escravos no Brasil tinha acabado, era natural que com o tempo a escravidão no país fosse abolida, já que não havia a renovação natural da população de escravos no país. A intenção dos escravocratas era tornar essa transição a mais longa possível.<br><br></div><div>Na década de 1860, a pressão sobre o Império pelo fim da escravidão era enorme, porque a Rússia havia acabado com a servidão em seu território e os Estados Unidos havia abolido a escravidão depois da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/guerra-secessao.htm">Guerra Civil</a>. Isso tornava o <strong>Brasil</strong>, <strong>Porto</strong> <strong>Rico</strong> e <strong>Cuba</strong> os últimos locais escravocratas do continente americano.<br><br></div><div>Nesse contexto, o movimento abolicionista começou a se estruturar, mas, politicamente, a pauta não avançava por conta da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/guerra-paraguai.htm">Guerra do Paraguai</a>. Com o fim do conflito, em 1870, os movimentos abolicionistas ganharam força e o debate pelo fim da escravidão além de tornar-se pauta importante na política, também tornou-se um debate relevante na sociedade brasileira.<br><strong><br>Movimento abolicionista<br></strong><br></div><div>A abolição da escravatura no Brasil <strong>não foi</strong> resultado da benevolência do Império, como muitos acreditam. Essa conquista <strong>foi resultado do engajamento popular</strong> contra essa instituição, e a pressão popular sobre o Império foi o fator que fez com que a escravidão fosse abolida em 13 de maio de 1888.<br><br></div><div>Conforme o movimento abolicionista ganhava força, os grupos escravocratas articulavam-se politicamente para barrar o avanço do abolicionismo. O debate no campo político encaminhou a aprovação de uma lei, em 1871, conhecida como <strong>Lei do Ventre Livre</strong>.<br><br></div><div>Essa lei declarava que todo nascido de escrava, a partir de 1871, seria declarado livre, mas desde que prestasse um tempo de serviço, sendo libertado com <strong>oito</strong> <strong>anos</strong> (com indenização) ou com <strong>vinte e um anos</strong> (sem indenização).<br><br></div><div>Essa lei foi decretada para atender uma série de interesses dos donos de escravos, mas foi utilizada frequentemente por advogados e rábulas (advogado sem formação acadêmica) abolicionistas na defesa dos escravizados. Essa atuação na lei foi uma das formas de resistência popular contra a instituição da escravidão em nosso país. Outra lei criada pelos escravocratas para atender seus interesses de transição gradual foi a <strong>Lei dos Sexagenários</strong>, de 1885.<br><br></div><div>A mobilização abolicionista, por sua vez, não ficou reclusa a isso. Entre 1868 e 1871, surgiram 25 associações que defendiam a abolição em diferentes províncias do Brasil<strong>|2|</strong>. Um dos nomes que já estava envolvido com essas associações foi <strong>Luís</strong> <strong>Gama</strong>, advogado negro que atuou arduamente na defesa da abolição.<br><br></div><div>O crescimento da causa abolicionista aconteceu a partir da década de 1870, mas, na década de 1880, esse foi o assunto mais debatido do país. O crescimento do abolicionismo é expresso no dado que aponta que, entre 1878 e 1885, surgiram 227 associações abolicionistas no país<strong>|3|</strong>. Essa quantidade de associações contribuiu para espalhar a causa publicamente e fez com que as classes populares do país começassem a defender o abolicionismo.<br><br></div><div>Entre essas associações, a maior e mais importante delas foi a <strong>Confederação Abolicionista</strong>, associação criada por <strong>André</strong> <strong>Rebouças</strong> e <strong>José</strong> <strong>do</strong> <strong>Patrocínio</strong>. A historiadora Ângela Alonso alega que a Confederação Abolicionista “coordenou a propaganda em escala nacional, agrupando associações e desencadeando a campanha de libertação”<strong>|4|</strong>.<br><br></div><div>A resistência contra a escravidão também ocorreu nas vias “ilegais” (pela legislação da época) e era comum que pessoas abrigassem escravos fugidos e que essas associações abolicionistas organizassem movimentos que roubavam escravos de seus donos e os levavam para o Ceará (local onde a abolição aconteceu em 1884). Caso tenha interesse em saber mais sobre isso, sugerimos a leitura deste texto: <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/caifazes-abolicionismo-popular.htm">Caifazes e o abolicionismo popular</a>.<br><br></div><div>Esses grupos abolicionistas criavam rotas de fuga para os escravos, divulgavam panfletos, publicavam textos em defesa da causa em jornais, organizavam conferências e eventos públicos, forjavam papeis de alforria etc. Grupos intelectualizados, como escritores, advogados e jornalistas aderiram à causa, mas também grupos populares, como associações de trabalhadores.<br><br></div><div>A movimentação contra a escravidão não aconteceu apenas pela população livre do Brasil, mas contou com o <strong>envolvimento fundamental dos escravos</strong>. Segundo o historiador João José Reis<strong>|5|</strong>, a ação dos escravos foi fundamental, pois impôs os limites aos senhores de escravos e contribuiu abertamente para a abolição da escravatura em 1888.<br><br></div><div>Durante todo o século XVIII, mas, principalmente a partir da década de 1870, os escravos organizaram-se e rebelaram-se contra a escravidão. Entre as formas de resistência estão as <strong>fugas</strong> que poderiam ser individuais ou coletivas, as <strong>revoltas</strong> que exigiam melhorias no seu trato e havia revoltas que resultavam na morte dos senhores de escravos.<br><br></div><div>Os escravos que fugiam abrigavam-se em <strong>quilombos</strong> que, na segunda metade do século XIX, se espalharam pelo país, sobretudo em regiões como Santos e o Rio de Janeiro. Em um desses quilombos – o Quilombo do Leblon – surgiu o símbolo do movimento abolicionista na década de 1870 e 1880: a <strong>camélia branca</strong>.<br><br>Gustavo Moura Noronha<br>9º12<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 12:58:11 UTC</pubDate>
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         <title>https://youtu.be/4Z686</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela é o canto dos escravos&nbsp;<br>Eu gostei dessa música porque ela representa o sofrimento dos escravos.<br>O documentário fala sobre vários escravos dando depoimentos sobre sua vida antiga,onde viveu.Eles falam sobre as antigas áreas cafeeiras do Rio de Janeiro.<br>Onde eles resistiam com a sua cultura.<br>Mesmo depois da abolição da escravatura,essas pessoas continuaram sofrendo principalmente na questão de emprego. Até hoje em dia ainda existe esse preconceito com as pessoas negras.<br>Thayla Giovanna Miranda Pereira&nbsp;<br>9°12<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 13:46:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa musica seu jorge faz uma critica social de como era o comercio escravo no Brasil e de como ate hoje os negros são discriminados em nossa sociedade, por exemplo nos empregos e de como muitos deles são comparados de graça com vilões etc.<br><br>Otavio Neves Costa 9 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:17:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O fim da escravatura foi um dos acontecimentos mais marcantes da história do Brasil e determinou o fim da escravização dos negros no Brasil.  O jongo chegou ao Brasil com os escravos africanos, vindos do Congo e de Angola, permanecendo presente entre aqueles que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar no vale do Rio Paraíba, entre São Paulo e Minas Gerais. Davi Blascovi Carneiro e Kauã David Soares Dos Reis 9° 12                                                   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abolição</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Abolição da Escravatura foi o acontecimento histórico mais importante do Brasil após a Proclamação da Independência, em 1822. No dia 13 de maio de 1888, após seis dias de votações e debates no Congresso, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que decretava a libertação dos escravos no país.<br><br>Hiago Gabriel Pereira de Novaes.&nbsp;<br>9° ano 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:19:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>JOAO VITOR LUIZ RIBEIRO</title>
         <author>jamhistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A escravidão é uma parte da história que é triste de se estudar, todo o sofrimento de um povo que foi levado da sua terra a força para trabalhar sem receber nada em troca durante toda a sua vida.<br>&nbsp; O documentário Memorias do Cativeiro dá a perspectiva dos antepassados dos entrevistados, que realmente sentiram na pele tudo oque aprendemos nas aulas de historia.<br> Esse documentário tirou a informação ''direto da fonte'' em um trabalho muito importante para manter vivas essas antigas historias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:20:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tempo de trabalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma coisa que nós gostamos é sobre o conceito que os escravizados ficavam mais de oito horas seguidas trabalhando contra sua vontade. Com isso chamou nossa atenção porque em nossa sociedade moderna pensar que trabalhar mais oito horas seguidas é algo surreal que se parando pra pensar em nossa sociedade atualmente quase ninguém conseguiria.<br>&nbsp;Além disso, a maneira como eles eram tratados nesse trabalho com chicotada e punições ainda mais severas serem finalmente sendo abolidas após o governo de Getúlio Vargas botando uma revolução para a&nbsp; sociedade escravizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:22:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DOCUMENTÁRIO MEMORIAS DO CATIVEIRO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O documentário memorias do cativeiro relata diversas depoimento descentes de escravos sobre os relatos dos seus antepassado.<br>&nbsp;No documentário fala sobre como foi a vida dos descendestes de escravos como eles sofreram muito conjuntamente fala como era o comércios dos escravos naquelas época.&nbsp;<br>&nbsp; além do mais naquela épocas se eles não faziam os trabalhos corretamente eles eram duramente castigados,podemos perceber que alguns escravos fugiam das fazendas pois não tinha liberdades.<br>&nbsp;No documentário fala sobre a lei do ventre livre que quando a mãe tinha seu filho , ele era livre pois não ajudavam muito seus pais, os filhos continuavam nas condições de escravos , pois dependiam dos seus pais.<br>&nbsp;enfim o documentário e bastante rico pois mostra de maneira objetivos os acontecimentos do período dos escravos &nbsp;<br>Júlia Gaia de Adriano e Gabriela Dias Silvas 9 ano 12<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FEscravid%25C3%25A3o_no_Brasil&amp;psig=AOvVaw1_S6kAehUTRrfzGbqwiqm3&amp;ust=1645561321568000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAsQjRxqFwoTCMict-PPkfYCFQAAAAAdAAAAABAD" />
         <pubDate>2022-02-21 20:22:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MEMÓRIAS DO CATIVEIRO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma música que representa o canto da vida sofrida dos escravos.<br>A gente gostou dessa música porque identifica o sofrimento dos escravos. Exemplos nos empregos, na fome.O sofrimento e a dificuldade da vida deles, muitos escravos não chegava há 50 anos de idade, era difícil com tantas doenças e dores.<br>O documentário fala sobre a vida sofrida e difícil que eles viviam, eles falam de várias áreas de cafés do Rio de Janeiro.<br><br><br>Ana Laura Alves Santos&nbsp;<br>Bianca Cosme Dos Santos&nbsp;9 ano 12</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=H3aQ7VIb0AM" />
         <pubDate>2022-02-21 20:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Fim da escravidão - Lei Áurea</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa musica anexada, conta um pouco sobre a vida dos escravos daquela época e sobre a Lei Áurea que foi assinada pela Princesa Isabel em Maio de 1888 assim marcando oficialmente o fim da escravidão no Brasil.<br>E essa musica fala um pouco mais sobre esse assunto de como era viver naquela época, dormiam presos como animais, acordava cedo para trabalhar e ainda eram chicoteados.<br><br>Guilherme Martins Gonçalves<br>Adriell Jose Pereira Dias Damaceno<br><br>9° Ano - Sala 12<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/f1e9Be8PYU4" />
         <pubDate>2022-02-21 20:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escravidão foi um péssimo período, onde negros foram forçados a trabalhar contra sua vontade, começou em 1535 e acabou a partir do manuscrito da Lei Áurea em 13 de maio de 1888, com a duração de 353 anos.<br>&nbsp;Os escravizados não aceitaram aquelas atrocidades de forma pacífica, fizeram revoluções. Se recusavam a obedecer as ordens lhe dadas, cometiam suicídio, fugiam entre outras.<br> Além da Lei Áurea foram criadas leis a favor do escravizados, dentre elas, Lei do ventre Livre etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias do Cativeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2059343720</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do documentário assistido, obtive muita informação.<br>Os diversos depoimentos e histórias contam mais sentimentos do que os livros didáticos. As histórias e os sentimentos dos depoimentos nos proporcionam sentimentos que nos fazem adentrar realmente na história. A história negra, como contada a partir do documentário, envolve não somente a vida de cada negro, ao qual é uma reflexão extremamente influenciada pelo passado, mas também influencia na história do nosso país. Como dito no documentário, o Brasil foi feito pelos africanos. Os diversos depoimentos e histórias contam mais sentimentos do que os livros didáticos. As histórias e os sentimentos dos depoimentos nos proporcionam sentimentos que nos fazem adentrar realmente na história. A história negra, como contada a partir do documentário, envolve não somente a vida de cada negro, ao qual é uma reflexão extremamente influenciada pelo passado, mas também influencia na história do nosso país. Como dito no documentário, o Brasil foi feito pelos africanos. Como exemplo, saia na rua e olhe para as pessoas; diferentes eA partir do documentário assistido, obtive muita informação.<br>Os diversos depoimentos e histórias contam mais sentimentos do que os livros didáticos. As histórias e os sentimentos dos depoimentos nos proporcionam sentimentos que nos fazem adentrar realmente na história. A história negra, como contada a partir do documentário, envolve não somente a vida de cada negro, ao qual é uma reflexão extremamente influenciada pelo passado, mas também influencia na história do nosso país. Como dito no documentário, o Brasil foi feito pelos africanos. CoOs diversos depoimentos e histórias contam mais sentimentos do que os livros didáticos. As histórias e os sentimentos dos depoimentos nos proporcionam sentimentos que nos fazem adentrar realmente na história. A história negra, como contada a partir do documentário, envolve não somente a vida de cada negro, ao qual é uma reflexão extremamente influenciada pelo passado, mas também influencia na história do nosso país. Como dito no documentário, o Brasil foi feito pelos africanos. Como exemplo, saia na rua e olhe para as pessoas; diferentes etnias, história a ser contada na cor da pele, sentimentos e memórias marcadas nela. A história do nosso país não é uma história bonita; assistindo o documentário, percebe-se que a vida não eram flores naquele tempo; o povo negro sofria simplesmente porque seus "donos" estavam de mal humor, isso é triste de toda e qualquer forma.&nbsp;<br>mo exemplo, saia na rua e olhe para as pessoas; diferentes etnias, história a ser contada na cor da pele, sentimentos e memórias marcadas nela. A história do nosso país não é uma história bonita; assistindo o documentário, percebe-se que a vida não eram flores naquele tempo; o povo negro sofria simplesmente porque seus "donos" estavam de mal humor, isso é triste de toda e qualquer forma.&nbsp;<br>A capacidade de compreender, e aceitar que negros sofreram e sofrem é muito bem-vinda por todos na sociedade.&nbsp;<br>Os relatos do documentário me tocaram em todas as formas, mostrando desde como eram tratados, passando por onde vivam, e terminando mostrando como suas vidas continuavam sem alegria após a abolição de seus pesadelos. otnias, história a ser contada na cor da pele, sentimentos e memórias marcadas nela. A história do nosso país não é uma história bonita; assistindo o documentário, percebe-se que a vida não eram flores naquele tempo; o povo negro sofria simplesmente porque seus "donos" estavam de mal humor, isso é triste de toda e qualquer forma.&nbsp;<br>mo exemplo, saia na rua e olhe para as pessoas; diferentes etnias, história a ser contada na cor da pele, sentimentos e memórias marcadas nela. A história do nosso país não é uma história bonita; assistindo o documentário, percebe-se que a vida não eram flores naquele tempo; o povo negro sofria simplesmente porque seus "donos" estavam de mal humor, isso é triste de toda e qualquer forma.&nbsp;<br>A capacidade de compreender, e aceitar que negros sofreram e sofrem é muito bem-vinda por todos na sociedade.&nbsp;<br>Os relatos do documentário me tocaram em todas as formas, mostrando desde como eram tratados, passando por onde vivam, e terminando mostrando como suas vidas continuavam sem alegria após a abolição de seus pesadelos.&nbsp;<br><br>ISRAEL DA SILVA FILHO. 9°12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 20:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escravidão no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2059460889</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos de escravidão é sempre bem triste de lembrar de tudo o que aconteceu.<br>A escravidão no Brasil começou por volta da década de 1530, no começo da colonização portuguesa, eles começaram escravizando os índigenas por conta da exploração do pau-brasil, isso até 1534 onde eles implementaram as capitanias hereditárias e com isso começaram a querer produzir açucar, e o trabalho era muito complexo e para não participarem do trabalho sujo escravizaram os índigenas pra isso.<br>Os Índigenas foram a principal mão de obra dos portugueses até meados do século XVII, quando começaram com o trabalho escravo com os Africanos, que foram levados para o Brasil pelo tráfico negreiro, para você ter idéia, o nosso país foi oq mais recebeu escravos africanos ao longo de 3 século.<br>O Brasil foi o último país do continente americano a abolir o trabalho escravo e isso ocorreu por meio da <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/abolicao-escravatura.htm">Lei Áurea</a>, aprovada pelo Senado e assinada pela <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/princesa-isabel.htm">princesa Isabel</a>, em <strong>13 de maio de 1888</strong>. O fim da escravidão no Brasil <strong>não foi por um ato de bondade</strong> da monarquia brasileira, <strong>mas foi uma conquista realizada por meio do engajamento popular e da resistência dos escravos</strong>.<br>Agora a minha visão sobre tudo isso, é que de certa forma, até hoje somos afetados com isso, você vê casos de racismo todos os dias, o povo afrodescedente sofre muito com isso até hoje, vemos isso no caso da procura de emprego, policiais parando somente negros, e isso só por conta da cor, no futebol vemos bastante isso, em qualquer lugar e isso é terrível, espero que essas pessoas que praticam esse crime para que não só sejam punidos mas sim também que evoluam como pessoa, e essa é a minha visão, que de alguma forma ainda somos afetados pelo passado.<br><br>Gabriel Oliveira Cândido 9 12 </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-21 22:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Lei de Áurea </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2059639625</link>
         <description><![CDATA[<div>O que mais gostei nesse documentário foi a lei de Áurea, que fez, ser proibido escravidão no Brasil, no dia 13 de maio de 1888. E também fiquei feliz em ver várias pessoas que eram escravizadas, serem soltas isso melhorou um pouco do Brasil, mais não deixou de existir escravidão no Brasil. Mais não é comemorada essa lei do fim da escravidão, e sim comemora o dia do preto velho.<br><br>E também gostei muito de saber de coisas que não sabia sobre escravos como, as fazendas, os lugares onde dormiam, a religião e histórias de familiares, muitos interessantes, e penso assim, como nossas famílias passaram por isso, antes de estarmos aqui hoje, e isso da um sentimento de alívio de hoje estamos tranquilo com isso, mais por incrível que pareça ainda existe escravidão.<br><br>Luís Henrique Carvalho<br>Thiago Santos Oliveira&nbsp;<br>9 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 01:54:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>         O 13 De Maio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2060442645</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O dia 13 De Maio,o dia em que a princesa Isabel tardiamente assinou a lei áurea em que finalmente decretava o fim da escravidão no Brasil.<br>&nbsp; Essa lei foi decretada principalmente pelas pressões do exército e os outros países. Pela tardia abolição da escravidão o Brasil e os negros sofreram consequências graves que cê estendem até hoje.<br>&nbsp; Mesmo depois da abolição da escravatura no Brasil os negros ainda tiveram que continuar trabalhando nas fazendas com condições quase escravas e os patrões tinham todo o poder para a qualquer momento demitir os negros a qualquer momento e deixá-los sem nada nem pra onde ir. Por isso os escravos sempre lutavam por seus direitos mas somente a partir de 1930 Getúlio Vargas começou a fazer leis trabalhistas a os negros.<br>&nbsp; No meio disso os negros começaram a comemorar o 13 De Maio mas não por causa de sua libertação e sim por causa do preto velho.<br><br><br>Davi Francisco Paulo Bernardino. 9°ano 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 12:18:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias do Cativeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2060497952</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário assistido fala como era a vida dos escravos, antes e depois da Lei Áurea.&nbsp;<br>Os relatos são muito comoventes e relata com bastante detalhe.<br>Durante o leilão ou venda de escravos, os fazendeiros mais ricos custumavam escolher os escravos que tinham a perna fina e o pé pequeno, pois eles eram considerados melhores. As moças entre 16 e 18 anos eram mais caras, e as mais velhas +18 eram mais baratas. Em 1850 ocorreu a venda de crianças.<br>Após a aprovação da Lei Áurea os escravos continuaram a sofrer pois estavam sem dinheiro, sem comida e sem moradia, ou seja, as dificuldades continuaram.<br>O dia 13 de maio é considerado um dia de festa para eles. Nesse dia eles dançam o Jongo, uma dança que traz muito orgulho a eles e mostra uma certa resistência. Eles costumavam dançar isso antes da abolição da escravidão em seus momentos de lazer. Mesmo o Jongo sendo uma dança com grande orgulho brasileiro, ela ainda é alvo de muito preconceito e intolerância religiosa.<br><br>Juliana de Souza Oliveira, 9° sala 12.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 12:59:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de história</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rpsegismundo2020ufu/h8r7f5aotvydpdad/wish/2060711186</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom dia!<br>Segue em anexo, o link do meu trabalho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-22 14:48:04 UTC</pubDate>
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