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      <title>Triste fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto by Natasha Senna</title>
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      <description>diário de leitura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-02 20:44:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-04-19 04:14:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Primeira parte: 1° capítulo- A lição de Violão - página 17 ao 28</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Como é a primeira vez que leio esse livro, assim de ínicio, achei Policarpo, muito patriota, como diz o livro, é bonito ver como ele ama seu país e se propõe a aprender tudo que é de natureza brasileira. Por algumas pesquisas pude descobrir que lima barreto é um "amante" do subúrbio, então ele basicamente vai descrever o que ele viveu, o que ele conheceu.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esse patriotismo que ele tem, eu considero muito bonito, pois supera qualquer posição que ele tenha, qualquer importancia que ele tenha, e quando ele começa a fazer aula de violão, e seus vizinhos, acham aquele instrumento, aquela ação coisa de "pobre", ele demonstra não se importa, ele acolhe o cantor (lembrando que o cantor, Ricardo, não é só um cantor, ele tambémé um poeta) de uma forma, tão bonita, independentemente do seu cargo de major, mostra o quão esse patriotismo torna ele mais empático.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O empenho dele é o ser o mais brasileiro possivel, e isso já é apresentado no livro quando diz que ele até se dispôs á aprender o tupi-guarani, e principalmentea literatura brasileira e isso me inveja. Eu fico pensando, todos nos brasileiros devemos no orgulhar do nosso país, nos orgulhar da nossa história, e lutar pelo nosso lugar, e não sair dele, temos esse pensamento, de querer morar fora, de querer vijar para outros países (não que isso seja ruim), e por que não conhecer o nosso brasil?&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Policarpo, me fez refletir muito nesse primeiro capítulo, por que sera que eu não tenho esse patriotismo ? será que outras pessoas são tão patriotas quanto Policarpo?&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;     &nbsp;Na realidade, policarpo é só um ufanista (nunca tinha ouvido essa palavra) ou seja, ele é estremamente patriota, ele tem um orgulho muito exagerado do Brasil, mas isso é bom ou ruim? também não sei, nunca conheci alguém assim.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 22:13:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Video consultado para o primiro capítulo:</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 23:05:21 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Parte: 2° capítulo - Reformas Radicais - página 29 ao 41</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo, é possível observar, um certo desanimo, de policarpo em relações as tradições brasileiras, mas ainda sim sua extrema dedicação com a nossa cultura. <em>Esse desanimo de policarpo, me faz questionar, se as nossas tradições são realmentes nossas, ou são derivadas de outros países ?<br></em>Quando policarpo chora para seus amigos e sua afilhada Olga, é uma forma e demonstrar como os convidados eram recebidos segundo a cultura tupinamba, mais uma vez mostrando a sua dedicação em aprender a cultura brasileira. Ele ama esse país exageradamente e isso acaba afetando os sentimentos dele, inclusive ele acaba sendo muito grosso com o Ricardo Coração dos Outros (<em>o moço do violão</em>), e chama ele de vagabundo, por um motivo "besta", quando Ricardo diz que é difícil tocar o vilão, Policarpo reage muito mal, na frente de seu amigo e sua afilhada, demonstrando não se importar, quando o assunto é defeder seu país, indica como é exagerado, e de um certo modo arriscado esse patriotismo dele.<br>Em uma conversa com Olga, sua afilhada, ele comenta sobre sua ideias, algumas ideias "modestas", mas que podem ajudar o nosso povo a resgatar a nossa identidade e a nossa cultura, é onde inicia suas reformas radicais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 23:26:35 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Parte: 3° capítulo - A notícia do Genelício - página - 42 ao 54</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>Triste fim de Policarpo Quaresma</strong> é uma obra pré-moderninsta, de 1902 até 1922, ou seja, o capítulo se inicia com data do casamento de Ismênia sendo marcada, a filha&nbsp; do general Albernaz, Ismênias estava se casando com&nbsp; Cavalcanti um dentista, resumindo todas as pessoas da região, estavam empolgada o casamento, afinal, uma mulher se casando jovem, era sinal responsabilidade sabe? de cuidado, enfim, as mulheres estava super empolgadas com o acontecimento, aposto que queriam está no lugar de Ismênia, porém ela não estava tão feliz, poís foi criada desde cedo para essa função, de ser uma mulher casada, era só uma forma de não acabar velha e solteira, e mal vista na sociedades daquela época. Em suma, no decorrer da festa, aparece Genelício seu cunhado, namorado de sua irmã Quinota, Genelício era um tremendo pucha saco, um "baba ovo", ele era um escriturário que tinha previsões de crescer no meio político, uma vez que sabia bajular ministros e mostrar sua habilidade com as palavras, no entanto ele chegou trazendo a notícia de que Quaresma, que não tinha comparecido a festa estava louco: além de andar com um professor de violão, enviou a um ministro uma carta em tupi-guarani, não era novidade a "loucura"&nbsp; de Policarpo, na festa todos concordaram que pessoas sem formação alguma como Policarpo não devia possuir livros, podendo observar como a sociedade naquela época era preconceituosa, talvez essa seja uma crítica de Lima Barreto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 01:30:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Video consultado para o terceiro capítulo: </title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 00:27:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primera parte: 4° capítulo - Desastrosas Consequências de um Requerimento - página 54 ao 65</title>
         <author>natashacristina538</author>
         <link>https://padlet.com/natashacristina538/h73qpb87jq4nhg1k/wish/2143161380</link>
         <description><![CDATA[<div>Afinal o que tinha naquele requerimento que Policapo tinha enviado a câmara? Ele pedia a decretação do tupi-guarani como língua oficial do Brasil. Muitos dos que riram apoiaram a criação de uma nova língua que traduzisse melhor as riquezas do <em>tupi, </em>os jornais deram até caricaturas a Quaresma, uma forma de zombar de sua carta, o Major dispensava a fama, e se incomodava com os comentários e gozações que os jornais e as pessoas da rua faziam dele, a sua "fama" despertou raiva e falsidade e uma certa inveja de seus colegas de trabalho, todo afirmavam que Policarpo estava ficando louco por impor o que acredita, em outra situação Policarpo, foi suspenso de seu trabalho, pois estava passando o requerimento a limpo, e outra pessoal levou até o corone, que sem ler o assinou. Quaresma ficou desolado com a situação, por que sera que as pessoas não pensava como ele? sera que ele estava mesmo "ajudando" as pessoas?&nbsp; sera que impor outra língua, ajudaria mesmo a nossa cultura? sera que temos direito de julgar as pessoas que não conhecemos?<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 00:39:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeira parte 5° capítulo - O Bibelot - página 66 ao 77</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após o caso do requerimento, a loucura tomou conta da mente de Policarpo: passou a identificar inimigos entre seus maiores amigos, sentia-se perseguido, falava coisas sem nexo, perdeu o interesse por seus livros e negócios. A irmã, Adelaide, não sabia como lidar com a situação e de alguma forma abandonou seu irmão naquela situação, por vergonha do que as pessoas pensariam dela.<br>Quaresma foi internado em um hospício, recebeu a visita de seu compadres e sua afilhada Olga com um sorriso de satisfação. Ao agradecer a atenção recebida, ele ressaltou que “quem tem inimigos deve ter também ter bons amigos…”, deixando escapar sua mania de perseguição.<br>Olga contou a seu padrinho que iria se casar e o Major questionou se ela gostava mesmo de seu noivo, ressaltando mais uma vez, a forma em que a mulher se anula, pra viver aquilo que a sociedade quer. A garota não sabia ao certo o que responder: apenas aceitava o matrimônio como algo inevitável em sua condição, não gostava nem desgostava de seu futuro marido, mas respondeu positivamente à pergunta.&nbsp;<br>Ricardo coração dos outros, apareceu neste capítulo de um forma diferente, de uma forma preconceituosa, ele acaba exercendo uma atitude racista, com outro músico, considerado melhor que ele pelas as pessoas, isso causa uma insegurança em Ricardo, que compactua, como um negro, consegue ser "melhor" que ele? O narrador, apresenta outra crítica, existem 'pobres' racistas também, o nosso status financeiro não julga o nosso caráter, somos capazes de julgar uma pessoa independente da nossa situação.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 01:12:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Video consultado para o 5° capítulo, da primeira parte: </title>
         <author>natashacristina538</author>
         <link>https://padlet.com/natashacristina538/h73qpb87jq4nhg1k/wish/2143282948</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 02:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda parte: 1° capítulo - No &quot;sossego&quot; - página 81 á 92</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após sair do manicômio com uma imensa tristeza, atendendo a uma sugestão de sua afilhada, Quaresma comprou um sítio, “Sossego” que recebeu esse nome, por ser uma fase mais tranquila de Policarpo, uma fase desapegada na vida na cidade,&nbsp; o sítio&nbsp; não tinha uma aparência tão agradável, mas lá, ele se sentia bem e pensava onde cultivaria produtos agrícolas que representavam a grande riqueza da nação. Ter a terra como sustento era um desejo antigo do major, que se contentava em distanciar-se da vida mesquinha da cidade.<br>O narrador neste capitulo, pondera um questionamento notável entre o homem da cidade e o homem do campo, ele apresenta fatos de como o homem do campo tem saberes distintos, e que não tem tanta necessidade de tecnologia assim, quanto o homem das cidade, existe um posicionamento, e uma indagação aí, de homens que tem terra mas não cuidam da sua terra, só estão interessados em fazer jogos políticos, e tirar vantagens pessoais em relação a isso.&nbsp; No primeiro momento Policarpo demonstra não se posicionar em relação, o que acaba trazendo outro questionamento, Quaresma é tão patriota, por que não gosta de política? <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-16 02:39:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda parte: 2° capítulo - Espinhos e Flores - página 92 á 103</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O narrador inicia o capítulo descrevendo e analisando a arquitetura e a sociedade dos subúrbios do Rio de Janeiro: a falta de padronização das casas e ruas reflete a desintegração da sociedade que ali vive. Num desses subúrbios vive Ricardo Coração dos Outros, o músico sofria com a&nbsp; concorrência de outro violeiro, que trazia novas ideias sobre a modinha e desvalorizava seu trabalho, Ricardo queria visitar Quaresma, pois sabia que nele encontraria compreensão, mas estava sem condições de viajar. Até que recebeu um bilhete do general Albernaz em que o convidava para tocar no casamento de sua filha Quinota: poderia pedir ao militar um passe para visitar seu antigo vizinho.<br>Na festa havia diversas pessoas com uma classe social 'elevada' á de Ricardo, durante a comemoração do casamento de Quinota, o músico entra em uma conversa, com alguns militares, lá ele ouver o general Albernaz se gabar sobre seu genro Genelício, principalmente quanto ao seu trabalho no Tribunal de Contas. Os militares tentavam vangloriar-se por guerras e batalhas das quais não haviam participado diretamente. Assim Lima Barreto, mais uma vez fazendo uma críticas, a esses militares que tem um importante cargo, sem nunca ter comparecido á uma guerra.<br>Dona Maricota surgiu chamando a todos para a sala principal, quando Ricardo aproveitou para pedir a Albernaz o passe para visitar Policarpo. O general lamentou a situação de seu ex-vizinho, culpando a relação dele com tantos livros como seu mal, e indicou que ajudaria o músico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-17 14:34:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Video consultado, para a 2° parte, segundo capítulo:</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-17 14:49:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda parte: 3° capítulo - Golias - página 103 á 118</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após uma semana da festa de Quinota e Genelício, era a vez de Olga se casar. Com uma cerimônia simples e sem formalidade religiosa, a moça aceitou o Doutor Armando Borges como marido, sem grandes expectativas. O noivo, sim, estava extasiado, com o título de médico, bem casado, acreditava que era só o início de sua próspera jornada. Quaresma não esteve no casamento da afilhada, mas enviou leitão, peru e uma longa carta. Havia um mês que contava com a presença de Ricardo Coração dos Outros em seu sítio.<br>Agora trabalhava na fazenda, além de Quaresma e Anastácio, Felizardo: um homem muito informado das fofocas da cidade. Uma dessas “notícias” que corriam pela boca do povo é que Policarpo havia se mudado para ali por motivos políticos, As pessoas acreditavam nesse assunto, pois Policarpo sempre proucurava ajudar a comunidade, em que ali vivia, por ser um humanista.<br>Certa tarde os recém-casados Olga e Armando chegaram ao “Sossego”. Estavam todos reunidos quando Quaresma leu, abismado, o jornal da região: fora publicado um artigo que criticava a chegada de “intrusos” ao povoado e uma quadrinha zombava da figura do antigo major, aludindo ao caso do requerimento em tupi. Adelaide tentou acalmar o irmão, dizendo que aquilo era algo sem significância. Ricardo lembrou certos comentários a respeito de Quaresma, que ouvira na vila: por dar esmolas, remédios e lenha aos pobres, imaginava-se que tinha objetivos políticos. Mesmo assustado, Policarpo decidiu não demonstrar preocupação com o caso.<br>Durante o tempo em que Olga ficou no sítio, ficou encantada com a beleza natural, mas impressionada ainda mais com a pobreza daquele vilarejo, onde ninguém cultivava nada. Para tentar entender o que causava tanta miséria, Olga foi falar com Felizardo, que descreveu as formigas saúva da região como o maior impedimento para o plantio naquelas terras, bem como a falta de apoio do governo, fomigas essas que atacaram o major durante noite. Mas antes disso Quaremas tinha discutido com Armando marido de Olga, pois ele dizia que os solos europeus, eram muito melhor, do que o solos brasileiros, Quaresma ficou indignado&nbsp; com essa informação&nbsp; como um brasileiro, prefere outras terras ao invés da sua própria? </div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-17 15:15:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Video consultado para a segunda parte, 3° capítulo:</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 01:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda parte: 4° capítulo - &quot;Peço Energia, Sigo Já&quot; - página 118 a 130</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>O capítulo inicia com a irmã de Quaresma, e conta um pouco sobre ela, e o por que de não ser casada, mais uma crítica de Lima barreto, com essa cobrança das mulheres com a casemento, porém apresenta outro lado, de que nem todas as mulheres precisam cumprir esse papel, apesar disso parece que mulheres que não querem esse "papel' imposto pela sociedade são infelizes, é como se o casamento só existe por conveniência mesmo, não por amor. <br>O major, aparentemente, também era um homem sereno. Um olhar mais atento, entretanto, revelava uma inquietude de sua alma, ou seja Quaresma as vezes viajava em seus pensamentos por alguns minutos, acho que todos nós já fizemos isso, no entando major fazia com muita frequência, tanto, que seus empregados consideravam normal. Adelaide não estava o tempo todo com o irmão e desconhecia tais devaneios. Os seus demais relacionamentos, Ricardo e a afilhada, estavam distantes há muito tempo e, portanto, não notavam as preocupações de Quaresma.<br>O trabalho na fazenda continuava, dentro do possível. Todos os instrumentos meteorológicos comprados pelo major foram inúteis e acabaram abandonados – nenhuma previsão climática se confirmou. Nas terras ao redor a miséria continuava imperando, para a tristeza de Quaresma, que esperava encontrar uma forma de solucionar aquela situação. Contudo seu empenho não davam resultad,os custos de empregados, pesticidas contra as saúvas, que constantemente atacavam as plantações, transporte e atravessadores na cidade resultavam num lucro irrisório. Ainda assim, Quaresma encontrava ânimo&nbsp; para planejar novos investimentos em máquinas importadas.<br>Com a chegada das eleições, o major foi sondado pelo doutor Campos para participar do jogo político, e Quaresma recusou-se passou a receber intimações e multas dos órgãos públicos, que exigiam que ele passasse a roçar e capinar as vias públicas ao redor de seu terreno. E as más notícias não paravam por aí: os animais criados por Adelaide foram atacados por pestes que os veterinários da região não sabiam curar.<br>Cercado por desastres e injustiças, o major repassava diversos acontecimentos de sua vida e tudo parecia sem importância. Sua alma enxergava que para solucionar os problemas da nação, era necessária uma mudança mais profunda, uma nova administração que governasse com sabedoria, melhor dizendo, a política que existia no interior, onde o sítio se localizava, do mesmo modo que o casamento era por conveniência. <br>No entanto&nbsp; em alguns dias havia uma insurgência da Marinha contra o presidente Floriano Peixoto e os homens logo seriam recrutados. O major sentiu uma ponta de esperança e saiu para a estação, mandando antes um telegrama: <strong><em>“Marechal Floriano. Peço energia. Sigo já. – Quaresma”</em></strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-18 01:39:22 UTC</pubDate>
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         <title>Video consulatdo para o 4° capítulo, da segunda parte: </title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <pubDate>2022-04-19 01:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda parte: 5° capítulo - O trovador - página 131 ao 143</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O capítulo desencadeia com a crise política e militar, e o governo de Floriano Peixoto, onde muitos homens fardados embarcavam e desembarcavam, e o clima era tenso entre os civis – havia casos de delações e perseguições a opositores.<br>Armando, marido de Olga, acreditava que a revolta poderia gerar frutos para sua carreira de médico. O trabalho em sua clínica rendia um bom dinheiro, mas havia o interesse em construir um nome, por vias naturais, no entanto, o doutor não avançava: os livros davam sono e a vida parecia se dirigir para uma monotonia desanimadora.<br>Olga, ao perceber alguns traços negativos no caráter do marido, colocou um cropped e reagiu, não pediu uma separação por considerar que todos os homens deviam ser iguais e passou a dissimular seus sentimentos por dignidade e delicadeza para com Armando, que nem sequer notou a transformação dela.<br>A afilhada de Policarpo soube da vinda de seu padrinho por meio de seu pai, Coleoni, que leu no jornal o telegrama enviado a Floriano. .</div><div>Ricardo Coração dos Outros, nesse período, teve sua carreira alavancada e preparava novas composições. Isolado em sua residência, não lia os jornais, e nem imaginava o motivo das rajadas de tiros que o incomodaram certa tarde.</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 01:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>Video consultado para o 5° capítulo da segunda parte:</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <pubDate>2022-04-19 02:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira parte: 1° capítulo - Patriotas - página 147 á 160</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes de deixar o Sossego, Policarpo pôs em ordem seus negócios e arranjou quem cuidasse de sua irmã, que se opôs duramente a sua ida ao Rio. Ele ainda redigiu um memorial para o presidente, no qual relatava todas as medidas que eram necessárias ao desenvolvimento da agricultura da nação.<br>Assim dizendo, Policarpo demonstrava ser "cadelinha" do Marechal Floriano, apoiva tudo o que ele dizia e concordava da mesma forma, afinal o Marechal tinha agurmentos, que se adequavam com os pensamentos de Quaresma, seu governo funcionava como uma “tirania doméstica”: qualquer mau comportamento era castigado, com prisão ou morte. Quaresma não possuía esta visão ampla da personalidade do presidente: ele havia sido atraído pelo entusiasmo que Floriano despertara em muitos homens de seu tempo, na expectativa de grandes mudanças que sua administração prometia.&nbsp;<br>Enquanto isso e, General Albernaz encontrou Quaresma e o atualizou sobre seu trabalho no combate – cuidava do depósito de munições – e sobre o casamento de sua filha Quinota. Ismênia continuava solteira e Albernaz preferiu não comentar a crise que se instalara na mente da moça: passava dias sem se comunicar, inanimada, até que se arrumava toda e dizia para a mãe que seu noivo estava por chegar, escrevendo, inclusive, convites de casamento. Já havia sido levada a médicos, espíritas e feiticeiros, mas nada resolvia.<br>Em seguida ele foi a casa de Olga, Ao chegar lá Armando estava reescrevendo artigos para o jornal. O doutor teve inveja da relação próxima que Quaresma relatou possuir com o presidente, e iniciou-se um breve debate sobre os papéis que as autoridades exerciam. Olga revoltada, menosprezou a admiração exagerada que era dada aos homens que possuíam títulos e cargos.<br>No quartel provisório de seu batalhão, Quaresma tinha os primeiros contatos com o grupo quando viu Ricardo Coração dos Outros sendo trazido à força, chorando e se debatendo: ele não queria servir. Policarpo apelou a Bustamante, mas ele foi inflexível. Ouvindo a conversa, Ricardo concordou em servir, desde que lhe devolvessem seu violão&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 02:49:39 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira parte: 2° capítulo - Você, Quaresma, é um Visionário - página 161 a 173</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pela manhã a névoa toma conta das praias cariocas. Ricardo, devidamente fardado, e triste, pois estava lá contra sua vontade, nunca tinha estido naquela situação. Ele é autorizado por Major Quaresma, seu superior, a tocar seu violão, mas o Tenente Fontes o proíbe assim que ouve o canto e vê a roda de soldados ao seu redor. Afinal, o instrumento é visto como algo de "pobre" um soldao tocando, não é adequado para um batalhão. <br>A revolta já havia se inserido no espírito da cidade. Balas eram colecionadas; os ataques iminentes punham os cidadãos no passeio, a assistir; quando alguma embarcação era acertada.<br>Os ternentes e os generais, dicustiam sobre a postura do governo durante a batalha somente Fontes defendia uma elevação moral das tropas. Desinteressado das discussões militares e preocupado com Ismênia, Policarpo perguntou sobre ela a Albernaz e ele não tinha boas notícias: estava vivendo com a irmã e não saía de seu estado doentio, pobre Ismênia, eu penso, no fime ela só está com medo de ser cancelada, por não "ter" marido, na verdade as pessoas acabam afastando ela por esse motivo. <br>À noite o Marechal Floriano Peixoto fez uma visita surpresa ao posto e Quaresma foi recebê-lo. Caminhavam enumerando combates e deserções, quando o Major resolveu perguntar sobre seu memorial. O ditador havia lido o documento, mas não via possibilidade de tomar as medidas sugeridas. Quaresma procurou expor seu ponto de vista num longo discurso, ao cabo do qual Floriano sentenciou: “Você, Quaresma, é um visionário”.<br><strong><em>Sinto o cheiro de tretaaaa!!</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 02:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Video consultado para o 2° capitulo, da terceira parte: </title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira parte: 3° capítulo - ... E tornaram logo silenciosos... - página 174 á 187</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Albernaz já havia tentado de tudo para recuperar a consciência de sua filha: médicos, curandeiros, feiticeiros, espíritas… Eram receitados remédios, homeopatias, incensos, mas nada ajudava Ismênia. Eu fico imaginado, naquela época, muito provavelmente eles nem sabiam o que era depressão, talvez Ismênias tivesse, mas nem ela sabia como deliberar o que ela sentia. <br>Quaresma se dispôs a pedir ajuda do marido de sua afilhada, dr. Armando não estava em casa, havia ganhado um cargo na República e passava o dia a defender o governo nos cafés da cidade. Olga, sabendo da situação de Ismênia, sentia pena das mulheres que se deixam levar pelos padrões sociais que exigem o casamento como justificativa de uma vida. Olga finalmente, tinha um pensamento feminista, Lima barreto, certamente, usa os pensamentos de Olga, como crítica ao casamento, sempre enfatizando como esse não é uma necessidade da mulher. <br>Com quatro meses, a revolta continuava indefinida: a ilha do Governador e Majé haviam sido tomadas. O Major estava desencorajado, insatisfeito com a postura do Marechal perante suas propostas. Por fim, ele estava entendo que as propostas do marechal não são nem um pouco covenientes para a socidade, e sim só para ele próprio.&nbsp; <br>O tempo passou sem que o marido de Olga se dispusesse a visitar Ismênia. A doente definhava psicológicamente e fisicamente, avisou sua mãe que iria morrer, tendo como último pedido que fosse enterrada vestida de noiva, afinal era seu grande sonho. E foi experimentando esta roupa que ela caiu em sua cama. O velório e enterro reuniram muitas pessoas e chamaram a atenção da vizinhança.<br><em>Agora, eu realmente, não queria que Ismênia morrese, acho que sua personagem poderia ter sido melhor desendesenvolvida, fiquei triste Lima, 😔</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:28:57 UTC</pubDate>
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         <title>Video consultado para o 3° capítulo, da terceira parte: </title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <pubDate>2022-04-19 03:30:47 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira parte: 4° capítulo - O Boqueirão-  página 187 á 201</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sem a presença de seu dono, o Sossego voltava a ganhar ares de abandono. Anastácio se esforçava para manter a organização do local, mas sua personalidade e inteligência tornavam todos os trabalhos mal acabados. As máquinas compradas por Policarpo enferrujavam, o galinheiro estava vazio.<br>Com a revolta, as disputas políticas em Curuzu deram uma trégua, já que todos partidos se uniram pela defesa da República. O desfile de políticos era o único divertimento de Dona Adelaide.<br>D. Adelaide recebeu de Quaresma uma carta na qual relatava ter sido ferido durante um combate. O uso da força bruta pelos homens fez com que o Major enxergasse uma animalidade primitiva que o desinteressava completamente do conflito. Ricardo também estava ferido, em estado mais grave. A essa altura o general Albernaz, o almirante Caldas e Genelício, que nem sequer visitaram Quaresma no hospital,</div><div>discutiam o breve final da revolta. Mais uma vez, Lima Barreto enfatizando a crítica de que altos cargos no poder militar, não significa comparecer á uma guerra.&nbsp;<br>Recuperado, Policarpo foi incumbido como carcereiro dos revoltosos. Certa noite um enviado do Itamaraty recolheu alguns dos presos para levá-los ao Boqueirão.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira parte: 5° capítulo - A afilhada - página 201 á 211</title>
         <author>natashacristina538</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Expectativas para o último capítulo:</strong></div><ul><li>Como o nome do capítulo é 'A afilhada', acredito que Olga <em>irá fazer algo, ou capítulo, vai detalhar um pouco mais da sua história, e o por que dos pensamentos dela sobre os homens, e sobre o casamento.</em></li><li><em>2° Se o livro é triste fim de Policarpo Quaresma, como ele vai morrer??????</em></li><li><em>3° ainda tô revoltada que mataram Ismênia.</em></li></ul><div><br>Quaresma estava preso: enviou uma inflamada carta ao Marechal que criticava a desumanidade praticada contra os presos que guardava – eles haviam sido executados. Aos poucos o major, abre seus olhos, para o goveno do Marechal, e distingue que o comportamento de Floriano, nao é tão "patriótico", quanto ele imaginava. <br>Na masmorra, o antigo Major se indagava como pôde chegar àquele lugar, isolado, sem qualquer perspectiva de liberdade. Lembrando-se de suas incursões pelo patriotismo fanático, seus estudos culturais e seus investimentos agrícolas, Policarpo enxergava em tudo um grande vazio existencial. A pátria, que tanto ele defendeu, nada mais era que um mito, na realidade, a pátria real, era marcada por interesses, por vantagens, por corrupção, por desatinos, e agora, mais do que nunca, a razão de sua prisão. Arrependido pelos amores que não viveu, ele chora. Nesta parte cria-se um contraste entre homens que levam anos para serem julgados, e ele que seria execultado rapidamente, tudo isso por uma carta enviada para o presidente.<br>Sabendo da prisão de Quaresma, Ricardo procurou Genelício, Albernaz e Bustamante para libertá-lo, mas ninguém queria apoiá-lo, pois agora era visto como um revoltoso. A última esperança foi ter com Olga, que se dispôs a procurar o próprio Floriano para defender seu padrinho. Ela contrariou seu marido e saiu na companhia de Ricardo. <br>O marechal não recebeu a afilhada de Policarpo: ela falou somente com um secretário, que afastou qualquer possibilidade de perdão. Olga se envergonhou de ter amarrotado a grandeza moral do padrinho com sua súplica final: ele merecia morrer heroicamente, com seu orgulho preservado. Olhando a paisagem, ela refletia sobre a história daquela nação que ainda tinha muito que avançar.<br><br><strong>Conclusões: <br></strong>Estou imersa, nas minhas reflexões, que país é este? será que mudou muita coisa desde o pré-modernimos até os dias atuais? as nossa perspectivas evoluíram ? ainda lutamos por mudanças? <br>É assustador ler, e ver que o livro escrito, á anos atrás, reflete o mesmo Brasil de hoje, o mesma corrupção, a mesma hipocrisia. <br><br><strong><em>Obrigada Lima Barreto por essa obra de arte, e por diversas reflexões patriotas ❤</em></strong></div><div><br><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:57:51 UTC</pubDate>
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