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      <title>Diário de Aprendizagem by Inês Belo</title>
      <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef</link>
      <description>MOOC AFC (I)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-12 19:25:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-11-08 15:40:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A.4.2. - Carta de Apresentação</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292337088</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome</strong>: Inês Belo.</div><div><br>&nbsp;<strong>Experiência profissional</strong>: sou professora de 1º Ciclo e leciono desde 2007/2008, tendo dado aulas em dois colégios particulares e em dois colégios da Casa Pia de Lisboa, onde atualmente estou.</div><div><br>&nbsp;<strong>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar:</strong> aplicação do Projeto GIP (Gerir; Inovar; Participar); do Projeto CSI (Competências Sociais Integradas); do modelo do Movimento da Escola Moderna.</div><div><br>&nbsp;<strong>Motivação para a implementação da Autonomia e Flexibilidade Curricular</strong>: Interesse e necessidade de aprender novas práticas relacionadas com o tema, para que possa adaptar o trabalho desenvolvido com os alunos, indo cada vez mais ao encontro das suas necessidades individuais.</div><div><br>&nbsp;<strong>Expectativas sobre o curso de formação</strong>: Compreender de forma mais profunda toda a nova documentação por que se irá reger, a partir de agora, o trabalho dos professores nas escolas, fazendo novas aprendizagens sobre diferentes métodos e modelos de ensino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 19:34:46 UTC</pubDate>
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         <title>2.2. - TRICIDER: O perfil dos alunos, as aprendizagens essenciais e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292342436</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>"De que forma as Aprendizagens Essenciais poderão contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz, em convergência com o Perfil dos Alunos?"<br></strong><br>O modelo de escola industrial, praticado nos dias de hoje pela maioria dos professores, é um modelo obsoleto, que não permite aos alunos desenvolverem as capacidades necessárias ao seu futuro, enquanto cidadãos das próximas décadas do século XXI.</div><div>Com a crescente evolução social e tecnológica que vivemos nos dias de hoje, urge a necessidade de adotar um modelo diferente de ensino, o modelo social, assente em aprendizagens sólidas e de qualidade.</div><div>Assim, e de acordo com o filme e o cartaz apresentados, é necessário repensar a Educação e é necessário repensar os objetivos que se querem alcançar com a Educação. Os documentos “perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória” e “aprendizagens essenciais” serão a partir de agora uma mais valia para o trabalho dos professores que estão a aplicar a flexibilização curricular na sua turma, uma vez que, em conjunto, irão orientar, de uma forma clara e sucinta, o trabalho a ser desenvolvido nas salas de aulas.</div><div>Para que se quebre o padrão de uniformização e de acumulação enciclopedista enumerativa, que até aqui a escola tem vindo a adotar, é necessário que se passe a olhar para os alunos como seres individuais, com formas de estar, pensar, resolver problemas, aprender... diferentes. A escola deverá passar a ser uma escola inclusiva, olhando para cada aluno como individual, tendo em conta o contexto em que este está inserido, passando a adotar um trabalho pedagógico-didático diferenciado, mas sempre dirigido à consecução comum dos diferentes patamares e dimensões do percurso curricular.</div><div>As “aprendizagens essenciais” serão aquelas que devem ser aprendidas por todos, uma vez que socialmente serão necessárias a todos os alunos, por serem requeridas pela própria sociedade em que estamos inseridos. Desta forma, estes diferentes documentos, pensados para cada disciplina, assentam todos eles na riqueza e solidez dos conteúdos e na riqueza dos processos cognitivos a desenvolver pelos alunos para a aquisição desses conhecimentos. Estes assentam, assim, nas competências evidenciadas no filme “Acima e além” e no seu cartaz:</div><ul><li>Comunicação</li><li>Colaboração</li><li>Pensamento crítico</li><li>Criatividade</li></ul><div>Com o visionamento do filme, podemos perceber que o trabalho em colaboração é um trabalho muito mais rico e sólido. Para que este trabalho seja efetivo é necessário que os alunos aprendam a cooperar, a comunicar, a ter pensamento crítico sobre o mundo que os rodeia e as aprendizagens que fazem, desenvolvendo também a criatividade, para que possam resolver problemas de forma diferenciada, indo mais além. Estas aprendizagens, essenciais, só irão poder ser trabalhadas de forma efetiva porque, paralelamente a estes documentos foi pensado e definido um “perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”, documento que constitui a orientação curricular de referência para a construção de todos os outros passos e componentes do currículo, tendo sido elaborado de acordo com as necessidades sociais dos dias de hoje e numa perspectiva de desenvolvimento, numa visão e conceção democrática e capacitação da Educação, assumida como um direito efetivo de todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 19:55:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292342436</guid>
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         <title>3.6. - Realização de uma reflexão - Reflita sobre os desafios que se colocam à sua prática pedagógica tendo em conta as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292342959</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Com a entrada em vigor dos novos documentos orientadores da prática pedagógica praticada nas escolas, ao longo dos 12 anos de escolaridade obrigatória, é fundamental que cada docente repense o seu percurso e a forma como se posiciona perante a escola, os alunos e as suas aprendizagens.</div><div>Estou muito satisfeita com estas futuras mudanças que a escola terá de sofrer, estando bastante esperançada com o futuro escolar.</div><div>Apesar de satisfeita e com esperança (de que o trabalho desenvolvido possa passar a ser um trabalho de maior qualidade, e não quantidade, que se traduza em aprendizagens efetivas para a vida futura dos alunos, enquanto pessoas e cidadãos da nossa sociedade), não deixo de me questionar, ter dúvidas e receios sobre os caminhos a adotar a partir de agora, de forma a adaptar as minhas práticas pedagógicas às Aprendizagens Essenciais e, com elas, alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.</div><div>Sempre gostei das metodologias que utilizam o trabalho por projetos, prevendo no trabalho diário tempo de estudo autónomo e em que as aprendizagens dos alunos partem das suas vontades e dúvidas e são sempre trabalhadas em colaboração. No entanto, enquanto aluna dos 12 anos de escolaridade obrigatória e enquanto aluna da Licenciatura, não estive nunca inserida em modelos com estas metodologias. Aprendi, como a maioria das pessoas da minha geração, em escolas com modelos industriais, em que o ensino praticado privilegiava a relação professor-saber e não aluno-saber. E, assim sendo, percebo que tenho dúvidas e limitações, por não saber como fazer e promover certas competências. No entanto, e apesar das limitações que sinto ter, sei que já fiz bastantes alterações na minha prática pedagógica, estando a caminhar para o modelo de ensino social. </div><div>Desta forma, e tal como já referi noutras reflexões, para alcançar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, tendo em conta as Aprendizagens Essenciais, e indo ao encontro da Flexibilidade Curricular, na minha turma optou-se por trabalhar com o Projeto “Educação pela Arte”. Aqui, as disciplinas de Estudo do Meio, Expressão Plástica e Música estão a ser abordadas de forma interdisciplinar, com os respetivos docentes, num trabalho de cooperação. Este projeto tem lugar da parte da tarde, três dias por semana. Aqui, as aulas estão a ser dadas em conjunto pelos docentes, em alguns dos dias, e, noutros dias, a turma é dividida em dois para que, em pequeno grupo, possam explorar de forma mais efetiva as práticas de Expressão Plástica enquanto o outro grupo está em sala de aula a fazer a sistematização das matérias abordadas no programa de Estudo do Meio.</div><div>A Português e Matemática também foram criadas novas práticas, para que haja um equilíbrio no trabalho desenvolvido com a turma: a sala está organizada em pequenos grupos; diariamente fazemos conselhos de cooperação, com os alunos sentados em cadeiras dispostas em roda, onde estes intervêm na planificação semanal/diária, com conhecimento do programa das disciplinas, tendo possibilidade de ir avaliando aquilo que já sabem ou que precisam de ajuda, para sistematizar os conteúdos trabalhados, ao longo de cada mês. Nestes conselhos também é feito, no final de cada dia, e no final da semana, um balanço, onde se pretende que, progressivamente os educandos intervenham de forma mais ativa, consciente, autónoma e entre pares, sem necessidade da intervenção constante do professor.</div><div>Estas mudanças estão a ser feitas de forma faseada para que, quer os alunos quer eu, nos possamos ir habituando a esta nova forma de trabalho, capacitando os alunos de uma maior consciência do programa, dos objetivos a atingir, das dificuldades que sentem e que devem ser trabalhadas, para que possam tornar-se conscientes e autónomos na construção do seu percurso escolar.</div><div>Pretendo integrar, mais tarde, momentos de trabalho de estudo autónomo, onde os alunos trabalharão com ficheiros, através do seu plano individual de trabalho, e em projetos, onde cada um individualmente ou em grupo trabalhará diferentes temas do seu interesse, que mais tarde apresentarão à turma.</div><div>O meu objetivo é que com esta prática se passe a dar ênfase à relação aluno-saber, sendo o meu papel o de mediadora deste processo. Pretendo também que os alunos saibam trabalhar em colaboração e num ambiente de partilha e entreajuda. Gostava também de desenvolver diferentes grupos de trabalho na turma, para que cada um possa trabalhar e desenvolver as suas capacidades, de acordo com as suas preferências e dificuldades a serem trabalhadas. No entanto, ainda não cheguei à conclusão de que forma é que poderei por em prática esta intenção, para que este trabalho seja sólido, organizado e que ajude efetivamente cada um dos meus alunos a construir o seu percurso, para que este se possa traduzir, no futuro, em aprendizagens efetivas para a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 19:57:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292342959</guid>
      </item>
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         <title>1.4. - Que mudanças organizacionais poderá a escola promover para garantir que todos os alunos atinjam o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória?</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/292343389</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória - por onde devo começar?</strong></div><div><br></div><div>Em pleno século XXI é urgente repensar a forma como a escola está organizada e os objetivos que o ensino pretende alcançar.</div><div>Não faz sentido continuarmos a dar aulas assentes num modelo uniformizado para todos os alunos, onde aquilo que lhes é exigido é a memorização dos conteúdos abordados, planificados exclusivamente pelo professor.</div><div>Não faz sentido continuarmos a manter um modelo de ensino que privilegia a relação “professor-saber”, ficando os alunos em segundo plano, como meros espectadores do seu percurso escolar.</div><div>Sou professora de 1º Ciclo e este ano estou com um 1º ano de escolaridade, numa escola que aderiu à flexibilização curricular. Para a sua implementação optou-se por trabalhar com este grupo o Projeto “Educação pela Arte”. Aqui, as disciplinas de Estudo do Meio, Expressão Plástica e Música estão a ser abordadas de forma interdisciplinar, com os respetivos docentes num trabalho de cooperação. Este projeto tem lugar da parte da tarde, três dias por semana. Aqui, as aulas estão a ser dadas em conjunto pelos docentes, em alguns dos dias, e, noutros dias, a turma é dividida em dois para que, em pequeno grupo, possam explorar de forma mais efetiva as práticas de expressão plástica enquanto o outro grupo está em sala de aula a fazer a sistematização das matérias abordadas no programa de Estudo do Meio.</div><div>A português e matemática também foram criadas novas práticas, para que haja um equilíbrio no trabalho desenvolvido com a turma: a sala está organizada em pequenos grupos; diariamente fazemos conselhos de cooperação, com os alunos sentados em cadeiras dispostas em roda, onde estes intervêm na planificação semanal/diária, com conhecimento do programa das disciplinas, tendo possibilidade de ir avaliando aquilo que já sabem ou que precisam de ajuda, para sistematizar os conteúdos trabalhados, ao longo de cada mês. Nestes conselhos também é feito, no final de cada dia, e no final da semana, um balanço, onde se pretende que, progressivamente os educandos intervenham de forma mais ativa, consciente, autónoma e entre pares, sem necessidade da intervenção constante do professor.</div><div>Estas mudanças estão a ser feitas de forma faseada para que, quer os alunos quer eu, nos possamos ir habituando a esta nova forma de trabalho, capacitando os alunos de uma maior consciência do programa, dos objetivos a atingir, das dificuldades que sentem e que devem ser trabalhadas, para que possam tornar-se conscientes e autónomos na construção do seu percurso escolar.</div><div>Pretendo integrar mais tarde momentos de trabalho de estudo autónomo, onde os alunos trabalharão com ficheiros, através do seu plano individual de trabalho, e em projetos, onde cada um individualmente ou em grupo trabalhará diferentes temas do seu interesse, que mais tarde apresentarão à turma.</div><div>O meu objetivo é que com esta prática se passe a dar ênfase à relação “aluno-saber”, sendo o meu papel o de mediadora deste processo. Pretendo também que os alunos saibam trabalhar em colaboração e num ambiente de partilha e entreajuda. Gostava também de desenvolver diferentes grupos de trabalho na turma, para que cada um possa trabalhar e desenvolver as suas capacidades, de acordo com as suas preferências e dificuldades a serem trabalhadas. No entanto, ainda não cheguei à conclusão de que forma é que poderei por em prática esta intenção, para que este trabalho seja sólido, organizado e que ajude efetivamente cada um dos meus alunos a construir o seu percurso, para que este se possa traduzir, no futuro, em aprendizagens efetivas para a vida.</div><div>Toda a legislação que saiu tem sido fundamental para esta alteração da minha prática pedagógica.</div><div>Sei que muitos professores já lecionam desta forma há muitos anos. Sempre gostei desta visão, mas tive relutância em avançar, com medo de não cumprir programas e metas. Com esta nova legislação, que olha para o aluno como ser individual e diferente de todos os outros, mas inserido num contexto social e de grupo, e que dá autonomia aos professores, senti a confiança necessária para poder avançar.</div><div>Com tão pouco tempo de aulas estou espantada com os progressos que os alunos têm feito e com a forma tão positiva como se têm vindo a adaptar a este modelo, que me parece que vai ser uma mais valia para o seu percurso escolar e enquanto futuros cidadãos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 19:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário I</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/296492562</link>
         <description><![CDATA[<div>As competências evidenciadas no filme (saber, adaptabilidade, reflexão, inovação, …) e no cartaz (comunicação, colaboração, pensamento crítico, criatividade) mostram como as Aprendizagens Essenciais partem do Perfil do Aluno e a ele retornam. As personagens ao procurar novas soluções e aplicações, ao quererem aprender mais e ao desenvolverem o pensamento reflexivo, crítico e criativo, … apontam o contributo das disciplinas ou áreas do saber envolvidas no projeto na construção do Perfil dos Alunos. Há conhecimentos, capacidades e atitudes visadas que convergem para a formação integral do indivíduo.</div><div>by Benedita Carneiro</div><div> <br><br></div><div>Concordo consigo Benedita.</div><div>Fez uma análise muito clara do filme e do cartaz, focando o essencial da questão. É fundamental que os alunos trabalhem em cooperação, sendo a interdisciplinaridade uma mais-valia para a sua formação enquanto pessoas, dotando-os de diversas capacidades e conhecimentos que, juntos, lhes permitirão a resolução de problemas.<br>Inês Belo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 15:06:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comentário II</title>
         <author>ines_belo</author>
         <link>https://padlet.com/ines_belo/h6evevlmfkef/wish/296493611</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de “bom aluno” tem vindo a mudar ao longo do tempo e, atualmente, significa muito mais do que dominar conteúdos. Tendo em conta que vivemos num mudo em constante evolução, é necessário garantir que os alunos desenvolvem competências avançadas que lhes permitam adquirir novos conhecimentos ao longo da vida. Assim, foi com muito agrado que verifiquei que na conceção das AE o conceito de “emagrecimento curricular, não significou apenas uma redução de extensão de conteúdos declarativos, mas uma mudança de ótica curricular: substituição de acumulação enciclopedista enumerativa, pelo aprofundamento da complexidade do conhecimento que se elege como essencial”. Só desta forma é possível desenvolver atividades de aprendizagem que permitam trabalhar as competências do século XXI entre elas: Comunicação, Colaboração, Pensamento Crítico e Criatividade. Pois, se os alunos adquirirem competências que lhes permitiram aprofundar os temas considerados essenciais, poderão facilmente mobilizá-las para obter conhecimento sobre outros temas, mesmo que estes não façam parte do currículo. </div><div>by Carla Jesus</div><div> </div><div>Concordo consigo Carla.</div><div>Até que enfim que se reduz o currículo permitindo aos professores e alunos trabalharem de forma sólida os conteúdos que, de facto, são essenciais para a vida futura dos educandos.  Fazendo um trabalho diferenciado daquele que tem vindo a ser feito, trabalhando as capacidades de comunicação, de colaboração, de pensamento crítico e de criatividade de forma plena, daremos aos nossos alunos as ferramentas de que necessitam para que, eles próprios, sejam detentores da construção do seu próprio percurso escolar.<br>Inês Belo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 15:07:33 UTC</pubDate>
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