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      <title>CAUSAS DA INSUFICINENCIA RENAL by Enzo Gorza</title>
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      <description>Enzo Gorza, Cezar lisboa, Amanda Mourão Soares, Mariana Rafael Menezes, Maria Isabel Ferraz Silva, Ana Luíza de Mello Coutinho, Bruno Henrique, Bianca Zanol.</description>
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      <pubDate>2022-12-05 16:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Pelo fato de os rins excretarem as toxinas, os subprodutos do metabolismo de proteínas e regular o volume de líquidos através da produção de urina, o quadro clínico de uma insuficiência renal, é comum, mas também de alto risco, pois a sua função é extremamente vital. Sabe-se que as doenças renais em cães e gatos são ocasionadas por desordens etiológicas diversas, que provocam alterações estruturais e funcionais dos rins, e estas são diagnosticadas por meio de quadro clínico e da Histopatologia. E pode ser causada por inúmeros fatores, entre esses, muitas doenças que acabam por desencadear a insuficiência renal se não forem controladas, como a hipertensão arterial e diabetes mellitus, além de Doenças autoimunes como nefropatia e lúpus; Doenças genéticas como a doença renal policística; síndrome nefrótica. A obstrução de artéria ou veia renal, causando um fluxo sanguíneo anormal até os rins também pode desencadear a I.R. O uso prolongado de alguns medicamentos, como anti-inflamatórios e analgésicos que podem levar à perda de fluidos em excesso; que contrinui para o desenvolvimento da insuficiência renal, além do baixo volume de sangue (hipovolemia) por causa de uma grande perda de sangue. E não menos importante, podemos destacar a obstrução das vias urinárias, causada por exemplo, por um cálculo renal. </title>
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         <pubDate>2022-12-07 20:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>No caso do cálculo renal, são formados cristais na urina após pouca ingestão de água o que deixa a urina muito concentrada, pois há pouco líquido para dissolver as moléculas em grande quantidade (cálcio, ácido úrico e oxalato), então a formação desses cristais viram cálculos, obstruindo a via urinária, bloqueando a passagem de urina e dilatando o rim. Seus sinais clínicos consistem em dor ao urinar, dor nas costas, febre, náuseas, vômitos  e urina com presença de sangue (hematúria).Uma cirurgia endoscópica pode ser realizada para eliminar a pedra nos rins, chamada de ureterorrenolitotripsia, esse procedimento consiste na introdução de um pequeno tubo introduzido na uretra que segue até o rim do paciente para fazer a retirada do cálculo renal Os pacientes que não tratam pedra no rim geralmente desenvolvem a perda da função renal e precisam de diálise para ter o sangue filtrado.</title>
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         <author>enzofgorza</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Volume de Água Tratada de Diálise usada no tratamento</strong><br>O volume de Água Tratada de Diálise utilizada por sessão equivalente a <strong>120L por paciente</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 22:32:12 UTC</pubDate>
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         <author>enzofgorza</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Volume de água potável durante a vida do paciente...</strong><br>O paciente renal crônico durante sua vida expõe-se a mais de <strong>1 milhão de litros de Água Tratada de Diálise</strong>.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 22:32:24 UTC</pubDate>
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         <author>enzofgorza</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Diferença entre o paciente renal crônico e o sem insuficiência renal em volume de água potável</strong><br>Em um ano, o paciente renal crônico gasta uma quantidade de água que uma pessoa sem doença renal demora cerca de 30 anos para utilizar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 22:32:38 UTC</pubDate>
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         <author>enzofgorza</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Primeira “doença” associada à qualidade da água</strong><br>A “Síndrome da Água Dura” foi uma das primeiras doenças associadas à qualidade da água de hemodiálise, causando efeitos colaterais e mal-estar. Esse quadro se dá pela presença de grandes quantidades de cálcio e magnésio na água (dureza). Hoje temos o abrandador para garantir que isso não mais ocorra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 22:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>Na medicina veterinária alguns sintomas mais comuns da enfermidade são a polidipsia (aumento do consumo de água) e a poliúria (micção em excesso), que são tentativas do organismo de compensar a perda das funções renais, eliminando resíduos que se acumularam na corrente sanguínea (COWGILL, 1981).</title>
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         <title>Vale ressaltar, que a insuficiência renal é uma patologia diagnosticada, nos animais quanto em humanos. Por ser uma patologia que é mais comum em cães e gatos, ela pode afetar animais de qualquer raça, sexo ou idade. (SPARGOS; et al.1994, HAOS,1994). Pode ser classificada como aguda (IRA), e crônica (IRC). Vale evidenciar a importância da diferenciação entre IRA e IRC devido ao prognóstico de cada uma. A primeira resulta de uma redução súbita na função renal e normalmente é ocasionada por uma agressão tóxica ou isquêmica que pode ser reversível. Já a segunda decorre em um período de semanas, meses ou anos. De acordo com Nelson e Couto (2001), sendo a primordial causa de morte em cães e gatos. É comumente encontrada em animais idosos, com idade acima de 7 anos, porém pode acometer animais de todas as idades (COWGILL,1981).</title>
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         <title>Insuficiência renal aguda A insuficiência renal aguda (IRA) pode ser definida como perda da função renal, de maneira súbita, independentemente da etiologia ou mecanismos, provocando acúmulo de substâncias nitrogenadas (ureia e creatinina), acompanhada ou não da diminuição da diurese. A insuficiência renal aguda (IRA) tem incidência, em torno de 2 a 5%, em pacientes hospitalizados com grande influência de fatores como: choque séptico, hipovolemia, uso de aminoglicosídeos, insuficiência cardíaca e contrastes para R-X. Grupos de insuficiência renal aguda: 1 Pré-renal é uma causa de azotemia comum em pacientes hospitalizados. A estrutura dos rins se mantém, mas causa a falta de perfusão sanguínea adequada, no leito capilar renal, por conta da diminuição de pressão, abaixo de 80 mmHg. Esses casos possuem reversibilidade, em um a dois dias e, se persistir, pode levar os rins à lesão denominada de necrose tubular aguda. Durante a baixa perfusão renal, o volume urinário diminui e fica alta mente concentrado com nitrogenados e quantidades mínimas de sódio, e é essa capacidade de retenção de sal e água que distingue basicamente a azotemia pré-renal das causas parenquimatosas de IRA.  2 Pós-renal É menos frequente. A importância do diagnóstico, nesse grupo, é a reversibilidade da insuficiência renal. 3 Renal Nesse grupo, incluem-se todas as formas de lesões recentes ao parênquima renal. Exemplos de causas mais comuns de IRA pré-renal: Hipovolemia (hemorragias, perdas gastrointestinais, terceiro espaço, queimaduras, sobrecarga de diuréticos, febre). Diminuição do débito cardíaco (arritmias, insuficiência cardíaca congestiva, infarto agudo do miocárdio, tamponamento pericárdico). Vasodilatação periférica (choque anafilático, bacteremia e anti-hipertensivos). Vasoconstrição renal (anestesia, cirurgias, síndrome hepatorrenal). Causas mais frequentes IRA pós-renal: Obstrução bilateral dos ureteres (tumores da próstata e cérvix, fibrose retroperitonial idiopática, hemorragia retroperitonial, ligadura acidental durante cirurgias pélvicas). Obstrução bilateral dos ureteres intraluminal (cristais de ácido úrico e sulfa, edema, coágulos, cálculos). Obstrução em bexiga (hipertrofia da próstata, carcinoma de bexiga, infecção, neuropatia ou bloqueadores ganglionares). Obstrução uretral (válvula congênita, estenose, tumor, funcional). Causas mais frequentes IRA renal: Obstrução bilateral dos ureteres (tumores da próstata e cérvix, fibrose retroperitonial idiopática, hemorragia retroperitonial, ligadura acidental durante cirurgias pélvicas). Obstrução bilateral dos ureteres intraluminal (cristais de ácido úrico e sulfa, edema, coágulos, cálculos). Obstrução em bexiga (hipertrofia da próstata, carcinoma de bexiga, infecção, neuropatia ou bloqueadores ganglionares). Obstrução uretral (válvula congênita, estenose, tumor, funcional).</title>
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         <pubDate>2022-12-08 01:23:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Insuficiência renal crônica A causa mais comum da insuficiência renal crônica é o envelhecimento, que provoca a perda gradual das funções renais. Como a doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os animais afetados é ruim. A meta inicial do tratamento é aliviar os sintomas que comprometem a qualidade de vida do animal. Dependendo de quão rápido seja o progresso da doença, os animais afetados podem sobreviver de semanas até anos. Outras causas comuns são a doença periodontal negligenciada, uso abusivo de anti-inflamatórios por longo tempo, hipertensão, doenças cardíacas, hematozoários, endocrinopatias. Animais com insuficiência renal crônica moderada podem ser tratados em casa, com medicamentos e dietas apropriadas. O médico veterinário poderá prescrever ração canina com menor teor de proteína, fósforo e sódio do que a normal e assim reduzir a carga de trabalho dos rins e consequentemente devem beber água fresca todo o tempo, podendo ser receitados medicamentos para controlar a náusea, inapetência, desequilíbrio mineral e eletrolítico, deficiências hormonais e pressão sanguínea alta.</title>
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